Valeu pelos comentários, pessoal. Tenho mais uns capítulos pra postar. Só tô esperando o anterior chegar nuns 500 pontos mais ou menos pra soltar o próximo.
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Eu e a Eli tínhamos semanas que a gente se encontrava e metia com gosto, e outras que não dava porque cada um tinha sua vida e seu casamento que não ia largar. Mas mesmo nessas semanas a gente se falava pra se esquentar. E até ouvíamos um ao outro quando tava na merda.
Eu: então, tô há uns 3 dias sem falar com a Mari
Eli: e de transar nem se fala, né
Eu: haha nem fudendo. É a primeira coisa que corta
Eli: ela te conhece, piranha. Sabe como te fazer sofrer
Eu: que vá pra puta que pariu... Posso comer a amiga dela – falei num tom de puto e brincando
Eli: haha ei, calma aí, que eu não sou segunda opção
Eu: e não é! Na hora de transar, você é a minha primeira
Eli: é um elogio meio estranho, mas ok..
Também nos esquentávamos e nos desafiavamos a fazer coisas com nossos parceiros.
Eli: vai... Me fala o que você quer que eu faça com o Leo
Eu: hmm deixa ver... hoje à noite, enquanto ele tiver escovando os dentes e sem falar nada... Você se ajoelha
Eli: hm, já tô vendo onde isso vai dar
Eu: haha você pega a rola dele e chupa até ele gozar
Eli: paraa... não vou engolir não
Eu: ahh ok... Nos peitos
Eli: hahaha que filha da puta
Eu: você joga nos peitos, levanta. Dá um beijo na bochecha dele e entra no banho
Eli: ahh vou ficar toda molhada
Eu: você se toca no chuveiro pensando em mim
Eli: ok ok... O que eu ganho se conseguir?
Eu: o que você me pedir no nosso próximo encontro
Eli: ok... Você vai me chupar bem, do jeito que você sabe. Só chupar
Eu: ok... E se não conseguir?
Eli: você escolhe o castigo
Eu: hahaha e sabe... Vou te dar no cu
Eli: que safado você é... ok... Tô tranquila porque sei que não vou levar esse castigo
Ficou nisso. E eu à noite só pensava no jeito que ela ia chupar ele e ficava todo excitado. Bati uma pensando nisso.
Com o Leo, a gente tinha feito uma amizade muito boa e conversávamos muito sobre nossas mulheres. como apoiando um ao outro nas desgraças. Tanto que a gente se compartilhava quando não tinha alegria e se tinha acontecido algo interessante. Eu escrevi no dia seguinte e entre conversa casual o Leo soltou: tive alegria ontem à noite, irmão. Eu: que sortudo. Eu tô na seca. Leo: mas não alegria, surpresa e super prêmio. Eu: aí sim. Conta, conta. O Leo me contou a cena exatamente como eu pedi pra Eli. O cara tava sem acreditar e atribuiu o prêmio ao fato de que naquela semana ele tinha "se comportado" com as bênçãos, levando elas pra todo lado. Eu: parabéns! Você ganhou uma boa chupada de buceta. Eli: hahaha como você sabe!? O que aquele filho da puta te contou? Eu: tudo. De ponta a ponta, com detalhes de como você se comportou direitinho. Eli: ele não entende nada. Se soubesse... No nosso próximo encontro, eu cumpri minha promessa e dei o prêmio pra ele. Mas depois veio a volta do pedido. Eu: hoje com certeza tenho encontro matrimonial com sua amiga, Eli; que emoção você coloca!! Eu: bom... Você já sabe como é o assunto. Eli: mas não te esquenta!? Eu: sim, claro que sim! Mas é muito previsível! A gente vai ficar no banheiro. Eli: e eu não posso pedir algo igual você? Eu: uff, difícil pra mim porque minha mulher não cede muito. Eli: ook. Algo fácil. Mas ousado ao mesmo tempo. Eu: vamos ver... Eli: hoje quero que você diga o quanto gosta dela... Eu: só isso? Eli: nop.. Pera. Esquenta ela... Acaricia ela e faz ela se sentir desejada. Eu: como se eu já não fizesse isso! Eli: mas nem tudo é meter, Franco! Domina a situação como eu tô te falando... Quando ela te apressar, não mete... Fala com ela e aos poucos vai