Depois da minha experiência no glory hole de uma sex shop da minha cidade, voltei pra casa satisfeito e excitado ao mesmo tempo. Eu tinha quebrado o gelo, deixado os medos de lado e estava curtindo. Queria mais, queria dar um passo adiante, queria ser o garoto dos filmes que tanto me excitavam, queria ser dominado por uma mulher transexual.
Já fazia um tempo que eu fantasiava com mulheres transexuais, demais até, e foi por causa delas que acabei chupando paus num glory hole da minha cidade. Eu não tinha coragem de contatar uma mulher transexual e queria saber como era sentir uma cock (de verdade, não um dildo) na boca. Depois de realizar esse desejo, a fantasia continuou avançando. Agora eu queria chupar a cock de uma transexual muito mais e entregar meu cuzinho pra ela. Porra! Como a ideia me excitava! Tantos vezes eu imaginava... fantasiava até com um ménage e nem uma tinha me comido.
Então comecei a procurar um jeito de contatar alguma. Entrei em várias redes sociais e chats, mas não tive sorte. Devia ser que minha desesperação se via de longe. Mas um dia recebi uma notificação, uma mensagem de uma mulher madura chamada Carla, uns 48 anos. Ela era bem direta na mensagem, dizia que era uma mulher transexual e queria ver se eu era tão putinha quanto dizia. Disse que tinha visto meu perfil e gostado das minhas fotos, do meu corpo depilado e da minha bunda. Que se eu tivesse certeza, fosse num bar do centro da minha cidade às 5 da tarde da próxima sexta-feira. Que se eu fosse o mesmo das fotos, ela me reconheceria e se aproximaria.
Então, lá estava eu, super nervoso e excitado. Tinha contatado uma mulher transexual que me dobrava a idade, duas fantasias realizadas. Tava morrendo de vontade que já fosse sexta. No dia seguinte, fui ao bar onde a gente ia se conhecer, queria reconhecer o terreno. Tava tão excitado que achava que só por estar ali já ia rolar alguma coisa. Tomei um refrigerante numa mesa e fiquei mexendo nas minhas redes sociais no celular pra relaxar, mas Não conseguia parar de fantasiar... queria que já fosse sexta-feira.
Finalmente chegou a sexta, minha excitação e minha vontade de pau me levaram uma hora antes, sentei e comecei a imaginar como ela seria (só tinha visto uma foto do corpo dela, a que estava no perfil), toda vez que via uma mulher na rua ou se aproximando da porta de entrada, imaginava que era ela, que já vinha realizar minha fantasia. Escolhi uma mesa com banco, de lá dava pra ver a porta de entrada do bar e tinha a possibilidade de ver a rua através dos buracos do vidro fumê. Tava feliz com minha escolha, achando que tinha a situação sob controle, mas de repente, alguém me perguntou se podia sentar na minha mesa, não me deu tempo de responder, não tinha visto ela entrar (mais tarde ela me explicou que já estava lá dentro quando cheguei, porque trabalhava na cozinha daquele bar), largou a cerveja dela e sentou no banco bem do meu lado, tremi de excitação e fiquei vermelho, e ela sorriu e falou: "tá tudo bem, se acalma". Uffa, que nervoso! Eu não conseguia parar de olhar pra ela, tava ficando muito excitado só de saber que finalmente ela tinha chegado.
Carla é uma mulher madura, brasileira (já no sotaque da voz dela me seduziu), dava pra ver que se cuidava, que malhava, tinha umas pernas bem torneadas, um pouco larga de quadril mas sem dúvida tinha uma bunda bem gostosa e ela sabia que os homens olhavam pra ela desde que saiu da cozinha. Ela sorriu pra mim e disse: "Luis... né? Ah, se acalma, vadio, não fica nervoso que eu não mordo" e sorriu. Eu só consegui concordar enquanto olhava o decote que os peitos dela formavam. Ela sorriu de novo e disse que tava feliz que eu tinha resolvido ir e que eu era o garoto das fotos, que era muito bonito, e eu sorri e devolvi o elogio. Carla tem uns olhos cor de mel e uma cabeleira longa e avermelhada.
