Tia Fabiana 16. A gorda puta da minha tia Fabiana estava jogada no chão nos vendo, eu e minha prima Nely, ambos pelados em pé na frente dela. —E prima, o que vamos fazer com essa negra puta? —Vamos deixar essa careca chupa-pica bem fodida, vamos ver se ela ainda tá viva —disse minha prima num tom malicioso enquanto eu acariciava sua bunda e passava a língua no pescoço dela. Ambos estávamos com muito tesão da violência que fizemos antes, minha prima estava com a boceta encharcada e meu pau estava duro querendo encher ela de porra, mas nós dois já éramos cúmplices e eu ia mimar um pouco minha prima Nely, dando um pouco do gosto que ela queria: maltratar a gorda na nossa frente, coisa que também me deixava com tesão. —Bom, como você mandar —falei pra minha prima, que me olhou e mordeu o lábio. —Pega essa filha da puta e deixa ela pelada —minha prima pediu enquanto se sentava de novo na beirada da cama. Não perdi tempo, agarrei minha tia pelos cabelos, empurrei ela e peguei o vestido, arrancando enquanto ela resistia um pouco. —Para! O que você tá fazendo? —minha tia disse, querendo que eu parasse. Aí eu dei um tapa nela e tirei o vestido completamente, jogando pro lado. —Uff, que tapa você levou, careca puta —minha prima falou vendo isso, enquanto começava a tocar a boceta. Minha tia viu, mas não falou nada, depois disso ficou quieta. —E agora, puta? —perguntei pra minha prima. —Bate nos peitos dela. —Comecei a dar tapas nos peitos dela, que balançavam com um barulho surdo ao receber as pancadas. —Ai, para, paraaa —minha tia reclamou enquanto começava a ficar vermelha. Minha prima já tinha começado a enfiar os dedos na boceta rapidão vendo aquilo. Eu continuei assim por vários minutos, minha tia em certo ponto estava se tocando na boceta ao receber o castigo, a filha da puta tinha começado a gostar. Minha prima se levantou de repente, praticamente colou a boceta na cara da mãe enquanto se enfiava com fúria os dedos. -Aaaaah toma negra chupadora de rola! - disse excitada enquanto gozava num squirt bem na cara da minha tia. Ao ver aquilo não resisti mais, afastei minha prima violentamente e com força coloquei minha tia de quatro para taladrar a buceta com fúria, o pau deslizava fácil já que aquela buceta negra já estava molhada. -Aaah toma negra filha da puta - falei. -Dale L, caga ela na porrada!!! - gritou minha prima com um sorriso. Comecei a dar palmadas sem parar, sua bunda se sacudia com fúria, era um espetáculo ver aquela carne negra tremer. Após cinco minutos gozei, estava muito excitado e com minha prima Nely estávamos em um frenesi usando o corpo da minha tia como um pedaço de carne para desabafar nossa tesão. A negra estava de quatro no chão, eu estava na frente de seu rosto fodendo sua boca enquanto ouvia o barulho de sua garganta, minha prima estava atrás batendo em sua bunda, que estava ficando bem vermelha de tanto maltrato. -Negra filha da puta que rabo você tem - disse minha prima enquanto a castigava. -Haha de lá você tirou isso Nely - falei, aumentando o ritmo. -Cala a boca, vem aqui e arromba bem o cu dela - exigiu minha prima enquanto começava novamente a enfiar dedos na buceta. -Dale, você vem e faz sua mãe chupar bem sua buceta - Durante a troca, passamos um ao lado do outro, dei uma palmada na bunda da minha prima, e ela me olhou com um sorriso, eu queria taladrar a buceta dela e ela queria ser cheia de porra, mas ainda não era o momento. -Aaaah filho da puta - gritou minha tia ao sentir o pau entrar de golpe em sua grande bunda celulítica. Minha prima virou seu rosto com um tapa e a colocou para chupar sua buceta. -Uf que apertado você ainda tem o cu, e olha que já usei várias vezes - -Você estreou ele? - perguntou