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LA BUENA, LA MALA Y YO
Descubrí a Maira a través de una aplicación de citas, tenía algún tipo de adicción con esas aplicaciones y ciertamente había conocido a otras chicas por el mismo medio, con las cuales había tenido solo roces pasajeros.
En rigor de la verdad fue la misma Maira quien había realizado el primer contacto, atraída por la imagen de mi perfil
Era una foto muy casual que me había tomado un tiempo atrás, me sabía sexi, había ido a desayunar y solo paré de paso en una plaza atraída por las flores de primavera y los cantos de los pájaros, el sol estaba tenue con una brisa fresca que me pegaba en el rostro, la cual me obligaba a usar una rica campera de cuero de media estación. Tenía una pollera clara muy sensual con un pico cavado sobre mi pierna derecha, era una falda ajustada y corta, y al sentarme en uno de los tantos bancos se había subido lo suficiente para que mis ricos muslos se vieran demasiados provocativos.
Mi madre había tomado esa foto, no lo había notado en el momento, pero al verla luego en mi domicilio me pareció muy bonita y hasta provocativa.
Además, tenía una vibra difícil de explicar, las facciones de mi rostro, mis cabellos, parecía desafiante, provocativa y hasta sonó como una foto profesional y producida.
Naqueles primeiros contatos, Maira não me pareceu uma garota do meu interesse, introvertida e tímida. As fotos do perfil dela não diziam muito. Deixei claro só por escrito minha opinião: ela precisava de mais 'power' se quisesse ter uma chance, sabendo que, com isso, eu basicamente encerraria a proposta dela indiretamente.
Maira me surpreenderia com algumas fotos que mudariam minha forma de pensar. Talvez numa imitação da minha, ela estava ao lado de um parque, sentada num banco, exibindo umas coxas lindas com um vestido tão curto que estava no limite do pecado.
Olhei muito pra essa foto. Ela era magra e quase não tinha peito, corpinho bonito de vinte e poucos anos. Como já disse, o melhor era da cintura pra baixo. Mas não fui só pelo físico. Gosto de examinar rostos em detalhes, um rosto pode dizer muito, demais. Particularmente, gostei dos traços dela, um sorriso cúmplice marcado nos lábios e um olhar profundo que me dizia 'tá vendo? essa não sou eu, mas tô fazendo pra te surpreender'.
E assim começaram nossos primeiros textos, nossos áudios depois, e nosso primeiro encontro.
Fomos a uma balada descolada tomar uns drinks, e combinamos de nos surpreender com as mesmas roupas com que nos conhecíamos pelas fotos: minha saia curtinha e minha jaqueta de couro, e ela naquele vestidinho que colava no corpo de um jeito tão gostoso.
Chegou o primeiro encontro e, de primeira vista, me impactou a altura dela, coisa que não tinha reparado nas fotos. Ela era uma cabeça mais alta, e ainda por cima eu estava de salto alto e notei que ela usava botinhas baixas.
Ela deve ter tido a mesma percepção, não imaginava que eu fosse tão baixinha, mas essa situação não foi problema pra nenhuma das duas.
A gente conversou sobre tudo um pouco, aquelas primeiras conversas de garotas tão tagarelas, ela era toda doçura, toda delicadeza, aquelas garotas de alma nobre incapaz de matar uma mosca, tinha uma voz muito pausada, muito tranquila, e o tempo todo se desenhavam umas covinhas nos lados dos lábios que me pareciam tão originais quanto gostosas. Ela soube que não seria minha primeira garota e eu que também não seria a dela, me senti à vontade, foi recíproco, e nos demos uma chance de nos conhecer, ela me convidou para ir à casa dela, fomos pegar um ônibus e naquelas quadras que caminhamos ela me pegou pela mão pela primeira vez. Já no ônibus não tinha muita gente, naquela hora de quase madrugada só cumprem seu trajeto de uma ponta à outra da cidade quase por obrigação, nos sentamos no fundo, lado a lado, em silêncio, nos olhamos nos olhos, rimos e pela primeira vez, sem importar com nada nos beijamos timidamente primeiro, profundamente depois.
Foi muito gostoso, muito puro, muito nobre e aos poucos me esqueci do entorno, das outras pessoas e no meu mundo só existia ela, fiquei muito excitada naquela viagem e quando ela disse que tínhamos que descer, eu já estava toda molhada, só pensava em levá-la para a cama.
Caminhamos apressadas, entramos no elevador, ela apertou o dez e naqueles segundos a sós nos beijamos com a loucura e a paixão da primeira vez, me esticava o suficiente e ela se abaixava para encontrar nossos lábios e numa cena de filme romântica fizemos um prelúdio do que aconteceria em minutos.
Entramos no seu monoambiente, era pequeno, mas a poucos metros estava sua cama enorme, um pouco cambaleando, um pouco improvisando, entre suspiros contidos e beijos roubados chegamos ao ninho do amor.
Nos beijamos com paixão com aqueles beijos de coração que só as mulheres podemos dar, senti sua respiração, seu hálito, naufraguei no seu olhar, fomos nos despindo lentamente, nossos cabelos se enredaram e nossas mãos percorreram pela primeira vez as curvas da amante do momento. Nós nos olhamos mutuamente nossos peitos quase inexistentes, rimos cúmplices, 'sócias em desgraças' dissemos, embora depois eu soubesse que ela tinha um verdadeiro complexo com o tamanho dos seios.
