DUAS IRMÃS PERVERTIDAS - PRIMEIRA PARTE: O Despertar Sexual da Irmã Mais Nova. Mônica e Marcela são duas jovens nascidas em uma cidade da América Central onde a criminalidade é abundante. Seus pais viviam trabalhando para poder sustentá-las e dar tudo o que estava ao seu alcance. O pai trabalhava como caminhoneiro, era um homem obeso, com cerca de 45 anos, de pele morena clara. A mãe das duas jovens era uma senhora muito gentil e querida no bairro onde moravam. Não era muito alta, media cerca de 1,50m, tinha um corpo bem formado e 32 anos. Ela vendia sucos naturais em um ponto de ônibus perto de casa, atendendo as pessoas que pegavam o ônibus cedo e os motoristas que estacionavam ali. Assim era a vida dos pais das jovens.
Mônica já tinha um corpo muito bem feito, que despertava paixões por onde passava. Não era muito alta, media cerca de 1,60m, de pele morena clara, cabelos pretos e olhos castanhos. É uma jovem muito bonita, magra, sem gordura aparente devido à cintura estreita. Tem um rostinho de santa, mas com uma mente de diabinha. Tinha pernas um pouco finas, mas firmes, e sua bunda não era muito grande, mas era firme e dura, também empinada e um pouco arrebitada. Seus peitos pequenos, já um pouco crescidos, eram do tipo que qualquer homem gostaria de agarrar e apertar até fazer gozar. Mônica é a irmã mais nova de Marcela.
Marcela é uma jovem que acabou de completar 18 anos, já era maior de idade. Era uma mulher muito gostosa, tinha quase a mesma cor de pele da irmã mais nova, só que ela tinha o cabelo pintado com mechas loiras, olhos castanhos e um rosto igualmente de safadinha. Quando caminhava pela rua, sorria para qualquer homem, seja velho ou jovem, seja por educação ou porque gostava de ser olhada com desejo. A jovem tinha um corpo muito bonito, com peitos grandes e duros que se sustentavam sozinhos quando não usava sutiã. A garota tinha uma cintura muito bem definida e uma bunda que podemos dizer ser de tamanho médio e dura. e firmes. As duas irmãs gostosas estudavam numa escola pública, onde não se paga mensalidade, e levantavam paixão por toda a escola. Definitivamente, eram duas das garotas mais desejadas do colégio, até mesmo os professores queriam dar em cima delas e meter uma foda violenta nas duas colegiais, mas, com medo de serem demitidos, só comiam elas com os olhos. As jovens vestiam suas saias da escola tão curtas que quase chegavam nas bundas.
Uma sexta-feira à tarde, o sinal de saída tocou no colégio. Mónica foi buscar a irmã na sala para irem juntas para casa. Quando a jovem chegou na sala e encontrou a irmã, disse:
"Marce, vamos embora para casa", disse Mónica.
"Não, irmãzinha, acho que ainda não vou, porque tenho que fazer um trabalho em grupo com os meninos para adiantar a tarefa. Diz pros nossos pais que eu chego um pouquinho mais tarde", disse Marcela para a irmã mais nova.
"Tá bom", disse Mónica, "mas não chega tarde, porque mamãe e papai ficam bravos quando não chegamos juntas."
Mónica se dirigiu para a saída da escola para ir em direção à casa, caminhando de um jeito muito sensual, com a saia bem levantada, mais do que o normal. Colocou a mochila nas costas, saiu do colégio e seguiu rumo à sua casa.
Mónica tinha que passar por um parque meio que para namorados, onde muitos casais iam para se divertir e dar uns amassos violentos. A jovem estava passando pelo parque e, por estar olhando o caminho, não percebeu que havia uns homens mais velhos, não mais que 45 anos, alguns com 35 e assim por diante. Eles estavam bebendo cerveja e fumando quando viram a garotinha passar com a mochila nas costas, caminhando de um jeito muito sensual, balançando aquele bumbum durinho e bem formado que, por ela ser magrinha, ficava perfeito.
Um dos senhores falou: "Mas olha que gostosa, hein, rapaziada. Mmmm, que delícia pra meter e engravidar", disse um deles também. Um dos senhores, o mais ousado do grupinho, começou a assobiar e falar algo vulgar, já que... viu que não tinha muita gente no parque... gostosaaaaaa mas que delícia você tá, pra te arregaçar na minha cama, meu amor siiiim, você gostosa, a da saiazinha azul, gostosaaaaa se dirigiu até a Mônica... A jovem meio que ouviu o que ele dizia, virou seu rosto lindo para ver quem falava assim tão vulgar, quando viu aquele grupinho de uns 6 senhores falando putarias pra ela... O senhor que estava assobiando e falando viu a jovem se virar para olhar e disse... olhaaa gostosaaa o que eu tenho aqui entre as minhas pernas, aqui tá o seu, agarrando com a mão o pau por cima da calça e mostrando pra jovem colegial... Mônica, quando viu que o senhor agarrava sua virilidade mostrando pra ela, ficou arrepiada ao ver o que o homem exibia, quando ele pegou na própria mão. A jovem já tinha ouvido essas putarias que homens diziam, já que quando ela e a irmã caminhavam de mãos dadas rumo ao colégio, com suas saias provocantes, qualquer tipo de homem, velhos ou senhores, falavam vulgarmente, mas Mônica nunca na vida tinha visto o que aquele homem estava mostrando, o senhor agarrava o pau por cima da calça, balançando para a jovem ver. Mônica saiu do seu meio transe ao ver aquele homem mostrando sua virilidade e, como pôde, seguiu caminhando apressada para esquecer o que tinha visto e o que aqueles senhores que estavam bebendo no parque tinham dito, e a jovem seguiu rumo à sua casa pensando no que aquele senhor tinha mostrado. Assim que chegou em casa, Mônica foi ver o que tinha para beber, porque estava um calor do caralho, enquanto bebia dava uma olhada procurando a mãe ou o pai, mas não estavam na sala, mas não passou pela cabeça dela ir no quarto deles para ver se estavam, a jovem pensou que talvez tivessem saído. Mônica foi para o seu quarto, que fica ao lado da irmã, ligou a televisão e se preparou para assistir. Minutos depois, Mônica ouviu uns barulhos em um dos quartos de como a casa não tinha muito volume na televisão, ela resolveu ir ver o que era aquele barulho. Passou pela porta de entrada do quarto da irmã, mas o ruído não vinha dali e lembrou que a irmã tinha ficado na escola. A jovem continuou andando até o outro quarto, viu que a porta estava entreaberta e pensou em passar, mas quando se aproximou do quarto viu o que estava acontecendo. Ficou parada como uma estátua, sem fala, um pouco em choque.
Sua mãe estava de quatro sobre a cama, totalmente nua, com a bunda exposta, enquanto seu pai a segurava firmemente pela cintura. Eles estavam fazendo sexo, ele a penetrava em um ritmo constante, e quando a bunda da mãe batia na sua pica, fazia um barulho bem alto. Além disso, ele dava uns tapas na bunda que faziam a mãe estremecer, pareciam dolorosos, mas o rosto dela mostrava luxúria. Monica ouvia a mãe murmurar: "Uhmmm, pussy, mais, por favor... Massss ahhhahhhh ahhhh ahhhh siiiii siiiii…"
Monica não se mexia, estava muito nervosa, não sabia o que fazer. O tempo parecia parado e ao mesmo tempo eterno. A jovem pensou em ir embora e deixar os pais na relação sexual, mas seu corpo ou algo mais não queria. Ela tinha medo de que ouvissem seus passos ao sair dali e a descobrissem.
Apesar de tudo que estava vendo dos pais, ela mais ou menos sabia o que era sexo. Uma vez, uma amiga da mesma sala tinha mostrado uns vídeos pornô, então Monica não era tão santinha assim, já era uma jovem perversa e esperando que fizessem o mesmo com ela um dia...
"Vamosssss, putaaaa, mexe mais, masss vamosssss ahhh ahhhh que gostosoooo…"
Monica ouviu a voz do pai, nunca o tinha ouvido falar assim com a mãe... A mente de Monica trabalhava mil ideias por segundo, assim como seu corpo. Sua buceta estava começando a ficar encharcada, sua respiração estava ofegante, como se tivesse corrido uma maratão. Seus peitos médios nunca tinham sentido tão duros e inchados, ela sentia que iam... explodir e lhe causava muita dor, por inércia ela começou a mover os quadris imitando o ritmo que sua mãe fazia, era como se a jovem tivesse um demônio por dentro, precisava se tocar, então levou uma mão sob seu sutiã e começou a esfregar seus pequenos e inflamados seios bem suavemente, passando ambas as mãos por toda sua extensão, fazia isso delicada e ternamente por causa da inflamação incômoda, que produto das carícias pouco a pouco foi se desvanecendo, dando protagonismo a sensações de alívio e prazer. Mas a jovem não estava satisfeita, tinha muita energia acumulada e pedia aos gritos para ser liberada, começou a apertar seus seios com mais força, imaginava as mãos daquele homem do parque quando ela passou e ele mostrou sobre sua calça sua virilidade... Mônica continuou apalpando seus seios e ao mesmo tempo começou a acariciar seus mamilos, brincava com a pressão dos dedos apalpando sua sensibilidade, quando fazia com força era dolorosamente prazeroso, e inspirada pela onda de tesão Mônica meteu uma de suas mãos sob sua saia escolar que ainda estava vestida para acariciar pela primeira vez sua buceta. Enquanto isso no quarto dos pais da jovem Mônica viu ela mesma como sua mãe levava tapas na bunda e olhava por cima do ombro para seu pai com uma cara de excitação total. Mônica continuava observando seus pais transando mas ela estava muito hipnotizada pelo que presenciava, a jovem estava com tesão, se tocava como se não fossem suas mãos, imaginando sempre as mãos daquele homem do parque, vendo seus pais fodendo, se sentia mal por um lado, mas a dominavam as sensações e o tesão, se sentia na glória através do prazer, sentia uma eletricidade por cada parte do corpo, apertava os seios com força, e tocava sua buceta com 2 dedinhos até tentando enfiá-los dentro, mas ainda guardava um pouco de razão e sabia que assim poderia machucar sua virgindade. Mônica queria gritar, queria se sentir como sua mãe, ela precisava também liberar seu sangue quente. Ela estava sentindo coisas desconhecidas e muito prazerosas que faziam acreditar que algo dentro dela ia explodir, era seu despertar sexual, ela aparentemente já queria pau... Os pais da jovem continuavam na deles, nem sequer sabiam que a filha tinha chegado da escola e que agora os observava transando, e que a jovem estava se masturbando e apalpando seus peitos por causa deles, por causa da tremenda sessão de sexo que os dois estavam tendo... "Buceta, eu adoro quando você me pega assim, como sua putinha com a bunda ao ar, pelada, aaaiii sim amor, eu adoro, assim, agarra minha bunda e me come com força,... aai papai assim, me faz sua, me transforma numa puta qualquer, eu faço o que você quiser papai se continuar me dando assim, que pau papai, é perfeito pra minha bocetaaa" dizia a mãe de Mônica toda excitada a 100%. Mônica só ouvia o que sua mãe dizia, a jovem se imaginava na cama com alguém, e com toda a tesão sentia que podia estar da mesma forma que sua mãe, "eu também queria me mexer assim, ser acariciada, e que me tocassem" dizia em sua mente Mônica. Diante de toda essa situação Mônica estava com toda sua roupa desarrumada de tanto se apalpar, sua blusa da escola aberta o suficiente para tirar seus pequenos mas bem formados seios do sutiã, seus 2 dedinhos brincando vigorosamente com sua buceta virgem e sentia a necessidade de se sentir acariciada como sua mãe estava sendo, queria algo mais que suas próprias mãozinhas. A jovem olhava pela porta entreaberta as mãos de seu pai que amassavam a bunda de sua mãe, apertavam, agarravam forte sua cintura, enquanto continuava comendo ela sem compaixão alguma. A colegial imitava os movimentos das mãos de seu pai, ela apertava sua própria cintura e realizava movimentos como se já estivesse transando "mmm", a tesão da colegial crescia a cada instante, tanto que perdeu o controle e seu instinto animal apareceu. Começou a apertar suas próprias nádegas com toda força, fechava os olhos e lembrava de todo o desejo O que inspirava sua bunda, tantas situações, comentários obscenos, e que até hoje não foram desfrutados por nenhum homem, lamentou entre seus pensamentos luxuriosos e apertou com mais força suas deliciosas nádegas. Foi então que viu seu pai brincando com um dedo no cu de sua bela mãe e, sem perceber, por inércia, ela fez o mesmo, apenas passando a pontinha do dedo bem suave, fazendo cócegas, como uma menina curiosa. Era uma sensação estranha, mas agradável, e de vez em quando tentava introduzi-lo, mas estava muito apertado, fechadíssimo, melhor dizendo, era virgem analmente.
