Bom, depois de um longo tempo, aqui vai a terceira parte da história do Oscarcito e da esposa dele.
espero que comentem
e desde já, muito obrigado pelos pontos
Chegamos e, na hora, fomos contando tudo enquanto jantávamos.
Susy, e aí, cê tirou a tesão com aquela putinha?
Ainda não, amor. Quero comer ela até deixar essa puta toda exausta, ela é insaciável, juro. E você, como foi?
Susy, cê quer mesmo saber sobre o corno? Então, foi muito bom, amei com o Carlos e o Ricardo. A gente realmente precisa repetir isso de novo.
Gostei tanto de você, sua putinha minha?
Susy, amei você, meu amorzinho, não sabe como fui bem comida, gozei igual uma gostosa no cio. Vou te contar: já na escada, o Carlos estava apalpando minha bunda pequena e, quando chegamos na porta, ele disse que ia me arrebentar toda. Direto fomos pro quarto e quem mais se empolgou foi o Ricardo. Ele começou a falar que você era mais corno que ele e eu mais puta que a mulher dele. Em minutos, eu tava chupando a pica dele e o Carlos tava dedando minha buceta, e eu morrendo de tesão. Já queria ter o pau dele dentro de mim enquanto o Ricardo continuava falando do quanto você era corno e prometia me partir igual um queijo. Aí o Carlos finalmente meteu e começou a me montar. Ele me jogou pra cima dele e eu só pedia pra ele não parar de me foder. Então o Ricardo disse que queria arrebentar meu cu. O Carlos tirou a pica e eu soube na hora o que fazer, que é o que mais gosto quando tô com dois caras. Me virei, enfiei a pica do Carlos na buceta, abrindo bem minhas pernas, e falei pro Ricardo que ali tava minha bundinha pequena. Ele só disse: "que puta gostosa que você é" e meteu até as bolas. Uff, isso doeu pra caralho. Na hora, os dois me comeram juntos e, bom, você já sabe como eu fico desesperada quando fazem isso comigo. Quero mais e mais, é tipo um desafio. E foi assim: o Ricardo metia bem forte e ainda levei umas palmadas. Tava me matando e eu amando. No fim, eles tiraram e mandaram eu chupar. O Carlos falou pro Ricardo: "vai ver como a puta adora engolir porra". O Ricardo encheu minha boca de porra, era tanta que não consegui engolir tudo e até saiu pelo nariz. Na hora, foi a vez do Carlinhos e de novo entupida de porra, engoli tudo que consegui. O Ricardo mandou eu juntar com os dedos e engolir. Tava de ressaca e obedeci igual uma putinha obediente. Aí ele me colocou de quatro e me encheu o cu de novo, mas dessa vez ele pulava em cima da minha bunda. Doía, mas eu amava como ele me comia até encher tudo. Aí ele falou, todo vencedor: "é assim que se arrebenta um cu, ensina pro corno". mostra pra ele como você deixou meu cu pro corno, você é nossa puta e vamos te usar como nossa puta, aí o carlos subiu e de novo meu cu inundado começou a receber cock de novo, minhas perninhas tremiam e eu gritando pedindo pra não pararem, depois veio a glória quando enfiaram na minha pussy, primeiro um e depois o outro, encheram ela de cum e como se não bastasse me arrebentaram de novo a tiny ass pra me deixar tremendo na cama, descansamos um tempão esperando a calentura passar enquanto eu chupava a cock de cada um por um tempo, com o corpo todo doendo e pedindo mais e mais, eles se trocaram e pegaram as bebidas e depois me levaram pra casa do ricardo, assim cheia de cum por todo lado foi como cheguei no meu cockhold, de verdade quero repetir, continua comendo a big brest que pelo que o ricardo falou é mais puta que as galinhas, uma puta bem barata, ah se você soubesse
O que eu preciso saber, amor, me conta aí
Susy, os amigos dele pegaram ela à força, ela se dava tanto que até pedia pra eles comerem ela, no bairro já encheram o saco dela, essa é a puta que você tanto gosta.
Sabe o que me excita? Ver o quão puta vagabunda ela é, e me tira o sono a ideia de vê-la destruída, porque ainda por cima se faz de durona.
