Vou contar pra vocês sobre minha relação com uma mulher casada. Ela morava no bairro onde eu morava, mas eu não falava com ela, só cumprimentava quando passava por educação. Ela se encaixa nos padrões de mulher provocante: branca (não tanto), cabelo castanho, magra mas com um corpo gostoso. Minha mãe, por outro lado, ficava batendo papo com ela sobre as filhas dela, que eram duas meninas, ambas com menos de 13 anos. Depois, compramos uma casa em outro lugar e nos mudamos, mas ela continuou mantendo contato com minha mãe. Ligava no meu celular porque minha mãe não tinha celular na época.
Um dia, ela ligou e minha mãe não estava em casa, e ela me disse:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Oi, sua mãe tá aí?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Eu falei pra ela: “Não, ela não tá aqui, mas se quiser, quando ela chegar, eu falo pra ela me ligar.”
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm tá bom, e você, como tá? Como é que tem passado?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Eu: “Tudo bem, graças a Deus.” A real é que, sem eu planejar, puxei uma conversa com ela de uns 20 minutos.
Já a coisa começava a ir mais longe, ela de cada 10 vezes que me escrevia, só 3 eram perguntando pela minha mãe. Umas 2 semanas mais ou menos de conversar quase todo dia com ela, numa dessas ela me diz: "posso te falar uma coisa?" Eu, tipo: claro, fala aí...
E aí, se eu te falar que tô afim de você?
—Olha, o detalhe é que você é casada e tem duas filhas, e bem, eu também gosto de você. Tudo depende do que você quer fazer ou está disposta a fazer.
Ela me disse: Muitas coisas, honestamente desde que te vi você me chamou a atenção e se tô te falando isso é porque sei que mesmo que você sentisse o mesmo, não me diria, porque como sou casada e tal, senti que tinha que ser eu a tomar a iniciativa.
Eu falei pra ela: "Pois fez bem, porque eu não teria coragem de te falar uma parada dessas e você se ofender, contar pro seu marido e ele vir me dar um tiro por ficar de gracinha com a mulher dele.
E aí, o que ele disse foi: “Sem ninguém saber, então, você aceita ser meu namorado ou meu amante?”
Pode falar logo que sim sem medo! Essa mulher, desde que conheci ela, mesmo quando a gente não se falava, eu já tinha umas fantasias com ela. E agora ela tava me propondo ser amante dela. Por outro lado, o marido dela é militar, ela não via ele muito. Além disso, ele tinha uma atitude de se achar o tal (Dava vontade de chutar ele toda vez que ele abria a boca). Por outro lado, tinha 2 problemas: como me enroscar nos lençóis dela sem as filhas saberem, porque essas iam contar pro pai rapidinho, e como fazer pra estar no bairro sem que outra pessoa desconfiasse.
Simples! Minha avó era vizinha dela naquele bairro, e eu só ia pra lá nos fins de semana porque ela tinha outra casa mais perto da cidade. Assim que as filhas dela dormiam, eu pulava o muro que separava as casas e entrava, já que elas estavam em outro quarto. Mas sabia que, se quisesse comer aquela mulher, teria que ralar pra isso. Falei com minha avó e disse que, se ela quisesse, eu podia ficar na casa dela, arrumar as luzes que estavam uma bagunça e limpar o quintal (me deu uma preguiça, mas era a única opção).
No dia que cheguei, fiz tudo isso depois, à noite, umas 11 da noite. Ela me manda uma mensagem dizendo: “meu amor, as meninas já estão dormindo, vem”. Não pensei duas vezes e saí rápido pra lá. Na parte de trás da casa, ela estava me esperando só com uma toalha, com as luzes externas apagadas. Não dissemos nada. Assim que cheguei, beijei ela, enquanto enfiava minha mão na buceta dela, que por sinal estava raspada, exatamente como eu tinha pedido. Fomos pro quarto e trancamos a porta. Imediatamente tirei a roupa, e ela disse: – “Senta.”