Mas vendo como seu pai enfiava quase metade do dedo na mãe, ela não se importou e empurrou seu dedo com determinação sobre seu cu inexplorado. Instantaneamente, uma sensação explodiu em seu interior, milhares de ondas elétricas viajaram do cérebro por todo seu ser, suas pernas fraquejaram e ela sentiu que desmaiava, via tudo embaçado, e com a outra mão apertava com fúria e desejo suas nádegas. Não entendia nada, só desejava que um homem a tocasse naquele instante, como o pai fazia com a mãe, que a apertasse e a batesse. Ela nunca havia tocado seu ânus, era muito sensível, estava perdendo a consciência com a chegada de seu primeiro orgasmo, era como se se libertasse de um grande peso, era a sensação mais gostosa que a colegial já havia sentido, estava como uma louca acariciando sua buceta e tentando enfiar mais seu dedinho atrás.
O pai de Mônica começou a gemer, chamando a mãe de puta enquanto batia sem parar em sua bunda, aparentemente estava gozando dentro dela. Sua mãe só gritava: "Siiiim, sou sua puta, sou sua puta, me dá leite, siiiim, maaais leite, papai, mais porra!", até que seu pai deixou todo seu peso sobre ela e ficou morto. Sua mãe saiu rapidamente e se colocou entre suas pernas para limpar seu pênis.
Mônica finalmente pôde ver em toda sua extensão, depois de ter ejaculado, os 22 cm de pau que seu pai tinha. Ela já tinha visto pênis na internet. mas esse era gordíssimo com uma cabeça bem grande, e veias bem marcadas, era o primeiro pênis ao vivo e em cores que ela via e tinha certeza de que nunca esqueceria. Já mais tranquila, Mónica, como pôde, arrumou sua roupa, e foi caminhando devagarzinho enquanto ouvia as chupadas da sua mãe. A jovem, já em seu quarto e em sua cama macia, meditou sobre tudo o que acontecera, por um lado entendia que seu corpo estava em um processo hormonal importante, somado às conversas de suas amigas sobre suas conquistas, os comentários dos homens na rua sobre seu corpo, aquele corpo que pedia aos gritos para ser mimado, o despertar da tesura de Mónica finalmente chegara. Mas jamais pensou que seria vendo seus próprios progenitores fazendo sexo, moralmente era incorreto, mas tudo acontecera, certamente não havia culpados, e as sensações vividas gravaram-se em cada célula de seu corpo, sensações inexploradas e desconhecidas que a fizeram voar em ares de êxtase, presenteando-a com aquele orgasmo delicioso. Pouco depois, a jovem adormeceu completamente, só de calcinha, cobrindo-se com um lençolzinho cor-de-rosa. Don Apolinar, um velho tarado de 55 anos com uma tremenda pança de cerveja, olhos negros, braços fortes mas desgastados de tanto trabalho, em seu rosto tinha uma cicatriz entre a bochecha esquerda, pernas meio finas. Apolinar era viúvo, já que sua mulher morrera de diabetes, nunca tiveram filhos, não porque o velho não quisesse, mas porque a falecida dele não podia tê-los, então se conformaram em não ter filhos, mas o tempo passou e a esposa feia faleceu e agora o velho estava sozinho… o velho tarado do Don Apolinar tinha um negócio de venda de verduras naquele bairro onde viviam nossas duas colegiais apetitosas. Don Apolinar quase sempre via as duas colegiais diariamente passando quase em frente ao seu negócio quando iam rumo à escola. Ao velho, ambas pareciam lindíssimas, mas a que mais o interessava era a menorzinha, a gostosinha. A Mônica não tinha tudo muito desenvolvido, mas dava pra segurar e dar uma foda tremenda até fazer ela gozar igual uma puta profissional. Já era sábado e as duas colegiais amanheceram em seus respectivos quartos. A Mônica nem percebeu a hora que a irmã chegou depois daquela punheta quase na frente dos pais, só pra despertar seu instinto sexual. Já acordada no seu quarto, com sua lingerie sexy, a jovem se levantou pra sair do quarto coberta com uma toalha, indo pro banho.
A colegial, já no banheiro, tirou a toalha, tirou o sutiã e se olhou no espelho. Tinha uns peitos não tão grandes, mas firmes, lindos, carnudos. A garota ficou posando na frente do espelho, quase sem nada, só com o calcinha minúscula. A Mônica foi tirando a calcinha devagar até deixar no chão, ficando completamente nua, com um visual sensual pra caralho. Logo depois, foi tomar banho.
Minutos depois do banho, a colegial voltou pro quarto. Depois de se secar, começou a se vestir: colocou uma calcinha marrom minúscula que destacava sua bunda não tão desenvolvida, depois o sutiã naqueles peitos médios que não sofriam com a gravidade apesar do tamanho. Em seguida, vestiu uma legging preta que marcava seus glúteos pequenos, duros e apetitosos. Pra finalizar, a blusa decotada, sem mangas e colada no corpo, deixando à mostra seu abdômen liso e sem um grama de gordura. A garota saiu do quarto pra ir tomar café.
Na hora do almoço, a mãe da Mônica mandou a filha comprar verduras no negócio do seu Apolinário. A colegial fez cara feia e disse pra mãe que tudo bem. A menina não odiava o velho, mas também não gostava dele. Não curtia como aquele velho ficava olhando com malícia pra ela e pra irmã quando iam até a escola… mas não tinha jeito, a mãe estava mandando e ela tinha que obedecer. A colegial, com um ar meio irritado, pegou o dinheiro e foi até o negócio do velho Apolinar. A jovem seguia em direção à quitanda do velho verdureiro, caminhando com seu andar sensual, com aquela legging que entrava direitinho entre suas duas nádegas bem empinadas. A garota chegou ao estabelecimento do velho.
Dona Apolinar, ao ver a jovem chegando, lambeu os lábios ao vê-la vestida de um jeito tão gostoso e provocante. Em seus pensamentos, dizia: (mas que mulherzinha deliciosa para arrebentar a buceta a vergazos, tremenda puta…). O velho, pensando de forma tão obscena sobre a jovem, nem ouviu que ela estava falando com ele… quando o velho reagiu, disse: "Sim, minha menina, você estava dizendo? Desculpe não prestar atenção, o que você deseja?"
Mônica via claramente como o velho a olhava com desejo e, com sua voz sensual, disse: "Seu Apolinar, quero que me dê meio quilo de tomate, meio quilo de batata e um brócolis, por favor."
"Claro que sim, minha rainha, o que você pedir eu pego." Mônica, apesar de o velho sempre olhá-la com desejo, também gostava de como ele se dirigia a ela, chamando-a de "minha rainha" ou "minha princesa". Sem namorado e nunca tendo ouvido palavras tão bonitas, ela corava e meio que sorria para o velho.
"Aqui está seu pedido, minha rainha. São 10 reais", disse o velho, sorrindo com sua boca quase sem dentes, tentando fazer a garota retribuir o sorriso.
"Obrigada, seu Apolinar, muito obrigada." E a garota estava prestes a ir embora quando o velho falou: "Menina linda, queria te dizer uma coisa, desculpe", ele disse à jovem…
"Simmmm, diga, seu Apolinar", respondeu a jovem com sua voz doce.
"Desculpe a ousadia, mas é que eu queria te dizer que esta sexta-feira que vem é meu aniversário e, como sou viúvo e sozinho, não tenho amigos nem nada, queria saber se você, minha rainha, gostaria de passar aqui na loja. Comemos bolo, tomamos refrigerante e assistimos televisão, já que… Estou sozinho, não tenho com quem compartilhar", disse o velho com seu rosto triste. Don Apolinar, todo lançado, pedindo um tremendo favor a esta linda jovem, pensando que ela ia dar bola, mas ele queria falar pra ver se a garota aceitava e talvez ele pudesse ter uma chance com ela... A jovem, ao ouvir tal proposta, ficou boquiaberta e pensando consigo mesma: "Como se atreve esse senhor a me convidar pra casa dele pra comemorar seu aniversário, hmmm", dizia a garota em seu pensamento, mas ao mesmo tempo também ficou com pena, pensando que ele não tinha com quem passar seu dia de aniversário, sem amigos e sem esposa, pensou a jovem, imaginando como ele ficaria triste naquele dia... A jovem agora, com uma voz doce, respondeu: "Aiii, don Apolinar, a verdade é que não posso, meus pais não me dão permissão pra sair tão tarde nem nada, sinto muito. Espero que você passe bem no seu dia, e desculpe eu não poder ir, e obrigada pelo convite, e sinto muito por você não ter quem te acompanhe", disse essa última parte a bela jovem... "Tá bom, minha bonequinha, entendo, pelo menos eu queria te falar, só isso mesmo, e desculpe a ousadia de te pedir um favor tão grande." O velho, ao ver que a garota deu meia-volta e foi rumo à sua casa, só pensou: "Hmmm, pensei que essa garotinha ia dizer que sim, queria me dar uma baita festa no meu dia, mas tudo bem, vai ter outra oportunidade", o velho via como ela se afastava cada vez mais do seu negócio. Depois, passaram-se os dias para as duas colegiais, fazendo suas tarefas, indo pra escola, fazendo lição, etc... Quinta-feira à noite, chegou o pai das colegiais da sua rotina de trabalho; como já dissemos, ele trabalhava como caminhoneiro, às vezes ficava vários dias fora trabalhando, deixando a família em casa e as filhas estudando. Já na sexta-feira, pra terminar a semana, Marcela, chegando de estudar, disse pra mãe que queria permissão pra sair com umas amigas pra uma festa que iam fazer no centro da cidade. A mãe, meio pensativa, disse que sim, mas que por favor não chegasse Tão tarde, Marcela foi direto para seu quarto tomar banho e se trocar para sair de festa com as amigas... Mônica estava no seu quarto, como uma menina direitinha, fazendo as tarefas para poder descansar o fim de semana inteiro, quando foi interrompida pela mãe dizendo: "Olá, filha! Veja, sua irmã vai sair com as amigas, e seu pai e eu vamos sair para fazer uns recados, já que seu pai quer comprar umas coisas para o trabalho. Chegaremos um pouco tarde. Aqui deixo comida pronta ou alguma fruta, se quiser comer algo, está bem", dizia a mãe. A jovem colegial responde: "Por que vão me deixar sozinha? Sabe que não gosto de ficar sozinha, mãe! Me levem com vocês, por favor!" "NÃO, Mônica, já disse que não posso, está bem? Entende? Outro dia te levo para passear ou algo assim, está bem? Você dorme cedo, entendido?" Com essa última frase, a mãe saiu do quarto da filha e foi embora. Mônica, meio frustrada e triste ao mesmo tempo, não disse mais nada e continuou fazendo as tarefas da escola. Uma hora depois, todos já tinham saído de casa, tanto os pais quanto a irmã. Mônica já tinha adiantado bastante a lição de casa, então decidiu descansar e foi ver televisão no seu quarto, mas não encontrava nada bom para assistir e se distrair. A jovem estava super entediada e não sabia o que fazer. Bom, talvez ela até soubesse o que fazer naquela noite, quando veio à memória que o Seu Apolinar estava fazendo aniversário hoje e tinha a convidado para ir à casa dele comer e ver televisão. Mas Mônica não queria desobedecer aos pais saindo de casa. Porém, como estava super entediada, não sabia o que decidir: ir à casa do velho Apolinar e desobedecer aos pais, ou ficar sozinha e entediada em casa... Duas horas antes, na casa do velho Apolinar, o velho decidiu fechar o negócio mais cedo, já que, como dissemos, era seu aniversário e ele queria descansar um pouco mais. Então, fechou seu estabelecimento. O velho, já na sala de casa, meio suado, com a camisa não tão limpa, mas como o velho não tinha ninguém para impressionar, quase... ele nem tomava banho, então decidiu apenas tirar a roupa que estava usando para colocar algo mais confortável para ficar dentro de casa. Vestiu um moletom cinza meio largado e confortável, que também não estava tão limpo, e uma camiseta que antes era branca, mas com tanto uso, suor etc… agora estava amarela. O velho, já confortável em casa, resolveu pegar um pequeno bolo, umas 5 fatias, e colocou na mesa. O velho ia comemorar seu aniversário sozinho, sem nenhuma companhia — era o que ele pensava, mas não imaginava a surpresa que o destino tinha preparado