Bom, continuando com o relato da Laura. Depois de ter colocado o plug no cu dela e ter limpado tudo, pedi pra ela caminhar um pouquinho pra ver como ficava andando com o plug no rabo e, sinceramente, ela tava uma gostosa. Pedi pra ela se inclinar na maca e tirei umas fotos. Pedi pra ela vir até mim e subi a calça dela de novo. Começamos a nos beijar e voltei a apalpar a bunda dela por cima da calça, sentia o plug e isso me deixava com muito tesão. Fazia um pouco de pressão na calça e sentia ela gemer. Os beijos ficaram mais profundos, com muita língua e troca de saliva, bem abusado. Do nada ela para e me diz: "Espera, papi, tenho que ir. Se continuarmos assim, vamos acabar ferrando tudo. Eu prometo que entro em contato com você logo e vou seguir suas ordens." — "Tá bom, coração, vai tranquila e tenta me avisar quando chegar pra eu saber que você chegou bem." Meia hora depois, recebo uma mensagem dela dizendo que tava a duas quadras de casa. No outro dia, trabalhando como sempre. Tem dias bons e dias ruins, e aquele dia foi bem agitado. Umas 19h, recebo uma mensagem dela: "Oi, papi, acabei de tirar seu brinquedinho do cu pra tomar banho e caiu um pouco da sua porra. Você não sabe como eu fiquei com tesão ao sentir ela. Fiquei o dia todo com o brinquedo enfiado e, cada vez que me mexia, lembrava de você. Tô com tanta vontade de te ver de novo." — "Mmmm, docinho, que delícia o que você tá me dizendo. Não esperava que você ficasse com ele enfiado tanto tempo." — "Por sorte, não deu vontade de cagar. Mas toda vez que ia mijar, segurava ele com medo de escorregar e cair no vaso. Bom, vou indo, a gente se fala." — "Falou, mando um beijo." Passaram uns dois dias sem notícias dela, mas eu entendia a situação e não escrevia. Além disso, não posso ficar obcecado por uma gatinha, por mais gostosa que seja, então segui minha vida normal. Recebo uma mensagem umas 21h: "Meu cu e eu sentimos sua falta, não responde." Passaram mais três dias sem trampo. Então eu... Me distraía fazendo umas mudanças no meu gabinete pra não pensar na falta de trampo e em como administrar a prata que entrava. Quem é autônomo vai me entender. E do nada, chegam dois pedidos de massagem pro dia seguinte, com 1 hora de diferença entre uma e outra. Tô me preparando pra primeira massagem e chega uma mensagem: "Preciso levar minha filha na casa de uma amiga perto da sua ao meio-dia. Mas teria só 20 min. Dá pra me ver rapidinho?" Tava ferrado porque era logo depois de terminar a primeira massagem, desde que o primeiro cliente viesse na hora certa. E ia ficar apertado com o próximo horário. Mas tava com vontade de ver ela, então falei: "Vem, mami. Mas vai ser na correria porque você vem entre um horário e outro, e vou estar bem apertado." "Não se preocupa, papi, porque com certeza tenho 20 min, já que depois tenho que buscar minha filha de volta pra levar pra outro lugar. Mas tô morrendo de vontade de te ver, então assim que eu passar pela porta, sou sua e você faz o que quiser comigo." "Ok, mami. Espero que você traga o brinquedinho. Quando eu abrir a porta, quero que ele já esteja na sua mão. Te espero. A paciente chegou." A pessoa, por sorte, chegou na hora certa, e eu não parava de pensar no que ia fazer com ela quando chegasse. Por sorte, consigo fazer meu trabalho enquanto minha cabeça tá em outro lugar. Bom, a pessoa foi embora e eu comecei a limpar pra deixar tudo pronto pro próximo horário, pra ganhar tempo. E uns 20 min depois, vejo o carro estacionar e ela descendo com aquele vestido longo e leve, tipo de piscina, não lembro o tecido, mas vi e pensei: "que deusa." Óculos escuros, o vestido não era colado, mas marcava a silhueta, dava pra ver que ela tava de calcinha, óculos escuros e tênis branco. Vejo ela descendo só com o celular e as chaves do carro, e pensei: "porra, não trouxe o plug." De repente, ela volta pro carro, abre a porta de trás e se inclina um pouco, deixando aquele rabo maravilhoso marcado, e vejo ela abrindo uma... mochila e tira de dentro o plug e traz ele na mesma mão que o celular. Lá de fora não dá pra ver nada pra dentro do gabinete, então ela nem desconfiava que eu tava atrás da janela. Ela chega perto da porta e, antes de bater, eu abro a porta, ela me olha e diz:
— Oi, papai, tava me esperando? Não me diga que tava me olhando.
