Como já contei pra vocês, minha situação tinha piorado desde que mamãe decidiu me colocar um cinto de castidade pra controlar o que era a "pintinha virgem" dela. O tempo foi passando, e minha estadia com minha mãe disciplinadora já se contava em meses. Graças à castidade e aos orgasmos cada vez mais espaçados, eu estava cada vez mais submisso a ela. O método dela era terrível, mas dava resultado, e eu até tava melhorando nos estudos, mesmo fazendo tudo em casa. Já tinha feito várias provas e minhas notas estavam bem melhores. Além dos estudos, minhas horas passavam também fazendo as tarefas de casa e satisfazendo sexualmente minha dona do jeito que ela quisesse, principalmente com minha língua. Eu era o boceta chupeta dela, outro dos apelidos comuns que ela usava pra me chamar. Durante aqueles meses, minha tolerância à dor, humilhação e castidade tinha aumentado pra caralho, mas mamãe sempre dava um jeito de introduzir novas práticas ou aumentar a intensidade pra intensificar minha submissão. Normalmente ela me deixava gozar uma vez por semana, mas tinha decidido bater um novo recorde e já tava há mais de 12 dias sem um orgasmo. Isso, como vocês já devem imaginar, me mantinha constantemente excitado e ainda mais submisso do que de costume. Eu me comportava como um cachorrinho de colo, esperando que finalmente mamãe me desse um orgasmo de presente. Na tarde do meu décimo segundo dia seguido de castidade, mamãe me amarrou numa cadeira com as mãos pra trás do encosto e meus tornozelos presos nas pernas. Eu tava pelado, só com minha gaiola de metal e uma coleira de couro preto bem apertada no pescoço. Já completamente imóvel e à mercê dela, mamãe começou a andar ao meu redor. Ela vestia um roupão curto de seda azul, sem nada por baixo além de uma calcinha de algodão branco. Os peitos generosos dela se adivinhavam pela abertura do roupão. Na mão, ela balançava um chicote de madeira com uma tira de couro. — Ultimamente você tá se comportando muito bem. — Apesar das palavras, ela deu um chicotada. Com o chicote na minha coxa, perto das minhas bolas. Uma ardência imediata apareceu na área golpeada. – Mas você já sabe que a mamãe às vezes gosta de castigar sua putinha virgem. É pra você lembrar qual é o seu lugar e continuar sendo meu menino degenerado. – Ela pegou meu rosto com os dedos de ferro, apertando e deixando meus lábios entreabertos. Chegou perto do meu rosto e deixou cair uma cusparada grossa na minha boca. Me presenteou com um dos seus sorrisos carregados de crueldade, ternura maternal e luxúria em partes iguais. Torceu um dos meus mamilos numa beliscada dolorosa pra depois acariciar sensual minha barriga. – Você quer que eu solte sua piroquinha virgem pra brincar um pouquinho? – Por favor, mamãe... – Suspirei, sentindo meu pau crescer dentro da gaiola. A pele e a carne preenchiam o metal frio. Mamãe começou a brincar com meu pau e minhas bolas. No decote do roupão dela, pendurada numa corrente, estava a chave da minha castidade. Ela, vendo meu olhar fixo na chave, interrompeu meus pensamentos com um beijo sensual. A língua dela penetrou na minha boca, me provocando com a dança, me possuindo também daquele jeito. Terminou o beijo mordiscando minha língua, o que me fez gemer de dor. Meu sexo, porém, continuava tentando lutar contra a gaiola. – Você quer mesmo brincar? – Ela me olhou sensual antes de pegar a corrente e passar por cima da cabeça. Segurou ela acima do meu corpo, esfregando a chave no meu torso e sorrindo pra mim, perversa e provocante. – Não sei se solto minha piroquinha virgem, ela tá tão bonitinha assim presinha... – Soltou a corrente, que caiu sobre meu pau aprisionado. – Por favor... por favor... – Supliquei como ela queria. – Tá bom. – Pegou a chave e enfiou no cadeado. Em menos de um segundo, tirou e colocou de lado. Com todo cuidado, como se mexesse em algo terrivelmente frágil, foi tirando a peça principal do dispositivo do meu pau. Ele, ao se ver parcialmente livre, começou a crescer. Mamãe sorriu de novo, divertida com as reações do meu corpo. Tirou A segunda peça, aquela que envolvia tanto o pau quanto as bolas pela base. A sensação de liberdade era muito gostosa. Quando você passa o dia inteiro com o pau preso, mesmo sem estar excitado, se sente apertado e desconfortável, embora acabe se acostumando. Agora minha pele