para o velho Apolinário. Enquanto isso, na casa da bela colegial, ela estava indecisa, ainda não sabia o que fazer. Pensando e pensando, a jovem se decidiu ir até o velho verdureiro, desobedecendo assim seus pais ao sair sem autorização. Então, decidiu tomar um banho e se arrumar para ir ao aniversário do velho Apolinário. Ela pensava que só ia fazer uma refeição e ver televisão, mas o que ela não sabia é que ela seria a refeição do velho. Essas eram as intenções do velho Apolinário… minutos depois, a sexy colegial, já em seu quarto, nua, começou a se vestir. Para começar, colocou uma calcinha cor-de-rosa que levantava suas pequenas bundas, não tão desenvolvidas em sua plenitude, mas duras e firmes, nunca apalpadas por nenhum homem, apenas por ela mesma. Em seguida, a garota colocou um sutiã quase da mesma cor para que seu conjunto ficasse mais sexy. Ajeitou seus pequenos seios tipo laranjas, mas durinhos, com vontade de serem chupados e espremidos até o último gole. Depois, vestiu uma minissaia azul tipo lycra que chegava acima das coxas, mostrando quase suas deliciosas e gostosas bundinhas recém-desenvolvidas. Para completar, calçou umas sapatilhas com salto baixo brancas, mostrando assim suas pernas de menina quase mulher. Pouco a pouco, a garota foi se vestindo para ficar como uma verdadeira diva. Em seguida, colocou uma blusinha curtinha colada ao corpo que destacava seus seios perfeitamente, mostrando uma cintura sem nenhuma gordura, macia e nenhuma estrela. A jovem já quase pronta começou a pentear o cabelo e tudo mais para ficar lindíssima… Então, já pronta, a garota se preparou para sair de casa em direção à casa do velho verdureiro. Já eram quase 8 da noite, quase não havia gente na rua, e ela continuou caminhando rumo ao seu destino. Quase chegando, a jovem esperou que realmente não houvesse ninguém na rua para poder se aproximar da casa do veio e que ninguém a visse entrar, já que o bairro é cheio de fofoqueiros. Se descobrissem que ela entrou na casa de um velho naquela hora, poderiam contar aos seus pais, e aí sim ela se meteria em problemas com seus queridos pais… Enquanto isso, o velho Apolinar, dentro de casa, sentava-se à mesa. Já tinha acendido uma velinha no bolo para poder aproveitar e cantar parabéns sozinho. Mônica esperou uns 5 minutos, vendo que não passava mais ninguém, para então se aproximar da casa do velho e tocar a campainha… O velho já estava pronto para cantar feliz aniversário quando foi interrompido pela campainha de sua casa: trimmm trimmm trimmm……… Mas quem diabos será? Não pode ser! — começou a vociferar o velho, falando alto: — Não estou atendendo, o negócio já está fechado, não veem? E, frustrado porque ninguém respondia do outro lado, decidiu se aproximar da porta e abrir a janela. Quando abriu a janela pela metade, percebeu e quase babou de surpresa ao ver a garota toda mudada e muito linda na frente de sua porta. O velho, surpreso, fechou a janela novamente e pensou: mmmmm, mas não pensei que ela fosse vir. Que rabo gostoso vou comer hoje no meu aniversário, siiiim, siiiim! — dizia o velho em seus pensamentos. Então, sem pensar duas vezes, abriu a porta e falou: — Mas o que você faz aqui, minha rainha? O que deseja, bonequinha? Mônica, um pouco corada ao ouvir como o velho a elogiava por sua beleza com essas palavras, respondeu: — Aiii, seu Apolinar, não se lembra que me convidou para seu aniversário? que hoje está fazendo aniversário, não é mesmo? O velho nem sabia o que responder ao ver os lábios sexy da jovenzinha mexendo enquanto ela falava… ah, claro que me lembro! Mas por que não me disse nada, minha menina? Não sabia se viria, mas acontece que espera, entra, vem pra mesa, tenho o bolo ali, vem, vem, minha Princesa. O velho a deixou entrar, saiu pra ver se não tinha ninguém na rua, também caso alguém tivesse visto aquela mulherão entrar, e como ela é menor de idade, ele levaria todo o peso da lei… Vendo que não tinha ninguém, o velho fechou a porta e alcançou a jovem. A menina sabia que o velho vinha atrás dela e imaginava que ele estava a olhando com malícia, como sempre, mas ela ignorou e continuou andando com movimentos sexy até onde ficava a sala de jantar. O velho estava babando, vendo aquele espetáculo tão perto dele.
Meia hora depois de estarem conversando e comendo bolo, os amigos – porque até agora eram só amigos e nada mais – “Com sua companhia é muito bom”, dizia o veio. “Mas tem uma coisa que eu quero fazer há um tempão.” – “O quê?” – “Dançar. É que fico trabalhando o dia todo, a semana toda, nem tempo tenho.” – “Entendo. É difícil pra você.” – “Pois é. Mas agora que você tá aqui, a gente poderia dar uma dançada. O que acha, a gente dança?” – “Mas o senhor sabe dançar, seu Apolinar?” – “Não sei muito, mas se você me ensinar, o que acha?” – “Bom, tá certo, seu Apolinar.”
Assim, os dois se levantaram da mesa e seu Apolinar ligou o som, colocando uma música meio romântica pra ocasião. O velho estava tão animado pra pegar aquele corpinho maravilhoso da menina e ficar pertinho dela. O velho verdureiro a segurou pelas costas com o braço mais hábil, o direito, e o outro a envolveu por trás. Como o calor estava preso naquela sala, o velho era quase da mesma altura da jovenzinha, embora ela tivesse dificuldade pra envolvê-lo com seus bracinhos, já que o… O velho era uma massa robusta. Ela sugeriu que ele a pegasse pelos ombros, coisa que o homem atendeu no início, mas em questão de segundos os braços do veio já deslizavam pela parte baixa das costas da jovem. Os dois conversavam como se fossem dois apaixonados e, pouco a pouco, a garota se sentia em relativa confiança. Enquanto ambos dançavam a segunda música, bem colados um no outro — mais por insistência do velho tarado, que a segurava com paixão escrupulosa —, suas mãos suadas já se posicionavam bem no limite onde começam as nádegas. Ele ardia em desejo de descer por ali e examinar aquelas bundinhas redondas e recém-desenvolvidas.
O velho se aproximou dela, encostando seu rosto seboso e pálido nas maciez das bochechas, onde encontrava o conforto do qual tanto foi privado em sua vida miserável. Ela, com as mãos trêmulas, agora se apoiava nos ombros do seu parceiro de dança. Enquanto isso, o velho verdureiro, ao notar que a garota estava completamente distraída — certamente pensando no que diria aos pais quando chegasse em casa e não o encontrasse ali —, já começava de maneira disfarçada e quase imperceptível a apalpar aquela carne firme. O que suas mãos compreendiam não tinha comparação com o que se dizia sobre a beleza da jovem; isso era ainda melhor. Ele subia e descia, sentindo cada centímetro possível, desde os quadris até a cintura da menina, ficando ainda mais excitado ao se saber diante de uma mulher doce, jovial e virgem.
— Que bem você dança, minha rainha… — falou o velho, aproximando-se da orelha direita da garota, percebendo aquele cheiro indescritível, mas tão apaziguante, de caramelo que emanava do doce perfume da linda jovem, sentindo seu falo ficar ainda mais duro. — Embora com certeza já tenham te dito isso antes, né?
MÔNICA sentiu um leve, delicioso e inesperado calafrio que começou nas suas orelhas finas e percorreu todo o seu corpo de maneira plausível. corpos mais hipersensíveis, embora praticamente todo seu corpo fosse, eis basicamente seu modo promiscuo de pensar, ultimamente de agir. Não respondeu à pergunta, que sua parceira de dança sua consciência se dedicava mais a aproveitar as delícias daquele enigmático percurso elétrico que a exaltava até os confins prazerosos, sentindo-se envergonhada assim que o efeito passou, relaxando com um suspiro que escapava de seus lábios encantadores. O velho apenas interpretou essa última reação, como sinal de que a gatinha estava se divertindo pra caralho, por isso a puxou mais para perto dele, agora, com o objetivo de examinar tomando a liberdade de posicionar seu pau na altura suficiente para que a gatinha sentisse o quão duro e empinado aquilo estava. Evidentemente a incauta garota sentiu a dureza daquele membro, desrespeitando aquela saia curta, e atravessado até se levantando levemente, com ameaça real de chegar até a calcinha da garotinha. Aquilo se ajustava de maneira tão coordenada, que se não fosse pelas roupas estarem no caminho, tudo estava predisposto para a tão desejada penetração por parte do velho. Isso obviamente a alarmou, embora de certo modo achasse engraçado, ver o grau de excitação daquele sujeito, colado nela e com aquela ereção… ela se sentia admirada, desejada, gostosa… Além disso, entendendo o perigo daquilo, sabia que devia dar um basta em tudo aquilo, naqueles níveis de ousadia de ataques corporais, mais que qualquer coisa. – Senhor… dizia a garota com sua voz sensual – Fala, Apolinar, minha vida, minha garotinha. – Ok, seu Apolinar… eu disse que a música já acabou… e combinamos que só dançaríamos um pouco… – Vai, mais duas músicas. Você dança bem gostoso – a gente tá se divertindo, né? Em seguida, o verdureiro esfregava de maneira frontal e disfarçadamente potente contra a garota para que ela sentisse novamente aquele mastro inquieto. Mônica entendia muito bem a atitude do velho que a mantinha acorrentada ao seu corpo flácido. - Essa última e já, tá bom? É que sério, já tá tarde e eu tenho que ir pra casa, senão meus pais vão me dar uma bronca. - Hmmm…? – resmungou o velho verdureiro, realmente entretido naqueles esfregões. - Que a gente dança essa e já – replicou a garota com certa impaciência, sentindo cada esfregão sem-vergonha perto da sua buceta. - Sim, sim. O que você disser, garotinha. Ainda que a gente não tenha dançado muito, é muito pouco. A menina, apesar de sentir aqueles esfregões que não paravam e pareciam querer abrir sua minissaia com eles. Ela quis virar pra ver, mas foi inútil, já que a barriga volumosa dele bloqueava a visibilidade. Ela vagava naquela cena, tentando entender o quão ridículo era que o velho ficasse a esfregar nela, mesmo sendo uma simples dança, embora sua mente trabalhasse para imaginar como seria aquele velho mostrando aquele pau bem duro e brilhoso. Vou te dizer uma coisa, menina: você é uma garota muito… gentil, muito linda. Eu gosto muito de você… hehehe… é a verdade – expressou o velho – Pra mim, o fato de você estar comigo, dançando com um velhinho como eu, porque que esperanças uma garota tão doce e gostosa como você se interessar por mim, impossível. Mônica realmente não sabia o que dizer diante das declarações emitidas pela boca babosa do velho, que lhe provocava uma pena. A colegial baixou a cabeça, sentindo-se envergonhada. Já dançavam várias músicas e ela nem percebia. Obrigada, seu Apolinar, por se declarar pra mim e dizer essas coisas tão lindas. - De nada, garotinha. Eu tô feliz que você esteja aqui comigo, dançando com esse pobre velho, porque, sendo sincero, né?, a gente nunca teria a oportunidade de estar com uma doçura tão delicada e linda como você. - Que coisas o senhor diz, seu Apolinar… – expressava a garota com uma voz doce e inquieta, dada aquela espécie de declaração que o velho tarado estava fazendo, além de sua respiração ficar ofegante, mais do que qualquer outra coisa, pelo fato de o velho apertá-la cada vez mais contra ele. O pervertido. ele expressava esses sentimentos por ela, tornando difícil inspirar e expirar, praticamente enfiando o pau na sua buceta.
– Só tô falando a verdade, gata.
– É, bom, é que, tipo, me dá uma vergonha, você me dizer tantas coisas lindas, hehehe.
– Que nada, não tenha vergonha, gostosa, como já te falei, é a pura verdade. Seus pais fizeram você com muito amor, por isso você ficou tão linda, hehehe.
– Seu Apolinar, por favor, não continue, que eu fico muito nervosa.
