Férias em Família 5

O próximo trecho da viagem foi bem tranquilo. Todo mundo ficou em silêncio. Eu dormi um pouco. Depois fiquei mexendo no meu celular e vi uma mensagem do Diego no meu WhatsApp. "Essa buceta é virgem? Porque meu dedo entrou muito fácil" Que atrevido! Respondi na brincadeira "Que sem noção, muleque! Nunca entrou pinto nenhum, se você pensa isso" "E mais alguma coisa?" Resolvi fazer a sonsa. "Outras coisas pode ser..." "Tipo o quê?" "Ah, sei lá! Meu namorado tem mãos muito habilidosas e dedos bem longos" "Interessante" Foi mais ou menos essa a conversa. As horas passaram e chegamos na última parada antes do destino final. Nem ideia de onde estávamos, mas dessa vez paramos num hotel bem decente. Até tinha um quarto só pra mim. Entramos, nos instalamos e todo mundo tomou banho. Eu estava enrolada numa toalha, olhando pra nada na TV, quando bateram na minha porta. Abri e só tinha um saquinho de papel no chão. Tinha um bilhete dizendo "veste isso" e vai pro bar do hotel. Abri o pacotinho e tinha uma calcinha fio dental branca de renda e um sutiã quase transparente combinando. Uma faísca de excitação acendeu em algum lugar do meu corpo. Eles queriam brincar comigo, eu brincaria com eles. Me vesti com uma blusa que deixava ver parte do sutiã e uma calça tipo pantalona, que era solta nas pernas mas apertava minha bunda. A calcinha fio dental era tão fina e pequena que parecia que eu não tava usando nada por baixo da calça. Desci pro bar e encontrei eles jogando sinuca. Quando me viram, ficaram de boca aberta. Eu sorria feito uma diva. Sentamos numa mesa e me convidaram pra pedir o que eu quisesse. Embora sempre tivessem sido legais comigo, nunca me trataram com tanta atenção como nessa viagem. Só precisei dar pra eles. Ficamos bebendo e conversando um bom tempo, contando histórias sexuais. As mais engraçadas foram as do Salva, loucuras pra comer alguém. Já o Diego ficou sério e contou uma história curta e quente "Eu tava com a Camila, antes dela ser minha namorada, andando até a casa dela Casa de noite tarde. A gente ia se beijando, se tocando e fodendo. Os dois tavam quentes. Chegamos numa quadra escura perto da casa dela. Ela me enfiou num alpendre e tocou na minha cock, puxou pra fora e começou a chupar. Eu levantei ela, beijei, abri a calça dela e puxei pra baixo com a calcinha e tudo. Molhei uns dedos e masturbei ela com força. Tava molhada. Virei ela e enfiei tudo contra a parede. Foi bruto, eu segurava ela por um peito e pela boca pra não gritar. Metia sem piedade e quando senti que tava perto, inclinei ela um pouco pra chegar mais fundo e gozei dentro. Não tirei até sentir que todas as minhas descargas tinham acabado. Tirei e subi a roupa dela rápido. Ela andou a última quadra tremendo por causa do sêmen saindo da pussy dela. No dia seguinte ela disse que queria ser minha namorada. Nunca antes tinha me deixado levar assim e corrido um risco tão grande. O pior é que gozei como nunca". S- Haha... e eu sou o terrível depois! Eu- Uau... você encheu ela e fez ela andar... que cruel... e sexy! D- Depois disso, gozar dentro virou um jogo perigoso. É o vício dela. De repente senti uma mão debaixo da mesa tocando minha perna. Era a Salva tateando até chegar na minha pussy. S- Você colocou nosso presentinho? Eu- Aham... D- A gente podia ver como fica em você? Eu- Podiam... mas com uma condição. S- Qual? Eu- Podem ver tudo o que quiserem, mas sem tocar. O primeiro que tocar sai do quarto! Subimos pro meu quarto e mandei eles sentarem na cama. Ia me divertir torturando eles. A vontade deles de pular em cima de mim dava pra sentir no ar. Eu- O que tiro primeiro? S- O top! Tirei o top de uma vez e mostrei como o sutiã ficava em mim. Cheguei perto deles pra verem a transparência e meus mamilos. Eu- Tão vendo meus mamilos? Lembrem, sem tocar! S- Ah mas que... fica bem em você! D- Agora a calça por favor! Eu- Se pedir por favor... Virei de costas pra eles e