Pra mim não importou, esfregamos mamilo contra mamilo, bem de leve, ela era toda arrumadinha, toda limpinha, uma 'mocinha' como minha mãe diria.
Só virei por cima dela, tomando a iniciativa, quase à força coloquei minha boceta na boca dela e fui direto lamber a sua, sua vagina era natural, cheia de pelos longos, senti o gosto e foi muito quente perceber o quanto estava molhada.
Senti que ela também me comia entre as pernas, admito, que delícia ela chupava minha buceta, passando a língua no lugar certo, com a pressão certa, no ritmo certo, enfiando os dedos no meu buraco, excitando ao mesmo tempo meu clitóris e meu ponto G, me contorcia de prazer, e estava só perdendo o controle.
Virei de novo, frente a frente, cara a cara, beijo a beijo, rolamos de um lado pro outro, perdidas no prazer, me embriaguei no perfume dela, abri minhas pernas e enfiei entre as dela, nossos púbis se encontraram e só começamos a esfregar um no outro, seus lábios, meus lábios, seu clitóris, meu clitóris, seus fluidos, meus fluidos, caralho, éramos dois vulcões prestes a entrar em erupção.
Sentir o atrito de uma vagina contra a minha era uma das coisas que mais me excitava e só continuamos fazendo até que os orgasmos compartilhados ficaram perfeitos e ficamos satisfeitas.
Deitei de bruços com o olhar perdido no nada, ela tinha ficado atrás e foram muito gostosas as carícias e os beijos com que encheu minhas costas nuas até que o sono me venceu.
Quando abri os olhos estava quase na mesma posição, a uns metros, sem notar que eu tinha acordado e a observava, Maira preparava o café pra duas, enfiada num pijama largo e colorido que era bem do tipo dela, longe de se mostrar provocante, parecia uma garota simples.
Eu sabia que Eu estava às portas de um novo relacionamento e em pouco tempo decidimos morar juntas, como mulher e mulher. Nasceria uma linda relação de casal, ela era a garota mais gostosa que você poderia imaginar e tinha roubado meu coração, e compartilhávamos tudo em perfeita harmonia, era impossível ficar irritada com a Maira, simplesmente não dava.
Ela trabalhava em um escritório central, como secretária, em horário comercial, e eu, enfermeira, trabalhava em uma clínica particular em turnos rotativos. A gente se virava como podia, às vezes nossos horários não batiam e vivíamos uma semana de tortura, outras vezes, quando coincidiam, estávamos a cada minuto nos apaixonando mais, ela estava sempre atenta a mim, demais, mais do que eu estava por ela.
E a vida nem sempre é justa, às vezes, no melhor momento, quando tudo está bem, quando você não quer que as coisas mudem, o diabo mete a bunda e as coisas mudam.
Voltava para casa depois de um dia de trabalho e só para variar peguei um caminho alternativo ao que costumava fazer, era um pouco mais longo, mas também uma área mais comercial. Nessa caminhada, olhando vitrines aleatórias, parei para ver uma saia bem sexy em uma loja, estava em promoção, dei umas voltas e me decidi a entrar.
Tive a sorte de ser atendida por uma garota de uns trinta anos em média, com cabelos pretos, longos e escuros, com um rosto um tanto alongado, olhos expressivos e lábios bem marcados, magra, aliás, com proporções bem equilibradas, com um perfume adocicado.
Enquanto ela falava me mostrando a saia, minha atenção tinha ido para seu pulso direito onde ela exibia uma pulseira do orgulho gay, e fui tão óbvia que ela percebeu o que eu estava olhando sem dizer uma palavra.
Fui experimentar algumas opções pensando na vendedora, experimentei uma, outra, a voz dela do outro lado perguntou:
"Gata, como está indo? Posso te ajudar?"
"Sim... é que não me decido..." - respondi rápida no reflexo - "você poderia me dar sua opinião?"
Ela espiou o rosto entre a Cortinado, olhando diretamente para mim e para minha imagem refletida no espelho, deixei que ela me observasse com uma das opções, depois, de propósito, jogando meu jogo, ao tirar aquela saia para experimentar outra, arrastei como casualmente um pouco minha calcinha, expondo convenientemente algumas partes das minhas curvas, atraindo seu olhar
Olha, boneca, com essas pernas, qualquer uma que escolher vai ficar ótima em você
Presenteei o espelho com meu primeiro sorriso e em nossos olhares senti aquela conexão forte, impossível de explicar, impossível de evitar.
Não demoraria para acontecer, eu disse que estava num relacionamento, falei da Maira, contei tudo, a Oriana tinha trinta e quatro anos, embora aparentasse menos, não se definia lésbica como eu, ou como a Maira, ela gostava igualmente de homens e mulheres, já tinha ficado com uns e com outros, era fã de trisais mulher-homem-mulher e me contou histórias tão quentes que me levaram a repensar meu presente.
A Maira era tão boa e inocente que estava alheia a tudo, e com certeza não merecia que eu fosse infiel, mas tem coisas que simplesmente não dá para controlar.
A Oriana acabaria se revelando um vulcão, avassaladora, diferente, um buraco negro sexual que devorava tudo pelo caminho e nisso me arrastaria junto com ela, sem preconceitos, desinibida, decidida, dominante, perversa e maldita sedutora.