A garota, que respirava pesadamente e, apesar de sentir o que ele expressava, estava gostando bastante e esperava que o velho continuasse do mesmo jeito.
– Há tempos eu gosto de você. E me sinto apaixonado por você, gostosa… tô com vontade de te dizer um monte de coisas que você nem imagina… – dizia o velho, continuando a adoçar a garota com suas palavras.
– E… que coisas seriam essas que você teria pra me dizer? – perguntou com ar escrupuloso, embora com evidente nervosismo, sorrindo e engolindo um pouco de saliva depois de ter falado, sabendo o que provocaria ao fazer uma pergunta dessas.
– Ai, meu amorzinho…
MÔNICA foi surpreendida por um aperto do homem gordo, que a pressionava contra sua barriga proeminente e aquele peito úmido, apoiando suas mãos largas e com firmeza nas partes de onde nasciam suas deliciosas nádegas. O velho safado começou a enfiar as mãos por baixo da MINISSAIA leve, praticamente sentindo a roupa íntima delicada da garota.
– Desde que te vejo passar todo dia pra escola com sua irmã, você me chegou por dentro – disse o homem, olhando para seus lábios brilhantes, com uma cara de tarado.
– Nããão! Nããão, nããão – expressou alarmada a garotinha ao ver que o homem começava a mexer na parte inferior de sua saia, começando a vasculhar por baixo dela.
– Seu Apolinarrr… o que você tá fazendo!?
– Ai, gostosa. Você tá bem gostosinha.
A garota entendia que os ânimos estavam subindo muito mais, especialmente pela maneira tão vulgar e insolente com que o verdureiro se referia a ela.
– Não. Não, seu Apolinarrrr, por favor. Me solta, por favor, nãoooo, nãoooo", dizia a jovem. "Sabe de uma coisa? Eu só quero passar um tempinho gostoso com você, hehehe." - "Não, seu Apolinar... me solta, nãoooo, por favor." A garota já não via mais aquele jogo de perguntas que faziam um ao outro como tão inocente, embora tivesse que admitir que esse jogo de resistência (ao qual ela não contribuía muito, se achando mais fraca que o homem) estava começando a se tornar, se não divertido, pelo menos um tanto curioso, pois involuntariamente ela gostava desse tipo de submissão. - "Sim, gostosa, você tá muito boa, me diz... e se me der um beijinho? O que você acha, garotinha?" – dizia o homem, praticamente orientando seus lábios curtidos em direção aos lábios brilhantes da jovenzinha. Ela tentava desviar e se esquivar daquela boca desalinhada que roçava seu rosto, sentindo ainda como o velho continuava cutucando-a com a dureza de sua ereção. - "Seu Apolinar, olha, não... Pare, eu tenho que ir, me deixa, eeee, meus pais vão me brigar." - "Ai, minha filha. Vai, não seja má. O que custa? Só um." - "Não, seu... é que não posso." - "Nem modo, menina", disse o velho. "Bom, então deixa eu dançar mais um pouco com você. Você não sabe como eu gosto de te ter assim comigo... Não acho que vou ter outra chance de te ter assim do meu lado. Daqui até você voltar... Melhor me deixa um tempinho assim com você. Nunca estive com uma princesinha tão linda como você." Ele voltava a adoçar com suas palavras a menina feita mulher. - "Seu Apolinar..." – dizia a bonita com ar resignado e uma ternura que novamente a dominava. - "Tá bom, mas só um pouquinho, siim. Você tem um corpo, mas bem gostoso, mamãe. Vai lá. Dá um gostinho a esse pobre velhinho que se contenta em ficar com você, aqui, sozinho, no seu aniversário." - "Ok. Mas só mais um pouquinho, porque sério, eu tenho que ir, senão meus pais podem me brigar... E fica claro que eu tô fazendo isso só pelo seu aniversário, nada mais, ok?" A menina colocou suas mãos no peito de seu assediador, e elas viajaram até os ombros. - "Obrigado, minha vida. Você me faz, mas muito feliz. Você não sabe o quão delícia você tá." A esplendorosa A colegial, com um pouco mais de calma, conseguiu prestar atenção em certos detalhes, como o suor incessante do velho, o cheiro do suor e, de forma precisa para ela, aquela dureza que oscilava contra seu ventre que se movia, justamente, a cada passo, cada movimento da dança, posicionando-se exatamente na altura de sua parte mais que sensível. Um formigamento curioso e impertinente a atacava de maneira involuntária. Assim, ela continuava sendo vítima de seus próprios e rebaixados formigamentos, mordendo os lábios finos, como se com isso tentasse conter o quanto estava gostando. Olhava para outro lado, mas sempre caía no rosto grotesco do degenerado, que de repente deixou que suas mãos descessem novamente da cintura da garota e, já não tão disfarçadamente, agarrou uma das nádegas da menina. A menina aguentou, querer continuar resistindo era uma batalha perdida, ou era isso que ela queria pensar, pois segundo ela, assim que terminasse a 'dança', deixaria de ser 'assediada' daquela maneira. Mas isso só servia para encorajar o homem, era muito óbvio, porque seus avanços ficaram mais propensos e já eram uma espécie de apalpação de todo aquele par de nádegas duras e meio desenvolvidas, esfregando-as ao máximo, ao seu bel-prazer. Assim, a pobre jovem só conseguia se conter mantendo-se abraçada ao corpo inconsistente do veio, permitindo as esfregadas, cada vez mais predispostas a uma consequência do que qualquer homem teria ao ter uma garota tão jovem. Ela justificava tudo, que um pobre velhinho implorava lastimosamente e ela, não sendo uma garota má, não devia se negar. Mas também é que, diante de tais apalpadelas em sua cintura e, sobretudo, suas nádegas, e aquela grosseria pontuda do pau que recebia em seu ventre, que pouco a pouco, foi vítima de êxtases prazerosos em sua buceta, produzindo aquela umidade lubrificante, que se potencializou ainda mais quando o velho, com mais ousadia que habilidade, buscou dedar seu orifício posterior sob suas nádegas. Foi um prazer tremendo para a gostosa, até sentia a buceta escorrendo, uma sensação tão indescritível e digna apenas do seu próprio corpo. O velho ainda não ousava acariciar totalmente aquele lugar magnífico, pois ainda acreditava na possível resistência da jovem. O que o encorajou foi a respiração pesada que a colegial soltava, sinal inequívoco da exata fraqueza que aquela mão causava nela, e a prova foi que ela mesma, com arte erótica, parou seu bumbum muito bem proporcionado para que o homem tivesse melhor acesso e começasse a explorar por cima da roupa. O velho verdureiro estava sem acreditar. A realidade incrível estava lhe concedendo direitos sobre uma garota muito, muito distante de suas condições e totalmente predisposta a ele. Levou as mãos até o quadril da garota e, com passo intrépido, a envolveu para girá-la e ficar colado por trás dela. A colegial, que havia agido de forma negligente diante desses movimentos, podia sentir a dureza daquele pau batendo com firmeza bem no meio de suas bundinhas, sentindo-se extremamente nervosa, o que a levou a um êxtase indescritível por toda sua anatomia. Aquela ereção começou a esfregar com mais vontade, como se o velho realmente a estivesse penetrando à vontade, enquanto manobrava uns apalpadas grosseiras na região vaginal. A garota realmente estava começando a gostar, tentava disfarçar sua respiração cansada, seus gemidos abafados, o apertar dos lábios e os olhos fechados eram tentativas disso. O homem praticamente a estava masturbando, mesmo só tocando por cima de sua saia leve, e ainda assim ela não conseguia resistir, sentia tudo tão gostoso que permitiu que ele descesse as mãos por suas coxas e subisse novamente, mas agora por baixo da saia, percorrendo sua calcinha e apalpando sua barriga lisa, sem qualquer resistência, nem mesmo um gesto involuntário, ela toda se entregava ao prazer alheio do verdureiro. O velho apalpava toda aquela barriga, vasculhava pelo seu umbiguinho e sem mais, desceu direto para a calcinha da menina, enfiando as mãos e descobrindo uns finos pelos vaginais recém-depilados. MÔNICA se enchia de tremores prazerosos, o velho respirava no seu pescoço e isso era um estímulo perfeito para deixá-la fraca. Depois o homem começou a dedilhar mais uma vez e ela era movida bruscamente, praticamente parecia uma bonequinha de pano que se deixava ser e fazer. Apolinar, ao mesmo tempo, começou a enfiar os dedos muito mais para baixo, encontrando a zona prometida da colegial.
-Hmmmm… Mas você tá uma gostosa da porra, meu amorrrr. Que tasty, que tasty tem o seu corpo – expressava o velho nos ouvidos sensíveis da menina, que sentia os formigamentos e fraquejava só de ouvir aquela voz grave e um hálito tremendamente de cerveja -Mas que bucetinha yummy. Por que você não me empresta um pouquinho, hein! Você não sabe a vontade que eu tô de você. Você tá uma delícia, meu amorrrrr…
-Não, seu Apolinar… Não… me toca… – sussurrava a menina arrastando as palavras, fechando os olhos, colocando as mãos por cima das enrugadas do velho, como acompanhando-o, mais do que impedindo algo, e ao mesmo tempo sugerindo onde ele deveria avançar, enquanto mexia os quadris como um ato reticente que mais bem seguia o ritmo da dedilhada que o velho estava dando.
O velho começou a lamber uma de suas orelhas brancas, encharcando-a de saliva, encontrando aquele digno sabor de menina limpa e perfumada. Ela fazia o mesmo, ao sentir sua pele arrepiada, acomodando a cabeça para que o velho tivesse a área precisa e continuasse com aquela lambida envolvente que fazia com sua língua pontuda e molhada. O pobre homem estava que não aguentava, seu pau cuspia uma grande quantidade de líquido pré-seminal que acabou desenhando, em sua calça cinza, uma mancha escura e úmida que a menina teve que sentir quando ele roçou uma de suas nádegas, pensando que ele estava urinando.
O velho sabia muito bem resistir, e seguia devorando com grande fervor aquela linda A orelhinha esquerda que a menina expunha, pois ele certamente notou o quão delicioso era para ela esses chupões, e bastava ver aqueles lindos olhos fechados com seus belos cílios. Para confirmar, o velho levantou a saia da menina acima da cintura, deixando à vista apenas uma calcinha cor-de-rosa. O velho achou que ela o impediria ou ao menos reprovaria o ato, mas longe disso, a menina mantinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior. O velho, tão extasiado e encorajado pela cena, começou a invadir o pescoço delicado, começando pela parte de baixo da orelha e beijando aos poucos aquela pele macia. A garota movia a cabeça, coordenando para que ele tivesse amplo acesso, estremecendo e delimitando a área, mas depois recuava e voltava a sentir aqueles chupões, enquanto sua respiração já estava forte e acelerada, o rubor acesos nas finas bochechas. Ela podia sentir o dedo do velho percorrendo sua buceta sem nenhuma resistência da sua parte, começando a entrar pelos lábios internos, ainda sem alcançar distâncias alarmantes. A lubrificação que sua buceta produzia permitia facilidade para qualquer penetração, e aquilo ainda estava escorrendo, pois de sua vagina corria um manancial de líquidos que anunciavam a disposição natural de seu corpo para receber qualquer carnosidade de natureza semelhante. Rapidamente ele começou com movimentos de masturbação por toda aquela frestinha da garota, fazendo isso de modo bem lento, tentando gerar mais líquido. Voltou a beijar seu pescoço, torcendo-a mais uma vez, fazendo-a girar para ficar novamente de frente, praticamente colocando sua boca fedorenta na boquinha fresca da bela colegial, que o recebeu apenas um pouco, ao notar talvez um cheiro insuportável de cerveja, voltando a expor todo o pescoço. O velho mal pôde desfrutar daquela frescura, mas sabia que era questão de tempo para conseguir se apossar de toda aquela cavidade bucal. Enquanto ele espalhava beijos e lambidas por todo o rosto e pescoço da garota, envernizando-a com sua saliva grossa que parecia não ter fim. Ela acomodava o corpo, colando-o no dele, mas agora com iniciativa e desejo, comprimindo aquelas massas numa só, apesar das deformidades que o velho tinha. Ela o envolvia com os braços pelo pescoço, puxando-o para perto. O verdureiro, tão satisfeito com isso, começou a apalpar as pernas da garota de maneira violenta e quase dilacerante, como se o momento estivesse prestes a explodir. De repente, ele habilmente arrastou um dos braços e pegou a mãozinha da garota para guiá-la até sua ereção, sem que ela oferecesse resistência. MÔNICA estava surpresa e muito excitada, a ponto de qualquer ato parecer normal, seus olhos continuavam perdidos assim como sua mente, mas ela conseguiu notar bem as dimensões daquele pacote que tinha se esfregado na frente e atrás dela. CONTINUA AAAAAAAA….. SEGUNDA PARTE Espero que gostem deste conto, saudações
Mônica já tinha um corpo muito bem feito, que despertava paixões por onde passava. Não era muito alta, media cerca de 1,60m, de pele morena clara, cabelos pretos e olhos castanhos. É uma jovem muito bonita, magra, sem gordura aparente devido à cintura estreita. Tem um rostinho de santa, mas com uma mente de diabinha. Tinha pernas um pouco finas, mas firmes, e sua bunda não era muito grande, mas era firme e dura, também empinada e um pouco arrebitada. Seus peitos pequenos, já um pouco crescidos, eram do tipo que qualquer homem gostaria de agarrar e apertar até fazer gozar. Mônica é a irmã mais nova de Marcela.
