vacaciones con susy 3

O último conto dessas férias.
Espero que vocês curtam e, acima de tudo,
ELAS COMENTAM


VALEU PELOS PONTOS












Já estávamos no quinto dia de férias
e eu já tinha me acostumado a ser o submisso obediente. Naquela manhã, o Pablo entrou pra me chamar, não sei por que não bateu na porta como sempre. Eu estava deitado de bruços, completamente nu. Dava pra ver que meu cu chamou a atenção dele, porque senti o toque da mão dele e continuei fingindo que tava dormindo, querendo ver até onde ele ia. Abri minhas nádegas devagarzinho e soube que ele viu minha buceta ainda aberta. Sorte a minha que a tanga tinha sido perdida nas mãos do verdureiro, e eu esperava não perder mais nada, porque ainda tava doendo muito o que aquele pauzão tinha feito comigo. Mas meu corpo parecia não sentir o mesmo, porque minha buceta pulsava desesperada.

 
Pablo, me parece que o corno levou uma bela surra no cu.
 
Disse isso e foi embora, me deixando com tesão. Eu me imaginava sendo a puta daqueles três caras, mas entendia que esse privilégio era da Susy. Ela tinha me pedido pra deixar ela aproveitar eles. Levantei e fui pra sala de jantar. Pablo tinha saído de casa e só a Susy estava lá, descansando na cama dela, que guardava a vara que o Pablo tinha deixado. Preparei o café da manhã e chamei ela bem docemente. A gente conversou um tempão. Ela só me agradecia pelas férias que eu tava dando pra ela, então decidi levar ela pra conhecer a cidade. A gente se trocou e foi pra lá. Caminhamos um pouco pela pracinha e andamos sem rumo. Não tinha muita coisa pra ver, isso era verdade. Até que, sem perceber, a gente tava na verdureira. Decidi entrar, e o verdureiro, quando me viu, fez a festa. Na hora, pegou a Susy e fez dela o que queria. Mesmo sabendo o que aquilo significava, eu queria ter aquela pica dentro de mim de novo e tive que implorar pra ele, depois de dar pra minha esposa, me comer até me deixar acabado na frente da minha Susy. Foi realmente muito pesado, e acho que aquela besta se atualizou com o sexo. Assim a gente voltou pra chácara, onde ela foi direto pra piscina e eu fui pra casa me refugiar numa cerveja. Tava com o cu dolorido, e a gente tinha combinado com a Susy de não falar nada do que tinha rolado na cidade. Eu queria continuar sendo o marido corno submisso. Demorei um tempão pra me recuperar. As palmadas brutais tinham feito efeito, e eu só conseguia sentar de lado. Assim terminei a cerveja e fui pra piscina. Com a Susy, a gente foi passear pela chácara. Andamos pelos pés de fruta e chegamos no curral, onde o Pablo tava. Ele na hora abraçou minha esposa e levou ela pra dentro da casa dele, me deixando sozinho na companhia do Sultan, o cachorrão dele, com quem continuei andando pela chácara, já que era nosso último dia, porque no dia seguinte à tarde a gente voltaria pro prédio. Não aguentei a curiosidade e voltei pra casa do Pablo. Espiei pela janela. Não acreditava que a Susy ainda tivesse fôlego pra continuar trepando, mas, pra minha surpresa, os caras não perdiam tempo. Tava ali. Ela tava rodeada pelas três bucetas que ela chupava e lambia.
 
Pablo, como você gosta da puta gostosa e o otário nem percebe.
 
Sérgio, pra mim aquele ali é viado e gosta que peguem a mulher dele, alguma coisa estranha aconteceu no açougue.
 
Susy é um amor, meu céu, eu amo ele, ele sabe disso e adora me ver feliz, não sejam malvados.
 
Carlos, a qualquer momento o Pablo vai pegar o retardado.
 
Pablo, você gostaria de terminar as férias assim?
 
Susy, tipo assim?
 
Pablo, seria bom que o corno terminasse as férias com o cu arrombado, você gostaria disso?
 
