Meu irmãozinho me ajuda com a mamãe.
Elena se colocou na minha frente com um sorriso meio tranquilizador, eu tava bem nervoso e minha ereção tava diminuindo aos poucos, a toalha começava a perder a forma de barraca de feira; aquilo me acalmava.
- Fica tranquilo, Xavisito, não vamos demorar muito, mas olha, tenta não se mexer. – Sentenciou Elena.
- Tá bom.
- Tá bom.
Elena tirou a toalha e me deixou pelado na frente dela de novo, meu pau tava quase no estado normal, enquanto minha barriga e quadril estavam à disposição dela. Ela pegou uma toalha de mão, molhou na pia cromada e começou a passar no meu abdômen, como se tivesse me dando um banho de esponja.
As carícias estavam numa temperatura bem agradável, a Elena tava conseguindo me relaxar, até senti confiança pra jogar meu corpo no encosto e só fechar os olhos. As mãos dela subiram até contornar a parte de cima do meu umbigo e voltaram pelas laterais da minha barriga; era tranquilizador que ela não tentasse puxar conversa comigo, me deixava sentir um relaxamento mais completo.
O som da lata de creme me chamou a atenção, mas não abri os olhos; ouvi a Elena misturando alguma coisa num recipiente, bem parecido com bater ovos pro café da manhã.
- Vamos lá, Xavisito, você vai sentir um calorzinho. Vou espalhar o creme e começar a depilar você, tenta não se mexer. – Disse Elena num tom firme e amigável.
- Hum-hum.
- Hum-hum.
Senti a carícia de um pincel quente, espalhando na minha pele uma substância cremosa. Por instinto, contraí a barriga, mas a temperatura se ajustou rápido, e do mesmo jeito, quase sem aviso, senti um objeto liso deslizando pela minha superfície, levando embora o creme e, claro, meus pelinhos.
- Como você tá sentindo, Xavisito? Tá bom?
- Tá sim, Elenita, bem gostoso.
- Beleza, então vamos continuar.
- Tá sim, Elenita, bem gostoso.
- Beleza, então vamos continuar.
O ritual de passar e tirar se repetiu várias vezes, eu tinha esquecido da música que embalava o ambiente, a vergonha de estar pelado da cintura pra baixo já tinha ido embora, até a luz batendo no meu rosto não importava mais, dava pra ficar de olhos fechados numa boa, até cair no sono.
Depois de alguns minutos, senti de novo o toque daquela toalha morna limpando minha barriga, o que significava que a gente ia começar a parte mais delicada. Senti a brocha acariciando a base do meu pau, e o calor fez a moleza ir embora na hora, uma ereção começando a brotar.
Tinha alcançado um nível de relaxamento tão foda que não queria me preocupar com o que a Elena podia pensar, até porque no começo ela me disse que isso era super normal. Com maior cara de pau e preocupação, senti meu pau todo duro, apontando pra cima, enquanto a navalha brincava perigosamente com a pele da minha virilha.
- Como vocês estão por aqui?
- Tudo bem, Jessy, me dá um minuto que já vou contigo. – Respondeu Elena.
- Tudo bem, Jessy, me dá um minuto que já vou contigo. – Respondeu Elena.
Aquela resposta me deixou de pau duro, minha tia Jessy tava me olhando semi nu, curtindo esse tratamento tão incomum pra um adolescente. Instintivamente, eu teria fechado as pernas, mas como me recusava a abrir os olhos, não sabia o quão perigoso podia ser uma reação tão repentina.
Decidi aceitar o que aconteceu e, bom, se já me olhar, paciência, não é como se fosse contar pra minha mãe ou ficar tirando sarro de mim como se estivéssemos no colégio.
- Não se preocupa, já lavaram meu cabelo e vim dar uma olhada. Como você tá se sentindo, Xavier?
- Bem, confortável… Relaxado… – Respondi devagar.
- Dá pra ver… Já viu ele? – Disse Jessica em sussurros.
- Sim, bem colocado o garoto. – Elenita acompanhou em voz baixa.
- Bem, confortável… Relaxado… – Respondi devagar.
- Dá pra ver… Já viu ele? – Disse Jessica em sussurros.
- Sim, bem colocado o garoto. – Elenita acompanhou em voz baixa.