Conversamos por mais de uma hora, embora pra mim tenha parecido muito mais curto, durante esse tempo Ela me perguntava coisas sobre minha vida, colocava a mão na minha perna e ria de um jeito safado, brincava comigo e com minha excitação, me perguntava sobre meus interesses e eu só respondia enquanto ela, com uma mão, dava um gole na cerveja e punha a outra no meu meio das pernas. Me deixava louco, não fiz nenhuma pergunta, era o brinquedo dela, ela sabia que, na minha mente, eu tava imaginando ela pelada num quarto de hotel e tinha uma bela ereção debaixo da calça, que não consegui esconder em momento nenhum. Ela sabia, afinal tinha passado a mão várias vezes e depois da terceira cerveja colocou a mão no meu pau e continuou falando, começou a acariciar como se fosse ver o tamanho e com um sorrisinho maroto disse que eu tinha passado da primeira fase da conversa, que gostou de eu não ter recusado brincar e me via como um bom garoto, aquilo me deixou a mil, saber que tava mais perto de poder comer ela. Me perguntou se agora que eu já tinha conhecido ela, o que achava, se ela era gostosa, e eu não demorei a responder "sim" e ela perguntou se eu ainda tava decidido a deixar ela me comer (eu tinha avisado que nunca tinha dado o cu, só tinha brincado com dedos, dildos e pepinos), e eu respondi ansioso "SIM!! por isso que tô aqui".
Foi aí que me soltei e comecei a falar de todas as fantasias que tinha com transsexuais e foi quando Carla disse, "só falta o último teste... preciso ver o material aqui e agora, não se preocupa, nesse canto ninguém vai perceber". Sorriu de novo pra mim e eu tava excitadíssimo e, mesmo com vergonha de alguém no bar poder me ver ou reconhecer, o tesão era tão grande que aceitei e ali sentado desabotoei os botões da minha calça jeans e tirei meu pau bem duro e molhado. Ela olhou, sorriu e aproximou a mão de novo do meu pau e acariciou, começou a bater uma punheta suave enquanto dizia que tava feliz de eu ser tão putinha, que a gente ia se divertir pra caralho. Muito bem. Eu já estava me divertindo e ela percebeu, parou de tocar na minha piroca e me disse "me segue". Ela se levantou e moveu a mesa, só o suficiente pra minha piroca ficar visível pra amiga dela que estava no balcão, que me deu um sorrisinho safado. Eu fiquei vermelho e me apressei pra fechar os botões, de cabeça baixa fui até o balcão, paguei as cervejas e saí do bar procurando ela. Segui ela de longe por duas ruas, até que a vi entrar num prédio e o portão fechou... fiquei pasmo, de repente o portão ficou entreaberto e eu me apressei pra alcançar a porta e entrei. Lá estava ela, perto do elevador, rindo, e me disse que tava bem feito por eu ficar tirando a piroca em lugares públicos.
