Não é a primeira vez que eu dou uma chifrada no meu marido, mas é a primeira vez que me apego tanto a alguém. Pareço uma adolescente apaixonada.
Não é algo que eu tenha procurado, ia ser só uma vez mesmo, pra matar a vontade, mas quando a gente foi pra cama... Ufffffffff! Como é que eu ia abrir mão disso, podendo ter e aproveitar
Nunca dou meu número quando é sexo casual, mas pra ele eu dei. Não queria perder o contato. Então todo dia mando uma fotinha minha pelada. Meus peitos cheios desejando o toque dos dedos dele, minha buceta molhada pedindo pela vara dele.
A gente tinha estado mais uma vez no quarto dela na Jirón Amazonas, mas não era suficiente pra mim. Eu queria mais. Queria me sentir dela sem pressa nenhuma. Compartilhar mais do que um momento.
O que eu realmente precisava era passar uma noite inteira com ele. Deitar, transar bem gostoso, dormir de conchinha, acordar do lado dele, e repetir tudo de manhã. Aproveitar, mesmo que só uma vez, um momento de casal.
Mas como fazer isso?
Realizar essa fantasia significava passar uma noite inteira fora de casa. Meu marido não é do tipo ciumento, não é desses caras tóxicos que ficam ligando toda hora pra saber onde você tá ou o que tá fazendo. Nesse aspecto, a gente se dá bastante liberdade. Não tô dizendo que temos um relacionamento aberto, mas não ficamos o tempo todo um em cima do outro. Mais de uma vez dormi na casa de uma amiga depois de alguma festa ou encontro da turma. E aí, justamente, estava a solução.
É o bom de ter tantas amigas, sempre tem uma fazendo aniversário. Nesse caso, a Yahaira.
Não tínhamos falado nada, mas desde aquele momento comecei a organizar o evento. Liguei pra todas, dizendo que a gente precisava marcar algo, que já fazia um tempão que não se reunia, e que o aniversário da Yahaira era a desculpa perfeita pra gente se atualizar. Passei a tarde inteira com o celular colado na orelha.
O que a gente faz por uma boa rola!
Com tudo já organizado, o próximo passo foi reservar um quarto num hotel. Quando contei pro Jean, ele ficou todo animado com a ideia. Me disse que também queria dormir comigo.
—Embora a última coisa que a gente vá fazer seja dormir... — acrescentou, insinuante.
Naquela noite, saí com minhas amigas pra comemorar os 34 anos da Yahaira. Ela não é charapa como a maioria de nós, mas se integrou super bem no grupo. Primeiro fomos a um restaurante-bar e depois pra um show em Barranco. Foi mó legal, mas eu fiquei o tempo todo contando os minutos pra chegar a hora de ir pro hotel encontrar o venezuelano.
Perto da meia-noite, chamo a Joselyn de lado, minha amiga mais próxima, e falo que preciso ir.
—Não me diga que (meu marido) tá te controlando — ela se irrita.
—Não vou pra minha casa — esclareço pra ele.
Ela me olha com aquela cara de desconfiança que sempre faz quando algo não bate e me pergunta:
—Então, cê pode me dizer pra onde cê vai, amiga?
Conto pra ela. Conto tudo. A Joselyn é das minhas, é casada mas também tem suas aventuras. Ela me entende, então juntas bolamos uma desculpa pra eu poder sumir de casa naquela noite.
Digo pra ela que pode contar comigo pro que der e vier, e saio do local. Lá fora já tem um Uber me esperando.
Chego no hotel e me preparo. Só então mando uma mensagem pro Jean avisando que tô esperando ele. Quando chega, bate três vezes na porta, igual a gente combinou.
Abro e recebo ele com um conjunto de lingerie que comprei especialmente pra essa noite. Ele fica de boca aberta quando me vê. Quando reage, me pega nos braços e me beija com o maior dos desejos.
Sinto a dureza da pica dele quando ele encosta o corpo no meu. Pego ele pela mão e levo comigo até a mesinha perto da janela, onde uma garrafa de champanhe nos espera dentro de um balde de gelo.
Brindamos e nos beijamos de novo, gostosa, com tudo. Com as mãos dele, ele se apossa dos meus peitos por cima da renda da lingerie. Sentir o toque dele, a aspereza dos dedos, faz meus bicos ficarem duros na hora. Ele se inclina e chupa, morde, me deixando num estado desesperador.