respirava, sem restrições nem gaiolas. Mas as mãos da mamãe não demoraram a apertar meu sexo. — Mamãe! — Ofeguei ao sentir seus dedos beliscando com força uma das minhas bolas enquanto, com a outra mão, ela prendia o tronco do meu pau e apertava. Meus genitais estavam muito sensíveis, tanto para carícias quanto para dor. — Não vai achar que vai ser só prazer. — Enquanto dizia isso, pegou alguns grampos de metal que tinha comprado na loja da Ana, especialmente pensados para certas partes da minha anatomia. Com eles, começou a beliscar um pequeno pedaço de pele das minhas bolas até que ficaram cobertas por meia dúzia de grampos. O beliscão que causavam numa área tão sensível era menos doloroso do que se pode imaginar, mas a dor e a irritação aumentavam com o tempo. Além disso, mamãe não tinha terminado seu tormento. Com o chicote de couro, começou a açoitar meu pau ereto. Os golpes, embora rápidos e fortes, eram medidos e controlados, como tudo que ela fazia. Apesar da tortura, me concentrei em aproveitar de novo aquela mistura de sensações, dor e prazer, se somando e se amplificando um com o outro. — Mamãe… mamãe… — Eu gemia enquanto ela continuava balançando o chicote e descarregando golpes na minha entreperna. — Pobrezinho… — Mamãe parou os golpes e, dessa vez, levou os dedos, de maneira delicada e carinhosa, até meu pau. Com as pontas, acariciou suavemente todo o meu sexo. Aquele contato me afundou mais na excitação e senti uma urgência interna. Precisava gozar. Tentei disfarçar minha ansiedade, embora ela fosse óbvia e mamãe estivesse ciente disso. — Nem pense em gozar. — Assenti, embora o aviso dela fosse desnecessário. Eu já sabia as consequências. o que isso causaria, então aguentei o máximo que pude. Ela continuou tocando meu pau duro, masturbando-o bem sutilmente com os dedos enquanto de vez em quando brincava com as pinças que apertavam minhas bolas. Naquele momento, mamãe sentou no meu colo, sobre uma das minhas pernas. A proximidade do corpo dela e seu cheiro de mulher eram embriagadores. Com um gesto sensual, mamãe abriu um pouco a abertura do roupão para me mostrar seus seios fartos. Só conseguia pensar em tocá-los, beijá-los, chupá-los... mas imobilizado como estava, era um impulso impossível. — Quer gozar? — Ela perguntou enquanto envolvia meu pescoço com os braços. — Sim, por favor. — Pedi, embora já soubesse que o mais provável era que aquela sessão terminasse sem orgasmos. Tudo fazia parte do jogo e da provocação. Ela não respondeu e simplesmente começou a tirar a primeira das pinças das minhas bolas. Antes de me liberar, balançou um pouco, o que deixou meus genitais ainda mais doloridos. Continuou tirando as pinças com uma crueldade metódica, pois sempre, antes de removê-las, batia ou balançava. Sua tortura, no entanto, não diminuiu nem um pouco minha ereção. Assim que terminou de tirar todas, começou a acariciar minhas pobres bolas onde as pinças estiveram, como se quisesse aliviar a dor que ela mesma havia causado. Seus dedos agora eram delicados e hábeis. Eu gemi de prazer. — Você gosta, putinha? Meu pobre menininho virgem. — Disse com aquele tom zombeteiro e infantil que usava de vez em quando. Continuou me masturbando com uma mão enquanto com a outra tocava e acariciava as bolas. De repente, toda a ternura e sensualidade desapareceram e seus dedos se fecharam entre minhas bolas como um alicate de ferro. A dor nas bolas foi aguda e percorreu todo o meu corpo. Apertei os dentes e fechei os olhos, que estavam se enchendo de lágrimas. Quando os abri de novo, vi o sorriso cruel de mamãe. — Dói? Coitadinho. — Soltou minhas bolas para levar a mão até meu ventre. Com as pontas das unhas, fazendo umas Doces cócegas percorreram meu peito. Ela nunca parou de me punhetar de leve. Meu pau tava prestes a explodir e mamãe concentrou toda a atenção nele. Conhecia meu corpo quase melhor que eu mesmo e me levou até o limite com habilidade, tanto que até um pouco de líquido pré-cume começou a escorrer da cabeça. Aquela era a marca que ela tava procurando. Já me tinha no limite máximo, prestes a gozar, com toda a ansiedade e tensão acumulada. Parou toda carícia e deixou meu pau prestes a estourar no ar. Levantou da minha perna e foi pegar uma bolsa de gelo. Meses atrás, eu teria chorado e implorado desesperadamente, mas já tava acostumado