Uma simples notícia que circulou pelas redes há algumas semanas desencadeou essa história. "Oferecem a Amber Heard estrear no cinema pornô: o contrato milionário que resolveria seus problemas" e eu pensei: não seria interessante se, em vez de a oferta vir de uma empresa desconhecida, viesse de uma mais conhecida por todo mundo? E se não for qualquer tipo de pornô que estão oferecendo pra ela fazer?
Então vamos imaginar que a Amber Heard de alguma dimensão paralela recebeu essa proposta e, além disso, aceitou. Como dizia Virginia Lago… “Vamos penetrar na ficção”.

Amber Heard e a proposta pornô

Era uma manhã chuvosa em Los Angeles, daquelas tão cinzentas e tranquilas que até os paparazzi mais dedicados se rendiam ao charme do conforto, abandonando sua vigília irritante atrás das celebridades para voltar às tocas de onde vieram. Ninguém estava presente quando uma mulher de moletom cinza com capuz e óculos escuros pretos desceu de um carro de médio-alto padrão numa rua qualquer, na frente de um prédio qualquer, enquanto se perguntava se até aquele dia nublado era uma fachada do que estava por vir.
Ela estava disfarçada de incógnito, irreconhecível até para a lente mais desconfiada. Aquela rua era pouco movimentada, aquele prédio, um mero bloco cinza sem nada em particular que chamasse atenção. Tudo estava preparado, cada carta jogada para sua grande estreia secreta diante de câmeras que ela nunca imaginou que usaria.
— Valeu, fica com o troco. — Disse apressada ao motorista da Uber, afinal, tinha assinado por mais de nove milhões de dólares e não só poderia pagar ao canalha o seu butim de pirata, como ainda tiraria uma grana para ela. Tudo estava assinado, acordado por escrito por ela mesma, nada era de boca, justamente por causa de palavras ela quase perdeu tudo, e pela carne sobre seus ossos ela recuperaria.
Não seria fácil, não seria agradável no começo, ela sabia muito bem. No entanto, tinha sido uma proposta boa demais para recusar e valia a pena o risco, risco físico e midiático. Ela conseguia lidar com isso, era forte, ainda mais depois da estigmatização que sofreu após o julgamento. O que ela não conseguia lidar era com a sensação de estar constantemente entre a cruz e a espada por causa das consequências financeiras do mesmo.
Apertando o passo, se abrigou da chuva na entrada do prédio, na frente do hall.
— Filho da puta do caralho, vou fazer os 9 milhões em um dia e vou dar descarga pra nunca mais te ver. — Sussurrou, celebrando antes do tempo sua grande vitória, se certificando pela enésima vez. número do interfone e apertando o botão. Estar assim de incógnito tinha seu charme, ela se sentia uma espécie de agente secreta entrando numa agência estilo 007, mas infelizmente estava mais longe do que nunca de ser uma garota Bond em toda sua carreira.
Uma voz eletrônica perguntou quem era, e ela respondeu com as palavras mágicas:Trouxe sua pizza com pepperoni quentinha.Instantaneamente, a porta soltou um chiado eletrônico e ela conseguiu passar.
Tudo não passava de fachada. O dia chuvoso escondia os acontecimentos como um véu. O prédio, na verdade, tinha sido alugado por um famoso estúdio pornô, e ela não era qualquer uma vagando pelas ruas por obrigação. Era Amber Heard, prestes a fechar um acordo suculento com a produtora de pornografia online Vixen Media Group, dona de estúdios famosos como Blacked, Tushy e Deeper, todos criados por Greg Lansky.
Embora a notícia tivesse vazado de alguma forma na mídia por culpa de alguma piranha (como tudo na vida dela), ninguém sabia que a proposta, na verdade, não vinha da desconhecida Zen Models, como foi divulgado, mas do próprio Greg Lansky, CEO da Vixen. Ele falou pessoalmente com ela e colocou dinheiro do próprio bolso para fechar o acordo safado. Não era coincidência que ele ofereceu exatamente o valor que o júri determinou que ela deveria pagar ao sem nome por danos compensatórios.
A negociação foi rápida e mortal. Amber tentou arrancar mais grana, mas Greg foi implacável e não aumentou muito a oferta, deixando claro seu ponto: estava oferecendo 9 milhões, um valor exorbitante, recorde na indústria, e ele nem sabia se ia recuperar o investimento. Embora a putaria de ver uma celebridade como ela, odiada, difamada, bombardeada pela mídia, sendo sodomizada na câmera com todos os detalhes, com câmeras que captavam até o menor poro da pele, fosse render uma grana gigantesca, era mais sobre fazer história do que negócio. A mensagem era simples: por dinheiro, todas podiam virar suas putas.
Enquanto assinava, Amber lembrava das palavras de Greg ecoando na cabeça dela.Não faz essa cara, mesmo que vá ficar dolorida, vai sair viva e inteira com nove milhões no bolso. Mais de uma desejaria ter uma proposta dessas pra recomeçar a vida.Ela olhou nos olhos dele e concordou, até que era verdade, embora também não fosse um mar de rosas, já que, como os documentos diziam, por aquele dinheiro eles não iam ter piedade. Tinha suas dúvidas sobre sair viva e inteira, na verdade, depois de ler as exigências do documento, achou que sairia de cadeira de rodas.
Decidida a cumprir o combinado e juntar seu butim de guerra, Amber passeou pelos escritórios com toda naturalidade, já sem seu disfarce de incógnito, revelando seus olhos claros e cabelos loiros, junto com uma expressão resoluta que tentava esconder seu nervosismo interno. Depois de acertar os últimos detalhes, como ter uma última conversa com o diretor, passou para cumprimentar seus colegas de trabalho, que se aproximavam animados para recebê-la, sem acreditar no que estavam vendo.
- E aí, galera, tenham piedade que sou a novata, hein. Vamos tentar nos divertir juntos. – Pediu com simpatia para quebrar o gelo.
- Tá em boas mãos, não se preocupa que até agora não fizemos ninguém passar mal, não. – Disse um negro de dreads vestido como rapper que beijou a bochecha dela. Era o mais baixo do trio, Amber achava que lembrava o nome dele:Sly Diggler– Não acredito, a própria Mera!
Sly em questão...- Bom, fiz vários papéis, estive em mais de 35… – Informou com um pouco de soberba. – Desculpa, depois que cortaram minhas cenas, fiquei com uns ranços do personagem.
- Tudo serve pra encher o currículo, né? Vai ser umganha-ganhapra todos. – Acrescentou o segundo, o do meio em altura, de camiseta justa e braços muito trabalhados. Enquanto Amber o cumprimentava, sentiu um inconfundível roçar na perna que não podia ser outra coisa senão um pau monumental.
- Júlio, né? Estive vendo algumas das suas produções no imdb, fiquei impressionada. – Admitiu com sinceridade, dando uma olhada rápida naquela criatura lá embaixo que roçou suas pernas, sem dúvida ele vinha armado e não exatamente com um calibre menor.Julio GómezÉ, espero estar à altura, sou um grande fã seu, deixa eu te falar que aquele branquelo triste esquisito do Johnny pode ir tomar no…
Julio Gomez, o pau dele, e a Valentina Nappi.Uma mão grande como uma raquete se meteu entre os dois, cortando o comentário.
- Melhor não trazer esses... personagens excêntricos pra cena. – Interrompeu o 3º. - Bem-vinda, não via uma putaria dessa há anos, esse é sem dúvida um daqueles acontecimentos de uma vez na vida. – Por último, ficou o de físico mais bombado dos três, o mais alto, mais largo e tatuado, o inconfundível.Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse termo, pois parece se referir a uma pessoa específica e não a um conteúdo adulto em espanhol. Se você tiver um texto em espanhol para traduzir, por favor, compartilhe-o.O único que, ao deixar um beijo molhado na bochecha dela, posicionou uma das mãos gigantes na cintura dela, baixa demais pro gosto dela.
Jason Luv, não tem mais nada pra falar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.- Sim, bom, é algo que quero deixar para trás, por isso estou aqui pra começo de conversa.
Depois de uma troca de palavras tranquilas onde sentiu que a devoravam com os olhos, a loira decidiu continuar com os preparativos e seguir viagem. A próxima vez que se vissem seria com as roupas de trabalho.
Embora a tratassem com tanta cordialidade quanto curiosidade, ela sabia que em breve aqueles músculos negros iam dar tanta porrada nela que até os ancestrais sentiriam, especialmente o tatuado cujos braços eram grossos como a cintura de uma mulher.
Amber trocou palavras sem importância com eles, que se comportaram como cavalheiros, tratando-a como uma verdadeira celebridade. Tiraram umas fotos que postariam mais tarde nas redes (não antes da data contratual) e, depois de dar o ok final pra tudo, a loira texana chegou ao seu camarim junto com sua maquiadora e figurinista, que a esperavam pra deixá-la no ponto pra aqueles homens e todos que a veriam online pela tela.
Eram duas mulheres jovens e simpáticas, talvez falantes demais pro gosto dela, embora isso pudesse ser porque ela estava nervosa. O momento da verdade estava chegando, ela ia interpretar um papel inédito na vida.
- Não vamos te encher de maquiagem, quase que tô sobrando porque querem te ver o mais natural possível, nunca recebemos uma estrela de Hollywood e é essencial te manter reconhecível. – Disse a mulher, uns anos mais nova que Amber, baixinha, branca como a neve e cheia de sardas.
- Quanto ao figurino, tava pensando no verde ou no vermelho, acho que dar uma certa lembrança da Mera vai agradar bastante, hoje em dia o pessoal quer ver referências em tudo. – Sugeriu, deslizando vários conjuntos eróticos sobre a mesa, uma mulher gordinha de cabelos ruivos, quarentona e muito bem vestida.
- Vocês são as profissionais nisso, deixo tudo com vocês. – Disse ela, vendo o quão minúsculo era um vestido cor de esmeralda que bem... parecia dois ou três números menores do que ela usava.
