Um velho "amigo" e minha esposa

Acordei numa sexta de manhã com uma das melhores vistas que podia ter: minha namorada, Elisa, de lingerie procurando alguma coisa no guarda-roupa. Estou casado com ela há 8 anos e, sinceramente, fui muito sortudo por tê-la; ela podia ter escolhido qualquer outro homem, mas me escolheu. Ela era uma mulher um pouco cheinha, mas com tudo bem no lugar, um peitão grande e umas cadeiras largas, além de uns olhos verdes encantadores e uns lábios macios. Muitos caras davam em cima dela quando a conheci, e muitos outros tentaram algo com ela mesmo depois de casados, mas ela sempre recusava.

Naquela manhã, a gente não tinha planos nenhum; ela e eu íamos descansar o fim de semana inteiro, então só íamos ficar em casa vendo filme, conversando e transando. Aquele dia foi bem legal, porque a gente nem se arrumou; eu fiquei de pijama o dia todo, e ela vestiu um daqueles vestidos longos e folgados pra ficar em casa, que além de serem perfeitos pra ela, eram fáceis de levantar e abaixar quando a gente quisesse algo mais. Ela também não usou sutiã naquele dia pra ficar mais à vontade.

Já eram quase 6 da tarde quando a gente ouviu alguém batendo na porta. Quando abri, levei um susto ao ver Mario, um ex-colega da faculdade.

— Amigão! — ele disse, me dando um abraço.
— Opa!... — respondi com um sorriso falso, tentando soar animado.

A verdade é que não tava nada feliz em vê-lo. Ele era daquele tipo de pessoa que fingia ser seu amigo, mas na real só queria se aproveitar de você. Sempre pedia os trabalhos ou zoava os outros pra pagar de engraçadinho. Era muito carismático, então sempre conseguia cair nas graças dos outros, até eles conhecerem ele de verdade. Inclusive, foi o culpado por eu terminar com uma namorada, mas isso é outra história.

— Quanto tempo sem se ver, você não mudou nada — ele completou.
— Você também não mudou. O que cê tá fazendo por aqui?
— Vim visitar uns amigos e... Contaram de você e que você morava aqui, resolvi passar pra te visitar. Me contaram que você tem casa, esposa e tudo mais.

— Não tô mal, não — respondi seco, esperando que ele fosse embora.
— Mas como, não vai me convidar pra entrar?
— Claro, claro, desculpa. Entra.

— Quem é? — perguntou Elisa, meio estranhando.
— É o Mário, um amigo velho da faculdade — respondi enquanto ele se aproximava pra cumprimentá-la com beijo e abraço. Ela recuou na hora e fez uma cara de nojo.

— Prazer em te conhecer. Você tem uma esposa muito gostosa.

Depois disso, Elisa foi colocar um sutiã e um suéter pra tentar se cobrir mais. A gente continuou conversando por umas duas horas. Ele me contou como tinha se dado bem na vida, das viagens pelo mundo e do sucesso que era, mas sempre falando mal de todo mundo que encontrava, até das mulheres com quem tinha ficado, sendo o mais machista possível.

Já tinha escurecido e minha esposa cada vez fazia mais cara de desgosto.

— Mas e aí, nessa casa não jantam? Já tô com fome, né? — falou pra gente.
— Bom, não tem nada pra jantar, hoje a gente não ia fazer muita coisa — respondeu Elisa.
— Mas a gente podia comprar alguma coisa antes de eu ir embora, não?
— Claro, amor, vamos ver o que tem pra jantar na cozinha — minha esposa falou pra mim. — Vai comprar alguma coisa rápido pra ele ir embora, que eu não aguento mais.

Peguei as chaves e saí pra comprar comida. Levei uns 10 minutos indo e voltando do shopping. Quando entrei em casa, Mário e Elisa já não estavam na sala, e da cozinha ouvi um murmúrio. Quando ia entrar, vi o Mário saindo.

— Ah, finalmente voltou com a janta. Tava conversando com sua esposa, ela é super engraçada, a gente não parava de rir — ele falou com um tom estranho.

Entrei na cozinha e vi minha esposa no chão, limpando alguma coisa.

— O que aconteceu? — perguntei.
— Nada, caiu um copo d'água. Seu amigo é muito simpático, me fez rir pra caramba — ela se levantou, toda corada e sem fôlego, como se tivesse "rido muito".

Desde aquele Nesse momento, a atitude dela mudou completamente. Ela parou de fazer cara de nojo e começou a sorrir pra ele, agora parecia interessada na conversa, até ria das piadas dele. Durante o jantar, tudo seguiu normal, mas eu percebi que em alguns momentos eles trocavam sorrisos. Deu meia-noite.

