Carlos, Susy e Oscar: Chifres Gostosos 3

Bom, depois de um longo tempo, aqui vai a terceira parte da história do Oscarcito e da esposa dele.
espero que comentem
e desde já agradeço muito os pontos






Chegamos e, na hora, fomos contando tudo um pro outro enquanto jantávamos.


Susy, e você aliviou o tesão com aquela puta?


Ainda não, amor. Quero comer ela até deixar essa putinha toda exausta, ela é insaciável, juro. E você, como foi?


Susy, cê quer mesmo saber sobre o corno? Então, foi muito bom, amei com o Carlos e o Ricardo. A gente tem que repetir de novo.


Tão gostosa assim, sua putinha?


Susy, amei você, meu amorzinho, não sabe como fui bem comida, acabei como uma gostosa no cio. Vou te contar, já na escada o Carlos estava apalpando minha bunda pequena e quando chegamos na porta ele disse que ia me arrebentar toda. Direto fomos pro quarto e quem mais se animou foi o Ricardo, começou a falar que você era mais corno que ele e eu mais puta que a mulher dele. Em minutos eu tava chupando a pica dele e o Carlos dedando minha buceta, e eu morrendo de tesão, já queria ter o pau dele dentro enquanto o Ricardo continuava falando o quanto você era corno e prometia me partir como um queijo. Aí o Carlos finalmente enfiou e começou a me montar, me jogou pra cima dele e eu só pedia pra não parar de me foder. Então o Ricardo disse que queria arrebentar meu cu, o Carlos tirou a pica e eu soube na hora o que fazer, que é o que mais gosto quando tô com dois caras: me virei, enfiei a pica do Carlos na buceta abrindo bem minhas pernas e falei pro Ricardo que ali tinha minha bundinha pequena. Ele só disse: "que puta gostosa que você é" e meteu até as bolas. Uff, isso doeu pra caralho. Na hora me comeram os dois juntos e, bom, você já sabe como eu fico desesperada quando fazem isso comigo, quero mais e mais, é tipo um desafio. E foi assim, o Ricardo metia muito forte e até levei umas palmadas, tava me matando e eu adorando. Por fim, tiraram e me deram pra chupar. O Carlos falou pro Ricardo: "vai ver como a puta gosta de engolir porra". O Ricardo encheu minha boca de porra, era tanta que não consegui engolir tudo e até saiu pelo nariz. Na hora veio a vez do Carlinhos e de novo entupida de porra, engoli tudo que consegui. O Ricardo mandou eu juntar com os dedos e engolir, tava de ressaca e obedeci feito uma putinha obediente. Aí ele me colocou de quatro e me encheu o cu de novo, mas dessa vez pulava em cima da minha bunda, doía mas eu adorava como ele me comia até encher tudo. Aí ele disse, todo vencedor: "assim que se arrebenta um cu, ensina pro corno". mostra pra ele como você deixou meu cu pro corno, você é nossa puta e vamos te usar como nossa puta, aí o carlos subiu e de novo meu cu inundado começou a receber cock de novo, minhas perninhas tremiam e eu gritando pedindo pra não pararem, depois veio a glória quando enfiaram na minha pussy, primeiro um e depois o outro, encheram ela de cum e como se não bastasse me arrebentaram a tiny ass de novo pra me deixar tremendo na cama, descansamos um tempão esperando a calentura passar enquanto eu chupava a cock de cada um por um tempo, com o corpo todo doendo e pedindo mais e mais, eles se trocaram e pegaram as bebidas e depois me levaram pra casa do ricardo, assim cheia de cum por todos os lados foi como cheguei, meu cockhold, de verdade quero repetir, continua comendo a big breast que pelo que o ricardo me disse é mais puta que as galinhas, uma puta bem barata, ah se você soubesse


O que eu preciso saber, amor? Vem cá, me conta.


A Susy, os amigos dele pegaram ela à força, mas ela se entregava tanto que até pedia pra eles comerem ela. No bairro, já encheram o saco dela, essa é a puta que você tanto gosta.


Sabe o que me excita? Ver o quão puta e sem-vergonha ela é, e me tira o sono a ideia de vê-la destruída, porque ainda por cima se faz de durona.


Susy, com essa sua pica não teria muito problema, amorzinho.


Cê sabe que não, vamos descansar, amanhã trampo cedo.


Naquela noite, nenhum dos dois tava a fim de ação. Os dias passaram tranquilos, mas na segunda à noite a gente transou feito loucos. Na quarta ao meio-dia, o Carlos apareceu. Só de ver ele entrando em casa, percebi que ele vinha muito tarado, e logo descobri por quê. Mal entrou, já deu uma radiografada na Susy, beijou ela e, no abraço, esfregou a pica descaradamente. Me ignorou completamente até que ela se soltou e foi pegar uma cerveja.


Veio pra foder? O que houve que tá tão tarada?


Carlos, acabei de estar com o Ricardo e a Vale, a peituda tá morrendo de vontade de te ver, e o Ricardo também.


Ricardo? Pra que ele quer me ver?


