outra parte dessa história
Muito obrigado pelos comentários e pelos pontos de vocês.
e por toda a onda que elas me dão
Aqui vai o anterior pra vocês.
espero não decepcionar vocês
http://www.poringa.net/posts/relatos/4804960/Como-me-converti-en-un-cornudo-emputecido-3.html
E esse dia chegou. Meu velho sumiu, nunca mais voltou depois daquele sábado. Quem apareceu foi meu primo, tramado com a Vale, que já na semana tinha me perguntado sobre o Fernando e por que tinha rolado a briga que ainda nos deixava de mal, coisa que nunca respondi. Naquele sábado, a Vale tava certa de que o Fernando viria, e por isso tava tão tesuda, o que eu não curtia. Odiava ser corno do Fernando. Embora até aquele momento já tivesse passado por muitas humilhações, essa seria a mais difícil de aguentar, e ainda assim era a que, só de pensar, mais me excitava: ver meu inimigo comendo minha amada me tornava o corno perdedor mais fodido do mundo. Naquela tarde, meu primo trocou uma ideia com a Vale na cozinha e, ao ver a decepção no rosto dela, soube que o Fernando não vinha. Naquela tarde, meu primo acabou me subjugando mais a mim do que a ela, que mal conseguiu comer uma vez. Resultado: mais uma vez fiquei com a bunda arrombada. Quando ele foi embora, a Vale disse pro meu primo:
— Vale: Então às três.
— Primo: Sim, piranha. E se prepara bem.
Meu primo foi embora, me deixando mais uma vez com o cu dolorido. E assim, do jeito que tava, servi um drink e troquei uma ideia com a Valéria.
— Amanhã às três, o que vai rolar?
— Vale: O Fernando vem. Hoje ele não pôde, corno. Quero ouvir da boca dele o que aconteceu entre vocês dois.
— Com a única condição de que você não transe com ele. Com ele, não.
— Vale: E pra que você acha que chamei ele, meu amor? Pelo que seu primo disse, vocês eram grandes amigos. Talvez assim possam voltar a ser.
— Se for assim, eu vazo. Não quero ver aquele filho da puta comendo minha mulher.
— Vale: Ah, não, bunda mole. Assim você tira a graça. Além disso, você já viu como toda a sua família comeu ela e isso te deixou com muito tesão, não foi?
— Mas ele não me toca nem um fio de cabelo, tô avisando.
A Vale sorriu. O plano dela era que aquele filho da puta do Fernando acabasse me comendo de todos os lados. E quando pensei nisso, quase gozei de tanto tesão que tava. Naquele domingo, dormimos até tarde. Café da manhã logo que levantamos e às três chegou o Fernando. O clima era bem frio, mas a Vale logo foi deixando tudo mais leve e, entre um fernet e outro, além de relembrar as antigas aventuras, tudo foi se soltando. Eu, aos poucos, fui caindo no jogo da Vale e do Fernando, que já tinham tudo planejado há um tempão sem eu saber. Num descuido, quando voltei do banheiro, eles já estavam se beijando na sala. Vi que a coisa tinha ido longe demais. A Vale me disse:
— Vale: Aí, pai, vou mostrar pro Fer como o quarto tá bonito. Você não vai ficar bravo, né?
Não soube o que responder e só fui atrás deles. Em minutos, a Vale já tava chupando a rola dele sentada na nossa cama. Minha rola tava explodindo, então eu também tirei a calça.
— Fer: Que doce que é sua mulher, Oscar. Que sorte você tem dela estar com você. Não fica chateado, mas vou foder ela como ela merece. É uma mulher infernal.
Não falei nada, só continuei batendo uma enquanto eles subiam na cama. Devagar, o Fernando foi penetrando ela.
— Vale: Aí, corno, que rola divina que seu amigo tem. Já tô gozando, tô no céu.
— Fernando: Viu, corno? É assim que se come uma puta. Aprende, otário.