Na frente do espelho, ela se observou sendo transformada parcialmente pela maquiadora, uma mulher faladeira com anos de experiência na indústria pornô. Era curioso como ela, que tinha uma carreira nada desprezível apesar da pouca idade (36 anos), estava num estúdio onde, pela primeira vez, não tinha cruzado com ninguém ali presente antes. Todas eram caras novas para ela, profissionais com anos de trabalho e que, no entanto, não tinham nada a ver com o cinema em que ela havia participado antes. Sem dúvida, a indústria pornô era um submundo paralelo, como a maquiadora tinha dado a entender.
Depois, a figurinista deixou a roupa que decidiram que ela usaria e, antes de sair para deixá-la se trocar, pediu uma foto e um autógrafo para o filho adolescente.
— Ele adora os filmes da DC, você vai deixá-lo muito feliz! — explicou animada. — Ele amou como você chupou o sangue daquele monstro no filme do Superman versus, sei lá quem, o cão de armadura de espinhos.
— Foi em Liga da Justiça, a do Zack, sim, foi uma cena bem...Foda pra caralho— ela admitiu.
— Sim, essa mesma! Pra ser sincera, não aguento esses filmes, só vejo por causa dele. Fico sempre me perguntando por que eles não resolvem os problemas na base do rala e rola logo. Ele vive dizendo que sexo não resolve tudo, mas capaz que eu tô contaminada por isso tudo, haha.
— Resolver tudo na base do rala e rola? Bem-vinda ao meu mundo. — Ela finalizou com sagacidade, fazendo as duas rirem. — Tem acordo de confidencialidade no meio, posso tirar uma selfie desde que não apareça em lugar nenhum até o filme ser lançado. A última coisa que quero é pisar num tribunal de novo.
— Claro, eu sei, eu sei! — Ela a tranquilizou enquanto posava ao lado da Amber, meio corada. — Não vou te meter em encrenca, juro.
— E tenta evitar que ele veja o filme. Se ele é adolescente como você disse, acho que não vai querer ver a heroína dele desse jeito. Talvez até queira, mas não deveria, você me entende.
— Ele vai ver mais cedo ou mais tarde. Você não tem ideia do quanto é difícil, como mãe, afastar eles dessas coisas. Eles sempre dão um jeito de assistir…
Esse foi o último momento decelebridadeque teve na jornada. Dali em diante, Amber Heard não seria mais a atriz de Hollywood, nem Mera, nem nenhum personagem de seus filmes; dali em diante, ela estava dando seus primeiros passos como atriz pornô.
Deslumbrante, acompanhada do diretor e da maquiadora, que a observava de todos os ângulos como um satélite fora de órbita, ela apareceu com um penteado ondulado muito elaborado, um vestido de escamas cor de água-marinha que parecia tirado de uma versão pornô de Aquaman, saltos altos pretos e um colar de ouro ostentoso que brilhava com cada foco que o iluminava.
Amber chegou a uma sala de estar muito pretensiosa, iluminada suavemente por várias fontes de luz posicionadas estrategicamente para parecer que o anoitecer estava chegando. Não eram nem onze da manhã, mas os vidros polarizados, a chuva que acompanhava o dia como uma bênção e a luz artificial davam a ilusão de que a noite estava prestes a cair.
A magia do estúdio vendia muito bem a imagem de uma tarde cinzenta e chuvosa, que convida apenas à paixão e à devassidão privada.
Era comum nos vídeos da Blacked Raw que começassem com uma breve introdução. A atriz costumava encontrar ou contatar os atores negros e, num piscar de olhos, terminavam num apartamento luxuoso onde soltavam seus instintos mais primitivos. No caso da Amber, não quiseram gravar cenas externas, em veículos nem em outro estúdio. Toda a trama, se é que se podia chamar assim, se desenvolveria até se resolver ali.
Tinham preparado tudo para que ela, assim que pisasse no set, pudesse começar. O diretor viu que estava tudo em ordem com cada trabalhador preparado e o cenário a postos, observou seus camaradas e, com decisão, bateu a claquete.
Amber, de forma desinteressada, largou um controle remoto para desligar uma luxuosa tela de plasma. Em seguida, pegou o telefone e fingiu que escrevia. Sabia que na pós-produção adicionariam o texto na tela para que o espectador soubesse o que ela escrevia, mesmo sem ler, dava pra imaginar. Era uma mulher gostosa, solitária e linda pedindo companhia, companhia que, pela magia do cinema, não demoraria a chegar.
Como na famosa imagem viral da atriz pornô pequenina Pipper Perri, aquela em que ela está sorrindo sentada num sofá branco igual ao seu sorriso, com negões a protegendo por trás como seguranças de elite, Amber sentiu a presença de três garanhões atrás do seu assento e logo sentiu algo mais.
Jason Luv, o maiorzão dos três, como se tivesse se intitulado o negro Alfa, estava no centro, apoiando uma das mãozonas nos trapézios dela e marcou presença com uma massagem. Tanto Sly quanto Julio seguiram o exemplo, passando as mãos pelos ombros nus da atriz, tocando o cabelo dela e acariciando. Jason foi o primeiro a se inclinar pra chegar nos lábios da mulher e beijou com estardalhaço.
Caralho, aquele primeiro beijo no pornô foi diferente de todos que ela deu na carreira de atriz. Não só aquela boca enorme e carnuda dava ao público o que queria, também satisfazia os desejos pessoais dela de prová-la. Os lábios de Jason, cheios de umidade, estalavam com ênfase toda vez que envolviam os dela por trás, enquanto ela sentia mãos percorrendo os corpos, tudo ia bem, era tão gostoso quanto excitante, até que uma mão firme agarrou seu pescoço e quase a levantou...
Amber foi levada pelo negão principal pra ficar de pé, onde ele continuou beijando ela, enfiando a língua tão fundo na boca dela quanto era anatomicamente possível. Ao redor, a dupla restante não perdia tempo... já não se contentavam em tocar o cabelo loiro ou acariciar o corpo dela, não tinham passado nem poucos minutos e já estavam apalpando a bunda, os peitos, a buceta...
Ela se sentia um animal de feira rural sendo julgado num concurso e isso, em vez de indigná-la, estava acendendo ela como pavio. Especialmente com aqueles beijos que silenciavam seus lábios e A mente, aquela boca envolvia ela como nenhuma outra, sem dúvida sabia como beijar e não se importava em passar o máximo de saliva possível.
Julio Gómez foi o primeiro a despir ela, de forma bruta pegou um peito dela e tirou pra fora do vestido. Depois de acariciar com a mão grande dele e brincar com o mamilo, atacou ele com a boca, chupando com força. Por sorte a Amber tinha dois peitos e o Sly Diggler escolheu descobrir o segundo e beijar ele com vontade.OoohDeus,ahDeus… isso está acontecendo. – Murmurou em um sussurro que não estava no roteiro ao sentir as duas bocas sugando seus peitos.
Por alguns minutos, os negros se revezaram para prová-la. A atriz achava curioso que eles não se importassem nem um pouco em devorar partes do corpo onde seus camaradas estiveram com as bocas molhadas de saliva. Depois de ser beijada até a traqueia por Jason, Sly retomou seu lugar e, apesar de estar toda babada, meteu tanta vontade quanto o anterior. O mesmo acontecia com seus mamilos, que eles lambiam e sugavam ruidosamente em turnos. Sentir três respirações contra seu corpo molhado de baba começava a ser um estímulo desconhecido que surtia efeito instantâneo na sua buceta, e Jason percebeu isso antes dos outros.
- O que foi, Amber?Merda— Tá gostando?
Como ela imaginava, em algum momento ele começaria a humilhá-la com aquele apelido cruel.
Amber sabia que, mesmo estando só no começo, já se sentia dominada. Só de pensar que milhares de olhos veriam seu corpo nu sendo devorado, sem deixar um mísero centímetro do seu ser exposto... Será que aquele acordo tinha sido vantajoso para alguém da posição dela?
Como um tubarão que sente cheiro de sangue, Jason a apoiou com força por trás e passou uma das mãos enormes sobre a barriga dela até chegar na sua entreperna, que agarrou com força por cima do vestido. Ter aquela mão preta e forte quase erguendo sua buceta fez ela revirar os olhos... entendeu que podiam fazer o que quisessem com ela, podiam fazê-la ver estrelas ou destruir cada buraco dela até deixá-los irreparáveis, eram desgraçadamente fortes.
Por um momento, ela perdeu a noção de quem era o que a beijava, e tudo acontecia em tantos lugares ao mesmo tempo que as bocas pareciam ter se multiplicado, assim como as mãos que a apalpavam e apertavam. Seus mamilos eram sempre espremidos, babados, aquela mão na sua buceta, por cima da calcinha fio dental e do vestido, ainda encontrava o sulco entre os grandes lábios e esfregava os dedos ali, marcando a fenda de carne.
Como ia acontecer a qualquer momento, a colocaram de joelhos no chão como uma cadela e o cardume de tubarões a cercou. Logo exibiram suas enormes pirocas pretas, prontas para estuprar a boca dela... Amber considerava (só na sua cabeça) que tinha um alcance de atuação limitado, mas naquele dia ia expandir seu repertório quando fosse forçada a deformar o rosto em dezenas de caretas diferentes enquanto engolia aqueles paus duros de tantas formas distintas quanto possível.
Como guiada por um instinto de puta, começou pelo maior pauzão, o de Julio Gómez, que talvez também fosse o mais comprido.AhDeus, em que enrascada eu me meti, não paro de arrumar problema. — Disse ela, arregalando os olhos diante do tamanho imenso daquele homúnculo sem membros, que era maior que a cabeça dela e parte do pescoço.
— Fica tranquila, alguns problemas se resolvem fácil. — Tranquilizou-a, puxando-a pelos cabelos com violência para obrigá-la a chupar descontroladamente. — Esse é um dos poucos problemas que se resolvem na base da bocada.Ei.! Ela tem talento pra isso, olha como ela chupa. – Acrescentou surpreso Sly Digger.