Susy, adoraria ver como eles arrebentam meu maridinho, embora acho que você não vá gostar muito. Essa seria uma bela despedida.
 
Carlos, que puta perversa você é
 
Foram comendo ela um por um e ainda meteram no cu dela, coisa que ela tentava negar sem sucesso nenhum. Era muito morbidante ver como arrebentavam ela apesar da vontade dela. Já tava com medo do que me esperava. A pica do negro Carlos era muito parecida com a do verdureiro e, mesmo com o cu dolorido, já queria sentir ela dentro. Me afastei pra não levantar suspeitas nem ser descoberto. Pelo que minha Susy tinha dito, não tinha mais nada a esconder. Ela queria que os caras me estuprassem e fizessem de mim a putinha deles. Cheguei na piscina junto com o Sultan, que parecia estar no cio, e precisava falar sério com ela, porque esses não eram meus planos. Não queria passar por viado, já bastava ser um corno manso. Enquanto isso, sentei na espreguiçadeira com o Sultan brincalhão, e depois de um tempo confirmei a excitação dele quando vi a pica dele dura se esfregando na minha perna. Quando eu negava, ele mostrava os dentes e rosnava. Era inacreditável, mas eu tava sendo dominado por um cachorrão completamente no cio. Fui pra casa, o Sultan me acompanhou até a entrada. Lá dentro, peguei uma cerveja e esperei a Susy chegar. Quando terminei a cerveja, ela entrou com a ideia de tomar um banho e deitar.
 
Finalmente você chegou, se divertiu com seus caras?
 
Susy, qual é, amor? Tá com ciúmes?
 
Só quero passar um tempo gostoso com você, nada mais, só um tempinho a sós.
 
Susy, vamos, bebê. É o último dia, quero que seja divertido pra nós dois. Eu sei que você vai adorar brincar essa noite. Amanhã a gente já vai embora.
 
Por acaso eu não deveria ficar de fora e fingir que nada tava rolando? Mudou de ideia?
 
Susy, só até hoje. Agora a gente pode se divertir só nós dois, você não ia gostar?
 
tá bom, meu céu, mas agora quero que você seja minha
 
Susy, não, bebê, já tive o suficiente hoje. Melhor a gente tomar um banho e descansar, assim a gente fica bem pra essa noite. Quero que você só veja como me comem. Amanhã a gente volta à rotina. Essas férias você me devia há muito tempo, e quero realizar todas as minhas fantasias.
 
bom, acho que já não sobrou nenhuma pra você realizar, você me viu sendo um escravo dos seus desejos, teve exclusividade pra foder com eles separados ou em festa, não se cansou de me humilhar e dormiu com quem quis, me deixando de lado o tempo todo e pelo que ouvi agora há pouco, você quer que me humilhem e me tratem como um verdadeiro viado rastejante na sua frente, não acha que já é demais tudo isso?
 
Susy, mas se tu morre de vontade de ser a putinha deles, meu bem, não me vem com essa que isso não te excita. Eu já tive o meu. Quando chegarmos em casa, isso tudo acaba, amorzinho. No Pablo eu encontrei um verdadeiro macho, e ele me confessou que já te viu várias vezes de bunda de fora. Você dá nojo pra ele, bebê. Ele tá convencido de que você é um putinho e não merece ter uma gostosa como eu. Pro Sergio isso pouco importa, mas o negro Carlos morre de vontade de te arrebentar todinho, de te partir ao meio, meu anjo, e eu sei que ele vai acabar fazendo isso. Você não tem ideia da rola que ele tem. Hoje mesmo me fizeram de novo a minha bucetinha apertada, me arrebentaram todinha, por isso vim pra casa descansar um pouco. Quem mais me arrebentou foi aquele preto filho da puta. Nunca pensei que ele fosse tão obcecado por você.
 
Como obcecado por mim?
 