Susy, gostosa, com essa sua pica não teria muito problema não, amorzinho.
Sabe que não, vamos descansar, amanhã trampo cedo.
Naquela noite, nenhum dos dois estava a fim de ação. Os dias passaram tranquilos, embora na segunda à noite a gente tenha transado loucamente. Na quarta ao meio-dia, o Carlos apareceu. Só de vê-lo entrar em casa, percebi que ele vinha muito tarado e logo descobri o porquê. Mal entrou, já deu uma radiografia na Susy, beijou ela e, no abraço, esfregou a pica descaradamente. Me ignorou completamente até que ela se soltou e foi pegar uma cerveja.
Veio pra foder? O que houve que tá tão tarada?
Carlos, acabei de estar com o Ricardo e a Vale. A peituda tá morrendo de vontade de te ver, e o Ricardo também.
Ricardo? Pra que ele quer me ver?
Carlos, é que eu contei algo sobre você pra ela quando ela foi cozinhar.
O que você contou pra ela?
Carlos, pelo puto que você é, do jeito que você gosta de uma pica e eu não acreditava, ele me disse que a puta da mulher dele falou que você arrebentou ela e só quer que você coma ela de novo.
Eu também quero comer ela de novo, ela ser tão putinha me deixa louco.
Carlos, então, o Ricardo disse que se no sábado você for na casa dele, ele te dá a buceta inteira a tarde toda de domingo. Ele quer te buscar, então prepara esse rabo.
Nem fodendo, que se esqueça, ainda mais na frente dela.
Carlos, não, na frente dela não. Ele tá puto pra arrebentar teu cu do jeito que você arrebentou o dela. Depois você pega a putinha quando quiser.
Seria bom, isso eu gosto, o que não entendo é por que te deixei com tesão
Carlos, a ideia é que a gente fique nós dois juntos com você e depois com a Susy, que é uma gata no cio, na cama, enquanto você tá comendo a peituda.
Adoraria meter uma foda nela, isso sim ia ser bom demais
Carlos, a gente pode resolver isso, sem problema. Deixamos o corno do Ricardo com a Susy e enfiamos a senhora nele. O otário fica feliz e a gente mais ainda.
Adoraria
Carlos, beleza, agora vou pra oficina, tenho muito trampo pra fazer.
O quê, não vai aliviar esse tesão?
Carlos, você morre de vontade de me ver foder sua mulher, né? Que corno manso você é, amigo. Hoje eu como ela e no sábado vou arrebentar ela enquanto você come a Vale. Olha, mas só pode bater uma punheta.
Carlos foi buscar a Susy e levou ela pro quarto, onde comeu ela com muita força, enquanto eu, escondido atrás da porta, batia uma punheta com toda raiva. Tinha certeza que ele sabia o quanto eu tava excitado, porque depois de um tempo ele me chamou. Quando entrei, a Susy tava de quatro em cima da cama e ele por cima dela, metendo sem parar. Ela me olhou e disse:
A Susy tá arrebentando essa buceta, essa buceta é dela, corno. Depois, se você se comportar bem, ela vai arrebentar a sua enquanto você toma o gozo dela do meu, sabia, corno viado? Se bater uma, bate muito, viado, quero ver ela te destruir todinho, maricona.
E foi assim que, quando Carlos encheu a bunda dela, eu subi na caminha na hora e chupei ele com muito tesão. Quando ele ganhou vida, me jogou por cima dela com desprezo. Eu fiquei feito um cachorrinho pidão chupando a bunda da Susy, enquanto Carlos tomou conta da minha, me enrabando com força.
Carlos, era assim que você queria ver sua putinha, olha bem como a vadiazinha se perde.
Susy, tem buceta, o corno quase chorou, você não sabe a carinha de dor que o filho da puta faz, enfia bem fundo, arrebenta ele, ele merece por ser putinho, o cuck.
