De vez em quando, a turma de amigos da Natalia tem o costume de se reunir pra bater um papo e tomar alguma coisa. É um encontro bem familiar, já que até dois casais levam os filhos (entre 15 e 19 anos) e também vem uma amiga que é solteira. No total, somos uns 10 mais ou menos (entre eles, o Javier, o amante da minha esposa, e a esposa dele).
O encontro foi num bar que todo mundo gosta, mas dessa vez, por acaso, os filhos não foram, então éramos todos adultos e as conversas ficaram mais picantes. Haha, numa boa, mas as brincadeiras foram subindo de tom e o consumo de álcool foi maior por pessoa.
Quando o bar já ia fechar, tivemos que ir embora, mas o clima tava tão bom que alguém sugeriu ir pra uma balada continuar bebendo, rindo e esticar a noite.
E foi isso. Fomos pra balada e, pouco depois, todo mundo já tava dançando junto e bebendo pra caramba. Os olhares entre o Javier e minha esposa estavam lá, reprimidos, mas estavam — eu conseguia identificar.
A Florencia, esposa do Javier, tava linda naquela noite. Eu não cansava de olhar as pernas dela e aquela saia curta, na esperança de que, em algum momento, subisse mais do que devia e me deixasse ver alguma coisa, mas não.
Em certo momento da noite, percebi que nem minha esposa nem o Javier estavam no grupo, então desconfiei que algo podia estar rolando. Saí voando pro banheiro e, num cubículo, vi por baixo da porta os sapatos do Javier. Então entrei no cubículo ao lado, sentei em silêncio e fiquei ouvindo.
Passaram uns minutos e não se ouvia nada, mas o Javier também não saía. Até que, num momento, quando já ia embora, ouvi uma risada abafada da minha esposa e o Javier sussurrando: "Agora acho que não tem ninguém". "Dá uma olhada", a Naty respondeu.
O Javier abriu a porta devagar, saiu segurando as calças e deu uma volta no banheiro. Eu subi no vaso pra não aparecerem meus pés e espiei pelo buraco da fechadura. A imagem foi foda: pelo espelho, consegui ver (já que o Javier (tinha deixado a porta aberta) minha esposa também subiu em cima do vaso sanitário com a roupa toda desalinhada e um peito saindo pra fora da blusa.
Fiquei imóvel até o Javier voltar e entrar de novo no cubículo...
"Tamo sozinho" o Javier disse pra ela e ela não respondeu, só se ouviu o barulho dos sapatos da minha esposa descendo do vaso e o barulho da fivela do cinto do Javier se soltando... "como sentia falta disso" o Javier sussurrou enquanto a Natália não respondia nada, pelos barulhos assumo que ela tava com a boca ocupada.
Eu não consegui me segurar e desabotoei a calça devagar pra bater uma punheta, não acreditava na situação que tava vivendo.
O Javier repetia pra minha esposa "continua, continua" até que num momento ouvi de novo a voz da Naty num sussurro "já deu, enfia que a gente tem pouco tempo" mas nisso, entraram uns caras no banheiro então pelo pouco que ouvi, a Naty subiu no vaso e tudo parou.
Depois disso, o Javier fala pra minha esposa que ele vai sair e vigiar a porta pra ela poder sair, e eu, antes de tudo isso rolar, escapei do banheiro pra poder esperar eles com os outros quando voltassem.
Foi assim, quando os dois chegaram, se fazendo de que vinham separados de lugares diferentes, eu tava lá pra receber eles, dei um puta beijo na minha esposa e sussurrei no ouvido dela "que gosto de pica você tem na boca".
Fim.
O encontro foi num bar que todo mundo gosta, mas dessa vez, por acaso, os filhos não foram, então éramos todos adultos e as conversas ficaram mais picantes. Haha, numa boa, mas as brincadeiras foram subindo de tom e o consumo de álcool foi maior por pessoa.
Quando o bar já ia fechar, tivemos que ir embora, mas o clima tava tão bom que alguém sugeriu ir pra uma balada continuar bebendo, rindo e esticar a noite.
E foi isso. Fomos pra balada e, pouco depois, todo mundo já tava dançando junto e bebendo pra caramba. Os olhares entre o Javier e minha esposa estavam lá, reprimidos, mas estavam — eu conseguia identificar.
A Florencia, esposa do Javier, tava linda naquela noite. Eu não cansava de olhar as pernas dela e aquela saia curta, na esperança de que, em algum momento, subisse mais do que devia e me deixasse ver alguma coisa, mas não.
Em certo momento da noite, percebi que nem minha esposa nem o Javier estavam no grupo, então desconfiei que algo podia estar rolando. Saí voando pro banheiro e, num cubículo, vi por baixo da porta os sapatos do Javier. Então entrei no cubículo ao lado, sentei em silêncio e fiquei ouvindo.
Passaram uns minutos e não se ouvia nada, mas o Javier também não saía. Até que, num momento, quando já ia embora, ouvi uma risada abafada da minha esposa e o Javier sussurrando: "Agora acho que não tem ninguém". "Dá uma olhada", a Naty respondeu.
O Javier abriu a porta devagar, saiu segurando as calças e deu uma volta no banheiro. Eu subi no vaso pra não aparecerem meus pés e espiei pelo buraco da fechadura. A imagem foi foda: pelo espelho, consegui ver (já que o Javier (tinha deixado a porta aberta) minha esposa também subiu em cima do vaso sanitário com a roupa toda desalinhada e um peito saindo pra fora da blusa.
Fiquei imóvel até o Javier voltar e entrar de novo no cubículo...
"Tamo sozinho" o Javier disse pra ela e ela não respondeu, só se ouviu o barulho dos sapatos da minha esposa descendo do vaso e o barulho da fivela do cinto do Javier se soltando... "como sentia falta disso" o Javier sussurrou enquanto a Natália não respondia nada, pelos barulhos assumo que ela tava com a boca ocupada.
Eu não consegui me segurar e desabotoei a calça devagar pra bater uma punheta, não acreditava na situação que tava vivendo.
O Javier repetia pra minha esposa "continua, continua" até que num momento ouvi de novo a voz da Naty num sussurro "já deu, enfia que a gente tem pouco tempo" mas nisso, entraram uns caras no banheiro então pelo pouco que ouvi, a Naty subiu no vaso e tudo parou.
Depois disso, o Javier fala pra minha esposa que ele vai sair e vigiar a porta pra ela poder sair, e eu, antes de tudo isso rolar, escapei do banheiro pra poder esperar eles com os outros quando voltassem.
Foi assim, quando os dois chegaram, se fazendo de que vinham separados de lugares diferentes, eu tava lá pra receber eles, dei um puta beijo na minha esposa e sussurrei no ouvido dela "que gosto de pica você tem na boca".
Fim.
1 comentários - Nascido pra ser corno III