Marcela é uma jovem que acabou de completar 18 anos, já era maior de idade. Era uma mulher muito gostosa, tinha quase a mesma cor de pele da irmã mais nova, só que ela tinha o cabelo pintado com mechas loiras, olhos castanhos e um rosto igualmente de safadinha. Quando caminhava pela rua, sorria para qualquer homem, seja velho ou jovem, seja por educação ou porque gostava de ser olhada com desejo. A jovem tinha um corpo muito bonito, com peitos grandes e duros que se sustentavam sozinhos quando não usava sutiã. A garota tinha uma cintura muito bem definida e uma bunda que podemos dizer ser de tamanho médio e dura. e firmes. As duas irmãs gostosas estudavam numa escola pública, onde não se paga mensalidade, e levantavam paixão por toda a escola. Definitivamente, eram duas das garotas mais desejadas do colégio, até mesmo os professores queriam dar em cima delas e meter uma foda violenta nas duas colegiais, mas, com medo de serem demitidos, só comiam elas com os olhos. As jovens vestiam suas saias da escola tão curtas que quase chegavam nas bundas.
Uma sexta-feira à tarde, o sinal de saída tocou no colégio. Mónica foi buscar a irmã na sala para irem juntas para casa. Quando a jovem chegou na sala e encontrou a irmã, disse:
"Marce, vamos embora para casa", disse Mónica.
"Não, irmãzinha, acho que ainda não vou, porque tenho que fazer um trabalho em grupo com os meninos para adiantar a tarefa. Diz pros nossos pais que eu chego um pouquinho mais tarde", disse Marcela para a irmã mais nova.
"Tá bom", disse Mónica, "mas não chega tarde, porque mamãe e papai ficam bravos quando não chegamos juntas."
Mónica se dirigiu para a saída da escola para ir em direção à casa, caminhando de um jeito muito sensual, com a saia bem levantada, mais do que o normal. Colocou a mochila nas costas, saiu do colégio e seguiu rumo à sua casa.
Mónica tinha que passar por um parque meio que para namorados, onde muitos casais iam para se divertir e dar uns amassos violentos. A jovem estava passando pelo parque e, por estar olhando o caminho, não percebeu que havia uns homens mais velhos, não mais que 45 anos, alguns com 35 e assim por diante. Eles estavam bebendo cerveja e fumando quando viram a garotinha passar com a mochila nas costas, caminhando de um jeito muito sensual, balançando aquele bumbum durinho e bem formado que, por ela ser magrinha, ficava perfeito.
Um dos senhores falou: "Mas olha que gostosa, hein, rapaziada. Mmmm, que delícia pra meter e engravidar", disse um deles também. Um dos senhores, o mais ousado do grupinho, começou a assobiar e falar algo vulgar, já que... viu que não tinha muita gente no parque... gostosaaaaaa mas que delícia você tá, pra te arregaçar na minha cama, meu amor siiiim, você gostosa, a da saiazinha azul, gostosaaaaa se dirigiu até a Mônica... A jovem meio que ouviu o que ele dizia, virou seu rosto lindo para ver quem falava assim tão vulgar, quando viu aquele grupinho de uns 6 senhores falando putarias pra ela... O senhor que estava assobiando e falando viu a jovem se virar para olhar e disse... olhaaa gostosaaa o que eu tenho aqui entre as minhas pernas, aqui tá o seu, agarrando com a mão o pau por cima da calça e mostrando pra jovem colegial... Mônica, quando viu que o senhor agarrava sua virilidade mostrando pra ela, ficou arrepiada ao ver o que o homem exibia, quando ele pegou na própria mão. A jovem já tinha ouvido essas putarias que homens diziam, já que quando ela e a irmã caminhavam de mãos dadas rumo ao colégio, com suas saias provocantes, qualquer tipo de homem, velhos ou senhores, falavam vulgarmente, mas Mônica nunca na vida tinha visto o que aquele homem estava mostrando, o senhor agarrava o pau por cima da calça, balançando para a jovem ver. Mônica saiu do seu meio transe ao ver aquele homem mostrando sua virilidade e, como pôde, seguiu caminhando apressada para esquecer o que tinha visto e o que aqueles senhores que estavam bebendo no parque tinham dito, e a jovem seguiu rumo à sua casa pensando no que aquele senhor tinha mostrado. Assim que chegou em casa, Mônica foi ver o que tinha para beber, porque estava um calor do caralho, enquanto bebia dava uma olhada procurando a mãe ou o pai, mas não estavam na sala, mas não passou pela cabeça dela ir no quarto deles para ver se estavam, a jovem pensou que talvez tivessem saído. Mônica foi para o seu quarto, que fica ao lado da irmã, ligou a televisão e se preparou para assistir. Minutos depois, Mônica ouviu uns barulhos em um dos quartos de como a casa não tinha muito volume na televisão, ela resolveu ir ver o que era aquele barulho. Passou pela porta de entrada do quarto da irmã, mas o ruído não vinha dali e lembrou que a irmã tinha ficado na escola. A jovem continuou andando até o outro quarto, viu que a porta estava entreaberta e pensou em passar, mas quando se aproximou do quarto viu o que estava acontecendo. Ficou parada como uma estátua, sem fala, um pouco em choque.
Sua mãe estava de quatro sobre a cama, totalmente nua, com a bunda exposta, enquanto seu pai a segurava firmemente pela cintura. Eles estavam fazendo sexo, ele a penetrava em um ritmo constante, e quando a bunda da mãe batia na sua pica, fazia um barulho bem alto. Além disso, ele dava uns tapas na bunda que faziam a mãe estremecer, pareciam dolorosos, mas o rosto dela mostrava luxúria. Monica ouvia a mãe murmurar: "Uhmmm, pussy, mais, por favor... Massss ahhhahhhh ahhhh ahhhh siiiii siiiii…"
Monica não se mexia, estava muito nervosa, não sabia o que fazer. O tempo parecia parado e ao mesmo tempo eterno. A jovem pensou em ir embora e deixar os pais na relação sexual, mas seu corpo ou algo mais não queria. Ela tinha medo de que ouvissem seus passos ao sair dali e a descobrissem.
Apesar de tudo que estava vendo dos pais, ela mais ou menos sabia o que era sexo. Uma vez, uma amiga da mesma sala tinha mostrado uns vídeos pornô, então Monica não era tão santinha assim, já era uma jovem perversa e esperando que fizessem o mesmo com ela um dia...
"Vamosssss, putaaaa, mexe mais, masss vamosssss ahhh ahhhh que gostosoooo…"
Monica ouviu a voz do pai, nunca o tinha ouvido falar assim com a mãe... A mente de Monica trabalhava mil ideias por segundo, assim como seu corpo. Sua buceta estava começando a ficar encharcada, sua respiração estava ofegante, como se tivesse corrido uma maratão. Seus peitos médios nunca tinham sentido tão duros e inchados, ela sentia que iam... explodir e lhe causava muita dor, por inércia ela começou a mover os quadris imitando o ritmo que sua mãe fazia, era como se a jovem tivesse um demônio por dentro, precisava se tocar, então levou uma mão sob seu sutiã e começou a esfregar seus pequenos e inflamados seios bem suavemente, passando ambas as mãos por toda sua extensão, fazia isso delicada e ternamente por causa da inflamação incômoda, que produto das carícias pouco a pouco foi se desvanecendo, dando protagonismo a sensações de alívio e prazer. Mas a jovem não estava satisfeita, tinha muita energia acumulada e pedia aos gritos para ser liberada, começou a apertar seus seios com mais força, imaginava as mãos daquele homem do parque quando ela passou e ele mostrou sobre sua calça sua virilidade... Mônica continuou apalpando seus seios e ao mesmo tempo começou a acariciar seus mamilos, brincava com a pressão dos dedos apalpando sua sensibilidade, quando fazia com força era dolorosamente prazeroso, e inspirada pela onda de tesão Mônica meteu uma de suas mãos sob sua saia escolar que ainda estava vestida para acariciar pela primeira vez sua buceta. Enquanto isso no quarto dos pais da jovem Mônica viu ela mesma como sua mãe levava tapas na bunda e olhava por cima do ombro para seu pai com uma cara de excitação total. Mônica continuava observando seus pais transando mas ela estava muito hipnotizada pelo que presenciava, a jovem estava com tesão, se tocava como se não fossem suas mãos, imaginando sempre as mãos daquele homem do parque, vendo seus pais fodendo, se sentia mal por um lado, mas a dominavam as sensações e o tesão, se sentia na glória através do prazer, sentia uma eletricidade por cada parte do corpo, apertava os seios com força, e tocava sua buceta com 2 dedinhos até tentando enfiá-los dentro, mas ainda guardava um pouco de razão e sabia que assim poderia machucar sua virgindade. Mônica queria gritar, queria se sentir como sua mãe, ela precisava também liberar seu sangue quente. Ela estava sentindo coisas desconhecidas e muito prazerosas que faziam acreditar que algo dentro dela ia explodir, era seu despertar sexual, ela aparentemente já queria pau... Os pais da jovem continuavam na deles, nem sequer sabiam que a filha tinha chegado da escola e que agora os observava transando, e que a jovem estava se masturbando e apalpando seus peitos por causa deles, por causa da tremenda sessão de sexo que os dois estavam tendo... "Buceta, eu adoro quando você me pega assim, como sua putinha com a bunda ao ar, pelada, aaaiii sim amor, eu adoro, assim, agarra minha bunda e me come com força,... aai papai assim, me faz sua, me transforma numa puta qualquer, eu faço o que você quiser papai se continuar me dando assim, que pau papai, é perfeito pra minha bocetaaa" dizia a mãe de Mônica toda excitada a 100%. Mônica só ouvia o que sua mãe dizia, a jovem se imaginava na cama com alguém, e com toda a tesão sentia que podia estar da mesma forma que sua mãe, "eu também queria me mexer assim, ser acariciada, e que me tocassem" dizia em sua mente Mônica. Diante de toda essa situação Mônica estava com toda sua roupa desarrumada de tanto se apalpar, sua blusa da escola aberta o suficiente para tirar seus pequenos mas bem formados seios do sutiã, seus 2 dedinhos brincando vigorosamente com sua buceta virgem e sentia a necessidade de se sentir acariciada como sua mãe estava sendo, queria algo mais que suas próprias mãozinhas. A jovem olhava pela porta entreaberta as mãos de seu pai que amassavam a bunda de sua mãe, apertavam, agarravam forte sua cintura, enquanto continuava comendo ela sem compaixão alguma. A colegial imitava os movimentos das mãos de seu pai, ela apertava sua própria cintura e realizava movimentos como se já estivesse transando "mmm", a tesão da colegial crescia a cada instante, tanto que perdeu o controle e seu instinto animal apareceu. Começou a apertar suas próprias nádegas com toda força, fechava os olhos e lembrava de todo o desejo O que inspirava sua bunda, tantas situações, comentários obscenos, e que até hoje não foram desfrutados por nenhum homem, lamentou entre seus pensamentos luxuriosos e apertou com mais força suas deliciosas nádegas. Foi então que viu seu pai brincando com um dedo no cu de sua bela mãe e, sem perceber, por inércia, ela fez o mesmo, apenas passando a pontinha do dedo bem suave, fazendo cócegas, como uma menina curiosa. Era uma sensação estranha, mas agradável, e de vez em quando tentava introduzi-lo, mas estava muito apertado, fechadíssimo, melhor dizendo, era virgem analmente.