Sentei na cama e ela se ajoelhou na beira da cama entre minhas pernas e passava a língua desde minhas bolas até a ponta do meu pau por um tempo, enquanto lambia meu pau, me masturbava com as mãos. Sentia que o pau ia explodir de tão duro que ela deixou. Depois, enfiou na boca e parecia uma profissional completa — os lábios e a língua dela se sentiam em cada centímetro do meu pau. Por um momento, pensei em chupar a buceta dela, mas aí ela se levantou e deitou de barriga pra cima com as pernas bem abertas. Aquela buceta estava uma delícia, molhadinha, rosadinha e, acima de tudo, carnuda. Comecei a lamber a buceta dela, agarrando com a boca os lábios da buceta, passava a língua por toda a buceta, desde o clitóris até o fim. E aquela buceta rosadinha, sem nenhum fio de pelo, me deixava eufórico. Me preparei pra penetrar ela, e ver como meu pau afastava aqueles lábios rosadinhos enquanto eu metia me fazia meter com tudo, sem piedade, enquanto ela se tremia e as mãos dela agarravam os lençóis com força, enquanto eu procurava beijar o pescoço dela. Depois de um tempo, ela quis mudar de posição, ficou de quatro, e foi monumental ver aquela bunda empinada. Mesmo tendo duas filhas, ela conservava em todas as partes aquela coisa gostosa. Essa mulher se mexia do jeito mais gostoso, tanto que eu já não aguentava mais e perguntei onde ela queria que eu gozasse, e ela respondeu com a voz ofegante: "Dentro, dentro". Não pensei duas vezes e gozei dentro da buceta dela. Aquilo foi uma sensação nunca antes sentida, mas tudo estava tão quente que eu continuei metendo. Podia gozar mil vezes e ainda assim não pararia de meter. E enquanto os peitos dela pulavam com as estocadas que eu dava, tudo, em vez de diminuir a intensidade, só aumentava mais. Deitei ela de lado e me deitei atrás, levantei a perna dela e, enquanto metia, acariciava os peitos dela e dava beijos no pescoço. Ela gemia, mas baixinho pra não fazer barulho e acordar as filhas dela. A buceta dela parecia uma cachoeira, cada vez que eu metia, estralava a buceta. a palavra: buceta, quando eu tava quase gozando, ela insistiu em voltar pra posição inicial dela pra chupar ele com aqueles lábios tão gostosos e enquanto eu enfiava até a garganta dela, ela acariciava minhas bolas, dessa vez eu joguei toda a porra nas tetas gostosas dela, depois deitados a gente se beijava, ela me dizia que mesmo quando eu só cumprimentava ela, ela queria inventar alguma coisa pra puxar conversa comigo, mas nunca teve coragem, com medo de eu rejeitar ela, depois lá pelas 2:30 da manhã eu fui pra casa da minha avó, onde eu tava ficando.

Na semana seguinte era o aniversário da minha tia e comemoraram na casa da minha avó, da qual obviamente ela foi convidada. O cruzamento de olhares era interminável, mas a gente precisava manter a discrição. Lá pelas 2h da manhã, quase todo mundo já tava bêbado, menos ela, que sabia que eu tava esperando a chance de sair escondido. Como o quintal é grande, tinha partes escuras com pés de manga, o lugar ideal. Num descuido, fomos pra essas áreas, onde eu beijei ela, agarrei os peitos dela e tudo. Tava com uma vontade acumulada de comer aquela mulher que me enlouquecia só de tocar nos peitos dela, na buceta dela. Ela se virou, se abaixou e começou a chupar meu pau do jeito mais gostoso que só ela sabia fazer. Era incontrolável a vontade, sentindo os lábios e a língua dela desde a ponta do meu pau até as bolas. Peguei ela pelo braço, coloquei as mãos dela na árvore, abaixei a calça e a calcinha dela até os joelhos e comecei a roçar a cabeça do meu pau na buceta dela, desde o clitóris até o fim. Ela só gemia baixinho, dizendo com a voz ofegante pra eu meter. Eu, como bom soldado, obedeci a ordem. Assim, de pé no escuro, eu penetrava ela enquanto beijava o pescoço dela e, ao mesmo tempo, acariciava os peitos dela com as mãos, e o som leve e emblemático das minhas bolas batendo na buceta dela. Perguntei baixinho onde ela queria que eu gozasse, e ela disse pra eu gozar dentro da buceta dela, mas por fora, porque queria sentir o calor do meu leite escorrendo pelos lábios da buceta dela. E foi exatamente o que eu fiz. Depois disso, ela foi pra casa dela, já que tava exausta, e além do mais, eu enchi até a calcinha dela de porra. Eu fiquei um tempo sentado até ir dormir.
