Colega gostosa do trampo

Começou com amizade no Facebook, depois mensagens, cada um perguntando pela família do outro: "E aí, teu namorado?", "Tua mulher, como é que tá?". No trampo, além das conversas, tudo numa boa! "Preciso disso!", "Tá faltando alguma coisa?" — só isso. Ela era operária de produção, eu do depósito, tinha que abastecer as linhas de produção. Assim o tempo foi passando, cada vez mais amigos, a confiança aumentando. As brincadeiras e as conversas começaram a ficar mais indiretas do que qualquer outra coisa. Noê: "Que sorriso lindo que teu filho tem, quero um assim." Eu: "Faço um pra você se quiser, haha." Noê: "Então bora, haha." Uma vez tivemos que fazer equipe pra realizar um inventário, ela, outra colega e eu. Tinha corredores onde só cabia uma pessoa, e ela de propósito passava na minha frente, esfregando aquela raba terrível (a melhor raba da fábrica). Lembro que num corredor, terminando de inventariar o produto, eu contava e ditava pra ela anotar, aí minha outra colega tinha ido ao banheiro. Me viro pra sair do corredor, e ela tava lá com a planilha anotando, e me diz: "Agora o que a gente faz?", me bloqueando a passagem e empinando o peito. Passou um monte de coisa pela minha cabeça, ela parada ali, com um sorriso e um olhar provocante, os peitões bem empinados, mãozinhas na cintura. Que nem um covarde, respondi engolindo seco: "Vamos pro outro corredor." O ponto de virada foi uma festa de fim de ano. Passamos a noite toda dançando, ela com uma saia branca que marcava ainda mais a raba, rebolando de todas as maneiras possíveis. Aquela noite tava pegando fogo, mas não rolou nada. A gente falava de tudo, o namorado ligando no celular dela, ela não atendia, e me dizia: "Essa noite não volto." Na sequência, desligou o celular. De novo, eu enrolei e fui embora, com medo de que algo acontecesse. No dia de trabalho seguinte, as coisas já tavam pegando fogo. Ela me pediu umas etiquetas, que estavam num mezanino. "Quer? Vem aqui que eu te passo", falei, e subi as escadas. Ela tinha certas liberdades porque era assistente da encarregada. Subi pensando que ela não ia vir, procurei as etiquetas e fiquei um tempinho, espiando pra ver de onde ela vinha. Ela estava lá, já que do quartinho dava pra ver as linhas de produção, não a encontrava. Aí tomei um susto, alguém toca meu ombro. Noê: - Me dá - estendendo a mão. Eu: - Pega - colocando a etiqueta na altura da pica. Ela pegou, olhando nos meus olhos. Eu: - Vem, me dá um beijo - e me aproximei provocando ela. Noê: - Tá maluco? - e foi embora. Fiquei mais um tempo lá, pensando "caralho, como ela me cortou", morrendo de vergonha de encarar ela de novo. Desci mesmo assim, fingindo que não tinha acontecido nada. Assim que me viu, me chamou. Criei coragem e fui, pensando "que merda, agora o que eu falo?". Noê: - Não brinca comigo, porque eu gosto de você de verdade. Surpreso, porque esperava qualquer coisa menos aquilo, falei: - Eu também gosto de você de verdade, por isso pedi, não aguentava mais - e aí meu chefe me chamou. Sendo sincero, desde que vi ela, fiquei afim, mas sempre tentei manter distância. O tempo foi passando e eu gostava cada vez mais. Depois daquela festa, os jeitos dela, não pensava em outra coisa a não ser comer ela. Nunca tinha sido infiel, e ela também tinha namorado. Tudo ficou em segundo plano, só pensava em macetar ela em todo lugar. Resolvi aumentar a aposta, aproveitando que ela tinha liberdade. Eu era responsável pelo depósito do primeiro andar, podia fazer o que quisesse. Ela subia pra conferir os produtos feitos nos quartos lá fora, ou seja, passava pelo meu setor, onde eu ficava sozinho na maioria das vezes. Toda vez que subia, eu falava "vem aqui que vou te dar uma massagem". Ela começou a subir mais vezes, entre risadas, só vinha, apoiava minhas mãos nela e saía correndo. Até que um dia falei "vem, me dá um beijo". Ela fingia que ia, e eu respondia "como você me rejeita, me corta a cara". Até que um dia ela veio, parou na minha frente, me olhando desafiadora, dizendo: Noê: - Assim você não fala que eu te rejeito - Segurei o rosto dela e beijei. Ela respondeu metendo a língua, ficou vermelha e foi embora. Eu tinha o número dela. Bem na hora, toca a campainha pra galera ir tomar café. mulheres, escrevi pra ela enquanto tomava café, perguntando se tinha gostado. Assim que mandei, ela respondeu: "amei". Eu: "Então sobe que te espero". Os dias foram passando e os beijos se repetiam cada vez mais, duas ou três vezes por dia, enquanto a gente se apertava, eu passava a mão na buceta, enfiava os dedos, ela molhava na hora, só me acariciava a pica por cima da calça, eram beijos e amassos de no máximo 10 minutos. Enquanto isso, as mensagens fora do trabalho iam ficando mais quentes. Lembro de uma em especial, perguntando por que ela não se animava a tocar na pica por dentro da calça, e ela respondeu: "porque senão não vou me segurar pra fazer outra coisa". Subindo minha temperatura, respondi: "então amanhã eu tiro pra fora pra ver se você se anima". Ela disse: "se fizer isso, não me responsabilizo". No outro dia, subi. Eu tinha mexido na mercadoria, deixando um espaço onde ninguém nos visse. Ela entrou no espaço que fiz, eu beijo ela gostoso, meto a mão na buceta bem molhada. Dou um passo pra trás, enquanto desabotoo a calça e falo: "vamos ver se você se anima". E puxo a pica dura, saindo bem ereta, a cabeça molhada de tesão. Noê: "filha da puta, que porra de pau". Ela se ajoelha e começa a chupar. Tava comendo um caramelho de menta com morango, enfiava tudo que podia na boca, tirava, enfiava de novo e tirava, enquanto tinha na boca, passava a língua na pica, massageando com a língua. Foi a que melhor chupou minha pica (e claro, pra me esquentar mais, mas falava que adorava meu pau), adicionando um plus com o caramelho de menta que depois ela usaria sempre, porque me deixava louco.Colega gostosa do trampo

