Era de noite, uma quinta-feira às 4 da manhã, tava indo pra um posto 24 horas, antes disso tinha passado a noite num bar com os amigos na bagaceira, e de repente veio uma ideia meio doida na minha cabeça, falei... "essa noite não pode acabar sem eu comer alguém
Mas a noite ainda era jovem, então decidi que fosse só uma ideia passageira, por enquanto. No bar, estava o Marcos, amigo do Juan, ele era um programador meio safado, diria que excitante de ver, veias marcadas, olhos saltados e olhar penetrante. Não parei de olhar pro monstro dele, porque sim, dava pra ver um belo volume. Segui em frente pra esquentar a noite e chamei ele pra dançar. O Marcos se sentia desconfortável, já que o Maxi, ex-namorado dele, estava no local, então não era um alvo fácil. Realmente, minha bunda incendiava chamas ao ver o Marcos, mas ele só ficava olhando, porque tinha medo de que uma atitude errada resultasse numa noite ruim.
O pior é que o Maxi achou que estava rolando algo entre o Marcos e eu, coisa que eu queria, mas não aconteceu. O Maxi me encarou na mesa, e não de forma amigável. De repente, sinto uma mão atrás de mim, era meu ex-namorado. Naquele momento, eu estava numa situação totalmente desagradável. Ricky, meu ex, tentou me defender e me perguntou se eu estava bem. Nisso, o Maxi não estava feliz com a situação atual no bar e decidiu mandar umas palavras pro Ricky: "E você, o que tem a ver com isso?", seguido de um empurrãozinho. Ricky, sem pensar duas vezes, partiu pra cima do Maxi, e começou uma briga da porra. Realmente foi uma noite nada ideal pra estar com vontade de transar. Eu escapei, sem avisar meus amigos, porque estava envergonhado e furioso com a situação.
No caminho, encontrei um posto de gasolina 24 horas. A porta estava fechada, mas com a janelinha aberta, então decidi bater três vezes na porta. O cara, musculoso, cabelona exorbitante, altura perfeita pra um macho e olhos claros. Ao vê-lo, pedi meio tímido, mas por dentro, todo dengoso, falei: "Me desculpa pela ousadia, mas hoje não tive uma noite muito boa, tô com frio e quero comprar algo pra comer, posso entrar?" Aí o homem, meio confuso, aceitou minha proposta.
O que eu fiz, até hoje me deixa com tesão até sufocar. Entrei e, como não tinha muito movimento, ele sentou. comigo e me perguntei o que aconteceu comigo. naquele momento contei tudo o que foi dito antes e ele me aconselhou de um jeito muito bom, não vou mentir, comecei a sentir uns arrepios na bunda, sei lá por que, o que será que tem, o que será que ele fez, mas me excitava só de pensar que podia rolar algo com ele depois dessa noite. Não sei por que, mas resolvi perguntar se ele tinha namorada, sim, fazia tempo que não transava, sim, ele achava bonito, só sei que tive as respostas que queria, depois de tanta conversa fiada, o tempo passou e o turno dele estava quase acabando, assim que ele falou isso, resolvi me soltar, resolvi deixar sair toda essa tesão, esse nervosismo e timidez ao ver um baita de um homem daquele porte, olhei pra ele e falei, "vamos lá pra trás que eu chupo bem as suas bolas até seu parceiro chegar", ele, de boca aberta, respondeu, "se apressa que a gente não tem muito tempo" assim que entramos no depósito
seguido de um beijo lascivo, não me deixou cumprir o prometido, me jogou contra as prateleiras, baixou minha calça e senti devagar como entrava o pinto dele, não tão "pequeno" assim, gemi, tentei me defender, mordi os lábios até sangrar, doía, muito, mas nunca senti tanto prazer, ele começou a bater na minha bunda dizendo, "cê gosta, putinha?" e eu, doida, concordava com a cara e os lábios mordidos. Depois, não lembro direito o que a gente fez, lembro da sensação e do prazer, memórias meio nubladas, só sei que aquela gostosa espontânea me fez mulher.
