Oi, sou o Mariano, tenho 35 anos, pele branca, olhos castanhos, tenho 1,83 de altura, corpo magro.
atualmente sou casado e tenho 2 filhas pequenas.
Hoje minha história é sobre o que aconteceu comigo e a filha da dona da venda na esquina da minha casa.
Ela atualmente tem 18 anos, e isso aconteceu em novembro de 2021, quando ela tinha só 17 anos.
Meu casamento depois da nossa segunda filha ficou mais frio, com pouco sexo, a rotina, nossos trabalhos, dívidas e as meninas fizeram ela apagar. Devo admitir que da minha parte propus muitas coisas em que fui rejeitado várias vezes e optei por parar de insistir ou insinuar.
A filha da dona da banca, que vou mudar o nome, se chama Valentina. Corpinho magro, uns 1,70 de altura, morena com muitos cachos (amo mulher de cabelo cacheado), peitos médios, mas uma bunda muito linda. Não é daquelas empinadas, mas é do tipo que enche bem uma calça jeans. E o que mais me chamou a atenção é que quando ela usa legging, marca uma buceta bem gordinha. Só de pensar nela, quando eu tomava banho, acabava me masturbando pensando nela.
Tudo começou quando ela começou a trabalhar no mercadinho nos horários da sesta, de 13h às 17h. A gente mora numa cidadezinha de no máximo 3000 habitantes, então todo mundo tira sesta e não tem ninguém na rua.
Comecei a ir toda vez que saía pro trabalho às 15h, com a desculpa de comprar algo doce, só pra ver ela e bater um papo.
Foi assim que tudo começou, com conversas, sorrisos e a confiança crescendo dia após dia.
Uma sesta como todas as sestas de setembro, primavera, um calorzinho, passei e só queria comprar uma latinha de refrigerante, aí a Valentina me fala: "Eu pego pra você". Quando abriu a geladeira, tava de legging cinza, deixando toda aquela raba à mostra, e se esticando na ponta dos pés pegou uma lata que tava no fundo, mais gelada. Tenho que admitir que meu pau começou a endurecer. Quando paguei, ela me deu o troco e, se apoiando no balcão, ficou bem perto de mim... aí veio um silêncio, e eu só me aproximei pra dar um beijo na boca dela. Foi bem curto, mas deu pra sentir meu corpo todo arrepiar. A gente se afastou, e ela me olhou surpresa, com um sorriso tímido, o que me encheu de alegria porque não foi uma rejeição — a gente tava sentindo a mesma coisa.
No dia seguinte, cheio de ansiedade, fui até a banca e lá estava ela de novo, toda perfeita, jovem, alegre. Sem freio, fui direto dar um beijo nela, e ela correspondeu. Ficamos uns minutos nos beijando, pude sentir o perfume dela, a respiração ofegante, e não hesitei em segurá-la pela cintura pra puxar ela mais pra perto de mim, e ela não ofereceu resistência. Senti o corpinho dela tremendo, nossas línguas se enroscando, e só parávamos pra tomar ar e voltar a nos beijar. Acariciei o rosto dela, o cabelo que eu amava, beijei ela de novo com toda a minha alma, e dessa vez ela me abraçou pelo pescoço e deixou o corpo cair sobre o meu.
Já tinham se passado mais de 10 minutos e ela estaciona um carro pra entrar no kiosque, aí eu cumprimento ela e falo que no dia seguinte voltaria.
Nos dias seguintes, nossa paixão só aumentou. Já beijava ela contra a parede, lambia seu pescoço, descia minhas mãos até aquela bunda dura, apertava e massageava suas pernas, tocava seus peitinhos jovens. Minha excitação dentro da calça se pressionava contra a legging dela, como se quisesse rasgar aquele tecido e fazer ela minha.
