Minha amiga e a bunda gigante dela - parte 1

Tudo começou quando fui o motorista de uma viagem em família com meus tios da terceira idade, ia levá-los pra praia pra eles curtirem um tempo gostoso depois de tanto tempo na pandemia.
Bom, da minha parte convidei minha amiga que vocês já conhecem de relatos anteriores. Sem mais delongas, pegamos a estrada e fomos pro tão esperado hotel — que, pra vocês saberem, é tudo incluído, pra ninguém fazer outra coisa senão se divertir e curtir.

Quando a gente chegou, eu desci primeiro da caminhonete e comecei a descarregar as malas. Um por um, meus tios foram descendo. No final, minha amiga apareceu deslumbrante: loirinha, cabelo dourado preso num coque, lábios vermelhos, óculos escuros. Ela estava usando um vestido cinza claro bem justinho, com uns tênis brancos de plataforma que estão na moda, que levantavam ainda mais a bunda enorme que ela tem. Quase na hora, um carregador se aproximou, claro, sem perder a chance de admirar de perto minha amiga e aquele par de peitos que estavam apertados no vestido fino.

Minha amiga se agacha com a maior cara de pau, de costas pra recepção, mostrando a bucetinha dela numa fio dental preta que era impossível não ver, porque era um rabão duplo na proporção, já que em nenhum momento ela dobrou os joelhos. Era um monumento à bunda. Na hora lotou de assistente e ela respondia: "Tô bem, ajudem os outros". Claramente minha amiga tinha começado o jogo dela.

Chegamos no quarto que era meu e da minha amiga. Minha amiga entra primeiro, enquanto o cara que nos levou até o quarto ajudava a deixar as malas lá. De repente, os olhos dele quase saltaram das órbitas, porque minha amiga já tinha tirado o vestido, e a gente ouviu ela falar: "Nossa, que calorão, vou tomar um banho." O sortudo que estava a menos de um metro dela, só de calcinha e sutiã, não conseguia desviar o olhar. Eu, por minha vez, tava procurando uma nota pra dar de gorjeta, quando de repente minha amiga se vira, dando as costas pra gente — ou melhor, uma vista privilegiada daquele rabão. Ela ajeita os óculos, passa o batom vermelho no espelho, arqueando ainda mais as costas e deixando aquela bunda enorme bem à mostra.

O cara tava gelado, não acreditava no que via: uma loira de bucetão e rabão gigante de fio dental, sabe Deus de que cor, porque a raba da minha amiga engolia a calcinha. A única coisa que a gente via era aquelas tetas gostosas num sutiã preto de renda. Estiquei a mão com a nota e falei: "Valeu, moço". Na hora ele respondeu, se pegando no pau: "Não, não, assim tá bom, a gorjeta de olhar já basta". "Ô, com todo respeito, que raba que a sua mulher tem". Virei e falei: "Pois é, é bem grande de bunda". Aí ele respondeu, esfregando o pau: "Não me deixa tirar uma foto no lugar da gorjeta?" Minha amiga, já toda excitada, respondeu: "Pode, mas não aparece meu rosto". Foi pra cama, ficou de quatro com a cara escondida, arreganhou ainda mais a raba, deixando o fio dental aparecendo entre as nádegas, e falou: "Vem, tira logo!" O moleque não acreditava no que via. Tirou duas fotos, uma bem perto do cu da minha amiga. "Valeu", disse o cara. "Essa foto vai me ajudar muito nas noites longas de plantão aqui no hotel.

Minha amiga levanta da cama e, com voz de puta, fala pro cara: "Quer um vídeo pra bater uma punheta me vendo?" O sortudo, que já tava com a atenção da minha amiga, que já tava toda puta, termina de endurecer a pica dele, dizendo: "Quer ver como essa boquinha vai mamar sua pica?" Mostrando a língua e molhando os lábios. O cara só balançou a cabeça que sim, gaguejando. Minha amiga pede o celular dele, o moleque tira do bolso, coloca no modo vídeo. Ela pergunta: "Qual é o seu nome?" "Rogelio, senhorita" — responde aquele otário que tava cagando de medo por nunca ter pego uma mulher daquelas proporções. "Beleza, Rogelio, vou me gravar, mas não vou chupar a sua pica, não — vou chupar a do meu namorado que tá aqui, mas vou falar seu nome como se fosse você, ok!

Ele dá a mão pra ele, senta ele numa cadeira que tá quase encostada na cama e fala "aproveita!", enquanto passa a mão na bunda dele e esfrega, se afastando e vindo na minha direção. Me entrega o celular e fala "grava, mas não aparece meu rosto". Não passa nem um minuto e o rapaz pergunta "posso tirar a pica? já tá doendo". Minha amiga só confirma que sim, enquanto esfrega a pica e beija a cabeça devagar, passando a língua no meu freio enquanto com a outra mão amassa minhas bolas e fala "uhh Rogelio, que pica boa você tem". Enquanto o celular grava ela passando a língua por todo o tronco, supostamente daquele sortudo, e termina chupando a cabeçona que desaparece nos lábios vermelhos dela, enquanto masturba freneticamente o falo e abre a boca, batendo a cabeçona na língua e falando "me dá seu gozo, Rogelio, joga na minha boquinha!" e continua chupando enquanto aquele sortudo já gozou, olhando aquela raba enorme de quatro chupando pica.

Minha amiga percebe que o pau dele tá subindo, eu paro de gravar, ela vira de frente pra ele e pergunta: "que foi, pussy, já não aguentou mais, baixinho?" Ele só abaixa a cabeça e responde: "é que você é muito gostosa, nunca tive uma experiência tão quente assim, e muito menos com uma mulher tão yummy igual você!" Minha amiga se mexe, ajoelha na frente do cara, que continua sentado, e ela fala enquanto pega no pau dele já todo mole e largado: "se você se comportar, tudo isso pode ser seu, pussy!" Enquanto puxa o pau dele e passa por cima das tetas dela, ela levanta sem soltar o pau, vira de costas e enfia a raba na cara dele, literalmente. Ela ajoelha e coloca o falo daquele moleque, que tá atônito, incrédulo com o que tá rolando, vendo e sentindo quando minha amiga coloca o pau entre as nádegas dela e ele desaparece no meio delas. Ela dá uns roções com a bunda no pau do cara, levanta, se inclina um pouco, com um dos dedos procura o triângulo de cima da calcinha fio dental e puxa o fio até deixar ele numa das nádegas, mostrando a pussy praquele sortudo, e fala com voz de puta: "olha, bebê, tudo isso pode ser seu se você se comportar", enquanto olha por cima do ombro, lambendo os lábios, e coloca o fio de volta entre as nádegas que engolem ele na hora.

Minha amiga vai pro banheiro, fecha a porta e na hora já se ouve o chuveiro. O jovem rapidinho sobe as calças, pega o celular da minha mão, me agradece por tudo e vaza.

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