O elevador chegou e subimos, eu ainda não tinha tocado nela e naquele momento tava morrendo de vontade. Fiquei de frente pra ela, olhando com um desejo imenso, e ela disse: "aguenta mais um pouquinho, já já chegamos e você vai ter sua recompensa, putinha". O elevador chegou no quarto andar, saímos e ela abriu a porta do apartamento dela. Entramos, ela me pegou pela mão e me convidou pra ir pro quarto dela. Eu tava excitadíssimo, minha piroca tava encharcada por baixo da roupa. Ela começou a passar a mão por cima da calça e me beijou. Uff, eu explodi e comecei a apertar a bunda dela, puxando ela pra perto de mim. Depois, minhas mãos foram pros peitos dela. Ela me afastou, sorriu e disse: "nossa, parece que você tá com muita vontade, hein! Tira a roupa, putinha, quero ver seu corpo". Eu me afastei e ela sentou na cama dela, me olhando enquanto eu tirava a roupa. Fiquei pelado na frente dela, me aproximei da cama e ela passou a mão na minha bunda e lambeu meus mamilos. Eu disse que também queria ver ela pelada, e ela respondeu: "claro, é só justo". Então ajudei ela a se despir. Quando ela deixou os peitos à mostra, comecei a lamber os mamilos dela. Ela tinha uma auréola escura em volta dos mamilos que tava me deixando louco. Fiquei atrás dela e ajudei a tirar a calça. Ela se deitou. Sobre a cama, me deixando ver o volume que aparecia por baixo da calcinha fio dental dela. Ela me disse: "O que você vai fazer pra me fazer querer tirar isso?". Eu me aproximei dela e comecei a lamber a parte interna da coxa dela, subindo até a virilha, até abrir a boca e chupar a calcinha e o volume com minha boca. Afastei a calcinha dela e fui comer os ovos dela, lamber eles, e com minha mão agarrei a pica dela ainda mole (inacreditável!! Eu tava com a minha dura e melada há horas e aquela pica tava lá como se nada!!), agarrei ela e comecei a meter na minha boca, ia aproveitar sentindo ela crescer dentro da minha boca. Naquele estado era fácil ter ela toda dentro, continuei chupando, molhando com minha saliva e sentindo ela crescer. Ela disse que eu chupava muito bem, que normalmente ela tinha que falar "cuidado com os dentes", mas comigo não, que eu era uma puta muito boa de chupada.
Carla começou a ficar mais e mais excitada, começou a me dar tapas na bunda enquanto enfiava toda a pica dura dela. A pica da Carla é morena, grossinha e tem 23 centímetros. No começo eu não conseguia com ela toda na boca, queria sentir ela toda dentro mas não dava, batia na minha garganta e eu engasgava. Carla disse: "Chupa minha pica, vai! Puta! Faz isso... quero que você coma ela toda, puta", aquilo me deixou com muito tesão e fui chupar, mas mudei de posição, coloquei minha bunda do lado da cabeça dela e minha cabeça desceu até a pica dela e agora sim, com minha garganta alinhada com a pica dela, ela entrou e eu aguentei ela toda dentro. Lembro que foi uma sensação de prazer, me fez sentir cheia (mais tarde eu ia ficar ainda mais cheia). Carla gemeu de prazer, adorou sentir a pica toda dentro da minha boca, me elogiou: "Muito bem, puta, isso aí, come ela toda.
Continuei com uma mamada intensa, notei como ela ficava mais excitada, ela gemia, me lembrava o quanto eu era uma puta por chupar ela daquele jeito e segurava minha cabeça quando eu tinha todo o pau dela na minha boca. Eu parei e comecei a bater uma punheta pra ela com uma mão enquanto com a outra pegava um dos peitos dela e chupava. Ela me disse que tinha chegado a hora, pra eu ficar de quatro na cama porque queria me foder. Obediente como a puta que eu estava sendo, me posicionei e pedi pra ela ter cuidado porque nunca tinha sido fodida no cu com um pau de verdade nem tão grande... aí ela me disse "não se preocupa, puta, vou arrebentar seu cu e você vai gritar que quer que eu não pare, você é dessas". Em seguida, abriu a gaveta do criado-mudo e pegou um lubrificante, com cuidado enfiou um dedo no meu cu, hmm, que gostoso que foi. Comecei a me masturbar com aquele dedo no meu cu, ela me virou e abriu minhas pernas, então enfiou dois dedos enquanto com a outra mão aproximava meu pau da boca dela e começou a chupar. Aquilo foi maravilhoso, comecei a gozar como uma verdadeira puta, não conseguia parar de gemer e ela percebeu que eu estava prestes a gozar e me disse "vai gozar, puta? vai gozar? vai, faz isso!!" e bateu mais rápido até eu acabar soltando toda minha porra no meu peito. Ela me deu uns tapas na bunda porque além de puta eu era uma vadia que tinha gozado sujando tudo, então me virou pra "me dar meu castigo". Ela aproximou o pau dela do meu cu e meu pau, que estava mole, começou a reagir e ficou duro de novo. Aos poucos ela começou a empurrar o pau dela no meu cu até enfiar tudo, foi uma sensação estranha de dor e prazer, nunca nada tinha ido tão fundo e eu sentia ele cravando e ao mesmo tempo era tão gostoso sentir ele dentro que eu nunca imaginaria.