Depois disso, toda vez que dá chance eu vou visitar ela e a gente inventa qualquer desculpa pra ficar sozinho. Na frente dos outros somos bons amigos, mas no segredo a gente curte o sexo.
Um dia, ela ligou e minha mãe não estava em casa, e ela me disse:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Oi, sua mãe tá aí?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Eu falei pra ela: “Não, ela não tá aqui, mas se quiser, quando ela chegar, eu falo pra ela me ligar.”
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm tá bom, e você, como tá? Como é que tem passado?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Eu: “Tudo bem, graças a Deus.” A real é que, sem eu planejar, puxei uma conversa com ela de uns 20 minutos.
Já a coisa começava a ir mais longe, ela de cada 10 vezes que me escrevia, só 3 eram perguntando pela minha mãe. Umas 2 semanas mais ou menos de conversar quase todo dia com ela, numa dessas ela me diz: "posso te falar uma coisa?" Eu, tipo: claro, fala aí...
E aí, se eu te falar que tô afim de você?
—Olha, o detalhe é que você é casada e tem duas filhas, e bem, eu também gosto de você. Tudo depende do que você quer fazer ou está disposta a fazer.
Ela me disse: Muitas coisas, honestamente desde que te vi você me chamou a atenção e se tô te falando isso é porque sei que mesmo que você sentisse o mesmo, não me diria, porque como sou casada e tal, senti que tinha que ser eu a tomar a iniciativa.
Eu falei pra ela: "Pois fez bem, porque eu não teria coragem de te falar uma parada dessas e você se ofender, contar pro seu marido e ele vir me dar um tiro por ficar de gracinha com a mulher dele.
E aí, o que ele disse foi: “Sem ninguém saber, então, você aceita ser meu namorado ou meu amante?”
Pode falar logo que sim sem medo! Essa mulher, desde que conheci ela, mesmo quando a gente não se falava, eu já tinha umas fantasias com ela. E agora ela tava me propondo ser amante dela. Por outro lado, o marido dela é militar, ela não via ele muito. Além disso, ele tinha uma atitude de se achar o tal (Dava vontade de chutar ele toda vez que ele abria a boca). Por outro lado, tinha 2 problemas: como me enroscar nos lençóis dela sem as filhas saberem, porque essas iam contar pro pai rapidinho, e como fazer pra estar no bairro sem que outra pessoa desconfiasse.
Simples! Minha avó era vizinha dela naquele bairro, e eu só ia pra lá nos fins de semana porque ela tinha outra casa mais perto da cidade. Assim que as filhas dela dormiam, eu pulava o muro que separava as casas e entrava, já que elas estavam em outro quarto. Mas sabia que, se quisesse comer aquela mulher, teria que ralar pra isso. Falei com minha avó e disse que, se ela quisesse, eu podia ficar na casa dela, arrumar as luzes que estavam uma bagunça e limpar o quintal (me deu uma preguiça, mas era a única opção).
No dia que cheguei, fiz tudo isso depois, à noite, umas 11 da noite. Ela me manda uma mensagem dizendo: “meu amor, as meninas já estão dormindo, vem”. Não pensei duas vezes e saí rápido pra lá. Na parte de trás da casa, ela estava me esperando só com uma toalha, com as luzes externas apagadas. Não dissemos nada. Assim que cheguei, beijei ela, enquanto enfiava minha mão na buceta dela, que por sinal estava raspada, exatamente como eu tinha pedido. Fomos pro quarto e trancamos a porta. Imediatamente tirei a roupa, e ela disse: – “Senta.”