Uma tarde, resolvi dar um passo a mais. Não queria apressar as coisas e coloquei minha mão por baixo da camiseta dela, consegui tocar as costas dela até chegar no sutiã, desabotoei e ela reclamou que não era o lugar, mas eu queria sentir os peitos dela. Então beijei ela e apalpei, já não aguentava mais; falei que queria fazer, não aguentava mais. Aí ela, baixando a cabeça, disse que não tinha coragem, que tava com medo. Foi aí que percebi que ela ainda era virgem, e isso me deixou mais louco ainda.
Depois de tanto insistir, a Valentina aceitou fazer. Era uma sexta-feira e a gente combinou de se ver à noite na casa dela, depois das 11 da noite ela ia deixar a janela aberta pra eu poder entrar.
Organizei um churrasco com meus amigos do trabalho e às 11 da noite falei que precisava ir porque não tava me sentindo bem. Passei num posto pra comprar camisinha e chocolate e fui pra casa dela. Deixei o carro na frente da minha casa e fui até o quiosque. Pelo lado do quiosque tem um muro onde pulei pro quintal e fui direto pra janela dela. Quando abri, ela tava parada do lado da janela, de jeans branco e uma camiseta rosa com botões brancos. Quando vi ela, abracei bem forte e começamos a nos beijar. Paramos e começamos a conversar, ela me mostrou o quarto dela, as fotos na parede de quando era pequena, até chegar na cama. Sentamos e começamos a nos beijar de novo. Deitamos, ela subiu em cima de mim e eu tinha as costas inteiras dela e a bunda dela nas minhas mãos, que eu acariciava e apertava contra meu pau, que já tava prestes a explodir de tesão — ela com certeza sentiu na virilha dela. Virei ela pro lado e comecei a beijar o pescoço dela, descendo enquanto com uma mão desabotoava a camiseta dela, deixando ver um sutiãzinho branco de algodão. Toquei os peitos dela por cima do sutiã enquanto beijava por cima, enfiei a mão por baixo e desabotoei. Quando tirei, vi a coisa mais linda que podia ver: aqueles peitinhos redondinhos, durinhos, os bicos rosadinhos e durinhos. Comecei a beijar eles enquanto sentia o corpo dela tremer e a respiração acelerar. Desabotoei a calça dela e tirei, ao mesmo tempo que tirava minha camiseta e minha calça. Ela tava de calcinha branca pequenininha de algodão. Subi em cima dela e comecei a beijar, desci pros peitos dela, beijei, lambi os bicos até deixar eles durinhos. Desci pra barriguinha chapada e perfeita dela, que beijei sem parar até chegar no elástico da calcinha. Acariciei as pernas dela de cima pra baixo enquanto olhava nos olhos dela. Tirei a única peça que ainda tinha, e ali estava ela, toda nua pra mim. A buceta dela coberta de pelinhos finos deixava ver os lábios gordinhos, do jeito que eu tinha imaginado. Deitei do lado dela e nos beijamos com paixão. agarrei suas nádegas e apertava com muita excitação, foi quando decidi tirar minha cueca e deixar meu pau livre, a ponta batendo no umbigo dela. Ela, com a mão, desceu para tocar nele e notei que se apertava mais contra mim e continuava respirando cada vez mais ofegante, apertando meu pau com a mão, o que me excitava muito ao sentir. Subi nela, abrindo suas pernas, o que ela não queria, ficava com um pouco de vergonha de estar toda exposta. Então sugeri que fechasse os olhos e fui beijando seu umbigo, suas pernas, depois desci por dentro até chegar na buceta dela, que foi muito gratificante sentir como estava toda molhada de lubrificação que jorrava de dentro. Fechei os olhos e só consegui sentir aquele líquido na minha boca, com minha língua fui separando seus lábios que, ao abrir, jorrou mais lubrificação quente que bebi por completo e procurei mais até chegar no clitóris dela. Comecei a lamber devagar, bem de leve, e a cada passada sentia como ele ia inchando e ela relaxava cada vez mais as pernas, abrindo-as para que eu ficasse mais