DUAS IRMÃS PERVERTIDAS PRIMEIRA PARTE O despertar sexual da irmã mais nova. Mônica e Marcela são duas jovens nascidas numa cidade da América Central onde a criminalidade é farta, seus pais viviam trabalhando pra sustentá-las e dar tudo que estava ao alcance deles. O pai trabalhava como caminhoneiro, era um homem obeso, uns 45 anos, pele morena clara. A mãe das duas jovens era uma senhora muito simpática e querida no bairro onde morava, não era muito alta, media uns 1,50 de altura, tinha um corpo bem torneado, tinha 32 anos. Ela vendia sucos naturais num ponto de ônibus perto de casa, vendia pra quem pegava o busão cedo e pros motoristas que estacionavam por lá. Assim era a vida dos pais das meninas. Mônica já tinha um corpo bem avantajado que levantava paixão por onde passava, não era muito alta, media 1,60, pele morena clara, cabelo preto e olhos castanhos. É uma jovem muito linda, magra, não se vê nenhuma gordurinha por causa da cintura fina. Tem uma carinha de santinha, mas uma mente de diaba. Tinha umas pernas meio finas, mas firmes, e a bunda não era muito grande, mas era firme e dura, também empinada, meio arrebitada. Os peitinhos pequenos, mas um pouco crescidos, que qualquer homem ia querer pegar e apertar até espremer gozo. Mônica é a irmã mais nova de Marcela. Marcela é uma jovem que fez 18 anos agora, já era maior de idade. Era uma mulher muito gostosa, tinha quase a mesma cor de pele da irmã mais nova, só que ela tinha o cabelo pintado com mechas loiras, olhos castanhos e uma cara igualmente de diabinha. Quando andava na rua, sorria pra qualquer homem, fosse velho ou novo, ou fazia por educação ou porque gostava que olhassem pra ela com malícia. A jovem tinha um corpo muito bonito, tinha umas tetas grandinhas e duras que se seguravam sozinhas quando não usava sutiã. A garota tinha uma cintura bem torneada e uma bunda, podemos dizer, de tamanho médio e dura. E firmes. As duas lindas irmãs estudavam numa escola pública, sem mensalidade, e causavam paixão por toda a escola. Definitivamente, eram duas das garotas mais desejadas do colégio. Até os professores queriam pegar elas e dar umas fodas enormes nas duas colegiais, mas, com medo de serem demitidos, só comiam elas com os olhos. As meninas usavam suas saias do colégio tão curtas que quase chegavam na bunda. Numa sexta-feira à tarde, na escola, tocou o sinal de saída. Mônica foi buscar a irmã na sala para irem juntas pra casa. Quando a jovem chegou na sala e encontrou a irmã, disse: "Marce, vamos pra casa", falou Mônica. "Não, maninha, acho que não vou ainda, porque tenho que fazer um trabalho em grupo com os caras pra adiantar a tarefa. Diz pros nossos pais que vou chegar um pouquinho mais tarde", respondeu Marcela pra irmã mais nova. "Tá bom", disse Mônica, "mas não chega tarde, porque mamãe e papai ficam bravos se a gente não chegar junto." Mônica foi em direção à saída do colégio pra ir pra casa, andando bem sensual com a saia bem levantada, mais do que o normal. Colocou a mochila nas costas, saiu da escola e foi rumo à casa dela. Mônica tinha que passar por um parque meio de namorados, onde muitos casais iam se divertir e se agarrar feio. A jovem estava passando pelo parque, mas, por estar olhando o caminho, não percebeu que tinha uns homens mais velhos, não mais de 45 anos, alguns com 35 e por aí. Eles estavam bebendo cerveja e fumando, quando viram a menina passar com a mochila nas costas, andando bem sensual, rebolando aquela bunda enorme, empinada e bem formada, que, por ser magra, ficava perfeitamente em pé. Um dos senhores falou: "Mas olha que gostosa a mulher que vai passando aí, senhores. Hummm, que delícia pra foder e engravidar", disse um deles também. Um dos senhores, o mais ousado do grupo, começou a assobiar pra ela e falar umas coisas vulgares, já que... viu que não tinha muita gente no parque… mamãeeeeee gostosaaaaaa mas que delícia você tá, pras eu te arrebentar na minha cama, meu amor, simmmmm pra você, mamãe, a da saia azul, mamãeeeeee tava indo na direção da Mônica… A jovem meio que ouviu o que ele tava falando, virou o rostinho lindo dela pra ver quem tava falando daquele jeito tão vulgar, quando viu aquele grupinho de uns 6 senhores falando putaria pra ela… O senhor que tava assobiando e falando viu a jovem se virar pra olhar pra eles e disse… olhaaa, mamãe, o que eu tenho aqui dentro das minhas pernas, aqui tenho o que é seu, pegando com a mão no pau dele por cima da calça e mostrando pra jovem colegial… Mônica, quando viu que o senhor pegava na virilidade dele mostrando pra ela, ficou com a pele arrepiada ao ver o que o senhor tava mostrando quando pegou na mão dele. A jovem já tinha ouvido aquelas putarias que os homens falam pra ela, porque quando ela e a irmã andam de mãos dadas a caminho da escola com as saias provocantes, qualquer tipo de homem, velhos ou senhores, falam vulgarmente pra elas, mas Mônica, o que ela nunca tinha visto na vida era o que aquele homem tava mostrando. O senhor pegava no pau por cima da calça, mexendo pra jovem ver. Mônica saiu do meio transe ao ver aquele homem mostrando a virilidade dele e, como pôde, continuou andando apressada pra esquecer o que tinha visto e o que aqueles senhores que tavam bebendo no parque falaram, e a jovenzinha foi pra casa pensando no que aquele senhor tinha mostrado pra ela. Mal chegou em casa, Mônica foi ver o que tinha pra beber porque tava um calor do caramba, enquanto bebia dava umas olhadas procurando a mãe ou o pai, mas eles não tavam na sala, mas ela não teve a ideia de ir no quarto deles pra ver se tavam, a jovem pensava: talvez saíram, ela pensou. Mônica foi pro quarto dela, que fica do lado do da irmã, ligou a televisão e se sentou pra ver. Minutos depois, Mônica ouviu uns barulhos num dos quartos. A casa, já que a TV dela não tava com volume alto, ela resolveu ir ver que barulho era aquele. Passou pela porta do quarto da irmã, mas o barulho não vinha de lá, e lembrou que a irmã tinha ficado na escola. A jovem continuou andando até o outro quarto, viu que tava entreaberto e pensou em entrar, mas quando chegou perto, viu o que tava rolando. Ficou paralisada, sem palavras, meio em choque. A mãe dela tava de quatro na cama, completamente nua, com a bunda pra fora, enquanto o pai segurava ela firme pela cintura. Tavam transando, ele metia num ritmo constante, e quando a bunda da mãe batia na pélvis dele, fazia um barulhão. Além disso, dava uns tapas na bunda que faziam a mãe tremer, parecia doer, mas a cara dela mostrava tesão. Ela ouvia a mãe murmurar: "Hummm, pussy, mais, por favor". Maiss... ahhhh, ahhhh, ahhhh, siiiim, siiiim... Mônica não se mexia, tava muito nervosa, não sabia o que fazer. O tempo parecia parado e ao mesmo tempo eterno. A jovem pensou em sair e deixar os pais na deles, mas o corpo dela, ou algo mais, não queria. Ela tinha medo de que ouvissem os passos dela na hora de ir embora e a descobrissem. Apesar de tudo que tava vendo dos pais, ela mais ou menos sabia o que era sexo. Uma vez, uma amiga da mesma sala mostrou uns vídeos pornô pra ela, então, cê sabe, Mônica não era tão santinha não, já era uma jovem perversa, esperando que um dia fizessem o mesmo com ela... Vai, puta, requebra mais, vai... ahhh, ahhh, que gostoso... Mônica ouviu a voz do pai, nunca tinha ouvido ele falar assim com a mãe... A mente de Mônica trabalhava mil ideias por segundo, assim como o corpo dela. A buceta dela tava começando a ficar molhada, a respiração ofegante, como se tivesse corrido uma maratona. Os peitos médios dela nunca tinham ficado tão duros e inchados, ela sentia que iam Explodir e causava muita dor nela. Por inércia, ela começou a mexer os quadris, imitando o ritmo que a mãe fazia. Era como se a jovem tivesse um demônio por dentro. Precisava se tocar, então levou uma mão por baixo do sutiã e começou a esfregar os peitos pequenos e inchados bem devagar, passando as duas mãos por toda a extensão deles. Fazia isso de forma delicada e meiga por causa da inflamação chata, que, com as carícias, foi sumindo aos poucos, dando lugar a sensações de alívio e prazer. Mas a jovem não estava satisfeita. Tinha muita energia acumulada e pedia pra ser liberada aos gritos. Começou a apertar os seios com mais força, imaginava as mãos daquele homem do parque, quando ela passou e ele mostrou a virilidade dele por cima da calça. Mônica continuava apalpando os peitos e, ao mesmo tempo, começou a acariciar os biquinhos, brincava com a pressão dos dedos sentindo a sensibilidade deles. Quando apertava com força, era dolorosamente prazeroso. Inspirada pela onda de tesão, Mônica enfiou uma das mãos por baixo da saia escolar que ainda estava vestindo para acariciar pela primeira vez a buceta dela. Enquanto isso, no quarto dos pais da jovem Mônica, ela mesma viu a mãe rebolando e olhando por cima do ombro pro pai com uma cara de puro tesão. Mônica continuava observando os pais transando, mas estava hipnotizada demais pelo que via. A jovem estava com tesão, se tocava como se não fossem as mãos dela, imaginando sempre as mãos daquele homem do parque, vendo os pais foderem. Se sentia mal por um lado, mas as sensações e o tesão dominavam tudo. Se sentia no paraíso através do prazer, sentia uma eletricidade por cada parte do corpo. Apertava os peitos com força e tocava a buceta com dois dedinhos, até tentava enfiá-los pra dentro, mas ainda tinha um pouco de juízo e sabia que assim podia machucar a virgindade dela. Mônica queria gritar, queria se sentir como a mãe, ela precisava. também liberar o sangue quente dela. Tava sentindo umas coisas desconhecidas e muito gostosas que faziam ela achar que algo dentro dela ia explodir, era o despertar sexual dela, a menina já queria dar. Os pais da jovem continuavam na deles, nem sabiam que a filha tinha chegado do colégio e que agora tava vendo eles transando e que a menina tava se masturbando e apalpando os peitos por causa daquela sessão de sexo do caralho que os dois tavam tendo… buceta, adoro que você me deixa assim, feito sua putinha de rabo pra fora, pelada, aiii sim love, adoro, assim, segura minha bunda e me come forte,… aai papai assim, me faz sua, me faz uma puta qualquer, faço o que você quiser papai se continuar me comendo assim, que pau papai, é perfeito pra minha xota, dizia a mãe da Mónica toda excitada no talo. A Mónica só escutava o que a mãe falava, a jovem se imaginava na cama com alguém, e com todo o tesão sentia que podia estar do mesmo jeito que a mãe dela, eu também queria me mexer assim, ser acariciada, e que me tocassem, pensava a Mónica na cabeça dela. Diante de toda essa situação, a Mónica tava com toda a roupa bagunçada de tanto se apalpar, a blusa do colégio aberta o suficiente pra tirar os peitinhos pequenos mas bem formados do sutiã, os dois dedinhos brincando com força na buceta virgem dela e sentia a necessidade de ser acariciada igual a mãe dela tava sendo, queria algo mais que as próprias mãozinhas. A jovem olhava pela porta entreaberta as mãos do pai dela amassando a bunda da mãe, apertando, segurando forte na cintura, enquanto