Tive que encarar a realidade. Ontem à noite transei com meus irmãos. Não. A gente fodeu que nem bicho, sem consciência nem culpa. Hoje, a ressaca e o remorso tavam me deixando tonta, mas não ia conseguir entrar na mesma caminhonete com eles sem esclarecer tudo antes. Resolvi mandar uma mensagem pra ver onde estavam. Diego respondeu na hora. Tinham ido comprar umas coisas pra tarde. Assim a gente não precisava parar logo. Nos encontramos na saída de um supermercado de cidade. Eles vinham com duas sacolas grandes. Na frente tinha uma praça e depois o que parecia um mato ou um terreno baldio com árvores grandes. Cheguei perto pra encarar eles e fomos andando em direção à praça.
Eu: Oi, gurizada... como amanheceram? (Covarde!)
S: Como um homem novo!
D: Bem... e você, como tá?
Eu: Um pouco dolorida... Acho que exageramos ontem à noite...
D: É... acho que passamos dos limites com você...
Eu: Ei! Não fiz nada que não quisesse... mas agora sinto que fui longe demais! Haha
D: Haha é...
S: Eu não me arrependo de nada, maninha! Até ontem não sabia que você era tão gostosa!
Eu: Que isso?
S: É que você sempre se veste com roupa larga. Escondia uma bunda divina! E seus peitos!
Eu: Você é sem noção, moleque!
S: Eu? Você acabou de dizer que não fez nada que não quisesse! E você, Dieguito, se arrepende de ter fodido a Meli?
D:... Não... A verdade é que curti muito... acho que a sacanagem de estar com uma garota tão linda que ainda é minha irmã me deixou louco.
Eu: Uau... eu tava me sentindo mal por ter gostado de ficar com vocês e vocês me dizem que também curtiram e que ainda me acham gostosa?
D e S: Sim!
Eu: Não acredito! Vou ficar maluca! Sabem que o que a gente fez é errado, né?
S: Não fiz nada ilegal...
D: A única coisa errada é ser tão moralista hoje, depois do que a gente fez ontem. Olha, não podemos contar pra ninguém por causa do julgamento social e blá blá blá... mas seria nosso pacto secreto de irmãos. Um segredo que não podemos contar nem pros nossos pais e que nos une. Isso é errado? Acho que não.
Fiquei calada. Sem palavras. O argumento do Diego foi direto e sincero. Não tinha como falar nada contra. Me senti uma hipócrita. Por outro lado, foi um alívio. Eles encaravam aquilo como algo natural. O desconforto era que me viam como uma mulher desejável. (Desconfortável ou divertido?) Eu – Então tá tudo bem entre nós? S – Mais que bem! D – Não se preocupa tanto, maninha. Foi só sexo consensual. S – Foi sexo espetacular e consensual! Dormi que nem um leão depois de uma noite daquelas! Eu – Eu apaguei... Aliás, vocês me limparam e cobriram? D – Sim. Cê tava fora de combate e toda melada de porra. Não dava pra te deixar assim. Cê é nossa maninha. Eu – Vocês são melhores homens do que eu pensava, sério! S – Valeu! D – Não sei se fico grato ou ofendido... Que ideia cê tinha da gente? Eu – Bom, não se ofende! S – O que cê achava? Que a gente era uns babacas? Eu – Não... mas achava... desculpa! D – Sei não... eu me senti ofendido, me chamaram de machista de merda! S – E mal irmão! Eu – Fui eu! O que eu faço pra vocês me perdoarem? Essa pergunta me condenou. O próximo passo foi me levarem pro bosque e me fazerem mostrar minha bunda pelada. Eu – Melhor? Vocês gostam tanto da minha bunda assim? S – Demais! D – Eu ainda tô puto... acho que falta um castigo! Eu – Um casti... PLAF! Soou um tapa numa das minhas nádegas. Diego tava sorrindo. Eu – Ai! PLAF! Outro na outra nádega. Agora o Salva tava se vingando de mim. Devo admitir que naquela hora já senti um formigamento de luxúria. Quis provocar eles. Fiz voz de bebota e perguntei: Eu – Já foi ou vão me dar mais? PLAF, PLAF, PLAF, PLAF. Eu – Aii aii... Que maninha má que eu sou! Diego me agarrou por trás e beijou meu pescoço enquanto amassava minha bunda. Salvador levantou minha camiseta e chupou meus peitos. Baixaram minha tanga e enquanto o Salva esfregava meu clitóris, Diego babou um dedo e foi enfiando no meu cu aos poucos. Não era a primeira