minha prima. -Não acho, essa negra puta com certeza já deu para meio bairro quando estava com seu pai - respondi. Ao ouvir isso minha prima deu algumas arranhaduras na de costas para a mãe dela. Com certeza puta da vida ao ouvir como ela estava fazendo de cuck o pai dela. Depois de vários minutos minha tia gemendo como podia, estava ocupada chupando a **buceta** da filha dela e eu já estava pra encher o cu dela de porra. -Aaaah toma negra filha da puuutaaa- falei agarrando forte as nádegas dela e gozando dentro do **cu**. Eu me sentei na cama e minha prima fez o mesmo enquanto observávamos aquela carne preta no chão respirando ofegante. A porra escorria da **buceta** e do **cu**, as nádegas estavam vermelhas das pancadas e ela tinha arranhões nas costas, era uma obra de arte ver essa **mina** preta assim, completamente usada e submissa pela filha e pelo sobrinho. Mas ainda não tinha acabado, peguei a mão da minha prima ao meu lado e a sentei sobre minhas pernas. -Agora continua você, **vadia**- -Vem, faz o que quiser comigo- respondeu minha prima enquanto apertava os peitos e me olhava, ela estava **lá** com tesão por causa do que estávamos fazendo, se minha tia gostava de ser maltratada, minha prima gostava de foder duro e maltratar os outros. Ela levantou os quadris e colocando a cabeça do meu **pau** na entrada da **buceta** preta dela, deu um sentão metendo tudo. -Aaay, **vadia** da mãe, tô sentindo ele todinho- disse minha prima gemendo, enquanto começava a mover os quadris pra cima e pra baixo, fazendo aquele bumbum grande e firme dançar. -Como eu gosto de te foder, filha da **vadia** - falei enquanto apertava a bunda dela. -É, **vadia** mesmo a minha mãe, mas já acabamos com ela- ela me disse com a voz ofegante. -O que o **cuck** vai pensar?- -Que se foda o **cuck**, você me enche de porra, vai, que eu tô **lá** com tesão- Diante das provocações dela, apertei mais as nádegas, o que fez ela aumentar o ritmo até me fazer gozar de novo. -Toma, negra sujaaa!!- disse enquanto sentia minha porra saindo. -Aaaay que **gostoso**, caralho- Ficamos alguns segundos assim, enquanto nos beijávamos e eu apalpava todo o corpo dela, com meu **pau** ainda dentro da minha prima. -Que **mina** você é, Nely, quero fazer de tudo com você- -Cala a boca que você vai me esquentar de novo - Não gostaria? - Adoro que me foda assim - Minha prima se levantou, olhou para minha tia ainda no chão e pisou nas costas dela, enquanto ela nos olhava de soslaio. Abriu as pernas e minha porra caiu no cabelo da minha tia. - Hahah toma, baleia, mais porra - disse minha prima rindo. - Me deixa com tesão você ser uma merda, Nely - falei, me levantando e agarrando minha tia pelo braço. - Vem, negra! - gritei, apressando-a e quase arrastando-a para o banheiro. Coloquei-a no chuveiro, que tinha uma janela de vidro que abria e fechava para entrar. Ela ficou no chão. - Vem, Nely - Ela obedeceu e entrou. - Deita! - ordenei com outro tapa. Minha tia deitou de costas, então coloquei minha prima com as pernas abertas na altura da barriga dela. - Nely, não tá com vontade de cagar? - Minha prima me olhou. - Vai, faz força e caga nessa filha da puta - falei enquanto me colocava ao lado e abria as nádegas dela. - Haha degenerado - minha prima disse rindo, mas não recusando. Minha tia só observava fixamente o buraco do cu da filha. Eu lambia e beijava aquelas nádegas, enquanto abria a bunda dela. Então o cu da minha prima começou a se abrir um pouco e apareceu um tolete, que caiu na barriga da minha tia. - Aaah toma, puta - disse minha prima. Mas não acabou aí, ordenei à minha prima que sentasse na cara da minha tia, o que ela fez e começou a esfregar-se facilmente, já que a