— Amor, seu amigo comentou que não estava hospedado em lugar nenhum. Ofereci o quarto extra pra ele ficar, assim não precisa ir atrás de hotel. Tudo bem? — minha esposa me disse.
— Claro, quer que eu suba as coisas dele?
— Não precisa, eu durmo do jeito que Deus me trouxe ao mundo — Mario falou brincando, e minha esposa riu como se fosse a melhor piada do mundo.

Depois disso, minha esposa tomou um banho e fomos pra cama. Já de madrugada, não conseguia parar de pensar na mudança de atitude da Elisa. Fiquei imaginando o que poderia ter rolado quando eu saí, mas no final decidi que era coisa da minha cabeça e tentei dormir. Só que senti minha esposa levantar da cama. No começo, achei que ela tinha ido ao banheiro. Passaram 5... 10... 20 minutos e ela ainda não tinha voltado. Resolvi me levantar pra ver o que tinha acontecido. Fui procurar ela no banheiro, mas não tava lá. "Deve ter ido na cozinha pegar alguma coisa", pensei. Fui em direção ao corredor e no caminho encontrei o sutiã de renda azul da minha esposa. Continuei andando, já pensando no pior. Logo antes de chegar na sala, encontrei outra peça no chão: a calcinha dela, da mesma cor.

Espiei devagar pela porta e meus medos se tornaram realidade. Lá estava minha mulher, completamente nua, sentada no colo do Mario. Não estavam transando, mas ele tava masturbando ela. Com uma mão, ele massageava o peito da minha mulher e com a outra estimulava o clitóris dela, enfiava os dedos, abria a buceta dela.
— Tá gostando? — ouvi ele sussurrar. Elisa, com um gemido, confirmou que sim. Naquele momento, eu poderia ter ido embora ou confrontado os dois, mas decidi ficar ali, olhando, sem fazer nada. Pode descrever em detalhes como o Mario masturbava a Elisa, beliscava o mamilo dela, enfiava um ou vários dedos na buceta dela, beijava o pescoço dela, a excitação da Elisa era tanta que ela mesma tapou a boca com a mão pra não gritar de prazer. Num momento vi como o Mario esfregava freneticamente o clitóris dela e num instante minha querida esposa teve o maior orgasmo da vida dela, nunca tinha ficado assim e pra minha surpresa o orgasmo dela veio acompanhado de um squirt que eu nunca tinha conseguido provocar nela. O orgasmo dela durou bastante e quando acabou os dois se levantaram.

— Gostou? — perguntou o Mario soltando uma risadinha safada
— Shhh... meu marido vai te ouvir.
— Sou melhor que ele, né? — minha esposa só olhou pra ele com um sorriso provocante.
— Tem que limpar tudo isso antes da gente ir embora.

Naquele momento eu fui embora com o coração batendo a mil e com uma ereção involuntária na calça. Deixei as roupas onde peguei e fui deitar, cinco minutos depois senti ela se deitar, eu acabei dormindo de tanto cansaço, mas pensando no que tinha acabado de acontecer.

No dia seguinte a gente levantou e tomou café os três como se nada tivesse acontecido, quando olhei pra sala percebi que o sofá ainda estava molhado e além disso minha esposa tava usando um vestido parecido com o de ontem mas mais curto e decotado, e não tava de sutiã e não parecia preocupada em se cobrir como quando o Mario chegou. O Mario contou que ainda tinha uns compromissos e minha esposa ofereceu pra ele ficar mais uma noite pra não ter que procurar hotel, ele aceitou na hora e eu não tive escolha a não ser aceitar, o resto do dia não larguei minha mulher.

Quando chegou a noite fomos todos dormir, mas dessa vez minha esposa colocou um babydoll que a gente só usava em datas especiais, era preto e quase transparente, só colocou uma calcinha então os peitos dela dava pra ver.

— Uia, hoje vai ter ação? — falei fingindo empolgação, mesmo sabendo que não era por mim
— haha, não, esse já tá velho, só quero dormir mais confortável. Nos deitamos pra dormir e de novo não consegui pegar no sono, fiquei esperando minha esposa se levantar de novo. As horas passaram, tentei fingir que tava dormindo, esperando a hora que ela se mexesse. Nisso, ouvi o celular dela vibrando e ela respondendo. Minutos depois, a porta do quarto se abriu.

— Tem certeza que ele tá dormindo? — Era o Mario que tinha entrado.
— Sim, ele dorme pesado, só faz com cuidado.