Do nada e sem aviso, senti um carinho diferente, uma unha subindo devagar desde a base do meu saco, contornando aquelas dobras da pele e puxando um ou outro pelo por sorte; e no meio da subida, a rigidez da unha sumia pra dar lugar à suavidade do dedo dela, que acariciou uma veia que marcava a fronteira com a minha cabeça.
A carícia foi muito rápida, mas pareceu durar vários minutos.
- Vou me cortar, pode continuar, Elenita. – Disse Jessica como despedida.
O processo contínuo, senti novamente o pincel pousar na parte mais baixa do meu saco. Talvez em outro momento, aquele contato me excitasse pra caralho, mas minha mente tava focada em descobrir qual das duas tocou meu pau daquele jeito. Ficava viajando, tentando achar quem tava por trás desse crime entre aspas, mas a resposta veio na hora.
O contato com dois dedos que esticaram a pele do meu saco pra passar a navalha me surpreendeu, o roçar do metal frio roubou minha atenção, a ponto de sentir cada pelo se soltando dos meus poros com a passada tão precisa. Os dois dedos se moviam com uma rapidez e cuidado danados, eu sentia uma excitação imensa e adrenalina porque meu pau começou a pulsar e um movimento errado podia acabar num acidente.
Mas naquele apalpamento perigoso, encontrei a culpada. Senti as pontas dos dedos da Elena, estavam livres de qualquer enfeite que pudesse atrapalhar o trabalho dela, dava pra dizer que era um requisito bem óbvio pra essa função, o que a deixava fora da minha suspeita; porém, a culpada era ainda mais preocupante.
A Jessica tinha me acariciado assim, do nada, tão à vontade que me excitava, porque ela não tava nem aí se alguém mais visse. Mas, pensando bem, lembrando da conversa que ela teve com a mamãe e dos comentários que fez pra Elena sobre o meu pau, a carícia fez mais sentido, embora eu nunca tivesse imaginado que minha tia teria esses pensamentos ou que seria capaz de fazer essas coisas.
Essa reflexão me excitou pra caralho, até comecei a imaginar que a conversa que ouvi escondido entre a Jéssica e a mamãe podia ter sido diferente, com elas semi nuas experimentando roupas ou sei lá. Foi uma imagem que passou muito rápido na minha cabeça, mas que meu pau agarrou com força, por isso começou a pulsar pra valer.
Não tinha percebido que meu saco já tava pronto e que a Elena já tinha começado pelo meu tronco, só me toquei daquilo no momento em que senti a mão dela se firmar na ponta, junto com a carícia arriscada da lâmina, que sem hesitação deslizava levando consigo mais da minha moita de pelo.
Essa parte demorou menos pra acabar. Eu ouvi a navalha sendo colocada num recipiente cromado, enquanto Elena torcia uma toalha em água morna e começava a passá-la por toda a minha barriga, minhas bolas e meu pau. Ela abriu o pote de um creme, ouvi ela espalhando nas mãos, e depois começou a passar em toda a área que tinha trabalhado.
Ele fez devagar, mas com firmeza, como uma massagem bruta. Colocou um pouco mais de creme nos dedos e espalhou sobre minhas bolas. Podia dizer com certeza que naquela área, naquele exato momento, ele brincou um pouco, porque senti pequenos apertos em cada uma delas; mas quando chegou ao meu pau, a mão dele se firmou e fez alguns movimentos de vai e vem, de cima pra baixo, cobrindo e descobrindo minha cabeça, quase como uma preparação pra uma punheta mais demorada.
Comecei a sentir prazer, e instintivamente movi a cintura pra frente, como se quisesse enfiar mais. Elena deixou minha investida rolar, enquanto segurava firme meu pau e meu prepúcio estava todo esticado pra baixo. Minha cintura voltou pro banco e ela soltou meu sexo com cuidado, e o momento se desfez.
- Terminamos, Xavisito. Ficou muito bom.
- Sério? – Respondi, finalmente abrindo os olhos e olhando para baixo.
- Olha aqui. – Disse Elena, colocando um espelho na frente das minhas partes. – O que você acha?
- Bom… Pareço um menino de novo. – Falei quase sem pensar na resposta.