Amber se viu em maus lençóis, não conseguia engolir nem metade, pra piorar era uma completa inexperiente em lidar com tamanhas dimensões e não parava de engasgar e cuspir pra todo lado. Ele não parecia se importar de qualquer jeito. Logo sentiu gotas de saliva escorrendo nos peitos, junto com as mãos dos homens espalhando aquilo como se fosse loção pelos seios. Entendeu que, por ser uma estrela, queriam humilhá-la e sujá-la o máximo possível.Aggck, agck, agck, sluurop, aaah, agck, aaackA de Julio era, sem dúvida, uma aberração da natureza que fazia seus lábios formarem um círculo perfeito só pra cobrir um quarto daquela superfície preta. Devia ter mais de 30 centímetros (segundo a página do Blacked, 36 cm) e o último quarto desviava bruscamente pro lado; ela também notou que a parte mais larga era a do meio. Amber sentiu aquela glande dura raspar o céu da boca, a língua e as bochechas tudo ao mesmo tempo com aquele volume monumental — era sem dúvida uma daquelas pirocas que acionam alerta vermelho em aeroporto por serem confundidas com armas de guerra.
Mesmo tendo conseguido engolir o pau do Julio por uns minutos, os cantos dos lábios ficaram doendo, e ela passou a saborear o de outro. Cercada de rolas, logo tudo que respirava era o cheiro delas e das bolas penduradas embaixo. Continuou com o pênis do Sly Digger, o mais baixo dos três, cujo membro tinha a curiosidade de ter uma cabeça grande e pesada — na verdade, alargava ainda mais conforme a piroca chegava ao fim. Por último, comeu com não menos vontade a do Jason Luv, que era um bloco sólido e grosso, mantendo a forma da base à cabeça como uma baguete de centeio. Era a única que parecia um cilindro de chocolate simétrico e harmonioso, embora cheio de veias grossas e latejantes.Ahh, Deus, são tão grandes, minha boca não foi feita pra isso. – Disse ela, limpando um fiozinho de saliva que balançava no queixo igual cipó do Tarzan.
- Toda boca foi feita pra chupar pau, mas se quiser, a gente troca o prato.
Jason puxou ela pelos cabelos e, sem avisar (também não é como se fossem dar sinal pra qualquer ação, eram 9 milhões!), esfregou as bolas grandes e suadas no rosto dela, especialmente no nariz e na boca. O resto imitou ele, e logo o rostinho de estrela dela foi escondido por um eclipse testicular.
Ela não sabia de quem era cada saco escrotal que se esfregava na cara, só sabia que todos queriam um pouco de atenção: que ela passasse a língua, que chupasse aqueles testíbooties enormes como se fosse tirar veneno de cobra, ou só que respirasse contra a superfície áspera deles. Jason parecia adorar fazer ela lamber o escroto inteiro, porque segurava ele bem apertado pra ela com a mão, como se fosse um buquê grotesco de carne preta.
Se o cheiro de paus já engrossava o ar em volta dela como um campo de força, quando esfregaram os testíbooties como pincéis de pele, espalhando os odores masculinos e a própria saliva dela, ela sentiu que não era mais ela mesma, mas uma pessoa nova, uma nova puta nascida ali mesmo, graças a um batismo de sensações proibidas.
- Vamos dar pro povo o que eles querem, vem, mostra os buracos. – Disse Jason Luv, levando ela pro sofá e encaixando ela contra o encosto. Como se fossem uma entidade autônoma que respondia ao mesmo pensamento, Sly pegou uma perna dela e manteve esticada, Julio pegou a outra e fez o mesmo…
- Vamos ver como tão os buracos da famosa Amber.Merda…
- Você tem que falar assim comigo, seu preto de merda? – Ela se irritou, dando um olhar assassino, embora o que sentisse valesse de pouco. Era uma mulher manchada, tinha uma máscara de saliva no rosto todo, mechas loiras grudadas nele e as bochechas vermelhas por causa do atrito. Quando Jason começou a brincar com a peça mais íntima dela, enfiando entre os lábios da buceta, ela quase deixou escapar um gemido de raiva, impotência e um tiquinho de tesão.
- Preto, foi? – Disse Sly Diggler segurando o pescoço dela e apertando até ela fazer um engasgo gutural. – Não aprendeu nada, senhorita?Cocô? Ela quer ser cancelada mais do que já é?
Por algum motivo que ela desconhecia, enquanto Sly a estrangulava um pouco mais forte do que ela estava acostumada na intimidade, Julio Gómez enfiou os dedos na boca dela até a campainha, banhando-os com a saliva da loira e levando-os à própria boca. Repetiu o processo na frente da câmera várias vezes, quase como se estivesse provando a saliva de uma espécie exótica diferente.
No entanto, o que fez cada órgão do corpo dela dar um salto foi quando, pela primeira vez, a buceta e o cu dela foram expostos diante das câmeras de melhor resolução do mercado. Lá estava Amber, num sofá, cercada por carne preta e musculosa, com seus dois buracos mais íntimos pulsando em close, sendo abertos para revelar até os pigmentos mais escondidos do ser dela.
- Caralho, olha esses buracos, não é sempre que a gente recebe nesse estado. – Murmurou Jason enquanto separava os lábios da buceta dela pra mostrar a cavidade rosada. Em seguida, enfiou um dos dedos grossos até o fundo da xota e, sem cerimônia, deu um gancho forte pra dentro.Aaah, devagar, negro filho da… Querem ser mais suaves, garotos? – Tento me segurar, coisa difícil já que o Sly enfiava um dedo no meu cu e girava como se fosse um parafuso entrando na porca.
- Vamos nos divertir muito aqui. – Completou Sly, que resolveu separar os glúteos dela pra fazer o cu da loira, um pouco mais dilatado, se destacar. Apesar de ser rosado igual a buceta dela no centro, as linhas concêntricas que saíam dele eram escuras, quase acinzentadas, formando um asterisco gostoso de várias cores e texturas que, por causa do nervosismo, tava apertado igual um nó de balão.
- Não trouxe clareado, ganhei a aposta, amigão. – Atacou Sly saindo do roteiro. - Falei que a puta ia vir com o cu do jeito que veio de fábrica!Ok., você ganhou, a próxima rodada no bar é por minha conta. – Aceitou Júlio com resignação. – O importante não é como chegou, mas como vai sair, certo?
Será que apostaram se ela chegaria com o cu clareado? Amber não teve tempo de raciocinar nem de analisar nada, num piscar de olhos a colocaram de quatro e, enquanto era forçada a saborear um manete de carne novamente, os dois que ficaram atrás, Jason e Sly, fizeram o que estavam morrendo de vontade desde que a viram chegar: comer os tais buracos dela a dentadas.
As bocas beijaram tanto a buceta quanto o cu, grosseiramente, para provar o sabor de cada prato. As línguas tentaram se enfiar nela, impossível saber qual negro tentava se meter em qual buraco, já que ela não podia ver, só sabia, ou sentia, que uma língua tentava se abrigar no rabo dela como um bichinho úmido buscando refúgio. Embaixo, não muito longe de uma boca da outra, a segunda língua lambia desde o nascimento do clitóris até a caverninha vaginal, agarrando de vez em quando os lábios da buceta para chupá-los como pedaços de polpa.
Se pudesse, Amber teria gemido de prazer, mas era impossível expressar qualquer coisa oralmente. Nem gemer, nem ofegar, ela estava comendo o pauzão principal, aquele que precisa de visto internacional próprio pra viajar, o de Júlio Gómez. Se o mantivesse ereto por mais tempo, deviam chamar a emergência porque ele teria uma embolia… ou talvez o serviço de saúde viesse pra ela.
Manipularam ela como uma boneca de pano, movendo-a pra lá e pra cá enquanto cada um dava uma provada no que as pernas e as nádegas dela escondiam… partes do corpo que já não podiam mais ficar nas sombras do anonimato. Enquanto era devorada, tinha que satisfazer o que estava na frente, seja no pau, nas bolas, ou… outras partes.
Foi quando a deitaram de costas no sofá que Jason e Júlio dedaram os buracos dela com frenesi, fazendo jorrar a umidade impudica dela em todas as direções, que Sly decidiu que queria usar a boca dela pra algo mais do que chupar pica. Segurando a própria pica e as bolas como se fossem um cacho, mantendo tudo bem levantado, resolveu sentar na boca dela pra ganhar um anilingus.
Ela era obrigada a isso, por contrato, por profissionalismo. Agora era uma atriz pornô e, se o cara exigia uma lavagem anal, ela tinha que obedecer. Sly Diggler colou o asterisco preto na boca dela, e ela sabia que tinha que dar o show, então não teve escolha a não ser beijar aquele fole e atacar o centro flexível dele com a língua por vários minutos, aguentando o gosto salgado e as palavras humilhantes dele durante toda a ação. Pelo menos os cantos da boca e a garganta dela iam descansar um pouco, sentia a campainha amassada igual nos desenhos animados.AhSim, essa puta sabe chupar um cu, gosto de como ela perdeu a timidez rápido e já tá tentando enfiar a língua no meu cu preto. – Falou antes de começar a se esfregar na boca dela. Tava usando os lábios dela como um maldito papel higiênico, esfregando o cu no nariz e na boca dela quase com todo o peso.
- É hora. Vou comer essa puta. – Disse Júlio esfregando a cabeça da pica na buceta dela, pegando a lubrificação dela e, com uma estocada, penetrar ela. Fazendo os sucos escorrerem pelos lados.
Amber sabia que ia acontecer mais cedo ou mais tarde, e mesmo assim não tava preparada.
- Ahhh!Aaaah, aaaahMerda, porra, merdaaaahÉ demais, demais pra mim…aaah… – Exclamou Amber entre as nádegas do negro, que não conseguiram silenciar seus gemidos. Não importou que ele anunciasse a penetração, não importou que se lubrificasse com seus fluidos, o mastrão de carne de Julio era um Moisés, capaz de separar sua carne num só movimento. Amber soube que se arrependia de tudo assim que sentiu o aríete bater no fundo e empurrar um pouco mais dentro dela.Ooohh, oh, merdaaaaaaah, me parte como uma gostosa… - Começou a gemer assim que Julio, depois de esticar o buraco dela, acelerou um pouco. Amber conseguiu dar uma olhada e só entrava metade, sentia como se estivessem enfiando uma perna, mas era só metade da pica.
