Todos os personagens são maiores de idade.
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O garoto tirou a rola pra fora e mostrou pra ela, mas não deixou que ela pegasse. A rola tava meio dura, o que era um milagre considerando tudo o que eles vinham fazendo e o espetáculo que ele tinha na frente dele agora.
— Vai chupar ela todinha se eu te der?
— Siiim!
— E vai engolir a porra também? — ele falava, balançando a rola na frente da cara dela.
— Siiim, me dá logo! — Florencia já tava perto de outro orgasmo.
Nessa hora chegou a Melina, ela tinha feito a franja e o cabelo preso num rabo de cavalo, do jeito que ela gostava de usar. Numa mão ela trazia de volta o plug e o vibrador com o controle, e na outra uma corda. A novidade é que ela vinha completamente pelada, com as tetas redondas de fora e a buceta depilada na frente.
Florencia não viu ela chegar, já que tava imersa na rola do irmão e prestes a gozar enfiando os dedos.
— Para aí, gatinha, pronto.
— ...hã? — Flor abriu os olhos meio confusa, tava no limite.
— Falei pra tirar os dedos daí, quantas vezes vou ter que repetir que hoje você NÃO se toca se eu não mandar?
— Qual é, deixa eu gozar, Meli, falta nada! — implorou Florencia — depois eu chupo sua buceta ou do jeito que você quiser, mas deixa eu gozar, por favor!!
— Não. Hoje eu falei que ia ter que te castigar por não querer entregar a raba, e esse vai ser seu castigo. Vamos ver... — Melina disse isso e se abaixou pra colocar o vibrador na irmãzinha, igual tinha feito mais cedo — agora vira de costas...
Florencia obedeceu e ficou com a bunda quase na cara dela. Melina então chupou o plug pra lubrificar um pouco e foi enfiando de pouquinho no cuzinho dela.
Tudo isso era demais pro Fede, ver as duas irmãs gostosas peladas fazendo essas coisas... a rola dele ficou mais dura do que nunca.
Flor, por outro lado, queria, ou melhor, precisava gozar, tinha ficado no limite.
— Vamos ver, irmãzinha, agora as mãos pra trás — disse Meli, e começou a amarrar elas. Suave, mas firme, com a corda.
Florencia agora estava sentada no sofá, desesperada pra gozar, mas com as mãos amarradas, um plug no rabo e um vibrador na pussy. Melina comeu a boca dela e ligou o brinquedo no mínimo.
— Agora sim, Floppy... Teu castigo vai ser olhar... e não gozar — disse Meli com crueldade.
Florencia engoliu seco. Queria gozar desde hoje e esse castigo só a excitava mais, o que ironicamente piorava a necessidade dela. Cair de quase 100 pra 0 tava matando ela.
— Vem, Fede, mostra pra sua irmãzinha o que ela tá perdendo.
Fede se levantou com a cock dura e colocou ela de novo de frente pra Flor.
— Cê quer ela mais do que antes, não quer, Floppy? — dizia Meli, segurando a cock do irmão, que só aproveitava — hummm, mas não tem nada pra você, porque não quis entregar a tiny ass...
Florencia já tava sentindo aquele vibrador cumprindo a função dele: dar o mínimo de prazer pra ela não conseguir descer de vez, mas também não subir.
— Hummm, que yummy cock você tem, irmãozinho, vou comer ela todinha...
Fede deu um passo à frente e colocou ela na boca. A irmã mais velha começou a chupar e a cock foi ficando brilhosa de baba.
— Hummm, quem chupa melhor, Fede? — perguntou Meli com a boca cheia de cock.
— Ahhh, você, Meli... ufff...
— E quem tem os melhores peitos?...
— Você, Meli... Os únicos peitos lindos são os seus... Ahh...
— E quem você quer mais??
— Só você, Meli, essa outra slut nem existe...
Florencia, obrigada a ver e ouvir essas coisas sem poder se tocar, sentia que tava na melhor das piores torturas.
Meli agora lambia os ovos do irmão, passava a língua pra cima e, quando chegava na glande, levava ela pra boca. Chupou mais um pouco até Fede interromper:
— Ahh... vou gozar!
— Vai me dar a leitinho, neném??
— Ahh, o que você quiser... Ahh.... Aah... Mmnmghh..