Em vez de ficar com raiva, eu ficava mais excitado. Mesmo tendo gozado na minha mão, continuei batendo uma. Não entendia por que tava tão tesudo. E a coisa piorou quando ele colocou ela de quatro e começou a chupar o cu dela. Já sabia o que vinha: o filho da puta ia arrebentar ela na minha frente. E foi assim que vi aquela rola enorme rasgando o cu da minha mulher.
— Fernando: Gostou, puta? Gostou de eu rasgar seu cu na frente do corno? Quer mais forte, puta? Agora sim, você é toda minha.
— Vale: Simmm, buceta, sou toda sua. O corno perdeu de novo, e agora pro inimigo dele, que tá rasgando o cu da esposa dele. Vem, buceta, vem, me ajuda que essa rola é muito grande.
Já sabia o que a puta da minha mulher queria e, como sempre, fiz a vontade dela. Deitei debaixo dela e chupei a buceta dela, toda melada de porra do Fernando, enquanto a rola dele entrava e saía do cu dela. minha esposa
Fernando, cê tá vendo bem, corno? Tá gostando de como ele tá comendo o cu da sua esposa com a pica dele? Quer um pouco também?
Não falei nada, Fernando tirou a pica do cu da Vale e colocou na minha boca, e começou a meter
Fernando, cê gosta da minha pica, corno? Vou arrebentar teu cu também
Vale: Dá-lhe, cuckold, limpa minha bucetinha pra mim, assim o Fernando arrebenta teu cu também, meu amorzinho
Num segundo eu tava de quatro, limpando o cu da minha amada, e o Fernando montou no meu com toda a fúria de um macho até gozar no meu cu dolorido e me largou com desprezo na cama, me deixando tremendo e vazando a porra dele pelo meu cu já bem aberto
Vale: Nossa, olha como cê deixou o cu do corno, arrebentou tudo
Fernando: Vamos tomar uma cerveja que depois a gente continua
Foi assim que a Vale descobriu como o Fernando me tomou minha namorada, sendo caras e muito amigos. Hoje ele tinha virado meu macho dominante, e eu, seu putinho submisso que foi vencido na base da pica. Aí eles voltaram pro quarto e a Vale pediu pra ele continuar me comendo. A cena era: eu jogado de bruços na poça de porra, ainda me contorcendo da surra que levei
Vale: Olha, parece que meu maridinho quer mais, cê dá pra ele?
Fernando: Vou viciar esse putinho de merda
Ah, não, por favor, chega, não quero mais
Fernando: Cala a boca, viado, hoje vou te arrebentar
Ele subiu em cima de mim, apoiou a pica entre minhas nádegas, abriu elas e enterrou a pica. Doeu menos que antes, mas ainda doeu, e ele começou a montar. Depois de várias metidas, me colocou de quatro sem tirar a pica e me comeu muito mais confortável pra ele. De tanta dor, comecei a gemer quase chorando. Sentia ele enterrar a pica até as bolas baterem no meu cu bem fechado. Tava me matando na pica, e eu só tentava agradar pra não doer tanto, mas era em vão. Não consegui evitar me mijar todo, e quando ele viu isso, Fernando tirou a pica do meu pobre cu maltratado e colocou Colocou na boca
Fernando, dá, chupa ela ou eu continuo te batendo
Nem pensei duas vezes, abri a boca e o filho da puta meteu até as bolas e começou a foder minha boca
Vale sim, assim, quebra tudo no corno, esse puto só serve de vadia
Eu engasgava com o pau dele e até me afogava, mas tentava aguentar e ser uma boa mulher até ele encher minha boca de porra
Fernando, você me dá nojo, seu puto de merda, se quiser mais vai ter que implorar, corno, vai ter que se arrastar pra ter meu pau dentro
Vale aí, quero ver isso, quero ver o corno se arrastando
Eles foram embora de novo e eu fiquei lá, todo sujo como um bom puto dominado por alguém que eu via como meu inimigo, que tinha me vencido e agora eu era escravo dele, não dava pra cair mais baixo, passou um tempão até eu me levantar, tomei um banho, limpei a cama e fui pegar umas bebidas
Fernando oi, promíscua, já se recuperou? Que tarde gostosa estou tendo
Vale eu amo, o que acha de deixar o Fernando dormir aqui em casa?