continuava comendo sem pena nenhuma. A colegial imitava os avanços das mãos do pai, apertava a própria cintura e fazia movimentos como se já tivesse transando, hmm, o tesão da colegial crescia a cada instante, tanto que perdeu o controle e o instinto animal apareceu. Começou a apertar as nádegas com toda força, fechava os olhos e lembrava de todo o desejo. que inspirava a bunda dela, tantas situações, comentários tarados, e que até hoje não tinha sido aproveitada por homem nenhum, ela lamentou entre seus pensamentos lascivos e apertou mais forte suas nádegas gostosas. nisso, ela vê que o pai dela brinca com um dedo no cu da linda mãe dela e, sem perceber, por reflexo, ela fez o mesmo, só passava a pontinha do dedinho bem suave, fazia cócegas, como uma menina curiosa, era uma sensação estranha mas gostosa, e de vez em quando tentava enfiar, mas estava apertado demais, fechadíssimo melhor dizendo, ela era virgem analmente. mas vendo como o pai dela enfiava quase metade do dedo na mãe dela, ela não ligou e empurrou o dedo também com determinação no cu inexplorado dela. instantaneamente, uma sensação explodiu dentro dela, milhares de ondas elétricas viajaram do cérebro dela pro corpo todo, as pernas dela bambearam e ela sentiu que ia desmaiar, via tudo borrado, e com a outra mão apertava com raiva e desejo as nádegas dela, não entendia nada, só queria que um homem tocasse nela naquela hora igual o pai fazia com a mãe, que amassassem ela e surrassem ela, ela nunca tinha tocado no próprio cu, era muito sensível, tava perdendo a consciência com a chegada do primeiro orgasmo dela, era como se livrar de um peso enorme, era a sensação mais gostosa que a colegial já tinha sentido, tava doida acariciando a buceta e tentando enfiar mais o dedinho atrás. o pai da mônica começou a gemer chamando a mãe dela de puta enquanto batia sem parar na bunda dela, parecia que tava gozando dentro dela, a mãe dela só gritava sim, sou sua puta, sou sua puta, me dá leiteeee simmmm mais leiteeee papai, mais porra, até que o pai dela deixou cair todo o peso dele em cima dela e ficou imóvel, a mãe dela saiu rapidinho e se ajoelhou entre as pernas dele pra limpar o pau dele. a mônica finalmente conseguiu ver ele inteiro, depois que ele tinha gozado os 22 cm de pau que o pai dela tinha. ela já tinha visto paus na internet mas este era gordíssimo, com uma cabeça bem grande e veias bem marcadas, era o primeiro pau ao vivo que eu via e tinha certeza de que jamais esqueceria. Já mais calma, Mónica, como pôde, arrumou a roupa e foi andando devagar enquanto ouvia as chupadas da mãe. A jovem, já no quarto e na cama macia, meditou sobre tudo o que aconteceu. Por um lado, entendia que seu corpo estava num processo hormonal importante, somado às conversas das amigas sobre suas conquistas, aos comentários dos homens na rua sobre seu corpo, aquele corpo que pedia aos berros para ser mimado. O despertar da tesão de Mônica finalmente chegou.
Mas jamais pensou que seria vendo os próprios pais transando. Moralmente, era errado, mas tudo tinha acontecido. Certamente não havia culpados, e as sensações vividas se gravaram em cada célula do seu corpo, sensações inexploradas e desconhecidas que a fizeram voar em ares de êxtase, dando aquele gozo delicioso. Pouco depois, a jovem caiu no sono, só de calcinha e sutiã, coberta por um lençolzinho rosa.
Seu Apolinar, um velho tarado de 55 anos, com uma barriga enorme de cerveja, olhos pretos, braços fortes mas ao mesmo tempo desgastados de tanto trabalho. No rosto, tinha uma cicatriz na bochecha esquerda e pernas meio finas. Apolinar era viúvo, já que a mulher morreu de diabetes. Nunca tiveram filhos, não porque o velho não queria, mas porque a falecida não podia ter. Então se conformaram em não ter filhos. Mas o tempo passou, a velha feia da esposa morreu, e agora o velho estava sozinho… O velho tarado do seu Apolinar tinha um negócio de venda de verduras naquele bairro onde moravam nossas duas gostosas colegiais. Seu Apolinar quase sempre via as duas colegiais passarem todo dia na frente do seu negócio quando iam para o colégio. O velho achava as duas lindas, mas a que mais interessava era a mais nova, a linda. Mônica não tinha tudo bem desenvolvido, mas tinha onde pegar e dar uma trepada violenta até fazê-la gozar como uma puta profissional. Já era sábado de manhã e as colegiais amanheceram em seus respectivos quartos. Mônica nem percebeu a que horas a irmã tinha chegado depois de uma baita punheta quase na frente dos queridos pais, e assim poder despertar seu instinto sexual. Mônica, já acordada no quarto com sua roupa íntima sexy, a jovem se preparou para levantar e sair do quarto coberta com uma toalha rumo ao chuveiro. A colegial, já no banheiro, se preparou para tirar a toalha, tirou o sutiã e se viu no espelho. Tinha uns peitos não tão grandes, mas sim firmes, lindos, carnudos. A garota começou a posar na frente do espelho, apenas coberta pela minúscula calcinha fio-dental. Mônica começou a tirar a calcinha lentamente até deixá-la no chão e ficou completamente nua. Se via tremendamente sensual. Pouco depois, foi tomar banho... Minutos depois de se lavar, a colegial foi para o quarto. Depois de se secar, começou a se vestir. Colocou uma minúscula calcinha fio-dental marrom que destacava sua bunda não tão desenvolvida. Em seguida, vestiu o sutiã sobre aqueles peitos médios, que não sofriam com a gravidade apesar do tamanho. Depois, colocou uma legging preta que marcava seus pequenos e apetitosos glúteos duros. Para finalizar, sua blusa cropped, sem mangas e colada ao corpo, deixando a barriga lisa e sem um grama de gordura à mostra. A garota saiu do quarto para tomar café da manhã... Lá pelo meio-dia, a mãe de Mônica mandou a filha comprar umas verduras no mercadinho do seu Apolinar. A colegial, meio de cara feia, disse pra mãe que tá bom, mas a menina não é que odiasse aquele velho, mas também não gostava dele. Ela não curtia como aquele velho ficava olhando com cara de safado pra ela e pra irmã quando iam pra lá. Colégio… mas fazer o quê, a mãe dela tava mandando e tinha que obedecer. A colegiala, com a cara meio emburrada, pegou o dinheiro e foi pro mercadinho do velho Apolinar. A novinha ia andando na direção do mercadinho do verdureiro velho, com aquele andar sensual, aquela legging que se enfiava bem no meio das duas bundas bem empinadas. A guria chegou no mercadinho do velho. Seu Apolinar, ao ver a novinha chegando, lambeu os lábios ao ver como ela tava vestida, tão gostosa e provocante. Nos pensamentos dele, ele dizia: "Mas que mulherzinha mais deliciosa pra arrebentar essa buceta na porrada, uma puta tremenda…", pensava o velho. O velho, tão bitolado nos pensamentos tarados sobre a novinha, nem ouviu que ela tava falando com ele. Quando o velho se tocou, disse: "Sim, minha menina, tava me dizendo? Desculpa não ter prestado atenção, o que cê quer?" Mônica só via o velho olhando ela com cara de tarado, e com a voz bem sensual disse: "Seu Apolinar, quero dois quilos de tomate, um de batata e um brócolis, por favor." "Claro que sim, minha rainha, o que a senhora pedir, já vou pegar seu pedido." Mônica, apesar do velho sempre olhar ela com cara de safado, também gostava de como ele tratava ela, chamando de "minha rainha" ou "minha princesa". Mônica, como não tinha namorado e nunca tinha ouvido palavras tão bonitas, ficava corada e meio que sorria pro velho. "Aqui está seu pedido, minha rainha, são 1000", disse o velho, e sorria com a boca quase sem dentes, tentando que a guria sorrisse de volta. "Obrigada, Seu Apolinar, muito obrigada." E a guria tava quase indo embora quando o velho falou: "Menina linda, queria te dizer uma coisa, desculpa", ele disse pra novinha. "Siim, pode falar, Seu Apolinar", com a voz doce a novinha respondeu. "Desculpa a ousadia, mas é que queria te falar que essa sexta que vem é meu aniversário, e como sou viúvo e sozinho, não tenho nem amigos nem nada. Queria saber se você, minha rainha, queria vir aqui no mercadinho, a gente come bolo, refrigerante e vê televisão, umas 7 da noite. Tô sozinho, não tenho ninguém pra compartilhar — disse o velho com a cara triste. Don Apolinar, todo solto, pedindo um puta favor pra essa gostosa, achando que ela ia dar bola pra ele, mas ele só queria ver se a menina topava e talvez ter uma chance com ela… A jovem, ao ouvir a proposta, ficou de boca aberta e pensou: "Como esse senhor tem coragem de me chamar pra casa dele pra comemorar o aniversário dele? Mmmm", dizia a garota nos pensamentos, mas ao mesmo tempo ficava do lado dele ao pensar que ele não tinha ninguém pra passar o dia do aniversário, sem amigos e sem esposa, pensou a jovem, imaginando a tristeza que ele ia passar naquele dia… A jovem, agora com uma voz doce, respondeu: "Aiii, don Apolinar, a verdade é que não posso, meus pais não deixam eu sair tão tarde nem nada. Sinto muito, espero que você se divirta no seu dia e desculpa eu não poder ir. Obrigada pelo convite e sinto muito por você não ter ninguém pra te acompanhar", disse isso por último a bela jovem… "Tá bem, bonequinha, entendo. Pelo menos queria te falar, nada mais, e desculpa a ousadia de te pedir um favorzão desses." O velho, ao ver que a garota virou as costas e foi pra casa, só pensou: "Mmmm, achei que essa menina ia dizer que sim, que queria me dar um puta festão no meu dia, mas fazer o quê, outra hora aparece." O velho via ela se afastando cada vez mais do negócio dele. Depois, passaram-se os dias pras duas colegiais, fazendo suas tarefas, indo pra escola, fazendo lição, etc… Na quinta à noite, o pai das colegiais chegou da rotina de trabalho. Como já falamos, ele trabalhava como caminhoneiro, às vezes passava vários dias fora, deixando a família em casa e as filhas estudando. Já na sexta, pra fechar a semana, Marcela, chegando do estudo, disse pra mãe que queria permissão pra sair com umas amigas pra uma festa que ia rolar no centro da cidade. A mãe, meio pensativa, disse que sim, mas que por favor não chegasse tarde. Tão tarde, Marcela foi direto pro quarto dela tomar um banho e se arrumar pra sair pra farra com as amigas... A Mônica tava no quarto dela, feito uma menina boazinha, fazendo a lição de casa pra poder descansar o fim de semana inteiro, quando foi interrompida pela mãe dela falando: "Oi, filha, olha, sua irmã vai sair com as amigas, e eu e seu pai vamos dar uma saída pra resolver uns corres, porque seu pai quer comprar umas paradas pro trabalho dele. A gente chega um pouco tarde. Deixei comida pronta ou umas frutas, se quiser comer alguma coisa, tá de boa", a mãe falou. A jovem colegial responde pra mãe: "Por que vocês vão me deixar sozinha? Sabe que eu não gosto de ficar sozinha, mãe. Me leva com vocês, pelo amor..." "NÃO, Mônica, já te falei que não dá. Tá bom, entende? Outro dia eu te levo pra passear ou alguma coisa, tá bem? Vai dormir cedo, entendido?" Com essa última fala, a mãe saiu do quarto da filha e foi embora. Mônica, meio frustrada e triste ao mesmo tempo, não falou mais nada e continuou fazendo a lição da escola.
