Minha primeira vez (3ª parte)

E, por último, meu verdadeiro desvirginamento. O que me consagrou como promíscua: a primeira vez que me fizeram a Booty.
Aconteceu já no sexto ano, aos meus 18 anos de idade. Eu já o conhecia desde o terceiro. Era meu monitor de informática favorito. Um grisalho bigodudo, tipo uns 49 anos. Da minha altura, mas grandalhão de largura. A gente trocava uns amassos direto.
Deixava bilhetinhos sugestivos no computador dele quando saía das aulas. Assim, dois anos, até fazer 18 (embora, uma vez, quando tinha 17, quase que a gente fechava um boquete).
Quando ficávamos sozinhos na sala durante o recreio, ou quando ele me levava matéria pra dezembro ou março, ele passava com a calça jeans apertada esfregando o bullterrier dele em mim, toda hora. Acariciava minha nuca. Eu olhava nos olhos dele de baixo pra cima. Ele tentava me agarrar a bunda ou enfiar uns dedos. Queria que eu sentasse em cima dele.
Eu, por minha vez, também não facilitava. Sentava na fileira da frente da dele, pra, quando tivesse recreio ou eu quisesse levantar, enfiar a bunda na cara dele. Que momentos gostosos.
Ele sempre se recusou a ter algo comigo, só pelo fato do nosso vínculo professor-aluna e, além disso, pela minha pouca idade. Era o primeiro casado com quem me envolvia (e acho que a única vez que curti). Conheci ela porque ela vinha buscá-lo às vezes. O negócio é que sempre a vi como uma vaca com meu sugar daddy.
Chegou o dia, eu fazia 18 anos. Tempo atrás, ele tinha me prometido que, quando eu atingisse a maioridade, ele me faria sua menina. Tinha que pagar a dívida.
Começou a dar desculpas pra não rolar. Tava tenso, dava pra notar. Não sei se por ser um homem casado, por ser meu professor ou por eu ser "menor", mas o medo dele tava latente. Mas isso não me impedia de instigá-lo a fazer comigo ali, ou onde fosse.
Assim que a gente ficou sozinho, falei pra ele não se preocupar, que tava tudo bem se não rolasse nada. Enchi ele de beijos por todo lado, por toda a carinha linda dele. A gente riu. Se olhou com tanta química, que consegui convencê-lo. Coitadinho. Sou diabólica.
Tava me perguntando o que queria de presente. Respondi que era o pacotão dele, soprar a velinha enquanto segurava e acariciava com muita fome aquela protuberância gorda. Pra quê? Não perdi um segundo pra manipular ele sexualmente. Não aguentava mais. Já tava dura. E sim, quase fiz uma punheta com a calça dele vestida.

A chegada dos meus colegas cortou o papo, mas minha cara foi de "você não vai escapar de mim, véinho gostoso".
Por sorte, como não era professor, só assistente, não precisava levantar da cadeira. Então ficou lá, cumprimentando de longe. Colocou uma pasta em cima pra disfarçar com os meninos que sentavam no PC do lado. A aula passou e ele escapou das minhas garras. Eu, me fazendo de valente, mas tava com medinho de entregar ainda. Minhas dúvidas.

Quando, finalmente, meus colegas foram embora, ficamos sozinhos por um instante. A profe não tava olhando. Cheguei perto, dei um beijo na bochecha perto da boca, apalpei a rola e falei no ouvido: "minha raba tá te pedindo aos berros". Ele corou, sorriu e me desejou feliz aniversário.

Durante o recreio, cruzei com ele duas vezes, então mostrei a tirinha da calcinha fio dental vermelha que coloquei naquele dia. Pisquei o olho. Mandei um beijo. Ele ficou paralisado. Não esperava que eu fizesse isso na frente de tanta gente. Mas sem ninguém perceber. Óbvio. Não ia expor ele assim. Coitadinho do meu amor.

Na segunda vez que fiz isso, ele me chamou. Cheguei perto pra ele terminar dizendo que já tinha batido três punhetas pra mim. Que achava que aquela noite ia acabar comendo a mulher dele. Tanta provocação, não me surpreenderia. Os dois tavam com muito tesão, pra caralho.

Quando soube disso, fiquei mais puta ainda. Queria mais. Acho que se tivesse o número de celular dele, a gente teria feito uma chamada quente ou, pelo menos, trocado mensagem. Era incrível o que a gente sentia. Minha xereca já tava fervendo toda pelo meu papichulo.