O resto se distraiu beijando os peitos ou os lábios dela, observando ela sofrer enquanto era partida ao meio pela pica mais grossa e grande do trio, a cara dela estava vermelha, desfigurada pelo esforço de não quebrar e aguentar, mas, cada vez que tocava o fundo, Julio parecia ir um pouco mais além, como se realmente estivesse cavando dentro dela.Aaah, aaaaah, aaaah, aaah, uuuuh, porra, merda, devagar filho da puta… — Ela tentou freá-lo empurrando a coxa quando ele achou que ela estava pronta pra um pouco mais de intensidade.
Julio Gómez fez o movimento de recuar o pauzão, deixando abrigada entre os lábios dela só a ponta da glande, então, de uma só estocada, seca e forte, meteu tudo até bater as bolas nela. Amber virou os olhos e o gemido dela saiu quebrado, o cu dela ficou em ponta o tempo todo que ele a manteve empalada, como o botão de uma camisa apertada demais. Com olhos lacrimejantes, ela aguentou mais um pouco até que, finalmente, decidiram fazer uma mudança de alinhamento.
Jason tomou o lugar dela na escavação vaginal, pegou as pernas dela e levou pra cima de um dos ombros dele, dando umas palmadas sonoras de vez em quando. Bastaram algumas pra marcar a pele branca dela como gado recebendo ferro quente. Com o passar dos minutos, o pau dele, embora mais moderado, também fez ela ver estrelas porque o corpo esculpido em ébano era tão gigante quanto musculoso e ele metia com uma potência hercúlea.
Depois, sentou ela em cima dele e fez ela sentar a toda velocidade numa trepada agitada de missionário, os outros escoltaram ela à esquerda e à direita, de pé, pra Amber entreter eles chupando pau. Pra piorar, Jason não parava de dar porrada amassando os glúteos dela, mantendo eles abertos de par em par, expondo a buceta sendo perfurada e o cu dela abrindo e fechando como boca de peixe.
A noção do tempo se perdia quando se tinha que agradar uns homens daqueles, tão dotados, tão energéticos, embora a duração da foda perfeita seja relativa. Quando se trata de proporções daquelas, Amber pensava que uns poucos, embora intensos minutos, bastavam, no entanto, sabia que estava longe de gozar. Por mais que cavalgasse batendo as carnes brancas dela nas pretas do Jason, por mais que chupasse os paus deles com afinco, botando o peito na situação com as expressões mais grotescas dela, não conseguia… concentrar porque faltava um ponto no contrato pra fechar, que ela temia com toda a alma.
Foi quando tava em cima do Sly, cavalgando bem gostoso, que Jason encontrou o cu dela desprotegido e começou a dedar fundo (deixava o dedo do meio parado e, com o vai e vem do sexo, era ela que enfiava), enquanto passava óleo lubrificante na rola. Amber sentiu o dedo fuçando, tocando as paredes internas como se tivesse perdido algo ali. Quando ele tirou os dedos, apresentou a cabeça da pica na porta do cu e, quando Sly parou as metidas e abriu as nádegas dela, meteu no cu.
- Isso, relaxa, relaxa mais… deixa deslizar bem pelo teu rabo…Ah, aah, aaaaaaaaiiiii. – Uivei sem encontrar a expressão certa para uma sensação tão extrema, tão contraditória. As paredes finas que separavam uma cavidade da outra pareciam escorrer como um gomo de fruta espremido enquanto Jason abria caminho e Sly mexia o quadril de novo. A pica alojada no meu cu permanecia imóvel, me mantendo empalada como uma carcaça no frigorífico.
- Aguenta, você tá indo bem, muito bem. – Sussurrou Jason no meu ouvido, se compadecendo de mim, pegando nos meus peitos por trás e me dando um beijo, mas sem parar de meter aquele corpo estranho de contra-mão no meu cu. – Agradece que fui eu que comecei e não o Julio, senão iam ter que te tirar em pedaços.
- Não me faz rir, tô a uma risada de me rasgar... – Falei, pelo menos, soltando um sorriso.
- Isso significa que você vai ter que me atender de outro jeito. – Interveio Julio, que não ia ficar só olhando de fora da parada. De pé, achando um ponto de apoio, levantou uma perna como um cachorro prestes a mijar e me mostrou onde queria que eu o atendesse. – Aqui, chupa aqui, no meu cu.
- Você vai adorar, ela faz muito bem isso... – Disse Sly Diggler lá de baixo, quase invisível.Nnngh, nnngh, nnngh… - A loira gemeu, abaixando-se para esfregar a boca e o nariz na racha do preto, conseguindo lamber o asterisco quando sincronizaram os movimentos. Quando os três corpos se moviam ao mesmo tempo, era difícil fazer trabalhos de precisão como um anilingus, como engrenagens descalibradas, a Amber demorou um pouco para se mexer de um jeito que pudesse beijar o cu sem errar o alvo.
Amber se dedicou àquilo, tentando segurar gemidos de dor e, pior ainda, as lágrimas, enfiou o dedo no cu de Julio com força enquanto os outros pretos a apertavam como duas tampas de oreo esmagam o creme delicioso. Tanto Julio quanto Sly se remexiam, raspavam os membros dentro dela como se um quisesse expulsar o outro, e quando coincidiam, ficando no mesmo ritmo, faziam ela sentir uma dor que nem sabia que existia, era carne demais e dura demais para dois buracos sem preparo como os dela… estavam deixando ela esticada como meia de elefante, especialmente no buraco mais apertado, que bem podia perder a capacidade de fechar depois de tanta surra.
Como num jogo de queda de braço, Jason sentou ela mantendo-a enfiada e Sly passou a ficar por cima, bombando a buceta dela um pouco mais até que Julio tomou o lugar, foi depois de uns intermináveis quinze minutos de penetração dupla ininterrupta que decidiram tirar o pau dela para mostrar o estrago feito nos buracos dela. Na frente das câmeras, Jason, o que ficou por baixo, levantou ela aplicando um duplo nelson e mantendo as carnes dela separadas, mostrou os dois buracos abertos para a câmera, especialmente o do cu, dilatado como vigia de submarino.
- Caralho, olha como ficou… que bom trabalho. – Comentou Julio separando os lábios da buceta dela pra verem o buraco. Entre um cu e o outro não tinha tanta diferença, ambos ficaram como orifícios circulares e rosados que mostravam carne avermelhada por dentro, embora o cu aberto dela deixasse ver mais do interior.Já nem isso é privado… tão vendo dentro da minha buceta, milhares, talvez milhões, meu corpo inteiro tá em exposição.Pensou entre gemidos de agonia a Amber, com o rosto vermelho de tanto segurar os gritos, os berros, a vontade de sair correndo e parar aquele castigo. Não conseguia entender como tantas mulheres chamavam aqueles maus-tratos de trabalho, e ainda por cima diziam que curtiam. Pra piorar, Jason, o mais forte dos três, a levantou e ela não teve escolha a não ser pegar a pica dele e enfiar no cu pra continuar a parada.
Deram nela com tudo, como numa visita de presídio. Meteram duplo nela de pé, depois no sofá de novo e, quando só restava um fiozinho de sanidade que a mantinha consciente, o Julio enfiou a piroca preta dele no reto dela, aproveitando que os amigos já tinham aberto caminho. Foi rápido, não entrou nem metade, mas Julio podia se dar ao luxo de dizer que tinha sodomizado a Amber Heard igual aos dois parceiros.
- Falta pouco... já falta pouco. – Sussurrou no ouvido dela o Julio enquanto metia sem parar no cu dela, segurando ela em cima dele no sofá. Amber se segurava (mal) com as plantas dos pés trêmulas nas coxas do preto, que bombava de baixo. A única coisa que permitia ela manter o equilíbrio sem cair era que, se não fizesse isso, desabaria com todo o peso na vara, enfiando ainda mais fundo... e ela tava a centímetros de precisar de um pronto-socorro.
Como numa noite de bagunça, onde a mistura de álcool, as luzes estroboscópicas e a música alta começam a anestesiar os sentidos, Amber Heard deixou de ter plena consciência do que fazia. Dos últimos minutos naquela orgia pornô mais bem paga do mundo, ela só lembrava de fragmentos... chupar a pica do Julio, quente e fedorenta, recém-saída do cu dela, ser deitada no sofá na mira de três pistolas de carne e o leite jorrando sem parar delas, que deixaram no rosto dela uma maquiagem seminal quente que acabou de destruir a pouca dignidade que restava. Espirraram na cara toda dela, até Porra de homem foi parar em lugares inusitados, tipo dentro de uma orelha.
Teve risada, palavras de incentivo, palavras de encerramento, até elogios, mas ela mal conseguia ver, ouvir, sentir. Os olhos dela estavam cobertos de porra e aquilo tinha entrado no nariz dela, então o único cheiro que ela sentia era aquele leve odor de água sanitária e suor azedo que o sêmen solta. Também sentia aquela meleca grudada nas bochechas e pintando os lábios, transformando ela numa espécie de Coringa de puteiro.
Se esses momentos foram confusos, os outros praticamente sumiram da memória dela... as palavras de consolo do Greg dizendo que ele tinha tudo que precisava e que ela ia receber o depósito (mais um extra pela finalização caprichada)... o banho interminável de água quente onde ela quase caiu dura porque as pernas não aguentavam... a chegada de um Uber milagroso (onde ela chorou ao sentar) que foi chamado pela produção e levou ela pra casa, onde ela desligou o Wi-Fi, desconectou o telefone e se jogou de bruços como um pano velho na cama pra acordar sei lá depois de quanto tempo.
Desconectada da família, das notícias, das redes sociais, de tudo, Amber tirou o tempo que achou necessário até pegar o telefone e ligar de novo.
A loira texana não tinha fechado só mais um negócio, não tinha sido só mais uma oportunidade aproveitada, nem tinha feito uma produção pornô qualquer, não — ela soube assim que o Wi-Fi baixou no celular as mensagens acumuladas que a incursão milionária da Amber Heard no pornô tinha aberto uma nova e promissora era no mundo do entretenimento. Parecia que as barreiras entre o mundo sombrio do pornô e Hollywood estavam prestes a cair.















Fim

Gosto ou não gosto? Vamos, admitamos que todos convidaríamos ela pra cagar na nossa cama e foder com a nossa vida kkkNão esqueçam de comentar o que acharam, dar nota se acharem necessário, toda ajuda é bem-vinda!