— Oi, mamãe, sim, te vi desde que você desceu do carro.
Ela entra, eu fecho a porta e não pensei duas vezes: agarrei ela pelo pescoço com uma mão e comecei a beijar a boca dela com desespero, e ela respondia com o mesmo desespero que eu. Comecei a apertar a bunda dela com força por cima do vestido, e a única coisa que se ouvia eram nossos gemidos e a troca de saliva, que era intensa. Levei ela até a ponta da maca e inclinei ela sobre ela, levantei o vestido dela e vi uma linda calcinha branca, que não me importou muito porque puxei ela pra baixo de uma vez até os tornozelos e enterrei meu rosto na bunda dela, lambendo com desespero o cu dela e a buceta por trás. A buceta dela tava toda molhada. Com um sabor tão gostoso.
— Ai, papai, que gostoso como você chupa meu cu, não para, por favor, ai sim, ai sim.
Enquanto chupava o cu e a buceta dela, tirei a calcinha completamente e, enquanto começava a meter a língua no cu dela, comecei a enfiar 2 dedos na buceta dela enquanto na outra mão segurava a calcinha.
— Sim, papai, sou sua, chupa meu cu por favor, que eu amo, mais, mais, sim, mete a língua no meu cu.
Enquanto ela levantava mais a bunda pra deixar mais exposta pra mim, de repente me deu na telha e tirei os dedos da buceta dela e, enquanto minha língua entrava e saía do cu dela, comecei a enfiar a calcinha na buceta dela. Eu sem dizer uma palavra.
— Ai, papai, pelo amor de Deus, o que você tá fazendo comigo? Tô gozando igual uma puta, não para, enfia a calcinha bem fundo na minha buceta.
Enfiei a calcinha toda pra dentro, convenhamos que as calcinhas são bem pequenininhas, então não foi difícil. Muito. Quando eu já tava enfiado dentro, parei, baixei minha calça e enfiei fundo na bunda dela de uma vez, eu também tava todo molhado e tinha esquentado bem a buceta dela, então não custou nada meter. _ Sim, pelo amor de Deus, arrebenta minha raba, papi, meu cu é teu, sou tua putinha, enche minha bunda, me dá mais. Enquanto eu comia ela com força por trás, puxei o vestido dela pra baixo, tirei o sutiã também e comecei a agarrar os peitos dela com muita força. _ Sim, papi, me dá, me arrebenta, me arrebenta, sou tua putinha, adoro o que você faz comigo. Pode fazer o que quiser comigo, sou tua putinha, sou tua putinha. _ Sim, mami, você é minha putinha? É minha putinha e eu posso fazer o que quiser? _ Sim, papi, sou tua putinha obediente. Do lado da maca tem um espelho grande, peguei, tirei ela de lá e levei ela pelo pescoço até o lado da maca, inclinei ela de novo de frente pro espelho e enfiei com força no cu dela de novo, olhando as caras e os gemidos dela no espelho, agarrando os peitos dela com força e metendo cada vez mais forte porque já tava perto de gozar. _ Papi, papi, enche meu cu, quero teu gozo no meu cu, por favor, me dá o gozo, engravida meu cu. Quando ela falou isso, não sei por que, mas me excitou muito mais. E quando olhei pro lado, no meio do vai e vem, vi que ela tava segurando o plug com força na mão. _ Você tá com o brinquedo na mão, putinha, vou encher tua bunda de gozo e você vai embora com o cu tampado com meu gozo dentro. _ Sim, papi, o que você quiser, me enche, me enche. Enche o cu da tua putinha. _ Me dá o tampão, putinha, não quero que uma gota de gozo escape, e quando eu tampar tua bunda, você vai limpar bem minha pica. _ Sim, papi, faço o que você mandar, me dá gozo, me dá gozo, me enche, por favor, engravida meu cuuuuuuu. E eu comecei a jorrar gozo como se não houvesse amanhã. _ Sim, papi, que gostoso, sinto tudo dentro, jorra tudo dentro, que jatos deliciosos, quanto gozo, papi, que gostoso, sinto meu cu cheio. Tremendo inteiro, minhas pernas bambas de pensar. como enfiar o plug sem a porra escapar. Segurei ela e, com a pika ainda dentro do cu, enfiei o plug na boca dela e coloquei na entrada da bunda dela em cima da minha pika. Num movimento rápido só, tirei a pika e