DUAS IRMÃS PERVERTIDAS PRIMEIRA PARTE O despertar sexual da irmã mais nova. Mônica e Marcela são duas jovens nascidas numa cidade da América Central onde a criminalidade é farta, os pais delas viviam trabalhando pra sustentá-las e dar tudo que estivesse ao alcance. O pai trabalhava como caminhoneiro, era um homem obeso, uns 45 anos, pele morena clara. A mãe das duas jovens era uma senhora muito simpática e querida no bairro onde morava, não era muito alta, media uns 1,50 de altura, tinha um corpo bem torneado, tinha 32 anos. Ela vendia sucos naturais num ponto de ônibus perto de casa, vendia pra quem pegava o busão cedo e pros motoristas que estacionavam por lá. Assim era a vida dos pais das meninas. Mônica já tinha um corpo bem exibido que levantava paixão por onde passava, não era muito alta, media 1,60, pele morena clara, cabelo preto e olhos castanhos. É uma jovem muito linda, magra, não se vê nenhuma gordurinha por causa da cintura fina. Tem uma carinha de santinha, mas com uma mente de diaba. Tinha umas pernas meio finas, mas firmes, e a bunda não era muito grande, mas era firme e dura, também empinada, meio arrebitada. Os peitinhos pequenos, mas já crescidos, que qualquer homem queria pegar e apertar até espremer leite. Mônica é a irmã mais nova de Marcela. Marcela é uma jovem que acabou de fazer 18 anos, já era maior de idade. Era uma mulher muito gostosa, tinha quase a mesma cor de pele da irmã mais nova, só que ela tinha o cabelo pintado com mechas loiras, olhos castanhos e uma cara igualmente de diabinha. Quando andava na rua, sorria pra qualquer homem, fosse velho ou novo, ou fazia isso por educação ou porque gostava que olhassem pra ela com malícia. A jovem tinha um corpo muito bonito, tinha uns peitões grandes e duros que se seguravam sozinhos quando não usava sutiã. A garota tinha uma cintura bem torneada e uma bunda que podemos dizer de tamanho médio, mas dura. e firmes. As duas irmãs gostosas estudavam num colégio público, não pagava mensalidade, e causavam furor na escola inteira. Definitivamente, eram duas das minas mais desejadas do colégio, até os professores queriam pegar elas e meter uma senhora trepada nas duas colegiais, mas com medo de serem demitidos, só comiam elas com os olhos. As novinhas vestiam suas saias do colégio tão curtas que quase mostravam a bunda toda. Numa sexta-feira à tarde, no colégio, tocou o sinal de saída. Mônica foi buscar a irmã na sala pra irem juntas pra casa. Quando a jovem chegou na sala e encontrou a irmã, disse:
— Marce, vamos pra casa — falou Mônica.
— Nãão, irmãzinha, acho que não vou ainda, porque tenho que fazer um trabalho em grupo com os caras pra adiantar a tarefa. Diz pros nossos pais que vou chegar um pouquinho mais tarde — respondeu Marcela pra irmã mais nova.
— Tá bom — disse Mônica — mas não chega tarde, porque mamãe e papai ficam bravos se a gente não chegar junto.
Mônica seguiu pra saída do colégio pra ir pra casa, caminhando bem sensual com a saia bem levantada, mais do que o normal. Colocou a mochila nas costas, saiu do colégio e foi embora pra casa...
Mônica tinha que passar por um parque de namorados, onde muitos casais iam se divertir e se agarrar gostoso. A jovem estava passando pelo parque, mas, distraída olhando o caminho, não percebeu que tinha uns caras mais velhos, não mais de 45 anos, alguns com 35 e por aí... Eles estavam bebendo cerveja e fumando, quando viram a novinha passar com a mochila nas costas, caminhando bem sensual, rebolando aquela bunda empinada e bem desenhada, que, por ser magrinha, ficava perfeitamente em pé. Um dos caras falou:
— Mas olha que bucetuda gostosa que vai passando aí, rapaziada... Mmmmm, que delícia pra comer e engravidar — disse um deles também.
Um dos caras, o mais ousado do grupo, começou a assobiar pra ela e falar umas vulgaridades, já que... viu que não tinha muita gente no parque… mamitaaaaaaa gostosaaaaa mas que delícia você tá, pra te arrebentar na minha cama, meu amor, simmmmm pra você, mamita, a da saia azul, mamitaaaaaa tava indo em direção à Mônica… A jovem meio que ouviu o que ele tava dizendo, virou o rostinho lindo dela pra ver quem tava falando tão vulgar com ela, quando viu aquele grupinho de uns 6 senhores falando putaria pra ela… o senhor que tava assobiando e falando viu a jovem virar pra olhar pra eles e disse… olhaaa, mamita, o que eu tenho aqui dentro das minhas pernas, aqui tenho o que é teu, pegando com a mão no pau dele por cima da calça e mostrando pra jovem colegial… Mônica, quando viu que o senhor tava pegando na virilidade dele mostrando pra ela, ficou com a pele arrepiada ao ver o que o senhor tava mostrando quando ele pegou na mão. A jovem já tinha ouvido aquelas putarias que os homens falam pra ela, já que quando ela e a irmã andam de mãos dadas a caminho da escola com as saias provocantes, qualquer tipo de homem, velhos ou senhores, falam vulgarmente pra elas, mas Mônica, o que ela nunca tinha visto na vida era o que aquele homem tava mostrando. O senhor pegava no pau dele por cima da calça, mexendo pra jovem ver. Mônica saiu do meio transe ao ver aquele homem mostrando a virilidade dele e, como pôde, continuou andando apressada pra esquecer o que tinha visto e o que aqueles senhores que estavam bebendo no parque disseram, e a jovenzinha foi pra casa pensando no que aquele senhor tinha mostrado pra ela. Mal chegou em casa, Mônica foi ver o que tinha pra beber porque tava um calor do cão, enquanto bebia dava umas olhadas procurando a mãe ou o pai, mas eles não estavam na sala, mas não passou pela cabeça dela ir no quarto deles pra ver se estavam, a jovem pensou: talvez tenham saído. Mônica foi pro quarto dela, que fica do lado do da irmã, ligou a televisão e se sentou pra ver. Minutos depois, Mônica ouviu uns barulhos num dos quartos. A casa, já que a TV dela não tava com volume alto, ela resolveu ir ver que barulho era aquele. Passou pela porta do quarto da irmã, mas o barulho não vinha de lá, e lembrou que a irmã tinha ficado na escola. A jovem continuou andando até o outro quarto, viu que a porta tava entreaberta e pensou em entrar, mas quando chegou perto, viu o que tava rolando. Ficou paralisada, sem fala, meio em choque. A mãe dela tava de quatro na cama, completamente nua, com a bunda pro ar, enquanto o pai segurava ela firme pela cintura. Tavam transando, ele metia num ritmo constante, e quando a bunda da mãe batia na pussy dele, fazia um barulhão. Além disso, ele dava uns tapas na bunda que faziam a mãe tremer, parecia doer, mas a cara dela mostrava pura safadeza. Ela ouvia a mãe murmurar: "uhmmm, pussy, mais, por favor". Maiss... ahhhh, ahhhh, ahhhh, siiiim, siiiim... Mônica não se mexia, tava muito nervosa, não sabia o que fazer. O tempo parecia parado e eterno ao mesmo tempo. A jovem pensou em vazar e deixar os pais na deles, mas o corpo dela, ou algo mais, não queria. Ela tava com medo de que ouvissem os passos dela na hora de sair e descobrissem. Apesar de tudo que tava vendo dos pais, ela já sabia mais ou menos o que era sexo. Uma vez, uma amiga da mesma sala mostrou uns vídeos pornô pra ela, então, cê já sabe, Mônica não era tão santinha não, já era uma jovem perversa, esperando que um dia fizessem o mesmo com ela... "Vamooo, puta, requebra mais, vamooo, ahhh, ahhh, que gostoso..." Mônica ouviu a voz do pai, nunca tinha ouvido ele falar assim com a mãe. A mente dela trabalhava mil ideias por segundo, assim como o corpo. A pussy dela tava começando a ficar molhada, a respiração super acelerada, como se tivesse corrido uma maratona. Os peitos médios dela, nunca tinha sentido tão duros e inchados, parecia que iam explodir e causava muita dor nela. Por inércia, ela começou a mexer os quadris imitando o ritmo que a mãe fazia, era como se a jovem tivesse um demônio por dentro. Precisava se tocar, então levou uma mão por baixo do sutiã e começou a esfregar os peitos pequenos e inchados bem de leve, passando as duas mãos por toda a extensão. Fazia isso delicada e ternamente por causa da inflamação chata, que, com as carícias, foi sumindo aos poucos, dando lugar a sensações de alívio e prazer. Mas a jovem não estava satisfeita, tinha muita energia acumulada e pedia pra ser liberada aos berros. Começou a apertar os seios com mais força, imaginava as mãos daquele homem do parque quando ela passou e ele mostrou a virilidade dele por cima da calça. Mônica continuava apalpando os peitos e, ao mesmo tempo, começou a acariciar os biquinhos, brincava com a pressão dos dedos sentindo a sensibilidade. Quando apertava com força, era dolorosamente prazeroso, e inspirada pela onda de tesão, Mônica enfiou uma das mãos por baixo da saia escolar que ainda estava vestindo para acariciar pela primeira vez a buceta dela. Enquanto isso, no quarto dos pais da jovem Mônica, ela mesma viu como a mãe rebolava e olhava por cima do ombro pro pai com uma cara de tesão total. Mônica continuava observando os pais transando, mas estava hipnotizada demais pelo que via. A jovem estava com tesão, se tocava como se não fossem as mãos dela, sempre imaginando as mãos daquele homem do parque, vendo os pais foderem. Se sentia mal por um lado, mas as sensações e o tesão dominavam, se sentia no paraíso através do prazer, sentia uma eletricidade por cada parte do corpo. Apertava os peitos com força e tocava a buceta com dois dedinhos, até tentava enfiá-los pra dentro, mas ainda guardava um pouco de juízo e sabia que assim podia machucar a virgindade. Mônica queria gritar, queria se sentir como a mãe, ela precisava. também liberar o sangue quente dela. Ela tava sentindo coisas desconhecidas e muito prazerosas que faziam ela acreditar que algo dentro dela ia explodir, era o despertar sexual dela, ela pelo visto já queria macho. Os pais da garota continuavam na deles, nem sabiam que a filha tinha chegado do colégio e que agora observava eles transando e que a jovem tava se masturbando e apalpando os peitos por causa deles, por causa daquela sessão de sexo do caralho que os dois tavam dando… buceta, adoro que você me deixe assim, feito sua putinha de rabo pra fora, pelada, aaaai sim love, adoro, assim, me agarra a bunda e me come forte,…. aai papai assim, me faz tua, me faz uma puta qualquer, faço tudo que você quiser papai se continuar me comendo assim, que pau papai, é perfeito pra minha buceta dizia a mãe da Mónica toda excitada ao máximo. A Mónica só escutava o que a mãe dela falava, a jovem se imaginava na cama com alguém, e com todo o tesão sentia que podia estar do mesmo jeito que a mãe dela, eu também queria me mexer assim, ser acariciada, e que me tocassem pensava a Mónica na cabeça dela. Diante de toda essa situação, a Mónica tava com toda a roupa desfeita de tanto se apalpar, a blusa do colégio aberta o suficiente pra tirar os peitinhos pequenos mas bem formados do sutiã, os dois dedinhos brincando vigorosamente com a buceta virgem dela e sentia a necessidade de se sentir acariciada igual a mãe dela tava sendo, queria algo mais que as próprias mãozinhas. A jovem olhava pela porta entreaberta as mãos do pai dela amassando a bunda da mãe, apertando, segurando forte na cintura, enquanto continuava comendo sem pena nenhuma. A colegial imitava os avanços das mãos do pai, apertava a própria cintura e fazia movimentos como se já tivesse transando, hmm, o tesão da colegial crescia a cada instante, tanto que perdeu o controle e o instinto animal apareceu. Começou a apertar as nádegas com toda força, fechava os olhos e lembrava de todo o desejo. que inspirava a bunda dela, tantas situações, comentários tarados, e que até hoje não tinha sido aproveitada por homem nenhum, lamentou entre seus pensamentos lascivos e apertou mais forte suas nádegas gostosas. nisso, ela vê que o pai dela brinca com um dedo no cu da linda mãe dela e, sem perceber, por reflexo, ela fez o mesmo, só passava a ponta do dedinho bem suave, fazia cócegas, como uma menina curiosa, era uma sensação estranha mas gostosa, e de vez em quando tentava enfiar, mas era estreito demais, fechadíssimo, melhor dizendo, ela era virgem analmente. mas vendo como o pai dela enfiava quase metade do dedo na mãe dela, não ligou e empurrou o dedo dela também com determinação no cu inexplorado dela. instantaneamente, uma sensação explodiu dentro dela, milhares de ondas elétricas viajaram do cérebro dela pra todo o ser dela, as pernas dela bambearam e ela sentiu que ia desmaiar, via tudo borrado, e com a outra mão apertava com fúria e desejo as bundas dela, não entendia nada, só queria que um homem tocasse nela naquela hora igual o pai fazia com a mãe dela, que amassassem ela e surrassem ela, nunca tinha tocado no próprio cu, era muito sensível, tava perdendo a consciência com a chegada do primeiro orgasmo dela, era como se livrar de um peso enorme, era a sensação mais gostosa que a colegial já tinha sentido, tava doida acariciando a buceta e tentando enfiar mais o dedinho atrás. o pai da mônica começou a gemer chamando a mãe dela de puta enquanto batia sem parar na bunda dela, parecia que tava gozando dentro dela, a mãe dela só gritava sim, sou sua puta, sou sua puta, me dá leiteeee simmmm mais leiteeee papai, mais porra, até que o pai dela deixou cair todo o peso dele em cima dela e ficou imóvel, a mãe dela saiu rapidinho e se ajoelhou entre as pernas dele pra limpar o pau dele. a mônica finalmente conseguiu ver ele inteiro, depois de ter gozado os 22 cm de pau que o pai dela tinha. ela já tinha visto paus na internet Mas este era gordíssimo, com uma cabeça bem grande e veias bem marcadas. Era o primeiro pau ao vivo e a cores que eu via, e tinha certeza de que jamais esqueceria. Já mais calma, Mónica, como pôde, arrumou sua roupa e foi andando devagar enquanto ouvia as chupadas da mãe. A jovem, já em seu quarto e em sua cama macia, meditou sobre tudo o que aconteceu. Por um lado, entendia que seu corpo estava passando por um processo hormonal importante, somado às conversas das amigas sobre suas conquistas, aos comentários dos homens na rua sobre seu corpo — aquele corpo que pedia aos berros para ser mimado. O despertar da safadeza de Mônica finalmente tinha chegado.