Mas vendo como seu pai enfiava quase metade do dedo na mãe, ela não se importou e empurrou seu dedo com determinação sobre seu cu inexplorado. Instantaneamente, uma sensação explodiu em seu interior, milhares de ondas elétricas viajaram do cérebro por todo seu ser, suas pernas fraquejaram e ela sentiu que desmaiava, via tudo embaçado, e com a outra mão apertava com fúria e desejo suas nádegas. Não entendia nada, só desejava que um homem a tocasse naquele instante, como o pai fazia com a mãe, que a apertasse e a batesse. Ela nunca havia tocado seu ânus, era muito sensível, estava perdendo a consciência com a chegada de seu primeiro orgasmo, era como se se libertasse de um grande peso, era a sensação mais gostosa que a colegial já havia sentido, estava como uma louca acariciando sua buceta e tentando enfiar mais seu dedinho atrás.
O pai de Mônica começou a gemer, chamando a mãe de puta enquanto batia sem parar em sua bunda, aparentemente estava gozando dentro dela. Sua mãe só gritava: "Siiiim, sou sua puta, sou sua puta, me dá leite, siiiim, maaais leite, papai, mais porra!", até que seu pai deixou todo seu peso sobre ela e ficou morto. Sua mãe saiu rapidamente e se colocou entre suas pernas para limpar seu pênis.
Mônica finalmente pôde ver em toda sua extensão, depois de ter ejaculado, os 22 cm de pau que seu pai tinha. Ela já tinha visto pênis na internet. mas esse era gordíssimo com uma cabeça bem grande, e veias bem marcadas, era o primeiro pênis ao vivo e em cores que ela via e tinha certeza de que nunca esqueceria. Já mais tranquila, Mónica, como pôde, arrumou sua roupa, e foi caminhando devagarzinho enquanto ouvia as chupadas da sua mãe. A jovem, já em seu quarto e em sua cama macia, meditou sobre tudo o que acontecera, por um lado entendia que seu corpo estava em um processo hormonal importante, somado às conversas de suas amigas sobre suas conquistas, os comentários dos homens na rua sobre seu corpo, aquele corpo que pedia aos gritos para ser mimado, o despertar da tesura de Mónica finalmente chegara. Mas jamais pensou que seria vendo seus próprios progenitores fazendo sexo, moralmente era incorreto, mas tudo acontecera, certamente não havia culpados, e as sensações vividas gravaram-se em cada célula de seu corpo, sensações inexploradas e desconhecidas que a fizeram voar em ares de êxtase, presenteando-a com aquele orgasmo delicioso. Pouco depois, a jovem adormeceu completamente, só de calcinha, cobrindo-se com um lençolzinho cor-de-rosa. Don Apolinar, um velho tarado de 55 anos com uma tremenda pança de cerveja, olhos negros, braços fortes mas desgastados de tanto trabalho, em seu rosto tinha uma cicatriz entre a bochecha esquerda, pernas meio finas. Apolinar era viúvo, já que sua mulher morrera de diabetes, nunca tiveram filhos, não porque o velho não quisesse, mas porque a falecida dele não podia tê-los, então se conformaram em não ter filhos, mas o tempo passou e a esposa feia faleceu e agora o velho estava sozinho… o velho tarado do Don Apolinar tinha um negócio de venda de verduras naquele bairro onde viviam nossas duas colegiais apetitosas. Don Apolinar quase sempre via as duas colegiais diariamente passando quase em frente ao seu negócio quando iam rumo à escola. Ao velho, ambas pareciam lindíssimas, mas a que mais o interessava era a menorzinha, a gostosinha. A Mônica não tinha tudo muito desenvolvido, mas dava pra segurar e dar uma foda tremenda até fazer ela gozar igual uma puta profissional. Já era sábado e as duas colegiais amanheceram em seus respectivos quartos. A Mônica nem percebeu a hora que a irmã chegou depois daquela punheta quase na frente dos pais, só pra despertar seu instinto sexual. Já acordada no seu quarto, com sua lingerie sexy, a jovem se levantou pra sair do quarto coberta com uma toalha, indo pro banho.
A colegial, já no banheiro, tirou a toalha, tirou o sutiã e se olhou no espelho. Tinha uns peitos não tão grandes, mas firmes, lindos, carnudos. A garota ficou posando na frente do espelho, quase sem nada, só com o calcinha minúscula. A Mônica foi tirando a calcinha devagar até deixar no chão, ficando completamente nua, com um visual sensual pra caralho. Logo depois, foi tomar banho.
Minutos depois do banho, a colegial voltou pro quarto. Depois de se secar, começou a se vestir: colocou uma calcinha marrom minúscula que destacava sua bunda não tão desenvolvida, depois o sutiã naqueles peitos médios que não sofriam com a gravidade apesar do tamanho. Em seguida, vestiu uma legging preta que marcava seus glúteos pequenos, duros e apetitosos. Pra finalizar, a blusa decotada, sem mangas e colada no corpo, deixando à mostra seu abdômen liso e sem um grama de gordura. A garota saiu do quarto pra ir tomar café.
Na hora do almoço, a mãe da Mônica mandou a filha comprar verduras no negócio do seu Apolinário. A colegial fez cara feia e disse pra mãe que tudo bem. A menina não odiava o velho, mas também não gostava dele. Não curtia como aquele velho ficava olhando com malícia pra ela e pra irmã quando iam até a escola… mas não tinha jeito, a mãe estava mandando e ela tinha que obedecer. A colegial, com um ar meio irritado, pegou o dinheiro e foi até o negócio do velho Apolinar. A jovem seguia em direção à quitanda do velho verdureiro, caminhando com seu andar sensual, com aquela legging que entrava direitinho entre suas duas nádegas bem empinadas. A garota chegou ao estabelecimento do velho.
Dona Apolinar, ao ver a jovem chegando, lambeu os lábios ao vê-la vestida de um jeito tão gostoso e provocante. Em seus pensamentos, dizia: (mas que mulherzinha deliciosa para arrebentar a buceta a vergazos, tremenda puta…). O velho, pensando de forma tão obscena sobre a jovem, nem ouviu que ela estava falando com ele… quando o velho reagiu, disse: "Sim, minha menina, você estava dizendo? Desculpe não prestar atenção, o que você deseja?"
Mônica via claramente como o velho a olhava com desejo e, com sua voz sensual, disse: "Seu Apolinar, quero que me dê meio quilo de tomate, meio quilo de batata e um brócolis, por favor."
"Claro que sim, minha rainha, o que você pedir eu pego." Mônica, apesar de o velho sempre olhá-la com desejo, também gostava de como ele se dirigia a ela, chamando-a de "minha rainha" ou "minha princesa". Sem namorado e nunca tendo ouvido palavras tão bonitas, ela corava e meio que sorria para o velho.
"Aqui está seu pedido, minha rainha. São 10 reais", disse o velho, sorrindo com sua boca quase sem dentes, tentando fazer a garota retribuir o sorriso.
"Obrigada, seu Apolinar, muito obrigada." E a garota estava prestes a ir embora quando o velho falou: "Menina linda, queria te dizer uma coisa, desculpe", ele disse à jovem…
"Simmmm, diga, seu Apolinar", respondeu a jovem com sua voz doce.
"Desculpe a ousadia, mas é que eu queria te dizer que esta sexta-feira que vem é meu aniversário e, como sou viúvo e sozinho, não tenho amigos nem nada, queria saber se você, minha rainha, gostaria de passar aqui na loja. Comemos bolo, tomamos refrigerante e assistimos televisão, já que… Estou sozinho, não tenho com quem compartilhar", disse o velho com seu rosto triste. Don Apolinar, todo lançado, pedindo um tremendo favor a esta linda jovem, pensando que ela ia dar bola, mas ele queria falar pra ver se a garota aceitava e talvez ele pudesse ter uma chance com ela... A jovem, ao ouvir tal proposta, ficou boquiaberta e pensando consigo mesma: "Como se atreve esse senhor a me convidar pra casa dele pra comemorar seu aniversário, hmmm", dizia a garota em seu pensamento, mas ao mesmo tempo também ficou com pena, pensando que ele não tinha com quem passar seu dia de aniversário, sem amigos e sem esposa, pensou a jovem, imaginando como ele ficaria triste naquele dia... A jovem agora, com uma voz doce, respondeu: "Aiii, don Apolinar, a verdade é que não posso, meus pais não me dão permissão pra sair tão tarde nem nada, sinto muito. Espero que você passe bem no seu dia, e desculpe eu não poder ir, e obrigada pelo convite, e sinto muito por você não ter quem te acompanhe", disse essa última parte a bela jovem... "Tá bom, minha bonequinha, entendo, pelo menos eu queria te falar, só isso mesmo, e desculpe a ousadia de te pedir um favor tão grande." O velho, ao ver que a garota deu meia-volta e foi rumo à sua casa, só pensou: "Hmmm, pensei que essa garotinha ia dizer que sim, queria me dar uma baita festa no meu dia, mas tudo bem, vai ter outra oportunidade", o velho via como ela se afastava cada vez mais do seu negócio. Depois, passaram-se os dias para as duas colegiais, fazendo suas tarefas, indo pra escola, fazendo lição, etc... Quinta-feira à noite, chegou o pai das colegiais da sua rotina de trabalho; como já dissemos, ele trabalhava como caminhoneiro, às vezes ficava vários dias fora trabalhando, deixando a família em casa e as filhas estudando. Já na sexta-feira, pra terminar a semana, Marcela, chegando de estudar, disse pra mãe que queria permissão pra sair com umas amigas pra uma festa que iam fazer no centro da cidade. A mãe, meio pensativa, disse que sim, mas que por favor não chegasse Tão tarde, Marcela foi direto para seu quarto tomar banho e se trocar para sair de festa com as amigas... Mônica estava no seu quarto, como uma menina direitinha, fazendo as tarefas para poder descansar o fim de semana inteiro, quando foi interrompida pela mãe dizendo: "Olá, filha! Veja, sua irmã vai sair com as amigas, e seu pai e eu vamos sair para fazer uns recados, já que seu pai quer comprar umas coisas para o trabalho. Chegaremos um pouco tarde. Aqui deixo comida pronta ou alguma fruta, se quiser comer algo, está bem", dizia a mãe. A jovem colegial responde: "Por que vão me deixar sozinha? Sabe que não gosto de ficar sozinha, mãe! Me levem com vocês, por favor!" "NÃO, Mônica, já disse que não posso, está bem? Entende? Outro dia te levo para passear ou algo assim, está bem? Você dorme cedo, entendido?" Com essa última frase, a mãe saiu do quarto da filha e foi embora. Mônica, meio frustrada e triste ao mesmo tempo, não disse mais nada e continuou fazendo as tarefas da escola. Uma hora depois, todos já tinham saído de casa, tanto os pais quanto a irmã. Mônica já tinha adiantado bastante a lição de casa, então decidiu descansar e foi ver televisão no seu quarto, mas não encontrava nada bom para assistir e se distrair. A jovem estava super entediada e não sabia o que fazer. Bom, talvez ela até soubesse o que fazer naquela noite, quando veio à memória que o Seu Apolinar estava fazendo aniversário hoje e tinha a convidado para ir à casa dele comer e ver televisão. Mas Mônica não queria desobedecer aos pais saindo de casa. Porém, como estava super entediada, não sabia o que decidir: ir à casa do velho Apolinar e desobedecer aos pais, ou ficar sozinha e entediada em casa... Duas horas antes, na casa do velho Apolinar, o velho decidiu fechar o negócio mais cedo, já que, como dissemos, era seu aniversário e ele queria descansar um pouco mais. Então, fechou seu estabelecimento. O velho, já na sala de casa, meio suado, com a camisa não tão limpa, mas como o velho não tinha ninguém para impressionar, quase... ele nem tomava banho, então decidiu apenas tirar a roupa que estava usando para colocar algo mais confortável para ficar dentro de casa. Vestiu um moletom cinza meio largado e confortável, que também não estava tão limpo, e uma camiseta que antes era branca, mas com tanto uso, suor etc… agora estava amarela. O velho, já confortável em casa, resolveu pegar um pequeno bolo, umas 5 fatias, e colocou na mesa. O velho ia comemorar seu aniversário sozinho, sem nenhuma companhia — era o que ele pensava, mas não imaginava a surpresa que o destino tinha preparado para o velho Apolinário. Enquanto isso, na casa da bela colegial, ela estava indecisa, ainda não sabia o que fazer. Pensando e pensando, a jovem se decidiu ir até o velho