Carlos se esforçou pra me arrebentar todinho e não parou até gozar dentro da minha bunda e me deixaram deitado lá, essa era a vitória dele sobre o corno manso que nem eu, ele se trocou, falou que no sábado me esperava, deu um beijo na Susy e falou pra ela enfiar alguma coisa no meu cu e saiu de casa. Quinta e sexta a única conversa entre a gente era sobre como iam arrebentar meu rabo na casa do Ricardo, já tava até com vontade de comer a Susy de novo, mas ela recusava, só queria transar com o Carlos e com o Ricardo. Foi assim que chegou o tão esperado sábado à tarde, eu com a cabeça toda comida pela Susy e disposto a pagar o preço de ser o novo dono da Vale. Aí chegaram o Carlos, o Ricardo e a Vale em casa, tudo bem planejado, a gente tomou umas e deixou as duas sozinhas, fomos pra casa do Ricardo com a desculpa de fazer uns reparos lá. No caminho o Carlos já ia me falando o que me esperava, entramos e o Ricardo trouxe vinho pra beber enquanto o Carlos já ia me esquentando, me tratando como uma mulher, coisa que eu gostava pra caralho, talvez por já estar entregue.
Carlos, você colocou a tanga como eu mandei? Vamos, me mostra.
Sim, sim, claro, a fio dental rosa que você me deu
Ricardo, fala, gata. Vai, quero ver como fica em você, putinha.
Tirei a calça e deixei no ar minha bunda minúscula que engolia a fio dental, e dei uma voltinha. Quando fiquei de frente pra eles dois, as picas já estavam prontas pra eu chupar. Me ajoelhei sem dizer nada e comecei a chupar um primeiro enquanto batia uma pro outro.
Ricardo, que gostosa essa fio dental em você, sua putinha. Você morre de vontade de ter uma pica. Hoje a gente vai te arrebentar, você vai ser nossa puta. Goste ou não, vai fazer tudo que eu mandar sem reclamar.
Eu, com a putaria que tava, nem prestava atenção no que falavam, só queria focar em chupar aquelas duas picas e mais nada. Foi assim que, depois de um tempo, me levaram pro quintal igual se leva um cachorro, de quatro. E lá, na grama, o Ricardo puxou minha tanga pra o lado enquanto eu chupava a pica do Carlos, e senti a pica dele começando a me penetrar devagar. Não porque ele queria, mas porque minha buceta não tava molhada, então a pica dele custava a entrar, e nem vou falar da dor que foi. Do jeito que dava, com a pica do Carlos na boca, implorei pra ele lubrificar.
Ricardo, cala a boca, puta, já tá entrando, como você tá com o cu aberto, filho da puta, vou meter até as bolas pra você sofrer.
Assim se passaram aqueles minutos intermináveis até que finalmente senti ele todo dentro do meu cu dolorido, mas na hora que começou a me comer, o prazer foi absurdo, uma mistura agridoce de dor e prazer me inundava, e meu pau já gotejava porra que caía no chão. Ricardo me comia com força pelo cu, e então Carlos começou a fazer o mesmo com minha boca, até me dar ânsia toda vez que o pau dele passava pela minha garganta. Eu sofria tanto quanto gozava, e adorava aquilo, não queria que acabasse, mas no fim me encheram por todos os lados. Não precisei que Carlos dissesse nada, engoli toda a porra dele olhando na cara dele, me senti mais mulher do que nunca. Ele me deu pra chupar de novo, queria que ele ficasse duro outra vez, e eu fiz, ouvindo Ricardo se gabar de ter arrombado meu cu, me chamando de mais viado que a mulher dele. Aí trocaram de posição, e dessa vez aproveitei muito mais a penetração, porque meu cu aberto e cheio de porra facilitou pra Carlos, que a cada metida parecia querer atravessar minha bunda, enquanto eu sentia Ricardo me comendo a boca até mijar nela e na minha cara também. Mais humilhação era impossível. Depois disso, me levaram pra dentro de casa, Carlos trouxe uma cerveja, e eu não conseguia sentar, meu cu tava destruído e tinha certeza que eles queriam mais. Foi aí que me levaram pra cama e brincaram comigo, fazendo eu chupar eles longamente. Falei que já era, não queria mais, isso deixou eles loucos de tesão.
Ricardo, hoje você é nosso piranha, a gente vai te meter pica até cansar e, se continuar enchendo o saco, a gente vai te arrebentar de verdade.
Carlos, por que você não liga pro Juan? Você sabe como ele deixa aquele puta.
Ricardo não anda mais, o corno.