Susy tava me dizendo que quer arrebentar bem o seu cuzinho, quer deixar ele arrombado e eu sei que ela vai acabar fazendo isso. Você não sabe como eu quero ver isso, como eu quero ver você aproveitando essa pica, meu amor. Você vai ser minha putinha, meu céu.
 
Fomos pro banheiro, no chuveiro foi uma maravilha o doce que ela foi comigo e assim terminamos na cama, os dois abraçados e transando como loucos até dormir. Quando acordei, vi ela do meu lado, tão frágil e forte como sempre, tinha que fazer ela feliz. Fiquei acariciando o corpo dela, tentando não acordar. A tarde já tinha ido embora, então levantamos e fomos pra piscina, tava perfeita pra isso. Quando chegamos, sabia que ia rolar. Daí a pouco chegaram eles e o Pablo me pediu cerveja, fui buscar na hora. Quando voltei, minha Susy tava sendo pega pelo Sergio e pelo Carlos.
 
Pablo, agora serve pra gente e você só fica olhando como vamos curtir a sua mulher, porque agora ela é nossa, ouviu, cuck?
 
Sim, claro que ouvi, agora vocês são os donos delas.
 
Pablo e eu também te amamos, você gosta do que vê? Olha como eles apalpam os peitos e a bunda dela, e a puta se deixa, olha, olha como ela se deixa. Esses sim são machos de verdade, diferente de você, corno, que parece mais um promíscuo do que um macho. Tá endurecendo a pica? Te excita ver um macho de verdade comendo ela, não é mesmo? E depois eu vou comer ela também, cornozinho, enquanto você bate uma. Tá com vontade de se tocar, cuck?
 
Tô morrendo de vontade de bater uma punheta, cê me deixa? Por favor, deixa, não aguento mais.
 
Pablo, tira a bermuda, corno. Vai, bate uma, aproveita que eu tô deixando.
 
Assim, parado do lado dela, comecei a bater uma. A Susy já tava chupando a rola dos dois, era algo espetacular.
 
Pablo, não quer fazer igual ela? Olha, corno, olha que pica gostosa de macho tu tem aqui.
 
Me ajoelhei sem dizer nada e em segundos já tava chupando ela.
 
Pablo, como vou te foder, corno, vou arrebentar teu cu, viado de merda. Vem, vira, fica de quatro, olha o corno enquanto eu arrebento o cu dele.
 
Enfiei com toda a força, só via estrelas, ele tava arrebentando minha bunda e logo depois eu tinha duas picas na cara, uma por uma me faziam chupar enquanto a fera do Pablo me cavalgava, não tinha mais volta, tudo tinha saído do controle.
 
Susy, acho que daqui tu vai sair com a buceta bem arrombada, minha vida. Que sorte a minha, finalmente vou ter um descanso. Tu nunca percebeu como esses caras me comiam, eles têm umas picas divinas, céus. Aproveita bastante, bebê, vai ver que tu vai gostar muito, seu mariconzinho meu. Vão te deixar prenhe pelo cu, corno.
 
Assim continuaram enfiando o pau em mim e, enquanto enfiavam, eu tinha que deixar eles limpos. A que realmente me arrebentou foi a do negão Carlos, que, embora não fosse tão comprida, era bem larga pro meu buraquinho. Pelo menos uma vez cada um curtiu minha bunda e depois foram atender a minha Susy.
 
Pablo, viu, agora o corno é um verdadeiro puto, você não vai mais ter que se esconder pra foder como merece.
 
Sergio, olha essa puta, olha como ficou a raba da putinha do seu marido.
 
carlos só falta colocar uma saia na putinha
 
Eles estavam tomando cerveja nas cadeiras de praia e eu do lado, ainda de quatro, com minhas pernas tremendo.
Dentro da piscina me mandaram ir buscar mais cerveja. Quando voltei, entrei na piscina de novo, minha bunda agradecida, a água fria aliviava a dor maravilhosamente, a ponto de eu ser o último a sair da piscina. Fui pro quincho e comecei a acender o fogo pro frango na churrasqueira que a gente ia jantar. Aí entrou o negão Carlos e me disse:
 
Carlos, quero te ver putinha, entendeu? Tira esse bermudão e coloca isso. Se você se comportar bem, a gente te come de novo.
 