Fede começou a ofegar e teve outro orgasmo, enquanto encheu a boquinha da irmã dela de porra, e saía com muita força porque a filha da puta não parava de chupar nem naquele momento.
Quando terminou de sair sêmen, a Melina tirou o pau da boca e mostrou pra Florencia quanto tinha tirado, como se fosse um troféu. Depois, engoliu tudo enquanto curtia.
— Uff, tu é uma máquina de porra, Fede.
— Ahh... mas não gostou de tomar a porra toda?
— Mmm sim, e muito... mas acho que essa cock quer mais... e eu também.
Melina levou o pau de volta à boca e começou a percorrer a cock com a língua, enquanto sentia ele crescer de novo dentro da boquinha dela, embora não precisasse de muito, dado o tesão que o Fede tava.
— Escuta aqui, guri, quero mais! — disse a Meli enquanto tirava o pau da boca e levava uma mão pra pussy, começando a se masturbar.
Ela tinha parte dos peitos e das coxas cheios de saliva que escorria de cima.
A irmã dela agora tava tentando comer a cock inteira, quase encostando o nariz na pélvis do cara. Tirava o pau, respirava uns segundos e fazia de novo, enquanto a saliva já escorria pros ovos do garoto.
Quando não sobrou um centímetro de cock sem estar babado, a Meli tirou o pau pra dizer:
— Que que cê me diz, puta, quer um pouco? — Melina apontou a cock na direção dela.
Flor nem respondeu, só abriu a boca extasiada esperando engolir a cock.
— Vem cá, Fede, que parece que sua irmãzinha quer cock — disse agora, enquanto os dois se aproximavam de onde ela tava, a mais velha ainda segurando o membro.
Florencia não aguentava mais, queria sentir aquele pedaço na boca de qualquer jeito.
Primeiro, foi passando a cabeça do pau pelos lábios dela, pra ir sentindo, percorrendo aquela boquinha delicada com a glande do irmão.
Depois, no entanto, em vez de deixar ela comer, a Melina decidiu passar a cock toda babada com força pelo rosto dela, usando pra esfregar toda a saliva que tinha, fazendo um Enchastre, enquanto alternava com dar batidinhas com a rola no rosto dela pra espalhar ainda mais a baba.
Tavam fazendo uma zona dela, e a Florencia amava aquilo.
- Que foi, putinha, quer gozar?
- Por...fa... Meli.. deixa.. gozar...
- Mmm... tá bom.. vê se tu gosta disso..
A Meli aumentou um pouco a intensidade do vibrador da irmã, o que fez ela tremer de prazer. Depois, se abaixou até a buceta da Flor e começou a enfiar uns dedos enquanto lambia o botãozinho dela, o que elevou ainda mais a outra mina, que já sentia o orgasmo tão desejado chegando e não parava de gemer.
A Meli ficou uns segundos assim, e quando viu que a irmã já tava quase gozando, se levantou e colocou o vibrador no mínimo de novo: tinha deixado ela no limite outra vez.
- Ah?... - só conseguiu falar a Florencia, ofegante.
- Cê achou mesmo que eu ia deixar tu gozar tão cedo, irmãzinha? - perguntou a Meli com um sorriso cruel.
A Flor não conseguiu falar mais nada, tinham levado ela ao extremo e não deixado gozar pela segunda vez. Ela viu o irmão parado com a rola dura pra caralho e excitado com a situação.
- Primeiro nós dois vamos gozar, Floppy, e depois eu vou ver se deixo tu vir - disse a Melina. - Ó, me dá as mãos.
A irmã dela então desamarrou as mãos dela de trás das costas, mas amarrou de novo acima da cabeça.
- Agora deita de costas, vai - mandaram, e ela obedeceu, se deitando de barriga pra cima no sofá onde tava.
A Melina então sentou na cara dela, encaixando a buceta molhada e depilada em cima da boca da irmã.
- Vai, putinha, começa a chupar! E tu, Fede, vem pra cá que eu continuo te mamando! - a Meli falou pra cada um dos irmãos.
A Flor obedeceu e começou a lamber como podia a buceta da irmã mais velha, enquanto sentia que o rosto, já cheio de saliva, agora também recebia os fluidos da Melina, que tava sentada. em cima dela, enquanto continuava sentindo o vibrador e o plug que tinha enfiados.
Por sua vez, o Fede parou do lado da Meli, que se arqueou um pouco e começou a chupar ele de volta.
