15/11 que tarde gostosa

Quero contar TUDO pra vocês e nem sei por onde começar. Tantas coisinhas gostosas que rolaram naquela tarde que... por onde começar? Talvez seja longo, mas é melhor eu começar:


A tarde tava LINDA, sem nuvens, só sol e um ventinho suave. Tinha acabado de chegar do trampo, tomei um banho rápido, me vesti, botei uma regata, uma jaquetinha, legging e tênis, saí e fui na bodega comprar umas guloseimas pro meu filho e cigarro pra mim.

Juro que algo dentro de mim dizia "vai por ali" antes de passar pela calçada dela a caminho da venda. Comprei aquelas coisas e voltei, passando de novo pela rua dela. Em casa, o celular tava carregando, tinha uns WhatsApp d'Ele me pedindo pra gente se ver naquela mesma tarde. Respondi cheia de vontade: "onde e a que horas a gente se vê?" Fui na escola esperar meu filho com os docinhos dele, mas ainda não sabia com quem deixar o menino, e o pai não respondia as mensagens, então tava sozinha. Chegou a hora, tocou a campainha e, como sempre, todo mundo gritando. Nenhuma mãe da turma do meu filho tava lá. Todos os coleguinhas saíram, e meu menino me viu, veio me cumprimentar falando que era aniversário de um amiguinho. Me deixou a mochila e o uniforme, nem pegou os doces e foi feliz com o grupinho dele. Voltei pra casa com todas as coisas dele, e eu ainda mais boba porque li o grupo das mães de ontem à noite e lembrei que era o aniversário de um dos meninos. Enquanto caminhava.

Uma vez em casa, deixei a mochila no quarto dele, tirei a jaqueta, ajustei a regata e o sutiã "pra ficar bem visível". As mensagens dele choviam e, quando ele saiu do trabalho, fui andando até o ponto. Tudo estava indo excelente, dos poucos homens que cruzava, todos olhavam pra mim. Cheguei no ponto, mandei mensagem avisando que tava esperando ele. As buzinadas, os olhares sem disfarce dos carros e pedestres eram muuuuito notórios em mim, embora eu não ligasse, mas tava me sentindo super quente da caminhada no sol. Um homem se aproximou: "Tá esperando alguém?" e eu respondi "Tô, gato" e ele seguiu o caminho. Em 5 minutos o ônibus chegou e a gente se viu, ele de cima fixou o olhar no meu peito e a carinha dele de "não acredito no que tenho" dizia tudo. Desceram 2 homens olhando fixo pro meu decote e uma senhora com um menino (mais novo que meu filho) e, por último, o Amigo do meu Ex.

Não, mami, cada vez tão maiores" ele dizia de frente, me segurando pela cintura e sem nem olhar na minha cara. A boca dele se aproximou do meu decote "ai, papi" falei na parada enquanto ele passava a língua por cima das minhas montanhas e deixava um rastro de baba. Depois fomos embora, primeiro passamos no chinês, e entre as prateleiras ele me agarrou por trás, pegou nas minhas tetas e brincou um tempo, quase encostada, ele sussurrava no meu ouvido como eu era peituda e gostosa pra caralho. Comprou uma cerveja e o "Danette" que pedi. No caminho pra casa dele, um conhecido dele pergunta "é seu aniversário, amigo?" Fiquei na frente, quietinha com as compras, os homens e casais que vinham na nossa direção nem disfarçavam olhar como minhas tetas balançavam a cada passo.

15/11 que tarde gostosa

peitoes


* Na casa dela, as grades da rua que separam a entrada até a casa têm uma lona cobrindo toda a frente (o portão também), menos uns 15/20 centímetros de altura desde o chão, onde dá pra ver a grama e as rodas de um carro atrás do portão gradeado.