Uma hora depois, todo mundo já tinha saído de casa, tanto os pais quanto a irmã. A Mônica já tinha adiantado bastante a tarefa escolar, então decidiu descansar e foi assistir TV no quarto dela, mas não achava nada bom pra ver e se distrair. A jovem tava super entediada e não sabia o que fazer. Bom, talvez até soubesse o que fazer naquela noite, quando lembrou que o seu Apolinar tava fazendo aniversário hoje e tinha convidado ela pra ir na casa dele comer e assistir TV. Mas a Mônica não queria desobedecer os pais saindo de casa. Só que, como tava super entediada, não sabia o que decidir: ir na casa do velho Apolinar e desobedecer os pais, ou ficar sozinha e entediada em casa...
Duas horas antes, na casa do velho Apolinar, o velho decidiu fechar o negócio dele mais cedo, porque, como a gente falou, era o aniversário dele e ele queria descansar um pouco mais. Então fechou o barraco dele. O velho já na sala de casa, meio suado, com a camisa não muito limpa, mas como o velho não tinha ninguém pra impressionar, quase... Nem se lavava, então decidi só tirar a roupa que tava usando pra vestir algo mais confortável pra ficar dentro de casa. Colocou uma calça de moletom cinza meio largada e confortável, que também não tava lá muito limpa, e uma camiseta que antes era branca, mas de tanto usar, suar etc... agora tava amarela. O velho, já confortável em casa, resolveu pegar um bolinho pequeno, tipo umas 5 fatias, e colocou na mesa. Ele ia celebrar o aniversário sozinho, sem companhia nenhuma — foi o que ele pensou, mas não imaginava a surpresa que o destino tinha preparado pro Velho Apolinar.
Enquanto isso, na casa da linda colegial, ela ainda tava indecisa, sem saber o que fazer. Pensando e pensando, a jovem se decidiu: iria até a casa do velho verdureiro, desobedecendo os pais ao sair sem autorização. Então resolveu tomar um banho e se arrumar pra ir pro aniversário do Velho Apolinar. Ela achava que ia só comer alguma coisa e ver TV, mas não sabia que ela mesma ia ser a comida do velho — essas eram as intenções do Velho Apolinar...
Minutos depois, a gostosa colegial já no quarto dela, pelada, começou a se vestir. Pra começar, colocou uma calcinha fio dental rosa que levantava as bundinhas dela, não tão desenvolvidas por completo, mas duras e firmes, nunca apalpadas por nenhum homem, só por ela mesma. Depois, a garota vestiu um sutiã quase da mesma cor pra deixar o conjunto mais sexy, ajustando os peitinhos tipo laranja, mas durinhos, com vontade de serem chupados e espremidos até o fim. Aí colocou uma minissaia azul tipo lycra que ia bem acima das coxas, mostrando quase toda a bundinha gostosa e recém-desenvolvida dela. Depois calçou umas sapatilhas de salto baixo, brancas, exibindo as pernas de menina quase mulher. Aos poucos, a garota foi se vestindo pra ficar toda uma diva. Por fim, vestiu uma blusinha cropped coladinha no corpo, que destacava os peitos perfeitamente, mostrando uma cintura sem nada de gordura, macia e lisinha. Nenhuma vareta. Quase pronta, a jovem começou a se pentear e tudo mais pra ficar uma gostosa... Então, já pronta, a garota se preparou pra sair de casa rumo à casa do velho verdureiro. Já eram umas 8 da noite, quase não tinha ninguém na rua, e ela seguiu andando até o destino. Bem na hora de chegar, a jovem esperou que realmente não houvesse ninguém na rua pra poder espiar a casa do velhote e ninguém a ver entrando naquela casa, porque o bairro é cheio de fofoqueiros e, se descobrissem que ela entrou na casa de um velho naquela hora, poderiam contar pros pais dela, e aí sim ela se meteria em encrenca com os queridos pais dela... Enquanto isso, o velho Apolinar, dentro de casa, sentou-se à mesa, já tinha acendido uma velinha no bolo pra poder curtir e cantar parabéns pra ele mesmo. Mônica esperou uns 5 minutos, vendo que não passava mais ninguém, e então se aproximou da casa do velho e tocou a campainha... O velho já estava pronto pra cantar parabéns pra ele mesmo quando foi interrompido pela campainha da casa: ringgg ringgg ringgg... Mas quem diabos será? Não pode ser — começou a gritar o velho, e disse em voz alta: "Não estou atendendo, o negócio já fechou, vocês não estão vendo?" E, frustrado porque ninguém respondia do outro lado, decidiu se aproximar da porta e abrir a janela. Quando abriu a janela pela metade, percebeu e quase babou de surpresa ao ver a jovem toda mudada e muito linda na frente da porta dele. O velho, de susto, fechou a janela de novo e pensou: "Mmmmm, mas não pensei que ela viria. Que tremendo boquete vou comer hoje no meu aniversário, sim, sim!" — dizia o velho nos pensamentos dele, e então, sem pensar duas vezes, abriu a porta e falou: "Mas o que você está fazendo aqui, minha rainha? O que você deseja, bonequinha?" Mônica, meio corada ao ouvir o velho elogiando a beleza dela com essas palavras, respondeu: "Aiiii, seu Apolinar, não se lembra que me convidou pro seu aniversário? que hoje é o aniversário dela, né? o velho nem sabia o que responder ao ver os lábios sexys da novinha se mexendo enquanto ela falava… assim, claro que lembro, mas por que você não me disse nada, minha princesa? não sabia se você vinha, mas passa, entra, vai pra mesa que ali tem o bolo, passa, passa, minha princesa. o velho deixou ela passar, deu uma olhada pra ver se não tinha ninguém na rua, também pra ver se alguém viu aquela mulherão entrando, e como ela é menor de idade, ele ia levar todo o peso da lei… vendo que não tinha ninguém, o velho fechou a porta e alcançou a novinha. a gata sabia que o velho vinha atrás dela e imaginava que ele tava secando ela como sempre, mas ela ignorou e continuou andando com movimentos sexys até onde ficava a sala de jantar. o velho tava besta vendo aquele espetáculo tão perto dele. meia hora depois de conversar e comer bolo, os amigos — porque até agora eram só amigos e nada mais — "sua companhia é muito boa", dizia o velhote. "mas tem uma coisa que eu quero fazer há um tempão." — "O quê?" — "Bom, uma dançada. É que passo o dia inteiro trabalhando, a semana toda, nem tenho tempo." — "Entendo. É difícil pra você." — "Pois é. Mas agora que você tá aqui, a gente podia dar uma dançada. O que acha, vamos dançar?" — "Mas o senhor sabe dançar, seu Apolinar?" — "Não sei muito, mas se você me ensinar, o que acha?" — "Bom, tá bem, seu Apolinar." Assim, os dois se levantaram da mesa e seu Apolinar ligou o som e colocou uma música meio romântica pra ocasião. O velho tava tão empolgado de poder pegar o corpinho maravilhoso da novinha e ficar tão perto dela. O velho verdureiro pegou ela pelas costas com o braço mais habilidoso, o direito, e o outro enganchou por trás, já que o calor tava concentrado na sala. O velho tinha quase a mesma altura da novinha, embora ela tivesse dificuldade de abraçar ele com os bracinhos, já que ele O velho era um baita pedaço de carne. Ela sugeriu que ele a segurasse pelos ombros, coisa que o homem atendeu no começo, mas em questão de segundos os braços do velhote já deslizavam pela parte baixa das costas da moça. Os dois conversavam como se fossem namorados e, aos poucos, a garota começava a se sentir relativamente à vontade. Enquanto dançavam a segunda música, bem coladinhos um no outro — mais pela insistente decisão do velho tarado, que a segurava com uma paixão minuciosa —, suas mãos suadas já se posicionavam bem no limite onde começam as nádegas. Ele ardia de vontade de descer por ali e examinar aquelas bundinhas redondas e recém-desenvolvidas. O velho se aproximou dela, encostando seu rosto seboso e pálido na maciez das bochechas dela, onde encontrava aquele conforto do qual tanto foi privado em sua vida miserável. Ela, com as mãos trêmulas, apoiava-se agora nos ombros do parceiro de dança.