Mas jamais pensou que seria vendo os próprios pais transando. Moralmente, era errado, mas tudo tinha acontecido. Certamente não havia culpados, e as sensações vividas se gravaram em cada célula do seu corpo — sensações inexploradas e desconhecidas que a fizeram voar em ares de êxtase, presenteando-a com aquele gozo delicioso. Pouco depois, a jovem caiu no sono completamente, só de calcinha e sutiã, coberta por um pequeno lençol cor-de-rosa.
Seu Apolinar, um velho tarado de 55 anos, com uma tremenda barriga de chope, olhos pretos e braços fortes, mas ao mesmo tempo desgastados de tanto trabalho. No rosto, tinha uma cicatriz na bochecha esquerda e pernas meio finas. Apolinar era viúvo, já que sua mulher morreu de diabetes. Nunca tiveram filhos — não porque o velho não quisesse, mas porque a falecida não podia ter. Então se conformaram em não ter filhos. Mas o tempo passou, a velha feia da esposa morreu, e agora o velho estava sozinho… O velho tarado do seu Apolinar tinha um negócio de venda de verduras naquele bairro onde moravam nossas duas apetitosas colegiais. Seu Apolinar quase sempre via as duas colegiais passarem todo dia bem na frente do seu negócio quando iam para a escola. O velho achava as duas lindas pra caralho, mas a que mais interessava ele era a mais nova, a linda. Mônica não tinha tudo bem desenvolvido, mas dava pra pegar e meter uma baita surra de buceta até fazer ela gozar igual uma puta profissional. Já era sábado de manhã e as colegiais amanheceram nos seus respectivos quartos. Mônica nem percebeu a que horas a irmã tinha chegado depois de uma baita siririca quase na frente dos queridos pais, e assim despertar seu instinto sexual. Mônica, já acordada no quarto com sua calcinha e sutiã sexy, a jovem se preparou pra levantar e sair do quarto coberta com uma toalha rumo ao chuveiro. A colegial, já no banheiro, tirou a toalha, arrancou o sutiã e se olhou no espelho. Tinha uns peitos não muito grandes, mas firmes, lindos, carnudos. A garota começou a posar na frente do espelho, mal coberta pela calcinha fio dental. Mônica começou a tirar a calcinha devagar até deixar no chão e ficar completamente nua. Se via tremendamente gostosa. Pouco depois, foi tomar banho. Minutos depois do banho, a colegial foi pro quarto. Depois de se secar, começou a se vestir: colocou uma calcinha fio dental marrom que destacava sua bunda ainda não tão desenvolvida, em seguida vestiu o sutiã sobre aqueles peitos médios que não sofriam com a gravidade apesar do tamanho. Depois, vestiu uma legging preta que marcava seus glúteos pequenos e durinhos, e pra finalizar, uma blusa cropped sem mangas e colada ao corpo, deixando a barriga lisa e sem um pingo de gordura de fora. A garota saiu do quarto pra tomar café. Lá pelo meio-dia, a mãe de Mônica mandou a filha comprar umas verduras no mercadinho do seu Apolinar. A colegial, meio de cara feia, disse pra mãe que tá bom, mas a menina não é que odiasse aquele velho, mas também não gostava dele. Ela não curtia como aquele velho ficava de olho na irmã dela e nela quando iam pra lá. colégio… mas fazer o quê, a mãe dela tava mandando e tinha que obedecer. A colegial, com o rostinho meio irritado, pegou o dinheiro e foi pro mercadinho do velho Apolinar. A novinha ia andando na direção do mercadinho do verdureiro velho, com aquele jeito sexual de andar, com aquela legging que se enfiava bem no meio das duas bundinhas bem empinadas. A guria chegou no mercadinho do velho. Seu Apolinar, ao ver a novinha chegando, lambeu os lábios ao ver como ela tava vestida, tão gostosa e provocante. Nos pensamentos dele, ele dizia (mas que mulherzinha mais deliciosa pra arrebentar essa buceta na porrada, uma tremenda puta… pensava o velho). O velho, tão imerso nos pensamentos tarados sobre a novinha, nem ouviu que ela tava falando com ele. Quando o velho se tocou, disse: “Pois não, minha filha, me desculpa por não prestar atenção, o que você deseja?”. Mônica só via como o velho tava secando ela, e com a voz bem sensual disse: “Seu Apolinar, quero dois quilos de tomate, um de batata e um brócolis, por favor.” “Claro que sim, minha rainha, o que a senhora pedir, já vou pegar seu pedido.” Mônica, apesar do velho sempre olhar ela com malícia, também gostava de como ele se dirigia a ela, como “minha rainha” ou “minha princesa”. Mônica, por não ter namorado e nunca ter ouvido palavras tão bonitas, ficava corada e dava um meio sorriso pro velho. “Aqui está seu pedido, minha rainha, são 1000”, disse o velho, e sorria com a boca quase sem dentes, tentando que a guria devolvesse o sorriso. “Obrigada, seu Apolinar, muito obrigada.” E a guria tava quase indo embora quando o velho falou: “Menina linda, queria te dizer uma coisa, me desculpa”, ele dizia pra novinha. “Siim, fala, seu Apolinar”, com a voz doce a guria respondeu. “Desculpa a ousadia, mas é que queria te falar que essa sexta que vem é meu aniversário, e como sou viúvo e sozinho, não tenho nem amigos nem nada. Queria saber se você, minha rainha, queria vir aqui no mercadinho. Vamos comer bolo, refrigerante e ver televisão, já que…” Tô sozinho, não tenho ninguém pra compartilhar", disse o velho com a cara triste. Dom Apolinário, todo solto, pedindo um puta favor pra essa gostosa, achando que ela ia dar bola pra ele, mas ele queria ver se a mina topava e quem sabe ter uma chance com ela... A jovem, ao ouvir a proposta, ficou de boca aberta e pensou: "Como é que esse senhor tem coragem de me chamar pra casa dele pra comemorar o aniversário? Hummm", pensou a garota, mas ao mesmo tempo ficou com pena de pensar que ele não tinha ninguém pra passar o dia do aniversário, sem amigos e sem esposa, pensou a jovem, imaginando a tristeza que ele ia passar naquele dia... A jovem, agora com uma voz doce, respondeu: "Aiiii, Dom Apolinário, a verdade é que não posso. Meus pais não me deixam sair tão tarde nem nada. Sinto muito, espero que você se divirta no seu dia e desculpa eu não poder ir. Obrigada pelo convite e sinto muito por você não ter ninguém pra te acompanhar", disse isso por último a bela jovem... "Tudo bem, bonequinha, entendo. Pelo menos queria te falar, nada mais, e desculpa a ousadia de te pedir um favor tão grande." O velho, ao ver que a garota virou as costas e foi pra casa, só pensou: "Hummm, achei que essa novinha ia dizer que sim, que queria me dar um puta festão no meu dia, mas fazer o que, outra hora aparece uma chance." O velho via ela se afastando cada vez mais do negócio dele. Depois, os dias passaram para as duas colegiais, fazendo suas tarefas, indo pra escola, fazendo lição, etc... Quinta-feira à noite, o pai das colegiais chegou da rotina de trabalho. Como já falamos, ele trabalhava como caminhoneiro, às vezes ficava vários dias fora, deixando a família em casa e as filhas estudando. Já na sexta-feira, pra fechar a semana, Marcela, chegando do estudo, disse pra mãe que queria permissão pra sair com umas amigas pra uma festa que ia rolar no centro da cidade. A mãe, meio pensativa, disse que sim, mas que por favor não chegasse tarde. Tão tarde, Marcela foi direto pro quarto dela tomar banho e se arrumar pra sair pra festar com as amigas... A Mônica tava no quarto dela, feito uma menina boazinha, fazendo a lição de casa pra poder descansar o fim de semana inteiro, quando foi interrompida pela mãe dela, que disse: "Oi, filha, olha, sua irmã vai sair com as amigas, e eu e seu pai vamos dar uma saída pra resolver uns corres, porque seu pai quer comprar umas coisas pro trabalho dele. A gente chega um pouco tarde. Deixei comida pronta ou umas frutas, se quiser comer alguma coisa, tá de boa", falou a mãe. A jovem estudante respondeu pra mãe: "Por que vocês vão me deixar sozinha? Sabe que eu não gosto de ficar sozinha, mãe. Me leva com vocês, por favor..." "Não, Mônica, já te falei que não dá. Tá bom, entende? Outro dia eu te levo pra passear ou alguma coisa, tá bom? Vai dormir cedo, entendido?" Com isso, a mãe saiu do quarto da filha e foi embora. Mônica, meio frustrada e triste ao mesmo tempo, não disse mais nada e continuou fazendo a lição da escola.
Uma hora depois, todo mundo já tinha saído de casa, tanto os pais quanto a irmã. A Mônica já tinha adiantado bastante a lição escolar, então decidiu descansar e ficou vendo TV no quarto dela, mas não achava nada de bom pra ver e se distrair. A jovem tava super entediada e não sabia o que fazer. Bom, talvez até soubesse o que fazer naquela noite, quando veio a lembrança de que o seu Apolinar tava fazendo aniversário hoje e tinha convidado ela pra ir na casa dele comer e ver TV. Mas a Mônica não queria desobedecer os pais saindo de casa. Só que, como tava super entediada, não sabia o que decidir: ir na casa do velho Apolinar e desobedecer os pais, ou ficar sozinha e entediada em casa...