Não, outro não, por favor. A parada era com vocês duas.
Ricardo, cala a boca, sua puta. Mete até o fundo, Carlos. Eu vou buscar o João.
Carlos subiu em cima de mim e me meteu devagar, eu tava perdido, aquele tal Juan com certeza ia me arrebentar todo, nem queria imaginar, então só aproveitei a sentada do Carlos, que me comia devagar me fazendo tremer até gemer como uma mulher de verdade e implorar pra ele não parar de me comer, assim gozei duas vezes, tava adorando demais aquela foda do Carlos até ouvir o Ricardo entrar com o Juan, que assim que me viu sendo comido pelo Carlos, se pelou e enfiou o pauzão na minha boca.
Juan, você vai engolir tudo, viado. Vai se arrepender de gostar tanto dessa pica. Como você vai chorar, corno.
Carlos parou de comer meu cu e mandou eu chupar a piroca dele. Pedi pra serem mais suaves, pra não me fazerem sofrer mais. Sabia que aquela pica enorme ia me destruir, e foi o que aconteceu. Indescritível como ele enfiou no meu cu e cavalgou minha bunda no ritmo dele, enquanto eu só mordia o travesseiro e me agarrava nos lençóis, soltando um choro abafado. Aquele filho da puta tava me matando, e em certos momentos até pulava em cima do meu cu. Não durou muito, mas pra mim foi uma eternidade. Quando ele meteu até o fundo, senti as bolas dele jorrarem o leite, batendo dentro do meu cu. Foi uma sensação tremenda e muito prazerosa, já que a dor tinha passado. Ele tirou a pica, e eu, já totalmente exausto, fiquei à disposição dele pra fazer o que quisesse. E o que ele quis foi que eu chupasse até deixar limpinha. Me levaram pro banheiro e me jogaram na banheira, onde os três mijaram em mim e foram embora. Aproveitei pra tomar um banho. Meu cu não aguentava nem o roçar do sabonete. Quando saí, uma cerveja já tava me esperando. Me troquei e, enquanto bebia, percebi que tudo tinha acabado. Fui pra casa, deixando eles continuarem tomando cerveja.
espero que comentem
e desde já, muito obrigado pelos pontos
Chegamos e, na hora, fomos contando tudo enquanto jantávamos.
Susy, e aí, cê tirou a tesão com aquela putinha?
Ainda não, amor. Quero comer ela até deixar essa puta toda exausta, ela é insaciável, juro. E você, como foi?
Susy, cê quer mesmo saber sobre o corno? Então, foi muito bom, amei com o Carlos e o Ricardo. A gente realmente precisa repetir isso de novo.
Gostei tanto de você, sua putinha minha?
Susy, amei você, meu amorzinho, não sabe como fui bem comida, gozei igual uma gostosa no cio. Vou te contar: já na escada, o Carlos estava apalpando minha bunda pequena e, quando chegamos na porta, ele disse que ia me arrebentar toda. Direto fomos pro quarto e quem mais se empolgou foi o Ricardo. Ele começou a falar que você era mais corno que ele e eu mais puta que a mulher dele. Em minutos, eu tava chupando a pica dele e o Carlos tava dedando minha buceta, e eu morrendo de tesão. Já queria ter o pau dele dentro de mim enquanto o Ricardo continuava falando do quanto você era corno e prometia me partir igual um queijo. Aí o Carlos finalmente meteu e começou a me montar. Ele me jogou pra cima dele e eu só pedia pra ele não parar de me foder. Então o Ricardo disse que queria arrebentar meu cu. O Carlos tirou a pica e eu soube na hora o que fazer, que é o que mais gosto quando tô com dois caras. Me virei, enfiei a pica do Carlos na buceta, abrindo bem minhas pernas, e falei pro Ricardo que ali tava minha bundinha pequena. Ele só disse: "que puta gostosa que você é" e meteu até as bolas. Uff, isso doeu pra caralho. Na hora, os dois me comeram juntos e, bom, você já sabe como eu fico desesperada quando fazem isso comigo. Quero mais e mais, é tipo um desafio. E foi assim: o Ricardo metia bem forte e ainda levei umas palmadas. Tava me matando e eu amando. No fim, eles tiraram e mandaram eu chupar. O