- Mm, me avisa antes de gozar, Fede, pra gente dar um presentinho pra sua irmã - falou a Meli, tirando ele da boca por um segundo.
Agora a Melina começou a se mexer um pouco, fazendo movimentos circulares com o quadril, pra se dar mais prazer com a boquinha da Florencia. Ela continuava enfiando a língua até onde dava, e respirava sempre que conseguia.
- Mmm, que gostoso você chupa, Floppy, acho que vou pedir pra você me chupar mais vezes! - disse a Meli, curtindo a língua da irmã, e voltou a chupar a rola do Fede.
Os três continuaram assim por mais uns momentos, a Meli montada na cara da Flor enquanto devorava a rola do irmão.
- Ah... ela tá chupando sua buceta melhor do que eu ontem, Meli? - perguntou o Fede, meio divertido.
- Depois eu sento na sua cara e te falo qual é melhor - respondeu a Meli, antes de passar a língua na cabecinha dele.
Com o passar dos segundos, a Melina foi aumentando a intensidade dos movimentos do quadril e começou a ter dificuldade de se concentrar no boquete que tava fazendo, porque sentia que ia gozar.
- Mmm, isso, isso, irmãzinha, chupa... mmng, vai, que eu tô gozando... ahhhmmmgg, vai, vai, dalmnmahh..!!
A Melina teve que soltar a rola do irmão e se segurar firme no sofá por causa do orgasmo violento que a Florencia tava dando nela, enquanto ela não parava de enfiar a língua. Fechou os olhos enquanto gozava e gemeu bem alto, e a irmã levou toda a porra na cara, misturando com a saliva que já tinha.
Quando a Meli terminou, precisou de pelo menos um minuto pra se recuperar do orgasmo, ainda sentada em cima da irmãzinha, com o Fede olhando pra ela com a rola na mão.
Depois, já um pouco recuperada, se levantou.
- Uf... e aí, Floppy? Gostou da minha buceta? - perguntou ela, ainda suspirando. —Sim... M... muito gostoso...
—Não sei onde você aprendeu a usar a língua assim, mas olha como me deixou uma putinha de porra!
—Já posso... eu...?
—Não, irmãzinha, ainda tenho que tirar toda a porra do Fede, mas deixa eu te dar algo em troca... —disse Melina pegando na rola dura do garoto enquanto subia um pouquinho o vibrador da irmã— mas você não pode se tocar ainda!
Florencia tremeu pra caralho, ainda por cima agora estava toda despenteada e com a cara cheia de saliva e gozo... Mas não era o suficiente pro orgasmo dela, e isso a matava.
—Quer que eu te desleite a rola, neném? —perguntou agora pro irmão e levou ela até o fundo da boca, sentindo todo aquele pedaço de carne dentro dela.
Fede já também tinha ficado muito perto de outro orgasmo e só não tinha batido uma punheta antes porque sabia que a irmã queria fazer isso. A umidade da boquinha da irmã e os movimentos da língua e dos lábios estavam derretendo a rola dele.
—Meli... eu.. ahh... vou gozar...
—Para, irmãozinho, goza aqui pra mim —disse Melina.
A garota ajoelhada, colocou uma mão com a palma fechada em forma de concha e com a outra começou a sacudir a rola dele usando a saliva que tinha como lubrificante. Fede não aguentou muito mais, começou a bufar e se tensionou todo, igual a rola dele, que começou a soltar um monte de jatos de sêmen na palma fechada da mão de Melina.
—Vai, irmãozinho, vai, solta todo esse leitinho...
—Aggmh...
Todo aquele esperma ia se juntando no meio, formando uma espécie de lagoa de porra... quando terminou de sair, a irmã dele deu um beijo na glande brilhosa e cabeçuda pra agradecer, o que fez Federico dar um pequeno espasmo.
—Uff, quanto leite, Fede, viu que no final você é uma máquina de porra? Kkkk.
—Ah... Sim... uf... sim... você tinha razão... kkk —respondeu o garoto tentando respirar normalmente— e eu tenho tudo que vocês quiserem...
—Mmm, olha, Floppy, tudo que nosso irmãozinho gozou —disse ela agora mostrando a mão onde tinha juntado a porra do Fede— você quer tomar ou não?
—Sim... quero... tomar a porra...
—Beleza, irmãzinha...