- O que você tá dizendo, Xavisito?! Um menino não tem o que você tem aí.
- Hmm… Obrigado? – Consegui responder.
- Vamos, já pode se vestir. Vou dar uma olhada como está sua tia.
- Sério? – Respondi, finalmente abrindo os olhos e olhando para baixo.
- Olha aqui. – Disse Elena, colocando um espelho na frente das minhas partes. – O que você acha?
- Bom… Pareço um menino de novo. – Falei quase sem pensar na resposta.
- O que você tá dizendo, Xavisito?! Um menino não tem o que você tem aí.
- Hmm… Obrigado? – Consegui responder.
- Vamos, já pode se vestir. Vou dar uma olhada como está sua tia.
Elenita deixou o biombo levando consigo os utensílios, e eu comecei a me vestir de novo. Tava bem estranho ver a falta de pelo na minha pele. Não era mentira o que eu tinha comentado, me sentia como um garoto de novo, e pra ser sincero, meu pau parecia ainda maior sem aquele mato de pelo irregular.
Calcei meus sapatos e saí pra esperar a Jessica sentado na sala de espera junto com os outros filhos e parceiras das que estavam no salão. Daqui a pouco ela saiu, só tinha diminuído o volume do cabelo e dava pra ver uma diferença sutil. Ela foi até o caixa conversar com a Elena, pagou o dela e a Elena falou que minha depilação ia ficar anotada na conta da mãe.
Não sabia se tocar no assunto do carinho com a Jéssica, seria estranho demais, quase como uma cobrança que podia fazer ela não fazer de novo; com lógica na minha cabeça, mas ao mesmo tempo segurando um absurdo, porque quando é que a gente ia ter outra chance assim?
Nos despedimos, subimos no carro e aí conversamos sobre nossos tratamentos, ela me perguntou sobre minhas sensações e, ao mesmo tempo, começou a falar sobre como se sentia bem com o cabelo arrumado. Foi uma volta pra casa sem graça, mas estranhamente comecei a sentir uma coceira na virilha, do lado esquerdo pra ser mais exato.
Chegamos na casa da minha avó, e pelo visto todo mundo já tava pronto pra ir, só esperavam a chegada minha e da Jéssica. Meu tio e meu primo se despediram da minha avó e, de longe, da minha mãe, já que o Andrés tava dormindo e ela segurava ele no colo. Se despediram de mim e os dois subiram no carro deles e foram embora.
Por mim, mamãe me entregou pro Andrés e, depois de nos despedirmos da vó, subimos no carro e fomos pra casa. O Andrés tava dormindo, deitado no banco de trás, enquanto eu e a mamãe conversávamos na frente.
- Como é que foi, meu amor? – Perguntou a mamãe, tentando fazer contato visual de vez em quando.
- Foi bem, mãe.
- A Elenita te tratou bem?
- Sim, foi bem interessante essa coisa de depilar. – Respondi com desconfiança.
- Que bom, se você gostou, já pode me acompanhar no salão também. – Disse com um sorriso.
- Sim, mãe, aí não vou mais ficar sozinho entediado esperando você.
- Foi bem, mãe.
- A Elenita te tratou bem?
- Sim, foi bem interessante essa coisa de depilar. – Respondi com desconfiança.
- Que bom, se você gostou, já pode me acompanhar no salão também. – Disse com um sorriso.
- Sim, mãe, aí não vou mais ficar sozinho entediado esperando você.
Mamãe soltou uma risadinha e comentou umas coisas que tinha conversado com a vovó e meu tio, enquanto a coceira começava a ficar mais forte e, bem, me coçar disfarçado já não tava adiantando nada.
Chegamos em casa, mamãe estacionou o carro e levou o Andrés no colo enquanto eu subia umas sacolas. Já no conforto do meu lar, larguei as sacolas no sofá e, com toda confiança, meti a mão cheia pra coçar a virilha à vontade. Me senti tão bem que até esqueci que ainda tava de pé na sala.
- O que foi, meu amor? O que cê tá fazendo? – Perguntou minha mãe.
- Ahhh... É que essa parte aqui tá coçando, mãe. – Respondi sem pensar, de susto.
- Talvez tenha irritado, vem cá, meu amor, vou passar um creme em você.