merda dela diminuía o atrito. - Uy, não é ruim - disse minha prima. - Haha caga ela todinha, linda - falei enquanto pegava a merda da barriga dela e espalhava pelo resto do corpo, ao mesmo tempo que enfiava os dedos na buceta da negra da minha tia. Depois de um tempo, minha tia gozou enquanto eu a fodia com meus dedos e sua filha praticamente limpava a bunda com o rosto dela. Com minha prima, aquela situação nos deixou com tesão, ver a mãe dela assim no chão do chuveiro enquanto a água caía. Com a negra Nely, nos limpamos e saímos do chuveiro, enquanto minha tia simplesmente ficou lá. - Se limpa e vem, negra puta. É melhor que não fique cheiro de merda - eu disse para minha tia enquanto íamos com minha prima para o quarto. Lá continuamos transando por mais tempo, depois de meia hora eu tinha gozado de novo, minha prima estava de pernas abertas de bruços, meio ofegante de tantas fodas naquela noite, então, minha tia apareceu na porta do banheiro com o corpo envolto em uma toalha. Eu disse para ela tirar e vir, nós três já tínhamos feito bastante, todos nós tínhamos gozado e aquele quarto se tornou o cenário de um jogo perverso e incestuoso. Nós três deitamos nus, eu obviamente no meio daquelas duas negras girls da favela. De madrugada eu acordei, havia uma luz fraca no quarto, o que me permitia ver aquelas duas fêmeas completamente peladas, logo fiquei excitado e aproveitei que minha tia estava de lado para enfiar na buceta, lentamente comecei a comer a negra até que depois de alguns minutos ela acordou. - Como você me deixa excitado, gorda filha da puta - eu disse em voz baixa enquanto começava a ouvir seus gemidos e apertava forte seus peitos. - Você gostou do que fizemos com a puta da sua filha? - - Aah aay sim - Aumentei o ritmo mais uma vez até gozar de novo na buceta da minha tia, então continuei apalpando todo o seu corpo. Virei para minha prima, que estava muito mais gostosa que minha tia, ela continuava de bruços, oferecendo uma vista da sua bunda. Comecei a acariciar e lamber aquela bunda, aquelas nádegas grandes e firmes, alimentadas à base de foda e vinho barato, estavam muito quentes. Fiquei de pé ao lado da minha prima e me masturbando gozei no rosto dela, embora mesmo assim ela continuasse sem acordar. Então me vesti, com a intenção de ir embora, mas antes fui até minha tia e beijei sua boca um pouco. - Vamos repetir, puta linda, agora você vai dormir pelada com sua filha até amanhã - E assim fui embora de madrugada daquele quarto, era meio tarde, mas mesmo assim entrei em um bairro nos subúrbios, por sorte não tinha nenhuma turma de maloqueiros naquela hora e também não estava frio, continuei até um bueiro sem luz, no final de uma rua que dava para um campo, naquela esquina havia uma casa meio pequena e que por fora estava bem descuidada, ao chegar, como disse antes, não tinha luz, então não via nada, mandei uma mensagem e depois de alguns minutos alguém saiu, uma mulher, mais baixa que minha prima Nely e um pouco mais gorda, um par de tetas maiores também e o mais chamativo, uma bunda ainda maior que a da minha tia mas sem tanta celulite. Sem nos cumprimentarmos, fomos para a parte de trás da casa dela, que já dava para o enorme campo que mencionei antes, lá essa mulher apertou um interruptor e uma lâmpada mal sustentada por um fio acendeu, o chão era de terra e tinha cheiro de merda de galinha, mas nada disso importava, só prestava atenção no corpo que ela tinha completamente pelado na minha frente. -Você é atrevida, Paola, saindo pelada assim, olha se algum vizinho te vê- -Você adora que eu saia assim, vem aqui e me come que eu fiquei te esperando a noite toda-
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