Melina se aproximou de onde Flor estava sentada no sofá, ainda amarrada, e colocou a mão na frente da boca dela.
—Toma igual uma putinha, Flor, de pouquinho em pouquinho.
Florencia começou a dar lambidas naquela poça de porra que tinha se formado no meio. Juntava um pouco com a língua e engolia.
—Você gosta da porra do Fede? — perguntou Meli.
—Siiim... é uma delícia...
—Então você também vai gostar de ter ela na cara — disse Melina, quase rindo.
A irmã mais velha então começou a passar todo o esperma que ainda tinha na mão, que era bastante, pelo rosto dela, misturando com a saliva e os fluidos vaginais que já estavam espalhados, escorrendo pelos peitos e finalmente pelas pernas.
Melina terminou de espalhar todo aquele sêmen pelo rosto dela, sujando ainda mais, e disse:
—Agora sim, Floppy, você gostou da porra?
Flor não respondeu nada, só ofegou.
—Olha ela, Fede, tá gostosa, né?
Fede olhou pra ela.
—Você tá linda, Flor — respondeu o garoto.
—Viu que eu falei que você tava toda gostosa, irmãzinha? Olha, levanta e vai no espelho ver como você tá.
Flor se levantou como pôde e foi até o espelho pra ver o rosto todo bagunçado, o que por dentro a deixava louca. Se sentir tão puta como os irmãos estavam fazendo ela se sentir agora a excitava até o limite.
—Volta aqui, gata, é hora da recompensa que você tanto queria.
A irmã mais nova voltou a se sentar no sofá, ao lado da irmã.
Quando fez isso, Melina passou um dedo na bochecha dela, juntando aquela mistura, e levou à boca pra provar. Adorou comer aquilo, então juntou mais um pouco e também fez Florencia provar.
—Tá gostoso? — perguntou Meli, mexendo o dedo dentro da boca dela.
—Tá... — respondeu Flor.
—Quer porra, putinha? — já tinha tirado o dedo de dentro.
—Sim...
—Sim, o quê? quero... goz...
—E como se fala?
—Quero goz... por favor...
—Me pede pra deixar você gozar — ordenava Meli.
—Me deixa gozar... Por favor...
—Se pedir assim, mana...
Melina aumentou a intensidade do vibrador quase no máximo, fazendo Florencia fechar as pernas. Depois de tudo aquilo, ela não ia precisar de muito pra chegar no orgasmo que precisava.
— Eu, Meli, acho que ela precisa de uma ajudinha — disse Fede do outro sofá.
— Mm, pode ser, vem cá, mana, que eu te ajudo.
Então Melina enfiou dois dedos na buceta dela, junto com o vibrador, ao mesmo tempo que começou a beijar a boca dela, se lambuzando também com aquela mistura de saliva, fluidos e porra que ela mesma tinha espalhado no rosto dela.
Isso foi demais pra Florencia, que começou a gemer e ofegar forte enquanto gozava, com uns tremeliques enormes enquanto Melina colocava o vibrador no talo, beijava a boca dela e enfiava os dedos.
Foi provavelmente o melhor orgasmo que Florencia já tinha tido até agora, depois de ser levada ao limite duas vezes e a irmã não deixar ela terminar.
A garota ficou vários minutos se recuperando depois daquela explosão que sujou o sofá inteiro, enquanto a irmã agora fazia carinho num mamilo com a língua.
— Mm, parece que você gostou, mana... — disse Meli passando os dedos que estavam na buceta dela pela boca —, olha a porcalhada que você fez...
Flor só ofegava de olhos fechados, respirando pesado.
Meli tirou o vibrador da buceta dela e também o plug do cu e disse pro irmão:
— Vou tomar um banho, mano.
— Quem vai limpar tudo isso?
— Aqui nossa linda maninha vai cuidar de limpar a bagunça que fez — enquanto passava a mão na cabeça dela, bagunçando ainda mais o cabelo.
— Ok... então acho que vou tomar um banho depois de você.
— Ouviu, Floppy? A gente quer que isso esteja bem limpinho daqui a pouco, ou vamos ter que te castigar de novo! — disse Melina agora pra outra irmã dela — E faz isso antes de tomar banho, hein!
— Tá... bem...
Tanto a Meli quanto o Fede se levantaram e foram cada um pro seu quarto, deixando a Flor sozinha ali no chão pra ela se recompor da gozada dela.