Mauri, vou te encontrar de novo, quando estiver quase acabando teu turno outra vez, e como dívida pendente, vou engasgar como deve ser.
Te mando um beijo, N.I
Mas a noite ainda era jovem, então decidi que fosse só uma ideia passageira, por enquanto. No bar, estava o Marcos, amigo do Juan, ele era um programador meio safado, diria que excitante de ver, veias marcadas, olhos saltados e olhar penetrante. Não parei de olhar pro monstro dele, porque sim, dava pra ver um belo volume. Segui em frente pra esquentar a noite e chamei ele pra dançar. O Marcos se sentia desconfortável, já que o Maxi, ex-namorado dele, estava no local, então não era um alvo fácil. Realmente, minha bunda incendiava chamas ao ver o Marcos, mas ele só ficava olhando, porque tinha medo de que uma atitude errada resultasse numa noite ruim.O pior é que o Maxi achou que estava rolando algo entre o Marcos e eu, coisa que eu queria, mas não aconteceu. O Maxi me encarou na mesa, e não de forma amigável. De repente, sinto uma mão atrás de mim, era meu ex-namorado. Naquele momento, eu estava numa situação totalmente desagradável. Ricky, meu ex, tentou me defender e me perguntou se eu estava bem. Nisso, o Maxi não estava feliz com a situação atual no bar e decidiu mandar umas palavras pro Ricky: "E você, o que tem a ver com isso?", seguido de um empurrãozinho. Ricky, sem pensar duas vezes, partiu pra cima do Maxi, e começou uma briga da porra. Realmente foi uma noite nada ideal pra estar com vontade de transar. Eu escapei, sem avisar meus amigos, porque estava envergonhado e furioso com a situação.
No caminho, encontrei um posto de gasolina 24 horas. A porta estava fechada, mas com a janelinha aberta, então decidi bater três vezes na porta. O cara, musculoso, cabelona exorbitante, altura perfeita pra um macho e olhos claros. Ao vê-lo, pedi meio tímido, mas por dentro, todo dengoso, falei: "Me desculpa pela ousadia, mas hoje não tive uma noite muito boa, tô com frio e quero comprar algo pra comer, posso entrar?" Aí o homem, meio confuso, aceitou minha proposta.
O que eu fiz, até hoje me deixa com tesão até sufocar. Entrei e, como não tinha muito movimento, ele sentou. comigo e me perguntei o que aconteceu comigo. naquele momento contei tudo o que foi dito antes e ele me aconselhou de um jeito muito bom, não vou mentir, comecei a sentir uns arrepios na bunda, sei lá por que, o que será que tem, o que será que ele fez, mas me excitava só de pensar que podia rolar algo com ele depois dessa noite. Não sei por que, mas resolvi perguntar se ele tinha namorada, sim, fazia tempo que não transava, sim, ele achava bonito, só sei que tive as respostas que queria, depois de tanta conversa fiada, o tempo passou e o turno dele estava quase acabando, assim que ele falou isso, resolvi me soltar, resolvi deixar sair toda essa tesão, esse nervosismo e timidez ao ver um baita de um homem daquele porte, olhei pra ele e falei, "vamos lá pra trás que eu chupo bem as suas bolas até seu parceiro chegar", ele, de boca aberta, respondeu, "se apressa que a gente não tem muito tempo" assim que entramos no depósito
seguido de um beijo lascivo, não me deixou cumprir o prometido, me jogou contra as prateleiras, baixou minha calça e senti devagar como entrava o pinto dele, não tão "pequeno" assim, gemi, tentei me defender, mordi os lábios até sangrar, doía, muito, mas nunca senti tanto prazer, ele começou a bater na minha bunda dizendo, "cê gosta, putinha?" e eu, doida, concordava com a cara e os lábios mordidos. Depois, não lembro direito o que a gente fez, lembro da sensação e do prazer, memórias meio nubladas, só sei que aquela gostosa espontânea me fez mulher. Mauri, vou te encontrar de novo, quando estiver quase acabando teu turno outra vez, e como dívida pendente, vou engasgar como deve ser.
Te mando um beijo, N.I
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