Todos os personagens são maiores de idade ------------ No dia seguinte à "vingança" da Melina contra a Flor, tudo já tinha voltado ao normal, sendo só uma brincadeira que impuseram pra garota mais nova, embora, claro, ela tenha descoberto que adora demais ser submissa e ser dominada como uma putinha. Naquele dia não rolou nada em casa, porque os caras estavam ocupados com a faculdade e saídas com os amigos, e ainda precisavam descansar de todo o prazer do dia anterior. Mas no dia seguinte, um sábado, a bagunça ia voltar a rolar. A Melina foi a primeira a acordar, principalmente porque tinha aula naquele sábado. Voltou pra casa no meio da manhã e encontrou a Florencia acordada, tomando café da manhã com o celular na mão, sentada na cozinha. - Oi Flor, bom dia. - Oi Melii, como cê tá? - Uff, aqui mó cansada da facul... ainda mais num sábado... As duas meninas ficaram batendo papo sobre bobeiras por um tempo. - E você, o que fez ontem? Saiu pra farra? - perguntou a Meli agora. - Nada, saí com as minas mas foi de boa. - Ahh, meio chato então? - É... sim e não. - Jajaj, por quê? - Porque num momento as minas começaram a falar de como transavam com os namorados... e eu fiquei com muito tesão. - Opa, e aí, o que rolou? - perguntou a mais velha. - Vou te falar a real... tava me molhando pra caralho... E tive que ir no banheiro enfiar os dedos. - Jajaj, e não sujou nada? - Não, não, tomei cuidado pra ninguém perceber. - Isso é culpa da pica do Fede! - disse a mais velha. - Uff, sim... o cara tem uma pica linda... ontem lembrei de como você gozou na minha cara toda com o leite dele pra eu gozar. - Mmm, mas você gostou ou não, irmãzinha? - Adorei, Meli... mais ainda, já tô me molhando de novo só de falar disso. - Jajaj, eu já fiquei com vontade de tomar o leite. - Uff, eu iria chupar essa pica leiteira do cara agora.. - Flor lambeu os lábios - dava pra amarrar ele e deixar ali pra chupar a pica dele e ele comer a gente quando quisesse, jajaj! - Florencia se riu-. Meli ficou pensando uns momentos. -Eu, Floppy.. acho que tive uma ideia.. -Mmm.. tô ouvindo.. -Acho que hoje a gente podia fazer um joguinho com o Fede. -Mm tipo comigo outro dia? -respondeu Flor, lembrando como os irmãos dela tinham feito ela brincar de ser uma putinha submissa-. -Algo assim, mas não exatamente.. -Então como? -Escuta, vamos fazer isso... Melina começou a contar o plano que tinha acabado de inventar, explicando o que iam fazer. -Uff, amei, Meli, e acho que ele também vai amar! -Aposto que sim!.. Mas.. toda essa conversa.. me deixou toda excitada, mano.. Não vai me ajudar não, Floppy? -disse Meli, desabotoando a calça jeans e levando um dedo até a boceta - acho que fiquei toda molhada.. -Tem certeza, mano? Olha que se você guardar pra depois vai ser melhor ainda... -Uff, irmãzinha.. mas essa merda de ter aula sábado me mata.. E ainda lembrei como você chupou minha boceta outro dia e já fiquei toda excitada.. -Tá bom, Meli, se é o que você quer, com prazer te ajudo haha! Flor se abaixou e comeu a boceta da irmã até ela gozar. Chegou meio-dia e Fede levantou. Passou no banheiro e depois na cozinha, onde encontrou as duas irmãs. Flor estava com um short soltinho e uma camiseta branca. Tava sem sutiã e os biquinhos marcavam um pouco, enquanto Meli estava com o cabelo com a franja característica, e a blusa rosa com jeans apertado que marcava bem a raba que ela tinha usado na faculdade. -Epaa -exclamou Melina-, acordou nossa pica favorita! -Sou seu irmão, sua puta -respondeu Fede-. -Mm sim também, mas primeiro é nossa pica favorita haha. As duas riram e se aproximaram de Fede. Melina começou a esfregar o volume dele por cima enquanto Flor dava beijos no pescoço dele. -Uff.. meninas.. acabei de acordar... Nem vão deixar eu comer? -Mm não, mas a gente vai comer uma coisa -disse Melina apertando a pica dele. cacete. —Já tá durinho, irmãozinho? —perguntou Flor, falando com o pau dele. —Como não ia ficar... com duas irmãs tão putinhas que nem vocês... —Mm, vem aqui, senta aqui, gatinho —disse Meli. Levaram ele até uma cadeira e fizeram ele sentar ali, enquanto o beijavam e passavam as mãozinhas delicadas por todo lado. —Uff, que duro que tá, Fede —agora era Melina que beijava o pescoço dele enquanto continuava apalpando o cacete por cima do short— tira isso que eu