boquete

DiretorTodo dia ela subia e me dava uma chupada de pau, me deixando todo excitado, trabalhando com o pau duro. As coisas iam aumentando, a safadeza que a gente sentia era inacreditável, a pele toda. Decidimos falar que num sábado a gente ia trabalhar, nos sábados alguns iam, mas era tudo extra. Inventamos que íamos trabalhar pros nossos parceiros, pra poder se ver e ficar das 6 até as 15 horas, 9 horas pra se acabar num hotel, mas isso é história pra outro relato...muito gostosa

companheira

colega de trabalhoAssim como depois de transar, as visitas no trampo eram pra tomar porra, todo dia eu tomava porra, até que também fiz o cu dela no trampo, tem várias histórias sobre a Noe que vou escrevendo por esse tempo... Passo fotos dos vídeos que gravei com ela no trampo, não sei se vão perceber, tem partes de quando ela engole toda a porra...Colega gostosa do trampo

boquete

Diretor

muito gostosa

companheira

colega de trabalho

5 comentários - Colega gostosa do trampo

Genio!!! Las cogidas con las compañeras de laburo son lo más. Así dan ganas de ir al trabajo, lo malo son los findes largos, ...y las vacaciones!!!! Monte cuento!!!!!
Cómo me calientan las cosas que empiezan en la A y terminan con la pija bien metida hasta el fondo del orto jajaja contá más loco!!!