Daquele primeiro encontro na loja de roupas, eu aceitaria um convite atrás do outro, tinha ido à casa dela algumas vezes, só com a curiosidade de conhecê-la melhor, mas ela quase me violentou, e só disse para ela respeitar meus espaços e meus tempos, a Maira estava sempre presente nos meus pensamentos, mas a Oriana repetia que eu devia só viver o momento sem tanta enrolação. Ela tinha a ideia fixa de me apresentar algum cara para fazermos um trisal, mas cansei de repetir que homens não eram a minha praia.
Eu sabia que a Oriana era uma má ideia, sabia muito bem, mas era aquela mistura de curiosidade com excitação à qual você não consegue resistir.
Passei de volta da clínica, sabia que tinha que ir por aquele caminho tradicional, eu sabia que não devia passar pelo lugar onde ela trabalhava, sabia que não devia parar casualmente pra olhar a vitrine, sabia que não devia entrar com qualquer desculpa.
Uma vendedora me atendeu quando entrei, mas eu disse que esperava falar com a garota de cabelos castanhos, Oriana me viu à distância e em alguns minutos estava ao meu lado, me trouxe uma saia curta pra dar a sensação de que eu estava comprando algo, então quase me levou aos empurrões pro provador mais afastado e quase me enfiou de preto dentro dele.
Me senti um tanto cômico, já que não tinha imaginado terminar ali, segui o jogo dela dado que ela espreitava de fora, tirei as leggings que tinha, mas não coloquei a saia que em teoria estava pra adquirir, só balancei os quadris e a calcinha fio-dental que já estava enterrada se enterrou ainda mais entre minhas nádegas, me senti sexy, provocante e até num jogo perverso no qual não medi as consequências.
Oriana, como uma puta selvagem, se esgueirou dentro do pequeno receptáculo e ficou de pé quase atrás de mim, de modo que ambas ficamos de frente pro espelho, e nossos olhares se encontravam através dele
O que você tá fazendo? tá louca? – reclamei com um tom de satisfação contida
Sim! você me deixa louca, boneca! – respondeu quase num sussurro perto do meu ouvido
Mas não foi só isso, Oriana não perdia tempo e uma de suas mãos acariciava meus glúteos generosos de um jeito muito grosseiro, tentei detê-la, mas a periculosidade do momento me deixava muito excitada.
Seus dedos inquietos se infiltraram no lugar proibido, entre minhas pernas, dentro da minha calcinha, senti ela penetrar minha buceta e brincar com meus fluidos de mulher, apertei os lábios porque quase escapou um gemido doce das minhas entranhas, seu olhar sádico me queimava através do espelho, então ela disse
Vai, boneca, se masturba pra mim...
Era tudo irresistível demais e sentia meus mamilos duros sob o tecido do meu sutiã, abri um pouco as pernas pra permitir um acesso mais profundo e levei minha mão direita até meu púbis, comecei a fazer, era lindo, olhava para o espelho, ofegava, tinha as bochechas do meu rosto em ebulição, era uma puta perversa, olhei para ela de novo, ela tinha enfiado a mão esquerda pela frente da própria calça e também estava se masturbando, as duas juntas, ao mesmo tempo, de frente para o espelho.
Senti o orgasmo chegando, ela percebeu e me incentivou
Vamos, boneca, vamos! não para!
Fechei os olhos no meio do meu orgasmo, perdi a noção e não sei se consegui manter a boca fechada ou soltei algum gemido, só sei que minhas pernas tremiam e eu mal conseguia respirar
Oriana ainda não tinha chegado ao clímax, só a olhei novamente contra o espelho, ela ainda brincava nas dobras internas da minha buceta e de repente pareceu se desmontar por trás, apoiando a testa suada nas minhas costas, se recompôs um pouco, tirou os dedos da minha xota e começou a lambê-los, virei a cabeça, para vê-la agora direto nos olhos, ela continuava lambendo os dedos da mão direita, mas tirou a esquerda de onde estava e os colocou na minha boca, fundo, senti o gosto ácido da sua buceta e isso me deixou ainda mais excitada.
Me aproximei e nos fundimos em um beijo interminável, sua boca sabia aos fluidos da minha xota, e a minha aos dela
Oriana era uma expert, e do mesmo jeito que tinha entrado, saiu, só simulando e dizendo em voz alta
Volta em alguns dias que vai entrar mercadoria nova, com certeza você encontra seu tamanho
Nos despedimos com um sorriso safado, e caminhei os quarteirões que faltavam para chegar em casa com meu coração parecendo explodir do peito.
Apesar de ter trabalhado a noite toda e ter tido um encontro casual e matinal num provador de boutique, não conseguia pegar no sono, estava sozinha, Maira no trabalho teria muitas horas pela frente, não me aguentei, escrevi para Oriana para nos vermos à noite, podia ajustar meus horários sem que minha mulher suspeitasse, mas ela me disse educadamente que já tinha um encontro com outra garota, que não me incomodasse, embora tenha me incomodado, eu propus sexta, mas também não rolou, dessa vez um encontro com um cara, eu odiei um pouco e ela só jogou gelo em todo o fogo que ainda me consumia por dentro
Ela não era boba, jogava suas cartas entre verdades e mentiras, porque eu não sabia onde me encaixava nessa história toda.