Então vamos imaginar que a Amber Heard de alguma dimensão paralela recebeu essa proposta e, além disso, aceitou. Como dizia Virginia Lago… “Vamos penetrar na ficção”.
Amber Heard e a proposta pornô

Era uma manhã chuvosa em Los Angeles, daquelas tão cinzentas e tranquilas que até os paparazzi mais dedicados se rendiam ao charme do conforto, abandonando sua vigília irritante atrás das celebridades para voltar às tocas de onde vieram. Ninguém estava presente quando uma mulher de moletom cinza com capuz e óculos escuros pretos desceu de um carro de médio-alto padrão numa rua qualquer, na frente de um prédio qualquer, enquanto se perguntava se até aquele dia nublado era uma fachada do que estava por vir.
Ela estava disfarçada de incógnito, irreconhecível até para a lente mais desconfiada. Aquela rua era pouco movimentada, aquele prédio, um mero bloco cinza sem nada em particular que chamasse atenção. Tudo estava preparado, cada carta jogada para sua grande estreia secreta diante de câmeras que ela nunca imaginou que usaria.
— Valeu, fica com o troco. — Disse apressada ao motorista da Uber, afinal, tinha assinado por mais de nove milhões de dólares e não só poderia pagar ao canalha o seu butim de pirata, como ainda tiraria uma grana para ela. Tudo estava assinado, acordado por escrito por ela mesma, nada era de boca, justamente por causa de palavras ela quase perdeu tudo, e pela carne sobre seus ossos ela recuperaria.
Não seria fácil, não seria agradável no começo, ela sabia muito bem. No entanto, tinha sido uma proposta boa demais para recusar e valia a pena o risco, risco físico e midiático. Ela conseguia lidar com isso, era forte, ainda mais depois da estigmatização que sofreu após o julgamento. O que ela não conseguia lidar era com a sensação de estar constantemente entre a cruz e a espada por causa das consequências financeiras do mesmo.
Apertando o passo, se abrigou da chuva na entrada do prédio, na frente do hall.
— Filho da puta do caralho, vou fazer os 9 milhões em um dia e vou dar descarga pra nunca mais te ver. — Sussurrou, celebrando antes do tempo sua grande vitória, se certificando pela enésima vez. número do interfone e apertando o botão. Estar assim de incógnito tinha seu charme, ela se sentia uma espécie de agente secreta entrando numa agência estilo 007, mas infelizmente estava mais longe do que nunca de ser uma garota Bond em toda sua carreira.
Uma voz eletrônica perguntou quem era, e ela respondeu com as palavras mágicas:Trouxe sua pizza com pepperoni quentinha.Instantaneamente, a porta soltou um chiado eletrônico e ela conseguiu passar.
Tudo não passava de fachada. O dia chuvoso escondia os acontecimentos como um véu. O prédio, na verdade, tinha sido alugado por um famoso estúdio pornô, e ela não era qualquer uma vagando pelas ruas por obrigação. Era Amber Heard, prestes a fechar um acordo suculento com a produtora de pornografia online Vixen Media Group, dona de estúdios famosos como Blacked, Tushy e Deeper, todos criados por Greg Lansky.
Embora a notícia tivesse vazado de alguma forma na mídia por culpa de alguma piranha (como tudo na vida dela), ninguém sabia que a proposta, na verdade, não vinha da desconhecida Zen Models, como foi divulgado, mas do próprio Greg Lansky, CEO da Vixen. Ele falou pessoalmente com ela e colocou dinheiro do próprio bolso para fechar o acordo safado. Não era coincidência que ele ofereceu exatamente o valor que o júri determinou que ela deveria pagar ao sem nome por danos compensatórios.
A negociação foi rápida e mortal. Amber tentou arrancar mais grana, mas Greg foi implacável e não aumentou muito a oferta, deixando claro seu ponto: estava oferecendo 9 milhões, um valor exorbitante, recorde na indústria, e ele nem sabia se ia recuperar o investimento. Embora a putaria de ver uma celebridade como ela, odiada, difamada, bombardeada pela mídia, sendo sodomizada na câmera com todos os detalhes, com câmeras que captavam até o menor poro da pele, fosse render uma grana gigantesca, era mais sobre fazer história do que negócio. A mensagem era simples: por dinheiro, todas podiam virar suas putas.
Enquanto assinava, Amber lembrava das palavras de Greg ecoando na cabeça dela.Não faz essa cara, mesmo que vá ficar dolorida, vai sair viva e inteira com nove milhões no bolso. Mais de uma desejaria ter uma proposta dessas pra recomeçar a vida.Ela olhou nos olhos dele e concordou, até que era verdade, embora também não fosse um mar de rosas, já que, como os documentos diziam, por aquele dinheiro eles não iam ter piedade. Tinha suas dúvidas sobre sair viva e inteira, na verdade, depois de ler as exigências do documento, achou que sairia de cadeira de rodas.
Decidida a cumprir o combinado e juntar seu butim de guerra, Amber passeou pelos escritórios com toda naturalidade, já sem seu disfarce de incógnito, revelando seus olhos claros e cabelos loiros, junto com uma expressão resoluta que tentava esconder seu nervosismo interno. Depois de acertar os últimos detalhes, como ter uma última conversa com o diretor, passou para cumprimentar seus colegas de trabalho, que se aproximavam animados para recebê-la, sem acreditar no que estavam vendo.
- E aí, galera, tenham piedade que sou a novata, hein. Vamos tentar nos divertir juntos. – Pediu com simpatia para quebrar o gelo.
- Tá em boas mãos, não se preocupa que até agora não fizemos ninguém passar mal, não. – Disse um negro de dreads vestido como rapper que beijou a bochecha dela. Era o mais baixo do trio, Amber achava que lembrava o nome dele:Sly Diggler– Não acredito, a própria Mera!

Sly em questão...- Bom, fiz vários papéis, estive em mais de 35… – Informou com um pouco de soberba. – Desculpa, depois que cortaram minhas cenas, fiquei com uns ranços do personagem.
- Tudo serve pra encher o currículo, né? Vai ser umganha-ganhapra todos. – Acrescentou o segundo, o do meio em altura, de camiseta justa e braços muito trabalhados. Enquanto Amber o cumprimentava, sentiu um inconfundível roçar na perna que não podia ser outra coisa senão um pau monumental.
- Júlio, né? Estive vendo algumas das suas produções no imdb, fiquei impressionada. – Admitiu com sinceridade, dando uma olhada rápida naquela criatura lá embaixo que roçou suas pernas, sem dúvida ele vinha armado e não exatamente com um calibre menor.Julio GómezÉ, espero estar à altura, sou um grande fã seu, deixa eu te falar que aquele branquelo triste esquisito do Johnny pode ir tomar no…

Julio Gomez, o pau dele, e a Valentina Nappi.Uma mão grande como uma raquete se meteu entre os dois, cortando o comentário.
- Melhor não trazer esses... personagens excêntricos pra cena. – Interrompeu o 3º. - Bem-vinda, não via uma putaria dessa há anos, esse é sem dúvida um daqueles acontecimentos de uma vez na vida. – Por último, ficou o de físico mais bombado dos três, o mais alto, mais largo e tatuado, o inconfundível.Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse termo, pois parece se referir a uma pessoa específica e não a um conteúdo adulto em espanhol. Se você tiver um texto em espanhol para traduzir, por favor, compartilhe-o.O único que, ao deixar um beijo molhado na bochecha dela, posicionou uma das mãos gigantes na cintura dela, baixa demais pro gosto dela.

Jason Luv, não tem mais nada pra falar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.- Sim, bom, é algo que quero deixar para trás, por isso estou aqui pra começo de conversa.
Depois de uma troca de palavras tranquilas onde sentiu que a devoravam com os olhos, a loira decidiu continuar com os preparativos e seguir viagem. A próxima vez que se vissem seria com as roupas de trabalho.
Embora a tratassem com tanta cordialidade quanto curiosidade, ela sabia que em breve aqueles músculos negros iam dar tanta porrada nela que até os ancestrais sentiriam, especialmente o tatuado cujos braços eram grossos como a cintura de uma mulher.
Amber trocou palavras sem importância com eles, que se comportaram como cavalheiros, tratando-a como uma verdadeira celebridade. Tiraram umas fotos que postariam mais tarde nas redes (não antes da data contratual) e, depois de dar o ok final pra tudo, a loira texana chegou ao seu camarim junto com sua maquiadora e figurinista, que a esperavam pra deixá-la no ponto pra aqueles homens e todos que a veriam online pela tela.
Eram duas mulheres jovens e simpáticas, talvez falantes demais pro gosto dela, embora isso pudesse ser porque ela estava nervosa. O momento da verdade estava chegando, ela ia interpretar um papel inédito na vida.
- Não vamos te encher de maquiagem, quase que tô sobrando porque querem te ver o mais natural possível, nunca recebemos uma estrela de Hollywood e é essencial te manter reconhecível. – Disse a mulher, uns anos mais nova que Amber, baixinha, branca como a neve e cheia de sardas.
- Quanto ao figurino, tava pensando no verde ou no vermelho, acho que dar uma certa lembrança da Mera vai agradar bastante, hoje em dia o pessoal quer ver referências em tudo. – Sugeriu, deslizando vários conjuntos eróticos sobre a mesa, uma mulher gordinha de cabelos ruivos, quarentona e muito bem vestida.
- Vocês são as profissionais nisso, deixo tudo com vocês. – Disse ela, vendo o quão minúsculo era um vestido cor de esmeralda que bem... parecia dois ou três números menores do que ela usava.
Na frente do espelho, ela se observou sendo transformada parcialmente pela maquiadora, uma mulher faladeira com anos de experiência na indústria pornô. Era curioso como ela, que tinha uma carreira nada desprezível apesar da pouca idade (36 anos), estava num estúdio onde, pela primeira vez, não tinha cruzado com ninguém ali presente antes. Todas eram caras novas para ela, profissionais com anos de trabalho e que, no entanto, não tinham nada a ver com o cinema em que ela havia participado antes. Sem dúvida, a indústria pornô era um submundo paralelo, como a maquiadora tinha dado a entender.