Depois que acabou o último recreio, o de 5 minutos, me aproximei dele Gabinete de computação pra pedir ajuda dela. Peguei emprestado com a profe por um instante e falei "VAMOS PRO BANHEIRO, VAI LOGO". A sensação intensa de adrenalina fez a gente nem pensar. Só fomos.
Fomos pro banheiro aproveitando que todo mundo tava na aula, pra ter nosso primeiro encontro sexual. Como não tínhamos muito tempo, aproveitei pra mostrar meus talentos de boquete.

Entramos, encosto ele na porta, beijo ele com paixão profunda na boca e no pescoço (enquanto passo a mão na pica dele). Ele não perdeu tempo, não quis ser só o que ia ser satisfeito, porque acabou passando a mão na minha bunda.
Amassava com todo o tesão que a gente tinha. Foi pouco, mas foi foda. Foi muito gostoso. Como se ele já tivesse na mente, direto, meter o pau de uma vez, sem boquete no meio.

Eu fiz sinal de não com o dedo. Me agachei e levantei o olhar. Desabotoei a calça dele com luxúria. Ele não entendia nada. Quando nossos olhares se cruzaram, ele se entregou de vez ao prazer. Pensava que ia me dar o presente na hora. Mas eu queria continuar esperando. Desejando. A gente aceitou.

Deixo a pica venosa dele no ar, esperando ser apertada pelas minhas bochechas. Mais ainda, uma gotinha branca escapava pela frestinha da glande. Brilhava. Quase que me refletia. Enfiei até o fundo, sem hesitar. Até que nem as bolas dele ficassem de fora.

De vez em quando eu batia uma punheta com a boca, outras vezes, com a mão. Também com as duas. Minhas chupadas não ficavam só no sobe e desce, minha boca também viajava em espiral. Aproveitei tanto, que parecia que tava comendo o pirulito mais gostoso da galáxia.

Já estávamos no auge quando minha língua começou a saborear todo o freio dele. Essa ação faz o primeiro jato começar a sair (que, aliás, não parava de jorrar). Era incrível tudo que espirrou. Não precisava ele me falar com palavras que foi o melhor boquete que já levaram. Já tava bem claro. Minha cara toda era uma bagunça. Sobretudo, minha testa. Nem vou falar do meu olho direito.
Eu não queria soltar o pedaço, então continuei agarrada. Já parecia que ele tava tendo espasmos, coitado. Também não pedia pra eu soltar. Pelo contrário, me apertava pela nuca.
Ele se apressa pra vestir a cueca e a calça. Me dá o celular dele. Vai embora.
Naquele ano, eu fiz aniversário numa terça, então... a gente combinou a semana inteira pra se ver no sábado à noite num hotel. Já que eu tinha o número dele, aproveitei pra mandar umas coisinhas, me adiantar no que eu queria que rolasse. Teve punheta.
Como o celular não tinha câmera, não dava pra mandar foto da minha bunda. E ainda por cima era SMS.
Quando, finalmente, chega aquela noite, ele vem me buscar de carro em casa. A gente vai pra um bar conversar de boa. Me apaixonei por esse detalhe. Ele não queria só transar. Queria conversar e ir se esquentando, exatamente como a luxúria ia se soltando na aula.
A gente conversou sobre a escola, as matérias que eu tava devendo, a esposa dele, a filha dele, como o relacionamento tava uma merda e muito mais. Depois de umas doses moderadas, a gente foi pro carro pra conversar mais um pouco. Demos umas voltas na praça do bairro.
Num certo momento, ele tentou me convencer de que virgindade não é sopa e que não devia ser perdida por qualquer um e que blá, blá, blá... Óbvio que não conseguiu me convencer. Me sentou no colo dele, me deu uns beijos e a gente foi voando pro carro. Nem dava pra ver as pernas.
Chegando no hotel, ele mostra que tá com uma barraca enorme entre as pernas. Peguei nela, apertei com a calça vestida. Fiquei sacudindo. Batendo uma pra ele. Ele me contou de cada uma das punhetas que bateu pensando no boquete que eu fiz. Nas vezes que ele olhava pra minha bunda com a calça apertada que eu só usava quando tinha aula com ele.
Ele abaixou a braguilha. Deixou, de novo, o cabeção exposto. Lá estava ele, impecável, todo brilhante. Tão soberbo, com a cabeça na expectativa da minha boca.
Meus lábios eram fogo puro, cheios de baba ao mesmo tempo. Mistura estranha. Minha língua passou de um de um lado para o outro. Eu saboreei tudo. Via ele se masturbando na minha frente e cada segundo que ele não fazia nada era uma tortura pra mim.
Ele me agarrou pela nuca pra, violentamente, me obrigar a chupar o pau dele. Aquilo me excitava. As mãos dele se aproximaram da minha bunda pequenina. Brincalhonas, se intrometeram entre minha pele e minha calcinha fio dental. Os dedos dele entravam e saíam, enquanto ele, por sua vez, curtia meus talentos bucais.
Sem perder tempo, ele liga o carro e a gente entra pela parte da garagem. Lá, um homem nos recebe e dá a chave de um quarto. Eu pego, porque... mão velha, haha. Ele observa a situação atentamente. A gente desce do carro pegando fogo. Tento enfiar a chave, mas não conseguia com ele atrás me apoiando e me apressando.
Os dois riam. Já se conheciam. Risadas cúmplices. O homem se retira. Ficamos sozinhos. Ele nunca parou de apalpar minha raba, de beijar minhas costas, de respirar como um louco na minha nuca. O tesão foi tanto que ele me levanta no colo e, com só uma mão e um ombro, consegue finalmente abrir... a porta, claro.
Lá dentro, tinha um corredor e a gente teve que achar o quarto. Quando achamos, a festa começa.
Ele me joga na cama, tira a calça feito stripper, deixando à mostra a cueca com uma inchação promíscua. Rasga a camisa e se atira em cima de mim, como se fosse um predador de olho na presa inocente.
A mesma coisa acontece com minhas roupas. Minha calça voa longe. Fico só de regata, fio dental e tênis. Mas ele fica surpreso ao ver que, debaixo da peça tirada, tinha um detalhe pra ele: eu tinha vestido umas meias de lycra, que, pra sorte, ele achou curiosamente sexy.
A ereção dele fica mais evidente. As veias começam a pulsar forte. A glande fica mais vermelha e poderosa. Parecia que ia explodir sem me provar, mas não... pra meu espanto, ele me pega pelas duas nádegas, abre, puxa minha calcinha de lado, me obriga a ficar de joelhos na cama e Ele me toma por trás.
Sim, finalmente, estava acontecendo. Minha bunda estava sendo penetrada. Talvez tivesse diminuído um pouco a intensidade e o fato de eu estar com o buraquinho seco. Mas... tirando isso, estava muito gostoso pra ser minha primeira vez. Tudo no pelo.