Por mim não tem problema, amor, ali tem o sofá
Fernando no sofá vai dormir você se se comportar, senão te mando dormir com o cachorro
Vale aí sim, dá, amor, dá, essa noite quero dormir com o Fernandinho, ele me prometeu me foder a noite toda, amor
Fernando vou te deixar prenha, promíscua, já é minha puta e combinamos que sábado vamos comer ela com meus amigos, essa vadia vou fazer trabalhar pra caralho, isso sim, você é só meu
A ideia de ver a Vale se perder assim me deixou com muito tesão, ela virar uma puta barata já fazia minha bunda pulsar e meu pau ficar duro
Por mim perfeito, se é o que ela quer, pra mim tá de boa
Vale você gosta da ideia de ser a puta do seu inimigo, amor? E bom, se não gosta, já sabe que não pode fazer mais nada, agora ele também é seu dono
Fernando tirou o pau dele, tava lindo e o tesão que eu tava era enorme
Vale que lindo, quer que eu chupe um pouco?
Fernando eu adoraria uma Boa mamada, mas me traz uma cerveja primeiro.
Sim, vai, traz uma cerveja pra ele que eu chupo toda.
Fernando, você quer chupar meu pau, corno? Se arrasta e implora pra eu te dar meu cacete, viado.
Vale, aí sim, amor. Vai, se arrasta e implora pra ele, assim você chupa enquanto eu sirvo a cerveja.
Realizei o sonho da Valéria, já que eu já tava perdido mesmo. Me joguei no chão e me arrastei até o Fernando, e quando cheguei, implorei pra ele deixar eu chupar o pau dele. Ele fingiu resistir um pouco, mas no fim deixou. E quando tava no melhor, ele comeu minha boca brutalmente, e a Valéria enfiou o consolo no meu cu. Aí o Fernando mijou em mim por completo e me deixou largado no chão. Eles foram pro quarto, e eu fiquei ali sozinho esperando a manhã, tendo vivido a pior das experiências desde que me tornei um corno putinha.
Muito obrigado pelos comentários e pelos pontos de vocês.
e por toda a onda que elas me dão
Aqui vai o anterior pra vocês.
espero não decepcionar vocês
http://www.poringa.net/posts/relatos/4804960/Como-me-converti-en-un-cornudo-emputecido-3.html
E esse dia chegou. Meu velho sumiu, nunca mais voltou depois daquele sábado. Quem apareceu foi meu primo, tramado com a Vale, que já na semana tinha me perguntado sobre o Fernando e por que tinha rolado a briga que ainda nos deixava de mal, coisa que nunca respondi. Naquele sábado, a Vale tava certa de que o Fernando viria, e por isso tava tão tesuda, o que eu não curtia. Odiava ser corno do Fernando. Embora até aquele momento já tivesse passado por muitas humilhações, essa seria a mais difícil de aguentar, e ainda assim era a que, só de pensar, mais me excitava: ver meu inimigo comendo minha amada me tornava o corno perdedor mais fodido do mundo. Naquela tarde, meu primo trocou uma ideia com a Vale na cozinha e, ao ver a decepção no rosto dela, soube que o Fernando não vinha. Naquela tarde, meu primo acabou me subjugando mais a mim do que a ela, que mal conseguiu comer uma vez. Resultado: mais uma vez fiquei com a bunda arrombada. Quando ele foi embora, a Vale disse pro meu primo:
— Vale: Então às três.
— Primo: Sim, piranha. E se prepara bem.
Meu primo foi embora, me deixando mais uma vez com o cu dolorido. E assim, do jeito que tava, servi um drink e troquei uma ideia com a Valéria.
— Amanhã às três, o que vai rolar?
— Vale: O Fernando vem. Hoje ele não pôde, corno. Quero ouvir da boca dele o que aconteceu entre vocês dois.
— Com a única condição de que você não transe com ele. Com ele, não.
— Vale: E pra que você acha que chamei ele, meu amor? Pelo que seu primo disse, vocês eram grandes amigos. Talvez assim possam voltar a ser.