Depois, a figurinista deixou a roupa que decidiram que ela usaria e, antes de sair para deixá-la se trocar, pediu uma foto e um autógrafo para o filho adolescente.
— Ele adora os filmes da DC, você vai deixá-lo muito feliz! — explicou animada. — Ele amou como você chupou o sangue daquele monstro no filme do Superman versus, sei lá quem, o cão de armadura de espinhos.
— Foi em Liga da Justiça, a do Zack, sim, foi uma cena bem...Foda pra caralho— ela admitiu.
— Sim, essa mesma! Pra ser sincera, não aguento esses filmes, só vejo por causa dele. Fico sempre me perguntando por que eles não resolvem os problemas na base do rala e rola logo. Ele vive dizendo que sexo não resolve tudo, mas capaz que eu tô contaminada por isso tudo, haha.
— Resolver tudo na base do rala e rola? Bem-vinda ao meu mundo. — Ela finalizou com sagacidade, fazendo as duas rirem. — Tem acordo de confidencialidade no meio, posso tirar uma selfie desde que não apareça em lugar nenhum até o filme ser lançado. A última coisa que quero é pisar num tribunal de novo.
— Claro, eu sei, eu sei! — Ela a tranquilizou enquanto posava ao lado da Amber, meio corada. — Não vou te meter em encrenca, juro.
— E tenta evitar que ele veja o filme. Se ele é adolescente como você disse, acho que não vai querer ver a heroína dele desse jeito. Talvez até queira, mas não deveria, você me entende.
— Ele vai ver mais cedo ou mais tarde. Você não tem ideia do quanto é difícil, como mãe, afastar eles dessas coisas. Eles sempre dão um jeito de assistir…
Esse foi o último momento decelebridadeque teve na jornada. Dali em diante, Amber Heard não seria mais a atriz de Hollywood, nem Mera, nem nenhum personagem de seus filmes; dali em diante, ela estava dando seus primeiros passos como atriz pornô.
Deslumbrante, acompanhada do diretor e da maquiadora, que a observava de todos os ângulos como um satélite fora de órbita, ela apareceu com um penteado ondulado muito elaborado, um vestido de escamas cor de água-marinha que parecia tirado de uma versão pornô de Aquaman, saltos altos pretos e um colar de ouro ostentoso que brilhava com cada foco que o iluminava.
Amber chegou a uma sala de estar muito pretensiosa, iluminada suavemente por várias fontes de luz posicionadas estrategicamente para parecer que o anoitecer estava chegando. Não eram nem onze da manhã, mas os vidros polarizados, a chuva que acompanhava o dia como uma bênção e a luz artificial davam a ilusão de que a noite estava prestes a cair.
A magia do estúdio vendia muito bem a imagem de uma tarde cinzenta e chuvosa, que convida apenas à paixão e à devassidão privada.
Era comum nos vídeos da Blacked Raw que começassem com uma breve introdução. A atriz costumava encontrar ou contatar os atores negros e, num piscar de olhos, terminavam num apartamento luxuoso onde soltavam seus instintos mais primitivos. No caso da Amber, não quiseram gravar cenas externas, em veículos nem em outro estúdio. Toda a trama, se é que se podia chamar assim, se desenvolveria até se resolver ali.
Tinham preparado tudo para que ela, assim que pisasse no set, pudesse começar. O diretor viu que estava tudo em ordem com cada trabalhador preparado e o cenário a postos, observou seus camaradas e, com decisão, bateu a claquete.
Amber, de forma desinteressada, largou um controle remoto para desligar uma luxuosa tela de plasma. Em seguida, pegou o telefone e fingiu que escrevia. Sabia que na pós-produção adicionariam o texto na tela para que o espectador soubesse o que ela escrevia, mesmo sem ler, dava pra imaginar. Era uma mulher gostosa, solitária e linda pedindo companhia, companhia que, pela magia do cinema, não demoraria a chegar.
Como na famosa imagem viral da atriz pornô pequenina Pipper Perri, aquela em que ela está sorrindo sentada num sofá branco igual ao seu sorriso, com negões a protegendo por trás como seguranças de elite, Amber sentiu a presença de três garanhões atrás do seu assento e logo sentiu algo mais.
Jason Luv, o maiorzão dos três, como se tivesse se intitulado o negro Alfa, estava no centro, apoiando uma das mãozonas nos trapézios dela e marcou presença com uma massagem. Tanto Sly quanto Julio seguiram o exemplo, passando as mãos pelos ombros nus da atriz, tocando o cabelo dela e acariciando. Jason foi o primeiro a se inclinar pra chegar nos lábios da mulher e beijou com estardalhaço.
Caralho, aquele primeiro beijo no pornô foi diferente de todos que ela deu na carreira de atriz. Não só aquela boca enorme e carnuda dava ao público o que queria, também satisfazia os desejos pessoais dela de prová-la. Os lábios de Jason, cheios de umidade, estalavam com ênfase toda vez que envolviam os dela por trás, enquanto ela sentia mãos percorrendo os corpos, tudo ia bem, era tão gostoso quanto excitante, até que uma mão firme agarrou seu pescoço e quase a levantou...
Amber foi levada pelo negão principal pra ficar de pé, onde ele continuou beijando ela, enfiando a língua tão fundo na boca dela quanto era anatomicamente possível. Ao redor, a dupla restante não perdia tempo... já não se contentavam em tocar o cabelo loiro ou acariciar o corpo dela, não tinham passado nem poucos minutos e já estavam apalpando a bunda, os peitos, a buceta...
Ela se sentia um animal de feira rural sendo julgado num concurso e isso, em vez de indigná-la, estava acendendo ela como pavio. Especialmente com aqueles beijos que silenciavam seus lábios e A mente, aquela boca envolvia ela como nenhuma outra, sem dúvida sabia como beijar e não se importava em passar o máximo de saliva possível.
Julio Gómez foi o primeiro a despir ela, de forma bruta pegou um peito dela e tirou pra fora do vestido. Depois de acariciar com a mão grande dele e brincar com o mamilo, atacou ele com a boca, chupando com força. Por sorte a Amber tinha dois peitos e o Sly Diggler escolheu descobrir o segundo e beijar ele com vontade.OoohDeus,ahDeus… isso está acontecendo. – Murmurou em um sussurro que não estava no roteiro ao sentir as duas bocas sugando seus peitos.
Por alguns minutos, os negros se revezaram para prová-la. A atriz achava curioso que eles não se importassem nem um pouco em devorar partes do corpo onde seus camaradas estiveram com as bocas molhadas de saliva. Depois de ser beijada até a traqueia por Jason, Sly retomou seu lugar e, apesar de estar toda babada, meteu tanta vontade quanto o anterior. O mesmo acontecia com seus mamilos, que eles lambiam e sugavam ruidosamente em turnos. Sentir três respirações contra seu corpo molhado de baba começava a ser um estímulo desconhecido que surtia efeito instantâneo na sua buceta, e Jason percebeu isso antes dos outros.
- O que foi, Amber?Merda— Tá gostando?
Como ela imaginava, em algum momento ele começaria a humilhá-la com aquele apelido cruel.
Amber sabia que, mesmo estando só no começo, já se sentia dominada. Só de pensar que milhares de olhos veriam seu corpo nu sendo devorado, sem deixar um mísero centímetro do seu ser exposto... Será que aquele acordo tinha sido vantajoso para alguém da posição dela?
Como um tubarão que sente cheiro de sangue, Jason a apoiou com força por trás e passou uma das mãos enormes sobre a barriga dela até chegar na sua entreperna, que agarrou com força por cima do vestido. Ter aquela mão preta e forte quase erguendo sua buceta fez ela revirar os olhos... entendeu que podiam fazer o que quisessem com ela, podiam fazê-la ver estrelas ou destruir cada buraco dela até deixá-los irreparáveis, eram desgraçadamente fortes.
Por um momento, ela perdeu a noção de quem era o que a beijava, e tudo acontecia em tantos lugares ao mesmo tempo que as bocas pareciam ter se multiplicado, assim como as mãos que a apalpavam e apertavam. Seus mamilos eram sempre espremidos, babados, aquela mão na sua buceta, por cima da calcinha fio dental e do vestido, ainda encontrava o sulco entre os grandes lábios e esfregava os dedos ali, marcando a fenda de carne.
Como ia acontecer a qualquer momento, a colocaram de joelhos no chão como uma cadela e o cardume de tubarões a cercou. Logo exibiram suas enormes pirocas pretas, prontas para estuprar a boca dela... Amber considerava (só na sua cabeça) que tinha um alcance de atuação limitado, mas naquele dia ia expandir seu repertório quando fosse forçada a deformar o rosto em dezenas de caretas diferentes enquanto engolia aqueles paus duros de tantas formas distintas quanto possível.
Como guiada por um instinto de puta, começou pelo maior pauzão, o de Julio Gómez, que talvez também fosse o mais comprido.AhDeus, em que enrascada eu me meti, não paro de arrumar problema. — Disse ela, arregalando os olhos diante do tamanho imenso daquele homúnculo sem membros, que era maior que a cabeça dela e parte do pescoço.
— Fica tranquila, alguns problemas se resolvem fácil. — Tranquilizou-a, puxando-a pelos cabelos com violência para obrigá-la a chupar descontroladamente. — Esse é um dos poucos problemas que se resolvem na base da bocada.Ei.! Ela tem talento pra isso, olha como ela chupa. – Acrescentou surpreso Sly Digger.
Amber se viu em maus lençóis, não conseguia engolir nem metade, pra piorar era uma completa inexperiente em lidar com tamanhas dimensões e não parava de engasgar e cuspir pra todo lado. Ele não parecia se importar de qualquer jeito. Logo sentiu gotas de saliva escorrendo nos peitos, junto com as mãos dos homens espalhando aquilo como se fosse loção pelos seios. Entendeu que, por ser uma estrela, queriam humilhá-la e sujá-la o máximo possível.Aggck, agck, agck, sluurop, aaah, agck, aaackA de Julio era, sem dúvida, uma aberração da natureza que fazia seus lábios formarem um círculo perfeito só pra cobrir um quarto daquela superfície preta. Devia ter mais de 30 centímetros (segundo a página do Blacked, 36 cm) e o último quarto desviava bruscamente pro lado; ela também notou que a parte mais larga era a do meio. Amber sentiu aquela glande dura raspar o céu da boca, a língua e as bochechas tudo ao mesmo tempo com aquele volume monumental — era sem dúvida uma daquelas pirocas que acionam alerta vermelho em aeroporto por serem confundidas com armas de guerra.
