Mãe Gostosa

Capítulo 1Estou carregando a última criação que minha mãe pariu há pouco tempo, quando percebo meu irmãozinho fechando os olhos e sei que ele está caindo no sono completamente. Sem perturbá-lo, coloco-o com muito cuidado dentro do berço, enquanto o admiro e sorrio, sem que ele perceba, dormindo com uma paz que dá vontade de estar no lugar dele.

Eu estava tão concentrado admirando o bebê, que não percebi a chegada da minha mãe. Que, me perturbando, disse atrás de mim –você sabe que seu pai não consegue fazer algo tão simples quanto isso?Sorrio com seu comentário, me viro de costas e, enquanto a observo com atenção, digo para provocá-la também –será que eu e o Tomás temos uma conexão que ele não tem com o papai?Com uma simples blusa que tem um pequeno decote e uma saia que chega quase aos tornozelos, minha mãe para mim está esplêndida. Mas ignorando meus pensamentos sobre ela, ela se aproxima do berço e enquanto vejo como ela se apoia nele, percebo como esse movimento faz seu grande traseiro sobressair, o qual como sempre está magnificamente visível.
Não conseguindo me conter, me aproximo dela e enquanto noto como meu pau, que já está ereto diante de tal imagem, consegue se apoiar em suas magníficas nádegas. Ouço ela me dizer, enquanto se certifica de que o bebê está dormindo –sabe, o jogo do seu pai termina quase no anoitecer.Continuando com minha ousadia e encorajado pelas suas palavras, seguro-a pela cintura e enquanto esfrego meu amiguinho ereto nela, também me certifico de que o bebê está dormindo. Digo a ela, sem parar de mover meu pau diretamente sobre sua bunda –e os caras, cadê eles?
Eles já foram pro aniversário do seu primo, então não vão aparecer por aqui a tarde toda –sabendo o que essas palavras significavam, vejo ela virar a cabeça e me olhar com desejo. Não consigo evitar de aproximar minha boca da dela.
Segundos depois estamos nos beijando como se não houvesse amanhã, e consigo sentir os lábios macios da boca da minha mãe sobre os meus. Começo a lembrar como tudo isso havia começado.……………….Estava começando o verão de 2012, minha família, composta por meu pai, minha mãe, eu e meus dois irmãos, estávamos decidindo para onde ir nas férias. Como com o trabalho que meu pai tinha, era bem difícil tirar férias longas.
Então, improvisando, eles decidiram que todos nós iríamos finalmente para umas cabanas que alugaram, que ficavam nos arredores da cidade.
O casamento dos meus pais era e ainda é bem sólido, eles estavam casados desde quase o final do ensino médio. Como eram namorados desde jovens, tiveram que se casar quando minha mãe engravidou de mim.
Meu pai é um empreiteiro que na época não passava dos 40 anos e, apesar de ser bem bonachão, não se cuidava muito, e isso dava para ver na barriga dele, que com o tempo não parava de crescer.
Já minha mãe, mesmo sendo dona de casa, com seus quase 38 anos tinha uma certa beleza que se destacava pela simplicidade. De olhos castanhos e pele cor de caramelo, ela era tão gostosa que às vezes roubava o olhar de outros homens quando passava.
Não sei como meu pai conseguiu conquistá-la, só percebia que, mesmo com o tempo passando, eles nunca deixaram de se amar. Feliz com isso, decidi não dizer nada quando me contaram o que faríamos naquele verão.
Decididos, partimos alguns dias depois e, assim que chegamos ao que seria nosso destino naquele verão, meu pai, todo animado, assim que viu a casa, disse: "Família, acho que este vai ser o melhor dos nossos verões".
Vendo a casa que tínhamos pela frente, não tive outra opção senão dar razão a ele, já que o lugar era tão lindo que praticamente deixava sem palavras quem o via.
Algum tempo depois, fomos nos acomodando nos nossos respectivos quartos. Enquanto meus pais se instalaram no quarto principal, meus irmãos e eu, depois de uma pequena discussão que acabei ganhando, decidimos que eu ficaria... Fiquei com um dos dois quartos extras que a casa tinha, o que obrigou minhas duas irmãs a dividirem o quarto restante.
Com tudo arrumado e depois de ver que a casa ficava perto de um lago pequeno, não foi uma má ideia entrar.
Logo depois do almoço, meu pai perguntou para todos nós –quem vem pro lago comigo?Todos nós, homens, gritamos que iríamos, então, resignando-se, minha mãe, para não ficar sozinha, teve que nos acompanhar.

Pronto, saí para esperar os outros e, enquanto via meus irmãos chegarem com seus respectivos maiôs, vi meu pai sair com o dele. Enquanto minha mãe o seguia, apareceu com uma blusa e um short que chegava perto dos joelhos.

Quero esclarecer que até aquele verão eu via minha mãe apenas como isso, minha mãe. Uma mulher ingênua e de bom humor, que cuidava perfeitamente da sua família.