confortável. Senti que ela estava à vontade e que gostava do que recebia de mim. Com minhas mãos, peguei seus peitos e enquanto apertava e massageava seus mamilos, minha língua apertava cada vez mais o clitóris dela, que estava bem duro. Depois de comer toda a lubrificação dela e dar o prazer que ela merecia, me levantei sobre ela, olhei nos olhos dela e a beijei. Ela me abraçou e eu deixei cair meus quadris sobre os dela, meu pau ficou sobre a buceta carnuda dela, toda molhada. Comecei a me mover devagar para os lados, para cima e para baixo, até que meu pau abriu os lábios dela e foi entrando, até que em um momento ela me agarrou pelo quadril, parando minha entrada e soltando uma exclamação de dor. Ainda não tinha rompido o hímem dela, mas ela ficou impressionada. Tirei por alguns segundos e coloquei de novo, dessa vez desci meu quadril com um pouco de força e meu pau entrou todo dentro dela, rompendo o hímem. Naquele instante, ela cravou as unhas nas minhas pernas, como se quisesse me tirar; eu só a beijei e deixei cair todo o meu peso. Peso sobre ela. Falei: "Calma, já vai passar". Ficamos um tempinho sem nos mexer enquanto eu beijava ela suavemente e acariciava a cabeça dela. Tentei me mover, mas quando vi a cara de dor dela, tirei meu pau de dentro, beijei ela e me deitei ao lado, acariciando a barriga dela e dizendo como ela era linda. Desci minha mão até a buceta dela, comecei a acariciar de cima pra baixo. Nossos fluidos escorriam junto com um fio de sangue. Limpei um pouco com o lençol dela e voltei a fazer massagem na buceta dela. Foi quando notei que o clitóris dela cresceu e parei pra massagear ele enquanto beijava ela com gosto. Masturbei ela por uns minutos e senti o corpinho dela tenso, e com o braço direito ela me abraçou com toda força e gozou num orgasmo lindo, que fez escorrer da boca dela um gemidinho com os olhos fechados, e depois os espasmos faziam ela tremer.Beijei ela com muita força e a abracei bem apertado contra mim pra mostrar que ela era minha e que eu só queria fazer ela se sentir bem.Nisso tudo, eu já não aguentava mais de tesão. Levantei minha calça, peguei meus preservativos, coloquei um e me deitei de novo sobre ela. Beijei ela apaixonadamente e deixei meu quadril cair contra o dela, e meu pau entrou abrindo toda aquela buceta cheia de lubrificação. Parei quando senti as unhas dela cravarem nas minhas costas, mas sentia meu pau inchando dentro dela, e ela não conseguia evitar um gemido de dor. Eu estava possuído, precisava gozar. Comecei com movimentos suaves de entra e sai, movimentos circulares, enquanto a abraçava e beijava o pescoço dela. Foram poucos minutos, devo admitir. Sentir como a buceta dela apertava meu pau, as unhas dela cravadas em mim, fizeram com que eu não demorasse muito para ter uma gozada tão grande que parecia que não acabava, enquanto da boca dela saíam gemidos de dor, mas dessa vez ela não fazia força para me tirar de cima dela. Caí sobre ela depois de gozar, reagi, beijei ela e vi no rosto dela que estava de olhos fechados, mas relaxada. Fiquei uns instantes dentro dela, não conseguia acreditar que eu era o primeiro homem dela, que eu era o que naquela noite a tinha feito mulher. Saí de cima dela, me deitei ao lado, nos abraçamos, nos beijamos, e desde aquela noite, toda sexta à noite a gente se via por uns seis meses, até que minha esposa começou a desconfiar e eu decidi me afastar. Machuquei ela, e hoje devo admitir que continuo apaixonado por ela. Não consegui parar de pensar nela, e só de vê-la na banca, nossos olhares se cruzam e a gente diz tudo.Queria voltar a ficar com ela, mas não quero machucá-la nem criar falsas esperanças. Também não quero machucar minha esposa, e sei que vou acabar magoando minhas filhas.
atualmente sou casado e tenho 2 filhas pequenas.