Carlos, é que eu contei algo sobre você pra ela quando ela foi cozinhar.


O que você contou pra ela?


Carlos, pelo puto que você é, do quanto você gosta de uma rola e eu não acreditava, ele me disse que a puta da mulher dele falou que você arrebentou ela e só quer que você meta nela de novo.


Eu também quero comer ela de novo, ela ser tão putinha me deixa louco.


Carlos, então, o Ricardo disse que se você for na casa dele no sábado, ele te dá a buceta inteira a tarde toda no domingo. Ele quer te buscar, então prepara esse rabo.


Nem fodendo, que ele esqueça, ainda mais na frente dela.


Carlos, não, na frente dela não. Ele tá louco pra arrebentar teu cu do jeito que você arrebentou o dela. Depois você pega a putinha quando quiser.
Seria bom, isso eu gosto, o que não entendo é por que te deixei com tesão


Carlos, a ideia é que a gente fique os dois juntos com você e depois com a Susy, que é uma gata no cio na cama, enquanto você tá comendo a peituda.


Queria enfiar nela, isso sim, adoraria


Carlos, a gente pode resolver isso, sem problema. Deixamos o corno do Ricardo com a Susy e enfiamos a senhora nele. O otário fica feliz e a gente mais ainda.


Adoraria


Carlos, beleza, agora vou pra oficina, tenho muito trampo pra fazer.


O quê, não vai se aliviar desse tesão?


Carlos, você morre de vontade de me ver foder sua mulher, né? Que corno manso você é, amigo. Hoje eu como ela e no sábado vou arrebentar ela enquanto você come a Vale. Olha, mas só pode bater uma punheta.


Carlos foi buscar a Susy e levou ela pro quarto, onde comeu ela com muita força, enquanto eu, escondido atrás da porta, batia uma punheta com toda raiva. Tinha certeza que ele sabia o quanto eu tava excitado, porque depois de um tempo ele me chamou. Quando entrei, a Susy tava de quatro em cima da cama e ele por cima dela, metendo sem parar. Ela me olhou e disse:


Susy tá arrebentando essa buceta, essa buceta é dela, corno manso. Depois, se você se comportar bem, ela vai arrebentar a sua enquanto você toma o gozo dela do meu, sabe, corno manso viado. Se você bater punheta, bate muita punheta, viado, quero ver ela te destruir todinho, maricona.


E foi assim que, quando Carlos encheu a bunda dela, eu subi na caminha na hora e chupei ele com muito tesão. Quando ele ganhou vida, me jogou por cima dela com desprezo. Eu me coloquei como um cachorrinho de colo pra chupar a bunda da Susy, e Carlos se apossou da minha, me enrabando com força.
Carlos, era assim que você queria ver minha putinha, olha bem como a vadiazinha perde a pose.


Susy, tem buceta, o corno quase chora, você não tem ideia da carinha de dor que o filho da puta faz. Enfia bem fundo, arrebenta ele, ele merece por ser um cuck safado.


Carlos se esforçou pra caralho pra me arrebentar todo e não parou até gozar dentro do meu cu, e aí me deixaram deitado, aquilo era o triunfo dele sobre um corno manso que nem eu. Ele se trocou, falou que no sábado me esperava, deu um beijo na Susy e disse "mete alguma coisa no cu dele", e foi embora de casa. Quinta e sexta, a única conversa entre a gente era sobre como iam arrebentar meu cu na casa do Ricardo, e já tava dando vontade de comer a Susy de novo, mas ela recusava, só queria transar com o Carlos e com o Ricardo. Foi assim que chegou o tão esperado sábado à tarde, eu com a cabeça toda comida pela Susy e disposto a pagar o preço de ser o novo dono da Vale. Aí chegaram o Carlos, o Ricardo e a Vale em casa, tudo bem planejado. A gente tomou umas e deixou as duas sozinhas, fomos pra casa do Ricardo com a desculpa de fazer uns reparos lá. No caminho, o Carlos ia me falando o que me esperava. Entramos, o Ricardo trouxe vinho pra beber enquanto o Carlos já ia me esquentando, me tratando como uma mulher, coisa que eu curtia pra caralho, talvez por estar entregue de vez.


Carlos, você colocou a tanguinha como eu mandei? Vamos, me mostra.


Sim, sim, claro, a fio dental rosa que você me deu


Ricardo, fala aí, gatinha. Vai, quero ver como fica essa putinha em você.


Tirei a calça e deixei no ar minha bunda minúscula que devorava a tanguinha, e dei uma voltinha. Quando fiquei de frente pra eles dois, as picas já estavam prontas pra eu chupar. Me ajoelhei sem dizer nada e comecei a chupar um primeiro enquanto batia uma pro outro.


Ricardo, que gostosa essa fio dental em você, sua putinha. Você morre de vontade de ter uma pica. Hoje a gente vai te arrebentar, você vai ser nossa puta. Goste ou não, vai fazer tudo que eu mandar sem reclamar.