tocando. Eu: oook... Tô te ouvindo — eu sentia que ela tava me ajudando. Eli: e quando você já tiver ela na sua mão, come ela devagar e fala com ela. Eu: tipo o que você quer que eu diga? Eli: "Se você me desse mais tempo, não sabe as coisas que eu faria com você." Eu: ok.. acabei de estacionar porque endureci com o que você tá dizendo. Eli: mm e você diz "quero te reconquistar porque sinto sua falta." Eu: mmm meio fofo. Eli: não, para! "Sinto falta daquela Mari que se vestia gostosa pra mim... Que me dava a chupava... Que eu acordava tentando levantar a pica" Eu: haha, quanto eu te contei? Eli: eu te garanto que ali você vai ter ela super excitada... Toca ela enquanto mete... Ela custa a gozar de quatro Eu: ela te disse? Eli: óbvio, mano!! Então hoje à noite você faz ela gozar pra mim Eu: ok... isso seria o desafio Eli: não não.. porque aí vem o melhor e a prova de que você fez Eu: ok... Eli: quando ela estiver quase gozando, quero que você dê um puta chupão no pescoço dela Eu: haha, que filha da puta!! Eli: mas bem visível... Pra eu ver amanhã quando formos na sua casa Eu: ok... E o que eu ganho se fizer? Eli: fala você Eu: a raba? Eli: nem fudendo!! Muito pouco pra esse prêmio. Escolhe outro Eu: hmm, você engole Eli: o quê? Eu: como o quê... Meu gozo, mina Eli: hmm, faz anos que não faço isso... Ok, fechado Naquela noite com a Mari, eu tava nervoso. Não sabia como ela ia reagir, mas me preparei bem e quando a gente tava no banheiro e ela começou a se virar pra baixar o pijama, eu comecei a falar Eu: calma calma... Relaxa... Não vai direto ao ponto Mari: é que os caras... Eu: os caras nada... Se eles acordarem, a gente vai ver.. a porta tá fechada Mari: tá bem, amor.. é que eu fico nervosa Eu: tudo bem... Só me deixa te olhar um pouco.. eu gosto de te acariciar Mari: como você tá fofo hoje Eu: eu gosto muito das suas costas - eu acariciava - e do seu pescoço - eu beijava Mari: hmm Eu: e da sua raba - eu apontei a pica e meti devagar - se você me desse mais tempo, não sabe as coisas que eu faria com você - eu tava usando as frases que a Eli tinha me dito Mari: hmm - notei que ela também se mexia e tava presente ali Eu: quero te reconquistar. Sinto sua falta Mari: ai, amor... Continua - foi uma expressão de desejo pelo que eu tava dizendo Eu: eu sei que te vejo todo dia. Mas sinto falta daquela Mari que se vestia pra mim.. Mari: hmm - aí eu desci minha mão e ela abriu as pernas pra receber Eu: da que me chupava, que me acordava com uma broxa Mari: aahh aahh - Eu: da que pedia com mais força - aí eu meti um pouco o cabelo, Mari; ah, love... Me dá mais forte - bati na bunda dela. Ela começou a tremer e eu diminuí o ritmo das minhas metidas pra mexer melhor a mão no clitóris dela. Ela começou a gemer baixinho e eu aproveitei a chance. Fui pro pescoço dela e, enquanto ela gozava, fingi que perdi o controle e chupei bem forte. Pra fingir que tava fora de mim, depois meti com muita força e gozei dentro dela. A gente se abraçou e eu fui tomar banho pra esperar a bronca.
Mari: a putinha da mãe, love! Olha o que você me fez!! - a mão dela apontava pro lado direito do pescoço.
Eu: uuhhh love! Desculpa! - fiz cara de arrependido.
Mari: e agora como é que eu saio amanhã na rua!
Eu: amanhã vai passar, love, fica tranquila.
O dia seguinte inteiro minha mulher me encheu o saco, mas de um jeito amigável. Ela comprou a história de que eu tinha me empolgado, mas já no meio-dia queria cancelar o encontro com nossos amigos.
Eu: quero cancelar! Marquei ela demais.
Eli: haha sei... Ver pra crer. E você fez ela gozar?
Eu: SIM... demais.
Eli: haha não se faz de machão agora, idiota!
Eu: bom... E meu prêmio?
Eli: ainda não ganhou. Vamos esperar pra ver ela.
