Minha razão do divórcio - parte 8

Estamos chegando ao final da história que vai se conectar com o desfecho que eu comecei. Já tínhamos uma amizade de anos com o Leo e a Eli. Os moleques cresceram e a gente compartilhou muitos momentos. Com a Eli, a gente continuava trepando quando dava, menos do que a gente queria, com certeza, e com nossos parceiros estávamos muito melhor. A gente ficava doido pra brincar com o Leo e a Mari. Saía o pior de dentro da gente, a gente manipulava eles a ponto do Leo sentir que ele é quem inventava tudo e que, se não fosse por mim, a gente realizaria mais fantasias. A Eli teve a brilhante ideia de inventar umas férias juntos e foi tão filha da puta de motivar pra ideia sair da filhinha dela. Eles vieram em casa e as crianças pegaram a ideia muito rápido, e a gente não teve escolha a não ser aceitar. Foi rápida a decisão de ir pra Gesell e depois a gente se acertou nas datas. Duas semanas, a segunda quinzena de Janeiro. Daí em diante foi organizar os detalhes, tipo a casa pra alugar e viagens pra outras cidades, etc. Mas obviamente tinha uma agenda oculta, e com a Eli a gente não parava de falar disso. Eli: "Eu RE imagino a gente trepando enquanto vocês ouvem. Essa casa que a gente escolheu vai cair super bem." Vou descrever a casa que a gente encontrou pra vocês imaginarem bem as coisas que vou contar. Era uma casa com uma sala muito grande que tinha sofás que viravam cama. Ali a gente fez todas as crianças dormirem, que estavam felizes de ter uma pijamada por duas semanas. Você subia uma escada de só três degraus e ficava a cozinha e a sala de jantar, depois vinha um corredor onde ficava o banheiro que as crianças usavam, uma lavanderia, e depois vinha um banheiro maior que era compartilhado pelos dois quartos grandes com camas de casal. Os dois quartos dividiam paredes, e é por isso que a Eli fez aquele comentário. Eu: "A gente vai ter duas semanas pra brincar entre a gente e os quatro também." Eli: "Isso queima minha cabeça." Eu: "Tem que fazer a Mari se animar, igual quando a gente fez aquele jogo há um tempo." Eli: "Ah, sim... eu acho que ela se... esquenta com Leo. A primeira coisa que combinamos é que queríamos nos ver transando com nossos parceiros. Planejamos formas de, por acaso, nos encontrarmos enquanto os outros estão no meio da ação. O plano pra Eli me pegar transando era bem simples. Mari toma banho toda manhã e eu pensei em pegá-la saindo do chuveiro, tinha que colocá-la de frente pra porta pra que, por acaso, Eli entrasse e nos visse assim. Nas duas primeiras manhãs, ouvi Mari se levantar e comecei minha jornada. Me preparei pra entrar no banheiro e deixei a porta aberta. O código com minha amante era que, se o chuveiro tivesse desligado e ela visse a porta do nosso quarto aberta, provavelmente estávamos transando. No primeiro dia, minha mulher me disse que nem louca, que podiam nos ver ou ouvir. No segundo dia, fui um pouco mais longe porque consegui tocá-la, mas depois ela me tirou. Naquele dia, falei muito pra motivá-la, dizendo que não tem problema de manhã e que é o melhor momento. No terceiro dia, tive sorte. Mari estava saindo do chuveiro pra pegar a toalha e me encontrou lá, pelado e já com o pau duro. Mari: "Cê é doido, hein? Não para de insistir, né?" Eu: "E olha como eu tô hoje" — Toquei no meu pau que tava durasso. Mari: "Tô vendo que você já veio preparado" — Ela pegou no meu pau. Beijei ela com muita vontade e virei ela de costas. Sabia que ela não ia querer muita enrolação e, além disso, eu tinha que controlar a posição. Apoiei as mãos dela na pia, levantei a rabeta dela e comecei a penetrar. Eu sabia que, com o tempo que tinha passado, Eli já devia estar perto de entrar. Nos dois dias anteriores, ela ficou atenta, mas também se frustrou com a rejeição da minha mulher. Eu dizia pra Mari o quanto queria