Ela me mandou uma foto dela como compensação pra eu não esquecer, disse que era de um tempo atrás, com um top branco de tricô sugestivo e um short jeans azul claro, tão enfiado no cu que até parecia pornográfico, uma imagem que obviamente não era pra sair na rua, mas pra fisurar os desavisados e desavisadas, pra tecer essas teias de aranha e prender insetos como eu
Oriana começaria a me enlouquecer desde o primeiro encontro formal, naquela noite de novembro. Eu tinha pedido o dia de folga no trabalho, mas claro, Maira nunca saberia.
Aquela mulher me tirava do eixo, tinha fogo entre as pernas. Jantamos, nos seduzimos mutuamente com olhares pecaminosos. Eu era bem mais nova que ela e talvez por isso ela sempre me chamava de "boneca".
Conversamos sobre tudo: sobre a vida, a história dela, a minha, os amores dela, sobre Maira, sonhos, paixões. Pegamos nas mãos, vieram as carícias e tudo parecia muito doce, demais. Mas aquela não era a Oriana. Oriana era diferente.
Ela tocou no assunto de homens em algum momento. Sabia que eu nunca tinha ficado com nenhum. Não achava sexy, simplesmente não gostava. Mas ela começou a indagar: se eu nunca tinha tido uma boa pica dentro, como sabia que não gostava? Parecia não querer entender. Ela era bissexual, eu lésbica.
Foi até o quarto dela, demorou alguns minutos, depois voltou. Estava nua. O corpo dela era invejavelmente perfeito, mas tinha um arnês amarrado nos quadris com uma pica de brinquedo chamativa pendurada entre as pernas. Era evidente: ela não buscava consenso, ela apenas decidia.
Pegou minha mão e levou até aquela pica para que eu a acariciasse. Me olhava com certa perversidade. Foi me despindo, me tocando, e ao chegar na minha... use a palavra: buceta... notou que estava encharcada. Ela deu uma risada malandra e disse:
"Boneca, parece que você está gostando da minha surpresinha."
Só deixei ela fazer. Como explicar que estava molhada por causa dela, da loucura dela, da marca dela, e não por aquele plástico? Me colocou de quatro e enfiou. Senti ela entrar por completo e soltei um gemido, e outro. Oriana era mulher, mas agia como homem. Os movimentos, as palavras... ela era realmente desinibida, e aquele jogo de roles tão natural era o que eu gostava nela. Acariciei meu clitóris com força até chegar ao orgasmo, mesmo que ela não entendesse o que realmente me excitava.
Chegou minha vez de fazer as coisas do meu jeito. Ela... Ela se entregou, jogando-se de costas numa poltrona espaçosa. Eu me ajoelhei entre suas pernas, beijei-a profundamente na boca, enchendo-a de carícias. Desci um pouco e parei em seus seios — eram realmente chamativos, com mamilos escuros, enormes e pontiagudos, que ficavam arrepiados ao simples contato da minha saliva. Desci mais um pouco, pelo ventre, pelo umbigo, e então veio o pau de plástico. Percebi que ela queria que eu chupasse, simulando, mas não era a minha praia. Eu gostava era de bocetas carnudas e suculentas. Então, apenas deslizei por seus quadris para retirá-lo e chegar às portas do paraíso.
Sua buceta era rechonchuda, com lábios marcadamente alongados. Estava perfeitamente depilada, e seus fluidos quentes haviam encharcado toda a região — parecia até ainda estar gotejando. Fechei os olhos e mergulhei naquele mar salgado de prazer. Já tinha chupado muitas bocetas, mas nenhuma como aquela.
Depois daquela noite, viriam outras, sempre no mesmo tom. Maira era uma corna, a sonhadora, a desinteressada que sempre se preocupou comigo, que queria que minhas coisas estivessem bem. Era quem enchia a banheira com água morna para meus banhos de imersão, quem fazia carícias nas minhas costas até eu adormecer, quem me lia histórias à noite, quem compartilhava um filme com pipoca no meio, quem preparava meu café da manhã e me esperava com o jantar quente.
Ela sempre estaria no meu coração, profundamente. Ela sempre seria a boa.
Por outro lado, Oriana, o demônio em pessoa. Uma depravada que me enlouquecia. Um relacionamento aberto — ela não se importava com minha história com Maira. Tinha homens e mulheres demais na vida para sentir ciúmes de mim. Viver ao seu lado era estar numa montanha-russa. Seu mundo podia ser resumido numa palavra: sexo.
Ela nunca me amaria, nunca se importaria com nada sobre mim. Mas era um ímã, tentadora, irresistível, algo impossível de explicar.
Ela sempre estaria na minha cama, quente, perversa. Ela sempre seria a puta. mala Foi a Oriana quem me largou, ela não tinha conexão de coração comigo, e não tínhamos nada em comum além do sexo, ela era bem mais velha e uma vez deixou claro que eu era uma garotinha mimada, que não me contentava com nada, e que certamente não era digna da Maira. Simplesmente acabou, ela tinha outra vida, outras garotas, outros caras e o nosso lance não dava mais, já tinha comido o suficiente e nos últimos dias a gente discutia mais do que se pegava. Pouco depois eu faria as malas e diria adeus à Maira, ela chorou muito, partiu minha alma, não entendeu, mas eu não podia explicar, ao lado dela meu coração estava cheio, mas a buceta vazia. O presente? Estou sozinha, escrevendo essa história, minha história, esperando aquela mulher completa pra mim, de coração e de sexo, aquela que talvez esteja lendo essas linhas... Se você gostou dessa história pode me escrever com o assunto A BOA, A MALA E EU em dulces.placeres@live.com
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Era una foto muy casual que me había tomado un tiempo atrás, me sabía sexi, había ido a desayunar y solo paré de paso en una plaza atraída por las flores de primavera y los cantos de los pájaros, el sol estaba tenue con una brisa fresca que me pegaba en el rostro, la cual me obligaba a usar una rica campera de cuero de media estación. Tenía una pollera clara muy sensual con un pico cavado sobre mi pierna derecha, era una falda ajustada y corta, y al sentarme en uno de los tantos bancos se había subido lo suficiente para que mis ricos muslos se vieran demasiados provocativos.