Duas horas antes, na casa do velho Apolinar, o velho decidiu fechar o negócio dele mais cedo, porque, como a gente disse, era o aniversário dele e ele queria descansar um pouco mais. Então fechou o barraco dele. O velho já na sala de casa, meio suado, com a camisa não tão limpa, mas como o velho não tinha ninguém pra se exibir, tanto fazia. Nem se lavava, então decidiu só tirar a roupa que tava usando pra vestir algo mais confortável pra ficar dentro de casa. Vestiu uma calça de moletom cinza meio largada e confortável, que também não tava lá muito limpa, e uma camiseta que antes era branca, mas de tanto usar, suar e tal... agora tava amarela. O velho, já confortável em casa, resolveu pegar um bolinho pequeno, tipo umas 5 fatias, e colocou na mesa. Ele ia comemorar o aniversário sozinho, sem companhia nenhuma — foi o que ele pensou —, mas não imaginava a surpresa que o destino tinha preparado pro Velho Apolinar.
Enquanto isso, na casa da linda colegial, ela ainda tava indecisa, sem saber o que fazer. Pensando e pensando, a jovem se decidiu: iria até a casa do velho verdureiro, desobedecendo os pais e saindo sem autorização. Então resolveu tomar um banho e se arrumar pra ir ao aniversário do Velho Apolinar. Ela achava que ia só comer alguma coisa e ver TV, mas não sabia que ela mesma ia ser a comida do velho — essas eram as intenções do Velho Apolinar...
Minutos depois, a gostosa colegial já no quarto dela, pelada, começou a se vestir. Pra começar, colocou uma calcinha fio dental rosa que levantava as bundinhas dela, ainda não totalmente desenvolvidas, mas durinhas e firmes, nunca apalpadas por homem nenhum, só por ela mesma. Depois, a garota vestiu um sutiã quase da mesma cor pra deixar o conjunto mais sexy, ajeitando os peitinhos dela, tipo laranjinhas, mas durinhos, pedindo pra serem chupados e espremidos até o fim. Aí vestiu uma minissaia azul, tipo lycra, que chegava bem acima das coxas, mostrando quase toda a bundinha gostosa e recém-desenvolvida dela. Depois calçou umas sapatilhas de salto baixo, brancas, mostrando as pernas de menina quase mulher. Aos poucos, a garota foi se vestindo pra ficar toda uma diva. Aí vestiu uma blusinha curta, bem justinha no corpo, que destacava os peitos perfeitamente, mostrando uma cintura sem nada de gordura, macia e lisinha. Nenhuma estrela. Já quase pronta, a jovem começou a se pentear e tudo mais pra ficar uma gostosa… Então, já pronta, a menina se preparou pra sair de casa rumo à casa do velho verdureiro. Já eram umas 8 da noite, quase não tinha gente na rua, e ela continuou andando até o destino. Bem na hora de chegar, a jovem esperou que realmente não tivesse ninguém na rua pra poder espiar a casa do velhote e ninguém ver ela entrando naquela casa, porque o bairro é cheio de fofoqueiros e, se descobrissem que ela entrou na casa de um velho naquela hora, podiam contar pros pais dela, e aí sim ela se meteria em encrenca com os queridos pais dela… Enquanto isso, o velho Apolinar, dentro de casa, sentou na mesa, já tinha acendido uma velinha no bolo pra poder curtir e cantar parabéns pra ele mesmo. Mônica esperou uns 5 minutos, vendo que não passava mais ninguém, pra depois se aproximar da casa do velho e tocar a campainha… O velho já tava pronto pra cantar parabéns pra ele quando foi interrompido pela campainha da casa: ringgg ringgg ringgg……… Mas quem diabos será? Não pode ser — começou a gritar o velho, e disse em voz alta: “Não tô atendendo, o negócio já fechou, vocês não tão vendo não?” E, frustrado porque ninguém respondia do outro lado, decidiu se aproximar da porta e abrir a janelinha. Quando abriu um pouco a janela, percebeu e quase babou de surpresa ao ver a jovem toda transformada e muito linda na frente da porta dele. O velho, de susto, fechou a janela de novo e pensou: “Mmmmm, mas não pensei que ela ia vir. Que tremendo boquete vou comer hoje no meu aniversário, sim, sim!” — dizia o velho nos pensamentos dele, pra depois, sem pensar duas vezes, abrir a porta e falar: “Mas o que você faz aqui, minha rainha? O que você deseja, bonequinha?” Mônica, meio corada ao ouvir o velho elogiando a beleza dela com essas palavras, respondeu: “Aiii, seu Apolinar, não lembra que me convidou pro seu aniversário?” que hoje é o aniversário dela, né? o velho nem sabia o que responder ao ver os lábios sexys da novinha se mexendo enquanto ela falava... ah, claro que lembro, mas por que não me falou nada, minha filha? não sabia se você vinha, mas passa, entra, vai pra mesa que ali tem o bolo, passa, passa, minha princesa. o velho deixou ela passar, saiu pra ver se não tinha ninguém na rua, também pra ver se viram aquela mulherão entrando, e como ela é menor de idade, ele ia levar todo o peso da lei... vendo que não tinha ninguém, o velho fechou a porta e alcançou a novinha. a menina sabia que o velho vinha atrás dela e imaginava que ele tava secando ela como sempre, mas ela ignorou e continuou andando com movimentos sexys até onde ficava a sala de jantar. o velho tava besta vendo aquele espetáculo tão perto dele. meia hora depois de conversar e comer bolo, os amigos, porque até agora eram só amigos e nada mais. — Sua companhia é muito boa — dizia o velhote. — Mas tem uma coisa que eu queria fazer há um tempão. — O quê? — Umas dança. É que passo o dia todo trabalhando, a semana inteira, nem tenho tempo. — Entendo. É difícil pra você. — Pois é. Mas agora que você tá aqui, a gente podia dar uma dançada. O que acha, vamos dançar? — Mas o senhor sabe dançar, seu Apolinar? — Não sei muito, mas se você me ensinar, o que acha? — Bom, tá bem, seu Apolinar. Assim, os dois se levantaram da mesa e seu Apolinar ligou o som e colocou uma música romântica pra ocasião. O velho tava tão empolgado de poder pegar o corpinho maravilhoso da menina e ficar tão perto dela. O velho verdureiro pegou ela pelas costas com o braço mais habilidoso, o direito, e o outro enganchou por trás, já que o calor tava abafado na sala. O velho tinha quase a mesma altura da novinha, embora ela tivesse dificuldade pra abraçar ele com os bracinhos, já que ele O velho era um baita pedaço de carne. Ela sugeriu que ele a segurasse pelos ombros, o que o homem atendeu no começo, mas em questão de segundos os braços do coroa já deslizavam pela parte baixa das costas da novinha. Os dois conversavam como se fossem namorados e, aos poucos, a menina foi se sentindo relativamente à vontade. Enquanto dançavam a segunda música, bem coladinhos um no outro, mais pela insistente decisão do velho tarado que a segurava com uma paixão minuciosa, suas mãos suadas já estavam posicionadas bem no limite onde começam as nádegas. Ele ardia de vontade de descer por ali e examinar aquelas bundinhas redondas e recém-desenvolvidas. O velho se aproximou dela, encostando seu rosto seboso e pálido na maciez das bochechas dela, onde encontrava aquele conforto do qual foi tão privado em sua vida miserável. Ela, com as mãos trêmulas, se apoiava agora nos ombros do parceiro de dança.
Enquanto isso, o velho verdureiro, percebendo que a garota estava completamente distraída (provavelmente pensando no que diria aos pais quando chegasse em casa e não o encontrasse lá), já começava, de forma disfarçada e quase imperceptível, a apalpar aquelas carnes firmes. O que suas mãos sentiam não tinha comparação com o que se falava da beleza da jovem; era ainda melhor. Ele subia e descia, sentindo cada centímetro possível, dos quadris até a cintura da menina, ficando ainda mais excitado por saber que estava diante de uma mulher doce, jovial e virgem.
— Como você dança bem, minha rainha... — falou o velho, aproximando-se da orelha direita da garota, sentindo também aquele cheiro indescritível, mas tão calmante, de caramelo que emanava do doce perfume da linda jovenzinha, sentindo seu pau ficar ainda mais duro. — Mas com certeza já te disseram isso antes, né?
MÔNICA sentiu um leve, delicioso e inesperado arrepio que começou em suas orelhas finas e fez um percurso notável por toda a sua extensão. partes do corpo mais hipersensíveis, embora praticamente todo o corpo dela fosse assim, essa era basicamente a mente promíscua dela, e ultimamente, as ações. Ela não respondeu à pergunta que o parceiro de dança fazia; sua consciência estava mais focada em aproveitar as delícias daquele enigmático percurso elétrico que a levava aos confins do prazer, sentindo vergonha assim que o efeito passava, relaxando com um suspiro que escapava dos seus lábios encantadores. O velho interpretou essa última reação como sinal de que a gata estava se divertindo pra caralho, então apertou ela mais contra si, agora, com a ousadia de colocar o pau na altura certa pra que a menina sentisse o quanto aquilo estava duro e ereto. Obviamente, a inocente garota sentiu a dureza daquele membro, desrespeitando aquela saia curta, e até atravessando, levantando-se levemente, com ameaça real de chegar até a calcinha da novinha. Aquilo se encaixava de um jeito tão coordenado que, se não fosse pelas roupas, tudo já estaria pronto pra tão desejada penetração por parte do velho. Isso obviamente a alarmou, embora de certa forma achasse engraçado ver o nível de excitação daquele sujeito, colado nela e com aquela ereção… ela se sentia admirada, desejada, gostosa… Além disso, entendendo o perigo daquilo, sabia que precisava dar um basta em tudo aquilo, naqueles níveis de ousadia de ataques corporais, mais que qualquer coisa. — Seu… — disse a garota com sua voz sensual. — Me chama de Apolinar, minha vida, minha princesa. — Ok, seu Apolinar… tô te falando que a música já acabou… e a gente combinou que só dançaria um pouco… — Vamo mais um par. Você dança uma delícia — tamo se divertindo, né? Em seguida, o verdureiro esfregava de forma discreta e poderosa contra a menina pra que ela sentisse de novo aquele mastro inquieto. Mônica entendia muito bem a ação do velho que a mantinha presa ao seu corpo flácido. -Esta última e já, tá bom? É que sério, já é tarde e eu tenho que ir pra casa, senão meus pais vão me encher o saco. -Hmmm…? –resmungou o velho tarado, completamente vidrado naquelas esfregadas. -Que a gente dança essa e acabou –respondeu a garota com certa impaciência, sentindo cada esfregada sem-vergonha perto da buceta dela. -Sim, sim. O que você disser, mocinha. Embora a gente não tenha dançado muito, é bem pouco. A menina, apesar de sentir aquelas esfregadas que não paravam e pareciam querer abrir a minissaia dela com aquilo, tentou olhar pra trás, mas foi inútil porque a barriga protuberante do velho bloqueava a visão. Ela vagava naquela cena, tentando entender o ridículo que era o velho ficar esfregando nela, mesmo sendo uma simples dança, embora a mente dela já imaginasse como seria aquele velho mostrando aquele pau bem duro e brilhante. Vou te dizer uma coisa, menina: você é uma garota muito… gentil, muito gostosa. Você me atrai pra caralho… jejeje… é a verdade –disse o velho –Pra mim, você estar aqui comigo, dançando com um velhinho como eu, porque esperança que uma menina tão doce e gata como você ia reparar em mim, impossível. Mônica realmente não sabia o que dizer diante das declarações da boca babona do velho, que dava até pena. A colegial baixou a cabeça, se sentindo envergonhada. Já tinham dançado várias músicas e ela nem percebia. Obrigada, seu Apolinar, por se declarar pra mim e falar essas coisas tão lindas. -De nada, mocinha. Eu tô feliz de você estar aqui comigo, dançando com esse pobre velho, porque sendo sincero, né?, a gente nunca teria a chance de estar com uma doçura tão delicada e linda como você. -Que isso, seu Apolinar… –disse a garota com uma voz doce e inquieta por causa daquela espécie de declaração que o velho tarado estava fazendo, além disso a respiração dela acelerava, mais do que qualquer outra coisa, pelo fato de o velho apertar ela cada vez mais contra ele. O pervertido. expressava esses sentimentos por ela, dificultando inspirar e expirar, praticamente enfiavam a pica na buceta dela. — Só tô falando a verdade, gata. — É, bom, é que, tipo, me dá uma vergonhinha você falar tanta coisa bonita assim, hehehe. — Não precisa ter vergonha, princesa, como já te falei, é a pura verdade. Seus pais te fizeram com muito amor, por isso você saiu tão gostosa, hehehe. — Seu Apolinar, por favor, não continua, que eu fico muito nervosa. — A gata, que respirava pesado e, apesar de sentir o que ele falava, tava adorando e esperava que o velho continuasse na mesma. Faz tempo que você me atrai. E tô apaixonado por você. Princesa… tô morrendo de vontade de te falar um monte de coisa que você nem imagina… dizia o velho, continuando a enfeitiçar a gata com as palavras. — E… que coisas o senhor teria pra me dizer? — perguntava com um ar desconfiado, mas claramente nervosa, sorrindo e engolindo um pouco de saliva depois de falar, sabendo o que ia provocar com uma pergunta dessas. — Ai, meu amorzinho… MÔNICA foi surpreendida por um apertão do gordo, que a apertava contra a barriga enorme e aquele peito suado, apoiando as mãos largas e firmes nas partes onde começavam as bundinhas gostosas dela. O velho safado começava a enfiar as mãos por baixo da MINISSAIA leve, praticamente sentindo a calcinha delicada da garota. — Desde que te vejo passar todo dia pro colégio com sua irmã, você me pegou fundo — dizia o homem, olhando pros lábios brilhantes dela, com uma cara de tarado. — Não! Não, não, não — gritava a garota, assustada, ao ver o homem começar a remexer a parte de baixo da saia dela, começando a vasculhar por baixo dela. — Seu Apolinar… o que o senhor tá fazendo!? — Ai, princesa. Você é uma delícia. A gata entendia que o clima tava esquentando muito mais, principalmente pelo jeito tão vulgar e insolente que o verdureiro tava falando com ela. — Não. Não, seu Apolinar, pelo amor de Deus —Me solta, por favor! Não, não! —gritava a jovem.