Ela começou a me foder com um vai-e-vem suave, enfiava tudo e eu gemia de prazer e da dor de sentir ele no fundo... aos poucos fui relaxando, já estava me acostumando a sentir aquela pica entrando e saindo do meu cu, tanto que nem percebi que não era mais ela que estava empurrando, mas eu que estava rebolando. Ela disse "muito bem, putinha, assim que eu gosto, sabia que você ia gostar, foxy" e eu respondi "me fode, enfia fundo" e ela disse, claro que sim, foxy, pega tudo e começou a me empurrar forte, me segurando pelos quadris enquanto eu mordia o lençol do colchão. No meio de tanta porrada, ela disse que ia gozar e eu pedi para ela gozar na minha boca. Aquilo deixou ela louca porque a Carla começou a me foder mais rápido e mais forte, como eu tinha pedido, e eu não podia desperdiçar aquela sensação gostosa de ter uma pica no meu cu, então comecei a me bater de novo e não demorou nada para eu gozar pela segunda vez. Ela disse que estava quase gozando e eu me virei, ela tirou a camisinha e comecei a chupar a pica dela como se minha vida dependesse disso, para ela me encher de porra. Não foi difícil, ela já estava quase lá e me deu toda a porra dela.
Lembro como foi gostoso sentir aquele líquido quente e viscoso escorrendo pelo canto dos meus lábios, sentir na minha língua e no meu rosto... foi uma tarde muito gostosa em que a Carla superou de longe as expectativas das minhas fantasias, foi assim que ela me transformou na putinha dela.No próximo relato, vou contar meu segundo encontro com a Carla, onde fiz um ménage com uma amiga dela que estava de passagem pela minha cidade.
Já fazia um tempo que eu fantasiava com mulheres transexuais, demais até, e foi por causa delas que acabei chupando paus num glory hole da minha cidade. Eu não tinha coragem de contatar uma mulher transexual e queria saber como era sentir uma cock (de verdade, não um dildo) na boca. Depois de realizar esse desejo, a fantasia continuou avançando. Agora eu queria chupar a cock de uma transexual muito mais e entregar meu cuzinho pra ela. Porra! Como a ideia me excitava! Tantos vezes eu imaginava... fantasiava até com um ménage e nem uma tinha me comido.
Então comecei a procurar um jeito de contatar alguma. Entrei em várias redes sociais e chats, mas não tive sorte. Devia ser que minha desesperação se via de longe. Mas um dia recebi uma notificação, uma mensagem de uma mulher madura chamada Carla, uns 48 anos. Ela era bem direta na mensagem, dizia que era uma mulher transexual e queria ver se eu era tão putinha quanto dizia. Disse que tinha visto meu perfil e gostado das minhas fotos, do meu corpo depilado e da minha bunda. Que se eu tivesse certeza, fosse num bar do centro da minha cidade às 5 da tarde da próxima sexta-feira. Que se eu fosse o mesmo das fotos, ela me reconheceria e se aproximaria.
Então, lá estava eu, super nervoso e excitado. Tinha contatado uma mulher transexual que me dobrava a idade, duas fantasias realizadas. Tava morrendo de vontade que já fosse sexta. No dia seguinte, fui ao bar onde a gente ia se conhecer, queria reconhecer o terreno. Tava tão excitado que achava que só por estar ali já ia rolar alguma coisa. Tomei um refrigerante numa mesa e fiquei mexendo nas minhas redes sociais no celular pra relaxar, mas Não conseguia parar de fantasiar... queria que já fosse sexta-feira.
