Minha terceira vez com uma trans. Ainda não acredito. P1

Esta parte da nossa história é longa e importante. Vou dividir em 2 partes.

Contexto: depois daquela tarde linda em Florida e Lavalle, em Buenos Aires, com a Monik, eu fiquei doido. Só pensava no que a gente podia fazer, em como queria macetar ela, macetar sem parar. Queria que ela pedisse a porra da gozada com desespero, que ela quisesse me drenar.Minha terceira vez com uma trans. Ainda não acredito. P1Até sentimentos românticos eu tava criando na minha cabeça, naquela noite depois de arrumar minhas coisas e os papéis da reunião não conseguia dormir e tava com vontade de sair pra correr ou ir pra academia... sei lá, tava louco.

Deixei de lado a ideia de fazer uma videochamada surpresa pra minha família pra acabar com essa loucura, ligo e quem atende é minha sogra.

— Oi, pai, como você tá? O que você faz a essa hora, não tá trabalhando?

Alejandra é a mãe da minha mulher, é venezuelana criada no Brasil, é uma gostosa e sabe que mexe com a terra, sempre quis comer ela, mas quando conheci já tava saindo com a minha mulher.

— Oi, mãe Ale, tô aqui... terminei cedo hoje, e as crianças?

Alejandra, que transpira sexo, se coloca em primeiro plano com aquelas tetonas de coroa de 40 na frente do telefone e chama eles. Juro que ela quer me enlouquecer.AnalEnquanto eu tô batendo papo e cuidando da família, chega um coração no Twitter e outro no Instagram...
Nem dei bola, é normal que quando posto coisa de trampo apareçam as minas pedindo serviço.
Mas ó, surpresa: não era ninguém menos que a Monik... fiquei de pau duro quando vi que era ela.
Mando um: "oi, tudo bem?" Pra ser sincero, esperava resposta daqui uma hora.
Mas... na hora, como se tivesse esperando eu escrever, chegou um "Oiis" com um coração.
Na sequência, um "tá fazendo o quê??" Aí respondo: "aqui trampando". Ela diz: "eu aqui pensando no que cê tava fazendo e quando a gente vai se ver de novo, nem que seja só um pouquinho."
Eu fiquei mudo... sinal ruim pra uns, bom pra mim. Fiquei tanto em silêncio que ela escreve: "não quero te incomodar...creampie analNa minha cabeça, não parava de pensar em coisas e em como ia fazer e tal...
Aí respondo: que tal a gente se ver agora? Aqui não dá, é um apartamento compartilhado. Mas quero te ver... se você quiser.
Chega uma localização e um "pega um Uber... te espero aqui". Ah, curto uma IPA, traz umas, dale, bombom?
Programo alarmes e preparo tudo pra amanhã, desço e na frente compro um six pack. Peço Uber e vou pra lá.
Uns 15 ou 20 minutos depois, tava lá. Uma área super chique, tem nome em inglês. Mando mensagem e ela responde: "já estamos descendo".
Já estamos descendo, quem? Ainda desconfio de tudo e fico nervoso pra caralho. Descem no elevador
4 pessoas: 2 travestis que tinham uns 190 de altura e mais peito e bunda que qualquer um, e uma mina tipo a Monik, de pele escura, quase preta.
Eu dentro do Uber, porque Buenos Aires tá foda. Elas se despedem e ela fica na porta esperando eu ir.
Crio coragem e vou. Ela me cumprimenta super educada e me convida pra entrar. No elevador, ela fala: "sinceramente, não pensei que a gente fosse se ver tão cedo, eu queria, mas não sei você".
Cada um num canto do elevador, e pra mim a tensão tava no ar.
"Eu quero te ver, senão nem falo nada." Falo e dou um sorriso.
Ela fica vermelha e para na porta de saída. Fico atrás dela e respiro na altura do pescoço dela, ela é baixinha. Se não fosse por ela estar com uma espécie de roupão longo que dava a impressão de estar pelada por baixo, juro que ela se jogava em cima de mim.
Ela desce rápido e fala: "por aqui".
Entramos num apartamento enorme, a sala é gigante, cheia de sofás e mesinhas, uma sala de jantar enorme na sequência, e tudo isso tinha varanda.
Passo pra cozinha, também enorme, e arrumo as cervejas e umas Pringles.
"Quer deixar suas coisas aqui?" Ela me mostra um armário e tira o roupão... e quase me dá um troço.
Ela tava com um short que mais parecia uma tanga, meia-calça e tênis Jhoonfoose, camiseta do Demon Slayer e só.
Peguei ela por trás, comecei a morder o pescoço dela, beijar, prender ela nos meus braços, ela derretia toda. E ela se deixava beijar com vontade e paixão, parecia minha mulher, minha mina, meu único depósito de porra, a responsável pelos meus instintos mais baixos.
Ela desce sozinha, sabendo o que tem que fazer, abre minha calça e, como toda uma expert, fica excitada com meu pau que pula pra fora, valente. Ela esfrega ele no rosto todo, nos lábios, nariz e boca, cheira, beija e roça. Isso me deixou super quente. Ela sabe o que faz.
Me inclino e desço pela cintura dela até chegar na bunda do meu desejo, meto a mão e encontro um pequeno botão em forma de coração bem na entrada daquele cu dos sonhos. Um plug anal, olho pra ela e ela diz que queria estar pronta pra essa pica linda.
Me levanto e coloco ela de quatro na bancada da cozinha, tiro o short dela e consigo ver até o último detalhe da bunda mais gostosa que já vi ultimamente, cheira deliciosamente a sabonete e lavanda, tem uma particularidade linda: do cu até o pau dela, tem uma linha de pele que se destaca, parece uma marquinha. Algo que me encantou e me levou à minha primeira lambida de cu transsexual.sexo oralComecei a passar a língua naquela rachinha e cheguei no cuzinho, passei a língua pelos lados. Enquanto começava a puxar o cuzinho e lamber o cu dele.
Meter língua e saliva. Enquanto eu fazia isso, ela gemia com uma intensidade e força que assustavam. Ela começou a contrair o cu e pedir mais e mais.
Enquanto ela se acomoda na bancada, eu tirei tudo e subi na bancada, ela colocou a bunda dela à minha inteira disposição, então comecei a passar minha cabeçuda na rachinha que eu tanto gostei.. parecia que estavam serrando minha piroca, uma delícia, até que não aguentei mais e, depois de esfregar no cu dela, começo a meter com força enquanto ela abre e fecha o esfíncter. Cada vez que ela fecha, aperta minha piroca e é a sensação mais incrível porque parece que suga.
Busco a penetração mais fundo que dá e sinto como se toda minha piroca fosse sugada pelo esfíncter dela. Acho que vou gozar, então tiro e começo a esfregar e meter só a cabecinha e tirar.
Só sentei na bancada fria e ela se agachou para se esfregar na minha piroca. Isso era irreal porque aquele buraquinho parecia uma boca que beijava tudo ao longo, uma buceta molhada e quente da cabeça até as bolas.
Tinha um cheiro diferente no ambiente, não era ruim, mas dá pra notar a diferença entre uma buceta e um cu.TravestiFomos pra sala, ela desceu da bancada e me perguntou: "vem?"
Fomos pra sala e ela me sentou lá, enquanto se ajoelhava entre minhas pernas pra chupar minha rola como se fosse a última coisa da vida dela. A baba, a sucção, o leve roçar dos dentes, a carinha dela de menina sardenta que eu só tava reparando agora. Ela me olhava nos olhos com segurança e intensidade.

