Boa tarde, comunidade. Vou me apresentar: sou mexicano, tenho 27 anos e quero contar uma experiência que vivi há alguns meses (por março deste ano). Entrei no final do ano passado para trabalhar numa instituição do governo, onde fui colocado como chefe de área. Era o mais novo dos chefes, já que na época ainda tinha 26 anos. Nessa instituição, como em todo lugar, tinha um clima pesado, inveja, etc. Minha área era uma das maiores, com cerca de 70 funcionários e funcionárias sob meu comando. Sinceramente, entrei sem experiência, mas a gente vai se virando no caminho. Bom, o caso é que, entre as funcionárias que eu chefiava, tinha uma que vamos chamar de Angie. Desde o primeiro dia que entrei, notei que ela me deu mole (é assim que a gente fala no México quando quer dizer que alguém está dando em cima da gente). Ela tem 35 anos, é casada e já tem filhos. Como vocês sabem, os homens são uns safados, mas alguns de nós primeiro gostam de checar bem o terreno antes de se meter em encrenca — ou pelo menos eu sou assim. Essa mulher, com o passar dos dias, começou a me mandar mensagens no WhatsApp, pedindo favores pessoais: que precisava sair mais cedo, que eu ajustasse o horário de trabalho dela, que a colocasse em lugares mais tranquilos. Sempre deixei claro que ela tinha que mostrar bom comportamento no trabalho para merecer as coisas. No entanto, as investidas dela ficaram mais frequentes. Eu já sabia de antemão que ela fazia isso pra conseguir o que pedia, e como eu tinha autoridade pra fazer, resolvi entrar na brincadeira. Até que um dia ela me mandou uma mensagem me convidando pra sair no domingo, já que o marido dela ia trabalhar o dia todo (o marido trabalhava no mesmo lugar que a gente, mas num cargo bem mais baixo que o meu, então nunca ficou sabendo disso). Eu disse que sim, mas com a condição de que ela me acompanhasse até uma cidadezinha perto de onde eu moro pra deixar uns documentos, e ela aceitou. Passei por ela umas 11 horas da manhã de domingo, e fomos deixar os documentos que ela precisava. No caminho, paramos pra comer algo, tudo tranquilo, só uns flertes leves. Chegamos no meu destino, me ocupei uns 30 minutos e ela me esperou no carro. Já passava da 1 da tarde, me desocupei e falei que tava pronto, que fôssemos tomar uns drinks porque tava calor. Fomos num bar perto do lugar, e ali começamos a tomar cerveja, conversar, rir pra cá e pra lá, dançar um pouco. Lá pelas 4 da tarde, os dois já tavam meio bêbados, e comentei que a gente devia ir embora porque já era tarde e tínhamos que voltar pra nossa cidade. Ela respondeu: "É isso ou tua mulher te pega?" Aí eu falei: "Eu não tenho quem me doma, quem tem é você. Teu marido te pega se descobre que cê tá com teu chefe bebendo." Ela começou a rir e respondeu: "HA-HA-HA, não, esse pobre coitado tá se humilhando que nem uma puta. E mesmo que descubra, tem que aceitar quem é o chefe e quem é a puta." Me senti meio mal por ele, ouvindo isso da própria mulher dele, mas como já tava meio bêbado, não liguei muito. Foi quando ela disse: "Olha, eu sei que sou mais velha que você, mas desde que você entrou, tô morrendo de vontade de te pegar. Quero ficar com você como mulher e amante. Sei que vai mandar bem, porque é assim que os jovens são, sabem o que querem, e dá pra ver que você sabe o que quer. Então tem duas opções: ou a gente vai pra um motel, ou cada um vai pra sua casa." Eu falei: "Olha, Angie, eu adoraria ir pra um motel e te foder como você merece, mas acho que não é ético, e além disso você é casada. Melhor a gente ir pra casa e continuar como sempre." Ela respondeu: "Olha, chefinho, eu fodo quem eu quiser. O corno do meu marido, eu não tô nem aí. Já falei na cara dele que sou puta e vou continuar sendo. Ele fica comigo porque não tem pra onde ir. E vou ser mais explícita: quero que você meta. seu pau na minha boca enquanto eu me afogo nele e engulo todo o seu leite, assim ou mais explícita", essa última coisa que ela me disse sinceramente me deixou sem palavras, já que como todo homem, isso nos excita pra caralho. Simplesmente peguei na mão dela, saímos do lugar e fui pro primeiro motel que encontrei. Trancamos a porta e a primeira coisa que fiz ao entrar foi falar: "agora sim, sua puta, queria pau? Vem buscar". Ela respondeu: "espera um pouquinho, vou no banheiro, não demoro". Demorou uns 5 minutos e quando saiu, só estava usando um conjunto vermelho, era um sutiã transparente vermelho que deixava os peitos dela uma delícia, com uma fio dental que tinha um laço na bunda, algo que amei, porque ali eu soube que ela já vinha preparada pra ser minha puta naquela tarde. Ela foi se aproximando de mim, me beijando devagar, e falando: "chefe, agora sou sua puta e vou te dar o melhor boquete do mundo". Não vou mentir se disser que ela ficou devendo com essas palavras. Ela se ajoelhou, desabotoou minha calça e sem problema nenhum baixou ela e a cueca, deixando meu pau pra fora, começando a lamber com delicadeza a cabeça e a haste. Juro que parecia uma atriz pornô, porque cada centímetro ela chupava como uma expert, algo que nunca tinha sentido. Ela não parou de me olhar nos olhos em nenhum momento, e o que mais me excitava naquela hora é que sempre que podia ela falava: "chefe, gosta que eu mamo assim? Sua puta tá pronta pra receber seu leite, goza na minha boca, chefinho, por favor". Imaginam essas palavras junto com um boquete gostoso? Sinceramente, não aguentei esperar. Peguei na cabeça dela, empurrei pra perto de mim e soltei todo o meu sêmen na boquinha dela. Ela não deixou cair uma gota, comeu tudo. Continuou chupando mesmo depois que eu terminei...
Por enquanto vou parar o relato aqui e continuar outro dia. Espero os comentários de vocês pra ver se tão gostando. Fica muito mais intenso...
Por enquanto vou parar o relato aqui e continuar outro dia. Espero os comentários de vocês pra ver se tão gostando. Fica muito mais intenso...
1 comentários - O chefe e a funcionária gostosa