Enquanto isso, o velho verdureiro, notando que a garota estava completamente distraída (com certeza pensando no que diria aos pais quando chegasse em casa e não o encontrasse ali), já começava, de forma disfarçada e quase imperceptível, a apalpar aquelas carnes firmes. O que suas mãos sentiam não tinha comparação com o que se falava da beleza da moça — era ainda melhor. Ele subia e descia, sentindo cada centímetro possível, dos quadris até a cintura da garota, ficando ainda mais excitado por saber que estava diante de uma mulher doce, jovial e virgem.
— Como você dança bem, minha rainha... — falou o velho, aproximando-se da orelha direita da menina, sentindo também aquele cheiro indescritível, mas tão calmante, de caramelo que emanava do doce perfume da linda jovenzinha, enquanto sentia seu pau ficar ainda mais duro. — Mas com certeza já te disseram isso antes, não foi?
MÔNICA sentiu um leve, delicioso e inesperado arrepio que começou em suas orelhas finas e fez um percurso plausível por toda a sua extensão. As partes mais hipersensíveis do corpo dela, embora praticamente todo o corpo dela fosse assim, era basicamente o jeito promíscuo dela pensar, e ultimamente, de agir. Ela não respondeu à pergunta que o parceiro de dança fazia; a consciência dela tava mais focada em aproveitar as delícias daquele percurso elétrico enigmático que a levava aos confins do prazer, sentindo vergonha assim que o efeito passava, relaxando com um suspiro que escapava dos lábios encantadores dela. O velho só interpretou essa última reação como sinal de que a gata tava se divertindo pra caralho, então apertou ela mais contra ele, agora, com a ousadia de colocar o pau dele na altura certa pra que a menina sentisse o quanto aquilo tava duro e empinado. Obviamente, a inocente sentiu a dureza daquele membro, desrespeitando a saia curta dela, e atravessando até se levantando levemente, com ameaça real de chegar na calcinha da garota. Aquilo se encaixava de um jeito tão coordenado que, se não fosse pelas roupas, tudo já tava pronto pra tão desejada penetração pelo velho. Isso obviamente alarmou ela, embora de certa forma achasse engraçado ver o nível de excitação daquele sujeito, colado nela e com aquela ereção… ela se sentia admirada, desejada, gostosa… Além disso, entendendo o perigo daquilo, sabia que precisava botar um fim nisso tudo, nesses níveis de ousadia de ataques corporais, mais que qualquer coisa. — Seu… — disse a garota com a voz sensual dela. — Fala Apolinar, minha vida, minha gata. — Ok, seu Apolinar… tava falando que a música já acabou… e a gente combinou que só dançaria um pouco… — Vai mais um par. Você dança bem gostosa — a gente tá se divertindo, né? Na sequência, o verdureiro esfregava de jeito frontal e disfarçadamente potente contra a menina pra ela sentir de novo aquele mastro inquieto. Mônica entendia muito bem a atitude do velho que a tinha presa ao corpo flácido dele. -Esta última e pronto, tá bom? É que sério, já é tarde e eu tenho que ir pra casa, senão meus pais vão me encher o saco. -Hmmm…? –resmungou o velho tarado, completamente vidrado naquelas cutucadas. -Que a gente vai dançar essa e pronto –respondeu a garota com certa impaciência, sentindo cada cutucada sem vergonha perto da buceta dela. -Sim, sim. O que você disser, mocinha. Embora a gente não tenha dançado muito, é bem pouco. A menina, apesar de sentir aquelas cutucadas que não paravam e pareciam querer abrir a minissaia dela com aquilo, tentou olhar pra trás, mas foi inútil porque a barriga enorme do velho bloqueava a visão. Ela vagava naquela cena, tentando entender o ridículo que era o velho ficar cutucando ela, mesmo sendo uma simples dança, mas a mente dela já tava imaginando como seria aquele velho mostrando aquele pau bem duro e brilhante. Vou te dizer uma coisa, menina: você é uma garota muito… gentil, muito gostosa. Você me atrai pra caralho… jejeje… é a verdade –disse o velho –Pra mim, você estar aqui comigo, dançando com um velhinho como eu, porque não tem chance de uma menina tão doce e linda como você reparar em mim, impossível. Mônica realmente não sabia o que dizer diante das declarações da boca babona do velho, que dava até pena. A colegial baixou a cabeça, se sentindo envergonhada. Já tinham dançado várias músicas e ela nem percebia. Obrigada, seu Apolinar, por se declarar pra mim e dizer essas coisas tão lindas. -De nada, mocinha. Eu tô feliz de você estar aqui comigo, dançando com esse pobre velho, porque, sendo sincero, né?, a gente nunca teria a oportunidade de estar com uma doçura tão delicada e linda como você. -Que isso, seu Apolinar… –disse a garota com uma voz doce e inquieta por causa dessa espécie de declaração que o velho tarado tava fazendo, além de que a respiração dela ficava ofegante, mais do que qualquer outra coisa, pelo fato de o velho apertar ela cada vez mais contra ele. O pervertido. expressava esses sentimentos por ela, dificultando a respiração, praticamente enfiando o pau na buceta dela. — Tô falando a verdade, gata. — É, bom, é que, tipo, me dá uma vergonhinha você falar tanta coisa bonita assim, hehe. — Não precisa ter vergonha, princesa, como já te falei, é a pura verdade. Seus pais te fizeram com muito amor, por isso você saiu tão gostosa, hehe. — Seu Apolinar, por favor, para, que eu fico muito nervosa. — A garota, que respirava pesado e, apesar de sentir o que ele dizia, tava gostando e esperava que o velho continuasse na mesma. Faz tempo que você me atiça. E tô apaixonado por você. Princesa… tô morrendo de vontade de te falar um monte de coisa que você nem imagina… dizia o velho, continuando a enfeitiçar a menina com as palavras. — E… que coisas o senhor teria pra me dizer? — perguntava com um ar de escrúpulo, mas com um nervosismo evidente, sorrindo e engolindo um pouco de saliva depois de falar, sabendo o que aquilo provocaria ao fazer uma pergunta dessas. — Ai, meu amorzinho… MÔNICA foi surpreendida por um apertão do homem gordo, que a apertava contra a barriga saliente e aquele peito suado, apoiando as mãos largas e firmes nas partes onde começavam as deliciosas bundas dela. O velho safado começava a enfiar as mãos por baixo da MINISSAIA leve, praticamente sentindo a calcinha íntima e delicada da garota. — Desde que te vejo passar todo dia pro colégio com sua irmã, você me pegou por dentro — dizia o homem, olhando pros lábios brilhantes dela, com uma cara de tarado. — Não! Não, não, não — expressava a garota, alarmada ao ver que o homem começava a remexer a parte de baixo da saia, começando a vasculhar por baixo dela. — Seu Apolinar… o que o senhor tá fazendo!? — Ai, princesa. Você é uma delícia. A menina entendia que os ânimos subiam muito mais, principalmente pela maneira tão vulgar e insolente com que o verdureiro se referia a ela. — Não. Não, seu Apolinar, pelo amor de Deus —Me solta, por favor! Não, não! — gritava a jovem.
—Sabe de uma? Só quero passar um tempo gostoso contigo, jejeje.
—Não, seu Apolinar… me solta, não, pelo amor de Deus!
A menina já não via tanta inocência naquele jogo de perguntas que os dois faziam, embora tivesse que admitir que aquela brincadeira de resistência (da qual ela não participava muito, se achando mais fraca que o homem) começava a ser, senão divertida, pelo menos curiosa — porque, sem querer, ela gostava daquele tipo de submissão.
—É, gostosa, você é muito boa. Me diz uma coisa… que tal um beijinho? O que você acha, mocinha? — dizia o homem, praticamente encostando os lábios calejados nos lábios brilhantes da garota. Ela tentava desviar, mas acabava esbarrando naquela boca desalinhada que roçava seu rosto, sentindo ainda o velho cutucando ela com a dureza da ereção dele.
—Seu Apolinar, escuta, não… Para, eu tenho que ir. Me solta, eee… meus pais vão me xingar.
—Ah, minha filha. Vai, não seja ruim. O que custa? Só um.
—Não, seu… é que não posso.
—Pois é, menina — disse o velho. — Então deixa eu dançar mais um pouco com você. Você não sabe como eu gosto de te ter assim comigo… Acho que não vou ter outra chance de te ter do meu lado assim. Daqui até você voltar… Melhor deixar eu ficar um pouco assim com você. Nunca estive com uma princesinha tão bonita quanto você. — Ele voltava a adoçar a menina já feita mulher com as palavras.
—Seu Apolinar… — dizia a bonita com um ar resignado e uma ternura que voltava a vencer ela. — Tá bom, mas só um pouquinho, sim?
—Você tem um corpo bem gostoso, mamãe. Vai, dá esse gosto pra esse pobre velhinho que se contenta em ficar com você, aqui, sozinho, no aniversário dele.
—Ok. Mas só mais um pouco, porque de verdade, eu tenho que ir, senão meus pais podem me xingar… E olha que eu tô fazendo isso só pelo seu aniversário, tá?
A menina colocou as mãos no peito do assediador, e elas viajaram até os ombros.
—Obrigado, minha vida. Você me faz muito feliz. Você não sabe como você é deliciosa.