Me deito na cama e, abrindo as pernas, me entrego gostosa aos carinhos que ele agora faz no meu sexo.
Enfia os dedos e me explora por dentro, enquanto com o polegar esfrega deliciosamente meu clitóris.
—Você tá toda molhada...! — ele me diz num sussurro cheio de tesão.
—Estou assim por sua causa... Você me deixa assim! — falo para ele, me contorcendo de forma lasciva.
Nós nos beijamos de novo enquanto os dedos dela continuam se enterrando em mim, inquietos, invasivos. Com uma mão, acaricio o volume que ela tem por baixo da calça.
Quero chupar ele, sentir o pau dele na minha boca, mas antes mesmo de tentar abaixar o zíper da calça, ele se acomoda entre minhas pernas e me chupa.
Ele percorre toda a minha fenda com a língua, saboreando meus sucos íntimos, me lambendo, me chupando, me mordendo também, enquanto eu me abro toda pra ele, suspirando enlouquecida, entregando completamente meu cantinho do amor… esse amor que é tudo pra ele.
Me deixando com a buceta dilatada e pulsante, ela se levanta e, pelando o pauzão, fica exibindo ele na minha cara.
Meu Deus do céu! Parece bem maior do que da última vez.
Me agarro nele com as duas mãos, dou uns beijinhos na ponta, passo a língua pra lá e pra cá, subindo e descendo, chupando as bolas, esfregando o pauzão na cara toda, cheirando, saboreando.
Tento enfiar o rodo inteiro na boca, mas mesmo não conseguindo, acho divertido tentar. Engasgar de rola.
Quando ele vai abrir um preservativo, eu falo que não, que dessa vez quero sentir "sem capinha". Empolgado com a ideia, ele mete, e nem precisa empurrar nem nada, porque meus lábios da buceta grudam na cabeça e sugam o resto inteiro.
- Ahhhhhhh… ahhhhhhh… ahhhhhhhh…! - consigo gemir enquanto ele me preenche como se eu tivesse a buceta de uma novinha.
Ele me penetra e fica lá dentro, fazendo eu sentir ele em todo seu esplendor maravilhoso, sinto como ele pulsa, como late dentro de mim, me enchendo de sensações excitantes e deliciosas. Ele me segura pelas coxas e começa a se mover, pra dentro e pra fora, de um jeito delicioso.
Meus fluidos vaginais banham ele por completo, então o barulho da penetração, aquele som aquoso tão excitante, fica cada vez mais intenso.
De pouquinho em pouquinho vai se deitando em cima de mim, sem parar de me empalar uma vez atrás da outra, enfiando até o fundo. Eu abraço ele com braços e pernas, querendo segurar ele dentro de mim, aproveitar o máximo possível essa pica venerada que me dá tanto prazer.
—Assim, meu amor… me dá tudo… isso… faz eu sentir… ahhhhhhh… que delícia… ahhhhhhh… isso…! — eu gemia, tremendo de prazer, começando a mexer devagar os quadris, me encaixando nos movimentos dela.
Que delícia!!!
O pingazo flui através da minha pussy com a facilidade que só a lubrificação mais intensa pode proporcionar. Sem tirar ela de dentro, ele se levanta um pouco, fica de joelhos e coloca minhas pernas sobre os ombros, aumentando o ritmo das estocadas, me dando e me dando com tudo, me fazendo pular da cama a cada enfiada. Eu tremo, me contorço de prazer, arqueando as costas pra sentir ele ainda mais fundo, pra guardar tudo dentro de mim, pra me sentir bem cheia com essa pica que não me dá descanso.
Depois de um tempo, ele tira ela toda encharcada nos meus fluidos vaginais grossos e me vira, fazendo eu ficar de quatro. Ele dá um tapinha na minha bunda e me penetra de novo, tão fundo que parece que sinto ele nas entranhas.
Ele me agarra pela cintura e começa a me comer num ritmo implacável, me empurrando com tudo, me fazendo delirar de prazer. Meus gemidos devem estar ecoando pelo hotel inteiro, mas isso não me importa, minha única vontade naquele momento é aproveitar ao máximo aquele homem que me deixou completamente pirada.