com os jogos cruéis dela. Não me interpretem mal, eu me sentia frustrado, tarado, ansioso... mas minha mente tava totalmente submissa à mamãe e era ela quem podia me dar ou negar o prazer, e eu aceitava. Mesmo assim, implorei um pouco, tentando amolecer mamãe. Além disso, sabia que ela adorava. — Por favor, mamãe... o gelo não... Deixa eu gozar, fui uma putinha obediente. Sou sua putinha submissa e me comportei bem. — Mamãe me calou colocando um dos dedos nos meus lábios. — Shh, calma. — Enquanto me confortava com carícias, aplicou sem piedade o gelo no meu pau quente. Como acho que já contei, era uma experiência bem dolorosa. Mamãe nem sempre usava o gelo pra baixar minhas ereções, mas eu já tinha sofrido essa técnica mais de uma vez e sabia o que esperar. A ereção foi baixando dolorosamente até meu pau virar um vermezinho branco e murcho que mamãe secou e manipulou pra colocar de novo a gaiola de castidade. Terminou de me trancar, prendendo as duas peças de metal com o cadeado. — Calma, que mais tarde a gente continua brincando, agora a mamãe precisa se aliviar. Me desamarrou da cadeira e me levou pro quarto dela. Lá, tirou o roupão de seda e ficou só de calcinha de algodão branca. Me obrigou a ficar de joelhos. na frente dela para abaixar a calcinha dela. Deslizei meus dedos entre o tecido e a pele e puxei a calcinha pra baixo, deixando a buceta dela, preta, crespa e peluda, a um palmo do meu rosto. Tentei aproximar meus lábios da mata dela, mas mamãe afastou meu rosto com um empurrãozinho e sentou na beira da cama. Fiquei de joelhos, esperando a ordem dela. Com o peito do pé, ela começou a brincar com meus genitais, fazendo meu pau encher de novo os espaços entre as barras da minha gaiola. Não demorou, então, pra ela tirar o pé dali e fazer ele subir pela barriga e pelo torso até parar na frente do meu rosto. Eu já sabia o que tinha que fazer e comecei a beijar, lamber e chupar os dedos dos pés dela. Mamãe ria, satisfeita. — Minha putinha virgem, você é uma degenerada. Gosta dos pés da mamãe? — Não respondi e só continuei enfiando o pé dela na boca, enchendo ele de saliva. Mamãe tirou o pé e se deitou de bruços na cama. — Vem fazer uma massagem em mim. Levantei pra subir na cama, ficar de joelhos em cima dela e começar a massagear os ombros da mamãe. Antes, porém, passei um pouco de creme nos meus dedos pra facilitar. Durante os meses com a mamãe, outra habilidade que eu tinha aprendido era dar massagem, porque mais de uma vez ela mandava. Por vários minutos, massageei as costas dela, a bunda, as coxas, as pernas e os pés até deixar ela relaxada e com os músculos soltos. Ela virou de barriga pra cima e levantou os joelhos, abrindo um pouco as pernas. Não precisou mandar mais nada e enfiei a cara na buceta dela. Os pelos pubianos faziam cócegas nas minhas bochechas enquanto meus lábios e língua entravam na gruta molhada dela. As mãos dela agarraram minha cabeça, empurrando ela pra si mesma pra poder esfregar melhor a boceta no meu rosto. — Isso… putinha comedora de boceta… mamãe quer gozar na sua boquinha… — Ela repetia entre gemidos cada vez mais altos. Minha língua e lábios começaram a beijar e lamber o clitóris dela, e o quadril da mamãe arqueou e Ela empurrou minha cabeça com mais força, afundando ainda mais meu rosto dentro dela, se é que isso era possível. Mesmo que assim eu não conseguisse focar minhas atenções nas zonas de prazer dela, mamãe estava muito excitada e minha atrapalhação forçada não parecia importar mais. Continuei lutando contra os movimentos dela para chegar mais perto do clitóris, e consegui. Não foi difícil fazer mamãe ter um orgasmo barulhento que, de tão intenso, a fez soltar meu rosto. – Si… Si… – Ela gemeu enquanto eu continuava lambendo os fluidos dela. Quando a respiração dela se acalmou, ela me afastou suavemente de entre as pernas dela e se levantou da cama para pegar um pouco de corda. Ainda não tínhamos terminado. Ela se aproximou de mim para amarrar minhas mãos atrás das costas. Também amarrou meus tornozelos e juntou as duas amarrações, dobrando meus joelhos completamente para prender as cordas dos pulsos e das pernas. Fiquei completamente imóvel e à mercê dela. Ela me moveu como um fardo para me colocar de barriga para cima. Era uma posição muito desconfortável porque os pulsos e os tornozelos estavam