—Sabe de uma? Só quero passar um tempo gostoso com você, jejeje.
—Não, seu Apolinar… me solta, não, pelo amor de Deus!
A menina já não via tanta inocência naquele jogo de perguntas que os dois faziam, embora tivesse que admitir que aquela brincadeira de resistência (da qual ela não participava muito, se achando mais fraca que o homem) começava a ser, senão divertida, pelo menos curiosa, porque involuntariamente ela gostava daquele tipo de submissão.
—É, gostosa, você é muito boa. Me diz uma coisa… e se me der um beijinho? O que acha, mocinha? —dizia o homem, praticamente encostando os lábios calejados nos lábios brilhantes da garota. Ela tentava desviar e se esquivar daquela boca desalinhada que roçava seu rosto, sentindo ainda o velho cutucando ela com a dureza da ereção dele.
—Seu Apolinar, escuta, não… Para, eu tenho que ir, me solta, aaaah, meus pais vão me xingar.
—Ah, minha filha. Anda, não seja má. O que custa? Só um.
—Não, seu… é que não posso.
—Pois é, menina —disse o velho. —Então deixa eu dançar mais um pouco com você. Você não sabe como eu gosto de te ter assim comigo… Acho que não vou ter outra chance de te ter assim do meu lado. Daqui até você voltar… Melhor me deixar um tempinho assim com você. Nunca estive com uma princesinha tão bonita quanto você. —Ele voltava a adoçar a menina com as palavras, já feita mulher.
—Seu Apolinar… —dizia a bonita com um ar resignado e uma comoção que a vencia de novo. —Tá bom, mas só mais um pouquinho, sim.
—Você tem um corpo tão gostoso, mamãe. Anda. Dá esse gosto pra esse pobre velhinho que se contenta em ficar com você, aqui, sozinho, no aniversário dele.
—Ok. Mas só mais um pouco, porque de verdade, eu tenho que ir, senão meus pais vão me bronquear… E olha que eu tô fazendo isso só pelo seu aniversário, tá?
A garota colocou as mãos no peito do assediador, e elas viajaram até os ombros.
—Obrigado, minha vida. Você me faz tão feliz. Você não sabe como você é gostosa.
A esplendorosa. colegiala, com um pouco mais de calma, conseguia prestar atenção em certos detalhes, como o suor incansável do velho, o cheiro do suor e, de forma bem precisa pra ela, aquela dureza que ficava balançando contra a barriga dela, que se mexia, exatamente, a cada passo, cada movimento da dança, se posicionando bem na altura da parte mais que sensível dela. Um formigamento curioso e impertinente atacava ela sem querer. Então, ela continuava sendo vítima dos próprios e baixos formigamentos, mordendo os lábios finos, como se com isso tentasse segurar o quanto tava se divertindo. Olhava pra outro lado, mas sempre caía na cara grotesca do degenerado, que de repente deixou as mãos descerem de novo da cintura da garota e, já sem disfarçar tanto, agarrou uma das bundas da menina. A menina esperou, querer continuar resistindo era uma batalha perdida, ou era o que ela queria pensar, porque, segundo ela, assim que terminasse a 'dança', pararia de ser 'assediada' daquele jeito.. Só que isso só servia pra encorajar o homem, era muito óbvio, porque os avanços dele ficaram mais ousados e já eram uma espécie de apalpação em todo aquele par de bundas durinhas meio desenvolvidas, amassando sem parar do jeito que ele queria. Assim, a pobre jovenzinha só conseguia se segurar ficando abraçada no corpo inconsistente do velhote, permitindo as apalpações, cada vez mais propensas a uma consequência que qualquer homem teria ao ter uma garota tão jovem. Ela justificava tudo, que um pobre velhinho pedia com pena e ela, não sendo uma garota má, não devia negar. Mas também é que, com tanta mão na cintura dela e, principalmente, na bunda e aquela pontada grossa de pau que a barriga dela recebia, aos poucos, ela foi virando vítima de êxtases gostosos na buceta, que ia produzindo aquela umidade lubrificante, que aumentou ainda mais quando o velho, com mais intrepidez do que jeito, começou a dedar o buraco traseiro dela por baixo da bunda. Foi um tesão tremendo pra Gostosa, ela sentia até como se sua buceta escorresse, uma sensação tão indescritível e digna só do próprio corpo dela. O velho não ousava acariciar aquele lugar magnífico de jeito nenhum, pois ainda acreditava numa possível resistência da jovem. O que o encorajou foi aquela respiração pesada que a colegial soltava, sinal inequívoco da fraqueza exata que aquela mão causava nela, e prova disso foi que ela mesma, com arte erótica, parou sua bunda bem proporcionada para que o homem tivesse melhor acesso e ele começasse a explorar por cima da roupa. O velho verdureiro estava que não acreditava. A realidade incrível estava lhe permitindo direitos sobre uma gostosa muito, muito distante das suas condições e toda disposta para ele. Ele levou as mãos até o quadril da garota e, com passo intrépido, a rodeou para poder girá-la e ficar colado por trás dela. A colegial, que tinha agido como se não ligasse para esses movimentos, podia sentir a dureza daquele pau que batia com firmeza bem no meio das suas nalgas, sentindo-se altamente nervosa, levando-a a um êxtase indescritível por toda a sua anatomia. Aquela ereção começou a esfregar com mais vontade, como se o velho realmente estivesse penetrando ela à vontade, manobrando ao mesmo tempo uns apalpamentos grosseiros na zona vaginal. A gostosa realmente começava a curtir, tentava evitar com suas respirações cansadas, seus gemidos abafados, aquele apertar de lábios e seus olhos fechados eram tentativa disso. O homem praticamente a estava masturbando, mesmo quando só estava tocando por cima da sua saia leve, e mesmo assim ela não conseguia resistir, sentia tudo tão gostoso que permitiu que ele abaixasse as mãos pelas suas coxas e de novo subisse, mas agora por baixo da saia, percorrendo sua calcinha fio-dental e apalpando sua barriga lisa, sem nenhum modo, nem mesmo um gesto involuntário, toda ela cedia ao prazer alheio do verdureiro. O velho apalpava toda aquela barriga, remexeu. pelo umbigo dela e, sem mais delongas, desceu direto pra calcinha fio dental da menina, enfiando as mãos e descobrindo uns pelinhos vaginais fininhos, recém-depilados. MÔNICA se enchia de arrepios gostosos, o velho respirava no pescoço dela e isso era um estímulo perfeito pra deixá-la mole. Aí o homem começava a dedilhar ela de novo, e ela era sacudida com força, parecia uma boneca DE PANO que se deixava levar. Apolinar, ao mesmo tempo, começou a enfiar os dedos bem mais pra baixo, encontrando a área prometida da colegial. — Hmmmm… Mas tu é uma delícia, meu amorrrr. Que gostoso, que gostoso o teu corpo — o velho sussurrava nos ouvidos sensíveis da menina, que sentia os arrepios e ficava bamba só de ouvir aquela voz grave e um bafo de cerveja. — Mas que bucetinha gostosa. Por que não me empresta ela um pouquinho, hein! Tu não sabe a vontade que eu tenho de ti. Tu é uma gostosa, meu amorrrrr… — Não, seu Apolinar… Não… me toca… — a menina murmurou, arrastando as palavras, fechando os olhos, colocando as mãos por cima das mãos enrugadas do velho, como se estivesse acompanhando, mais do que impedindo, e ao mesmo tempo sugerindo onde ele deveria avançar, enquanto mexia os quadris como um ato de resistência que na verdade seguia o ritmo da dedilhada que o velho tava dando. O velho começou a lamber uma das orelhas brancas dela, encharcando de saliva, sentindo aquele gostinho de menina limpa e perfumada. Ela fez o mesmo, sentindo a pele arrepiada, virando a cabeça pra dar ao velho o acesso certo e deixar ele continuar com aquela lambida circular que ele dava com a língua pontuda e molhada. O pobre homem tava aguentando, o pau dele soltava um monte de líquido pré-seminal que acabou formando, na calça cinza dele, uma mancha escura e úmida que a menina sentiu quando ele roçou uma das bundas dela, pensando que ele tava se mijando. O velho sabia aguentar, e continuava devorando com muito tesão aquela linda Orelhinha esquerda que a menina expunha, já que ela bem percebeu o quanto era gostoso pra ela essas chupadas, e bastava só ver aqueles olhos lindos fechados com aqueles cílios bonitos. Pra confirmar, o velho levantou a saia da menina até acima da cintura, deixando à vista só uma calcinha rosa. O velho achou que ela ia parar ele ou pelo menos reprovar o ato, mas longe disso, a menina mantinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior. O velho, todo extasiado e encorajado pela cena, começou a invadir o pescoço fino, começando pela parte de baixo da orelha e beijando aos poucos aquela pele lisinha. A garota mexia a cabeça se coordenando pra ele ter uma boa chance, se arrepiando e delimitando a área, mas voltava a se entregar e de novo sentia aquelas chupadas, enquanto a respiração já tava forte e acelerada, o rubor aceso nas bochechas finas. Ela sentia o dedo do velho já percorrendo a buceta dela sem nenhuma resistência da parte dela, começando a entrar nos lábios internos, ainda sem chegar a distâncias alarmantes. A lubrificação que a buceta dela tinha soltado permitia qualquer penetração fácil, e ainda tava escorrendo, pela buceta corria uma fonte de líquidos que anunciavam a disposição natural do corpo dela pra receber qualquer carnuda, de igual natureza, dentro dela. Rapidamente ele começou com movimentos de masturbação por toda aquela rachinha da garota, fazia bem devagar, tentando gerar mais líquido. Voltava a beijar o pescoço dela, torcendo ela mais uma vez, fazendo ela girar pra ficar de novo de frente, praticamente encostando a boca fedorenta dele na boquinha fresca da linda Colegial, que recebeu só um pouquinho, ao sentir talvez um cheiro insuportável de cerveja, ela voltou a expor o pescoço todo. O velho mal pôde aproveitar aquela frescura, mas sabia que era questão de tempo pra ele conseguir. toda aquela cavidade bucal. Enquanto perdia seus beijos e lambidas por todo o rosto e pescoço da garota, envernizando-a com sua saliva grossa que parecia nunca acabar. Ela ajustava o corpo, colando-se no dele, mas agora com iniciativa e desejo, comprimindo aquelas massas numa só, apesar das deformidades que o velho tinha. Ela o envolvia pelo pescoço, praticamente o puxando para perto. O verdureiro, tão satisfeito com isso, começou a apalpar as pernas da garota, de um jeito violento e quase rasgante, como se o momento estivesse prestes a gozar. De repente, habilmente, ele arrastou um dos braços e pegou a mãozinha da garota para guiá-la até sua ereção, sem que ela oferecesse resistência. MÔNICA estava surpresa e tão excitada que qualquer ato parecia normal, seus olhos continuavam perdidos, assim como sua mente, mas ela conseguiu notar as dimensões daquele pacote que tinha se esfregado na frente e atrás dela. CONTINUAR AAAAAAAA….. SEGUNDA PARTE Espero que gostem desse relato, abraços
— Marce, vamos pra casa — falou Mônica.