A esplendorosa. colegiala, com um pouco mais de calma, conseguia prestar atenção em certos detalhes, como o suor incansável do velho, o cheiro do suor e, de forma bem precisa pra ela, aquela dureza que tava roçando na barriga dela, que se mexia, exatamente, a cada passo, cada movimento da dança, se posicionando bem na altura da parte mais sensível dela. Um formigamento curioso e impertinente atacava ela sem querer. Então, ela continuava sendo vítima dos próprios formigamentos baixos, mordendo os lábios finos, como se com isso tentasse segurar o quanto tava gostando. Olhava pra outro lado, mas sempre caía na cara grotesca do degenerado, que de repente deixou as mãos descerem de novo da cintura da garota e, já sem disfarçar tanto, agarrou uma das bundas da menina. A menina esperou, querer continuar resistindo era uma batalha perdida, ou era o que ela queria pensar, porque segundo ela, assim que terminasse a "dança", ia parar de ser "assediada" daquele jeito.. Só que isso só servia pra animar o homem, era muito óbvio, porque os avanços dele ficaram mais ousados e já eram uma espécie de apalpação em todo aquele par de bundas durinhas meio desenvolvidas, amassando elas sem dó, do jeito que ele queria. Assim, a pobre jovenzinha só conseguia se segurar ficando abraçada no corpo frágil do velhote, permitindo os amassos, cada vez mais propensos a uma consequência que qualquer homem teria ao ter uma garota tão jovem. Ela justificava tudo, que um pobre velhinho pedia com pena e ela, não sendo uma garota má, não devia negar. Mas também, com tanta apalpação na cintura e, principalmente, na bunda dela e aquela pontada grossa de pau que a barriga dela recebia, aos poucos, ela foi sendo vítima de êxtases gostosos na buceta, que foi produzindo aquela umidade lubrificante, que aumentou ainda mais quando o velho, com mais coragem do que jeito, começou a dedar o buraco traseiro dela por baixo da bunda. Foi um tesão danado pra garota. Gostosa, ela sentia até como se sua buceta escorresse, uma sensação tão indescritível e digna só do próprio corpo dela. O velho não se atrevia de todo a acariciar aquele lugar incrível, porque ainda acreditava numa possível resistência da jovem. O que o encorajou foi aquela respiração pesada que a colegial fazia, sinal inequívoco da fraqueza exata que aquela mão causava nela, e prova disso foi que ela mesma, com arte erótica, parou sua bunda bem proporcionada para que o homem tivesse melhor acesso e ele começasse a apalpar por cima da roupa. O velho verdureiro estava que não acreditava. A realidade incrível estava lhe permitindo direitos sobre uma gostosa muito, muito distante das condições dele e toda predisposta para ele. Levou as mãos até o quadril da garota e, com passo intrépido, a rodeou para poder girá-la e ficar colado por trás dela. A colegial, que tinha agido de forma negligente diante desses movimentos, podia sentir a dureza daquele pau que batia com firmeza bem no meio das suas nalgas, sentindo-se altamente nervosa, levando-a a um êxtase indescritível por toda a sua anatomia. Aquela ereção começou a frictionar com mais vontade, como se o velho realmente a estivesse penetrando à vontade, manobrando ao mesmo tempo uns apalpamentos grosseiros na zona vaginal. A gostosa realmente começava a gostar, tentava evitar com suas respirações cansadas, seus gemidos abafados, aquele apertar de lábios e seus olhos fechados eram tentativa disso. O homem praticamente a estava masturbando, mesmo quando só estava tocando por cima da sua saia leve, e ainda assim ela não conseguia resistir, sentia tudo tão gostoso que permitiu que ele abaixasse as mãos pelas suas coxas e de novo subisse, mas agora por baixo da saia, percorrendo sua calcinha fio-dental e apalpando sua barriga lisa, sem nenhum modo, nem mesmo um gesto involuntário, toda ela cedia ao prazer alheio do verdureiro. O velho apalpava toda aquela barriga, remexeu. pelo umbigo dela e, sem mais delongas, desceu direto pra calcinha fio dental da menina, enfiando as mãos e descobrindo uns pelinhos vaginais fininhos, recém-depilados. MÔNICA se enchia de arrepios gostosos, o velho respirava no pescoço dela e isso era um estímulo perfeito pra deixá-la mole. Daí o homem começava a dedilhar ela de novo, e ela era sacudida com força, parecia uma boneca DE PANO que se deixava levar. Apolinar, ao mesmo tempo, começou a enfiar os dedos bem mais pra baixo, encontrando a área prometida da colegial. — Hmmmm… Mas você tá uma delícia, meu amorrrr. Que gostoso, que gostoso o seu corpo — falou o velho nos ouvidos sensíveis da menina, que sentia os arrepios e ficava bamba só de ouvir aquela voz grave e um bafo de cerveja. — Mas que bucetinha gostosa. Por que não me empresta ela um pouquinho, hein! Você não sabe a vontade que eu tô de você. Tá uma gostosa, meu amorrrrr… — Não, seu Apolinar… Não… me toca… — murmurou a menina, arrastando as palavras, fechando os olhos, colocando as mãos por cima das mãos enrugadas do velho, como se estivesse acompanhando, mais do que impedindo, e ao mesmo tempo sugerindo onde ele deveria ir, enquanto mexia os quadris como um ato de resistência que mais parecia no ritmo da dedilhada que o velho tava dando. O velho começou a lamber uma das orelhas brancas dela, encharcando de saliva, sentindo aquele gosto gostoso de menina limpa e perfumada. Ela fez o mesmo, sentindo a pele arrepiada, virando a cabeça pra dar ao velho o lugar certo e deixar ele continuar com aquela lambida circular que dava com a língua pontuda e molhada. O coitado do homem já não aguentava mais, o pau dele soltava um monte de líquido pré-seminal que acabou formando, na calça cinza dele, uma mancha escura e molhada que a menina sentiu quando ele roçou uma das bundas dela, pensando que ele tava se mijando. O velho sabia se segurar bem, e continuava devorando com muito tesão aquela linda orelhinha esquerda que a menina expunha, já que ela bem teve que notar como era delicioso pra ela essas chupadinhas, e bastava só ver aqueles olhos lindos fechados com aqueles cílios bonitos. Pra comprovar, o velho levantou a saia da menina acima da cintura dela, ficando só à vista uma calcinha rosa. O velho achou que ela ia parar ele ou pelo menos reprovar o fato, mas longe disso, a menina mantinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior. O velho, tão extasiado e encorajado pela cena, começou a invadir o pescoço fino, começando pela parte de baixo da orelha e beijando aos poucos aquela pele lisa. A garota mexia a cabeça se coordenando pra ele ter uma grande chance, se arrepiando e delimitando a área, mas voltava a se recompor e de novo sentia aquelas chupadinhas, enquanto a respiração já tava forte e acelerada, o rubor aceso nas bochechas finas. Ela podia sentir como o dedo do velho já percorria a buceta dela sem nenhuma resistência da parte dela, começando a entrar nos lábios internos, ainda sem chegar a distâncias alarmantes. A lubrificação que a buceta dela tinha soltado permitia facilidade pra qualquer penetração, e ainda aquilo tava escorrendo, pela buceta dela corria uma fonte de líquidos que anunciavam a disposição natural do corpo dela pra alojar qualquer carnuda, de igual natureza, dentro dela. Rapidamente ele começou com movimentos de masturbação por toda aquela rachinha da garota, fazia de um jeito bem devagar, tentando gerar mais líquido. Voltava a beijar o pescoço dela, torcendo ela mais uma vez, fazendo ela girar pra ficar de novo de frente, praticamente colocando a boca fedorenta dele na boquinha fresca da linda Colegial, que recebeu só um pouco, ao sentir talvez um cheiro insuportável de cerveja, ela voltando a expor todo o pescoço. O velho mal pôde aproveitar aquela frescura, mas sabia que era questão de tempo pra ele poder pegar toda aquela cavidade bucal. Enquanto perdia seus beijos e lambidas por todo o rosto e pescoço da guria, envernizando-a com sua saliva grossa que parecia nunca acabar. Ela ajustava o corpo, encaixando-se nele, mas agora com iniciativa e tesão, comprimindo aquelas massas numa só, apesar das deformidades que o velho tinha. Ela o envolvia pelo pescoço, praticamente puxando ele pra perto. O verdureiro, tão satisfeito com isso, começou a passar a mão nas pernas da mina, de um jeito violento e quase rasgante, como se o momento estivesse prestes a gozar. De repente, habilidoso, ele arrastou um dos braços e pegou a mãozinha da garota pra guiá-la até a ereção dele, sem que ela oferecesse resistência. MÔNICA estava surpresa e tão molhada que qualquer ato parecia normal, os olhos dela continuavam perdidos, assim como a mente, mas ela conseguiu notar bem o tamanho daquele pacote que tinha se esfregado na frente e atrás dela. CONTINUAR AAAAAAAA….. SEGUNDA PARTE Espero que gostem desse relato, abraços
Mas jamais pensou que seria vendo os próprios pais transando. Moralmente, era errado, mas tudo tinha acontecido. Certamente não havia culpados, e as sensações vividas se gravaram em cada célula do seu corpo, sensações inexploradas e desconhecidas que a fizeram voar em ares de êxtase, dando aquele gozo delicioso. Pouco depois, a jovem caiu no sono, só de calcinha e sutiã, coberta por um lençolzinho rosa.