verdureiro, desobedecendo assim seus pais ao sair sem autorização. Então, decidiu tomar um banho e se arrumar para ir ao aniversário do velho Apolinário. Ela pensava que só ia fazer uma refeição e ver televisão, mas o que ela não sabia é que ela seria a refeição do velho. Essas eram as intenções do velho Apolinário… minutos depois, a sexy colegial, já em seu quarto, nua, começou a se vestir. Para começar, colocou uma calcinha cor-de-rosa que levantava suas pequenas bundas, não tão desenvolvidas em sua plenitude, mas duras e firmes, nunca apalpadas por nenhum homem, apenas por ela mesma. Em seguida, a garota colocou um sutiã quase da mesma cor para que seu conjunto ficasse mais sexy. Ajeitou seus pequenos seios tipo laranjas, mas durinhos, com vontade de serem chupados e espremidos até o último gole. Depois, vestiu uma minissaia azul tipo lycra que chegava acima das coxas, mostrando quase suas deliciosas e gostosas bundinhas recém-desenvolvidas. Para completar, calçou umas sapatilhas com salto baixo brancas, mostrando assim suas pernas de menina quase mulher. Pouco a pouco, a garota foi se vestindo para ficar como uma verdadeira diva. Em seguida, colocou uma blusinha curtinha colada ao corpo que destacava seus seios perfeitamente, mostrando uma cintura sem nenhuma gordura, macia e nenhuma estrela. A jovem já quase pronta começou a pentear o cabelo e tudo mais para ficar lindíssima… Então, já pronta, a garota se preparou para sair de casa em direção à casa do velho verdureiro. Já eram quase 8 da noite, quase não havia gente na rua, e ela continuou caminhando rumo ao seu destino. Quase chegando, a jovem esperou que realmente não houvesse ninguém na rua para poder se aproximar da casa do veio e que ninguém a visse entrar, já que o bairro é cheio de fofoqueiros. Se descobrissem que ela entrou na casa de um velho naquela hora, poderiam contar aos seus pais, e aí sim ela se meteria em problemas com seus queridos pais… Enquanto isso, o velho Apolinar, dentro de casa, sentava-se à mesa. Já tinha acendido uma velinha no bolo para poder aproveitar e cantar parabéns sozinho. Mônica esperou uns 5 minutos, vendo que não passava mais ninguém, para então se aproximar da casa do velho e tocar a campainha… O velho já estava pronto para cantar feliz aniversário quando foi interrompido pela campainha de sua casa: trimmm trimmm trimmm……… Mas quem diabos será? Não pode ser! — começou a vociferar o velho, falando alto: — Não estou atendendo, o negócio já está fechado, não veem? E, frustrado porque ninguém respondia do outro lado, decidiu se aproximar da porta e abrir a janela. Quando abriu a janela pela metade, percebeu e quase babou de surpresa ao ver a garota toda mudada e muito linda na frente de sua porta. O velho, surpreso, fechou a janela novamente e pensou: mmmmm, mas não pensei que ela fosse vir. Que rabo gostoso vou comer hoje no meu aniversário, siiiim, siiiim! — dizia o velho em seus pensamentos. Então, sem pensar duas vezes, abriu a porta e falou: — Mas o que você faz aqui, minha rainha? O que deseja, bonequinha? Mônica, um pouco corada ao ouvir como o velho a elogiava por sua beleza com essas palavras, respondeu: — Aiii, seu Apolinar, não se lembra que me convidou para seu aniversário? que hoje está fazendo aniversário, não é mesmo? O velho nem sabia o que responder ao ver os lábios sexy da jovenzinha mexendo enquanto ela falava… ah, claro que me lembro! Mas por que não me disse nada, minha menina? Não sabia se viria, mas acontece que espera, entra, vem pra mesa, tenho o bolo ali, vem, vem, minha Princesa. O velho a deixou entrar, saiu pra ver se não tinha ninguém na rua, também caso alguém tivesse visto aquela mulherão entrar, e como ela é menor de idade, ele levaria todo o peso da lei… Vendo que não tinha ninguém, o velho fechou a porta e alcançou a jovem. A menina sabia que o velho vinha atrás dela e imaginava que ele estava a olhando com malícia, como sempre, mas ela ignorou e continuou andando com movimentos sexy até onde ficava a sala de jantar. O velho estava babando, vendo aquele espetáculo tão perto dele.
Meia hora depois de estarem conversando e comendo bolo, os amigos – porque até agora eram só amigos e nada mais – “Com sua companhia é muito bom”, dizia o veio. “Mas tem uma coisa que eu quero fazer há um tempão.” – “O quê?” – “Dançar. É que fico trabalhando o dia todo, a semana toda, nem tempo tenho.” – “Entendo. É difícil pra você.” – “Pois é. Mas agora que você tá aqui, a gente poderia dar uma dançada. O que acha, a gente dança?” – “Mas o senhor sabe dançar, seu Apolinar?” – “Não sei muito, mas se você me ensinar, o que acha?” – “Bom, tá certo, seu Apolinar.”
Assim, os dois se levantaram da mesa e seu Apolinar ligou o som, colocando uma música meio romântica pra ocasião. O velho estava tão animado pra pegar aquele corpinho maravilhoso da menina e ficar pertinho dela. O velho verdureiro a segurou pelas costas com o braço mais hábil, o direito, e o outro a envolveu por trás. Como o calor estava preso naquela sala, o velho era quase da mesma altura da jovenzinha, embora ela tivesse dificuldade pra envolvê-lo com seus bracinhos, já que o… O velho era uma massa robusta. Ela sugeriu que ele a pegasse pelos ombros, coisa que o homem atendeu no início, mas em questão de segundos os braços do veio já deslizavam pela parte baixa das costas da jovem. Os dois conversavam como se fossem dois apaixonados e, pouco a pouco, a garota se sentia em relativa confiança. Enquanto ambos dançavam a segunda música, bem colados um no outro — mais por insistência do velho tarado, que a segurava com paixão escrupulosa —, suas mãos suadas já se posicionavam bem no limite onde começam as nádegas. Ele ardia em desejo de descer por ali e examinar aquelas bundinhas redondas e recém-desenvolvidas.
O velho se aproximou dela, encostando seu rosto seboso e pálido nas maciez das bochechas, onde encontrava o conforto do qual tanto foi privado em sua vida miserável. Ela, com as mãos trêmulas, agora se apoiava nos ombros do seu parceiro de dança. Enquanto isso, o velho verdureiro, ao notar que a garota estava completamente distraída — certamente pensando no que diria aos pais quando chegasse em casa e não o encontrasse ali —, já começava de maneira disfarçada e quase imperceptível a apalpar aquela carne firme. O que suas mãos compreendiam não tinha comparação com o que se dizia sobre a beleza da jovem; isso era ainda melhor. Ele subia e descia, sentindo cada centímetro possível, desde os quadris até a cintura da menina, ficando ainda mais excitado ao se saber diante de uma mulher doce, jovial e virgem.
— Que bem você dança, minha rainha… — falou o velho, aproximando-se da orelha direita da garota, percebendo aquele cheiro indescritível, mas tão apaziguante, de caramelo que emanava do doce perfume da linda jovem, sentindo seu falo ficar ainda mais duro. — Embora com certeza já tenham te dito isso antes, né?
MÔNICA sentiu um leve, delicioso e inesperado calafrio que começou nas suas orelhas finas e percorreu todo o seu corpo de maneira plausível. corpos mais hipersensíveis, embora praticamente todo seu corpo fosse, eis basicamente seu modo promiscuo de pensar, ultimamente de agir. Não respondeu à pergunta, que sua parceira de dança sua consciência se dedicava mais a aproveitar as delícias daquele enigmático percurso elétrico que a exaltava até os confins prazerosos, sentindo-se envergonhada assim que o efeito passou, relaxando com um suspiro que escapava de seus lábios encantadores. O velho apenas interpretou essa última reação, como sinal de que a gatinha estava se divertindo pra caralho, por isso a puxou mais para perto dele, agora, com o objetivo de examinar tomando a liberdade de posicionar seu pau na altura suficiente para que a gatinha sentisse o quão duro e empinado aquilo estava. Evidentemente a incauta garota sentiu a dureza daquele membro, desrespeitando aquela saia curta, e atravessado até se levantando levemente, com ameaça real de chegar até a calcinha da garotinha. Aquilo se ajustava de maneira tão coordenada, que se não fosse pelas roupas estarem no caminho, tudo estava predisposto para a tão desejada penetração por parte do velho. Isso obviamente a alarmou, embora de certo modo achasse engraçado, ver o grau de excitação daquele sujeito, colado nela e com aquela ereção… ela se sentia admirada, desejada, gostosa… Além disso, entendendo o perigo daquilo, sabia que devia dar um basta em tudo aquilo, naqueles níveis de ousadia de ataques corporais, mais que qualquer coisa. – Senhor… dizia a garota com sua voz sensual – Fala, Apolinar, minha vida, minha garotinha. – Ok, seu Apolinar… eu disse que a música já acabou… e combinamos que só dançaríamos um pouco… – Vai, mais duas músicas. Você dança bem gostoso – a gente tá se divertindo, né? Em seguida, o verdureiro esfregava de maneira frontal e disfarçadamente potente contra a garota para que ela sentisse novamente aquele mastro inquieto. Mônica entendia muito bem a atitude do velho que a mantinha acorrentada ao seu corpo flácido. - Essa última e já, tá bom? É que sério, já tá tarde e eu tenho que ir pra casa, senão meus pais vão me dar uma bronca. - Hmmm…? – resmungou o velho verdureiro, realmente entretido naqueles esfregões. - Que a gente dança essa e já – replicou a garota com certa impaciência, sentindo cada esfregão sem-vergonha perto da sua buceta. - Sim, sim. O que você disser, garotinha. Ainda que a gente não tenha dançado muito, é muito pouco. A menina, apesar de sentir aqueles esfregões que não paravam e pareciam querer abrir sua minissaia com eles. Ela quis virar pra ver, mas foi inútil, já que a barriga volumosa dele bloqueava a visibilidade. Ela vagava naquela cena, tentando entender o quão ridículo era que o velho ficasse a esfregar nela, mesmo sendo uma simples dança, embora sua mente trabalhasse para imaginar como seria aquele velho mostrando aquele pau bem duro e brilhoso. Vou te dizer uma coisa, menina: você é uma garota muito… gentil, muito linda. Eu gosto muito de você… hehehe… é a verdade – expressou o velho – Pra mim, o fato de você estar comigo, dançando com um velhinho como eu, porque que esperanças uma garota tão doce e gostosa como você se interessar por mim, impossível. Mônica realmente não sabia o que dizer diante das declarações emitidas pela boca babosa do velho, que lhe provocava uma pena. A colegial baixou a cabeça, sentindo-se envergonhada. Já dançavam várias músicas e ela nem percebia. Obrigada, seu Apolinar, por se declarar pra mim e dizer essas coisas tão lindas. - De nada, garotinha. Eu tô feliz que você esteja aqui comigo, dançando com esse pobre velho, porque, sendo sincero, né?, a gente nunca teria a oportunidade de estar com uma doçura tão delicada e linda como você. - Que coisas o senhor diz, seu Apolinar… – expressava a garota com uma voz doce e inquieta, dada aquela espécie de declaração que o velho tarado estava fazendo, além de sua respiração ficar ofegante, mais do que qualquer outra coisa, pelo fato de o velho apertá-la cada vez mais contra ele. O pervertido. ele expressava esses sentimentos por ela, tornando difícil inspirar e expirar, praticamente enfiando o pau na sua buceta.
– Só tô falando a verdade, gata.
– É, bom, é que, tipo, me dá uma vergonha, você me dizer tantas coisas lindas, hehehe.
– Que nada, não tenha vergonha, gostosa, como já te falei, é a pura verdade. Seus pais fizeram você com muito amor, por isso você ficou tão linda, hehehe.
– Seu Apolinar, por favor, não continue, que eu fico muito nervosa.
A garota, que respirava pesadamente e, apesar de sentir o que ele expressava, estava gostando bastante e esperava que o velho continuasse do mesmo jeito.
– Há tempos eu gosto de você. E me sinto apaixonado por você, gostosa… tô com vontade de te dizer um monte de coisas que você nem imagina… – dizia o velho, continuando a adoçar a garota com suas palavras.