Peguei ela e montei em cima de mim, e falei: "quero deixar todo meu gozo dentro de você."
Ela subia e descia devagar, eu segurava na cintura dela e cada vez ficava mais rápido e mais forte, mais buscando chegar no fundo. Num momento, achei que ia gozar e ela começou a gritar e apertar cada vez mais forte. Só gritava e gemia:
— Mais, mais, maaais... sim, siiiim...

Ela se pendurou no meu pescoço e, enquanto eu gozava bem no fundo dela, um pouco de porra saiu do pinto pequeno dela. Molhou minha barriga e a dela... não era muito, tipo pré-gozo, mas pouquinho.
Ela só se inclinou sobre mim até parar de apertar.

Acho que essa vez foi a que firmou nossa amizade desde então. E foi só a primeira daquela noite que terminou às 5 da manhã, quando eu tive que ir trabalhar.
Aquela noite foi a que nos fez melhores amigos.
E prometo contar outra hora.

Tô grato pelas boas palavras e pelos conselhos que os membros do Poringa tão dando, e enquanto essa amizade for boa, eu vou continuar.

3 comentários - Minha terceira vez com uma trans. Ainda não acredito. P1

Qué mal que escribís.
Me duelen los ojos
para ser alguien que nunca escribio nada, aprecio la opinion.
Están muy buenos tus relatos, leí los tres seguidos, hay algunos errores de ortografía ( hay y ahí ) pero están muy buenos y voy imaginando todo el relato a medida que lo leo.
Y si me dejás quiero preguntarte; ¿Te enamoraste de Monik?