Eu, com a putaria que tava, nem ligava pro que tavam falando, só queria focar em chupar aquelas duas picas e mais nada. Foi assim que, depois de um tempo, me levaram pro quintal como quem leva um cachorro, de quatro. E lá, na grama, o Ricardo puxou minha tanga pra fora enquanto eu chupava a pica do Carlos, e senti a pica dele começando a me penetrar devagar. Não porque ele queria, mas porque minha buceta não tava molhada, então a pica dele custava a entrar, e nem vou contar a dor que foi. Do jeito que dava, com a pica do Carlos na boca, implorei pra ele lubrificar.


Ricardo, cala a boca, puta, já tá entrando, como tu tá com o cu aberto, filho da puta, vou meter até o saco pra tu sofrer.


Assim passaram aqueles minutos intermináveis até que finalmente senti ele todo dentro do meu cu dolorido, mas na hora que começou a me comer, o prazer foi absurdo, uma mistura agridoce de dor e prazer me inundava e meu pau já pingava porra que caía no chão. Ricardo me comia com força pelo cu e então Carlos começou a fazer o mesmo com minha boca até me dar ânsia toda vez que o pau dele passava pela minha garganta. Eu sofria tanto quanto gozava e adorava, não queria que aquilo acabasse, mas no fim me encheram por todos os lados. Não precisei que Carlos dissesse nada, engoli toda a porra dele olhando na cara dele, me senti mais mulher do que nunca. Ele me deu pra chupar de novo, queria que ele ficasse duro outra vez e eu fiz, ouvindo Ricardo se gabar de ter arrebentado meu cu, me chamando de mais viado que a mulher dele. Aí trocaram de posição e dessa vez aproveitei muito mais a penetração, já que meu cu aberto e cheio de porra facilitou pra Carlos, que a cada metida parecia querer atravessar minha bunda enquanto eu sentia Ricardo comendo minha boca até mijar nela e na minha cara também. Mais humilhação era impossível. Depois disso, me levaram pra dentro de casa, Carlos trouxe uma cerveja e eu não conseguia sentar, meu cu tava um lixo e tinha certeza que eles queriam mais. Foi então que me levaram pra cama e brincaram comigo, me fazendo chupar eles longamente. Falei que já era, não queria mais, isso deixou eles loucos de tesão.


Ricardo, hoje você é nossa putinha, a gente vai te meter o pau até cansar, e se continuar enchendo o saco, a gente vai te arrebentar de verdade.


Carlos, por que você não liga pro Juan? Você sabe como ele deixa o filho da puta.
Ricardo não anda mais, o corno.


Não, outro não, por favor. A parada era com vocês duas.


Ricardo, cala a boca, sua puta. Enfia até o fundo, Carlos. Eu vou buscar o João.


Carlos subiu em cima de mim e me meteu devagar, eu tava perdido, aquele tal Juan com certeza ia me arrebentar todo, nem queria imaginar, então só aproveitei a fodida do Carlos, que me comia devagar me fazendo tremer até gemer como uma mulher de verdade e implorar pra ele não parar de me comer, assim gozei duas vezes, tava realmente curtindo pra caralho aquela fodida que o Carlos tava me dando até que ouvi o Ricardo entrar junto com o Juan, que assim que me viu sendo comido pelo Carlos, se pelou e enfiou o pauzão na minha boca.


Juan, você vai engolir tudo, seu viado. Vai se arrepender de gostar tanto de pica, como você vai chorar, corno.


Carlos parou de foder meu cu e me deu pra chupar. Pedi pra serem mais suaves, pra não me fazerem sofrer mais. Sabia que aquele pauzão ia me destruir, e foi o que aconteceu. Indescritível como ele me enrabou e cavalgou minha buceta à vontade, enquanto eu só mordia o travesseiro e me agarrava aos lençóis, soltando um choro abafado. Aquele filho da puta tava me matando, e em certos momentos até pulava no meu cu. Não durou muito, mas pra mim foi uma eternidade. Quando ele meteu até o fundo, senti as bolas dele soltarem o leite, e ele batendo dentro do meu cu. Foi uma sensação tremenda e muito prazerosa, já que a dor tinha passado. Ele tirou, e eu, já totalmente exausto, fiquei à disposição dele pra fazer o que quisesse. E o que ele quis foi que eu chupasse até deixar limpinho. Me levaram pro banheiro e me jogaram na banheira, onde os três mijaram em mim e foram embora. Aproveitei pra tomar um banho. Meu cu não aguentava nem o roçar do sabonete. Quando saí, uma cerveja me esperava. Me troquei e, enquanto bebia, percebi que tudo tinha acabado. Fui pra casa, deixando eles continuarem bebendo cerveja.

2 comentários - Carlos, Susy e Oscar: Chifres Gostosos 3

Como te habran dejado el culo todo abierto, lleno de guasca y ensima te mearon. Y vos difrutaste a mas no poder. Me parece que carlos y ricardo se ensañaron con vos. Y ahora te toca a vos con ana, espero que ricardo cumpla su palabra. Van puntos
esta historia no deje de sorprender!! excelente!! ya le hacen poner tanguita!! que puto!!