Finalmente chegou a sexta, minha excitação e minha vontade de pau me levaram uma hora antes, sentei e comecei a imaginar como ela seria (só tinha visto uma foto do corpo dela, a que estava no perfil), toda vez que via uma mulher na rua ou se aproximando da porta de entrada, imaginava que era ela, que já vinha realizar minha fantasia. Escolhi uma mesa com banco, de lá dava pra ver a porta de entrada do bar e tinha a possibilidade de ver a rua através dos buracos do vidro fumê. Tava feliz com minha escolha, achando que tinha a situação sob controle, mas de repente, alguém me perguntou se podia sentar na minha mesa, não me deu tempo de responder, não tinha visto ela entrar (mais tarde ela me explicou que já estava lá dentro quando cheguei, porque trabalhava na cozinha daquele bar), largou a cerveja dela e sentou no banco bem do meu lado, tremi de excitação e fiquei vermelho, e ela sorriu e falou: "tá tudo bem, se acalma". Uffa, que nervoso! Eu não conseguia parar de olhar pra ela, tava ficando muito excitado só de saber que finalmente ela tinha chegado.
Carla é uma mulher madura, brasileira (já no sotaque da voz dela me seduziu), dava pra ver que se cuidava, que malhava, tinha umas pernas bem torneadas, um pouco larga de quadril mas sem dúvida tinha uma bunda bem gostosa e ela sabia que os homens olhavam pra ela desde que saiu da cozinha. Ela sorriu pra mim e disse: "Luis... né? Ah, se acalma, vadio, não fica nervoso que eu não mordo" e sorriu. Eu só consegui concordar enquanto olhava o decote que os peitos dela formavam. Ela sorriu de novo e disse que tava feliz que eu tinha resolvido ir e que eu era o garoto das fotos, que era muito bonito, e eu sorri e devolvi o elogio. Carla tem uns olhos cor de mel e uma cabeleira longa e avermelhada.
Conversamos por mais de uma hora, embora pra mim tenha parecido muito mais curto, durante esse tempo Ela me perguntava coisas sobre minha vida, colocava a mão na minha perna e ria de um jeito safado, brincava comigo e com minha excitação, me perguntava sobre meus interesses e eu só respondia enquanto ela, com uma mão, dava um gole na cerveja e punha a outra no meu meio das pernas. Me deixava louco, não fiz nenhuma pergunta, era o brinquedo dela, ela sabia que, na minha mente, eu tava imaginando ela pelada num quarto de hotel e tinha uma bela ereção debaixo da calça, que não consegui esconder em momento nenhum. Ela sabia, afinal tinha passado a mão várias vezes e depois da terceira cerveja colocou a mão no meu pau e continuou falando, começou a acariciar como se fosse ver o tamanho e com um sorrisinho maroto disse que eu tinha passado da primeira fase da conversa, que gostou de eu não ter recusado brincar e me via como um bom garoto, aquilo me deixou a mil, saber que tava mais perto de poder comer ela. Me perguntou se agora que eu já tinha conhecido ela, o que achava, se ela era gostosa, e eu não demorei a responder "sim" e ela perguntou se eu ainda tava decidido a deixar ela me comer (eu tinha avisado que nunca tinha dado o cu, só tinha brincado com dedos, dildos e pepinos), e eu respondi ansioso "SIM!! por isso que tô aqui".