Carlos falou pro Ricardo: "vai ver como a puta adora engolir porra". O Ricardo encheu minha boca de porra, era tanta que não consegui engolir tudo e até saiu pelo nariz. Na hora, foi a vez do Carlinhos e de novo entupida de porra, engoli tudo que consegui. O Ricardo mandou eu juntar com os dedos e engolir. Tava de ressaca e obedeci igual uma putinha obediente. Aí ele me colocou de quatro e me encheu o cu de novo, mas dessa vez ele pulava em cima da minha bunda. Doía, mas eu amava como ele me comia até encher tudo. Aí ele falou, todo vencedor: "é assim que se arrebenta um cu, ensina pro corno". mostra pra ele como você deixou meu cu pro corno, você é nossa puta e vamos te usar como nossa puta, aí o carlos subiu e de novo meu cu inundado começou a receber cock de novo, minhas perninhas tremiam e eu gritando pedindo pra não pararem, depois veio a glória quando enfiaram na minha pussy, primeiro um e depois o outro, encheram ela de cum e como se não bastasse me arrebentaram de novo a tiny ass pra me deixar tremendo na cama, descansamos um tempão esperando a calentura passar enquanto eu chupava a cock de cada um por um tempo, com o corpo todo doendo e pedindo mais e mais, eles se trocaram e pegaram as bebidas e depois me levaram pra casa do ricardo, assim cheia de cum por todo lado foi como cheguei no meu cockhold, de verdade quero repetir, continua comendo a big brest que pelo que o ricardo falou é mais puta que as galinhas, uma puta bem barata, ah se você soubesse
O que eu preciso saber, amor, me conta aí
Susy, os amigos dele pegaram ela à força, ela se dava tanto que até pedia pra eles comerem ela, no bairro já encheram o saco dela, essa é a puta que você tanto gosta.
Sabe o que me excita? Ver o quão puta vagabunda ela é, e me tira o sono a ideia de vê-la destruída, porque ainda por cima se faz de durona.
Susy, gostosa, com essa sua pica não teria muito problema não, amorzinho.
Sabe que não, vamos descansar, amanhã trampo cedo.
Naquela noite, nenhum dos dois estava a fim de ação. Os dias passaram tranquilos, embora na segunda à noite a gente tenha transado loucamente. Na quarta ao meio-dia, o Carlos apareceu. Só de vê-lo entrar em casa, percebi que ele vinha muito tarado e logo descobri o porquê. Mal entrou, já deu uma radiografia na Susy, beijou ela e, no abraço, esfregou a pica descaradamente. Me ignorou completamente até que ela se soltou e foi pegar uma cerveja.
Veio pra foder? O que houve que tá tão tarada?
Carlos, acabei de estar com o Ricardo e a Vale. A peituda tá morrendo de vontade de te ver, e o Ricardo também.
Ricardo? Pra que ele quer me ver?
Carlos, é que eu contei algo sobre você pra ela quando ela foi cozinhar.
O que você contou pra ela?
Carlos, pelo puto que você é, do jeito que você gosta de uma pica e eu não acreditava, ele me disse que a puta da mulher dele falou que você arrebentou ela e só quer que você coma ela de novo.
Eu também quero comer ela de novo, ela ser tão putinha me deixa louco.
Carlos, então, o Ricardo disse que se no sábado você for na casa dele, ele te dá a buceta inteira a tarde toda de domingo. Ele quer te buscar, então prepara esse rabo.
Nem fodendo, que se esqueça, ainda mais na frente dela.
Carlos, não, na frente dela não. Ele tá puto pra arrebentar teu cu do jeito que você arrebentou o dela. Depois você pega a putinha quando quiser.
Seria bom, isso eu gosto, o que não entendo é por que te deixei com tesão
Carlos, a ideia é que a gente fique nós dois juntos com você e depois com a Susy, que é uma gata no cio, na cama, enquanto você tá comendo a peituda.
Adoraria meter uma foda nela, isso sim ia ser bom demais
Carlos, a gente pode resolver isso, sem problema. Deixamos o corno do Ricardo com a Susy e enfiamos a senhora nele. O otário fica feliz e a gente mais ainda.
