Por grana com meu sogro parte 3

Relato da Lúcia. Continuo meu relato... O velho nojento me segurava contra a parede, me penetrava sem piedade e eu estava começando a ficar com tesão, dava pra sentir o pau dele chegando na altura do meu umbigo, sem dúvida nenhuma o seu Júlio sabia foder pra caralho, bem diferente do filho dele que com aquele pau minúsculo não me fazia nem cócegas. Passaram uns minutos e o velho me mandou subir na pia do lavatório, eu subi e sentei na borda daquela pia. — Que puta gostosa você é, Lúcia, não tira a sua calcinha fio dental, só puxa pra cima que eu vou afastar e te empalar...!! Adoro como você fica com esse uniforme...!! — o velho me disse. Já com as pernas abertas, seu Júlio afastou minha calcinha fio dental de lado e enfiou o pau dele até o fundo. — Ahhh, Ahhh, Isso, seu Júlio, me come gostoso, sou sua putinha, me usa, Ahhh issooo...!!! Eu tava dominada pelo tesão e era isso que eu falava pro velho. Comecei a abraçar ele e meus gemidos deixavam ele mais excitado e ele me comia sem dó. Pra não mentir, já tava quase 40 minutos e meu sogro continuava me empalando sem sinal de cansaço. Depois ele se deitou no chão, me deu nojo ver ele deitado com aquela barriga peluda, mas o pau comprido e grosso dele se destacava com honra. Tirei minha calcinha fio dental e sem pensar montei em cima dele e ficamos de frente um pro outro. Senti o pau dele percorrer todas as paredes da minha buceta e penetrar até o fundo, sem dúvida nenhuma esse velho tava me fazendo gozar como nunca. Eu continuei cavalgando que nem uma puta sem controle, o velho passava a mão nos meus peitos e dava tapas na minha bunda. — Ahhh Ohhh Isso putinha... Que delícia de foda... Quero te empalar como o que você é, como uma puta no cio... Fica de quatro, menininha...!! — ele falou. Fiz isso... Fiquei de quatro, o velho levantou minha saia e começou a me foder que nem louco, metia e metia o pau como um doido e eu gritava que nem louca também. Ficamos um tempão assim, depois ele me levantou e me encostou na porta do banheiro e continuava me empalando, sem dúvida era uma foda sem fim. Enquanto ele me mantinha empalada De repente bateram na porta, era o Diego, meu namorado. -Toc, toc, toc...!! Lucia, amor, você tá aí...??? Ele falou. -Tô sim, amor, tô aqui...!! Respondi enquanto o pai dele continuava me penetrando. Aí o Diego pediu pra eu abrir a porta e eu não sabia o que fazer. Abri a porta só um pouquinho, de um jeito que só dava pra passar a cabeça. -Oi, meu amor, acordou...? Tô bem, me dá uns minutos que eu saio do banheiro...!! Falei com a voz meio trêmula porque o pai dele, sem se importar com a situação, continuava me fodendo. -Ok, Lucia, te espero no quarto...!!! Ei, amor, viu meu pai...? Sabe onde ele tá...? Ele perguntou. De novo com a voz cortada, respondi que não sabia nada dele, aí ele foi embora. Fechei a porta, virei pra olhar pro meu sogro, e ele, muito sem vergonha, só ria e me lembrava o quanto eu era uma puta. Continuou me fodendo, e eu gemia sem parar, e o velho também. Ele voltou e se deitou no chão, e eu montei nele, dessa vez de costas pra ele. Comecei a cavalgar de novo igual uma louca, e num desses sobe e desce, a pica do velho saiu da minha buceta e, sem eu conseguir evitar, enfiou no meu cuzinho apertado até o fundo. Tentei gritar, mas o velho foi mais rápido e tapou minha boca. Tentei tirar aquela pica enorme do meu cu, mas meu sogro empurrava mais e mais. Uma lágrima escorreu de tanta dor que eu sentia, tentava me soltar do velho, mas ele me segurou pelos braços e não me deixava levantar. Aí o velho me abraçou e me deitou na barriga dele, até ficarmos na posição de conchinha. Nessa hora já não doía mais, e meu sogro começou a meter e tirar igual um louco. -Aaaai, seu Júlio, vai rasgar meu cu...!! Vai ter que me dar mais dinheiro. Falei chorando... -Hahaha, isso não é problema meu, puta... Foi você mesma que enfiou minha pica no seu buraquinho...!! Falou o sem-vergonha. Passaram uns minutos e o velho continuava destruindo meu cu, até que de repente começou a gozar igual um burro... -Aaaaaaahhhh, toma meu leite, puta...!!! Toma nas tuas tripas, vagabunda...!! disse. Senti jatos infinitos de porra inundando meus intestinos, naquele momento eu também tive um orgasmo tremendo e minha buceta começou a expelir jatos e mais jatos dos meus fluidos, sem dúvida o velho me fez ver estrelas. Terminamos de foder, coloquei minha calcinha fio-dental molhada e arrumei meu uniforme. Saí primeiro do banheiro, fui para o quarto do meu namorado e lá estava ele olhando o celular, dei um beijo nele e sentei ao lado dele para guardar o dinheiro da trepada. Na hora, meu sogro chegou e, como se nada tivesse acontecido, trouxe um suco para nós. Eu peguei, ficamos nos olhando e rimos disfarçadamente. Naquele momento, enquanto meu namorado me abraçava, sentia a porra do meu sogro escorrendo do meu cu e descendo pelas minhas pernas. Espero que tenham gostado da minha história 100% real... Obrigada.

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