Passa a mão primeiro até ali na entrada, me segurou pela cintura, subiu pros meus peitos e eu fiquei encostada no peito dele e depois no portão, com a cabeça dele no meu ombro ele falava que eu era muito peituda pra ele, as mãos dele acariciavam por cima da regata. Apoiei a cerveja e o potinho no porta-malas do carro que tava bem ali, só esticando o braço. Uma gotinha de baba escorrendo entre meus peitos e os dedinhos dele no meio "aiii, papai, cê gosta assim?" olhando como ele afundava. O tesão e a vontade dele davam pra ver em cada palavra, as mãos percorriam e agarravam com gosto meus peitões enquanto eu me deixava apalpar sem interromper por nada. Do outro lado do portão dava pra ouvir conversas passando. Minha vontade aumentava e a coisa dele se esfregava na minha bunda, me virei "não aguento mais, papai" peguei ele pela camiseta e empurrei contra a lateral do carro, me ajoelhei no mato, desabotoei e puxei o zíper da calça dele que caiu até o pé. Na cueca dele, um pontinho de umidade aparecia e quando descobri, um fio ligava aquela cabecinha ao boxer. Lambi ele olhando pra ele, ele fechou os olhos como quem tava curtindo.

Os ovos dele na minha mão e a outra agarrada na perna dele, ele abriu a cerveja enquanto eu via o pau dele endurecer na minha frente, as pernas branquinhas dele e o pau pretinho grosso igual o papelão do rolo de cozinha era "aiii por favor" não sei como explicar um panorama desses e ainda por cima toda vez que eu levantava o olhar pra ver ele, ao fundo o céu era azul. Me endireitei e ele, segurando o pau, batia ele em cada peito meu, esfregava de um lado pro outro e no meio querendo enfiar também. Me segurando e empurrando ele com meus peitos contra ele, o pau dele ficava no meio "quantas vezes você me sonhou assim, Papi? Quanto gozo deve ter jorrado aqui" enquanto eu dava uns beijinhos naquele tronco lindo e reto. A língua várias vezes como um sorvete até que enfiei na boca, dei umas chupadinhas até a metade enquanto ouvia ele dar cada gole no bico da garrafa. Olhei pra ele em cada sugada, ele segurando a garrafa e me olhando hmm, enfiei cada vez mais e mais fundo na minha boca. O sol saía das minhas costas e entre as grades dava pra ver os passos de algumas pessoas, meu vício não soltava o pau dele e cada vez era até o fundo nas minhas engolidas, ele empurrando suave até o fundo mas o barulhinho com minha saliva eu ouvia, minhas mãos acariciavam as pernas dele e eu via minha cusparada marcada em todo aquele tronco. Minhas sugadas foram imparáveis com os "aaahhh" suaves dele, nem olhando pra ele continuei chupando, ao fundo conversas entre mulheres e carros passando, buzinas interrompiam minhas engolidas profundas barulhentas "balança a cabeça, puta, engole" ele dizia me segurando e empurrando contra ele. Minha baba escorria dos lados, descia pelo meu queixo, nos meus peitos eu sentia cada gota e sem parar de saborear continuei chupando um bom tempo enquanto olhava pra ele que olhava pro céu e fechava os olhos. Tirei da boca e cuspi tudo que tinha na boca, dava pra ver minha baba escorrendo no tronco dele, coloquei meus peitos pra fora do decote e comecei a bater uma pra ele, entre uma punheta e outra a gente se olhava "aiii assim vadia" — ele me chamava, e ficava com a boquinha aberta. Eu masturbei ele devagar, vendo como ele se escondia entre meus peitos. "Que pauzão gostoso que você tem, papai, aiiii papai, mmmm" — eu mordi meus lábios e olhava pra ele. A dureza dele deslizava sem problema nenhum. Eu curti muito foder devagar e suave, com os gemidos dele, até acelarar bem rápido, como ele pediu, enquanto me chamava de filha da puta, com os olhinhos quase virando brancos, até sentir ele gozar nos meus peitos, mmm.