- Ahhh... É que essa parte aqui tá coçando, mãe. – Respondi sem pensar, de susto.
- Talvez tenha irritado, vem cá, meu amor, vou passar um creme em você.
Acompanhe a mamãe até o quarto dela, a luz da tarde ainda permitia uma certa claridade no cômodo. Ela se sentou na beira da cama, abriu uma das gavetas do criado-mudo e tirou um pote de creme branco.
- Abaixa as calças, amor, assim de quebra vejo como você ficou. – Disse mamãe com um sorriso ansioso.
- Tá bom, mãe.
- Tá bom, mãe.
Depois do que aconteceu hoje, a vergonha já tinha diminuído bastante. Desabotoei minha calça e deixei cair. Tinha um volume escondido na minha cueca, tive tantas ereções durante o dia e essa parada de não ter me masturbado me deixou com os ovos cheios de porra, e um inchaço no pau que, embora fosse gostoso, também incomodava pra caralho.
Estica o elástico pra frente e abaixa. Meu pau mexeu um pouco, balançando na direção da minha mãe. Considerando que eu tava de pé na frente dela, faltou pouco pra minha cabeça bater no rosto dela.
- Que pênis lindo, meu amor! - Ela passou a mão no meu abdômen e começou a me acariciar. - Você está mais macio, igual àquele menino lindo que tomava banho comigo.
- Mãe! Não fala isso. Embora eu pareça um menino de novo. - Respondi, dando um pouco de razão a ela.
- Não falar o quê? Se é verdade, você não gosta mais de tomar banho comigo. - Disse mamãe.
- Mãe, não é isso...
- Onde tá coçando, meu amor?
- É aqui, do lado esquerdo. - Apontei, mexendo meu pau ereto e meu testículo.
- Já vi, irritou um pouquinho. É normal, sempre coça depois que você depila. - Disse mamãe enquanto passava um pouco de creme nos dedos e espalhava na área.
- Você também costuma coçar, mãe?
- Às vezes, amor, por isso uso esse creme. É bem bom. - Respondeu meio corada.
- Pois é, alivia a coceira mesmo.
- Pronto, meu amor, com isso não coça mais e assim você não se machuca. Vou te dar um beijinho pra curar mais rápido.
- Aaah... Tá bom. - Respondi atônito.
- Mãe! Não fala isso. Embora eu pareça um menino de novo. - Respondi, dando um pouco de razão a ela.
- Não falar o quê? Se é verdade, você não gosta mais de tomar banho comigo. - Disse mamãe.
- Mãe, não é isso...
- Onde tá coçando, meu amor?
- É aqui, do lado esquerdo. - Apontei, mexendo meu pau ereto e meu testículo.
- Já vi, irritou um pouquinho. É normal, sempre coça depois que você depila. - Disse mamãe enquanto passava um pouco de creme nos dedos e espalhava na área.
- Você também costuma coçar, mãe?
- Às vezes, amor, por isso uso esse creme. É bem bom. - Respondeu meio corada.
- Pois é, alivia a coceira mesmo.
- Pronto, meu amor, com isso não coça mais e assim você não se machuca. Vou te dar um beijinho pra curar mais rápido.
- Aaah... Tá bom. - Respondi atônito.
Mamãe pegou meu pau com uma mão, mexendo pra abrir espaço, aproximou o rosto da minha virilha e eu senti os lábios dela roçando minha pele, enquanto a outra mão se agarrava na minha coxa semi descoberta.
A posição era meio desconfortável, mas a mamãe parecia estar bem. O beijo foi se transformando em outro menor, e depois numa sequência de beijinhos curtos que se espalhavam por toda a área, até que a mamãe tirou a mão do meu pau com cuidado, fazendo com que ele descansasse na bochecha dela, enquanto os lábios dela acariciavam parte da minha bolsa escrotal.
Continua…
Este e os outros relatos são 100% reais, uns pessoais e outros coletados de várias confissões feitas pra mim. Se quiser me contar sua experiência pra transformar num relato, bater um papo ou só falar algo, me manda um e-mail; minha caixa de entrada tá aberta. zpra1515@gmail.com
13 comentários - Meu irmãozinho me ajuda com a mamãe - P5