Prontos, nos aproximamos do lago e, enquanto meus irmãos e eu nos jogávamos desenfreadamente na água, meu pai ajudava minha mãe a se acomodar. Assim que tirei a cabeça da água, vi que eles discutiam sobre algo.

Mas sem saber do que falavam, ouvi quando minha mãe, do nada, disse ao meu pai: "Tá bom, você ganha".

Dito isso, seguiu-se uma cena que me perseguiria pelo resto da minha vida, pois minha mãe, pegando primeiro a blusa pelos lados, se livrou dela. Com a mesma rapidez com que se livrou da blusa, descartou seus shorts, que caíram não muito longe de onde ela estava.

Deixando à vista dos únicos que estávamos ali, a visão do seu corpo harmonioso, que estava vestido com um biquíni vermelho tão pequeno que quase não cobria nada.Mãe GostosaEmbaçado e ainda boiando na água, não conseguia tirar os olhos daquele corpo escultural que se movia. Ela acabou se deitando na rede que meu pai tinha ajudado a trazer.

Hipnotizado por aquela visão, foi meu irmão que me tirou do transe em que eu estava. Do nada, ele pulou em cima de mim, me afogando por alguns segundos.

Tirando ele de cima, joguei-o para o lado e, ao ver meu pai se jogando na água, comecei a procurar minha mãe com o olhar, que nem um louco.

Encontrei-a ainda na rede, aparentemente pronta para pegar um sol, já que, com certa sensualidade, vi como ela passava devagarzinho um protetor solar naquele corpo gostoso.

Concentrado em cada movimento que ela fazia, não percebi que meu pai já estava ao meu lado. Assustado, me mexi quando, do nada, ele disse –sabe, ela tinha vergonha de comprar aquele biquíni.Com 16 anos, meu pai já falava comigo com certa maturidade, o que me deixou assustado, esperando que ele não descobrisse enquanto eu admirava quem era sua esposa e minha mãe. Eu disse –e como você conseguiu convencer ela a comprar uma coisa dessas?
Fui sincero com ela –me respondeu –Eu comentei que a gente ia ficar num lugar onde ninguém ia ver ela, então nenhum desocupado ia fazer nada que deixasse ela desconfortável.Queria dizer que eu estava errado e que sim, tinha alguém ali que tinha visto sua mulher com certa luxúria, mas decidi que aquela ia ser uma péssima ideia.
Eu estava quase começando a nadar quando, do nada, meu pai me disse –Alex, posso te pedir um favor?Concordando com a cabeça, ouvi incrédulo quando do nada ela disse:Elogia sua mãe, que ultimamente ela tá meio pra baixo.Dito isso, ela começou a brincar um pouco com meus irmãos, enquanto eu, sem esquecer seu pedido, com algo que chamarei de loucura, me aproxiei até chegar à beira do lago. Enquanto saía da água, não pude deixar de admirar minha mãe que, sem perceber minha presença, continuava passando o bendito protetor.

Quando cheguei ao lado dela, não soube como começar, mas minha mãe, notando-me com um sorriso no rosto, me perguntou –já cansou de ficar na água?Negando, engoli o ar que tinha na boca e mentindo, disse olhando para sua pele deliciosa –papai me mandou perguntar se você precisa de ajuda?Minha mãe, surpresa e como não dizer contente, deixou em minhas mãos o creme bronzeador e, enquanto me dava as costas, disse imediatamente –não alcanço as costas, então se não se importar, poderia passar por toda a minha coluna?Nervoso, peguei o pote e, vendo que ela ficava ereta, derramei um pouco do líquido branco na minha mão e, enquanto sentia a excitação começar a dominar insolitamente certas partes do meu corpo, com muito cuidado, comecei a espalhar o líquido leitoso sobre a pele da minha mãe.

No início, notei que ela estava muito macia ao toque, então, deixando-me levar pelo prazer tátil, fui passando o bronzeador aos poucos, até o ponto em que, perdido no prazer, mal ouvi quando ela perguntou:o que você acha?Idiota, soltei na hora.Que isso?
O biquíni que seu pai me fez comprar?ela me disse enquanto adicionava –o que você acha?
Algo revelador –soltou sem querer, e ela me disse –fiz o mesmo comentário pro seu pai, mas ele me disse que se eu gostasse tanto assim, que comprasse pra mim, já que ninguém estaria aqui pra me ver usando.
Tem razão, aqui só estamos nós dois –argumente ajudando a ideia que meu pai deu a ela, enquanto tentava acalmá-la, acrescentei logo em seguida –fora esse biquíni, ele fica perfeito em você.
É isso que você acha?Ele me soltou sem me olhar, e sem parar de tocá-la, me atrevi a dizer –você é uma mulher linda, mamãe, então esse biquíni fica perfeito em você.Contente com meu comentário, ela se virou de repente, deixando à minha vista de perto seus peitos perfeitos, e me disse enquanto me dava um beijo suave na bochecha –Obrigado, amor, acho que eu precisava desse elogio.Sentindo como meu amiguinho reagia não só ao beijo, mas também à vista que eu tinha pela frente. Tento disfarçadamente me afastar dali e, como se estivesse fugindo, me jogo na água fria, que para minha sorte ajudou a baixar minha libido.