vez que enfiavam um dedo no meu rabo. Meu ex-namorado adorava enfiar um ou dois enquanto me comia. Então não só não senti dor nenhuma como curti. Acabei gozando nas mãos deles que nem uma cadela no cio. Eu- Aai... ai... ai... aaaaaiiii! Minhas pernas ficaram tão bambas que caí de joelhos. Enquanto recuperava o fôlego, os dois se colocaram na minha frente com os paus pra fora. Não precisava falar nada e eu não consegui resistir. Ataquei aqueles paus com desespero. Um em cada mão e chupando um pouco de cada um. Soltei eles e tirei a camiseta. Eu- Cês gostam das minhas tetas? S- Siiiim! D- Muito! Eu- Gozem nas minhas tetas! Peguei aqueles paus grandes e bati punheta forte enquanto alternava as chupadas. O primeiro a gozar foi o Diego. Jorros pesados e quentes caíram no meu peito. Enfiei na garganta até o fundo pra espremer as últimas gotas. Isso excitou muito o Salva, que me agarrou pela cabeça e me virou pra ponta do pau dele, de onde saiu um tiro direto na minha bochecha. Estiquei a língua e ele terminou enfiando o mastro de carne até o fundo na minha boca. Soltou os últimos jorros enquanto me comia a cabeça. Engoli toda a porra quase sem conseguir respirar. Não tinha jeito, o Salva era selvagem. Depois desses boquetes, fiquei ainda mais tesuda. Minha buceta queria sentir o pau comprido do Salva e o grosso do Diego... Meu celular começou a tocar. Eu- Merda! Mamãe tá chamando a gente. D- Melhor a gente ir indo pra não levantar suspeitas. S- É. A Martita é muito esperta pra perceber as coisas... Eu- Isso porque você vive metido em encrenca. Melhor deixar o Diego falar com a mamãe dele. Ela derrete toda por ele. D- Eu... do jeito que você fala, parece que ela quer me comer! S- Claaaro. O cara come a irmã e agora vai atrás da mãe! Kkkkk Eu- Kkkkk D- Beleza! Vamos! Nos arrumamos e limpamos. Na bolsa o Diego tinha lenços umedecidos, entre outras coisas muito úteis pra uma viagem dessas. Chegamos até o carro, onde nossos pais esperavam com cara de impaciência. M- Finalmente chegaram esses... meninos! P- Vamos logo! São pesados até nas férias! D- Desculpa. Não fiquem bravos. Quis pegar várias coisas pra viagem e Ficamos andando por aí. Caminhamos pra caralho, mas conseguimos uns biscoitinhos espetaculares pra vocês! O Diego deu um saco ensebado de papel pra eles e a cara do meu pai mudou completamente. D- E pra mamãe... Deu um creme relaxante pro rosto e uma máscara de dormir. M- Ai, meu Dieguito! Sempre pensando em deixar a mamãe feliz! Bem jogado, Dieguito, bem jogado. P- Todo mundo no carro! Vamos ver se a gente chega na nossa casinha e na neve. Continua...
Eu: Oi, gurizada... como amanheceram? (Covarde!)
S: Como um homem novo!
D: Bem... e você, como tá?
Eu: Um pouco dolorida... Acho que exageramos ontem à noite...
D: É... acho que passamos dos limites com você...
Eu: Ei! Não fiz nada que não quisesse... mas agora sinto que fui longe demais! Haha
D: Haha é...
S: Eu não me arrependo de nada, maninha! Até ontem não sabia que você era tão gostosa!
Eu: Que isso?
S: É que você sempre se veste com roupa larga. Escondia uma bunda divina! E seus peitos!
Eu: Você é sem noção, moleque!
S: Eu? Você acabou de dizer que não fez nada que não quisesse! E você, Dieguito, se arrepende de ter fodido a Meli?
D:... Não... A verdade é que curti muito... acho que a sacanagem de estar com uma garota tão linda que ainda é minha irmã me deixou louco.
Eu: Uau... eu tava me sentindo mal por ter gostado de ficar com vocês e vocês me dizem que também curtiram e que ainda me acham gostosa?
D e S: Sim!
Eu: Não acredito! Vou ficar maluca! Sabem que o que a gente fez é errado, né?
S: Não fiz nada ilegal...
D: A única coisa errada é ser tão moralista hoje, depois do que a gente fez ontem. Olha, não podemos contar pra ninguém por causa do julgamento social e blá blá blá... mas seria nosso pacto secreto de irmãos. Um segredo que não podemos contar nem pros nossos pais e que nos une. Isso é errado? Acho que não.