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O garoto tirou a rola pra fora e mostrou pra ela, mas não deixou que ela pegasse. A rola tava meio dura, o que era um milagre considerando tudo o que eles vinham fazendo e o espetáculo que ele tinha na frente dele agora.
— Vai chupar ela todinha se eu te der?
— Siiim!
— E vai engolir a porra também? — ele falava, balançando a rola na frente da cara dela.
— Siiim, me dá logo! — Florencia já tava perto de outro orgasmo.
Nessa hora chegou a Melina, ela tinha feito a franja e o cabelo preso num rabo de cavalo, do jeito que ela gostava de usar. Numa mão ela trazia de volta o plug e o vibrador com o controle, e na outra uma corda. A novidade é que ela vinha completamente pelada, com as tetas redondas de fora e a buceta depilada na frente.
Florencia não viu ela chegar, já que tava imersa na rola do irmão e prestes a gozar enfiando os dedos.
— Para aí, gatinha, pronto.
— ...hã? — Flor abriu os olhos meio confusa, tava no limite.
— Falei pra tirar os dedos daí, quantas vezes vou ter que repetir que hoje você NÃO se toca se eu não mandar?
— Qual é, deixa eu gozar, Meli, falta nada! — implorou Florencia — depois eu chupo sua buceta ou do jeito que você quiser, mas deixa eu gozar, por favor!!
— Não. Hoje eu falei que ia ter que te castigar por não querer entregar a raba, e esse vai ser seu castigo. Vamos ver... — Melina disse isso e se abaixou pra colocar o vibrador na irmãzinha, igual tinha feito mais cedo — agora vira de costas...
Florencia obedeceu e ficou com a bunda quase na cara dela. Melina então chupou o plug pra lubrificar um pouco e foi enfiando de pouquinho no cuzinho dela.
Tudo isso era demais pro Fede, ver as duas irmãs gostosas peladas fazendo essas coisas... a rola dele ficou mais dura do que nunca.
Flor, por outro lado, queria, ou melhor, precisava gozar, tinha ficado no limite.
— Vamos ver, irmãzinha, agora as mãos pra trás — disse Meli, e começou a amarrar elas. Suave, mas firme, com a corda.
Florencia agora estava sentada no sofá, desesperada pra gozar, mas com as mãos amarradas, um plug no rabo e um vibrador na pussy. Melina comeu a boca dela e ligou o brinquedo no mínimo.
— Agora sim, Floppy... Teu castigo vai ser olhar... e não gozar — disse Meli com crueldade.
Florencia engoliu seco. Queria gozar desde hoje e esse castigo só a excitava mais, o que ironicamente piorava a necessidade dela. Cair de quase 100 pra 0 tava matando ela.
— Vem, Fede, mostra pra sua irmãzinha o que ela tá perdendo.
Fede se levantou com a cock dura e colocou ela de novo de frente pra Flor.
— Cê quer ela mais do que antes, não quer, Floppy? — dizia Meli, segurando a cock do irmão, que só aproveitava — hummm, mas não tem nada pra você, porque não quis entregar a tiny ass...
Florencia já tava sentindo aquele vibrador cumprindo a função dele: dar o mínimo de prazer pra ela não conseguir descer de vez, mas também não subir.
— Hummm, que yummy cock você tem, irmãozinho, vou comer ela todinha...
Fede deu um passo à frente e colocou ela na boca. A irmã mais velha começou a chupar e a cock foi ficando brilhosa de baba.
— Hummm, quem chupa melhor, Fede? — perguntou Meli com a boca cheia de cock.
— Ahhh, você, Meli... ufff...
— E quem tem os melhores peitos?...
— Você, Meli... Os únicos peitos lindos são os seus... Ahh...
— E quem você quer mais??
— Só você, Meli, essa outra slut nem existe...
Florencia, obrigada a ver e ouvir essas coisas sem poder se tocar, sentia que tava na melhor das piores torturas.
Meli agora lambia os ovos do irmão, passava a língua pra cima e, quando chegava na glande, levava ela pra boca. Chupou mais um pouco até Fede interromper:
— Ahh... vou gozar!
— Vai me dar a leitinho, neném??
— Ahh, o que você quiser... Ahh.... Aah... Mmnmghh..
Fede começou a ofegar e teve outro orgasmo, enquanto encheu a boquinha da irmã dela de porra, e saía com muita força porque a filha da puta não parava de chupar nem naquele momento.