quero ver! O garoto só se deixava fazer, em êxtase. Levantou um pouquinho pra Melina tirar a calça e a cueca dele, soltando aquele pau duro, que ficou apontando na diagonal feito uma flecha. Tão perdido que Fede tava nos beijos e apalpações da irmã mais velha, que nem percebeu a mais nova levando os braços dele pra trás da cadeira e amarrando firme. —Mm, o que vocês vão fazer comigo, putinhas? —perguntou Fede quando notou que não conseguia mais mexer as mãos. —Uff, cala a boca, gatinho! —disse Melina agora, segurando a cabeça dele e enfiando a cara no decote dela, apertando ele contra os peitos. Fede se concentrou naquele par de peitos e no tecido que separava ele deles. Tão concentrado agora curtindo aqueles globos que também não percebeu que Florencia tinha amarrado cada pé dele numa perna da cadeira. —Pronto, irmãzinha, já tá amarrado! —disse Florencia se levantando. Melina tirou os peitos da cara de Fede, que se assustou ao ver que agora tava completamente imobilizado na cadeira e com o pau de fora. —Ei, para, o que vocês vão fazer? —perguntou meio irritado, enquanto tentava se soltar das amarras sem sucesso. —Mm, irmãozinho lindo, lembra do jogo que a gente jogou ontem com a Flor? —respondeu Melina acariciando a ponta do pau dele. —O que vocês vão fazer comigo!? —Vamos brincar de uma coisa com você, gatinho... pra ver quanto tempo você e seu amigo aguentam... —Hã?? As garotas então foram tirando a roupa num show de strip tease, se acariciando e se beijando entre elas na frente de Fede. A primeira foi Melina tirando a blusa que estava vestindo, ficando só de sutiã e jeans apertados. —Floppy, acho que o Fede precisa de mais uns carinhos —disse a irmã mais velha, apontando pra piroca do garoto, que começava a perder a rigidez—. —Mm, eu cuido disso. Flor foi até onde o garoto estava e começou a masturbar ele um pouco, pra deixar aquela piroca dura de novo. Fede suspirava sentindo aquela mãozinha apertando ele de leve. Quando já tava totalmente ereta de novo, Florencia tirou a mão. —Ahhg, filha da puta, volta! —exclamou o garoto. As irmãs continuaram tirando a roupinha, agora era a vez da Flor, que tirou a camiseta, deixando aquele parzão de peitos de fora, já que não tinha nada por baixo. Melina começou a chupar um enquanto apertava de leve um mamilo com os dedos, fazendo a garota gemer. Meli se afastou dela e Florencia voltou até onde o Fede tava sentado e amarrado, colocando um dos peitos bem na ponta da língua dele. —Bota uma babinha, Fedee —disse ela. O garoto esticou a língua o máximo que pôde e começou a encher aquele mamilo rosado, relativamente pequeno pros peitos que a irmã tinha, de saliva, enquanto a piroca dele continuava dura e sem chance de se tocar. Depois, Flor se afastou e levantou o peito até a própria boca, lambendo ela mesma a baba do Fede. —Tá gostando, irmãozinho? —perguntou Melina por trás. Flor voltou pra onde tava com a Melina, e agora essa última começou a tirar a calcinha roxa que tava vestindo, bem devagar, enquanto Florencia fazia carinho nos peitos dela. As duas tavam literalmente na frente do Fede, a poucos centímetros. De lá, viam como aquela piroca tava vermelha e parecia prestes a explodir. —Mmm, acho que ele tá gostando, Flor... —Vocês vão me matar... pelo amor de Deus, alguém toca nela ou algo assim... —Como é que fala, menino? Deixa eu ver —Melina disse isso, pegou a calcinha molhada dela e enfiou na boca do irmão, pra ele não conseguir falar—. —Mmgghh mmmphhg!! —Shh, cala a boca, vamos ver quanto tempo Aguenta! —dizia Florencia pra ela. Enquanto falava, a Melina já totalmente pelada, puxou o short da Flor pra baixo e enfiou a tanga vermelha que tinha vestido pra ocasião, fazendo ela soltar um gemidinho. O cara teria matado pra ter 1 segundo as mãos livres pra tocar na pica e gozar, ela tava bem vermelha e pulando sem controle. —Que aguenta que esse mano tem —disse Flor e riu, aproveitando pra chupar os peitos da irmã —Mmmphhgg!! —tentava falar sem sucesso o Fede— Melina então tirou a tanga e as duas minas ficaram completamente peladas, se apalpando todas enquanto Fede "sofria" o show. —Olha o que são suas irmãs, moleque! —dizia Melina enquanto Flor massageava a bunda redonda e firme que ela tinha—. —Sabe quantos homens matariam pra estar aí, mano? —E pensar que a gente só toma