meti o plug no cu dela de uma vez. E também subi ela na maca de uma vez, deitada de barriga pra baixo. Limpei as nádegas dela e em volta do buraco do cu, e subi na outra ponta da maca pra ela me chupar e deixar limpinho. Ela deixou impecável _ você é um filho da puta, papi, o que me faz fazer _ eu te amo, laura, você não me põe limite e isso me deixa louco _ é que eu me divirto demais com você - além de você me chamar de sua puta me excita pra caralho _ é que eu sou sua puta, você me enlouquece e eu quero ser sua puta enquanto der, bom, já posso descer que tenho que ir. - Espera, vou ver se o tampão tá seguro. Passei a mão nas nádegas dela e me certifiquei de que o cu tinha fechado um pouco pra não soltar o plug. Mexi um pouco e vi que já tava seguro - sim, mami, já pode descer. Ela desce, ajeita o vestido, se arruma um pouco na frente do espelho e me pede um hálito doce. Me dá um beijo suave e profundo e diz tchau. E eu digo espera _ que foi, papi? - você tá levando algo meu, mami _ que papi, tudo é meu: celular e chaves do carro, e o tampão vou levar enfiado de novo. Chego perto da boca dela, levanto o vestido, levo minha mão até a pussy dela e enfio 2 dedos _ ai meu deus, papi, espera, espera. Ela apoia a cabeça no meu ombro e começa a tremer toda enquanto eu começo a puxar bem devagar, mas num ritmo constante, o fio de dentro da pussy dela _ pelo amor de deus, não, não, não, papi, pelo amor de deus. Tremendo inteira, eu segurava ela bem colada em mim e sentia ela tremer e como ela tira uma das mãos dos meus ombros pra começar a levantar o vestido. _ por favor, papi, com a outra mão aperta o tampão pra não soltar e tira o fio, por favor. Levo minha mão até a bunda dela, apertando o tampão enquanto Ela coloca uma das mãos no meu pescoço, a outra mão põe nas minhas costas cravando um pouco as unhas e me diz _ aperta bem minha bunda, não me solta. Enquanto aperto ela contra mim, ela levanta uma das pernas com a boca colada no meu peito, tremendo inteira. Termina de sair o fio e gruda o corpo mais em mim, cravando as unhas nas minhas costas, quase me fazendo doer o pescoço e as costas, e sinto o grito abafado no meu peito e o tremor do corpo todo dela. Começo a sentir meu jeans molhado e a mão com que segurava o plug estava ficando toda molhada.
— Oi, papai, tava me esperando? Não me diga que tava me olhando.
— Oi, mamãe, sim, te vi desde que você desceu do carro.
Ela entra, eu fecho a porta e não pensei duas vezes: agarrei ela pelo pescoço com uma mão e comecei a beijar a boca dela com desespero, e ela respondia com o mesmo desespero que eu. Comecei a apertar a bunda dela com força por cima do vestido, e a única coisa que se ouvia eram nossos gemidos e a troca de saliva, que era intensa. Levei ela até a ponta da maca e inclinei ela sobre ela, levantei o vestido dela e vi uma linda calcinha branca, que não me importou muito porque puxei ela pra baixo de uma vez até os tornozelos e enterrei meu rosto na bunda dela, lambendo com desespero o cu dela e a buceta por trás. A buceta dela tava toda molhada. Com um sabor tão gostoso.
— Ai, papai, que gostoso como você chupa meu cu, não para, por favor, ai sim, ai sim.
Enquanto chupava o cu e a buceta dela, tirei a calcinha completamente e, enquanto começava a meter a língua no cu dela, comecei a enfiar 2 dedos na buceta dela enquanto na outra mão segurava a calcinha.
— Sim, papai, sou sua, chupa meu cu por favor, que eu amo, mais, mais, sim, mete a língua no meu cu.
Enquanto ela levantava mais a bunda pra deixar mais exposta pra mim, de repente me deu na telha e tirei os dedos da buceta dela e, enquanto minha língua entrava e saía do cu dela, comecei a enfiar a calcinha na buceta dela. Eu sem dizer uma palavra.
— Ai, papai, pelo amor de Deus, o que você tá fazendo comigo? Tô gozando igual uma puta, não para, enfia a calcinha bem fundo na minha buceta.