Quando terminou de sair sêmen, a Melina tirou o pau da boca e mostrou pra Florencia quanto tinha tirado, como se fosse um troféu. Depois, engoliu tudo enquanto curtia.
— Uff, tu é uma máquina de porra, Fede.
— Ahh... mas não gostou de tomar a porra toda?
— Mmm sim, e muito... mas acho que essa cock quer mais... e eu também.
Melina levou o pau de volta à boca e começou a percorrer a cock com a língua, enquanto sentia ele crescer de novo dentro da boquinha dela, embora não precisasse de muito, dado o tesão que o Fede tava.
— Escuta aqui, guri, quero mais! — disse a Meli enquanto tirava o pau da boca e levava uma mão pra pussy, começando a se masturbar.
Ela tinha parte dos peitos e das coxas cheios de saliva que escorria de cima.
A irmã dela agora tava tentando comer a cock inteira, quase encostando o nariz na pélvis do cara. Tirava o pau, respirava uns segundos e fazia de novo, enquanto a saliva já escorria pros ovos do garoto.
Quando não sobrou um centímetro de cock sem estar babado, a Meli tirou o pau pra dizer:
— Que que cê me diz, puta, quer um pouco? — Melina apontou a cock na direção dela.
Flor nem respondeu, só abriu a boca extasiada esperando engolir a cock.
— Vem cá, Fede, que parece que sua irmãzinha quer cock — disse agora, enquanto os dois se aproximavam de onde ela tava, a mais velha ainda segurando o membro.
Florencia não aguentava mais, queria sentir aquele pedaço na boca de qualquer jeito.
Primeiro, foi passando a cabeça do pau pelos lábios dela, pra ir sentindo, percorrendo aquela boquinha delicada com a glande do irmão.
Depois, no entanto, em vez de deixar ela comer, a Melina decidiu passar a cock toda babada com força pelo rosto dela, usando pra esfregar toda a saliva que tinha, fazendo um Enchastre, enquanto alternava com dar batidinhas com a rola no rosto dela pra espalhar ainda mais a baba.
Tavam fazendo uma zona dela, e a Florencia amava aquilo.
- Que foi, putinha, quer gozar?
- Por...fa... Meli.. deixa.. gozar...
- Mmm... tá bom.. vê se tu gosta disso..
A Meli aumentou um pouco a intensidade do vibrador da irmã, o que fez ela tremer de prazer. Depois, se abaixou até a buceta da Flor e começou a enfiar uns dedos enquanto lambia o botãozinho dela, o que elevou ainda mais a outra mina, que já sentia o orgasmo tão desejado chegando e não parava de gemer.
A Meli ficou uns segundos assim, e quando viu que a irmã já tava quase gozando, se levantou e colocou o vibrador no mínimo de novo: tinha deixado ela no limite outra vez.
- Ah?... - só conseguiu falar a Florencia, ofegante.
- Cê achou mesmo que eu ia deixar tu gozar tão cedo, irmãzinha? - perguntou a Meli com um sorriso cruel.
A Flor não conseguiu falar mais nada, tinham levado ela ao extremo e não deixado gozar pela segunda vez. Ela viu o irmão parado com a rola dura pra caralho e excitado com a situação.
- Primeiro nós dois vamos gozar, Floppy, e depois eu vou ver se deixo tu vir - disse a Melina. - Ó, me dá as mãos.
A irmã dela então desamarrou as mãos dela de trás das costas, mas amarrou de novo acima da cabeça.
- Agora deita de costas, vai - mandaram, e ela obedeceu, se deitando de barriga pra cima no sofá onde tava.
A Melina então sentou na cara dela, encaixando a buceta molhada e depilada em cima da boca da irmã.
- Vai, putinha, começa a chupar! E tu, Fede, vem pra cá que eu continuo te mamando! - a Meli falou pra cada um dos irmãos.
A Flor obedeceu e começou a lamber como podia a buceta da irmã mais velha, enquanto sentia que o rosto, já cheio de saliva, agora também recebia os fluidos da Melina, que tava sentada. em cima dela, enquanto continuava sentindo o vibrador e o plug que tinha enfiados.
Por sua vez, o Fede parou do lado da Meli, que se arqueou um pouco e começou a chupar ele de volta.