— Se for assim, eu vazo. Não quero ver aquele filho da puta comendo minha mulher.
— Vale: Ah, não, bunda mole. Assim você tira a graça. Além disso, você já viu como toda a sua família comeu ela e isso te deixou com muito tesão, não foi?
— Mas ele não me toca nem um fio de cabelo, tô avisando.
A Vale sorriu. O plano dela era que aquele filho da puta do Fernando acabasse me comendo de todos os lados. E quando pensei nisso, quase gozei de tanto tesão que tava. Naquele domingo, dormimos até tarde. Café da manhã logo que levantamos e às três chegou o Fernando. O clima era bem frio, mas a Vale logo foi deixando tudo mais leve e, entre um fernet e outro, além de relembrar as antigas aventuras, tudo foi se soltando. Eu, aos poucos, fui caindo no jogo da Vale e do Fernando, que já tinham tudo planejado há um tempão sem eu saber. Num descuido, quando voltei do banheiro, eles já estavam se beijando na sala. Vi que a coisa tinha ido longe demais. A Vale me disse:
— Vale: Aí, pai, vou mostrar pro Fer como o quarto tá bonito. Você não vai ficar bravo, né?
Não soube o que responder e só fui atrás deles. Em minutos, a Vale já tava chupando a rola dele sentada na nossa cama. Minha rola tava explodindo, então eu também tirei a calça.
— Fer: Que doce que é sua mulher, Oscar. Que sorte você tem dela estar com você. Não fica chateado, mas vou foder ela como ela merece. É uma mulher infernal.
Não falei nada, só continuei batendo uma enquanto eles subiam na cama. Devagar, o Fernando foi penetrando ela.
— Vale: Aí, corno, que rola divina que seu amigo tem. Já tô gozando, tô no céu.
— Fernando: Viu, corno? É assim que se come uma puta. Aprende, otário.
Em vez de ficar com raiva, eu ficava mais excitado. Mesmo tendo gozado na minha mão, continuei batendo uma. Não entendia por que tava tão tesudo. E a coisa piorou quando ele colocou ela de quatro e começou a chupar o cu dela. Já sabia o que vinha: o filho da puta ia arrebentar ela na minha frente. E foi assim que vi aquela rola enorme rasgando o cu da minha mulher.
— Fernando: Gostou, puta? Gostou de eu rasgar seu cu na frente do corno? Quer mais forte, puta? Agora sim, você é toda minha.
— Vale: Simmm, buceta, sou toda sua. O corno perdeu de novo, e agora pro inimigo dele, que tá rasgando o cu da esposa dele. Vem, buceta, vem, me ajuda que essa rola é muito grande.
Já sabia o que a puta da minha mulher queria e, como sempre, fiz a vontade dela. Deitei debaixo dela e chupei a buceta dela, toda melada de porra do Fernando, enquanto a rola dele entrava e saía do cu dela. minha esposa
Fernando, cê tá vendo bem, corno? Tá gostando de como ele tá comendo o cu da sua esposa com a pica dele? Quer um pouco também?
Não falei nada, Fernando tirou a pica do cu da Vale e colocou na minha boca, e começou a meter
Fernando, cê gosta da minha pica, corno? Vou arrebentar teu cu também
Vale: Dá-lhe, cuckold, limpa minha bucetinha pra mim, assim o Fernando arrebenta teu cu também, meu amorzinho
Num segundo eu tava de quatro, limpando o cu da minha amada, e o Fernando montou no meu com toda a fúria de um macho até gozar no meu cu dolorido e me largou com desprezo na cama, me deixando tremendo e vazando a porra dele pelo meu cu já bem aberto
Vale: Nossa, olha como cê deixou o cu do corno, arrebentou tudo
Fernando: Vamos tomar uma cerveja que depois a gente continua
Foi assim que a Vale descobriu como o Fernando me tomou minha namorada, sendo caras e muito amigos. Hoje ele tinha virado meu macho dominante, e eu, seu putinho submisso que foi vencido na base da pica. Aí eles voltaram pro quarto e a Vale pediu pra ele continuar me comendo. A cena era: eu jogado de bruços na poça de porra, ainda me contorcendo da surra que levei
Vale: Olha, parece que meu maridinho quer mais, cê dá pra ele?