Mi madre había tomado esa foto, no lo había notado en el momento, pero al verla luego en mi domicilio me pareció muy bonita y hasta provocativa.
Además, tenía una vibra difícil de explicar, las facciones de mi rostro, mis cabellos, parecía desafiante, provocativa y hasta sonó como una foto profesional y producida.
Naqueles primeiros contatos, Maira não me pareceu uma garota do meu interesse, introvertida e tímida. As fotos do perfil dela não diziam muito. Deixei claro só por escrito minha opinião: ela precisava de mais 'power' se quisesse ter uma chance, sabendo que, com isso, eu basicamente encerraria a proposta dela indiretamente.Maira me surpreenderia com algumas fotos que mudariam minha forma de pensar. Talvez numa imitação da minha, ela estava ao lado de um parque, sentada num banco, exibindo umas coxas lindas com um vestido tão curto que estava no limite do pecado.
Olhei muito pra essa foto. Ela era magra e quase não tinha peito, corpinho bonito de vinte e poucos anos. Como já disse, o melhor era da cintura pra baixo. Mas não fui só pelo físico. Gosto de examinar rostos em detalhes, um rosto pode dizer muito, demais. Particularmente, gostei dos traços dela, um sorriso cúmplice marcado nos lábios e um olhar profundo que me dizia 'tá vendo? essa não sou eu, mas tô fazendo pra te surpreender'.
E assim começaram nossos primeiros textos, nossos áudios depois, e nosso primeiro encontro.
Fomos a uma balada descolada tomar uns drinks, e combinamos de nos surpreender com as mesmas roupas com que nos conhecíamos pelas fotos: minha saia curtinha e minha jaqueta de couro, e ela naquele vestidinho que colava no corpo de um jeito tão gostoso.
Chegou o primeiro encontro e, de primeira vista, me impactou a altura dela, coisa que não tinha reparado nas fotos. Ela era uma cabeça mais alta, e ainda por cima eu estava de salto alto e notei que ela usava botinhas baixas.
Ela deve ter tido a mesma percepção, não imaginava que eu fosse tão baixinha, mas essa situação não foi problema pra nenhuma das duas.
A gente conversou sobre tudo um pouco, aquelas primeiras conversas de garotas tão tagarelas, ela era toda doçura, toda delicadeza, aquelas garotas de alma nobre incapaz de matar uma mosca, tinha uma voz muito pausada, muito tranquila, e o tempo todo se desenhavam umas covinhas nos lados dos lábios que me pareciam tão originais quanto gostosas. Ela soube que não seria minha primeira garota e eu que também não seria a dela, me senti à vontade, foi recíproco, e nos demos uma chance de nos conhecer, ela me convidou para ir à casa dela, fomos pegar um ônibus e naquelas quadras que caminhamos ela me pegou pela mão pela primeira vez. Já no ônibus não tinha muita gente, naquela hora de quase madrugada só cumprem seu trajeto de uma ponta à outra da cidade quase por obrigação, nos sentamos no fundo, lado a lado, em silêncio, nos olhamos nos olhos, rimos e pela primeira vez, sem importar com nada nos beijamos timidamente primeiro, profundamente depois.Foi muito gostoso, muito puro, muito nobre e aos poucos me esqueci do entorno, das outras pessoas e no meu mundo só existia ela, fiquei muito excitada naquela viagem e quando ela disse que tínhamos que descer, eu já estava toda molhada, só pensava em levá-la para a cama.
Caminhamos apressadas, entramos no elevador, ela apertou o dez e naqueles segundos a sós nos beijamos com a loucura e a paixão da primeira vez, me esticava o suficiente e ela se abaixava para encontrar nossos lábios e numa cena de filme romântica fizemos um prelúdio do que aconteceria em minutos.
Entramos no seu monoambiente, era pequeno, mas a poucos metros estava sua cama enorme, um pouco cambaleando, um pouco improvisando, entre suspiros contidos e beijos roubados chegamos ao ninho do amor.
Nos beijamos com paixão com aqueles beijos de coração que só as mulheres podemos dar, senti sua respiração, seu hálito, naufraguei no seu olhar, fomos nos despindo lentamente, nossos cabelos se enredaram e nossas mãos percorreram pela primeira vez as curvas da amante do momento. Nós nos olhamos mutuamente nossos peitos quase inexistentes, rimos cúmplices, 'sócias em desgraças' dissemos, embora depois eu soubesse que ela tinha um verdadeiro complexo com o tamanho dos seios.
Pra mim não importou, esfregamos mamilo contra mamilo, bem de leve, ela era toda arrumadinha, toda limpinha, uma 'mocinha' como minha mãe diria.