— Nãão, irmãzinha, acho que não vou ainda, porque tenho que fazer um trabalho em grupo com os caras pra adiantar a tarefa. Diz pros nossos pais que vou chegar um pouquinho mais tarde — respondeu Marcela pra irmã mais nova.
— Tá bom — disse Mônica — mas não chega tarde, porque mamãe e papai ficam bravos se a gente não chegar junto.
Mônica seguiu pra saída do colégio pra ir pra casa, caminhando bem sensual com a saia bem levantada, mais do que o normal. Colocou a mochila nas costas, saiu do colégio e foi embora pra casa...
Mônica tinha que passar por um parque de namorados, onde muitos casais iam se divertir e se agarrar gostoso. A jovem estava passando pelo parque, mas, distraída olhando o caminho, não percebeu que tinha uns caras mais velhos, não mais de 45 anos, alguns com 35 e por aí... Eles estavam bebendo cerveja e fumando, quando viram a novinha passar com a mochila nas costas, caminhando bem sensual, rebolando aquela bunda empinada e bem desenhada, que, por ser magrinha, ficava perfeitamente em pé. Um dos caras falou:
— Mas olha que bucetuda gostosa que vai passando aí, rapaziada... Mmmmm, que delícia pra comer e engravidar — disse um deles também.
Um dos caras, o mais ousado do grupo, começou a assobiar pra ela e falar umas vulgaridades, já que... viu que não tinha muita gente no parque… mamitaaaaaaa gostosaaaaa mas que delícia você tá, pra te arrebentar na minha cama, meu amor, simmmmm pra você, mamita, a da saia azul, mamitaaaaaa tava indo em direção à Mônica… A jovem meio que ouviu o que ele tava dizendo, virou o rostinho lindo dela pra ver quem tava falando tão vulgar com ela, quando viu aquele grupinho de uns 6 senhores falando putaria pra ela… o senhor que tava assobiando e falando viu a jovem virar pra olhar pra eles e disse… olhaaa, mamita, o que eu tenho aqui dentro das minhas pernas, aqui tenho o que é teu, pegando com a mão no pau dele por cima da calça e mostrando pra jovem colegial… Mônica, quando viu que o senhor tava pegando na virilidade dele mostrando pra ela, ficou com a pele arrepiada ao ver o que o senhor tava mostrando quando ele pegou na mão. A jovem já tinha ouvido aquelas putarias que os homens falam pra ela, já que quando ela e a irmã andam de mãos dadas a caminho da escola com as saias provocantes, qualquer tipo de homem, velhos ou senhores, falam vulgarmente pra elas, mas Mônica, o que ela nunca tinha visto na vida era o que aquele homem tava mostrando. O senhor pegava no pau dele por cima da calça, mexendo pra jovem ver. Mônica saiu do meio transe ao ver aquele homem mostrando a virilidade dele e, como pôde, continuou andando apressada pra esquecer o que tinha visto e o que aqueles senhores que estavam bebendo no parque disseram, e a jovenzinha foi pra casa pensando no que aquele senhor tinha mostrado pra ela. Mal chegou em casa, Mônica foi ver o que tinha pra beber porque tava um calor do cão, enquanto bebia dava umas olhadas procurando a mãe ou o pai, mas eles não estavam na sala, mas não passou pela cabeça dela ir no quarto deles pra ver se estavam, a jovem pensou: talvez tenham saído. Mônica foi pro quarto dela, que fica do lado do da irmã, ligou a televisão e se sentou pra ver. Minutos depois, Mônica ouviu uns barulhos num dos quartos. A casa, já que a TV dela não tava com volume alto, ela resolveu ir ver que barulho era aquele. Passou pela porta do quarto da irmã, mas o barulho não vinha de lá, e lembrou que a irmã tinha ficado na escola. A jovem continuou andando até o outro quarto, viu que a porta tava entreaberta e pensou em entrar, mas quando chegou perto, viu o que tava rolando. Ficou paralisada, sem fala, meio em choque. A mãe dela tava de quatro na cama, completamente nua, com a bunda pro ar, enquanto o pai segurava ela firme pela cintura. Tavam transando, ele metia num ritmo constante, e quando a bunda da mãe batia na pussy dele, fazia um barulhão. Além disso, ele dava uns tapas na bunda que faziam a mãe tremer, parecia doer, mas a cara dela mostrava pura safadeza. Ela ouvia a mãe murmurar: "uhmmm, pussy, mais, por favor". Maiss... ahhhh, ahhhh, ahhhh, siiiim, siiiim... Mônica não se mexia, tava muito nervosa, não sabia o que fazer. O tempo parecia parado e eterno ao mesmo tempo. A jovem pensou em vazar e deixar os pais na deles, mas o corpo dela, ou algo mais, não queria. Ela tava com medo de que ouvissem os passos dela na hora de sair e descobrissem. Apesar de tudo que tava vendo dos pais, ela já sabia mais ou menos o que era sexo. Uma vez, uma amiga da mesma sala mostrou uns vídeos pornô pra ela, então, cê já sabe, Mônica não era tão santinha não, já era uma jovem perversa, esperando que um dia fizessem o mesmo com ela... "Vamooo, puta, requebra mais, vamooo, ahhh, ahhh, que gostoso..." Mônica ouviu a voz do pai, nunca tinha ouvido ele falar assim com a mãe. A mente dela trabalhava mil ideias por segundo, assim como o corpo. A pussy dela tava começando a ficar molhada, a respiração super acelerada, como se tivesse corrido uma maratona. Os peitos médios dela, nunca tinha sentido tão duros e inchados, parecia que iam explodir e causava muita dor nela. Por inércia, ela começou a mexer os quadris imitando o ritmo que a mãe fazia, era como se a jovem tivesse um demônio por dentro. Precisava se tocar, então levou uma mão por baixo do sutiã e começou a esfregar os peitos pequenos e inchados bem de leve, passando as duas mãos por toda a extensão. Fazia isso delicada e ternamente por causa da inflamação chata, que, com as carícias, foi sumindo aos poucos, dando lugar a sensações de alívio e prazer. Mas a jovem não estava satisfeita, tinha muita energia acumulada e pedia pra ser liberada aos berros. Começou a apertar os seios com mais força, imaginava as mãos daquele homem do parque quando ela passou e ele mostrou a virilidade dele por cima da calça. Mônica continuava apalpando os peitos e, ao mesmo tempo, começou a acariciar os biquinhos, brincava com a pressão dos dedos sentindo a sensibilidade. Quando apertava com força, era dolorosamente prazeroso, e inspirada pela onda de tesão, Mônica enfiou uma das mãos por baixo da saia escolar que ainda estava vestindo para acariciar pela primeira vez a buceta dela. Enquanto isso, no quarto dos pais da jovem Mônica, ela mesma viu como a mãe rebolava e olhava por cima do ombro pro pai com uma cara de tesão total. Mônica continuava observando os pais transando, mas estava hipnotizada demais pelo que via. A jovem estava com tesão, se tocava como se não fossem as mãos dela, sempre imaginando as mãos daquele homem do parque, vendo os pais foderem. Se sentia mal por um lado, mas as sensações e o tesão dominavam, se sentia no paraíso através do prazer, sentia uma eletricidade por cada parte do corpo. Apertava os peitos com força e tocava a buceta com dois dedinhos, até tentava enfiá-los pra dentro, mas ainda guardava um pouco de juízo e sabia que assim podia machucar a virgindade. Mônica queria gritar, queria se sentir como a mãe, ela precisava. também liberar o sangue quente dela. Ela tava sentindo coisas desconhecidas e muito prazerosas que faziam ela acreditar que algo dentro dela ia explodir, era o despertar sexual dela, ela pelo visto já queria macho. Os pais da garota continuavam na deles, nem sabiam que a filha tinha chegado do colégio e que agora observava eles transando e que a jovem tava se masturbando e apalpando os peitos por causa deles, por causa daquela sessão de sexo do caralho que os dois tavam dando… buceta, adoro que você me deixe assim, feito sua putinha de rabo pra fora, pelada, aaaai sim love, adoro, assim, me agarra a bunda e me come forte,…. aai papai assim, me faz tua, me faz uma puta qualquer, faço tudo que você quiser papai se continuar me comendo assim, que pau papai, é perfeito pra minha buceta dizia a mãe da Mónica toda excitada ao máximo. A Mónica só escutava o que a mãe dela falava, a jovem se imaginava na cama com alguém, e com todo o tesão sentia que podia estar do mesmo jeito que a mãe dela, eu também queria me mexer assim, ser acariciada, e que me tocassem pensava a Mónica na cabeça dela. Diante de toda essa situação, a Mónica tava com toda a roupa desfeita de tanto se apalpar, a blusa do colégio aberta o suficiente pra tirar os peitinhos pequenos mas bem formados do sutiã, os dois dedinhos brincando vigorosamente com a buceta virgem dela e sentia a necessidade de se sentir acariciada igual a mãe dela tava sendo, queria algo mais que as próprias mãozinhas. A jovem olhava pela porta entreaberta as mãos do pai dela amassando a bunda da mãe, apertando, segurando forte na cintura, enquanto continuava comendo sem pena nenhuma. A colegial imitava os avanços das mãos do pai, apertava a própria cintura e fazia movimentos como se já tivesse transando, hmm, o tesão da colegial crescia a cada instante, tanto que perdeu o controle e o instinto animal apareceu. Começou a apertar as nádegas com toda força, fechava os olhos e lembrava de todo o desejo. que inspirava a bunda dela, tantas situações, comentários tarados, e que até hoje não tinha sido aproveitada por homem nenhum, lamentou entre seus pensamentos lascivos e apertou mais forte suas nádegas gostosas. nisso, ela vê que o pai dela brinca com um dedo no cu da linda mãe dela e, sem perceber, por reflexo, ela fez o mesmo, só passava a ponta do dedinho bem suave, fazia cócegas, como uma menina curiosa, era uma sensação estranha mas gostosa, e de vez em quando tentava enfiar, mas era estreito demais, fechadíssimo, melhor dizendo, ela era virgem analmente. mas vendo como o pai dela enfiava quase metade do dedo na mãe dela, não ligou e empurrou o dedo dela também com determinação no cu inexplorado dela. instantaneamente, uma sensação explodiu dentro dela, milhares de ondas elétricas viajaram do cérebro dela pra todo o ser dela, as pernas dela bambearam e ela sentiu que ia desmaiar, via tudo borrado, e com a outra mão apertava com fúria e desejo as bundas dela, não entendia nada, só queria que um homem tocasse nela naquela hora igual o pai fazia com a mãe dela, que amassassem ela e surrassem ela, nunca tinha tocado no próprio cu, era muito sensível, tava perdendo a consciência com a chegada do primeiro orgasmo dela, era como se livrar de um peso enorme, era a sensação mais gostosa que a colegial já tinha sentido, tava doida acariciando a buceta e tentando enfiar mais o dedinho atrás. o pai da mônica começou a gemer chamando a mãe dela de puta enquanto batia sem parar na bunda dela, parecia que tava gozando dentro dela, a mãe dela só gritava sim, sou sua puta, sou sua puta, me dá leiteeee simmmm mais leiteeee papai, mais porra, até que o pai dela deixou cair todo o peso dele em cima dela e ficou imóvel, a mãe dela saiu rapidinho e se ajoelhou entre as pernas dele pra limpar o pau dele. a mônica finalmente conseguiu ver ele inteiro, depois de ter gozado os 22 cm de pau que o pai dela tinha. ela já tinha visto paus na internet Mas este era gordíssimo, com uma cabeça bem grande e veias bem marcadas. Era o primeiro pau ao vivo e a cores que eu via, e tinha certeza de que jamais esqueceria. Já mais calma, Mónica, como pôde, arrumou sua roupa e foi andando devagar enquanto ouvia as chupadas da mãe. A jovem, já em seu quarto e em sua cama macia, meditou sobre tudo o que aconteceu. Por um lado, entendia que seu corpo estava passando por um processo hormonal importante, somado às conversas das amigas sobre suas conquistas, aos comentários dos homens na rua sobre seu corpo — aquele corpo que pedia aos berros para ser mimado. O despertar da safadeza de Mônica finalmente tinha chegado.