Seu Apolinar, um velho tarado de 55 anos, com uma barriga enorme de cerveja, olhos pretos, braços fortes mas ao mesmo tempo desgastados de tanto trabalho. No rosto, tinha uma cicatriz na bochecha esquerda e pernas meio finas. Apolinar era viúvo, já que a mulher morreu de diabetes. Nunca tiveram filhos, não porque o velho não queria, mas porque a falecida não podia ter. Então se conformaram em não ter filhos. Mas o tempo passou, a velha feia da esposa morreu, e agora o velho estava sozinho… O velho tarado do seu Apolinar tinha um negócio de venda de verduras naquele bairro onde moravam nossas duas gostosas colegiais. Seu Apolinar quase sempre via as duas colegiais passarem todo dia na frente do seu negócio quando iam para o colégio. O velho achava as duas lindas, mas a que mais interessava era a mais nova, a linda. Mônica não tinha tudo bem desenvolvido, mas tinha onde pegar e dar uma trepada violenta até fazê-la gozar como uma puta profissional. Já era sábado de manhã e as colegiais amanheceram em seus respectivos quartos. Mônica nem percebeu a que horas a irmã tinha chegado depois de uma baita punheta quase na frente dos queridos pais, e assim poder despertar seu instinto sexual. Mônica, já acordada no quarto com sua roupa íntima sexy, a jovem se preparou para levantar e sair do quarto coberta com uma toalha rumo ao chuveiro. A colegial, já no banheiro, se preparou para tirar a toalha, tirou o sutiã e se viu no espelho. Tinha uns peitos não tão grandes, mas sim firmes, lindos, carnudos. A garota começou a posar na frente do espelho, apenas coberta pela minúscula calcinha fio-dental. Mônica começou a tirar a calcinha lentamente até deixá-la no chão e ficou completamente nua. Se via tremendamente sensual. Pouco depois, foi tomar banho... Minutos depois de se lavar, a colegial foi para o quarto. Depois de se secar, começou a se vestir. Colocou uma minúscula calcinha fio-dental marrom que destacava sua bunda não tão desenvolvida. Em seguida, vestiu o sutiã sobre aqueles peitos médios, que não sofriam com a gravidade apesar do tamanho. Depois, colocou uma legging preta que marcava seus pequenos e apetitosos glúteos duros. Para finalizar, sua blusa cropped, sem mangas e colada ao corpo, deixando a barriga lisa e sem um grama de gordura à mostra. A garota saiu do quarto para tomar café da manhã... Lá pelo meio-dia, a mãe de Mônica mandou a filha comprar umas verduras no mercadinho do seu Apolinar. A colegial, meio de cara feia, disse pra mãe que tá bom, mas a menina não é que odiasse aquele velho, mas também não gostava dele. Ela não curtia como aquele velho ficava olhando com cara de safado pra ela e pra irmã quando iam pra lá. Colégio… mas fazer o quê, a mãe dela tava mandando e tinha que obedecer. A colegiala, com a cara meio emburrada, pegou o dinheiro e foi pro mercadinho do velho Apolinar. A novinha ia andando na direção do mercadinho do verdureiro velho, com aquele andar sensual, aquela legging que se enfiava bem no meio das duas bundas bem empinadas. A guria chegou no mercadinho do velho. Seu Apolinar, ao ver a novinha chegando, lambeu os lábios ao ver como ela tava vestida, tão gostosa e provocante. Nos pensamentos dele, ele dizia: "Mas que mulherzinha mais deliciosa pra arrebentar essa buceta na porrada, uma puta tremenda…", pensava o velho. O velho, tão bitolado nos pensamentos tarados sobre a novinha, nem ouviu que ela tava falando com ele. Quando o velho se tocou, disse: "Sim, minha menina, tava me dizendo? Desculpa não ter prestado atenção, o que cê quer?" Mônica só via o velho olhando ela com cara de tarado, e com a voz bem sensual disse: "Seu Apolinar, quero dois quilos de tomate, um de batata e um brócolis, por favor." "Claro que sim, minha rainha, o que a senhora pedir, já vou pegar seu pedido." Mônica, apesar do velho sempre olhar ela com cara de safado, também gostava de como ele tratava ela, chamando de "minha rainha" ou "minha princesa". Mônica, como não tinha namorado e nunca tinha ouvido palavras tão bonitas, ficava corada e meio que sorria pro velho. "Aqui está seu pedido, minha rainha, são 1000", disse o velho, e sorria com a boca quase sem dentes, tentando que a guria sorrisse de volta. "Obrigada, Seu Apolinar, muito obrigada." E a guria tava quase indo embora quando o velho falou: "Menina linda, queria te dizer uma coisa, desculpa", ele disse pra novinha. "Siim, pode falar, Seu Apolinar", com a voz doce a novinha respondeu. "Desculpa a ousadia, mas é que queria te falar que essa sexta que vem é meu aniversário, e como sou viúvo e sozinho, não tenho nem amigos nem nada. Queria saber se você, minha rainha, queria vir aqui no mercadinho, a gente come bolo, refrigerante e vê televisão, umas 7 da noite. Tô sozinho, não tenho ninguém pra compartilhar — disse o velho com a cara triste. Don Apolinar, todo solto, pedindo um puta favor pra essa gostosa, achando que ela ia dar bola pra ele, mas ele só queria ver se a menina topava e talvez ter uma chance com ela… A jovem, ao ouvir a proposta, ficou de boca aberta e pensou: "Como esse senhor tem coragem de me chamar pra casa dele pra comemorar o aniversário dele? Mmmm", dizia a garota nos pensamentos, mas ao mesmo tempo ficava do lado dele ao pensar que ele não tinha ninguém pra passar o dia do aniversário, sem amigos e sem esposa, pensou a jovem, imaginando a tristeza que ele ia passar naquele dia… A jovem, agora com uma voz doce, respondeu: "Aiii, don Apolinar, a verdade é que não posso, meus pais não deixam eu sair tão tarde nem nada. Sinto muito, espero que você se divirta no seu dia e desculpa eu não poder ir. Obrigada pelo convite e sinto muito por você não ter ninguém pra te acompanhar", disse isso por último a bela jovem… "Tá bem, bonequinha, entendo. Pelo menos queria te falar, nada mais, e desculpa a ousadia de te pedir um favorzão desses." O velho, ao ver que a garota virou as costas e foi pra casa, só pensou: "Mmmm, achei que essa menina ia dizer que sim, que queria me dar um puta festão no meu dia, mas fazer o quê, outra hora aparece." O velho via ela se afastando cada vez mais do negócio dele. Depois, passaram-se os dias pras duas colegiais, fazendo suas tarefas, indo pra escola, fazendo lição, etc… Na quinta à noite, o pai das colegiais chegou da rotina de trabalho. Como já falamos, ele trabalhava como caminhoneiro, às vezes passava vários dias fora, deixando a família em casa e as filhas estudando. Já na sexta, pra fechar a semana, Marcela, chegando do estudo, disse pra mãe que queria permissão pra sair com umas amigas pra uma festa que ia rolar no centro da cidade. A mãe, meio pensativa, disse que sim, mas que por favor não chegasse tarde. Tão tarde, Marcela foi direto pro quarto dela tomar um banho e se arrumar pra sair pra farra com as amigas... A Mônica tava no quarto dela, feito uma menina boazinha, fazendo a lição de casa pra poder descansar o fim de semana inteiro, quando foi interrompida pela mãe dela falando: "Oi, filha, olha, sua irmã vai sair com as amigas, e eu e seu pai vamos dar uma saída pra resolver uns corres, porque seu pai quer comprar umas paradas pro trabalho dele. A gente chega um pouco tarde. Deixei comida pronta ou umas frutas, se quiser comer alguma coisa, tá de boa", a mãe falou. A jovem colegial responde pra mãe: "Por que vocês vão me deixar sozinha? Sabe que eu não gosto de ficar sozinha, mãe. Me leva com vocês, pelo amor..." "NÃO, Mônica, já te falei que não dá. Tá bom, entende? Outro dia eu te levo pra passear ou alguma coisa, tá bem? Vai dormir cedo, entendido?" Com essa última fala, a mãe saiu do quarto da filha e foi embora. Mônica, meio frustrada e triste ao mesmo tempo, não falou mais nada e continuou fazendo a lição da escola.
Uma hora depois, todo mundo já tinha saído de casa, tanto os pais quanto a irmã. A Mônica já tinha adiantado bastante a tarefa escolar, então decidiu descansar e foi assistir TV no quarto dela, mas não achava nada bom pra ver e se distrair. A jovem tava super entediada e não sabia o que fazer. Bom, talvez até soubesse o que fazer naquela noite, quando lembrou que o seu Apolinar tava fazendo aniversário hoje e tinha convidado ela pra ir na casa dele comer e assistir TV. Mas a Mônica não queria desobedecer os pais saindo de casa. Só que, como tava super entediada, não sabia o que decidir: ir na casa do velho Apolinar e desobedecer os pais, ou ficar sozinha e entediada em casa...
Duas horas antes, na casa do velho Apolinar, o velho decidiu fechar o negócio dele mais cedo, porque, como a gente falou, era o aniversário dele e ele queria descansar um pouco mais. Então fechou o barraco dele. O velho já na sala de casa, meio suado, com a camisa não muito limpa, mas como o velho não tinha ninguém pra impressionar, quase... Nem se lavava, então decidi só tirar a roupa que tava usando pra vestir algo mais confortável pra ficar dentro de casa. Colocou uma calça de moletom cinza meio largada e confortável, que também não tava lá muito limpa, e uma camiseta que antes era branca, mas de tanto usar, suar etc... agora tava amarela. O velho, já confortável em casa, resolveu pegar um bolinho pequeno, tipo umas 5 fatias, e colocou na mesa. Ele ia celebrar o aniversário sozinho, sem companhia nenhuma — foi o que ele pensou, mas não imaginava a surpresa que o destino tinha preparado pro Velho Apolinar.
Enquanto isso, na casa da linda colegial, ela ainda tava indecisa, sem saber o que fazer. Pensando e pensando, a jovem se decidiu: iria até a casa do velho verdureiro, desobedecendo os pais ao sair sem autorização. Então resolveu tomar um banho e se arrumar pra ir pro aniversário do Velho Apolinar. Ela achava que ia só comer alguma coisa e ver TV, mas não sabia que ela mesma ia ser a comida do velho — essas eram as intenções do Velho Apolinar...
Minutos depois, a gostosa colegial já no quarto dela, pelada, começou a se vestir. Pra começar, colocou uma calcinha fio dental rosa que levantava as bundinhas dela, não tão desenvolvidas por completo, mas duras e firmes, nunca apalpadas por nenhum homem, só por ela mesma. Depois, a garota vestiu um sutiã quase da mesma cor pra deixar o conjunto mais sexy, ajustando os peitinhos tipo laranja, mas durinhos, com vontade de serem chupados e espremidos até o fim. Aí colocou uma minissaia azul tipo lycra que ia bem acima das coxas, mostrando quase toda a bundinha gostosa e recém-desenvolvida dela. Depois calçou umas sapatilhas de salto baixo, brancas, exibindo as pernas de menina quase mulher. Aos poucos, a garota foi se vestindo pra ficar toda uma diva. Por fim, vestiu uma blusinha cropped coladinha no corpo, que destacava os peitos perfeitamente, mostrando uma cintura sem nada de gordura, macia e lisinha. Nenhuma vareta. Quase pronta, a jovem começou a se pentear e tudo mais pra ficar uma gostosa... Então, já pronta, a garota se preparou pra sair de casa rumo à casa do velho verdureiro. Já eram umas 8 da noite, quase não tinha ninguém na rua, e ela seguiu andando até o destino. Bem na hora de chegar, a jovem esperou que realmente não houvesse ninguém na rua pra poder espiar a casa do velhote e ninguém a ver entrando naquela casa, porque o bairro é cheio de fofoqueiros e, se descobrissem que ela entrou na casa de um velho naquela hora, poderiam contar pros pais dela, e aí sim ela se meteria em encrenca com os queridos pais dela... Enquanto isso, o velho Apolinar, dentro de casa, sentou-se à mesa, já tinha acendido uma velinha no bolo pra poder curtir e cantar parabéns pra ele mesmo. Mônica esperou uns 5 minutos, vendo que não passava mais ninguém, e então se aproximou da casa do velho e tocou a campainha... O velho já estava pronto pra cantar parabéns pra ele mesmo quando foi interrompido pela campainha da casa: ringgg ringgg ringgg... Mas quem diabos será? Não pode ser — começou a gritar o velho, e disse em voz alta: "Não estou atendendo, o negócio já fechou, vocês não estão vendo?" E, frustrado porque ninguém respondia do outro lado, decidiu se aproximar da porta e abrir a janela. Quando abriu a janela pela metade, percebeu e quase babou de surpresa ao ver a jovem toda mudada e muito linda na frente da porta dele. O velho, de susto, fechou a janela de novo e pensou: "Mmmmm, mas não pensei que ela viria. Que tremendo boquete vou comer hoje no meu aniversário, sim, sim!" — dizia o velho nos pensamentos dele, e então, sem pensar duas vezes, abriu a porta e falou: "Mas o que você está fazendo aqui, minha rainha? O que você deseja, bonequinha?" Mônica, meio corada ao ouvir o velho elogiando a beleza dela com essas palavras, respondeu: "Aiiii, seu Apolinar, não se lembra que me convidou pro seu aniversário? que hoje é o aniversário dela, né? o velho nem sabia o que responder ao ver os lábios sexys da novinha se mexendo enquanto ela falava… assim, claro que lembro, mas por que você não me disse nada, minha princesa? não sabia se você vinha, mas passa, entra, vai pra mesa que ali tem o bolo, passa, passa, minha princesa. o velho deixou ela passar, deu uma olhada pra ver se não tinha ninguém na rua, também pra ver se alguém viu aquela mulherão entrando, e como ela é menor de idade, ele ia levar todo o peso da lei… vendo que não tinha ninguém, o velho fechou a porta e alcançou a novinha. a gata sabia que o velho vinha atrás dela e imaginava que ele tava secando ela como sempre, mas ela ignorou e continuou andando com movimentos sexys até onde ficava a sala de jantar. o velho tava besta vendo aquele espetáculo tão perto dele. meia hora depois de conversar e comer bolo, os amigos — porque até agora eram só amigos e nada mais — "sua companhia é muito boa", dizia o velhote. "mas tem uma coisa que eu quero fazer há um tempão." — "O quê?" — "Bom, uma dançada. É que passo o dia inteiro trabalhando, a semana toda, nem tenho tempo." — "Entendo. É difícil pra você." — "Pois é. Mas agora que você tá aqui, a gente podia dar uma dançada. O que acha, vamos dançar?" — "Mas o senhor sabe dançar, seu Apolinar?" — "Não sei muito, mas se você me ensinar, o que acha?" — "Bom, tá bem, seu Apolinar." Assim, os dois se levantaram da mesa e seu Apolinar ligou o som e colocou uma música meio romântica pra ocasião. O velho tava tão empolgado de poder pegar o corpinho maravilhoso da novinha e ficar tão perto dela. O velho verdureiro pegou ela pelas costas com o braço mais habilidoso, o direito, e o outro enganchou por trás, já que o calor tava concentrado na sala. O velho tinha quase a mesma altura da novinha, embora ela tivesse dificuldade de abraçar ele com os bracinhos, já que ele O velho era um baita pedaço de carne. Ela sugeriu que ele a segurasse pelos ombros, coisa que o homem atendeu no começo, mas em questão de segundos os braços do velhote já deslizavam pela parte baixa das costas da moça. Os dois conversavam como se fossem namorados e, aos poucos, a garota começava a se sentir relativamente à vontade. Enquanto dançavam a segunda música, bem coladinhos um no outro — mais pela insistente decisão do velho tarado, que a segurava com uma paixão minuciosa —, suas mãos suadas já se posicionavam bem no limite onde começam as nádegas. Ele ardia de vontade de descer por ali e examinar aquelas bundinhas redondas e recém-desenvolvidas. O velho se aproximou dela, encostando seu rosto seboso e pálido na maciez das bochechas dela, onde encontrava aquele conforto do qual tanto foi privado em sua vida miserável. Ela, com as mãos trêmulas, apoiava-se agora nos ombros do parceiro de dança.