Fiquei calada. Sem palavras. O argumento do Diego foi direto e sincero. Não tinha como falar nada contra. Me senti uma hipócrita. Por outro lado, foi um alívio. Eles encaravam aquilo como algo natural. O desconforto era que me viam como uma mulher desejável. (Desconfortável ou divertido?) Eu – Então tá tudo bem entre nós? S – Mais que bem! D – Não se preocupa tanto, maninha. Foi só sexo consensual. S – Foi sexo espetacular e consensual! Dormi que nem um leão depois de uma noite daquelas! Eu – Eu apaguei... Aliás, vocês me limparam e cobriram? D – Sim. Cê tava fora de combate e toda melada de porra. Não dava pra te deixar assim. Cê é nossa maninha. Eu – Vocês são melhores homens do que eu pensava, sério! S – Valeu! D – Não sei se fico grato ou ofendido... Que ideia cê tinha da gente? Eu – Bom, não se ofende! S – O que cê achava? Que a gente era uns babacas? Eu – Não... mas achava... desculpa! D – Sei não... eu me senti ofendido, me chamaram de machista de merda! S – E mal irmão! Eu – Fui eu! O que eu faço pra vocês me perdoarem? Essa pergunta me condenou. O próximo passo foi me levarem pro bosque e me fazerem mostrar minha bunda pelada. Eu – Melhor? Vocês gostam tanto da minha bunda assim? S – Demais! D – Eu ainda tô puto... acho que falta um castigo! Eu – Um casti... PLAF! Soou um tapa numa das minhas nádegas. Diego tava sorrindo. Eu – Ai! PLAF! Outro na outra nádega. Agora o Salva tava se vingando de mim. Devo admitir que naquela hora já senti um formigamento de luxúria. Quis provocar eles. Fiz voz de bebota e perguntei: Eu – Já foi ou vão me dar mais? PLAF, PLAF, PLAF, PLAF. Eu – Aii aii... Que maninha má que eu sou! Diego me agarrou por trás e beijou meu pescoço enquanto amassava minha bunda. Salvador levantou minha camiseta e chupou meus peitos. Baixaram minha tanga e enquanto o Salva esfregava meu clitóris, Diego babou um dedo e foi enfiando no meu cu aos poucos. Não era a primeira vez que enfiavam um dedo no meu rabo. Meu ex-namorado adorava enfiar um ou dois enquanto me comia. Então não só não senti dor nenhuma como curti. Acabei gozando nas mãos deles que nem uma cadela no cio. Eu- Aai... ai... ai... aaaaaiiii! Minhas pernas ficaram tão bambas que caí de joelhos. Enquanto recuperava o fôlego, os dois se colocaram na minha frente com os paus pra fora. Não precisava falar nada e eu não consegui resistir. Ataquei aqueles paus com desespero. Um em cada mão e chupando um pouco de cada um. Soltei eles e tirei a camiseta. Eu- Cês gostam das minhas tetas? S- Siiiim! D- Muito! Eu- Gozem nas minhas tetas! Peguei aqueles paus grandes e bati punheta forte enquanto alternava as chupadas. O primeiro a gozar foi o Diego. Jorros pesados e quentes caíram no meu peito. Enfiei na garganta até o fundo pra espremer as últimas gotas. Isso excitou muito o Salva, que me agarrou pela cabeça e me virou pra ponta do pau dele, de onde saiu um tiro direto na minha bochecha. Estiquei a língua e ele terminou enfiando o mastro de carne até o fundo na minha boca. Soltou os últimos jorros enquanto me comia a cabeça. Engoli toda a porra quase sem conseguir respirar. Não tinha jeito, o Salva era selvagem. Depois desses boquetes, fiquei ainda mais tesuda. Minha buceta queria sentir o pau comprido do Salva e o grosso do Diego... Meu celular começou a tocar. Eu- Merda! Mamãe tá chamando a gente. D- Melhor a gente ir indo pra não levantar suspeitas. S- É. A Martita é muito esperta pra perceber as coisas... Eu- Isso porque você vive metido em encrenca. Melhor deixar o Diego falar com a mamãe dele. Ela derrete toda por ele. D- Eu... do jeito que você fala, parece que ela quer me comer! S- Claaaro. O cara come a irmã e agora vai atrás da mãe! Kkkkk Eu- Kkkkk D- Beleza! Vamos! Nos arrumamos e limpamos. Na bolsa o Diego tinha lenços umedecidos, entre outras coisas muito úteis pra uma viagem dessas. Chegamos até o carro, onde nossos pais esperavam com cara de impaciência. M- Finalmente chegaram esses... meninos! P- Vamos logo! São pesados até nas férias! D- Desculpa. Não fiquem bravos. Quis pegar várias coisas pra viagem e Ficamos andando por aí. Caminhamos pra caralho, mas conseguimos uns biscoitinhos espetaculares pra vocês! O Diego deu um saco ensebado de papel pra eles e a cara do meu pai mudou completamente. D- E pra mamãe... Deu um creme relaxante pro rosto e uma máscara de dormir. M- Ai, meu Dieguito! Sempre pensando em deixar a mamãe feliz! Bem jogado, Dieguito, bem jogado. P- Todo mundo no carro! Vamos ver se a gente chega na nossa casinha e na neve. Continua...
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