Sentei na cama e ela se ajoelhou na beira da cama entre minhas pernas e passava a língua desde minhas bolas até a ponta do meu pau por um tempo, enquanto lambia meu pau, me masturbava com as mãos. Sentia que o pau ia explodir de tão duro que ela deixou. Depois, enfiou na boca e parecia uma profissional completa — os lábios e a língua dela se sentiam em cada centímetro do meu pau. Por um momento, pensei em chupar a buceta dela, mas aí ela se levantou e deitou de barriga pra cima com as pernas bem abertas. Aquela buceta estava uma delícia, molhadinha, rosadinha e, acima de tudo, carnuda. Comecei a lamber a buceta dela, agarrando com a boca os lábios da buceta, passava a língua por toda a buceta, desde o clitóris até o fim. E aquela buceta rosadinha, sem nenhum fio de pelo, me deixava eufórico. Me preparei pra penetrar ela, e ver como meu pau afastava aqueles lábios rosadinhos enquanto eu metia me fazia meter com tudo, sem piedade, enquanto ela se tremia e as mãos dela agarravam os lençóis com força, enquanto eu procurava beijar o pescoço dela. Depois de um tempo, ela quis mudar de posição, ficou de quatro, e foi monumental ver aquela bunda empinada. Mesmo tendo duas filhas, ela conservava em todas as partes aquela coisa gostosa. Essa mulher se mexia do jeito mais gostoso, tanto que eu já não aguentava mais e perguntei onde ela queria que eu gozasse, e ela respondeu com a voz ofegante: "Dentro, dentro". Não pensei duas vezes e gozei dentro da buceta dela. Aquilo foi uma sensação nunca antes sentida, mas tudo estava tão quente que eu continuei metendo. Podia gozar mil vezes e ainda assim não pararia de meter. E enquanto os peitos dela pulavam com as estocadas que eu dava, tudo, em vez de diminuir a intensidade, só aumentava mais. Deitei ela de lado e me deitei atrás, levantei a perna dela e, enquanto metia, acariciava os peitos dela e dava beijos no pescoço. Ela gemia, mas baixinho pra não fazer barulho e acordar as filhas dela. A buceta dela parecia uma cachoeira, cada vez que eu metia, estralava a buceta. a palavra: buceta, quando eu tava quase gozando, ela insistiu em voltar pra posição inicial dela pra chupar ele com aqueles lábios tão gostosos e enquanto eu enfiava até a garganta dela, ela acariciava minhas bolas, dessa vez eu joguei toda a porra nas tetas gostosas dela, depois deitados a gente se beijava, ela me dizia que mesmo quando eu só cumprimentava ela, ela queria inventar alguma coisa pra puxar conversa comigo, mas nunca teve coragem, com medo de eu rejeitar ela, depois lá pelas 2:30 da manhã eu fui pra casa da minha avó, onde eu tava ficando.

Na semana seguinte era o aniversário da minha tia e comemoraram na casa da minha avó, da qual obviamente ela foi convidada. O cruzamento de olhares era interminável, mas a gente precisava manter a discrição. Lá pelas 2h da manhã, quase todo mundo já tava bêbado, menos ela, que sabia que eu tava esperando a chance de sair escondido. Como o quintal é grande, tinha partes escuras com pés de manga, o lugar ideal. Num descuido, fomos pra essas áreas, onde eu beijei ela, agarrei os peitos dela e tudo. Tava com uma vontade acumulada de comer aquela mulher que me enlouquecia só de tocar nos peitos dela, na buceta dela. Ela se virou, se abaixou e começou a chupar meu pau do jeito mais gostoso que só ela sabia fazer. Era incontrolável a vontade, sentindo os lábios e a língua dela desde a ponta do meu pau até as bolas. Peguei ela pelo braço, coloquei as mãos dela na árvore, abaixei a calça e a calcinha dela até os joelhos e comecei a roçar a cabeça do meu pau na buceta dela, desde o clitóris até o fim. Ela só gemia baixinho, dizendo com a voz ofegante pra eu meter. Eu, como bom soldado, obedeci a ordem. Assim, de pé no escuro, eu penetrava ela enquanto beijava o pescoço dela e, ao mesmo tempo, acariciava os peitos dela com as mãos, e o som leve e emblemático das minhas bolas batendo na buceta dela. Perguntei baixinho onde ela queria que eu gozasse, e ela disse pra eu gozar dentro da buceta dela, mas por fora, porque queria sentir o calor do meu leite escorrendo pelos lábios da buceta dela. E foi exatamente o que eu fiz. Depois disso, ela foi pra casa dela, já que tava exausta, e além do mais, eu enchi até a calcinha dela de porra. Eu fiquei um tempo sentado até ir dormir.
Depois disso, toda vez que dá chance eu vou visitar ela e a gente inventa qualquer desculpa pra ficar sozinho. Na frente dos outros somos bons amigos, mas no segredo a gente curte o sexo.
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