- Mm, me avisa antes de gozar, Fede, pra gente dar um presentinho pra sua irmã - falou a Meli, tirando ele da boca por um segundo.
Agora a Melina começou a se mexer um pouco, fazendo movimentos circulares com o quadril, pra se dar mais prazer com a boquinha da Florencia. Ela continuava enfiando a língua até onde dava, e respirava sempre que conseguia.
- Mmm, que gostoso você chupa, Floppy, acho que vou pedir pra você me chupar mais vezes! - disse a Meli, curtindo a língua da irmã, e voltou a chupar a rola do Fede.
Os três continuaram assim por mais uns momentos, a Meli montada na cara da Flor enquanto devorava a rola do irmão.
- Ah... ela tá chupando sua buceta melhor do que eu ontem, Meli? - perguntou o Fede, meio divertido.
- Depois eu sento na sua cara e te falo qual é melhor - respondeu a Meli, antes de passar a língua na cabecinha dele.
Com o passar dos segundos, a Melina foi aumentando a intensidade dos movimentos do quadril e começou a ter dificuldade de se concentrar no boquete que tava fazendo, porque sentia que ia gozar.
- Mmm, isso, isso, irmãzinha, chupa... mmng, vai, que eu tô gozando... ahhhmmmgg, vai, vai, dalmnmahh..!!
A Melina teve que soltar a rola do irmão e se segurar firme no sofá por causa do orgasmo violento que a Florencia tava dando nela, enquanto ela não parava de enfiar a língua. Fechou os olhos enquanto gozava e gemeu bem alto, e a irmã levou toda a porra na cara, misturando com a saliva que já tinha.
Quando a Meli terminou, precisou de pelo menos um minuto pra se recuperar do orgasmo, ainda sentada em cima da irmãzinha, com o Fede olhando pra ela com a rola na mão.
Depois, já um pouco recuperada, se levantou.
- Uf... e aí, Floppy? Gostou da minha buceta? - perguntou ela, ainda suspirando. —Sim... M... muito gostoso...
—Não sei onde você aprendeu a usar a língua assim, mas olha como me deixou uma putinha de porra!
—Já posso... eu...?
—Não, irmãzinha, ainda tenho que tirar toda a porra do Fede, mas deixa eu te dar algo em troca... —disse Melina pegando na rola dura do garoto enquanto subia um pouquinho o vibrador da irmã— mas você não pode se tocar ainda!
Florencia tremeu pra caralho, ainda por cima agora estava toda despenteada e com a cara cheia de saliva e gozo... Mas não era o suficiente pro orgasmo dela, e isso a matava.
—Quer que eu te desleite a rola, neném? —perguntou agora pro irmão e levou ela até o fundo da boca, sentindo todo aquele pedaço de carne dentro dela.
Fede já também tinha ficado muito perto de outro orgasmo e só não tinha batido uma punheta antes porque sabia que a irmã queria fazer isso. A umidade da boquinha da irmã e os movimentos da língua e dos lábios estavam derretendo a rola dele.
—Meli... eu.. ahh... vou gozar...
—Para, irmãozinho, goza aqui pra mim —disse Melina.
A garota ajoelhada, colocou uma mão com a palma fechada em forma de concha e com a outra começou a sacudir a rola dele usando a saliva que tinha como lubrificante. Fede não aguentou muito mais, começou a bufar e se tensionou todo, igual a rola dele, que começou a soltar um monte de jatos de sêmen na palma fechada da mão de Melina.
—Vai, irmãozinho, vai, solta todo esse leitinho...
—Aggmh...
Todo aquele esperma ia se juntando no meio, formando uma espécie de lagoa de porra... quando terminou de sair, a irmã dele deu um beijo na glande brilhosa e cabeçuda pra agradecer, o que fez Federico dar um pequeno espasmo.
—Uff, quanto leite, Fede, viu que no final você é uma máquina de porra? Kkkk.
—Ah... Sim... uf... sim... você tinha razão... kkk —respondeu o garoto tentando respirar normalmente— e eu tenho tudo que vocês quiserem...
—Mmm, olha, Floppy, tudo que nosso irmãozinho gozou —disse ela agora mostrando a mão onde tinha juntado a porra do Fede— você quer tomar ou não?
—Sim... quero... tomar a porra...
—Beleza, irmãzinha...
Melina se aproximou de onde Flor estava sentada no sofá, ainda amarrada, e colocou a mão na frente da boca dela.