Uuyy papai" com o pau dele ainda entre minhas tetas manchadas e apertadas, olhei pra ele e continuei massageando bem devagar, brinquei "mmm como eu amo o cheiro de leitada, papai", tirei ele, dei umas chupadinhas limpando aquelas manchinhas brancas que o pau chocolate dele tinha, coloquei de volta entre minhas tetas pra dar uma massagem de peitos que deixou ele meio durinho e depois de um pouco olhando pra ele "aii filha da puta que pedaço de tetas" já tava dura. Ele me pegou pelo cabelo como nunca me pegaram tão brutal, de costas pro carro dele e ele de frente pra mim com o pau duro entre minhas tetas me obrigou a olhar na cara dele, largou a meia garrafa, me agarrou as tetas e começou a foder com uma vontade mmmm... "Aii papai que filho da puta que você é" tive que falar e sem tirar ele de entre minhas tetas sentia como deslizavam com gosto "cospe, puta, cospe" toda vez que secavam e "assim que eu fodo as peitudas, puta" entre tantos insultos por ser tão peituda e gulosa que sou, minhas tetas ficavam tão lindas com o vai e vem tão safado com a porra dele sobre elas. "Come, puta" ele disse e eu meti na boca pra dar aquelas sugadas que ouvi ele falar "ahhhh que chupa pau" entre os goles de cerveja dele, minhas sugadas barulhentas também se ouviam junto com as da rua que estávamos a um metro e meio. Ele me fez parar no meu melhor momento pra se apoiar no carro dele, dei umas linguadas naqueles ovos que escorriam enquanto ele me agarrava uma teta "que tetas, filha da puta" ele dizia e me esquentava, procurei com a mão o DANETTE, com o pau na boca abri ele e olhando pra ele derramei na cabecinha dele "aiii olha que manjar lindo, papai" falei enquanto tentava não deixar cair nada e com linguadas corrigia enquanto nos olhávamos e eu comia aquele chocolate "ahhh que pedaço de puta que você é, come tudo. Bem puta você saiu" entre sugadas e chupadas escorria na minha boca mas sentia cair no meu decote, a mão dele empurrava minha nuca e eu mal balbuciava o quanto puta e head master eu tava sendo com ele. Enquanto me limpava, passava os dedos nos meus peitos, limpava onde tinha danette e metia na boca dela. Meus peitos estavam meio escorridos e brilhando de leitada. O pau dele ainda duro na minha boca, as duas mãos na minha nuca segurando minha cabeça com força. Ele fez eu engolir o pau inteiro e mal deixava eu tirar até a metade, mas me comeu gostoso, mmmm. Meus sons de engolir eram altos e constantes, senti a cabeça dele entrando, abrindo e saindo da minha garganta rápido. Me deixei levar pela vontade dele — "ahhh, engole, puta, engole" — ele dizia. Me deixei foder enquanto meus olhos lacrimejavam e eu babava como nunca, mas me senti muito comida. Até sentir os jatos de porra dele apontando pra minha boca, mmm, e limpando desde a cabecinha. Continuei de joelhos, lambi meus peitos, arrumei a regata. Meus joelhos não aguentavam levantar. Ele me deixou, mmmm. "Que puta que você é", ele dizia, e eu respondi "que pau que você tem", olhando pra ele ainda do chão, e ele esfregava o pau na minha cara, dizendo que eu estava com a cara toda desregulada.

Tomara que vocês tenham curtido tanto quanto eu, faz umas horinhas que aconteceu e foi minha melhor tarde, a sensação de ainda sentir ela na garganta vou levar até dormir. Espero comentários bem gostosos e que sejam bonzinhos comigo. Vou responder enquanto der. Beijos nos seus paus.Sou a Deborah.

4 comentários - 15/11 que tarde gostosa

Muy buen relato y que linda tarde pasaste lo que debe ser poder hacer una turca y acabar en tus tetas divinas
Me encantaría probar tus dotes con el oral y esas tetotas, de donde sos?