Foi aí que me soltei e comecei a falar de todas as fantasias que tinha com transsexuais e foi quando Carla disse, "só falta o último teste... preciso ver o material aqui e agora, não se preocupa, nesse canto ninguém vai perceber". Sorriu de novo pra mim e eu tava excitadíssimo e, mesmo com vergonha de alguém no bar poder me ver ou reconhecer, o tesão era tão grande que aceitei e ali sentado desabotoei os botões da minha calça jeans e tirei meu pau bem duro e molhado. Ela olhou, sorriu e aproximou a mão de novo do meu pau e acariciou, começou a bater uma punheta suave enquanto dizia que tava feliz de eu ser tão putinha, que a gente ia se divertir pra caralho. Muito bem. Eu já estava me divertindo e ela percebeu, parou de tocar na minha piroca e me disse "me segue". Ela se levantou e moveu a mesa, só o suficiente pra minha piroca ficar visível pra amiga dela que estava no balcão, que me deu um sorrisinho safado. Eu fiquei vermelho e me apressei pra fechar os botões, de cabeça baixa fui até o balcão, paguei as cervejas e saí do bar procurando ela. Segui ela de longe por duas ruas, até que a vi entrar num prédio e o portão fechou... fiquei pasmo, de repente o portão ficou entreaberto e eu me apressei pra alcançar a porta e entrei. Lá estava ela, perto do elevador, rindo, e me disse que tava bem feito por eu ficar tirando a piroca em lugares públicos.
O elevador chegou e subimos, eu ainda não tinha tocado nela e naquele momento tava morrendo de vontade. Fiquei de frente pra ela, olhando com um desejo imenso, e ela disse: "aguenta mais um pouquinho, já já chegamos e você vai ter sua recompensa, putinha". O elevador chegou no quarto andar, saímos e ela abriu a porta do apartamento dela. Entramos, ela me pegou pela mão e me convidou pra ir pro quarto dela. Eu tava excitadíssimo, minha piroca tava encharcada por baixo da roupa. Ela começou a passar a mão por cima da calça e me beijou. Uff, eu explodi e comecei a apertar a bunda dela, puxando ela pra perto de mim. Depois, minhas mãos foram pros peitos dela. Ela me afastou, sorriu e disse: "nossa, parece que você tá com muita vontade, hein! Tira a roupa, putinha, quero ver seu corpo". Eu me afastei e ela sentou na cama dela, me olhando enquanto eu tirava a roupa. Fiquei pelado na frente dela, me aproximei da cama e ela passou a mão na minha bunda e lambeu meus mamilos. Eu disse que também queria ver ela pelada, e ela respondeu: "claro, é só justo". Então ajudei ela a se despir. Quando ela deixou os peitos à mostra, comecei a lamber os mamilos dela. Ela tinha uma auréola escura em volta dos mamilos que tava me deixando louco. Fiquei atrás dela e ajudei a tirar a calça. Ela se deitou. Sobre a cama, me deixando ver o volume que aparecia por baixo da calcinha fio dental dela. Ela me disse: "O que você vai fazer pra me fazer querer tirar isso?". Eu me aproximei dela e comecei a lamber a parte interna da coxa dela, subindo até a virilha, até abrir a boca e chupar a calcinha e o volume com minha boca. Afastei a calcinha dela e fui comer os ovos dela, lamber eles, e com minha mão agarrei a pica dela ainda mole (inacreditável!! Eu tava com a minha dura e melada há horas e aquela pica tava lá como se nada!!), agarrei ela e comecei a meter na minha boca, ia aproveitar sentindo ela crescer dentro da minha boca. Naquele estado era fácil ter ela toda dentro, continuei chupando, molhando com minha saliva e sentindo ela crescer. Ela disse que eu chupava muito bem, que normalmente ela tinha que falar "cuidado com os dentes", mas comigo não, que eu era uma puta muito boa de chupada.
Carla começou a ficar mais e mais excitada, começou a me dar tapas na bunda enquanto enfiava toda a pica dura dela. A pica da Carla é morena, grossinha e tem 23 centímetros. No começo eu não conseguia com ela toda na boca, queria sentir ela toda dentro mas não dava, batia na minha garganta e eu engasgava. Carla disse: "Chupa minha pica, vai! Puta! Faz isso... quero que você coma ela toda, puta", aquilo me deixou com muito tesão e fui chupar, mas mudei de posição, coloquei minha bunda do lado da cabeça dela e minha cabeça desceu até a pica dela e agora sim, com minha garganta alinhada com a pica dela, ela entrou e eu aguentei ela toda dentro. Lembro que foi uma sensação de prazer, me fez sentir cheia (mais tarde eu ia ficar ainda mais cheia). Carla gemeu de prazer, adorou sentir a pica toda dentro da minha boca, me elogiou: "Muito bem, puta, isso aí, come ela toda.