Hoje minha história é sobre o que aconteceu comigo e a filha da dona da venda na esquina da minha casa.
Ela atualmente tem 18 anos, e isso aconteceu em novembro de 2021, quando ela tinha só 17 anos.
Meu casamento depois da nossa segunda filha ficou mais frio, com pouco sexo, a rotina, nossos trabalhos, dívidas e as meninas fizeram ela apagar. Devo admitir que da minha parte propus muitas coisas em que fui rejeitado várias vezes e optei por parar de insistir ou insinuar.
A filha da dona da banca, que vou mudar o nome, se chama Valentina. Corpinho magro, uns 1,70 de altura, morena com muitos cachos (amo mulher de cabelo cacheado), peitos médios, mas uma bunda muito linda. Não é daquelas empinadas, mas é do tipo que enche bem uma calça jeans. E o que mais me chamou a atenção é que quando ela usa legging, marca uma buceta bem gordinha. Só de pensar nela, quando eu tomava banho, acabava me masturbando pensando nela.
Tudo começou quando ela começou a trabalhar no mercadinho nos horários da sesta, de 13h às 17h. A gente mora numa cidadezinha de no máximo 3000 habitantes, então todo mundo tira sesta e não tem ninguém na rua.
Comecei a ir toda vez que saía pro trabalho às 15h, com a desculpa de comprar algo doce, só pra ver ela e bater um papo.
Foi assim que tudo começou, com conversas, sorrisos e a confiança crescendo dia após dia.
Uma sesta como todas as sestas de setembro, primavera, um calorzinho, passei e só queria comprar uma latinha de refrigerante, aí a Valentina me fala: "Eu pego pra você". Quando abriu a geladeira, tava de legging cinza, deixando toda aquela raba à mostra, e se esticando na ponta dos pés pegou uma lata que tava no fundo, mais gelada. Tenho que admitir que meu pau começou a endurecer. Quando paguei, ela me deu o troco e, se apoiando no balcão, ficou bem perto de mim... aí veio um silêncio, e eu só me aproximei pra dar um beijo na boca dela. Foi bem curto, mas deu pra sentir meu corpo todo arrepiar. A gente se afastou, e ela me olhou surpresa, com um sorriso tímido, o que me encheu de alegria porque não foi uma rejeição — a gente tava sentindo a mesma coisa.
No dia seguinte, cheio de ansiedade, fui até a banca e lá estava ela de novo, toda perfeita, jovem, alegre. Sem freio, fui direto dar um beijo nela, e ela correspondeu. Ficamos uns minutos nos beijando, pude sentir o perfume dela, a respiração ofegante, e não hesitei em segurá-la pela cintura pra puxar ela mais pra perto de mim, e ela não ofereceu resistência. Senti o corpinho dela tremendo, nossas línguas se enroscando, e só parávamos pra tomar ar e voltar a nos beijar. Acariciei o rosto dela, o cabelo que eu amava, beijei ela de novo com toda a minha alma, e dessa vez ela me abraçou pelo pescoço e deixou o corpo cair sobre o meu.
Já tinham se passado mais de 10 minutos e ela estaciona um carro pra entrar no kiosque, aí eu cumprimento ela e falo que no dia seguinte voltaria.
Nos dias seguintes, nossa paixão só aumentou. Já beijava ela contra a parede, lambia seu pescoço, descia minhas mãos até aquela bunda dura, apertava e massageava suas pernas, tocava seus peitinhos jovens. Minha excitação dentro da calça se pressionava contra a legging dela, como se quisesse rasgar aquele tecido e fazer ela minha.