Depois de algumas penetrações na minha buceta, de tão molhada que eu tô, a pica escorrega por toda a minha fenda.
—Faz em mim, papi... na minha bucetinha... por favor...!" — peço quase num tom de súplica.
Ele não hesita, encosta a ponta bem no centro do buraco e começa a empurrar… meus esfíncteres são super elásticos, então a metade entra sem problemas, já pro resto ele tem que fazer um pouco de força e eu aguentar uma dorzinha aqui e ali, mas pra ter ela bem enterrada dentro do cu, tô disposta a aguentar o que vier… e mais também.
Agora sim, me sinto completamente cheia, transbordando de satisfação. O Veneco segura minha cintura de novo e começa a me comer num ritmo lento e suave primeiro, pra depois meter com tudo.
Ele enfia até o saco, arrebentando minha buceta com as porradas furiosas da pélvis dele. Eu tô toda aberta, completamente entregue, pedindo mais e mais, me deixando destruir por essa bombada agressiva que me faz sentir que a qualquer momento a pica vai sair pela minha garganta.
Isso teria sido o ápice da felicidade… hahaha… atravessada pela pica do meu amante.
A parada é que o Chamo fica todo animado com a minha bunda. De vez em quando ele tira o pedaço e enfia os dedos, pra ver até onde eles chegam em mim. E chegam bem fundo, vou te falar. Ele enterra quase até os nós dos dedos e fica rodando lá dentro, como se procurasse alguma coisa. Aí ele tira os dedos e mete de novo aquela pica dos sonhos, dando umas batidinhas no final que me fazem tremer de tesão.
Meus gemidos e os dele se intensificam, se coordenando perfeitamente, até que numa dessas últimas e vigorosas enfiadas, ele deixa o pau cravado bem fundo no meu cu e goza com jatos fortíssimos de leite.
—Você gostou? — ela me pergunta num sussurro.
Mal consigo falar, ainda tô meio em choque com a violência dos orgasmos, então respiro fundo, encho o peito de ar e respondo:
—Você me destruiu… papai!
É assim que me sinto, destruída, por dentro e por fora. Bem comida, e melhor ainda na cama. O que se chama de felicidade completa.
E isso que a noite tá só começando...
Não é algo que eu tenha procurado, ia ser só uma vez mesmo, pra matar a vontade, mas quando a gente foi pra cama... Ufffffffff! Como é que eu ia abrir mão disso, podendo ter e aproveitar
Nunca dou meu número quando é sexo casual, mas pra ele eu dei. Não queria perder o contato. Então todo dia mando uma fotinha minha pelada. Meus peitos cheios desejando o toque dos dedos dele, minha buceta molhada pedindo pela vara dele.
A gente tinha estado mais uma vez no quarto dela na Jirón Amazonas, mas não era suficiente pra mim. Eu queria mais. Queria me sentir dela sem pressa nenhuma. Compartilhar mais do que um momento.
O que eu realmente precisava era passar uma noite inteira com ele. Deitar, transar bem gostoso, dormir de conchinha, acordar do lado dele, e repetir tudo de manhã. Aproveitar, mesmo que só uma vez, um momento de casal.
Mas como fazer isso?
Realizar essa fantasia significava passar uma noite inteira fora de casa. Meu marido não é do tipo ciumento, não é desses caras tóxicos que ficam ligando toda hora pra saber onde você tá ou o que tá fazendo. Nesse aspecto, a gente se dá bastante liberdade. Não tô dizendo que temos um relacionamento aberto, mas não ficamos o tempo todo um em cima do outro. Mais de uma vez dormi na casa de uma amiga depois de alguma festa ou encontro da turma. E aí, justamente, estava a solução.
É o bom de ter tantas amigas, sempre tem uma fazendo aniversário. Nesse caso, a Yahaira.
Não tínhamos falado nada, mas desde aquele momento comecei a organizar o evento. Liguei pra todas, dizendo que a gente precisava marcar algo, que já fazia um tempão que não se reunia, e que o aniversário da Yahaira era a desculpa perfeita pra gente se atualizar. Passei a tarde inteira com o celular colado na orelha.
O que a gente faz por uma boa rola!
Com tudo já organizado, o próximo passo foi reservar um quarto num hotel. Quando contei pro Jean, ele ficou todo animado com a ideia. Me disse que também queria dormir comigo.
