Vingança: foi longe demais?

Cerca de 3 anos atrás, antes de me separar da minha ex-parceira e antes de conhecer a Naty (minha esposa atual), eu tava saindo com a Valéria, uma vizinha de 42 anos na época que me deixava louco.

A gente se conheceu no bairro e começou a bater papo e mais papo toda vez que se via (ela sabia que eu tava num relacionamento) até que uma noite eu escapei pra casa dela e a gente transou pela primeira vez.

Aquela noite foi o começo de algo que me marcou, porque eu nunca tinha conhecido e acho que nunca vou conhecer alguém que me excite tanto, a gente passava horas e horas fodendo uma vez atrás da outra e não conseguia parar de se tocar e se devorar, os dois sentiam a mesma coisa.

Ficamos assim até eu me separar, depois disso tentamos ter um relacionamento mais sério, começamos a sair juntos pra compartilhar outras coisas além da cama, mas isso durou pouco.
Aí percebi que a Valéria é uma pessoa super ciumenta, manipuladora e, sinceramente, não conseguimos avançar como casal.
Foi o pior erro ter tentado avançar como casal, porque acabamos perdendo aquela coisa boa que a gente tinha no sexo, tenho certeza que nenhum de nós esqueceu aquelas noites inteiras de sexo na cama, no chuveiro, na cozinha e em todo lugar.

A gente até tinha uma fantasia que não conseguimos realizar: foder na escada do prédio, ela ficava doida quando eu prometia que ia foder ela contra a parede na escada.

Não quero me alongar mais no assunto, já que não é o ponto principal, e eu poderia escrever horas sobre nossos encontros.

A questão é que, quando a gente parou de sair, ela ficou puta comigo porque eu comecei a sair com outras minas e se vingou de um jeito muito doloroso pra mim: contou pra minha ex sobre nossos encontros enquanto eu ainda tava com ela.
Isso me machucou pra caralho, porque, mesmo eu não estando certo, ela tava ciente da situação e nunca escondi nada, ela sabia que eu tava num relacionamento e aceitou assim.

Por outro lado, a Valéria tem um filho que hoje já tem 19 anos e foi aí que encontrei a ponta pra minha vingança, o filho dela nunca soube que eu tinha tido algo com a mãe dele e, por isso, falava comigo como qualquer vizinho.
Eu aproveitei essa relação com ele e comecei a explorar pra me aproximar e virarmos "amigos", e foi o que aconteceu.
Aos poucos fui criando uma relação com o Matías (filho da Valéria) a ponto de passarmos horas conversando sobre a vida, até que um dia ele me passou o número de telefone dele porque eu precisava de um contato que ele podia me arrumar, e esse foi o ponto de partida dessa história.

Aproveitei o contato pra mandar mensagem no WhatsApp e manter essa relação o mais próxima possível, até que um sábado à noite, quando eu tava sozinho e subindo com umas cervejas no elevador, encontrei ele também subindo pra casa dele.
Perguntei o que ele tava fazendo e se não queria tomar uma cerveja comigo, e ele topou.

"Vou tomar um banho e desço", ele disse, então esperei ele em casa tomando a primeira cerveja.

Quando ele chegou, me deixou maluco porque tava com uma calça tão justa que marcava tudo, e quando digo tudo é aquela bunda gostosa e um pau que eu não conseguia parar de olhar.

A conversa e o álcool foram rolando e entrando em assuntos mais quentes e pesados até chegarmos no sexo. Aí eu comecei abrindo o jogo e falei sobre minha teoria de que sexo tem que ser curtido, sem importar com quem a gente faz.

Como ele viu o terreno tão aberto, se soltou e disse que pensava igual, que ainda tava na fase de conhecer e experimentar sobre sexo, e que depois viria a hora de se rotular, mas por enquanto ele transava com quem achava interessante.

Com essa confissão, não me segurei e mandei a proposta na lata...

— E eu te pareço interessante? — falei.

Ele me olhou meio sem graça, dizendo "mas você...?"
Interrompi ele falando que pensava igual a ele e que desde que ele chegou em casa, só tava pensando em como queria comer ele dos pés à cabeça.

— Ah, então tá. Surpresa (ele disse)... nunca estive com alguém mais velho que eu.
— Bom... essa vai ser a primeira, falei enquanto dava um tapa na bunda dele, marcando o que estava por vir.

A cena seguinte já foi com muitos beijos no pescoço, na orelha, no peito e, claro, vários encontros de línguas até que os dois ficamos muito, muito quentes e prontos para o próximo nível.

Quando ele tirou a roupa, eu não conseguia acreditar no corpo gostoso que eu ia devorar; aquela bunda podia ser motivo de divórcio sem pensar duas vezes.

Embora nunca tivéssemos definido papéis, vi que ele queria ser dominado, então assumi o meu papel e a primeira coisa que fiz foi mandar ele chupar minha pica. Ele não era bom nisso, mas aquela carinha linda dele fazia tudo parecer melhor.

Pedi permissão e tirei umas fotos enquanto ele me chupava a pica, e depois coloquei ele em posição no sofá para comer aquela bunda gostosa.

Passei a língua em cada canto que ele tinha, chupei os ovos dele e amassei até ele não aguentar mais de tesão e me pedir, por favor, para meter.

Eu obedeci! E enquanto tirava fotos, enfiava a pica no cu dele sem piedade. Ele só gemia como um louco e não parava de falar "me dá mais, me dá mais" — a mesma frase que a mãe dele dizia quando eu comia ela, que ironia!

Quando não aguentei mais, joguei toda a porra nas costas dele, que aos poucos a gravidade fez escorrer pra bunda dele, me dando uma imagem que não quis desperdiçar e fotografei.

Depois que o Mati foi embora e eu bati uma punheta pensando em como o cara era gostoso e como ele me fez passar um tempo bom, peguei uma das fotos dele onde dava pra ver as costas, do pescoço até onde começa a bunda, e mandei pra mãe dele no WhatsApp.

Embora uma mãe devesse reconhecer o próprio filho e a pinta que o Mati tem, que aparecia na foto e facilitava a identificação, ela respondeu que não sabia quem era e por que eu tava mandando aquela foto.

Minha resposta foi:
— Se quiser, te mando mais outras. completas do seu bebê, mas você vai ver ele em situações mais comprometedoras que não sei se vai querer ver...
* caralho, o que você tá fazendo com meu filho??
- nada que ele não queira... aliás, foi ele que se ajoelhou sem eu pedir
* você comeu meu filho??
- só vou te dizer que sem dúvida tem coisas que se herdam, o gosto pela rola na bunda com certeza ele herdou de você.

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A história poderia continuar, mas tento ser o mais resumida possível.

Espero que gostem e comentem.
Valeu!

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