Uma tarde, resolvi dar um passo a mais. Não queria apressar as coisas e coloquei minha mão por baixo da camiseta dela, consegui tocar as costas dela até chegar no sutiã, desabotoei e ela reclamou que não era o lugar, mas eu queria sentir os peitos dela. Então beijei ela e apalpei, já não aguentava mais; falei que queria fazer, não aguentava mais. Aí ela, baixando a cabeça, disse que não tinha coragem, que tava com medo. Foi aí que percebi que ela ainda era virgem, e isso me deixou mais louco ainda.
Depois de tanto insistir, a Valentina aceitou fazer. Era uma sexta-feira e a gente combinou de se ver à noite na casa dela, depois das 11 da noite ela ia deixar a janela aberta pra eu poder entrar.
Organizei um churrasco com meus amigos do trabalho e às 11 da noite falei que precisava ir porque não tava me sentindo bem. Passei num posto pra comprar camisinha e chocolate e fui pra casa dela. Deixei o carro na frente da minha casa e fui até o quiosque. Pelo lado do quiosque tem um muro onde pulei pro quintal e fui direto pra janela dela. Quando abri, ela tava parada do lado da janela, de jeans branco e uma camiseta rosa com botões brancos. Quando vi ela, abracei bem forte e começamos a nos beijar. Paramos e começamos a conversar, ela me mostrou o quarto dela, as fotos na parede de quando era pequena, até chegar na cama. Sentamos e começamos a nos beijar de novo. Deitamos, ela subiu em cima de mim e eu tinha as costas inteiras dela e a bunda dela nas minhas mãos, que eu acariciava e apertava contra meu pau, que já tava prestes a explodir de tesão — ela com certeza sentiu na virilha dela. Virei ela pro lado e comecei a beijar o pescoço dela, descendo enquanto com uma mão desabotoava a camiseta dela, deixando ver um sutiãzinho branco de algodão. Toquei os peitos dela por cima do sutiã enquanto beijava por cima, enfiei a mão por baixo e desabotoei. Quando tirei, vi a coisa mais linda que podia ver: aqueles peitinhos redondinhos, durinhos, os bicos rosadinhos e durinhos. Comecei a beijar eles enquanto sentia o corpo dela tremer e a respiração acelerar. Desabotoei a calça dela e tirei, ao mesmo tempo que tirava minha camiseta e minha calça. Ela tava de calcinha branca pequenininha de algodão. Subi em cima dela e comecei a beijar, desci pros peitos dela, beijei, lambi os bicos até deixar eles durinhos. Desci pra barriguinha chapada e perfeita dela, que beijei sem parar até chegar no elástico da calcinha. Acariciei as pernas dela de cima pra baixo enquanto olhava nos olhos dela. Tirei a única peça que ainda tinha, e ali estava ela, toda nua pra mim. A buceta dela coberta de pelinhos finos deixava ver os lábios gordinhos, do jeito que eu tinha imaginado. Deitei do lado dela e nos beijamos com paixão. agarrei suas nádegas e apertava com muita excitação, foi quando decidi tirar minha cueca e deixar meu pau livre, a ponta batendo no umbigo dela. Ela, com a mão, desceu para tocar nele e notei que se apertava mais contra mim e continuava respirando cada vez mais ofegante, apertando meu pau com a mão, o que me excitava muito ao sentir. Subi nela, abrindo suas pernas, o que ela não queria, ficava com um pouco de vergonha de estar toda exposta. Então sugeri que fechasse os olhos e fui beijando seu umbigo, suas pernas, depois desci por dentro até chegar na buceta dela, que foi muito gratificante sentir como estava toda molhada de lubrificação que jorrava de dentro. Fechei os olhos e só consegui sentir aquele líquido na minha boca, com minha língua fui separando seus lábios que, ao abrir, jorrou mais lubrificação quente que bebi por completo e procurei mais até chegar no clitóris dela. Comecei a lamber devagar, bem de leve, e a cada passada sentia como ele ia inchando e ela relaxava cada vez mais as pernas, abrindo-as para que eu ficasse mais