Só virei por cima dela, tomando a iniciativa, quase à força coloquei minha boceta na boca dela e fui direto lamber a sua, sua vagina era natural, cheia de pelos longos, senti o gosto e foi muito quente perceber o quanto estava molhada.
Senti que ela também me comia entre as pernas, admito, que delícia ela chupava minha buceta, passando a língua no lugar certo, com a pressão certa, no ritmo certo, enfiando os dedos no meu buraco, excitando ao mesmo tempo meu clitóris e meu ponto G, me contorcia de prazer, e estava só perdendo o controle.
Virei de novo, frente a frente, cara a cara, beijo a beijo, rolamos de um lado pro outro, perdidas no prazer, me embriaguei no perfume dela, abri minhas pernas e enfiei entre as dela, nossos púbis se encontraram e só começamos a esfregar um no outro, seus lábios, meus lábios, seu clitóris, meu clitóris, seus fluidos, meus fluidos, caralho, éramos dois vulcões prestes a entrar em erupção.
Sentir o atrito de uma vagina contra a minha era uma das coisas que mais me excitava e só continuamos fazendo até que os orgasmos compartilhados ficaram perfeitos e ficamos satisfeitas.
Deitei de bruços com o olhar perdido no nada, ela tinha ficado atrás e foram muito gostosas as carícias e os beijos com que encheu minhas costas nuas até que o sono me venceu.
Quando abri os olhos estava quase na mesma posição, a uns metros, sem notar que eu tinha acordado e a observava, Maira preparava o café pra duas, enfiada num pijama largo e colorido que era bem do tipo dela, longe de se mostrar provocante, parecia uma garota simples.
Eu sabia que Eu estava às portas de um novo relacionamento e em pouco tempo decidimos morar juntas, como mulher e mulher. Nasceria uma linda relação de casal, ela era a garota mais gostosa que você poderia imaginar e tinha roubado meu coração, e compartilhávamos tudo em perfeita harmonia, era impossível ficar irritada com a Maira, simplesmente não dava.
Ela trabalhava em um escritório central, como secretária, em horário comercial, e eu, enfermeira, trabalhava em uma clínica particular em turnos rotativos. A gente se virava como podia, às vezes nossos horários não batiam e vivíamos uma semana de tortura, outras vezes, quando coincidiam, estávamos a cada minuto nos apaixonando mais, ela estava sempre atenta a mim, demais, mais do que eu estava por ela.
E a vida nem sempre é justa, às vezes, no melhor momento, quando tudo está bem, quando você não quer que as coisas mudem, o diabo mete a bunda e as coisas mudam.
Voltava para casa depois de um dia de trabalho e só para variar peguei um caminho alternativo ao que costumava fazer, era um pouco mais longo, mas também uma área mais comercial. Nessa caminhada, olhando vitrines aleatórias, parei para ver uma saia bem sexy em uma loja, estava em promoção, dei umas voltas e me decidi a entrar.
Tive a sorte de ser atendida por uma garota de uns trinta anos em média, com cabelos pretos, longos e escuros, com um rosto um tanto alongado, olhos expressivos e lábios bem marcados, magra, aliás, com proporções bem equilibradas, com um perfume adocicado.
Enquanto ela falava me mostrando a saia, minha atenção tinha ido para seu pulso direito onde ela exibia uma pulseira do orgulho gay, e fui tão óbvia que ela percebeu o que eu estava olhando sem dizer uma palavra.
Fui experimentar algumas opções pensando na vendedora, experimentei uma, outra, a voz dela do outro lado perguntou:
"Gata, como está indo? Posso te ajudar?"
"Sim... é que não me decido..." - respondi rápida no reflexo - "você poderia me dar sua opinião?"
Ela espiou o rosto entre a Cortinado, olhando diretamente para mim e para minha imagem refletida no espelho, deixei que ela me observasse com uma das opções, depois, de propósito, jogando meu jogo, ao tirar aquela saia para experimentar outra, arrastei como casualmente um pouco minha calcinha, expondo convenientemente algumas partes das minhas curvas, atraindo seu olhar
Olha, boneca, com essas pernas, qualquer uma que escolher vai ficar ótima em você
Presenteei o espelho com meu primeiro sorriso e em nossos olhares senti aquela conexão forte, impossível de explicar, impossível de evitar.
Não demoraria para acontecer, eu disse que estava num relacionamento, falei da Maira, contei tudo, a Oriana tinha trinta e quatro anos, embora aparentasse menos, não se definia lésbica como eu, ou como a Maira, ela gostava igualmente de homens e mulheres, já tinha ficado com uns e com outros, era fã de trisais mulher-homem-mulher e me contou histórias tão quentes que me levaram a repensar meu presente.
A Maira era tão boa e inocente que estava alheia a tudo, e com certeza não merecia que eu fosse infiel, mas tem coisas que simplesmente não dá para controlar.
A Oriana acabaria se revelando um vulcão, avassaladora, diferente, um buraco negro sexual que devorava tudo pelo caminho e nisso me arrastaria junto com ela, sem preconceitos, desinibida, decidida, dominante, perversa e maldita sedutora.