abaixei a calça devagar, dando Uma panorâmica da minha bunda. Eles babavam. Eu me sentia muito sexy e puta por ter dois caras querendo me comer. Continuei com o corpete. Joguei ele pro alto e brinquei com meus peitos. As caras deles queimavam de desejo e impaciência. Provocava eles de forma sedutora. Eu— Preciso de ajuda com a tanga. Quem tira? Diego empurrou Salva e se jogou de cabeça. Ele tirou minha tanga com delicadeza. Quando minha buceta ficou descoberta a poucos centímetros do rosto dele, não aguentou mais e enfiou a língua, me segurando pela bunda. Eu— Aah... Die... Ele me levou com força até a cama e abriu minhas pernas. Continuou me chupando com uma fome voraz. Gozei na boca dele num orgasmo libertador. Bem quando ele tava abaixando as calças, me levantei e botei ele pra fora do quarto. Eu— Era sem tocar! Perdeu! D— Eh mas... Eu— Mas nada! Pra fora! Fechei a porta atrás dele e olhei nos olhos de Salva. Ele já tava com o pau pra fora e duro, todo pra mim... Me joguei na cama e me espreguicei igual uma gatinha. Eu— Beleza. Ganhou. Faz o que quiser comigo! S— O que quiser? Vira! Me virei de bruços e levantei a raba, adivinhando o que vinha. Salva enfiou a língua direto no meu buraquinho. Molhou, lambeu e penetrou com aquela língua até cansar e meter um dedo. Ele se surpreendeu com o quanto entrou fácil. S— Epa Meli! Certeza que essa raba é virgem? Eu— Sim, e se você não se comportar bem comigo vai continuar sendo! S— Mmm... vou me comportar muuuuito bem então! Ele me colocou de quatro e começou a meter dois dedos no meu cu enquanto brincava com a ponta do pau na minha buceta ensopada. Eu— Ahh... ayy... mete... S— Que cê disse, irmãzinha? Eu— Me come, por favorrrr! S— Se você pede, você tem! Ele enfiou o pau comprido dele até o fundo. Minha tesão ajudou a não doer nada. Trocou os dedos no meu cu e eu percebi que ele tava enfiando os dois polegares, me abrindo aos poucos mas sem me dar descanso. Ele metia o pau sem piedade e sem diminuir o ritmo. Uns minutos e dois orgasmos meus depois, ele disse que queria gozar. Eu- Dentro não, por favor! Ele tirou e apoiou no meu cu dilatado. A cabecinha já queria entrar. Senti mais tesão do que antes.
S- Quero gozar no seu outro buraquinho...
Eu- Vai me dar na bunda? Vai pegar leve?
S- Vou ser o mais suave que der... Dito isso, empurrou um pouquinho.
Eu- Ai... entrou a cabeça?
S- Não... mas quase! Outro empurrão. Uma tensão e um calor estranho vieram de trás.
S- Ahiiii...
Eu- Ah! Calma, por favor! Devagar!
S- Sim, minha princesa! Uns empurrões depois, meio pau me partia ao meio. Doía e eu gostava. Era uma sensação totalmente nova. Salva se mexia devagar, numa ida e volta tolerável.
S- Que raba que você tem, maninha! Dava pra ficar a noite toda assim!
Eu- Nãooo! Por favor, vai terminando! Não sei quanto tempo mais aguento!
S- É que tão devagar não consigo gozar!
Eu- Ah... tá bom... acelera um pouco! Ele me segurou firme pelas nádegas e aumentou o ritmo da cintura. Aos poucos, enfiava mais fundo também. Descobri que quanto mais fundo, mais eu gostava e menos doía.
Eu- Ai sim... me dá assim... eu gosto!
S- Uuhh... olha só que putinha você é, maninha! Tá me deixando com muito tesão!
Eu- Ahh... vai... vai, filho da puta!
S- Ahhh... não aguento mais...
Eu- Goza, viado! Enche meu cu!
S- Aaaaaaahhh! Uma onda de porra bem quente inundou meu cu. Parecia que não acabava mais. Eu tremia num orgasmo diferente e o pau enterrava cada vez mais.
S- Aaah... pelo amor de deus! Finalmente ele tirou, e eu fiquei ali, de cu empinado, começando a vazar o sêmen que tinha entrado. Salva procurou alguma coisa e eu senti um flash. Protestei, ainda fraca pela putaria violenta.
Eu- Por que você tá tirando foto de mim assim? Apaga isso!
S- É pro Diego. Quero que ele sofra pelo que perdeu.
Eu- Que malvado você é!
S- Sou o pior! E você é a melhor irmã do mundo! Hahaha
Eu- Eu sei! Hahaha
Fim da parte 5

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