Mais calmo, levanto a cabeça da água e, enquanto pouso minha vista novamente sobre a figura curvilínea que o corpo da minha mãe possuía, ela, alheia aos meus pensamentos e mais alegre, grita enquanto se aproximava da lagoa –tem espaço pra mais alguém?Todos assentimos e, enquanto a via se aproximando, comecei a pensar que diabos estava acontecendo comigo.
O resto da tarde tentei não olhar para ela, aliás, toda vez que ela aparecia com seu biquíni minúsculo, eu desviava o olhar. Fiquei aliviado quando saímos da água e cada um voltou a colocar a roupa.
Depois de terminar minha tortura, papai cuidou do jantar e, assim que terminamos de comer, cansado do nosso primeiro dia de férias, fui para meu quarto me deitar e, sem perceber, acabei pegando no sono.
Quando acordei, ainda era noite, mas sentindo sede, fui até a cozinha buscar um copo d'água. Passei primeiro pelo quarto dos meus irmãos, que, assim como eu, estavam dormindo.
Uma vez longe dali, segui para a cozinha, mas antes de chegar lá, vi que a luz estava acesa e, ao mesmo tempo, uma voz ofegante dizia em voz alta –Nossa, amor, eu tô quase gozando.Reconhecendo a voz da minha mãe, me aproximei bem devagar e consegui me posicionar atrás da parede que dava para a porta. Fiquei espiando e, de repente, vi algo que praticamente fez meu pau acordar na hora.

No meio da cozinha, meus pais estavam completamente pelados e transando de um jeito que não devia nada a um filme pornô.sexoNão conseguindo evitar, comecei a observar atentamente o corpo da minha progenitora, que tinha um par de peitos tão grandes que as mãos do meu pai não conseguiam abraçá-los por completo. Enquanto sua cintura era tão estreita que destacava perfeitamente aquele par de bundas que naquele momento batiam incessantemente contra o púbis do meu pai.maduraLocolle levou uma das minhas mãos até minha virilha e, enquanto mexia no meu amiguinho já ereto, eu via os peitos da minha mãe balançando de um lado para o outro descontroladamente, enquanto meu pai tentava prendê-los sem muito sucesso.grandes peitosSem saber que estavam sendo observados, meu velho para de socar com os quadris e tenta recuperar o fôlego. Empurro minha mãe até que suas mãos se apoiem na bancada da cozinha.
Com a bunda empinada, minha mãe enfia ainda mais pra fora seu traseiro enorme e, enquanto esperava meu pai penetrá-la de novo, disse com certa desespero:love, termina que quase chego.Sabendo que ela estava falando sobre seu orgasmo, vi meu pai respirar fundo e, tentando tirar forças do nada, agarrou os quadris de sua mulher e guiou seu pênis direto para a caverna de sua esposa. Ele conseguiu penetrá-la de tal forma que minha mãe só teve fôlego para soltar um gemido alto.

Desejando de repente estar no lugar do meu pai e ouvindo os gemidos altos que minha mãe soltava a cada investida, comecei a me masturbar com mais força enquanto observava meus pais transando. Me masturbei de um jeito que gozei quase imediatamente.

Ofegante, descansei alguns segundos e, me recuperando logo em seguida, voltei meu olhar para a cozinha e espiei novamente. Percebi que meu pai quase gritava —gozo pra caralho…Enquanto ele empurrava o quadril e não descolava a anatomia dele do corpo da minha mãe, ela, suada e visivelmente irritada, disse ao meu pai com tom de queixa –de novo você me deixou no meio do caminho.Meu pai, recuperando o fôlego, pegou o cabelo dela e puxou para o lado, dando beijos suaves no pescoço enquanto se desculpava dizendo –Sinto muito, amor, juro que da próxima vez vou te fazer gozar como nunca.Balangando a cabeça em negação, minha mãe afasta o corpo do meu pai e me deixa ver por alguns segundos sua linda bucetinha, ouço ela soltar pro meu progenitor –não faça promessas que você não vai cumprir.Enquanto observo com tesão como parte da porra do meu pai escorre entre suas coxas firmes, e desejo que fosse meu sêmen, em vez do dele, percorrendo o corpo dela. Sinto meu pau endurecer novamente.

Mas sabendo que não tinha tempo para outra punheta, solto um último olhar para o corpo curvilíneo da minha mãe, gravando a imagem dela nua. Me viro e, em silêncio total, volto pro meu quarto.

Lá, não me seguro e, assim que me jogo na cama, libero meu volume que está duro de novo. E enquanto memorizo tudo que tinha visto, não paro de me masturbar com tanta fúria que acabo gozando mais uma vez.Sem me vestir, relaxo até o ponto de não aguentar mais e acabo adormecendo, mas longe de sonhar com qualquer coisa. Apenas uma coisa ocupa meus sonhos e esse é o corpo nu da minha mãe.

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