Adoraria
Carlos, beleza, agora vou pra oficina, tenho muito trampo pra fazer.
O quê, não vai aliviar esse tesão?
Carlos, você morre de vontade de me ver foder sua mulher, né? Que corno manso você é, amigo. Hoje eu como ela e no sábado vou arrebentar ela enquanto você come a Vale. Olha, mas só pode bater uma punheta.
Carlos foi buscar a Susy e levou ela pro quarto, onde comeu ela com muita força, enquanto eu, escondido atrás da porta, batia uma punheta com toda raiva. Tinha certeza que ele sabia o quanto eu tava excitado, porque depois de um tempo ele me chamou. Quando entrei, a Susy tava de quatro em cima da cama e ele por cima dela, metendo sem parar. Ela me olhou e disse:
A Susy tá arrebentando essa buceta, essa buceta é dela, corno. Depois, se você se comportar bem, ela vai arrebentar a sua enquanto você toma o gozo dela do meu, sabia, corno viado? Se bater uma, bate muito, viado, quero ver ela te destruir todinho, maricona.
E foi assim que, quando Carlos encheu a bunda dela, eu subi na caminha na hora e chupei ele com muito tesão. Quando ele ganhou vida, me jogou por cima dela com desprezo. Eu fiquei feito um cachorrinho pidão chupando a bunda da Susy, enquanto Carlos tomou conta da minha, me enrabando com força.
Carlos, era assim que você queria ver sua putinha, olha bem como a vadiazinha se perde.
Susy, tem buceta, o corno quase chorou, você não sabe a carinha de dor que o filho da puta faz, enfia bem fundo, arrebenta ele, ele merece por ser putinho, o cuck.
Carlos se esforçou pra me arrebentar todinho e não parou até gozar dentro da minha bunda e me deixaram deitado lá, essa era a vitória dele sobre o corno manso que nem eu, ele se trocou, falou que no sábado me esperava, deu um beijo na Susy e falou pra ela enfiar alguma coisa no meu cu e saiu de casa. Quinta e sexta a única conversa entre a gente era sobre como iam arrebentar meu rabo na casa do Ricardo, já tava até com vontade de comer a Susy de novo, mas ela recusava, só queria transar com o Carlos e com o Ricardo. Foi assim que chegou o tão esperado sábado à tarde, eu com a cabeça toda comida pela Susy e disposto a pagar o preço de ser o novo dono da Vale. Aí chegaram o Carlos, o Ricardo e a Vale em casa, tudo bem planejado, a gente tomou umas e deixou as duas sozinhas, fomos pra casa do Ricardo com a desculpa de fazer uns reparos lá. No caminho o Carlos já ia me falando o que me esperava, entramos e o Ricardo trouxe vinho pra beber enquanto o Carlos já ia me esquentando, me tratando como uma mulher, coisa que eu gostava pra caralho, talvez por já estar entregue.
Carlos, você colocou a tanga como eu mandei? Vamos, me mostra.
Sim, sim, claro, a fio dental rosa que você me deu
Ricardo, fala, gata. Vai, quero ver como fica em você, putinha.
Tirei a calça e deixei no ar minha bunda minúscula que engolia a fio dental, e dei uma voltinha. Quando fiquei de frente pra eles dois, as picas já estavam prontas pra eu chupar. Me ajoelhei sem dizer nada e comecei a chupar um primeiro enquanto batia uma pro outro.
Ricardo, que gostosa essa fio dental em você, sua putinha. Você morre de vontade de ter uma pica. Hoje a gente vai te arrebentar, você vai ser nossa puta. Goste ou não, vai fazer tudo que eu mandar sem reclamar.
Eu, com a putaria que tava, nem prestava atenção no que falavam, só queria focar em chupar aquelas duas picas e mais nada. Foi assim que, depois de um tempo, me levaram pro quintal igual se leva um cachorro, de quatro. E lá, na grama, o Ricardo puxou minha tanga pra o lado enquanto eu chupava a pica do Carlos, e senti a pica dele começando a me penetrar devagar. Não porque ele queria, mas porque minha buceta não tava molhada, então a pica dele custava a entrar, e nem vou falar da dor que foi. Do jeito que dava, com a pica do Carlos na boca, implorei pra ele lubrificar.