Mas jamais pensou que seria vendo os próprios pais transando. Moralmente, era errado, mas tudo tinha acontecido. Certamente não havia culpados, e as sensações vividas se gravaram em cada célula do seu corpo — sensações inexploradas e desconhecidas que a fizeram voar em ares de êxtase, presenteando-a com aquele gozo delicioso. Pouco depois, a jovem caiu no sono completamente, só de calcinha e sutiã, coberta por um pequeno lençol cor-de-rosa.
Seu Apolinar, um velho tarado de 55 anos, com uma tremenda barriga de chope, olhos pretos e braços fortes, mas ao mesmo tempo desgastados de tanto trabalho. No rosto, tinha uma cicatriz na bochecha esquerda e pernas meio finas. Apolinar era viúvo, já que sua mulher morreu de diabetes. Nunca tiveram filhos — não porque o velho não quisesse, mas porque a falecida não podia ter. Então se conformaram em não ter filhos. Mas o tempo passou, a velha feia da esposa morreu, e agora o velho estava sozinho… O velho tarado do seu Apolinar tinha um negócio de venda de verduras naquele bairro onde moravam nossas duas apetitosas colegiais. Seu Apolinar quase sempre via as duas colegiais passarem todo dia bem na frente do seu negócio quando iam para a escola. O velho achava as duas lindas pra caralho, mas a que mais interessava ele era a mais nova, a linda. Mônica não tinha tudo bem desenvolvido, mas dava pra pegar e meter uma baita surra de buceta até fazer ela gozar igual uma puta profissional. Já era sábado de manhã e as colegiais amanheceram nos seus respectivos quartos. Mônica nem percebeu a que horas a irmã tinha chegado depois de uma baita siririca quase na frente dos queridos pais, e assim despertar seu instinto sexual. Mônica, já acordada no quarto com sua calcinha e sutiã sexy, a jovem se preparou pra levantar e sair do quarto coberta com uma toalha rumo ao chuveiro. A colegial, já no banheiro, tirou a toalha, arrancou o sutiã e se olhou no espelho. Tinha uns peitos não muito grandes, mas firmes, lindos, carnudos. A garota começou a posar na frente do espelho, mal coberta pela calcinha fio dental. Mônica começou a tirar a calcinha devagar até deixar no chão e ficar completamente nua. Se via tremendamente gostosa. Pouco depois, foi tomar banho. Minutos depois do banho, a colegial foi pro quarto. Depois de se secar, começou a se vestir: colocou uma calcinha fio dental marrom que destacava sua bunda ainda não tão desenvolvida, em seguida vestiu o sutiã sobre aqueles peitos médios que não sofriam com a gravidade apesar do tamanho. Depois, vestiu uma legging preta que marcava seus glúteos pequenos e durinhos, e pra finalizar, uma blusa cropped sem mangas e colada ao corpo, deixando a barriga lisa e sem um pingo de gordura de fora. A garota saiu do quarto pra tomar café. Lá pelo meio-dia, a mãe de Mônica mandou a filha comprar umas verduras no mercadinho do seu Apolinar. A colegial, meio de cara feia, disse pra mãe que tá bom, mas a menina não é que odiasse aquele velho, mas também não gostava dele. Ela não curtia como aquele velho ficava de olho na irmã dela e nela quando iam pra lá. colégio… mas fazer o quê, a mãe dela tava mandando e tinha que obedecer. A colegial, com o rostinho meio irritado, pegou o dinheiro e foi pro mercadinho do velho Apolinar. A novinha ia andando na direção do mercadinho do verdureiro velho, com aquele jeito sexual de andar, com aquela legging que se enfiava bem no meio das duas bundinhas bem empinadas. A guria chegou no mercadinho do velho. Seu Apolinar, ao ver a novinha chegando, lambeu os lábios ao ver como ela tava vestida, tão gostosa e provocante. Nos pensamentos dele, ele dizia (mas que mulherzinha mais deliciosa pra arrebentar essa buceta na porrada, uma tremenda puta… pensava o velho). O velho, tão imerso nos pensamentos tarados sobre a novinha, nem ouviu que ela tava falando com ele. Quando o velho se tocou, disse: “Pois não, minha filha, me desculpa por não prestar atenção, o que você deseja?”. Mônica só via como o velho tava secando ela, e com a voz bem sensual disse: “Seu Apolinar, quero dois quilos de tomate, um de batata e um brócolis, por favor.” “Claro que sim, minha rainha, o que a senhora pedir, já vou pegar seu pedido.” Mônica, apesar do velho sempre olhar ela com malícia, também gostava de como ele se dirigia a ela, como “minha rainha” ou “minha princesa”. Mônica, por não ter namorado e nunca ter ouvido palavras tão bonitas, ficava corada e dava um meio sorriso pro velho. “Aqui está seu pedido, minha rainha, são 1000”, disse o velho, e sorria com a boca quase sem dentes, tentando que a guria devolvesse o sorriso. “Obrigada, seu Apolinar, muito obrigada.” E a guria tava quase indo embora quando o velho falou: “Menina linda, queria te dizer uma coisa, me desculpa”, ele dizia pra novinha. “Siim, fala, seu Apolinar”, com a voz doce a guria respondeu. “Desculpa a ousadia, mas é que queria te falar que essa sexta que vem é meu aniversário, e como sou viúvo e sozinho, não tenho nem amigos nem nada. Queria saber se você, minha rainha, queria vir aqui no mercadinho. Vamos comer bolo, refrigerante e ver televisão, já que…” Tô sozinho, não tenho ninguém pra compartilhar", disse o velho com a cara triste. Dom Apolinário, todo solto, pedindo um puta favor pra essa gostosa, achando que ela ia dar bola pra ele, mas ele queria ver se a mina topava e quem sabe ter uma chance com ela... A jovem, ao ouvir a proposta, ficou de boca aberta e pensou: "Como é que esse senhor tem coragem de me chamar pra casa dele pra comemorar o aniversário? Hummm", pensou a garota, mas ao mesmo tempo ficou com pena de pensar que ele não tinha ninguém pra passar o dia do aniversário, sem amigos e sem esposa, pensou a jovem, imaginando a tristeza que ele ia passar naquele dia... A jovem, agora com uma voz doce, respondeu: "Aiiii, Dom Apolinário, a verdade é que não posso. Meus pais não me deixam sair tão tarde nem nada. Sinto muito, espero que você se divirta no seu dia e desculpa eu não poder ir. Obrigada pelo convite e sinto muito por você não ter ninguém pra te acompanhar", disse isso por último a bela jovem... "Tudo bem, bonequinha, entendo. Pelo menos queria te falar, nada mais, e desculpa a ousadia de te pedir um favor tão grande." O velho, ao ver que a garota virou as costas e foi pra casa, só pensou: "Hummm, achei que essa novinha ia dizer que sim, que queria me dar um puta festão no meu dia, mas fazer o que, outra hora aparece uma chance." O velho via ela se afastando cada vez mais do negócio dele. Depois, os dias passaram para as duas colegiais, fazendo suas tarefas, indo pra escola, fazendo lição, etc... Quinta-feira à noite, o pai das colegiais chegou da rotina de trabalho. Como já falamos, ele trabalhava como caminhoneiro, às vezes ficava vários dias fora, deixando a família em casa e as filhas estudando. Já na sexta-feira, pra fechar a semana, Marcela, chegando do estudo, disse pra mãe que queria permissão pra sair com umas amigas pra uma festa que ia rolar no centro da cidade. A mãe, meio pensativa, disse que sim, mas que por favor não chegasse tarde. Tão tarde, Marcela foi direto pro quarto dela tomar banho e se arrumar pra sair pra festar com as amigas... A Mônica tava no quarto dela, feito uma menina boazinha, fazendo a lição de casa pra poder descansar o fim de semana inteiro, quando foi interrompida pela mãe dela, que disse: "Oi, filha, olha, sua irmã vai sair com as amigas, e eu e seu pai vamos dar uma saída pra resolver uns corres, porque seu pai quer comprar umas coisas pro trabalho dele. A gente chega um pouco tarde. Deixei comida pronta ou umas frutas, se quiser comer alguma coisa, tá de boa", falou a mãe. A jovem estudante respondeu pra mãe: "Por que vocês vão me deixar sozinha? Sabe que eu não gosto de ficar sozinha, mãe. Me leva com vocês, por favor..." "Não, Mônica, já te falei que não dá. Tá bom, entende? Outro dia eu te levo pra passear ou alguma coisa, tá bom? Vai dormir cedo, entendido?" Com isso, a mãe saiu do quarto da filha e foi embora. Mônica, meio frustrada e triste ao mesmo tempo, não disse mais nada e continuou fazendo a lição da escola.
Uma hora depois, todo mundo já tinha saído de casa, tanto os pais quanto a irmã. A Mônica já tinha adiantado bastante a lição escolar, então decidiu descansar e ficou vendo TV no quarto dela, mas não achava nada de bom pra ver e se distrair. A jovem tava super entediada e não sabia o que fazer. Bom, talvez até soubesse o que fazer naquela noite, quando veio a lembrança de que o seu Apolinar tava fazendo aniversário hoje e tinha convidado ela pra ir na casa dele comer e ver TV. Mas a Mônica não queria desobedecer os pais saindo de casa. Só que, como tava super entediada, não sabia o que decidir: ir na casa do velho Apolinar e desobedecer os pais, ou ficar sozinha e entediada em casa...
Duas horas antes, na casa do velho Apolinar, o velho decidiu fechar o negócio dele mais cedo, porque, como a gente disse, era o aniversário dele e ele queria descansar um pouco mais. Então fechou o barraco dele. O velho já na sala de casa, meio suado, com a camisa não tão limpa, mas como o velho não tinha ninguém pra se exibir, tanto fazia. Nem se lavava, então decidiu só tirar a roupa que tava usando pra vestir algo mais confortável pra ficar dentro de casa. Vestiu uma calça de moletom cinza meio largada e confortável, que também não tava lá muito limpa, e uma camiseta que antes era branca, mas de tanto usar, suar e tal... agora tava amarela. O velho, já confortável em casa, resolveu pegar um bolinho pequeno, tipo umas 5 fatias, e colocou na mesa. Ele ia comemorar o aniversário sozinho, sem companhia nenhuma — foi o que ele pensou —, mas não imaginava a surpresa que o destino tinha preparado pro Velho Apolinar.
Enquanto isso, na casa da linda colegial, ela ainda tava indecisa, sem saber o que fazer. Pensando e pensando, a jovem se decidiu: iria até a casa do velho verdureiro, desobedecendo os pais e saindo sem autorização. Então resolveu tomar um banho e se arrumar pra ir ao aniversário do Velho Apolinar. Ela achava que ia só comer alguma coisa e ver TV, mas não sabia que ela mesma ia ser a comida do velho — essas eram as intenções do Velho Apolinar...