Mesmo tendo conseguido engolir o pau do Julio por uns minutos, os cantos dos lábios ficaram doendo, e ela passou a saborear o de outro. Cercada de rolas, logo tudo que respirava era o cheiro delas e das bolas penduradas embaixo. Continuou com o pênis do Sly Digger, o mais baixo dos três, cujo membro tinha a curiosidade de ter uma cabeça grande e pesada — na verdade, alargava ainda mais conforme a piroca chegava ao fim. Por último, comeu com não menos vontade a do Jason Luv, que era um bloco sólido e grosso, mantendo a forma da base à cabeça como uma baguete de centeio. Era a única que parecia um cilindro de chocolate simétrico e harmonioso, embora cheio de veias grossas e latejantes.Ahh, Deus, são tão grandes, minha boca não foi feita pra isso. – Disse ela, limpando um fiozinho de saliva que balançava no queixo igual cipó do Tarzan.
- Toda boca foi feita pra chupar pau, mas se quiser, a gente troca o prato.
Jason puxou ela pelos cabelos e, sem avisar (também não é como se fossem dar sinal pra qualquer ação, eram 9 milhões!), esfregou as bolas grandes e suadas no rosto dela, especialmente no nariz e na boca. O resto imitou ele, e logo o rostinho de estrela dela foi escondido por um eclipse testicular.
Ela não sabia de quem era cada saco escrotal que se esfregava na cara, só sabia que todos queriam um pouco de atenção: que ela passasse a língua, que chupasse aqueles testíbooties enormes como se fosse tirar veneno de cobra, ou só que respirasse contra a superfície áspera deles. Jason parecia adorar fazer ela lamber o escroto inteiro, porque segurava ele bem apertado pra ela com a mão, como se fosse um buquê grotesco de carne preta.
Se o cheiro de paus já engrossava o ar em volta dela como um campo de força, quando esfregaram os testíbooties como pincéis de pele, espalhando os odores masculinos e a própria saliva dela, ela sentiu que não era mais ela mesma, mas uma pessoa nova, uma nova puta nascida ali mesmo, graças a um batismo de sensações proibidas.
- Vamos dar pro povo o que eles querem, vem, mostra os buracos. – Disse Jason Luv, levando ela pro sofá e encaixando ela contra o encosto. Como se fossem uma entidade autônoma que respondia ao mesmo pensamento, Sly pegou uma perna dela e manteve esticada, Julio pegou a outra e fez o mesmo…
- Vamos ver como tão os buracos da famosa Amber.Merda…
- Você tem que falar assim comigo, seu preto de merda? – Ela se irritou, dando um olhar assassino, embora o que sentisse valesse de pouco. Era uma mulher manchada, tinha uma máscara de saliva no rosto todo, mechas loiras grudadas nele e as bochechas vermelhas por causa do atrito. Quando Jason começou a brincar com a peça mais íntima dela, enfiando entre os lábios da buceta, ela quase deixou escapar um gemido de raiva, impotência e um tiquinho de tesão.
- Preto, foi? – Disse Sly Diggler segurando o pescoço dela e apertando até ela fazer um engasgo gutural. – Não aprendeu nada, senhorita?Cocô? Ela quer ser cancelada mais do que já é?
Por algum motivo que ela desconhecia, enquanto Sly a estrangulava um pouco mais forte do que ela estava acostumada na intimidade, Julio Gómez enfiou os dedos na boca dela até a campainha, banhando-os com a saliva da loira e levando-os à própria boca. Repetiu o processo na frente da câmera várias vezes, quase como se estivesse provando a saliva de uma espécie exótica diferente.
No entanto, o que fez cada órgão do corpo dela dar um salto foi quando, pela primeira vez, a buceta e o cu dela foram expostos diante das câmeras de melhor resolução do mercado. Lá estava Amber, num sofá, cercada por carne preta e musculosa, com seus dois buracos mais íntimos pulsando em close, sendo abertos para revelar até os pigmentos mais escondidos do ser dela.
- Caralho, olha esses buracos, não é sempre que a gente recebe nesse estado. – Murmurou Jason enquanto separava os lábios da buceta dela pra mostrar a cavidade rosada. Em seguida, enfiou um dos dedos grossos até o fundo da xota e, sem cerimônia, deu um gancho forte pra dentro.Aaah, devagar, negro filho da… Querem ser mais suaves, garotos? – Tento me segurar, coisa difícil já que o Sly enfiava um dedo no meu cu e girava como se fosse um parafuso entrando na porca.
- Vamos nos divertir muito aqui. – Completou Sly, que resolveu separar os glúteos dela pra fazer o cu da loira, um pouco mais dilatado, se destacar. Apesar de ser rosado igual a buceta dela no centro, as linhas concêntricas que saíam dele eram escuras, quase acinzentadas, formando um asterisco gostoso de várias cores e texturas que, por causa do nervosismo, tava apertado igual um nó de balão.
- Não trouxe clareado, ganhei a aposta, amigão. – Atacou Sly saindo do roteiro. - Falei que a puta ia vir com o cu do jeito que veio de fábrica!Ok., você ganhou, a próxima rodada no bar é por minha conta. – Aceitou Júlio com resignação. – O importante não é como chegou, mas como vai sair, certo?
Será que apostaram se ela chegaria com o cu clareado? Amber não teve tempo de raciocinar nem de analisar nada, num piscar de olhos a colocaram de quatro e, enquanto era forçada a saborear um manete de carne novamente, os dois que ficaram atrás, Jason e Sly, fizeram o que estavam morrendo de vontade desde que a viram chegar: comer os tais buracos dela a dentadas.
As bocas beijaram tanto a buceta quanto o cu, grosseiramente, para provar o sabor de cada prato. As línguas tentaram se enfiar nela, impossível saber qual negro tentava se meter em qual buraco, já que ela não podia ver, só sabia, ou sentia, que uma língua tentava se abrigar no rabo dela como um bichinho úmido buscando refúgio. Embaixo, não muito longe de uma boca da outra, a segunda língua lambia desde o nascimento do clitóris até a caverninha vaginal, agarrando de vez em quando os lábios da buceta para chupá-los como pedaços de polpa.
Se pudesse, Amber teria gemido de prazer, mas era impossível expressar qualquer coisa oralmente. Nem gemer, nem ofegar, ela estava comendo o pauzão principal, aquele que precisa de visto internacional próprio pra viajar, o de Júlio Gómez. Se o mantivesse ereto por mais tempo, deviam chamar a emergência porque ele teria uma embolia… ou talvez o serviço de saúde viesse pra ela.
Manipularam ela como uma boneca de pano, movendo-a pra lá e pra cá enquanto cada um dava uma provada no que as pernas e as nádegas dela escondiam… partes do corpo que já não podiam mais ficar nas sombras do anonimato. Enquanto era devorada, tinha que satisfazer o que estava na frente, seja no pau, nas bolas, ou… outras partes.
Foi quando a deitaram de costas no sofá que Jason e Júlio dedaram os buracos dela com frenesi, fazendo jorrar a umidade impudica dela em todas as direções, que Sly decidiu que queria usar a boca dela pra algo mais do que chupar pica. Segurando a própria pica e as bolas como se fossem um cacho, mantendo tudo bem levantado, resolveu sentar na boca dela pra ganhar um anilingus.
Ela era obrigada a isso, por contrato, por profissionalismo. Agora era uma atriz pornô e, se o cara exigia uma lavagem anal, ela tinha que obedecer. Sly Diggler colou o asterisco preto na boca dela, e ela sabia que tinha que dar o show, então não teve escolha a não ser beijar aquele fole e atacar o centro flexível dele com a língua por vários minutos, aguentando o gosto salgado e as palavras humilhantes dele durante toda a ação. Pelo menos os cantos da boca e a garganta dela iam descansar um pouco, sentia a campainha amassada igual nos desenhos animados.AhSim, essa puta sabe chupar um cu, gosto de como ela perdeu a timidez rápido e já tá tentando enfiar a língua no meu cu preto. – Falou antes de começar a se esfregar na boca dela. Tava usando os lábios dela como um maldito papel higiênico, esfregando o cu no nariz e na boca dela quase com todo o peso.
- É hora. Vou comer essa puta. – Disse Júlio esfregando a cabeça da pica na buceta dela, pegando a lubrificação dela e, com uma estocada, penetrar ela. Fazendo os sucos escorrerem pelos lados.
Amber sabia que ia acontecer mais cedo ou mais tarde, e mesmo assim não tava preparada.
- Ahhh!Aaaah, aaaahMerda, porra, merdaaaahÉ demais, demais pra mim…aaah… – Exclamou Amber entre as nádegas do negro, que não conseguiram silenciar seus gemidos. Não importou que ele anunciasse a penetração, não importou que se lubrificasse com seus fluidos, o mastrão de carne de Julio era um Moisés, capaz de separar sua carne num só movimento. Amber soube que se arrependia de tudo assim que sentiu o aríete bater no fundo e empurrar um pouco mais dentro dela.Ooohh, oh, merdaaaaaaah, me parte como uma gostosa… - Começou a gemer assim que Julio, depois de esticar o buraco dela, acelerou um pouco. Amber conseguiu dar uma olhada e só entrava metade, sentia como se estivessem enfiando uma perna, mas era só metade da pica.
O resto se distraiu beijando os peitos ou os lábios dela, observando ela sofrer enquanto era partida ao meio pela pica mais grossa e grande do trio, a cara dela estava vermelha, desfigurada pelo esforço de não quebrar e aguentar, mas, cada vez que tocava o fundo, Julio parecia ir um pouco mais além, como se realmente estivesse cavando dentro dela.Aaah, aaaaah, aaaah, aaah, uuuuh, porra, merda, devagar filho da puta… — Ela tentou freá-lo empurrando a coxa quando ele achou que ela estava pronta pra um pouco mais de intensidade.