Enquanto isso, o velho verdureiro, notando que a garota estava completamente distraída (com certeza pensando no que diria aos pais quando chegasse em casa e não o encontrasse ali), já começava, de forma disfarçada e quase imperceptível, a apalpar aquelas carnes firmes. O que suas mãos sentiam não tinha comparação com o que se falava da beleza da moça — era ainda melhor. Ele subia e descia, sentindo cada centímetro possível, dos quadris até a cintura da garota, ficando ainda mais excitado por saber que estava diante de uma mulher doce, jovial e virgem.
— Como você dança bem, minha rainha... — falou o velho, aproximando-se da orelha direita da menina, sentindo também aquele cheiro indescritível, mas tão calmante, de caramelo que emanava do doce perfume da linda jovenzinha, enquanto sentia seu pau ficar ainda mais duro. — Mas com certeza já te disseram isso antes, não foi?
MÔNICA sentiu um leve, delicioso e inesperado arrepio que começou em suas orelhas finas e fez um percurso plausível por toda a sua extensão. As partes mais hipersensíveis do corpo dela, embora praticamente todo o corpo dela fosse assim, era basicamente o jeito promíscuo dela pensar, e ultimamente, de agir. Ela não respondeu à pergunta que o parceiro de dança fazia; a consciência dela tava mais focada em aproveitar as delícias daquele percurso elétrico enigmático que a levava aos confins do prazer, sentindo vergonha assim que o efeito passava, relaxando com um suspiro que escapava dos lábios encantadores dela. O velho só interpretou essa última reação como sinal de que a gata tava se divertindo pra caralho, então apertou ela mais contra ele, agora, com a ousadia de colocar o pau dele na altura certa pra que a menina sentisse o quanto aquilo tava duro e empinado. Obviamente, a inocente sentiu a dureza daquele membro, desrespeitando a saia curta dela, e atravessando até se levantando levemente, com ameaça real de chegar na calcinha da garota. Aquilo se encaixava de um jeito tão coordenado que, se não fosse pelas roupas, tudo já tava pronto pra tão desejada penetração pelo velho. Isso obviamente alarmou ela, embora de certa forma achasse engraçado ver o nível de excitação daquele sujeito, colado nela e com aquela ereção… ela se sentia admirada, desejada, gostosa… Além disso, entendendo o perigo daquilo, sabia que precisava botar um fim nisso tudo, nesses níveis de ousadia de ataques corporais, mais que qualquer coisa. — Seu… — disse a garota com a voz sensual dela. — Fala Apolinar, minha vida, minha gata. — Ok, seu Apolinar… tava falando que a música já acabou… e a gente combinou que só dançaria um pouco… — Vai mais um par. Você dança bem gostosa — a gente tá se divertindo, né? Na sequência, o verdureiro esfregava de jeito frontal e disfarçadamente potente contra a menina pra ela sentir de novo aquele mastro inquieto. Mônica entendia muito bem a atitude do velho que a tinha presa ao corpo flácido dele. -Esta última e pronto, tá bom? É que sério, já é tarde e eu tenho que ir pra casa, senão meus pais vão me encher o saco. -Hmmm…? –resmungou o velho tarado, completamente vidrado naquelas cutucadas. -Que a gente vai dançar essa e pronto –respondeu a garota com certa impaciência, sentindo cada cutucada sem vergonha perto da buceta dela. -Sim, sim. O que você disser, mocinha. Embora a gente não tenha dançado muito, é bem pouco. A menina, apesar de sentir aquelas cutucadas que não paravam e pareciam querer abrir a minissaia dela com aquilo, tentou olhar pra trás, mas foi inútil porque a barriga enorme do velho bloqueava a visão. Ela vagava naquela cena, tentando entender o ridículo que era o velho ficar cutucando ela, mesmo sendo uma simples dança, mas a mente dela já tava imaginando como seria aquele velho mostrando aquele pau bem duro e brilhante. Vou te dizer uma coisa, menina: você é uma garota muito… gentil, muito gostosa. Você me atrai pra caralho… jejeje… é a verdade –disse o velho –Pra mim, você estar aqui comigo, dançando com um velhinho como eu, porque não tem chance de uma menina tão doce e linda como você reparar em mim, impossível. Mônica realmente não sabia o que dizer diante das declarações da boca babona do velho, que dava até pena. A colegial baixou a cabeça, se sentindo envergonhada. Já tinham dançado várias músicas e ela nem percebia. Obrigada, seu Apolinar, por se declarar pra mim e dizer essas coisas tão lindas. -De nada, mocinha. Eu tô feliz de você estar aqui comigo, dançando com esse pobre velho, porque, sendo sincero, né?, a gente nunca teria a oportunidade de estar com uma doçura tão delicada e linda como você. -Que isso, seu Apolinar… –disse a garota com uma voz doce e inquieta por causa dessa espécie de declaração que o velho tarado tava fazendo, além de que a respiração dela ficava ofegante, mais do que qualquer outra coisa, pelo fato de o velho apertar ela cada vez mais contra ele. O pervertido. expressava esses sentimentos por ela, dificultando a respiração, praticamente enfiando o pau na buceta dela. — Tô falando a verdade, gata. — É, bom, é que, tipo, me dá uma vergonhinha você falar tanta coisa bonita assim, hehe. — Não precisa ter vergonha, princesa, como já te falei, é a pura verdade. Seus pais te fizeram com muito amor, por isso você saiu tão gostosa, hehe. — Seu Apolinar, por favor, para, que eu fico muito nervosa. — A garota, que respirava pesado e, apesar de sentir o que ele dizia, tava gostando e esperava que o velho continuasse na mesma. Faz tempo que você me atiça. E tô apaixonado por você. Princesa… tô morrendo de vontade de te falar um monte de coisa que você nem imagina… dizia o velho, continuando a enfeitiçar a menina com as palavras. — E… que coisas o senhor teria pra me dizer? — perguntava com um ar de escrúpulo, mas com um nervosismo evidente, sorrindo e engolindo um pouco de saliva depois de falar, sabendo o que aquilo provocaria ao fazer uma pergunta dessas. — Ai, meu amorzinho… MÔNICA foi surpreendida por um apertão do homem gordo, que a apertava contra a barriga saliente e aquele peito suado, apoiando as mãos largas e firmes nas partes onde começavam as deliciosas bundas dela. O velho safado começava a enfiar as mãos por baixo da MINISSAIA leve, praticamente sentindo a calcinha íntima e delicada da garota. — Desde que te vejo passar todo dia pro colégio com sua irmã, você me pegou por dentro — dizia o homem, olhando pros lábios brilhantes dela, com uma cara de tarado. — Não! Não, não, não — expressava a garota, alarmada ao ver que o homem começava a remexer a parte de baixo da saia, começando a vasculhar por baixo dela. — Seu Apolinar… o que o senhor tá fazendo!? — Ai, princesa. Você é uma delícia. A menina entendia que os ânimos subiam muito mais, principalmente pela maneira tão vulgar e insolente com que o verdureiro se referia a ela. — Não. Não, seu Apolinar, pelo amor de Deus —Me solta, por favor! Não, não! — gritava a jovem.
—Sabe de uma? Só quero passar um tempo gostoso contigo, jejeje.
—Não, seu Apolinar… me solta, não, pelo amor de Deus!
A menina já não via tanta inocência naquele jogo de perguntas que os dois faziam, embora tivesse que admitir que aquela brincadeira de resistência (da qual ela não participava muito, se achando mais fraca que o homem) começava a ser, senão divertida, pelo menos curiosa — porque, sem querer, ela gostava daquele tipo de submissão.