Aquela noite eles vieram em casa. Mari não sabia como esconder o pescoço. Tava calor pra usar alguma coisa, mas mesmo assim cobriu. Eli chegou com uma cara de safada e bem provocante. Tinha se vestido de arrasar e só queria saber de conversar com Mari o tempo todo.
Mari: amiga, como você veio hoje!
Eli: SIM... falei pro Leo que ia vestir algo bonito essa noite.
Mari: pra ele ou pra nós?
Eli: pra ele, querida. A gente tá tendo um... Renascimento sexual.
Mari: haha que bom. Por isso sua cara de felicidade ultimamente - Eli ria, mas por filha da puta.
Eli: bom... Você também tá com cara de alegria - era mentira, mas ela sabia.
Mari: haha foda-se, dá pra perceber?
Eli: haja um pouco. Teve ação ontem?
Mari: olha que curiosa.
Eli: ah, fala, idiota. Os caras sempre contam tudo. Por que a gente não?
Mari: ok. Sim... Ontem foi bem interessante.
Eli: interessante tipo bom?
Mari: SIM, ele me falou umas coisas lindas "te Estranho... Quero mais tempo com você" Eli: ai que amor... E ele te derreteu com isso? Mari: SIM.. mas depois ele disse que queria a Mari de antes, quando a gente transava mais.. e fez coisas que não fazia ultimamente Eli: tipo o quê? Mari: tipo me tocar... Enquanto a gente tá fazendo.. e.. Eli: e.??? Mari: pra que eu fico vermelha, sua idiota. E me puxar pelo cabelo e meter forte Eli: hummm que delícia! E você gostou, pelo visto Mari: SIM... Fazia tempo que a gente não tinha essa conexão... Olha o que ele me fez - mostrou o pescoço e exibiu a prova - queria matar ele depois Eli: hahaha nãoooo. Olha só o Franquito - uma sádica filha da puta. Mari: SIM... Quase cancelei o encontro Eli: bom, menina.. vai passar em uns dias com um pente. Mas o sorriso vai durar Mari: hahahaha No outro dia a gente se ligou e ele me contou a conversa toda. Uns dias depois recebi meu prêmio. Ele engoliu toda minha porra depois de um boquete espetacular. Mas essa brincadeira de trocar casais não tinha acabado... A gente adorava. Era tortuoso... Menos infiel, mas mais traição. E a gente ia continuar....
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Eu e a Eli tínhamos semanas que a gente se encontrava e metia com gosto, e outras que não dava porque cada um tinha sua vida e seu casamento que não ia largar. Mas mesmo nessas semanas a gente se falava pra se esquentar. E até ouvíamos um ao outro quando tava na merda.
Eu: então, tô há uns 3 dias sem falar com a Mari
Eli: e de transar nem se fala, né
Eu: haha nem fudendo. É a primeira coisa que corta
Eli: ela te conhece, piranha. Sabe como te fazer sofrer
Eu: que vá pra puta que pariu... Posso comer a amiga dela – falei num tom de puto e brincando
Eli: haha ei, calma aí, que eu não sou segunda opção
Eu: e não é! Na hora de transar, você é a minha primeira
Eli: é um elogio meio estranho, mas ok..
Também nos esquentávamos e nos desafiavamos a fazer coisas com nossos parceiros.
Eli: vai... Me fala o que você quer que eu faça com o Leo
Eu: hmm deixa ver... hoje à noite, enquanto ele tiver escovando os dentes e sem falar nada... Você se ajoelha
Eli: hm, já tô vendo onde isso vai dar
Eu: haha você pega a rola dele e chupa até ele gozar
Eli: paraa... não vou engolir não
Eu: ahh ok... Nos peitos
Eli: hahaha que filha da puta
Eu: você joga nos peitos, levanta. Dá um beijo na bochecha dele e entra no banho
Eli: ahh vou ficar toda molhada
Eu: você se toca no chuveiro pensando em mim
Eli: ok ok... O que eu ganho se conseguir?
Eu: o que você me pedir no nosso próximo encontro
Eli: ok... Você vai me chupar bem, do jeito que você sabe. Só chupar
Eu: ok... E se não conseguir?
Eli: você escolhe o castigo
Eu: hahaha e sabe... Vou te dar no cu
Eli: que safado você é... ok... Tô tranquila porque sei que não vou levar esse castigo
Ficou nisso. E eu à noite só pensava no jeito que ela ia chupar ele e ficava todo excitado. Bati uma pensando nisso.