Julio Gómez fez o movimento de recuar o pauzão, deixando abrigada entre os lábios dela só a ponta da glande, então, de uma só estocada, seca e forte, meteu tudo até bater as bolas nela. Amber virou os olhos e o gemido dela saiu quebrado, o cu dela ficou em ponta o tempo todo que ele a manteve empalada, como o botão de uma camisa apertada demais. Com olhos lacrimejantes, ela aguentou mais um pouco até que, finalmente, decidiram fazer uma mudança de alinhamento.
Jason tomou o lugar dela na escavação vaginal, pegou as pernas dela e levou pra cima de um dos ombros dele, dando umas palmadas sonoras de vez em quando. Bastaram algumas pra marcar a pele branca dela como gado recebendo ferro quente. Com o passar dos minutos, o pau dele, embora mais moderado, também fez ela ver estrelas porque o corpo esculpido em ébano era tão gigante quanto musculoso e ele metia com uma potência hercúlea.
Depois, sentou ela em cima dele e fez ela sentar a toda velocidade numa trepada agitada de missionário, os outros escoltaram ela à esquerda e à direita, de pé, pra Amber entreter eles chupando pau. Pra piorar, Jason não parava de dar porrada amassando os glúteos dela, mantendo eles abertos de par em par, expondo a buceta sendo perfurada e o cu dela abrindo e fechando como boca de peixe.
A noção do tempo se perdia quando se tinha que agradar uns homens daqueles, tão dotados, tão energéticos, embora a duração da foda perfeita seja relativa. Quando se trata de proporções daquelas, Amber pensava que uns poucos, embora intensos minutos, bastavam, no entanto, sabia que estava longe de gozar. Por mais que cavalgasse batendo as carnes brancas dela nas pretas do Jason, por mais que chupasse os paus deles com afinco, botando o peito na situação com as expressões mais grotescas dela, não conseguia… concentrar porque faltava um ponto no contrato pra fechar, que ela temia com toda a alma.
Foi quando tava em cima do Sly, cavalgando bem gostoso, que Jason encontrou o cu dela desprotegido e começou a dedar fundo (deixava o dedo do meio parado e, com o vai e vem do sexo, era ela que enfiava), enquanto passava óleo lubrificante na rola. Amber sentiu o dedo fuçando, tocando as paredes internas como se tivesse perdido algo ali. Quando ele tirou os dedos, apresentou a cabeça da pica na porta do cu e, quando Sly parou as metidas e abriu as nádegas dela, meteu no cu.
- Isso, relaxa, relaxa mais… deixa deslizar bem pelo teu rabo…Ah, aah, aaaaaaaaiiiii. – Uivei sem encontrar a expressão certa para uma sensação tão extrema, tão contraditória. As paredes finas que separavam uma cavidade da outra pareciam escorrer como um gomo de fruta espremido enquanto Jason abria caminho e Sly mexia o quadril de novo. A pica alojada no meu cu permanecia imóvel, me mantendo empalada como uma carcaça no frigorífico.
- Aguenta, você tá indo bem, muito bem. – Sussurrou Jason no meu ouvido, se compadecendo de mim, pegando nos meus peitos por trás e me dando um beijo, mas sem parar de meter aquele corpo estranho de contra-mão no meu cu. – Agradece que fui eu que comecei e não o Julio, senão iam ter que te tirar em pedaços.
- Não me faz rir, tô a uma risada de me rasgar... – Falei, pelo menos, soltando um sorriso.
- Isso significa que você vai ter que me atender de outro jeito. – Interveio Julio, que não ia ficar só olhando de fora da parada. De pé, achando um ponto de apoio, levantou uma perna como um cachorro prestes a mijar e me mostrou onde queria que eu o atendesse. – Aqui, chupa aqui, no meu cu.
- Você vai adorar, ela faz muito bem isso... – Disse Sly Diggler lá de baixo, quase invisível.Nnngh, nnngh, nnngh… - A loira gemeu, abaixando-se para esfregar a boca e o nariz na racha do preto, conseguindo lamber o asterisco quando sincronizaram os movimentos. Quando os três corpos se moviam ao mesmo tempo, era difícil fazer trabalhos de precisão como um anilingus, como engrenagens descalibradas, a Amber demorou um pouco para se mexer de um jeito que pudesse beijar o cu sem errar o alvo.
Amber se dedicou àquilo, tentando segurar gemidos de dor e, pior ainda, as lágrimas, enfiou o dedo no cu de Julio com força enquanto os outros pretos a apertavam como duas tampas de oreo esmagam o creme delicioso. Tanto Julio quanto Sly se remexiam, raspavam os membros dentro dela como se um quisesse expulsar o outro, e quando coincidiam, ficando no mesmo ritmo, faziam ela sentir uma dor que nem sabia que existia, era carne demais e dura demais para dois buracos sem preparo como os dela… estavam deixando ela esticada como meia de elefante, especialmente no buraco mais apertado, que bem podia perder a capacidade de fechar depois de tanta surra.
Como num jogo de queda de braço, Jason sentou ela mantendo-a enfiada e Sly passou a ficar por cima, bombando a buceta dela um pouco mais até que Julio tomou o lugar, foi depois de uns intermináveis quinze minutos de penetração dupla ininterrupta que decidiram tirar o pau dela para mostrar o estrago feito nos buracos dela. Na frente das câmeras, Jason, o que ficou por baixo, levantou ela aplicando um duplo nelson e mantendo as carnes dela separadas, mostrou os dois buracos abertos para a câmera, especialmente o do cu, dilatado como vigia de submarino.
- Caralho, olha como ficou… que bom trabalho. – Comentou Julio separando os lábios da buceta dela pra verem o buraco. Entre um cu e o outro não tinha tanta diferença, ambos ficaram como orifícios circulares e rosados que mostravam carne avermelhada por dentro, embora o cu aberto dela deixasse ver mais do interior.Já nem isso é privado… tão vendo dentro da minha buceta, milhares, talvez milhões, meu corpo inteiro tá em exposição.Pensou entre gemidos de agonia a Amber, com o rosto vermelho de tanto segurar os gritos, os berros, a vontade de sair correndo e parar aquele castigo. Não conseguia entender como tantas mulheres chamavam aqueles maus-tratos de trabalho, e ainda por cima diziam que curtiam. Pra piorar, Jason, o mais forte dos três, a levantou e ela não teve escolha a não ser pegar a pica dele e enfiar no cu pra continuar a parada.
Deram nela com tudo, como numa visita de presídio. Meteram duplo nela de pé, depois no sofá de novo e, quando só restava um fiozinho de sanidade que a mantinha consciente, o Julio enfiou a piroca preta dele no reto dela, aproveitando que os amigos já tinham aberto caminho. Foi rápido, não entrou nem metade, mas Julio podia se dar ao luxo de dizer que tinha sodomizado a Amber Heard igual aos dois parceiros.
- Falta pouco... já falta pouco. – Sussurrou no ouvido dela o Julio enquanto metia sem parar no cu dela, segurando ela em cima dele no sofá. Amber se segurava (mal) com as plantas dos pés trêmulas nas coxas do preto, que bombava de baixo. A única coisa que permitia ela manter o equilíbrio sem cair era que, se não fizesse isso, desabaria com todo o peso na vara, enfiando ainda mais fundo... e ela tava a centímetros de precisar de um pronto-socorro.
Como numa noite de bagunça, onde a mistura de álcool, as luzes estroboscópicas e a música alta começam a anestesiar os sentidos, Amber Heard deixou de ter plena consciência do que fazia. Dos últimos minutos naquela orgia pornô mais bem paga do mundo, ela só lembrava de fragmentos... chupar a pica do Julio, quente e fedorenta, recém-saída do cu dela, ser deitada no sofá na mira de três pistolas de carne e o leite jorrando sem parar delas, que deixaram no rosto dela uma maquiagem seminal quente que acabou de destruir a pouca dignidade que restava. Espirraram na cara toda dela, até Porra de homem foi parar em lugares inusitados, tipo dentro de uma orelha.
Teve risada, palavras de incentivo, palavras de encerramento, até elogios, mas ela mal conseguia ver, ouvir, sentir. Os olhos dela estavam cobertos de porra e aquilo tinha entrado no nariz dela, então o único cheiro que ela sentia era aquele leve odor de água sanitária e suor azedo que o sêmen solta. Também sentia aquela meleca grudada nas bochechas e pintando os lábios, transformando ela numa espécie de Coringa de puteiro.
Se esses momentos foram confusos, os outros praticamente sumiram da memória dela... as palavras de consolo do Greg dizendo que ele tinha tudo que precisava e que ela ia receber o depósito (mais um extra pela finalização caprichada)... o banho interminável de água quente onde ela quase caiu dura porque as pernas não aguentavam... a chegada de um Uber milagroso (onde ela chorou ao sentar) que foi chamado pela produção e levou ela pra casa, onde ela desligou o Wi-Fi, desconectou o telefone e se jogou de bruços como um pano velho na cama pra acordar sei lá depois de quanto tempo.
Desconectada da família, das notícias, das redes sociais, de tudo, Amber tirou o tempo que achou necessário até pegar o telefone e ligar de novo.
A loira texana não tinha fechado só mais um negócio, não tinha sido só mais uma oportunidade aproveitada, nem tinha feito uma produção pornô qualquer, não — ela soube assim que o Wi-Fi baixou no celular as mensagens acumuladas que a incursão milionária da Amber Heard no pornô tinha aberto uma nova e promissora era no mundo do entretenimento. Parecia que as barreiras entre o mundo sombrio do pornô e Hollywood estavam prestes a cair.















Fim

Gosto ou não gosto? Vamos, admitamos que todos convidaríamos ela pra cagar na nossa cama e foder com a nossa vida kkkNão esqueçam de comentar o que acharam, dar nota se acharem necessário, toda ajuda é bem-vinda!
2 comentários - Amber Heard e a proposta pornô
Lo cual me parece muy real porq si bien es conocida, tampoco es una scarlet johanson jaja