Continuei com uma mamada intensa, notei como ela ficava mais excitada, ela gemia, me lembrava o quanto eu era uma puta por chupar ela daquele jeito e segurava minha cabeça quando eu tinha todo o pau dela na minha boca. Eu parei e comecei a bater uma punheta pra ela com uma mão enquanto com a outra pegava um dos peitos dela e chupava. Ela me disse que tinha chegado a hora, pra eu ficar de quatro na cama porque queria me foder. Obediente como a puta que eu estava sendo, me posicionei e pedi pra ela ter cuidado porque nunca tinha sido fodida no cu com um pau de verdade nem tão grande... aí ela me disse "não se preocupa, puta, vou arrebentar seu cu e você vai gritar que quer que eu não pare, você é dessas". Em seguida, abriu a gaveta do criado-mudo e pegou um lubrificante, com cuidado enfiou um dedo no meu cu, hmm, que gostoso que foi. Comecei a me masturbar com aquele dedo no meu cu, ela me virou e abriu minhas pernas, então enfiou dois dedos enquanto com a outra mão aproximava meu pau da boca dela e começou a chupar. Aquilo foi maravilhoso, comecei a gozar como uma verdadeira puta, não conseguia parar de gemer e ela percebeu que eu estava prestes a gozar e me disse "vai gozar, puta? vai gozar? vai, faz isso!!" e bateu mais rápido até eu acabar soltando toda minha porra no meu peito. Ela me deu uns tapas na bunda porque além de puta eu era uma vadia que tinha gozado sujando tudo, então me virou pra "me dar meu castigo". Ela aproximou o pau dela do meu cu e meu pau, que estava mole, começou a reagir e ficou duro de novo. Aos poucos ela começou a empurrar o pau dela no meu cu até enfiar tudo, foi uma sensação estranha de dor e prazer, nunca nada tinha ido tão fundo e eu sentia ele cravando e ao mesmo tempo era tão gostoso sentir ele dentro que eu nunca imaginaria. Ela começou a me foder com um vai-e-vem suave, enfiava tudo e eu gemia de prazer e da dor de sentir ele no fundo... aos poucos fui relaxando, já estava me acostumando a sentir aquela pica entrando e saindo do meu cu, tanto que nem percebi que não era mais ela que estava empurrando, mas eu que estava rebolando. Ela disse "muito bem, putinha, assim que eu gosto, sabia que você ia gostar, foxy" e eu respondi "me fode, enfia fundo" e ela disse, claro que sim, foxy, pega tudo e começou a me empurrar forte, me segurando pelos quadris enquanto eu mordia o lençol do colchão. No meio de tanta porrada, ela disse que ia gozar e eu pedi para ela gozar na minha boca. Aquilo deixou ela louca porque a Carla começou a me foder mais rápido e mais forte, como eu tinha pedido, e eu não podia desperdiçar aquela sensação gostosa de ter uma pica no meu cu, então comecei a me bater de novo e não demorou nada para eu gozar pela segunda vez. Ela disse que estava quase gozando e eu me virei, ela tirou a camisinha e comecei a chupar a pica dela como se minha vida dependesse disso, para ela me encher de porra. Não foi difícil, ela já estava quase lá e me deu toda a porra dela.
Lembro como foi gostoso sentir aquele líquido quente e viscoso escorrendo pelo canto dos meus lábios, sentir na minha língua e no meu rosto... foi uma tarde muito gostosa em que a Carla superou de longe as expectativas das minhas fantasias, foi assim que ela me transformou na putinha dela.No próximo relato, vou contar meu segundo encontro com a Carla, onde fiz um ménage com uma amiga dela que estava de passagem pela minha cidade.
4 comentários - Traveco - Sou a putinha da Carla
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