seu leite! Nem no meu namorado eu chupo assim a piroca haha —Mmmppggghh!! Fede já nem tentava mais falar, eram direto pedidos desesperados pra deixarem ele gozar antes que a pica explodisse. —Mmm Meli, acho que temos que deixar ele com ciúme... —dizia Florencia enquanto levava uns dedos à buceta molhada e melada da Melina— —E como a gente faz isso? —Mmm, era só chamar os amigos e eles comerem a gente aqui... Na frente dele! —Mm, cê ia gostar disso, irmãozinho? Quer que a gente chame uns amigos teus e veja como eles comem a gente toda?? —mmmppggh!! —Fede tava com ciúme mesmo, mas também muito excitado—. As duas minas se beijavam de língua e paravam só pra falar, ambas sentiam o calor da pica inchadona do irmão na frente delas. —Mmm, e que encham nosso cu de leite grosso enquanto você não pode nem gozar! —Mmghhgh mmghgg!! —Cê ia gostar que seus amigos arrombassem nossa bunda na sua frente e te obrigassem a ver? —Ou que a gente chupasse o leite deles e enchesse nossa barriga de porra? —MMMMMPPGGRRGGGGGGGHHHHH!!!! MMMMHGGGGHH!!!!! Fede não aguentou mais e a pica começou a jorrar gozada atrás de gozada jato de porra de forma bem violenta, batendo nas irmãs que estavam na frente, enquanto ele se contorcia amarrado na cadeira, sem nem conseguir gritar. A pica do garoto pulsava sem controle enquanto ele gozava sem ninguém ter tocado nele. Até as duas garotas pareciam surpresas com tamanha porra! — Olha a bagunça que você fez, cara! Nos banhou de porra haha! — disse Flor, levando um dedo até a coxa pra juntar um pouco de sêmen e comer. — Que que houve, irmãozinho, te excitou demais o que a gente tava falando? — disse Melina. — Mpprhg... — Fede parecia querer se desculpar. — Mmm, mas que pena, bebê, porque a única pica que a gente gosta é a sua — Flor agora tocava a pica dele pra evitar que relaxasse pós-gozo. — Sim, gosto mais do que a do meu namorado, gatinho! Quer saber um segredinho? — Melina agora olhava nos olhos dele com carinha de inocente. — Mmmgg? — Hoje na faculdade fiquei com tesão imaginando que te fazia um boquete e engolia toooda toda toda a bucetuda... e depois beijava a boca do meu namorado! — Que porquinha você é, irmãzinha! — disse Flor rindo, já com a pica do garoto dura de novo nas mãos — E falando em bucetuda... olha como esse cara gozou na gente! — Deixa comigo, Flor... Melina levou uma mão até a pica e começaram a masturbar ele juntas, enquanto a garota ia beijando a irmã em todos os lugares onde tinha um pouco de sêmen, comendo de quebra. Assim, beijou um pouco a barriguinha dela e depois desceu até a buceta, onde ainda tinha um pouquinho de porra no púbis depilado da Flor. Aproveitou e passou a língua pra juntar aquele restinho de esperma, o que fez a mais nova gemer baixinho. Depois, ela fez o mesmo onde a Melina também tinha restos de porra, beijando ela, passando a linguinha e comendo esperma. Fede sentia que não ia aguentar muito mais se as garotas continuassem punhetando ele entre as duas enquanto faziam aquilo, mesmo ele tendo acabado de gozar. — Mmpprgg!! — o garoto tentava avisar elas. — Mm, que que houve, irmãozinho? Quer gozar de novo? Hum, mas não podemos te soltar, olha a bagunça que você fez... Acho que esse pau precisa de mais um castigo... — disse Melina. A irmã mais velha então soltou o pau dele e foi tirar a calcinha que tinha colocado na boca do Fede pra ele não conseguir falar. — Pronto, gatinho, já pode falar de novo! — Vocês são umas... filhas da... Chega... — Solta ele, Floppy — ordenou pra irmã —, senão ele goza de novo, e eu ainda tô com fome de porra grossa! — E qual vai ser o castigo? — perguntou Flor, com um olhar malicioso. — A gente tem que levar ele pro quarto dele, me ajuda a desamarrar. — Chega, meninas... Já deu... — Fede ainda estava exausto do orgasmo. — Hum, irmãozinho, escuta: se você cooperar com a gente e aguentar o castigo, vai ter um prêmio... — disse Meli no ouvido dele, e mordeu de leve a orelha. Florencia já tinha terminado de desamarrar ele. — Pronto, vamos, irmãozinho? — ordenou Melina. — Tá... tá bom... — Ah, Floppy, leva as cordas pra lá! O garoto só conseguiu engolir seco e se preparar pro que o esperava no quarto dele.
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8 comentários - Vai lá, maninho
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