Com o Leo, a gente tinha feito uma amizade muito boa e conversávamos muito sobre nossas mulheres. como apoiando um ao outro nas desgraças. Tanto que a gente se compartilhava quando não tinha alegria e se tinha acontecido algo interessante. Eu escrevi no dia seguinte e entre conversa casual o Leo soltou: tive alegria ontem à noite, irmão. Eu: que sortudo. Eu tô na seca. Leo: mas não alegria, surpresa e super prêmio. Eu: aí sim. Conta, conta. O Leo me contou a cena exatamente como eu pedi pra Eli. O cara tava sem acreditar e atribuiu o prêmio ao fato de que naquela semana ele tinha "se comportado" com as bênçãos, levando elas pra todo lado. Eu: parabéns! Você ganhou uma boa chupada de buceta. Eli: hahaha como você sabe!? O que aquele filho da puta te contou? Eu: tudo. De ponta a ponta, com detalhes de como você se comportou direitinho. Eli: ele não entende nada. Se soubesse... No nosso próximo encontro, eu cumpri minha promessa e dei o prêmio pra ele. Mas depois veio a volta do pedido. Eu: hoje com certeza tenho encontro matrimonial com sua amiga, Eli; que emoção você coloca!! Eu: bom... Você já sabe como é o assunto. Eli: mas não te esquenta!? Eu: sim, claro que sim! Mas é muito previsível! A gente vai ficar no banheiro. Eli: e eu não posso pedir algo igual você? Eu: uff, difícil pra mim porque minha mulher não cede muito. Eli: ook. Algo fácil. Mas ousado ao mesmo tempo. Eu: vamos ver... Eli: hoje quero que você diga o quanto gosta dela... Eu: só isso? Eli: nop.. Pera. Esquenta ela... Acaricia ela e faz ela se sentir desejada. Eu: como se eu já não fizesse isso! Eli: mas nem tudo é meter, Franco! Domina a situação como eu tô te falando... Quando ela te apressar, não mete... Fala com ela e aos poucos vai tocando. Eu: oook... Tô te ouvindo — eu sentia que ela tava me ajudando. Eli: e quando você já tiver ela na sua mão, come ela devagar e fala com ela. Eu: tipo o que você quer que eu diga? Eli: "Se você me desse mais tempo, não sabe as coisas que eu faria com você." Eu: ok.. acabei de estacionar porque endureci com o que você tá dizendo. Eli: mm e você diz "quero te reconquistar porque sinto sua falta." Eu: mmm meio fofo. Eli: não, para! "Sinto falta daquela Mari que se vestia gostosa pra mim... Que me dava a chupava... Que eu acordava tentando levantar a pica" Eu: haha, quanto eu te contei? Eli: eu te garanto que ali você vai ter ela super excitada... Toca ela enquanto mete... Ela custa a gozar de quatro Eu: ela te disse? Eli: óbvio, mano!! Então hoje à noite você faz ela gozar pra mim Eu: ok... isso seria o desafio Eli: não não.. porque aí vem o melhor e a prova de que você fez Eu: ok... Eli: quando ela estiver quase gozando, quero que você dê um puta chupão no pescoço dela Eu: haha, que filha da puta!! Eli: mas bem visível... Pra eu ver amanhã quando formos na sua casa Eu: ok... E o que eu ganho se fizer? Eli: fala você Eu: a raba? Eli: nem fudendo!! Muito pouco pra esse prêmio. Escolhe outro Eu: hmm, você engole Eli: o quê? Eu: como o quê... Meu gozo, mina Eli: hmm, faz anos que não faço isso... Ok, fechado Naquela noite com a Mari, eu tava nervoso. Não sabia como ela ia reagir, mas me preparei bem e quando a gente tava no banheiro e ela começou a se virar pra baixar o pijama, eu comecei a falar Eu: calma calma... Relaxa... Não vai direto ao ponto Mari: é que os caras... Eu: os caras nada... Se eles acordarem, a gente vai ver.. a porta tá fechada Mari: tá bem, amor.. é que eu fico nervosa Eu: tudo bem... Só me deixa te olhar um pouco.. eu gosto de te acariciar Mari: como você tá fofo hoje Eu: eu gosto muito das suas costas - eu acariciava - e do seu pescoço - eu beijava Mari: hmm Eu: e da sua raba - eu apontei a pica e meti devagar - se você me desse mais tempo, não sabe as coisas que eu faria com você - eu tava usando as frases que a Eli tinha me dito Mari: hmm - notei que ela também se mexia e tava presente ali Eu: quero te reconquistar. Sinto sua falta Mari: ai, amor... Continua - foi uma expressão de desejo pelo que eu tava dizendo Eu: eu sei que te vejo todo dia. Mas sinto falta daquela Mari que se vestia pra mim.. Mari: hmm - aí eu desci minha mão e ela abriu as pernas pra receber Eu: da que me chupava, que me acordava com uma broxa Mari: aahh aahh - Eu: da que pedia com mais força - aí eu meti um pouco o cabelo, Mari; ah, love... Me dá mais forte - bati na bunda dela. Ela começou a tremer e eu diminuí o ritmo das minhas metidas pra mexer melhor a mão no clitóris dela. Ela começou a gemer baixinho e eu aproveitei a chance. Fui pro pescoço dela e, enquanto ela gozava, fingi que perdi o controle e chupei bem forte. Pra fingir que tava fora de mim, depois meti com muita força e gozei dentro dela. A gente se abraçou e eu fui tomar banho pra esperar a bronca.