confortável. Senti que ela estava à vontade e que gostava do que recebia de mim. Com minhas mãos, peguei seus peitos e enquanto apertava e massageava seus mamilos, minha língua apertava cada vez mais o clitóris dela, que estava bem duro. Depois de comer toda a lubrificação dela e dar o prazer que ela merecia, me levantei sobre ela, olhei nos olhos dela e a beijei. Ela me abraçou e eu deixei cair meus quadris sobre os dela, meu pau ficou sobre a buceta carnuda dela, toda molhada. Comecei a me mover devagar para os lados, para cima e para baixo, até que meu pau abriu os lábios dela e foi entrando, até que em um momento ela me agarrou pelo quadril, parando minha entrada e soltando uma exclamação de dor. Ainda não tinha rompido o hímem dela, mas ela ficou impressionada. Tirei por alguns segundos e coloquei de novo, dessa vez desci meu quadril com um pouco de força e meu pau entrou todo dentro dela, rompendo o hímem. Naquele instante, ela cravou as unhas nas minhas pernas, como se quisesse me tirar; eu só a beijei e deixei cair todo o meu peso. Peso sobre ela. Falei: "Calma, já vai passar". Ficamos um tempinho sem nos mexer enquanto eu beijava ela suavemente e acariciava a cabeça dela. Tentei me mover, mas quando vi a cara de dor dela, tirei meu pau de dentro, beijei ela e me deitei ao lado, acariciando a barriga dela e dizendo como ela era linda. Desci minha mão até a buceta dela, comecei a acariciar de cima pra baixo. Nossos fluidos escorriam junto com um fio de sangue. Limpei um pouco com o lençol dela e voltei a fazer massagem na buceta dela. Foi quando notei que o clitóris dela cresceu e parei pra massagear ele enquanto beijava ela com gosto. Masturbei ela por uns minutos e senti o corpinho dela tenso, e com o braço direito ela me abraçou com toda força e gozou num orgasmo lindo, que fez escorrer da boca dela um gemidinho com os olhos fechados, e depois os espasmos faziam ela tremer.Beijei ela com muita força e a abracei bem apertado contra mim pra mostrar que ela era minha e que eu só queria fazer ela se sentir bem.Nisso tudo, eu já não aguentava mais de tesão. Levantei minha calça, peguei meus preservativos, coloquei um e me deitei de novo sobre ela. Beijei ela apaixonadamente e deixei meu quadril cair contra o dela, e meu pau entrou abrindo toda aquela buceta cheia de lubrificação. Parei quando senti as unhas dela cravarem nas minhas costas, mas sentia meu pau inchando dentro dela, e ela não conseguia evitar um gemido de dor. Eu estava possuído, precisava gozar. Comecei com movimentos suaves de entra e sai, movimentos circulares, enquanto a abraçava e beijava o pescoço dela. Foram poucos minutos, devo admitir. Sentir como a buceta dela apertava meu pau, as unhas dela cravadas em mim, fizeram com que eu não demorasse muito para ter uma gozada tão grande que parecia que não acabava, enquanto da boca dela saíam gemidos de dor, mas dessa vez ela não fazia força para me tirar de cima dela. Caí sobre ela depois de gozar, reagi, beijei ela e vi no rosto dela que estava de olhos fechados, mas relaxada. Fiquei uns instantes dentro dela, não conseguia acreditar que eu era o primeiro homem dela, que eu era o que naquela noite a tinha feito mulher. Saí de cima dela, me deitei ao lado, nos abraçamos, nos beijamos, e desde aquela noite, toda sexta à noite a gente se via por uns seis meses, até que minha esposa começou a desconfiar e eu decidi me afastar. Machuquei ela, e hoje devo admitir que continuo apaixonado por ela. Não consegui parar de pensar nela, e só de vê-la na banca, nossos olhares se cruzam e a gente diz tudo.Queria voltar a ficar com ela, mas não quero machucá-la nem criar falsas esperanças. Também não quero machucar minha esposa, e sei que vou acabar magoando minhas filhas.
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