cravando nas minhas costas e nádegas. Mamãe colocou mais peso ao sentar montada em cima de mim. A buceta dela e a minha ficaram quase coladas, embora a minha ainda estivesse lutando dentro da gaiola de castidade. Ela inclinou o corpo sobre o meu para aproximar o rosto e cuspir mais dois bons cuspes dentro da minha boca, depois sorriu para mim. Me beijou, chupou meus lábios e lambeu meu rosto. – Slutty… – Ela suspirou no meu ouvido antes de continuar percorrendo com os lábios todo o meu torso. Ela foi descendo e em um momento se ergueu um pouco, o que aliviou a pressão nos meus pulsos e tornozelos doloridos. Agora era a cabeça dela que estava entre minhas pernas. Ela brincou com a gaiola, balançando minha virilidade presa. – A pobrezinha do pau quer sair… – Ela abriu a boca e a língua dela traçou uma lambida profunda. Sorriu para mim de novo antes de colocar o pau na boca e simular um boquete, aliás impossível por causa do dispositivo de castidade. Ela chupou daquela maneira frustrante por alguns minutos que para mim Foram eternos. Não era só uma tortura física, porque meu pau se cravava no metal, mas principalmente era mental. Naquele momento, minha cabeça só conseguia pensar na porra do dispositivo de castidade que me impedia de sentir a boca da mamãe por completo. — Por favor, mamãe, tira isso de mim. — Consegui dizer entre gemidos, porque minha respiração estava muito ofegante. Os olhos escuros dela se cravaram nos meus e eu percebi que estavam cheios de uma malícia lasciva. Aquele olhar era a única resposta que eu precisava pra saber que a mamãe não ia soltar meu pau, pelo menos não por enquanto. Em vez disso, ela engoliu de novo o pau e a gaiola e ficou brincando com a língua entre as frestas do metal. — Por favor… por favor… — Continuei implorando. — Pobre pintinho… — Ela tirou o pau da boca pra tirar sarro. O metal da gaiola brilhava, molhado da saliva dela. — O pintinho quer sair pra brincar e a mamãe não deixa. — Ela continuou, dando lambidas. — Meu pobre pintinho virgem… — As provocações dela só pioravam minha situação. Eu me sentia impotente, humilhado… inconscientemente tentei me soltar das amarras, mas era impossível. — Por favor… tira isso, não aguento mais, mamãe, por favor. — Eu insisti. Ela deu uma última lambida e se levantou de novo, sentando em cima de mim e apoiando todo o peso no meu corpo. De novo, as mãos e os tornozelos amarrados se cravaram nas minhas costas. Doíam principalmente minhas pernas dobradas, mas pra mamãe aquilo não parecia importar muito. Ela se esfregou em cima de mim e esticou o braço pra pegar um vibrador na mesinha de cabeceira. Era um aparelho comprido, com uma cabeça esférica que vibrava. Parecia um massageador. Mamãe aproximou a cabeça da buceta dela e ligou o aparelho. A vibração sacudiu o corpo da mamãe, que gemeu e se contorceu. — Isso… — Ela suspirou. Encostou mais os genitais dela nos meus e a cabeça do vibrador entrou em contato com o metal da gaiola de castidade. A sensação que aquilo me deu é quase indescritível. O dispositivo inteiro começou a tremer, me inundando de umas Sensações estranhas e intensas. Por um lado, a vibração era excitante e prazerosa, mas como meu sexo estava tão apertado, também aumentava a ansiedade e a dor que eu já sentia nos meus genitais. A ação do vibrador parecia agradar muito mais a mamãe, que continuava apertando ele contra a buceta dela enquanto gemia, mexia os quadris e respirava cada vez mais ofegante. – Ah, meu filho... a mamãe vai gozar de novo... – Ela suspirou, cada vez mais excitada. Eu não podia fazer nada além de aguentar a vibração como dava e morrer de inveja dos orgasmos que ela estava aproveitando. Naquele exato momento, ela pareceu se contorcer num espasmo final e, entre gritos, anunciou que tinha chegado ao clímax. – Isso... isso... putinha... – Ela desligou o aparelho e desabou em cima de mim. Os peitões dela grudaram no meu peito enquanto ela me beijava. A língua dela, como sempre, invadia minha boca de forma dominante, deixando claro que, assim como todo o meu corpo, minha boca era dela. – Um orgasmo, por favor... – Pedi pela enésima vez, mas sem muita esperança ou convicção. – Talvez amanhã. – Mamãe beijou meus lábios de novo, me deixando na vontade, no desespero e no tesão. Continua...
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