O que eles não sabiam é que eu tava acordado e, não só isso, na minha frente tinha o espelho de parede inteira que a gente tinha, então dava pra ver os dois pelo reflexo. O Mario tava completamente pelado e minha esposa se levantou um pouco na cama, o pau dele já tava duro. Ele pegou a Elisa pelo cabelo e meteu o pau na boca dela, fez isso de forma brusca e rápida, e minha esposa não falou nada, só começou a chupar. Cada vez mais fundo, e a Elisa até segurou as nádegas do Mario e empurrou o quadril dele na direção do rosto dela pra ajudar ele a ir mais fundo. Dava pra ver cada penetrada e ouvir a chupada que minha esposa dava com a boca.

Depois disso, o Mario deitou no pé da cama e começou a lamber a buceta da Elisa, ela só se recostou na cabeceira da cama e curtiu o ato, a cara de prazer dela tava irreconhecível. Num momento, ela virou pra mim e começou a acariciar meu cabelo. Não sei explicar o que aconteceu, mas me deu outra ereção. Uns minutos depois, o Mario se levantou de novo e tirou a calcinha da minha esposa, jogou longe e se colocou em cima da Elisa, começou a meter nela. Cada estocada fazia a cama balançar um pouco, e quando ele começou a acelerar, a cama batia na parede.

— Espera — falou a Elisa e colocou o travesseiro dela na cabeceira.

O Mario continuou metendo nela, dessa vez num ritmo muito mais rápido que antes. Ela só soltava um gemido agudo e surdo — Ah! Ah! Ah! — que eu ouvia a cada penetrada, e a cama balançava de um lado pro outro, até as molas do colchão começaram a chiar. Nessa hora, fiquei mais excitado do que nunca. Nunca, sem pensar, enfiei minha mão dentro da minha calça e comecei a me masturbar. Eles não iam perceber com todo aquele movimento que estavam fazendo.

— Gosta, sua puta? — ouvi o Mario falar.
— Sou sua puta — respondeu a Elisa.
— Sou melhor que ele?
— Sim, meu garanhão.
— Olha pra ele e me diz quem é melhor.
— Você é melhor, seu pau é melhor — ela começou a dizer enquanto me olhava.
— O que você quer?
— Mmm! Quero que me meta, quero que me encha de seu leite.

Naquele momento, Mario começou a penetrá-la mais forte do que nunca. Ela não conseguia parar de gemer, as pernas dela esticavam e dobravam de prazer, e com os braços ela só abraçava a cabeça dele. Eu estava no limite, ia gozar, e bem na hora que eu gozei, ela também gozou. Pude sentir e ver como ela teve espasmos incontroláveis de prazer, e igual ontem, o orgasmo dela veio acompanhado de um squirt. Molhou a cama toda, e até eu pude sentir a porra quente e molhada dela.

— Terminou? — perguntou a Elisa.
— Não, puta.

Naquela hora, minha esposa se virou e ficou de quatro. Mario se posicionou atrás dela, e ela apoiou as mãos na cabeceira da cama. Mario puxou o cabelo dela, e ela abriu as pernas e se inclinou o máximo que pôde. Nunca tinha visto ela naquela posição. De uma enfiada, ele meteu o pau inteiro na minha esposa. «Clap clap clap» comecei a ouvir. Eu tive outra ereção e me masturbei de novo. Vi as tetas da minha esposa balançando pra todo lado e a bunda dela batendo na barriga do Mario. Eles aumentaram a intensidade, e eu também.

— Olha pro seu maridinho e fala meu nome — ordenou o Mario.

Só consegui ouvir «Mario, Mario, Mario» por um bom tempo. Escutava o gemido do Mario e a respiração da minha esposa, enquanto ela me olhava. Minha esposa começou a acariciar meu cabelo com uma mão de novo.

— Vou gozar — disse o Mario, praticamente gritando.
— Goza dentro.

Ele só meteu mais forte, e ela gritava «Isso! Isso! Isso!». A excitação que eu sentia era indescritível. Tudo era tão safado, dava pra sentir o calor no ar, e num instante, tudo... prazer chegou, minha esposa gemeu de prazer, Mario puxou ela pelo cabelo e deu uma última penetrada, ficando dentro dela enquanto descarregava todo o sêmen, e eu gozei mais do que nunca. Minha esposa teve um segundo orgasmo tão forte que me puxou pelo cabelo com muita força.

Depois disso, Mario foi embora, minha esposa se deitou de novo e eu caí no sono profundo. No dia seguinte, Mario saiu de casa e eu e minha esposa voltamos ao normal. Não sei se ela ficou com mais alguém, mas espero que, se acontecer, eu possa estar lá pra ver.

Nota: Valeu por ler meu relato, qualquer sugestão é bem-vinda, e também se você quiser que eu escreva sobre outro gênero.

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