comê-la pra esquentar ela, mas também pra ela não ouvir nenhum barulho. Lembrei das instruções que Eli tinha me dado. Eli: "Mas quero que, na hora que eu entrar, você esteja metendo forte... tipo puxando o cabelo dela e segurando os peitos. Quero ver a cara dela enquanto vocês transam." Peguei o cabelo dela e os peitos. tetas e comecei a aumentar o ritmo.. já tava me esquecendo da Eli quando notei que tinha movimento do outro lado da porta. Puxei ela forte pelo cabelo e segurei uma teta dela... senti que tava chegando quando a Eli entrou com a escova de dentes e cravou os olhos na gente, sabendo que a cena não ia durar muito. Mari: A puta da mãe! Ocupado! Eli: desculpa desculpa desculpa... continuem continuem - disse a filha da puta. Eu: Usei a palavra: buceta da lora - falei fingindo surpresa. Mari: te falei, idiota, que elas podiam entrar!! sai que vou me trocar! que vergonha! Coloquei a cueca e saí. A Eli tava no corredor, meio rindo e meio com um tesão danado. Eli: gozou? - perguntou só mexendo os lábios. Eu: não - respondi só com a cabeça. Eli: como eu chuparia você agora. Vai pro banheiro e termina. Fui pro outro banheiro. Tava com o pau ainda muito duro e a adrenalina percorrendo o corpo todo. Bati uma rápida e saí. A Mari já tava se trocando no quarto, onde me xingou de novo e disse que nem queria sair porque sabia que a amiga ia zuar ela. Daqui a pouco a galera acordou e a gente focou em ir pra praia. Com a Eli a gente tinha achado a estratégia perfeita pra conversar. A gente pegava o mesmo turno pra ir cuidar dos moleques no mar e ali a gente trocava ideia olhando pro horizonte. Eu: e aí, como foi a cena? Eli: amei. Fiquei com um tesão do caralho. Essa noite tenho que transar. Eu: haja, beleza... Me conta como você viu ela. Eli: ahh não, ela tava com uma cara de puta do caralho. Tava mordendo os cabelos e com a cara toda levantada da força que você tava fazendo. Eu: ficou com muito tesão, hein? Eli: pode crer. Hoje quero ser comida assim desse jeito. Leo e Mari também tocaram no assunto nas cadeiras de praia. Leo: me contaram que teve um incidente de manhã. Mari: ai, nem fala que morro de vergonha. Ainda não consigo olhar pra ela. Leo: relaxa, Mari, também não é pra tanto. Parte da convivência! Mari: que convivência! Eu tava toda exposta! Leo: fica tranquila. Acontece com qualquer uma. qualquer coisa. De noite, a gente se deitou e não passaram nem 15 minutos quando ouvimos barulhos no quarto ao lado. Pareciam respirações ofegantes, mas quando a Eli começou a gemer, não deu pra disfarçar. Mari: "ah, tá bom, dá pra ouvir tudo" — falou baixinho. Eu: "tremendo. E parece que tão se divertindo." Mari: "shh" — fez que nem queria escutar. Eu: "a gente estimulou sua amiga." Mari: "cala a boca, idiota." Eu: "a gente imita eles?" — mostrei que tinha broxado a pica. Mari: "nem fudendo!! Dá pra ouvir tudo!" A gente ouviu o resto da transa, incluindo um "sim, goza em mim assim" no final, onde a Mari deu um sorrisinho. No outro dia, no café da manhã, a Mari já não se sentiu a única invadida e não teve tanto problema em falar. Mari: "sabe o que falta nessa casa?" Eli: "o quê?" Mari: "paredes mais grossas. Dá pra ouvir tudo do outro quarto." Eli: "hahaha, olha ela como me enche o saco! Também uma fechadura no banheiro, né?" Mari: "essa ela tem! Mas meu marido é um molenga e não colocou." Leo: "bom... na verdade, eu coloquei..." Eu: "você foi muito rápido!" O clima tinha descontraído. Com a Mari, a gente decidiu se provocar e brincar de ouvir nossos amigos. Mas ainda faltava a outra parte do trato com a Eli. Eli: "já falei pro gordo que hoje a gente dá uma desculpa pra ir mais tarde pra praia." Eu: "ok..." Eli: "então leva os meninos com a Mari que eu vou comer ele." Eu: "e eu dou uma desculpa pra voltar buscar alguma coisa, como combinamos." Eli: "SIIIM. Mas não