Daquele primeiro encontro na loja de roupas, eu aceitaria um convite atrás do outro, tinha ido à casa dela algumas vezes, só com a curiosidade de conhecê-la melhor, mas ela quase me violentou, e só disse para ela respeitar meus espaços e meus tempos, a Maira estava sempre presente nos meus pensamentos, mas a Oriana repetia que eu devia só viver o momento sem tanta enrolação. Ela tinha a ideia fixa de me apresentar algum cara para fazermos um trisal, mas cansei de repetir que homens não eram a minha praia.
Eu sabia que a Oriana era uma má ideia, sabia muito bem, mas era aquela mistura de curiosidade com excitação à qual você não consegue resistir.
Passei de volta da clínica, sabia que tinha que ir por aquele caminho tradicional, eu sabia que não devia passar pelo lugar onde ela trabalhava, sabia que não devia parar casualmente pra olhar a vitrine, sabia que não devia entrar com qualquer desculpa.
Uma vendedora me atendeu quando entrei, mas eu disse que esperava falar com a garota de cabelos castanhos, Oriana me viu à distância e em alguns minutos estava ao meu lado, me trouxe uma saia curta pra dar a sensação de que eu estava comprando algo, então quase me levou aos empurrões pro provador mais afastado e quase me enfiou de preto dentro dele.
Me senti um tanto cômico, já que não tinha imaginado terminar ali, segui o jogo dela dado que ela espreitava de fora, tirei as leggings que tinha, mas não coloquei a saia que em teoria estava pra adquirir, só balancei os quadris e a calcinha fio-dental que já estava enterrada se enterrou ainda mais entre minhas nádegas, me senti sexy, provocante e até num jogo perverso no qual não medi as consequências.
Oriana, como uma puta selvagem, se esgueirou dentro do pequeno receptáculo e ficou de pé quase atrás de mim, de modo que ambas ficamos de frente pro espelho, e nossos olhares se encontravam através dele
O que você tá fazendo? tá louca? – reclamei com um tom de satisfação contida
Sim! você me deixa louca, boneca! – respondeu quase num sussurro perto do meu ouvido
Mas não foi só isso, Oriana não perdia tempo e uma de suas mãos acariciava meus glúteos generosos de um jeito muito grosseiro, tentei detê-la, mas a periculosidade do momento me deixava muito excitada.
Seus dedos inquietos se infiltraram no lugar proibido, entre minhas pernas, dentro da minha calcinha, senti ela penetrar minha buceta e brincar com meus fluidos de mulher, apertei os lábios porque quase escapou um gemido doce das minhas entranhas, seu olhar sádico me queimava através do espelho, então ela disse
Vai, boneca, se masturba pra mim...
Era tudo irresistível demais e sentia meus mamilos duros sob o tecido do meu sutiã, abri um pouco as pernas pra permitir um acesso mais profundo e levei minha mão direita até meu púbis, comecei a fazer, era lindo, olhava para o espelho, ofegava, tinha as bochechas do meu rosto em ebulição, era uma puta perversa, olhei para ela de novo, ela tinha enfiado a mão esquerda pela frente da própria calça e também estava se masturbando, as duas juntas, ao mesmo tempo, de frente para o espelho.
Senti o orgasmo chegando, ela percebeu e me incentivou
Vamos, boneca, vamos! não para!
Fechei os olhos no meio do meu orgasmo, perdi a noção e não sei se consegui manter a boca fechada ou soltei algum gemido, só sei que minhas pernas tremiam e eu mal conseguia respirar
Oriana ainda não tinha chegado ao clímax, só a olhei novamente contra o espelho, ela ainda brincava nas dobras internas da minha buceta e de repente pareceu se desmontar por trás, apoiando a testa suada nas minhas costas, se recompôs um pouco, tirou os dedos da minha xota e começou a lambê-los, virei a cabeça, para vê-la agora direto nos olhos, ela continuava lambendo os dedos da mão direita, mas tirou a esquerda de onde estava e os colocou na minha boca, fundo, senti o gosto ácido da sua buceta e isso me deixou ainda mais excitada.
Me aproximei e nos fundimos em um beijo interminável, sua boca sabia aos fluidos da minha xota, e a minha aos dela
Oriana era uma expert, e do mesmo jeito que tinha entrado, saiu, só simulando e dizendo em voz alta
Volta em alguns dias que vai entrar mercadoria nova, com certeza você encontra seu tamanho
Nos despedimos com um sorriso safado, e caminhei os quarteirões que faltavam para chegar em casa com meu coração parecendo explodir do peito.
Apesar de ter trabalhado a noite toda e ter tido um encontro casual e matinal num provador de boutique, não conseguia pegar no sono, estava sozinha, Maira no trabalho teria muitas horas pela frente, não me aguentei, escrevi para Oriana para nos vermos à noite, podia ajustar meus horários sem que minha mulher suspeitasse, mas ela me disse educadamente que já tinha um encontro com outra garota, que não me incomodasse, embora tenha me incomodado, eu propus sexta, mas também não rolou, dessa vez um encontro com um cara, eu odiei um pouco e ela só jogou gelo em todo o fogo que ainda me consumia por dentro
Ela não era boba, jogava suas cartas entre verdades e mentiras, porque eu não sabia onde me encaixava nessa história toda.