Minutos depois, a gostosa colegial já no quarto dela, pelada, começou a se vestir. Pra começar, colocou uma calcinha fio dental rosa que levantava as bundinhas dela, ainda não totalmente desenvolvidas, mas durinhas e firmes, nunca apalpadas por homem nenhum, só por ela mesma. Depois, a garota vestiu um sutiã quase da mesma cor pra deixar o conjunto mais sexy, ajeitando os peitinhos dela, tipo laranjinhas, mas durinhos, pedindo pra serem chupados e espremidos até o fim. Aí vestiu uma minissaia azul, tipo lycra, que chegava bem acima das coxas, mostrando quase toda a bundinha gostosa e recém-desenvolvida dela. Depois calçou umas sapatilhas de salto baixo, brancas, mostrando as pernas de menina quase mulher. Aos poucos, a garota foi se vestindo pra ficar toda uma diva. Aí vestiu uma blusinha curta, bem justinha no corpo, que destacava os peitos perfeitamente, mostrando uma cintura sem nada de gordura, macia e lisinha. Nenhuma estrela. Já quase pronta, a jovem começou a se pentear e tudo mais pra ficar uma gostosa… Então, já pronta, a menina se preparou pra sair de casa rumo à casa do velho verdureiro. Já eram umas 8 da noite, quase não tinha gente na rua, e ela continuou andando até o destino. Bem na hora de chegar, a jovem esperou que realmente não tivesse ninguém na rua pra poder espiar a casa do velhote e ninguém ver ela entrando naquela casa, porque o bairro é cheio de fofoqueiros e, se descobrissem que ela entrou na casa de um velho naquela hora, podiam contar pros pais dela, e aí sim ela se meteria em encrenca com os queridos pais dela… Enquanto isso, o velho Apolinar, dentro de casa, sentou na mesa, já tinha acendido uma velinha no bolo pra poder curtir e cantar parabéns pra ele mesmo. Mônica esperou uns 5 minutos, vendo que não passava mais ninguém, pra depois se aproximar da casa do velho e tocar a campainha… O velho já tava pronto pra cantar parabéns pra ele quando foi interrompido pela campainha da casa: ringgg ringgg ringgg……… Mas quem diabos será? Não pode ser — começou a gritar o velho, e disse em voz alta: “Não tô atendendo, o negócio já fechou, vocês não tão vendo não?” E, frustrado porque ninguém respondia do outro lado, decidiu se aproximar da porta e abrir a janelinha. Quando abriu um pouco a janela, percebeu e quase babou de surpresa ao ver a jovem toda transformada e muito linda na frente da porta dele. O velho, de susto, fechou a janela de novo e pensou: “Mmmmm, mas não pensei que ela ia vir. Que tremendo boquete vou comer hoje no meu aniversário, sim, sim!” — dizia o velho nos pensamentos dele, pra depois, sem pensar duas vezes, abrir a porta e falar: “Mas o que você faz aqui, minha rainha? O que você deseja, bonequinha?” Mônica, meio corada ao ouvir o velho elogiando a beleza dela com essas palavras, respondeu: “Aiii, seu Apolinar, não lembra que me convidou pro seu aniversário?” que hoje é o aniversário dela, né? o velho nem sabia o que responder ao ver os lábios sexys da novinha se mexendo enquanto ela falava... ah, claro que lembro, mas por que não me falou nada, minha filha? não sabia se você vinha, mas passa, entra, vai pra mesa que ali tem o bolo, passa, passa, minha princesa. o velho deixou ela passar, saiu pra ver se não tinha ninguém na rua, também pra ver se viram aquela mulherão entrando, e como ela é menor de idade, ele ia levar todo o peso da lei... vendo que não tinha ninguém, o velho fechou a porta e alcançou a novinha. a menina sabia que o velho vinha atrás dela e imaginava que ele tava secando ela como sempre, mas ela ignorou e continuou andando com movimentos sexys até onde ficava a sala de jantar. o velho tava besta vendo aquele espetáculo tão perto dele. meia hora depois de conversar e comer bolo, os amigos, porque até agora eram só amigos e nada mais. — Sua companhia é muito boa — dizia o velhote. — Mas tem uma coisa que eu queria fazer há um tempão. — O quê? — Umas dança. É que passo o dia todo trabalhando, a semana inteira, nem tenho tempo. — Entendo. É difícil pra você. — Pois é. Mas agora que você tá aqui, a gente podia dar uma dançada. O que acha, vamos dançar? — Mas o senhor sabe dançar, seu Apolinar? — Não sei muito, mas se você me ensinar, o que acha? — Bom, tá bem, seu Apolinar. Assim, os dois se levantaram da mesa e seu Apolinar ligou o som e colocou uma música romântica pra ocasião. O velho tava tão empolgado de poder pegar o corpinho maravilhoso da menina e ficar tão perto dela. O velho verdureiro pegou ela pelas costas com o braço mais habilidoso, o direito, e o outro enganchou por trás, já que o calor tava abafado na sala. O velho tinha quase a mesma altura da novinha, embora ela tivesse dificuldade pra abraçar ele com os bracinhos, já que ele O velho era um baita pedaço de carne. Ela sugeriu que ele a segurasse pelos ombros, o que o homem atendeu no começo, mas em questão de segundos os braços do coroa já deslizavam pela parte baixa das costas da novinha. Os dois conversavam como se fossem namorados e, aos poucos, a menina foi se sentindo relativamente à vontade. Enquanto dançavam a segunda música, bem coladinhos um no outro, mais pela insistente decisão do velho tarado que a segurava com uma paixão minuciosa, suas mãos suadas já estavam posicionadas bem no limite onde começam as nádegas. Ele ardia de vontade de descer por ali e examinar aquelas bundinhas redondas e recém-desenvolvidas. O velho se aproximou dela, encostando seu rosto seboso e pálido na maciez das bochechas dela, onde encontrava aquele conforto do qual foi tão privado em sua vida miserável. Ela, com as mãos trêmulas, se apoiava agora nos ombros do parceiro de dança.
Enquanto isso, o velho verdureiro, percebendo que a garota estava completamente distraída (provavelmente pensando no que diria aos pais quando chegasse em casa e não o encontrasse lá), já começava, de forma disfarçada e quase imperceptível, a apalpar aquelas carnes firmes. O que suas mãos sentiam não tinha comparação com o que se falava da beleza da jovem; era ainda melhor. Ele subia e descia, sentindo cada centímetro possível, dos quadris até a cintura da menina, ficando ainda mais excitado por saber que estava diante de uma mulher doce, jovial e virgem.
— Como você dança bem, minha rainha... — falou o velho, aproximando-se da orelha direita da garota, sentindo também aquele cheiro indescritível, mas tão calmante, de caramelo que emanava do doce perfume da linda jovenzinha, sentindo seu pau ficar ainda mais duro. — Mas com certeza já te disseram isso antes, né?
MÔNICA sentiu um leve, delicioso e inesperado arrepio que começou em suas orelhas finas e fez um percurso notável por toda a sua extensão. partes do corpo mais hipersensíveis, embora praticamente todo o corpo dela fosse assim, essa era basicamente a mente promíscua dela, e ultimamente, as ações. Ela não respondeu à pergunta que o parceiro de dança fazia; sua consciência estava mais focada em aproveitar as delícias daquele enigmático percurso elétrico que a levava aos confins do prazer, sentindo vergonha assim que o efeito passava, relaxando com um suspiro que escapava dos seus lábios encantadores. O velho interpretou essa última reação como sinal de que a gata estava se divertindo pra caralho, então apertou ela mais contra si, agora, com a ousadia de colocar o pau na altura certa pra que a menina sentisse o quanto aquilo estava duro e ereto. Obviamente, a inocente garota sentiu a dureza daquele membro, desrespeitando aquela saia curta, e até atravessando, levantando-se levemente, com ameaça real de chegar até a calcinha da novinha. Aquilo se encaixava de um jeito tão coordenado que, se não fosse pelas roupas, tudo já estaria pronto pra tão desejada penetração por parte do velho. Isso obviamente a alarmou, embora de certa forma achasse engraçado ver o nível de excitação daquele sujeito, colado nela e com aquela ereção… ela se sentia admirada, desejada, gostosa… Além disso, entendendo o perigo daquilo, sabia que precisava dar um basta em tudo aquilo, naqueles níveis de ousadia de ataques corporais, mais que qualquer coisa. — Seu… — disse a garota com sua voz sensual. — Me chama de Apolinar, minha vida, minha princesa. — Ok, seu Apolinar… tô te falando que a música já acabou… e a gente combinou que só dançaria um pouco… — Vamo mais um par. Você dança uma delícia — tamo se divertindo, né? Em seguida, o verdureiro esfregava de forma discreta e poderosa contra a menina pra que ela sentisse de novo aquele mastro inquieto. Mônica entendia muito bem a ação do velho que a mantinha presa ao seu corpo flácido. -Esta última e já, tá bom? É que sério, já é tarde e eu tenho que ir pra casa, senão meus pais vão me encher o saco. -Hmmm…? –resmungou o velho tarado, completamente vidrado naquelas esfregadas. -Que a gente dança essa e acabou –respondeu a garota com certa impaciência, sentindo cada esfregada sem-vergonha perto da buceta dela. -Sim, sim. O que você disser, mocinha. Embora a gente não tenha dançado muito, é bem pouco. A menina, apesar de sentir aquelas esfregadas que não paravam e pareciam querer abrir a minissaia dela com aquilo, tentou olhar pra trás, mas foi inútil porque a barriga protuberante do velho bloqueava a visão. Ela vagava naquela cena, tentando entender o ridículo que era o velho ficar esfregando nela, mesmo sendo uma simples dança, embora a mente dela já imaginasse como seria aquele velho mostrando aquele pau bem duro e brilhante. Vou te dizer uma coisa, menina: você é uma garota muito… gentil, muito gostosa. Você me atrai pra caralho… jejeje… é a verdade –disse o velho –Pra mim, você estar aqui comigo, dançando com um velhinho como eu, porque esperança que uma menina tão doce e gata como você ia reparar em mim, impossível. Mônica realmente não sabia o que dizer diante das declarações da boca babona do velho, que dava até pena. A colegial baixou a cabeça, se sentindo envergonhada. Já tinham dançado várias músicas e ela nem percebia. Obrigada, seu Apolinar, por se declarar pra mim e falar essas coisas tão lindas. -De nada, mocinha. Eu tô feliz de você estar aqui comigo, dançando com esse pobre velho, porque sendo sincero, né?, a gente nunca teria a chance de estar com uma doçura tão delicada e linda como você. -Que isso, seu Apolinar… –disse a garota com uma voz doce e inquieta por causa daquela espécie de declaração que o velho tarado estava fazendo, além disso a respiração dela acelerava, mais do que qualquer outra coisa, pelo fato de o velho apertar ela cada vez mais contra ele. O pervertido. expressava esses sentimentos por ela, dificultando inspirar e expirar, praticamente enfiavam a pica na buceta dela. — Só tô falando a verdade, gata. — É, bom, é que, tipo, me dá uma vergonhinha você falar tanta coisa bonita assim, hehehe. — Não precisa ter vergonha, princesa, como já te falei, é a pura verdade. Seus pais te fizeram com muito amor, por isso você saiu tão gostosa, hehehe. — Seu Apolinar, por favor, não continua, que eu fico muito nervosa. — A gata, que respirava pesado e, apesar de sentir o que ele falava, tava adorando e esperava que o velho continuasse na mesma. Faz tempo que você me atrai. E tô apaixonado por você. Princesa… tô morrendo de vontade de te falar um monte de coisa que você nem imagina… dizia o velho, continuando a enfeitiçar a gata com as palavras. — E… que coisas o senhor teria pra me dizer? — perguntava com um ar desconfiado, mas claramente nervosa, sorrindo e engolindo um pouco de saliva depois de falar, sabendo o que ia provocar com uma pergunta dessas. — Ai, meu amorzinho… MÔNICA foi surpreendida por um apertão do gordo, que a apertava contra a barriga enorme e aquele peito suado, apoiando as mãos largas e firmes nas partes onde começavam as bundinhas gostosas dela. O velho safado começava a enfiar as mãos por baixo da MINISSAIA leve, praticamente sentindo a calcinha delicada da garota. — Desde que te vejo passar todo dia pro colégio com sua irmã, você me pegou fundo — dizia o homem, olhando pros lábios brilhantes dela, com uma cara de tarado. — Não! Não, não, não — gritava a garota, assustada, ao ver o homem começar a remexer a parte de baixo da saia dela, começando a vasculhar por baixo dela. — Seu Apolinar… o que o senhor tá fazendo!? — Ai, princesa. Você é uma delícia. A gata entendia que o clima tava esquentando muito mais, principalmente pelo jeito tão vulgar e insolente que o verdureiro tava falando com ela. — Não. Não, seu Apolinar, pelo amor de Deus —Me solta, por favor! Não, não! —gritava a jovem.