—Toma igual uma putinha, Flor, de pouquinho em pouquinho.
Florencia começou a dar lambidas naquela poça de porra que tinha se formado no meio. Juntava um pouco com a língua e engolia.
—Você gosta da porra do Fede? — perguntou Meli.
—Siiim... é uma delícia...
—Então você também vai gostar de ter ela na cara — disse Melina, quase rindo.
A irmã mais velha então começou a passar todo o esperma que ainda tinha na mão, que era bastante, pelo rosto dela, misturando com a saliva e os fluidos vaginais que já estavam espalhados, escorrendo pelos peitos e finalmente pelas pernas.
Melina terminou de espalhar todo aquele sêmen pelo rosto dela, sujando ainda mais, e disse:
—Agora sim, Floppy, você gostou da porra?
Flor não respondeu nada, só ofegou.
—Olha ela, Fede, tá gostosa, né?
Fede olhou pra ela.
—Você tá linda, Flor — respondeu o garoto.
—Viu que eu falei que você tava toda gostosa, irmãzinha? Olha, levanta e vai no espelho ver como você tá.
Flor se levantou como pôde e foi até o espelho pra ver o rosto todo bagunçado, o que por dentro a deixava louca. Se sentir tão puta como os irmãos estavam fazendo ela se sentir agora a excitava até o limite.
—Volta aqui, gata, é hora da recompensa que você tanto queria.
A irmã mais nova voltou a se sentar no sofá, ao lado da irmã.
Quando fez isso, Melina passou um dedo na bochecha dela, juntando aquela mistura, e levou à boca pra provar. Adorou comer aquilo, então juntou mais um pouco e também fez Florencia provar.
—Tá gostoso? — perguntou Meli, mexendo o dedo dentro da boca dela.
—Tá... — respondeu Flor.
—Quer porra, putinha? — já tinha tirado o dedo de dentro.
—Sim...
—Sim, o quê? quero... goz...
—E como se fala?
—Quero goz... por favor...
—Me pede pra deixar você gozar — ordenava Meli.
—Me deixa gozar... Por favor...
—Se pedir assim, mana...
Melina aumentou a intensidade do vibrador quase no máximo, fazendo Florencia fechar as pernas. Depois de tudo aquilo, ela não ia precisar de muito pra chegar no orgasmo que precisava.
— Eu, Meli, acho que ela precisa de uma ajudinha — disse Fede do outro sofá.
— Mm, pode ser, vem cá, mana, que eu te ajudo.
Então Melina enfiou dois dedos na buceta dela, junto com o vibrador, ao mesmo tempo que começou a beijar a boca dela, se lambuzando também com aquela mistura de saliva, fluidos e porra que ela mesma tinha espalhado no rosto dela.
Isso foi demais pra Florencia, que começou a gemer e ofegar forte enquanto gozava, com uns tremeliques enormes enquanto Melina colocava o vibrador no talo, beijava a boca dela e enfiava os dedos.
Foi provavelmente o melhor orgasmo que Florencia já tinha tido até agora, depois de ser levada ao limite duas vezes e a irmã não deixar ela terminar.
A garota ficou vários minutos se recuperando depois daquela explosão que sujou o sofá inteiro, enquanto a irmã agora fazia carinho num mamilo com a língua.
— Mm, parece que você gostou, mana... — disse Meli passando os dedos que estavam na buceta dela pela boca —, olha a porcalhada que você fez...
Flor só ofegava de olhos fechados, respirando pesado.
Meli tirou o vibrador da buceta dela e também o plug do cu e disse pro irmão:
— Vou tomar um banho, mano.
— Quem vai limpar tudo isso?
— Aqui nossa linda maninha vai cuidar de limpar a bagunça que fez — enquanto passava a mão na cabeça dela, bagunçando ainda mais o cabelo.
— Ok... então acho que vou tomar um banho depois de você.
— Ouviu, Floppy? A gente quer que isso esteja bem limpinho daqui a pouco, ou vamos ter que te castigar de novo! — disse Melina agora pra outra irmã dela — E faz isso antes de tomar banho, hein!
— Tá... bem...
Tanto a Meli quanto o Fede se levantaram e foram cada um pro seu quarto, deixando a Flor sozinha ali no chão pra ela se recompor da gozada dela.
4 comentários - "dale hermanito" IX
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