—Embora a última coisa que a gente vá fazer seja dormir... — acrescentou, insinuante.
Naquela noite, saí com minhas amigas pra comemorar os 34 anos da Yahaira. Ela não é charapa como a maioria de nós, mas se integrou super bem no grupo. Primeiro fomos a um restaurante-bar e depois pra um show em Barranco. Foi mó legal, mas eu fiquei o tempo todo contando os minutos pra chegar a hora de ir pro hotel encontrar o venezuelano.
Perto da meia-noite, chamo a Joselyn de lado, minha amiga mais próxima, e falo que preciso ir.
—Não me diga que (meu marido) tá te controlando — ela se irrita.
—Não vou pra minha casa — esclareço pra ele.
Ela me olha com aquela cara de desconfiança que sempre faz quando algo não bate e me pergunta:
—Então, cê pode me dizer pra onde cê vai, amiga?
Conto pra ela. Conto tudo. A Joselyn é das minhas, é casada mas também tem suas aventuras. Ela me entende, então juntas bolamos uma desculpa pra eu poder sumir de casa naquela noite.
Digo pra ela que pode contar comigo pro que der e vier, e saio do local. Lá fora já tem um Uber me esperando.
Chego no hotel e me preparo. Só então mando uma mensagem pro Jean avisando que tô esperando ele. Quando chega, bate três vezes na porta, igual a gente combinou.
Abro e recebo ele com um conjunto de lingerie que comprei especialmente pra essa noite. Ele fica de boca aberta quando me vê. Quando reage, me pega nos braços e me beija com o maior dos desejos.
Sinto a dureza da pica dele quando ele encosta o corpo no meu. Pego ele pela mão e levo comigo até a mesinha perto da janela, onde uma garrafa de champanhe nos espera dentro de um balde de gelo.
Brindamos e nos beijamos de novo, gostosa, com tudo. Com as mãos dele, ele se apossa dos meus peitos por cima da renda da lingerie. Sentir o toque dele, a aspereza dos dedos, faz meus bicos ficarem duros na hora. Ele se inclina e chupa, morde, me deixando num estado desesperador.
Me deito na cama e, abrindo as pernas, me entrego gostosa aos carinhos que ele agora faz no meu sexo.
Enfia os dedos e me explora por dentro, enquanto com o polegar esfrega deliciosamente meu clitóris.
—Você tá toda molhada...! — ele me diz num sussurro cheio de tesão.
—Estou assim por sua causa... Você me deixa assim! — falo para ele, me contorcendo de forma lasciva.
Nós nos beijamos de novo enquanto os dedos dela continuam se enterrando em mim, inquietos, invasivos. Com uma mão, acaricio o volume que ela tem por baixo da calça.
Quero chupar ele, sentir o pau dele na minha boca, mas antes mesmo de tentar abaixar o zíper da calça, ele se acomoda entre minhas pernas e me chupa.
Ele percorre toda a minha fenda com a língua, saboreando meus sucos íntimos, me lambendo, me chupando, me mordendo também, enquanto eu me abro toda pra ele, suspirando enlouquecida, entregando completamente meu cantinho do amor… esse amor que é tudo pra ele.
Me deixando com a buceta dilatada e pulsante, ela se levanta e, pelando o pauzão, fica exibindo ele na minha cara.
Meu Deus do céu! Parece bem maior do que da última vez.
Me agarro nele com as duas mãos, dou uns beijinhos na ponta, passo a língua pra lá e pra cá, subindo e descendo, chupando as bolas, esfregando o pauzão na cara toda, cheirando, saboreando.
Tento enfiar o rodo inteiro na boca, mas mesmo não conseguindo, acho divertido tentar. Engasgar de rola.
Quando ele vai abrir um preservativo, eu falo que não, que dessa vez quero sentir "sem capinha". Empolgado com a ideia, ele mete, e nem precisa empurrar nem nada, porque meus lábios da buceta grudam na cabeça e sugam o resto inteiro.
- Ahhhhhhh… ahhhhhhh… ahhhhhhhh…! - consigo gemir enquanto ele me preenche como se eu tivesse a buceta de uma novinha.