Mari: a putinha da mãe, love! Olha o que você me fez!! - a mão dela apontava pro lado direito do pescoço.
Eu: uuhhh love! Desculpa! - fiz cara de arrependido.
Mari: e agora como é que eu saio amanhã na rua!
Eu: amanhã vai passar, love, fica tranquila.
O dia seguinte inteiro minha mulher me encheu o saco, mas de um jeito amigável. Ela comprou a história de que eu tinha me empolgado, mas já no meio-dia queria cancelar o encontro com nossos amigos.
Eu: quero cancelar! Marquei ela demais.
Eli: haha sei... Ver pra crer. E você fez ela gozar?
Eu: SIM... demais.
Eli: haha não se faz de machão agora, idiota!
Eu: bom... E meu prêmio?
Eli: ainda não ganhou. Vamos esperar pra ver ela.
Aquela noite eles vieram em casa. Mari não sabia como esconder o pescoço. Tava calor pra usar alguma coisa, mas mesmo assim cobriu. Eli chegou com uma cara de safada e bem provocante. Tinha se vestido de arrasar e só queria saber de conversar com Mari o tempo todo.
Mari: amiga, como você veio hoje!
Eli: SIM... falei pro Leo que ia vestir algo bonito essa noite.
Mari: pra ele ou pra nós?
Eli: pra ele, querida. A gente tá tendo um... Renascimento sexual.
Mari: haha que bom. Por isso sua cara de felicidade ultimamente - Eli ria, mas por filha da puta.
Eli: bom... Você também tá com cara de alegria - era mentira, mas ela sabia.
Mari: haha foda-se, dá pra perceber?
Eli: haja um pouco. Teve ação ontem?
Mari: olha que curiosa.
Eli: ah, fala, idiota. Os caras sempre contam tudo. Por que a gente não?
Mari: ok. Sim... Ontem foi bem interessante.
Eli: interessante tipo bom?
Mari: SIM, ele me falou umas coisas lindas "te Estranho... Quero mais tempo com você" Eli: ai que amor... E ele te derreteu com isso? Mari: SIM.. mas depois ele disse que queria a Mari de antes, quando a gente transava mais.. e fez coisas que não fazia ultimamente Eli: tipo o quê? Mari: tipo me tocar... Enquanto a gente tá fazendo.. e.. Eli: e.??? Mari: pra que eu fico vermelha, sua idiota. E me puxar pelo cabelo e meter forte Eli: hummm que delícia! E você gostou, pelo visto Mari: SIM... Fazia tempo que a gente não tinha essa conexão... Olha o que ele me fez - mostrou o pescoço e exibiu a prova - queria matar ele depois Eli: hahaha nãoooo. Olha só o Franquito - uma sádica filha da puta. Mari: SIM... Quase cancelei o encontro Eli: bom, menina.. vai passar em uns dias com um pente. Mas o sorriso vai durar Mari: hahahaha No outro dia a gente se ligou e ele me contou a conversa toda. Uns dias depois recebi meu prêmio. Ele engoliu toda minha porra depois de um boquete espetacular. Mas essa brincadeira de trocar casais não tinha acabado... A gente adorava. Era tortuoso... Menos infiel, mas mais traição. E a gente ia continuar....
12 comentários - O motivo do meu divórcio - parte 3