Com a fúria de uma besta enjaulada que passou muita fome, ele me comia sem piedade. Era outro ser. Um faminto de luxúria.

Suas mãos, igualmente selvagens, deixavam a pele das minhas nádegas em carne viva. Parecia mais uma tatuagem do que o resultado de uma noite de paixão.

Seus gemidos, que por causa da proximidade do meu ouvido, soavam altíssimos. Eu não sentia nada além do seu cântico perverso. Já não era respiração, parecia um rugido do mesmo animal que descrevi antes.

Ele me obrigou a ficar de quatro pra ele. Minhas bandas pareciam dois pãezinhos virginais que se abriam só pra ele enfiar o salame grosso que tinha entre as pernas.

Com uma mão, ele segurava minha cintura. Com a outra, continuava seu ritual de sadismo. Ele fez questão de deixar os dedos bem marcados pra posteridade na pele delicada que cobria minha bunda.

Entre a entrada e a saída do pau dele, a cabecinha deixou escapar um jorro longo de porra, que foi parar nas minhas costas.

O ritmo violento que a gente dava junto acabou fazendo a cama ceder, e eu fiquei com a bunda pequena virada pra cima. Ele deu uma volta na cama e aproveitou pra me mostrar a maestria que tinha com a língua. Mergulhou ela pra me fazer ver estrelas. Aquele homem podia te comer com qualquer coisa.

Ele me fez gozar como ninguém. Me fez ejacular no pau dele. Me fez chupar ele de novo. Que adora o amor que eu coloco em cada boquete que faço. Aceito a proposta dele. Notei que meu buraquinho aumentou, porque... entravam três dedos. Enquanto eu devoro o pau dele, ele me faz um anal com os dedos.

Pedi pra ele me avisar quando fosse gozar. Ele avisa. Não paro de puxar a goma, mas, dessa vez, com mais ênfase. Até que sinto uma cachoeira viscosa enorme começa a jorrar do pau dele.
Tudo foi parar na minha língua. Mas também bateu com força na minha garganta, me obrigando a engolir. Mas não sobrou nada pra fora, nem no meu queixo.
Ele tira de dentro da minha boca. Abro os olhos e vejo que a cabeçuda dele ficou limpinha. Ficou impecável. Brilhosa. Lustrada. Como nova. Ele me parabeniza pelo trabalho com uns tapinhas.
O amigo dele começava a dormir de pouquinho. Era tão fofo ver aquela cena, que dei um beijinho nele. No fim, fui a puta daquele homem. Que presente de aniversário gostoso.

1 comentários - Minha primeira vez (3ª parte)

Me reeee calentó tu relato, que ganas de cogerte así
Muchas gracias por los puntitos y el comentario tan tierno ♡.♡ qué lindo saber eso.