Fernando: Vou viciar esse putinho de merda
Ah, não, por favor, chega, não quero mais
Fernando: Cala a boca, viado, hoje vou te arrebentar
Ele subiu em cima de mim, apoiou a pica entre minhas nádegas, abriu elas e enterrou a pica. Doeu menos que antes, mas ainda doeu, e ele começou a montar. Depois de várias metidas, me colocou de quatro sem tirar a pica e me comeu muito mais confortável pra ele. De tanta dor, comecei a gemer quase chorando. Sentia ele enterrar a pica até as bolas baterem no meu cu bem fechado. Tava me matando na pica, e eu só tentava agradar pra não doer tanto, mas era em vão. Não consegui evitar me mijar todo, e quando ele viu isso, Fernando tirou a pica do meu pobre cu maltratado e colocou Colocou na boca
Fernando, dá, chupa ela ou eu continuo te batendo
Nem pensei duas vezes, abri a boca e o filho da puta meteu até as bolas e começou a foder minha boca
Vale sim, assim, quebra tudo no corno, esse puto só serve de vadia
Eu engasgava com o pau dele e até me afogava, mas tentava aguentar e ser uma boa mulher até ele encher minha boca de porra
Fernando, você me dá nojo, seu puto de merda, se quiser mais vai ter que implorar, corno, vai ter que se arrastar pra ter meu pau dentro
Vale aí, quero ver isso, quero ver o corno se arrastando
Eles foram embora de novo e eu fiquei lá, todo sujo como um bom puto dominado por alguém que eu via como meu inimigo, que tinha me vencido e agora eu era escravo dele, não dava pra cair mais baixo, passou um tempão até eu me levantar, tomei um banho, limpei a cama e fui pegar umas bebidas
Fernando oi, promíscua, já se recuperou? Que tarde gostosa estou tendo
Vale eu amo, o que acha de deixar o Fernando dormir aqui em casa?
Por mim não tem problema, amor, ali tem o sofá
Fernando no sofá vai dormir você se se comportar, senão te mando dormir com o cachorro
Vale aí sim, dá, amor, dá, essa noite quero dormir com o Fernandinho, ele me prometeu me foder a noite toda, amor
Fernando vou te deixar prenha, promíscua, já é minha puta e combinamos que sábado vamos comer ela com meus amigos, essa vadia vou fazer trabalhar pra caralho, isso sim, você é só meu
A ideia de ver a Vale se perder assim me deixou com muito tesão, ela virar uma puta barata já fazia minha bunda pulsar e meu pau ficar duro
Por mim perfeito, se é o que ela quer, pra mim tá de boa
Vale você gosta da ideia de ser a puta do seu inimigo, amor? E bom, se não gosta, já sabe que não pode fazer mais nada, agora ele também é seu dono
Fernando tirou o pau dele, tava lindo e o tesão que eu tava era enorme
Vale que lindo, quer que eu chupe um pouco?
Fernando eu adoraria uma Boa mamada, mas me traz uma cerveja primeiro.
Sim, vai, traz uma cerveja pra ele que eu chupo toda.
Fernando, você quer chupar meu pau, corno? Se arrasta e implora pra eu te dar meu cacete, viado.
Vale, aí sim, amor. Vai, se arrasta e implora pra ele, assim você chupa enquanto eu sirvo a cerveja.
Realizei o sonho da Valéria, já que eu já tava perdido mesmo. Me joguei no chão e me arrastei até o Fernando, e quando cheguei, implorei pra ele deixar eu chupar o pau dele. Ele fingiu resistir um pouco, mas no fim deixou. E quando tava no melhor, ele comeu minha boca brutalmente, e a Valéria enfiou o consolo no meu cu. Aí o Fernando mijou em mim por completo e me deixou largado no chão. Eles foram pro quarto, e eu fiquei ali sozinho esperando a manhã, tendo vivido a pior das experiências desde que me tornei um corno putinha.
5 comentários - Como virei um corno manso safado 4