– E… que coisas seriam essas que você teria pra me dizer? – perguntou com ar escrupuloso, embora com evidente nervosismo, sorrindo e engolindo um pouco de saliva depois de ter falado, sabendo o que provocaria ao fazer uma pergunta dessas.
– Ai, meu amorzinho…
MÔNICA foi surpreendida por um aperto do homem gordo, que a pressionava contra sua barriga proeminente e aquele peito úmido, apoiando suas mãos largas e com firmeza nas partes de onde nasciam suas deliciosas nádegas. O velho safado começou a enfiar as mãos por baixo da MINISSAIA leve, praticamente sentindo a roupa íntima delicada da garota.
– Desde que te vejo passar todo dia pra escola com sua irmã, você me chegou por dentro – disse o homem, olhando para seus lábios brilhantes, com uma cara de tarado.
– Nããão! Nããão, nããão – expressou alarmada a garotinha ao ver que o homem começava a mexer na parte inferior de sua saia, começando a vasculhar por baixo dela.
– Seu Apolinarrr… o que você tá fazendo!?
– Ai, gostosa. Você tá bem gostosinha.
A garota entendia que os ânimos estavam subindo muito mais, especialmente pela maneira tão vulgar e insolente com que o verdureiro se referia a ela.
– Não. Não, seu Apolinarrrr, por favor. Me solta, por favor, nãoooo, nãoooo", dizia a jovem. "Sabe de uma coisa? Eu só quero passar um tempinho gostoso com você, hehehe." - "Não, seu Apolinar... me solta, nãoooo, por favor." A garota já não via mais aquele jogo de perguntas que faziam um ao outro como tão inocente, embora tivesse que admitir que esse jogo de resistência (ao qual ela não contribuía muito, se achando mais fraca que o homem) estava começando a se tornar, se não divertido, pelo menos um tanto curioso, pois involuntariamente ela gostava desse tipo de submissão. - "Sim, gostosa, você tá muito boa, me diz... e se me der um beijinho? O que você acha, garotinha?" – dizia o homem, praticamente orientando seus lábios curtidos em direção aos lábios brilhantes da jovenzinha. Ela tentava desviar e se esquivar daquela boca desalinhada que roçava seu rosto, sentindo ainda como o velho continuava cutucando-a com a dureza de sua ereção. - "Seu Apolinar, olha, não... Pare, eu tenho que ir, me deixa, eeee, meus pais vão me brigar." - "Ai, minha filha. Vai, não seja má. O que custa? Só um." - "Não, seu... é que não posso." - "Nem modo, menina", disse o velho. "Bom, então deixa eu dançar mais um pouco com você. Você não sabe como eu gosto de te ter assim comigo... Não acho que vou ter outra chance de te ter assim do meu lado. Daqui até você voltar... Melhor me deixa um tempinho assim com você. Nunca estive com uma princesinha tão linda como você." Ele voltava a adoçar com suas palavras a menina feita mulher. - "Seu Apolinar..." – dizia a bonita com ar resignado e uma ternura que novamente a dominava. - "Tá bom, mas só um pouquinho, siim. Você tem um corpo, mas bem gostoso, mamãe. Vai lá. Dá um gostinho a esse pobre velhinho que se contenta em ficar com você, aqui, sozinho, no seu aniversário." - "Ok. Mas só mais um pouquinho, porque sério, eu tenho que ir, senão meus pais podem me brigar... E fica claro que eu tô fazendo isso só pelo seu aniversário, nada mais, ok?" A menina colocou suas mãos no peito de seu assediador, e elas viajaram até os ombros. - "Obrigado, minha vida. Você me faz, mas muito feliz. Você não sabe o quão delícia você tá." A esplendorosa A colegial, com um pouco mais de calma, conseguiu prestar atenção em certos detalhes, como o suor incessante do velho, o cheiro do suor e, de forma precisa para ela, aquela dureza que oscilava contra seu ventre que se movia, justamente, a cada passo, cada movimento da dança, posicionando-se exatamente na altura de sua parte mais que sensível. Um formigamento curioso e impertinente a atacava de maneira involuntária. Assim, ela continuava sendo vítima de seus próprios e rebaixados formigamentos, mordendo os lábios finos, como se com isso tentasse conter o quanto estava gostando. Olhava para outro lado, mas sempre caía no rosto grotesco do degenerado, que de repente deixou que suas mãos descessem novamente da cintura da garota e, já não tão disfarçadamente, agarrou uma das nádegas da menina. A menina aguentou, querer continuar resistindo era uma batalha perdida, ou era isso que ela queria pensar, pois segundo ela, assim que terminasse a 'dança', deixaria de ser 'assediada' daquela maneira. Mas isso só servia para encorajar o homem, era muito óbvio, porque seus avanços ficaram mais propensos e já eram uma espécie de apalpação de todo aquele par de nádegas duras e meio desenvolvidas, esfregando-as ao máximo, ao seu bel-prazer. Assim, a pobre jovem só conseguia se conter mantendo-se abraçada ao corpo inconsistente do veio, permitindo as esfregadas, cada vez mais predispostas a uma consequência do que qualquer homem teria ao ter uma garota tão jovem. Ela justificava tudo, que um pobre velhinho implorava lastimosamente e ela, não sendo uma garota má, não devia se negar. Mas também é que, diante de tais apalpadelas em sua cintura e, sobretudo, suas nádegas, e aquela grosseria pontuda do pau que recebia em seu ventre, que pouco a pouco, foi vítima de êxtases prazerosos em sua buceta, produzindo aquela umidade lubrificante, que se potencializou ainda mais quando o velho, com mais ousadia que habilidade, buscou dedar seu orifício posterior sob suas nádegas. Foi um prazer tremendo para a gostosa, até sentia a buceta escorrendo, uma sensação tão indescritível e digna apenas do seu próprio corpo. O velho ainda não ousava acariciar totalmente aquele lugar magnífico, pois ainda acreditava na possível resistência da jovem. O que o encorajou foi a respiração pesada que a colegial soltava, sinal inequívoco da exata fraqueza que aquela mão causava nela, e a prova foi que ela mesma, com arte erótica, parou seu bumbum muito bem proporcionado para que o homem tivesse melhor acesso e começasse a explorar por cima da roupa. O velho verdureiro estava sem acreditar. A realidade incrível estava lhe concedendo direitos sobre uma garota muito, muito distante de suas condições e totalmente predisposta a ele. Levou as mãos até o quadril da garota e, com passo intrépido, a envolveu para girá-la e ficar colado por trás dela. A colegial, que havia agido de forma negligente diante desses movimentos, podia sentir a dureza daquele pau batendo com firmeza bem no meio de suas bundinhas, sentindo-se extremamente nervosa, o que a levou a um êxtase indescritível por toda sua anatomia. Aquela ereção começou a esfregar com mais vontade, como se o velho realmente a estivesse penetrando à vontade, enquanto manobrava uns apalpadas grosseiras na região vaginal. A garota realmente estava começando a gostar, tentava disfarçar sua respiração cansada, seus gemidos abafados, o apertar dos lábios e os olhos fechados eram tentativas disso. O homem praticamente a estava masturbando, mesmo só tocando por cima de sua saia leve, e ainda assim ela não conseguia resistir, sentia tudo tão gostoso que permitiu que ele descesse as mãos por suas coxas e subisse novamente, mas agora por baixo da saia, percorrendo sua calcinha e apalpando sua barriga lisa, sem qualquer resistência, nem mesmo um gesto involuntário, ela toda se entregava ao prazer alheio do verdureiro. O velho apalpava toda aquela barriga, vasculhava pelo seu umbiguinho e sem mais, desceu direto para a calcinha da menina, enfiando as mãos e descobrindo uns finos pelos vaginais recém-depilados. MÔNICA se enchia de tremores prazerosos, o velho respirava no seu pescoço e isso era um estímulo perfeito para deixá-la fraca. Depois o homem começou a dedilhar mais uma vez e ela era movida bruscamente, praticamente parecia uma bonequinha de pano que se deixava ser e fazer. Apolinar, ao mesmo tempo, começou a enfiar os dedos muito mais para baixo, encontrando a zona prometida da colegial.
-Hmmmm… Mas você tá uma gostosa da porra, meu amorrrr. Que tasty, que tasty tem o seu corpo – expressava o velho nos ouvidos sensíveis da menina, que sentia os formigamentos e fraquejava só de ouvir aquela voz grave e um hálito tremendamente de cerveja -Mas que bucetinha yummy. Por que você não me empresta um pouquinho, hein! Você não sabe a vontade que eu tô de você. Você tá uma delícia, meu amorrrrr…
-Não, seu Apolinar… Não… me toca… – sussurrava a menina arrastando as palavras, fechando os olhos, colocando as mãos por cima das enrugadas do velho, como acompanhando-o, mais do que impedindo algo, e ao mesmo tempo sugerindo onde ele deveria avançar, enquanto mexia os quadris como um ato reticente que mais bem seguia o ritmo da dedilhada que o velho estava dando.
O velho começou a lamber uma de suas orelhas brancas, encharcando-a de saliva, encontrando aquele digno sabor de menina limpa e perfumada. Ela fazia o mesmo, ao sentir sua pele arrepiada, acomodando a cabeça para que o velho tivesse a área precisa e continuasse com aquela lambida envolvente que fazia com sua língua pontuda e molhada. O pobre homem estava que não aguentava, seu pau cuspia uma grande quantidade de líquido pré-seminal que acabou desenhando, em sua calça cinza, uma mancha escura e úmida que a menina teve que sentir quando ele roçou uma de suas nádegas, pensando que ele estava urinando.
O velho sabia muito bem resistir, e seguia devorando com grande fervor aquela linda A orelhinha esquerda que a menina expunha, pois ele certamente notou o quão delicioso era para ela esses chupões, e bastava ver aqueles lindos olhos fechados com seus belos cílios. Para confirmar, o velho levantou a saia da menina acima da cintura, deixando à vista apenas uma calcinha cor-de-rosa. O velho achou que ela o impediria ou ao menos reprovaria o ato, mas longe disso, a menina mantinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior. O velho, tão extasiado e encorajado pela cena, começou a invadir o pescoço delicado, começando pela parte de baixo da orelha e beijando aos poucos aquela pele macia. A garota movia a cabeça, coordenando para que ele tivesse amplo acesso, estremecendo e delimitando a área, mas depois recuava e voltava a sentir aqueles chupões, enquanto sua respiração já estava forte e acelerada, o rubor acesos nas finas bochechas. Ela podia sentir o dedo do velho percorrendo sua buceta sem nenhuma resistência da sua parte, começando a entrar pelos lábios internos, ainda sem alcançar distâncias alarmantes. A lubrificação que sua buceta produzia permitia facilidade para qualquer penetração, e aquilo ainda estava escorrendo, pois de sua vagina corria um manancial de líquidos que anunciavam a disposição natural de seu corpo para receber qualquer carnosidade de natureza semelhante. Rapidamente ele começou com movimentos de masturbação por toda aquela frestinha da garota, fazendo isso de modo bem lento, tentando gerar mais líquido. Voltou a beijar seu pescoço, torcendo-a mais uma vez, fazendo-a girar para ficar novamente de frente, praticamente colocando sua boca fedorenta na boquinha fresca da bela colegial, que o recebeu apenas um pouco, ao notar talvez um cheiro insuportável de cerveja, voltando a expor todo o pescoço. O velho mal pôde desfrutar daquela frescura, mas sabia que era questão de tempo para conseguir se apossar de toda aquela cavidade bucal. Enquanto ele espalhava beijos e lambidas por todo o rosto e pescoço da garota, envernizando-a com sua saliva grossa que parecia não ter fim. Ela acomodava o corpo, colando-o no dele, mas agora com iniciativa e desejo, comprimindo aquelas massas numa só, apesar das deformidades que o velho tinha. Ela o envolvia com os braços pelo pescoço, puxando-o para perto. O verdureiro, tão satisfeito com isso, começou a apalpar as pernas da garota de maneira violenta e quase dilacerante, como se o momento estivesse prestes a explodir. De repente, ele habilmente arrastou um dos braços e pegou a mãozinha da garota para guiá-la até sua ereção, sem que ela oferecesse resistência. MÔNICA estava surpresa e muito excitada, a ponto de qualquer ato parecer normal, seus olhos continuavam perdidos assim como sua mente, mas ela conseguiu notar bem as dimensões daquele pacote que tinha se esfregado na frente e atrás dela. CONTINUA AAAAAAAA….. SEGUNDA PARTE Espero que gostem deste conto, saudações
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