—É, gostosa, você é muito boa. Me diz uma coisa… que tal um beijinho? O que você acha, mocinha? — dizia o homem, praticamente encostando os lábios calejados nos lábios brilhantes da garota. Ela tentava desviar, mas acabava esbarrando naquela boca desalinhada que roçava seu rosto, sentindo ainda o velho cutucando ela com a dureza da ereção dele.
—Seu Apolinar, escuta, não… Para, eu tenho que ir. Me solta, eee… meus pais vão me xingar.
—Ah, minha filha. Vai, não seja ruim. O que custa? Só um.
—Não, seu… é que não posso.
—Pois é, menina — disse o velho. — Então deixa eu dançar mais um pouco com você. Você não sabe como eu gosto de te ter assim comigo… Acho que não vou ter outra chance de te ter do meu lado assim. Daqui até você voltar… Melhor deixar eu ficar um pouco assim com você. Nunca estive com uma princesinha tão bonita quanto você. — Ele voltava a adoçar a menina já feita mulher com as palavras.
—Seu Apolinar… — dizia a bonita com um ar resignado e uma ternura que voltava a vencer ela. — Tá bom, mas só um pouquinho, sim?
—Você tem um corpo bem gostoso, mamãe. Vai, dá esse gosto pra esse pobre velhinho que se contenta em ficar com você, aqui, sozinho, no aniversário dele.
—Ok. Mas só mais um pouco, porque de verdade, eu tenho que ir, senão meus pais podem me xingar… E olha que eu tô fazendo isso só pelo seu aniversário, tá?
A menina colocou as mãos no peito do assediador, e elas viajaram até os ombros.
—Obrigado, minha vida. Você me faz muito feliz. Você não sabe como você é deliciosa.
A esplendorosa. colegiala, com um pouco mais de calma, conseguia prestar atenção em certos detalhes, como o suor incansável do velho, o cheiro do suor e, de forma bem precisa pra ela, aquela dureza que tava roçando na barriga dela, que se mexia, exatamente, a cada passo, cada movimento da dança, se posicionando bem na altura da parte mais sensível dela. Um formigamento curioso e impertinente atacava ela sem querer. Então, ela continuava sendo vítima dos próprios formigamentos baixos, mordendo os lábios finos, como se com isso tentasse segurar o quanto tava gostando. Olhava pra outro lado, mas sempre caía na cara grotesca do degenerado, que de repente deixou as mãos descerem de novo da cintura da garota e, já sem disfarçar tanto, agarrou uma das bundas da menina. A menina esperou, querer continuar resistindo era uma batalha perdida, ou era o que ela queria pensar, porque segundo ela, assim que terminasse a "dança", ia parar de ser "assediada" daquele jeito.. Só que isso só servia pra animar o homem, era muito óbvio, porque os avanços dele ficaram mais ousados e já eram uma espécie de apalpação em todo aquele par de bundas durinhas meio desenvolvidas, amassando elas sem dó, do jeito que ele queria. Assim, a pobre jovenzinha só conseguia se segurar ficando abraçada no corpo frágil do velhote, permitindo os amassos, cada vez mais propensos a uma consequência que qualquer homem teria ao ter uma garota tão jovem. Ela justificava tudo, que um pobre velhinho pedia com pena e ela, não sendo uma garota má, não devia negar. Mas também, com tanta apalpação na cintura e, principalmente, na bunda dela e aquela pontada grossa de pau que a barriga dela recebia, aos poucos, ela foi sendo vítima de êxtases gostosos na buceta, que foi produzindo aquela umidade lubrificante, que aumentou ainda mais quando o velho, com mais coragem do que jeito, começou a dedar o buraco traseiro dela por baixo da bunda. Foi um tesão danado pra garota. Gostosa, ela sentia até como se sua buceta escorresse, uma sensação tão indescritível e digna só do próprio corpo dela. O velho não se atrevia de todo a acariciar aquele lugar incrível, porque ainda acreditava numa possível resistência da jovem. O que o encorajou foi aquela respiração pesada que a colegial fazia, sinal inequívoco da fraqueza exata que aquela mão causava nela, e prova disso foi que ela mesma, com arte erótica, parou sua bunda bem proporcionada para que o homem tivesse melhor acesso e ele começasse a apalpar por cima da roupa. O velho verdureiro estava que não acreditava. A realidade incrível estava lhe permitindo direitos sobre uma gostosa muito, muito distante das condições dele e toda predisposta para ele. Levou as mãos até o quadril da garota e, com passo intrépido, a rodeou para poder girá-la e ficar colado por trás dela. A colegial, que tinha agido de forma negligente diante desses movimentos, podia sentir a dureza daquele pau que batia com firmeza bem no meio das suas nalgas, sentindo-se altamente nervosa, levando-a a um êxtase indescritível por toda a sua anatomia. Aquela ereção começou a frictionar com mais vontade, como se o velho realmente a estivesse penetrando à vontade, manobrando ao mesmo tempo uns apalpamentos grosseiros na zona vaginal. A gostosa realmente começava a gostar, tentava evitar com suas respirações cansadas, seus gemidos abafados, aquele apertar de lábios e seus olhos fechados eram tentativa disso. O homem praticamente a estava masturbando, mesmo quando só estava tocando por cima da sua saia leve, e ainda assim ela não conseguia resistir, sentia tudo tão gostoso que permitiu que ele abaixasse as mãos pelas suas coxas e de novo subisse, mas agora por baixo da saia, percorrendo sua calcinha fio-dental e apalpando sua barriga lisa, sem nenhum modo, nem mesmo um gesto involuntário, toda ela cedia ao prazer alheio do verdureiro. O velho apalpava toda aquela barriga, remexeu. pelo umbigo dela e, sem mais delongas, desceu direto pra calcinha fio dental da menina, enfiando as mãos e descobrindo uns pelinhos vaginais fininhos, recém-depilados. MÔNICA se enchia de arrepios gostosos, o velho respirava no pescoço dela e isso era um estímulo perfeito pra deixá-la mole. Daí o homem começava a dedilhar ela de novo, e ela era sacudida com força, parecia uma boneca DE PANO que se deixava levar. Apolinar, ao mesmo tempo, começou a enfiar os dedos bem mais pra baixo, encontrando a área prometida da colegial. — Hmmmm… Mas você tá uma delícia, meu amorrrr. Que gostoso, que gostoso o seu corpo — falou o velho nos ouvidos sensíveis da menina, que sentia os arrepios e ficava bamba só de ouvir aquela voz grave e um bafo de cerveja. — Mas que bucetinha gostosa. Por que não me empresta ela um pouquinho, hein! Você não sabe a vontade que eu tô de você. Tá uma gostosa, meu amorrrrr… — Não, seu Apolinar… Não… me toca… — murmurou a menina, arrastando as palavras, fechando os olhos, colocando as mãos por cima das mãos enrugadas do velho, como se estivesse acompanhando, mais do que impedindo, e ao mesmo tempo sugerindo onde ele deveria ir, enquanto mexia os quadris como um ato de resistência que mais parecia no ritmo da dedilhada que o velho tava dando. O velho começou a lamber uma das orelhas brancas dela, encharcando de saliva, sentindo aquele gosto gostoso de menina limpa e perfumada. Ela fez o mesmo, sentindo a pele arrepiada, virando a cabeça pra dar ao velho o lugar certo e deixar ele continuar com aquela lambida circular que dava com a língua pontuda e molhada. O coitado do homem já não aguentava mais, o pau dele soltava um monte de líquido pré-seminal que acabou formando, na calça cinza dele, uma mancha escura e molhada que a menina sentiu quando ele roçou uma das bundas dela, pensando que ele tava se mijando. O velho sabia se segurar bem, e continuava devorando com muito tesão aquela linda orelhinha esquerda que a menina expunha, já que ela bem teve que notar como era delicioso pra ela essas chupadinhas, e bastava só ver aqueles olhos lindos fechados com aqueles cílios bonitos. Pra comprovar, o velho levantou a saia da menina acima da cintura dela, ficando só à vista uma calcinha rosa. O velho achou que ela ia parar ele ou pelo menos reprovar o fato, mas longe disso, a menina mantinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior. O velho, tão extasiado e encorajado pela cena, começou a invadir o pescoço fino, começando pela parte de baixo da orelha e beijando aos poucos aquela pele lisa. A garota mexia a cabeça se coordenando pra ele ter uma grande chance, se arrepiando e delimitando a área, mas voltava a se recompor e de novo sentia aquelas chupadinhas, enquanto a respiração já tava forte e acelerada, o rubor aceso nas bochechas finas. Ela podia sentir como o dedo do velho já percorria a buceta dela sem nenhuma resistência da parte dela, começando a entrar nos lábios internos, ainda sem chegar a distâncias alarmantes. A lubrificação que a buceta dela tinha soltado permitia facilidade pra qualquer penetração, e ainda aquilo tava escorrendo, pela buceta dela corria uma fonte de líquidos que anunciavam a disposição natural do corpo dela pra alojar qualquer carnuda, de igual natureza, dentro dela. Rapidamente ele começou com movimentos de masturbação por toda aquela rachinha da garota, fazia de um jeito bem devagar, tentando gerar mais líquido. Voltava a beijar o pescoço dela, torcendo ela mais uma vez, fazendo ela girar pra ficar de novo de frente, praticamente colocando a boca fedorenta dele na boquinha fresca da linda Colegial, que recebeu só um pouco, ao sentir talvez um cheiro insuportável de cerveja, ela voltando a expor todo o pescoço. O velho mal pôde aproveitar aquela frescura, mas sabia que era questão de tempo pra ele poder pegar toda aquela cavidade bucal. Enquanto perdia seus beijos e lambidas por todo o rosto e pescoço da guria, envernizando-a com sua saliva grossa que parecia nunca acabar. Ela ajustava o corpo, encaixando-se nele, mas agora com iniciativa e tesão, comprimindo aquelas massas numa só, apesar das deformidades que o velho tinha. Ela o envolvia pelo pescoço, praticamente puxando ele pra perto. O verdureiro, tão satisfeito com isso, começou a passar a mão nas pernas da mina, de um jeito violento e quase rasgante, como se o momento estivesse prestes a gozar. De repente, habilidoso, ele arrastou um dos braços e pegou a mãozinha da garota pra guiá-la até a ereção dele, sem que ela oferecesse resistência. MÔNICA estava surpresa e tão molhada que qualquer ato parecia normal, os olhos dela continuavam perdidos, assim como a mente, mas ela conseguiu notar bem o tamanho daquele pacote que tinha se esfregado na frente e atrás dela. CONTINUAR AAAAAAAA….. SEGUNDA PARTE Espero que gostem desse relato, abraços
0 comentários - 2 irmãs taradas pt.1