Ele me penetra e fica lá dentro, fazendo eu sentir ele em todo seu esplendor maravilhoso, sinto como ele pulsa, como late dentro de mim, me enchendo de sensações excitantes e deliciosas. Ele me segura pelas coxas e começa a se mover, pra dentro e pra fora, de um jeito delicioso.
Meus fluidos vaginais banham ele por completo, então o barulho da penetração, aquele som aquoso tão excitante, fica cada vez mais intenso.
De pouquinho em pouquinho vai se deitando em cima de mim, sem parar de me empalar uma vez atrás da outra, enfiando até o fundo. Eu abraço ele com braços e pernas, querendo segurar ele dentro de mim, aproveitar o máximo possível essa pica venerada que me dá tanto prazer.
—Assim, meu amor… me dá tudo… isso… faz eu sentir… ahhhhhhh… que delícia… ahhhhhhh… isso…! — eu gemia, tremendo de prazer, começando a mexer devagar os quadris, me encaixando nos movimentos dela.
Que delícia!!!
O pingazo flui através da minha pussy com a facilidade que só a lubrificação mais intensa pode proporcionar. Sem tirar ela de dentro, ele se levanta um pouco, fica de joelhos e coloca minhas pernas sobre os ombros, aumentando o ritmo das estocadas, me dando e me dando com tudo, me fazendo pular da cama a cada enfiada. Eu tremo, me contorço de prazer, arqueando as costas pra sentir ele ainda mais fundo, pra guardar tudo dentro de mim, pra me sentir bem cheia com essa pica que não me dá descanso.
Depois de um tempo, ele tira ela toda encharcada nos meus fluidos vaginais grossos e me vira, fazendo eu ficar de quatro. Ele dá um tapinha na minha bunda e me penetra de novo, tão fundo que parece que sinto ele nas entranhas.
Ele me agarra pela cintura e começa a me comer num ritmo implacável, me empurrando com tudo, me fazendo delirar de prazer. Meus gemidos devem estar ecoando pelo hotel inteiro, mas isso não me importa, minha única vontade naquele momento é aproveitar ao máximo aquele homem que me deixou completamente pirada.
Depois de algumas penetrações na minha buceta, de tão molhada que eu tô, a pica escorrega por toda a minha fenda.
—Faz em mim, papi... na minha bucetinha... por favor...!" — peço quase num tom de súplica.
Ele não hesita, encosta a ponta bem no centro do buraco e começa a empurrar… meus esfíncteres são super elásticos, então a metade entra sem problemas, já pro resto ele tem que fazer um pouco de força e eu aguentar uma dorzinha aqui e ali, mas pra ter ela bem enterrada dentro do cu, tô disposta a aguentar o que vier… e mais também.
Agora sim, me sinto completamente cheia, transbordando de satisfação. O Veneco segura minha cintura de novo e começa a me comer num ritmo lento e suave primeiro, pra depois meter com tudo.
Ele enfia até o saco, arrebentando minha buceta com as porradas furiosas da pélvis dele. Eu tô toda aberta, completamente entregue, pedindo mais e mais, me deixando destruir por essa bombada agressiva que me faz sentir que a qualquer momento a pica vai sair pela minha garganta.
Isso teria sido o ápice da felicidade… hahaha… atravessada pela pica do meu amante.
A parada é que o Chamo fica todo animado com a minha bunda. De vez em quando ele tira o pedaço e enfia os dedos, pra ver até onde eles chegam em mim. E chegam bem fundo, vou te falar. Ele enterra quase até os nós dos dedos e fica rodando lá dentro, como se procurasse alguma coisa. Aí ele tira os dedos e mete de novo aquela pica dos sonhos, dando umas batidinhas no final que me fazem tremer de tesão.
Meus gemidos e os dele se intensificam, se coordenando perfeitamente, até que numa dessas últimas e vigorosas enfiadas, ele deixa o pau cravado bem fundo no meu cu e goza com jatos fortíssimos de leite.
—Você gostou? — ela me pergunta num sussurro.
Mal consigo falar, ainda tô meio em choque com a violência dos orgasmos, então respiro fundo, encho o peito de ar e respondo:
—Você me destruiu… papai!
É assim que me sinto, destruída, por dentro e por fora. Bem comida, e melhor ainda na cama. O que se chama de felicidade completa.
E isso que a noite tá só começando...
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