Ela foi embora e me deixou um vestidinho. Fiquei com muito tesão de me vestir de puta, e já coloquei ele. Percebi que só de me mexer, meu cuzinho ficava exposto. Por sorte, já não doía tanto e eu sentia ele pulsando. O que será que a Susy ia dizer quando me visse assim, vestido de menininha? Coloquei o frango na churrasqueira e tomei uma cerveja. Caprichei na comida pra agradar meus machos. Quando finalmente ficou pronto, saí com os pratos servidos. Todos, inclusive minha Susy, me elogiaram, o que me deixou muito feliz. Depois da janta, o Pablo levou a Susy pra casa, com certeza ia dar um tratamento especial pra ela. Tentei me comportar como uma menininha obediente, servindo eles até que eles puxaram as picas pra fora.
 
Sergio, sua puta, chupa minha pica e capricha bem pra deixar ela bem dura, assim eu arrebento sua bunda de novo.
 
Comecei lambendo ela e depois enfiando aquele pau na minha boca, chupando com capricho. Senti ele crescendo dentro da minha boca, já queria ser penetrado, pouco me importava a dor no meu cu, queria sentir aquela rola que eu tava chupando abrindo caminho no meu cu até encher minhas entranhas de porra quente. Senti como por dentro do pau corria o mijo que inundou minha boca na hora. Se era isso que o macho queria, eu tinha que aceitar. O filho da puta não parava de mijar, me fazia engolir e o mijo saía pela minha boca inundada e até pelo nariz, até que ele tirou o pau e lavou minha cara toda, e eu só abri a boca como imaginei que ele queria. Mal terminou, me colocou de quatro na marra, abriu minhas pernas e cravou o pau com toda força. Sentir aquilo entrando me fez gemir igual uma puta.
 
Sergio, você gosta dessa puta de merda, gosta da pica, não sua puta? Vamos ver se você vai gostar tanto quando eu terminar de arrebentar bem esse seu cu, seu viado arrombado.
 
Carlos, abre bem essa boca, chupa meu pau, viado. Você vai ficar uma semana sem conseguir sentar, filho da puta.
 
Em poucos minutos, eu tava sendo comido pelo Sergio e chupando a pica enorme do Carlos enquanto eles me humilhavam de todas as formas possíveis. Achei que merecia aquilo e até gostava como me rebaixavam e judiavam do meu cu, me fazendo sentir dor — uma dor que só me dava prazer. Eles não paravam de me comer e o momento do gozo nunca chegava. Acho que o cansaço fez eles terminarem de me usar e me deixaram largado ali, realmente exausto. Como pude, coloquei a bermuda e dei um mergulho. Saí muito melhor do que entrei e fui pra casa onde estavam o Pablo e a Susy, que eu vi saindo do quarto indo pro banheiro e me juntei a ela.
 
Susy, como você está passando, meu anjo? Tá curtindo, né?
 
Não tanto quanto você, isso é certeza. Me trocou pelo Pablo, talvez.
 
Susy, cê tá louca, amor? Agora cê tá com ciúme? Porque eu não tô com ciúme de você, bebê. Adoro como você é e que você seja minha parceira em tudo. Te peço um favor.
 
agora o que você quer de mim
 
Susy, quero dormir e com o Pablo do lado é impossível. Cuida de dar atenção pra ele, vai. Te amo, céu.
 
Foi assim que terminei passando nossa última noite de férias dormindo com a besta do Pablo, que, aliás, toda vez que acordava, abusava da minha bunda já maltratada, mesmo eu reclamando. No dia seguinte, arrumei a mala, tomamos café da manhã todos juntos e voltamos pra casa com o Sultan de presente.

3 comentários - vacaciones con susy 3

Terminaste como querias, todo roto el orto y humillado como a vos te gusta. Sysy no va a cambiar mas, le gusta mas la pija que tomar leche. Van puntos