Enfiei a calcinha toda pra dentro, convenhamos que as calcinhas são bem pequenininhas, então não foi difícil. Muito. Quando eu já tava enfiado dentro, parei, baixei minha calça e enfiei fundo na bunda dela de uma vez, eu também tava todo molhado e tinha esquentado bem a buceta dela, então não custou nada meter. _ Sim, pelo amor de Deus, arrebenta minha raba, papi, meu cu é teu, sou tua putinha, enche minha bunda, me dá mais. Enquanto eu comia ela com força por trás, puxei o vestido dela pra baixo, tirei o sutiã também e comecei a agarrar os peitos dela com muita força. _ Sim, papi, me dá, me arrebenta, me arrebenta, sou tua putinha, adoro o que você faz comigo. Pode fazer o que quiser comigo, sou tua putinha, sou tua putinha. _ Sim, mami, você é minha putinha? É minha putinha e eu posso fazer o que quiser? _ Sim, papi, sou tua putinha obediente. Do lado da maca tem um espelho grande, peguei, tirei ela de lá e levei ela pelo pescoço até o lado da maca, inclinei ela de novo de frente pro espelho e enfiei com força no cu dela de novo, olhando as caras e os gemidos dela no espelho, agarrando os peitos dela com força e metendo cada vez mais forte porque já tava perto de gozar. _ Papi, papi, enche meu cu, quero teu gozo no meu cu, por favor, me dá o gozo, engravida meu cu. Quando ela falou isso, não sei por que, mas me excitou muito mais. E quando olhei pro lado, no meio do vai e vem, vi que ela tava segurando o plug com força na mão. _ Você tá com o brinquedo na mão, putinha, vou encher tua bunda de gozo e você vai embora com o cu tampado com meu gozo dentro. _ Sim, papi, o que você quiser, me enche, me enche. Enche o cu da tua putinha. _ Me dá o tampão, putinha, não quero que uma gota de gozo escape, e quando eu tampar tua bunda, você vai limpar bem minha pica. _ Sim, papi, faço o que você mandar, me dá gozo, me dá gozo, me enche, por favor, engravida meu cuuuuuuu. E eu comecei a jorrar gozo como se não houvesse amanhã. _ Sim, papi, que gostoso, sinto tudo dentro, jorra tudo dentro, que jatos deliciosos, quanto gozo, papi, que gostoso, sinto meu cu cheio. Tremendo inteiro, minhas pernas bambas de pensar. como enfiar o plug sem a porra escapar. Segurei ela e, com a pika ainda dentro do cu, enfiei o plug na boca dela e coloquei na entrada da bunda dela em cima da minha pika. Num movimento rápido só, tirei a pika e meti o plug no cu dela de uma vez. E também subi ela na maca de uma vez, deitada de barriga pra baixo. Limpei as nádegas dela e em volta do buraco do cu, e subi na outra ponta da maca pra ela me chupar e deixar limpinho. Ela deixou impecável _ você é um filho da puta, papi, o que me faz fazer _ eu te amo, laura, você não me põe limite e isso me deixa louco _ é que eu me divirto demais com você - além de você me chamar de sua puta me excita pra caralho _ é que eu sou sua puta, você me enlouquece e eu quero ser sua puta enquanto der, bom, já posso descer que tenho que ir. - Espera, vou ver se o tampão tá seguro. Passei a mão nas nádegas dela e me certifiquei de que o cu tinha fechado um pouco pra não soltar o plug. Mexi um pouco e vi que já tava seguro - sim, mami, já pode descer. Ela desce, ajeita o vestido, se arruma um pouco na frente do espelho e me pede um hálito doce. Me dá um beijo suave e profundo e diz tchau. E eu digo espera _ que foi, papi? - você tá levando algo meu, mami _ que papi, tudo é meu: celular e chaves do carro, e o tampão vou levar enfiado de novo. Chego perto da boca dela, levanto o vestido, levo minha mão até a pussy dela e enfio 2 dedos _ ai meu deus, papi, espera, espera. Ela apoia a cabeça no meu ombro e começa a tremer toda enquanto eu começo a puxar bem devagar, mas num ritmo constante, o fio de dentro da pussy dela _ pelo amor de deus, não, não, não, papi, pelo amor de deus. Tremendo inteira, eu segurava ela bem colada em mim e sentia ela tremer e como ela tira uma das mãos dos meus ombros pra começar a levantar o vestido. _ por favor, papi, com a outra mão aperta o tampão pra não soltar e tira o fio, por favor. Levo minha mão até a bunda dela, apertando o tampão enquanto Ela coloca uma das mãos no meu pescoço, a outra mão põe nas minhas costas cravando um pouco as unhas e me diz _ aperta bem minha bunda, não me solta. Enquanto aperto ela contra mim, ela levanta uma das pernas com a boca colada no meu peito, tremendo inteira. Termina de sair o fio e gruda o corpo mais em mim, cravando as unhas nas minhas costas, quase me fazendo doer o pescoço e as costas, e sinto o grito abafado no meu peito e o tremor do corpo todo dela. Começo a sentir meu jeans molhado e a mão com que segurava o plug estava ficando toda molhada.
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