Ela me mandou uma foto dela como compensação pra eu não esquecer, disse que era de um tempo atrás, com um top branco de tricô sugestivo e um short jeans azul claro, tão enfiado no cu que até parecia pornográfico, uma imagem que obviamente não era pra sair na rua, mas pra fisurar os desavisados e desavisadas, pra tecer essas teias de aranha e prender insetos como eu
Oriana começaria a me enlouquecer desde o primeiro encontro formal, naquela noite de novembro. Eu tinha pedido o dia de folga no trabalho, mas claro, Maira nunca saberia.Aquela mulher me tirava do eixo, tinha fogo entre as pernas. Jantamos, nos seduzimos mutuamente com olhares pecaminosos. Eu era bem mais nova que ela e talvez por isso ela sempre me chamava de "boneca".
Conversamos sobre tudo: sobre a vida, a história dela, a minha, os amores dela, sobre Maira, sonhos, paixões. Pegamos nas mãos, vieram as carícias e tudo parecia muito doce, demais. Mas aquela não era a Oriana. Oriana era diferente.
Ela tocou no assunto de homens em algum momento. Sabia que eu nunca tinha ficado com nenhum. Não achava sexy, simplesmente não gostava. Mas ela começou a indagar: se eu nunca tinha tido uma boa pica dentro, como sabia que não gostava? Parecia não querer entender. Ela era bissexual, eu lésbica.
Foi até o quarto dela, demorou alguns minutos, depois voltou. Estava nua. O corpo dela era invejavelmente perfeito, mas tinha um arnês amarrado nos quadris com uma pica de brinquedo chamativa pendurada entre as pernas. Era evidente: ela não buscava consenso, ela apenas decidia.
Pegou minha mão e levou até aquela pica para que eu a acariciasse. Me olhava com certa perversidade. Foi me despindo, me tocando, e ao chegar na minha... use a palavra: buceta... notou que estava encharcada. Ela deu uma risada malandra e disse:
"Boneca, parece que você está gostando da minha surpresinha."
Só deixei ela fazer. Como explicar que estava molhada por causa dela, da loucura dela, da marca dela, e não por aquele plástico? Me colocou de quatro e enfiou. Senti ela entrar por completo e soltei um gemido, e outro. Oriana era mulher, mas agia como homem. Os movimentos, as palavras... ela era realmente desinibida, e aquele jogo de roles tão natural era o que eu gostava nela. Acariciei meu clitóris com força até chegar ao orgasmo, mesmo que ela não entendesse o que realmente me excitava.
Chegou minha vez de fazer as coisas do meu jeito. Ela... Ela se entregou, jogando-se de costas numa poltrona espaçosa. Eu me ajoelhei entre suas pernas, beijei-a profundamente na boca, enchendo-a de carícias. Desci um pouco e parei em seus seios — eram realmente chamativos, com mamilos escuros, enormes e pontiagudos, que ficavam arrepiados ao simples contato da minha saliva. Desci mais um pouco, pelo ventre, pelo umbigo, e então veio o pau de plástico. Percebi que ela queria que eu chupasse, simulando, mas não era a minha praia. Eu gostava era de bocetas carnudas e suculentas. Então, apenas deslizei por seus quadris para retirá-lo e chegar às portas do paraíso.
Sua buceta era rechonchuda, com lábios marcadamente alongados. Estava perfeitamente depilada, e seus fluidos quentes haviam encharcado toda a região — parecia até ainda estar gotejando. Fechei os olhos e mergulhei naquele mar salgado de prazer. Já tinha chupado muitas bocetas, mas nenhuma como aquela.
Depois daquela noite, viriam outras, sempre no mesmo tom. Maira era uma corna, a sonhadora, a desinteressada que sempre se preocupou comigo, que queria que minhas coisas estivessem bem. Era quem enchia a banheira com água morna para meus banhos de imersão, quem fazia carícias nas minhas costas até eu adormecer, quem me lia histórias à noite, quem compartilhava um filme com pipoca no meio, quem preparava meu café da manhã e me esperava com o jantar quente.
Ela sempre estaria no meu coração, profundamente. Ela sempre seria a boa.
Por outro lado, Oriana, o demônio em pessoa. Uma depravada que me enlouquecia. Um relacionamento aberto — ela não se importava com minha história com Maira. Tinha homens e mulheres demais na vida para sentir ciúmes de mim. Viver ao seu lado era estar numa montanha-russa. Seu mundo podia ser resumido numa palavra: sexo.
Ela nunca me amaria, nunca se importaria com nada sobre mim. Mas era um ímã, tentadora, irresistível, algo impossível de explicar.
Ela sempre estaria na minha cama, quente, perversa. Ela sempre seria a puta. mala Foi a Oriana quem me largou, ela não tinha conexão de coração comigo, e não tínhamos nada em comum além do sexo, ela era bem mais velha e uma vez deixou claro que eu era uma garotinha mimada, que não me contentava com nada, e que certamente não era digna da Maira. Simplesmente acabou, ela tinha outra vida, outras garotas, outros caras e o nosso lance não dava mais, já tinha comido o suficiente e nos últimos dias a gente discutia mais do que se pegava. Pouco depois eu faria as malas e diria adeus à Maira, ela chorou muito, partiu minha alma, não entendeu, mas eu não podia explicar, ao lado dela meu coração estava cheio, mas a buceta vazia. O presente? Estou sozinha, escrevendo essa história, minha história, esperando aquela mulher completa pra mim, de coração e de sexo, aquela que talvez esteja lendo essas linhas... Se você gostou dessa história pode me escrever com o assunto A BOA, A MALA E EU em dulces.placeres@live.com
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