—Sabe de uma? Só quero passar um tempo gostoso com você, jejeje.
—Não, seu Apolinar… me solta, não, pelo amor de Deus!
A menina já não via tanta inocência naquele jogo de perguntas que os dois faziam, embora tivesse que admitir que aquela brincadeira de resistência (da qual ela não participava muito, se achando mais fraca que o homem) começava a ser, senão divertida, pelo menos curiosa, porque involuntariamente ela gostava daquele tipo de submissão.
—É, gostosa, você é muito boa. Me diz uma coisa… e se me der um beijinho? O que acha, mocinha? —dizia o homem, praticamente encostando os lábios calejados nos lábios brilhantes da garota. Ela tentava desviar e se esquivar daquela boca desalinhada que roçava seu rosto, sentindo ainda o velho cutucando ela com a dureza da ereção dele.
—Seu Apolinar, escuta, não… Para, eu tenho que ir, me solta, aaaah, meus pais vão me xingar.
—Ah, minha filha. Anda, não seja má. O que custa? Só um.
—Não, seu… é que não posso.
—Pois é, menina —disse o velho. —Então deixa eu dançar mais um pouco com você. Você não sabe como eu gosto de te ter assim comigo… Acho que não vou ter outra chance de te ter assim do meu lado. Daqui até você voltar… Melhor me deixar um tempinho assim com você. Nunca estive com uma princesinha tão bonita quanto você. —Ele voltava a adoçar a menina com as palavras, já feita mulher.
—Seu Apolinar… —dizia a bonita com um ar resignado e uma comoção que a vencia de novo. —Tá bom, mas só mais um pouquinho, sim.
—Você tem um corpo tão gostoso, mamãe. Anda. Dá esse gosto pra esse pobre velhinho que se contenta em ficar com você, aqui, sozinho, no aniversário dele.
—Ok. Mas só mais um pouco, porque de verdade, eu tenho que ir, senão meus pais vão me bronquear… E olha que eu tô fazendo isso só pelo seu aniversário, tá?
A garota colocou as mãos no peito do assediador, e elas viajaram até os ombros.
—Obrigado, minha vida. Você me faz tão feliz. Você não sabe como você é gostosa.
A esplendorosa. colegiala, com um pouco mais de calma, conseguia prestar atenção em certos detalhes, como o suor incansável do velho, o cheiro do suor e, de forma bem precisa pra ela, aquela dureza que ficava balançando contra a barriga dela, que se mexia, exatamente, a cada passo, cada movimento da dança, se posicionando bem na altura da parte mais que sensível dela. Um formigamento curioso e impertinente atacava ela sem querer. Então, ela continuava sendo vítima dos próprios e baixos formigamentos, mordendo os lábios finos, como se com isso tentasse segurar o quanto tava se divertindo. Olhava pra outro lado, mas sempre caía na cara grotesca do degenerado, que de repente deixou as mãos descerem de novo da cintura da garota e, já sem disfarçar tanto, agarrou uma das bundas da menina. A menina esperou, querer continuar resistindo era uma batalha perdida, ou era o que ela queria pensar, porque, segundo ela, assim que terminasse a 'dança', pararia de ser 'assediada' daquele jeito.. Só que isso só servia pra encorajar o homem, era muito óbvio, porque os avanços dele ficaram mais ousados e já eram uma espécie de apalpação em todo aquele par de bundas durinhas meio desenvolvidas, amassando sem parar do jeito que ele queria. Assim, a pobre jovenzinha só conseguia se segurar ficando abraçada no corpo inconsistente do velhote, permitindo as apalpações, cada vez mais propensas a uma consequência que qualquer homem teria ao ter uma garota tão jovem. Ela justificava tudo, que um pobre velhinho pedia com pena e ela, não sendo uma garota má, não devia negar. Mas também é que, com tanta mão na cintura dela e, principalmente, na bunda e aquela pontada grossa de pau que a barriga dela recebia, aos poucos, ela foi virando vítima de êxtases gostosos na buceta, que ia produzindo aquela umidade lubrificante, que aumentou ainda mais quando o velho, com mais intrepidez do que jeito, começou a dedar o buraco traseiro dela por baixo da bunda. Foi um tesão tremendo pra Gostosa, ela sentia até como se sua buceta escorresse, uma sensação tão indescritível e digna só do próprio corpo dela. O velho não ousava acariciar aquele lugar magnífico de jeito nenhum, pois ainda acreditava numa possível resistência da jovem. O que o encorajou foi aquela respiração pesada que a colegial soltava, sinal inequívoco da fraqueza exata que aquela mão causava nela, e prova disso foi que ela mesma, com arte erótica, parou sua bunda bem proporcionada para que o homem tivesse melhor acesso e ele começasse a explorar por cima da roupa. O velho verdureiro estava que não acreditava. A realidade incrível estava lhe permitindo direitos sobre uma gostosa muito, muito distante das suas condições e toda disposta para ele. Ele levou as mãos até o quadril da garota e, com passo intrépido, a rodeou para poder girá-la e ficar colado por trás dela. A colegial, que tinha agido como se não ligasse para esses movimentos, podia sentir a dureza daquele pau que batia com firmeza bem no meio das suas nalgas, sentindo-se altamente nervosa, levando-a a um êxtase indescritível por toda a sua anatomia. Aquela ereção começou a esfregar com mais vontade, como se o velho realmente estivesse penetrando ela à vontade, manobrando ao mesmo tempo uns apalpamentos grosseiros na zona vaginal. A gostosa realmente começava a curtir, tentava evitar com suas respirações cansadas, seus gemidos abafados, aquele apertar de lábios e seus olhos fechados eram tentativa disso. O homem praticamente a estava masturbando, mesmo quando só estava tocando por cima da sua saia leve, e mesmo assim ela não conseguia resistir, sentia tudo tão gostoso que permitiu que ele abaixasse as mãos pelas suas coxas e de novo subisse, mas agora por baixo da saia, percorrendo sua calcinha fio-dental e apalpando sua barriga lisa, sem nenhum modo, nem mesmo um gesto involuntário, toda ela cedia ao prazer alheio do verdureiro. O velho apalpava toda aquela barriga, remexeu. pelo umbigo dela e, sem mais delongas, desceu direto pra calcinha fio dental da menina, enfiando as mãos e descobrindo uns pelinhos vaginais fininhos, recém-depilados. MÔNICA se enchia de arrepios gostosos, o velho respirava no pescoço dela e isso era um estímulo perfeito pra deixá-la mole. Aí o homem começava a dedilhar ela de novo, e ela era sacudida com força, parecia uma boneca DE PANO que se deixava levar. Apolinar, ao mesmo tempo, começou a enfiar os dedos bem mais pra baixo, encontrando a área prometida da colegial. — Hmmmm… Mas tu é uma delícia, meu amorrrr. Que gostoso, que gostoso o teu corpo — o velho sussurrava nos ouvidos sensíveis da menina, que sentia os arrepios e ficava bamba só de ouvir aquela voz grave e um bafo de cerveja. — Mas que bucetinha gostosa. Por que não me empresta ela um pouquinho, hein! Tu não sabe a vontade que eu tenho de ti. Tu é uma gostosa, meu amorrrrr… — Não, seu Apolinar… Não… me toca… — a menina murmurou, arrastando as palavras, fechando os olhos, colocando as mãos por cima das mãos enrugadas do velho, como se estivesse acompanhando, mais do que impedindo, e ao mesmo tempo sugerindo onde ele deveria avançar, enquanto mexia os quadris como um ato de resistência que na verdade seguia o ritmo da dedilhada que o velho tava dando. O velho começou a lamber uma das orelhas brancas dela, encharcando de saliva, sentindo aquele gostinho de menina limpa e perfumada. Ela fez o mesmo, sentindo a pele arrepiada, virando a cabeça pra dar ao velho o acesso certo e deixar ele continuar com aquela lambida circular que ele dava com a língua pontuda e molhada. O pobre homem tava aguentando, o pau dele soltava um monte de líquido pré-seminal que acabou formando, na calça cinza dele, uma mancha escura e úmida que a menina sentiu quando ele roçou uma das bundas dela, pensando que ele tava se mijando. O velho sabia aguentar, e continuava devorando com muito tesão aquela linda Orelhinha esquerda que a menina expunha, já que ela bem percebeu o quanto era gostoso pra ela essas chupadas, e bastava só ver aqueles olhos lindos fechados com aqueles cílios bonitos. Pra confirmar, o velho levantou a saia da menina até acima da cintura, deixando à vista só uma calcinha rosa. O velho achou que ela ia parar ele ou pelo menos reprovar o ato, mas longe disso, a menina mantinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior. O velho, todo extasiado e encorajado pela cena, começou a invadir o pescoço fino, começando pela parte de baixo da orelha e beijando aos poucos aquela pele lisinha. A garota mexia a cabeça se coordenando pra ele ter uma boa chance, se arrepiando e delimitando a área, mas voltava a se entregar e de novo sentia aquelas chupadas, enquanto a respiração já tava forte e acelerada, o rubor aceso nas bochechas finas. Ela sentia o dedo do velho já percorrendo a buceta dela sem nenhuma resistência da parte dela, começando a entrar nos lábios internos, ainda sem chegar a distâncias alarmantes. A lubrificação que a buceta dela tinha soltado permitia qualquer penetração fácil, e ainda tava escorrendo, pela buceta corria uma fonte de líquidos que anunciavam a disposição natural do corpo dela pra receber qualquer carnuda, de igual natureza, dentro dela. Rapidamente ele começou com movimentos de masturbação por toda aquela rachinha da garota, fazia bem devagar, tentando gerar mais líquido. Voltava a beijar o pescoço dela, torcendo ela mais uma vez, fazendo ela girar pra ficar de novo de frente, praticamente encostando a boca fedorenta dele na boquinha fresca da linda Colegial, que recebeu só um pouquinho, ao sentir talvez um cheiro insuportável de cerveja, ela voltou a expor o pescoço todo. O velho mal pôde aproveitar aquela frescura, mas sabia que era questão de tempo pra ele conseguir. toda aquela cavidade bucal. Enquanto perdia seus beijos e lambidas por todo o rosto e pescoço da garota, envernizando-a com sua saliva grossa que parecia nunca acabar. Ela ajustava o corpo, colando-se no dele, mas agora com iniciativa e desejo, comprimindo aquelas massas numa só, apesar das deformidades que o velho tinha. Ela o envolvia pelo pescoço, praticamente o puxando para perto. O verdureiro, tão satisfeito com isso, começou a apalpar as pernas da garota, de um jeito violento e quase rasgante, como se o momento estivesse prestes a gozar. De repente, habilmente, ele arrastou um dos braços e pegou a mãozinha da garota para guiá-la até sua ereção, sem que ela oferecesse resistência. MÔNICA estava surpresa e tão excitada que qualquer ato parecia normal, seus olhos continuavam perdidos, assim como sua mente, mas ela conseguiu notar as dimensões daquele pacote que tinha se esfregado na frente e atrás dela. CONTINUAR AAAAAAAA….. SEGUNDA PARTE Espero que gostem desse relato, abraços
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