Ricardo, cala a boca, puta, já tá entrando, como você tá com o cu aberto, filho da puta, vou meter até as bolas pra você sofrer.
Assim se passaram aqueles minutos intermináveis até que finalmente senti ele todo dentro do meu cu dolorido, mas na hora que começou a me comer, o prazer foi absurdo, uma mistura agridoce de dor e prazer me inundava, e meu pau já gotejava porra que caía no chão. Ricardo me comia com força pelo cu, e então Carlos começou a fazer o mesmo com minha boca, até me dar ânsia toda vez que o pau dele passava pela minha garganta. Eu sofria tanto quanto gozava, e adorava aquilo, não queria que acabasse, mas no fim me encheram por todos os lados. Não precisei que Carlos dissesse nada, engoli toda a porra dele olhando na cara dele, me senti mais mulher do que nunca. Ele me deu pra chupar de novo, queria que ele ficasse duro outra vez, e eu fiz, ouvindo Ricardo se gabar de ter arrombado meu cu, me chamando de mais viado que a mulher dele. Aí trocaram de posição, e dessa vez aproveitei muito mais a penetração, porque meu cu aberto e cheio de porra facilitou pra Carlos, que a cada metida parecia querer atravessar minha bunda, enquanto eu sentia Ricardo me comendo a boca até mijar nela e na minha cara também. Mais humilhação era impossível. Depois disso, me levaram pra dentro de casa, Carlos trouxe uma cerveja, e eu não conseguia sentar, meu cu tava destruído e tinha certeza que eles queriam mais. Foi aí que me levaram pra cama e brincaram comigo, fazendo eu chupar eles longamente. Falei que já era, não queria mais, isso deixou eles loucos de tesão.
Ricardo, hoje você é nosso piranha, a gente vai te meter pica até cansar e, se continuar enchendo o saco, a gente vai te arrebentar de verdade.
Carlos, por que você não liga pro Juan? Você sabe como ele deixa aquele puta.
Ricardo não anda mais, o corno.
Não, outro não, por favor. A parada era com vocês duas.
Ricardo, cala a boca, sua puta. Mete até o fundo, Carlos. Eu vou buscar o João.
Carlos subiu em cima de mim e me meteu devagar, eu tava perdido, aquele tal Juan com certeza ia me arrebentar todo, nem queria imaginar, então só aproveitei a sentada do Carlos, que me comia devagar me fazendo tremer até gemer como uma mulher de verdade e implorar pra ele não parar de me comer, assim gozei duas vezes, tava adorando demais aquela foda do Carlos até ouvir o Ricardo entrar com o Juan, que assim que me viu sendo comido pelo Carlos, se pelou e enfiou o pauzão na minha boca.
Juan, você vai engolir tudo, viado. Vai se arrepender de gostar tanto dessa pica. Como você vai chorar, corno.
Carlos parou de comer meu cu e mandou eu chupar a piroca dele. Pedi pra serem mais suaves, pra não me fazerem sofrer mais. Sabia que aquela pica enorme ia me destruir, e foi o que aconteceu. Indescritível como ele enfiou no meu cu e cavalgou minha bunda no ritmo dele, enquanto eu só mordia o travesseiro e me agarrava nos lençóis, soltando um choro abafado. Aquele filho da puta tava me matando, e em certos momentos até pulava em cima do meu cu. Não durou muito, mas pra mim foi uma eternidade. Quando ele meteu até o fundo, senti as bolas dele jorrarem o leite, batendo dentro do meu cu. Foi uma sensação tremenda e muito prazerosa, já que a dor tinha passado. Ele tirou a pica, e eu, já totalmente exausto, fiquei à disposição dele pra fazer o que quisesse. E o que ele quis foi que eu chupasse até deixar limpinha. Me levaram pro banheiro e me jogaram na banheira, onde os três mijaram em mim e foram embora. Aproveitei pra tomar um banho. Meu cu não aguentava nem o roçar do sabonete. Quando saí, uma cerveja já tava me esperando. Me troquei e, enquanto bebia, percebi que tudo tinha acabado. Fui pra casa, deixando eles continuarem tomando cerveja.
2 comentários - Carlos, Susy e Oscar: Chifres Gostosos 3