demora, hein... Tenho uma surpresa pra você." A gente fez como planejado e levou os meninos com a gente. Umas meia hora depois, a gente percebeu que eu tinha "esquecido" o celular e falei pra minha mulher me esperar que eu ia correndo buscar. Ela não gostou muito e mandou eu me apressar. Eu saí correndo quase. Quando cheguei perto de casa, me aproximei na surdina pra ver se conseguia espiar pela janela. A Eli tinha me falado que ia fazer na sala, bem na frente da porta, pra eu pegar eles no melhor momento. Quando consegui identificar, não acreditei no que tava vendo: a Eli estava... ajoelhada com as mãos amarradas nas costas e uma mordaça daquelas com uma bola na boca. A pica subiu na hora. Queria começar a me tocar ali, mas tava na rua espiando pela janela, não era muito aconselhável fazer isso. Parecia que ela tinha chupado ele antes, pela quantidade de saliva na pica do Leo. Foi a primeira vez que vi o pedaço do meu amigo, era descomunal. Já não entendia por que a Eli me procurava, eles transavam muito bem e o marido dela tinha uma pica enorme. Enfim, o Leo deu umas voltas nela e batia com a pica na cara dela enquanto ela gemia. A Eli deu uma olhada pra janela e notou minha sombra, então se colocou na melhor posição. Apoiou as mãos no sofá e levantou a bunda nua pro Leo vir buscar. Ela tava com o olhar fixo na porta, queria que eu aparecesse e visse ela daquele jeito. Meu amigo se ajoelhou primeiro, puxou a tanga dela e chupou com muita intensidade. A Eli arregalou os olhos mostrando prazer, tava totalmente submissa e a única coisa que podia fazer era mexer a bunda pra mostrar que tava curtindo. O Leo se levantou e começou a meter nela. Acelerou de 0 a 100 em 10 segundos. Levantava ela com as estocadas que dava, era muito excitante ver aquilo. Eu não queria interromper porque não queria parar de ver. O Leo deu um tapa na bunda dela que deu pra ouvir lá fora e quase derrubou ela. Era uma fera. Puxou ela pelos cabelos e começou com as investidas de novo, senti que era o sinal pra entrar. Entrei e a Eli cravou os olhos em mim como quem diz "gostou da minha surpresa?". O Leo nem tinha percebido, então ele fez: "Ah, beleza... Desculpa, galera." Leo: "Uh, usa a buceta da Lora" - virou a Eli e cobriu ela com o corpo. Eu: "Tinha que pegar o celular, já vou." Fiz tudo correndo e ouvi eles conversando. Mal saí pela porta, a Eli disse: Eli: "Que me deixa com tesão. Vai, me come que eu tô quase gozando." Cheguei na praia e não conseguia conter a emoção pra contar pra Mari. Eu: "Desculpa a demora, mas você não sabe o que me aconteceu!" Contei com todos os detalhes. o que ela tinha visto e acho que acendeu a Mari: olha ela, que puta, né? Eu: e o Leo é tudo que você imaginou de bestial. Mari: ai, cala a boca, idiota! Eu: fala sério, não se faz de santa agora! Mari: bom, e aí continuaram quando você foi embora...? Dez minutos depois, nossos amigos chegaram e a Eli tinha a marca da mordaça na cara. A Mari não conseguiu evitar tirar uma com eles. Mari: tavam com tudo pra fazer esses sanduíches, hein? Eli: haha, vi que te contaram. Eu: haha, óbvio. Não tenho segredos com minha mulher — cara de pau, viu. Mari: então cortaram sua festa igual você cortou a minha ontem — falou zoando. Eli: desculpa, meu amor? A gente continuou... Eu: que bom! Leo: e acho que até nos motivou mais. Mari: ai, Leo!! Não seja porco! Toda essa conversa foi importante pro que ia rolar nos dias seguintes.

5 comentários - Minha razão do divórcio - parte 8

Ufff cada episodio supera al anterior +10 👏👏
Si no fuera porque están los chicos, terminan garchando todos juntos, mezclados o no.
Me encariñé con las dos parejas, una lástima que terminen separados. Van otros 10 puntos!!
Que caliente se puso la trama y ensima cada pareja vio al otro. Que morbosos son vos(franco)y eli. por tramar todo esto. Me encanto. Van puntos