Fala, galera! Tô de volta com mais uma história das minhas vivências. Hoje trago um material em duas partes, porque é uma história especial. É a história de duas irmãs que foram minha obsessão por um tempinho e que, no final, por pura punheta (porque outro termo não encaixa), fiquei sem nenhuma das duas. Antes de mergulhar de cabeça na história, primeiro o primeiro. Apresento pra vocês as irmãs Danu e Maru.
Nesta primeira parte da história, começamos com as fotos da mais velha, Daniela:
Conheci a Daniela primeiro, já faz vários anos. Desde que a vi, fiquei muito impressionado, e quando comecei a lidar com ela, a simpatia dela me conquistou de vez. Na hora, decidi tentar conquistá-la, mas tinha um pequeno problema: na época, ela tinha namorado. Eu posso ser muitas coisas, mas sempre tento ser o mais correto possível, então, em vez de tentar alguma jogada, optei por me aproximar devagar, sondar o terreno e esperar o momento certo. O que muitos chamariam de tática do urubu esperando pra atacar — e é isso mesmo. O namorado dela não era lá essas coisas, e eu vi, com toda certeza, que o relacionamento não ia durar muito.


Enquanto esperava o rompimento iminente, fui me aproximando aos poucos, sempre tomando cuidado pra não cair na friendzone e me mantendo pronto pra "consolar ela" quando as coisas terminassem. Mas, conforme me aproximei cada vez mais dela, aconteceu algo que bagunçou todos os meus planos: conheci a irmãzinha dela, a Maru.


Maru é 5 anos mais nova que Danu, e a beleza e inocência juvenil dela me cativaram como nunca. A gente se deu super bem desde o começo, e isso me deixou numa dúvida existencial. Será que eu devia seguir com meu plano original e esperar uma chance com a mais velha, ou arriscar tudo e me jogar na pequena? O problema é que elas se davam tão bem que eu sabia que, se rolasse algo com uma, automaticamente não teria chance com a outra, e isso me colocava na posição de ter que escolher.


Não dava pra enrolar muito, tive que decidir pra qual delas eu apontava meus mísseis e, enquanto eu analisava tudo uma e outra vez, o universo escolheu por mim. Uma tarde, a Danu passa pra me visitar no trabalho e fica comigo até meu horário de saída. Quando fiquei livre, ela me convida pra sair, pra ir a qualquer lugar, mas fazer alguma coisa, custe o que custar. Com uma atitude muito suspeita, perguntei o que tava rolando e o inevitável tinha se concretizado: ela descobriu que o namorado tava traindo ela e tudo tinha acabado.


Resumindo a história, aceitei e saímos, a gente se divertiu a noite toda e fiz de tudo pra levantar o ânimo dela e dar apoio. Quando já estava tarde e com uma boa quantidade de álcool na cabeça, a Danu começou a me pedir pra acompanhá-la até a casa dela (ela morava sozinha). Mas quando chegamos no apartamento dela, ela me pediu pra ficar porque não queria ficar sozinha. Era a hora, eu sabia o que significava, era o momento que eu tanto esperava, a hora de fazer a jogada final.


Uma vez sozinhos, continuamos bebendo e batendo papo, mas a conversa foi passando por vários tons: desde muito humor, falando dos lugares que a gente foi, até filosofar sobre a vida. Depois veio aquele momento melancólico que não podia faltar, onde ela me contou os detalhes do que aconteceu e eu comecei a consolá-la, o que levou ao final esperado: o momento da conversa carinhosa, com cafunés e abraços.


Não vou entediar vocês com os detalhes, então vou resumir dizendo que passamos rapidamente de uns beijos simples pra um momento foda de sexo oral. Queria mostrar pra ela o quanto tava a fim de fazê-la se sentir melhor, então comecei a devorar a buceta dela ali mesmo onde a gente tava conversando. Ela tava de vestido, então foi só tirar a calcinha e aproveitar aquela delícia. Foi o oral que mais me esforcei na vida toda e deu certo, porque os gemidos que ela soltou acho que acordaram até algum vizinho. Em poucos minutos ela já gozou, mas eu não me contentei só com aquilo, então levantei ela e levei pra cama pra deixar numa posição melhor e continuar dando todo o prazer que ela merecia. Ela quis retribuir o que eu tava fazendo, e a gente deitou pra mergulhar num 69 monstruoso.


Foi um momento foda, consegui fazer ela gozar duas vezes mais e gozei com muita força, ia avisar caso ela não gostasse de leite na boca, mas não deu tempo, por sorte parece que não incomodou. Eu já tava exausto, foi só um boquete, mas parecia que eu tinha gozado três vezes seguidas. Mesmo assim, não era hora de fraquejar porque ainda tinha trabalho pela frente, então respirei fundo e me levantei, pronto pra montar nela e partir pro prato principal, mas pra surpresa de ninguém, três orgasmos muito seguidos foram demais pra alguém que tinha bebido tanto e tava completamente apagada. A cara de paz e felicidade que ela tinha era minha recompensa por tanto esforço, e como eu também tava cansado, dei o trabalho por encerrado.


Deitei ela na cama pra descansar e me deitei do lado dela pra fazer companhia. Nesse momento de pura satisfação, resolvi olhar o celular pra ver as horas e me deparei com várias mensagens acumuladas da Maru, perguntando se eu sabia algo sobre a irmã, porque ela tinha ficado sabendo da separação e tava preocupada já que a irmã não atendia o telefone. Naquela hora, lembrei da Maru e aqueles pensamentos indecisos voltaram. Era óbvio que, depois do que tinha acabado de rolar, minhas chances de ter algo com ela tinham ido pro espaço, mas será que isso era ruim? Agora eu tinha a Danu, que era o que eu queria desde o começo. Tava satisfeito? Perguntas demais numa mente cheia de álcool e exausta depois de uma noite longa. Não era hora de tomar uma decisão, mas mesmo assim eu tomei.
Bom pessoal, até aqui a primeira parte da história. Pra saber como continua, pra ver as fotos da Maru e pra saber como eu caguei tudo feito um idiota, vocês vão ter que esperar a segunda parte. E pra isso, não esqueçam de avaliar e comentar com força e sem dó. Se eu não ver motivação, não vai ter conclusão. Então, sem mais nada pra falar por enquanto, a gente se vê na próxima.
Nesta primeira parte da história, começamos com as fotos da mais velha, Daniela:
Conheci a Daniela primeiro, já faz vários anos. Desde que a vi, fiquei muito impressionado, e quando comecei a lidar com ela, a simpatia dela me conquistou de vez. Na hora, decidi tentar conquistá-la, mas tinha um pequeno problema: na época, ela tinha namorado. Eu posso ser muitas coisas, mas sempre tento ser o mais correto possível, então, em vez de tentar alguma jogada, optei por me aproximar devagar, sondar o terreno e esperar o momento certo. O que muitos chamariam de tática do urubu esperando pra atacar — e é isso mesmo. O namorado dela não era lá essas coisas, e eu vi, com toda certeza, que o relacionamento não ia durar muito.


Enquanto esperava o rompimento iminente, fui me aproximando aos poucos, sempre tomando cuidado pra não cair na friendzone e me mantendo pronto pra "consolar ela" quando as coisas terminassem. Mas, conforme me aproximei cada vez mais dela, aconteceu algo que bagunçou todos os meus planos: conheci a irmãzinha dela, a Maru.


Maru é 5 anos mais nova que Danu, e a beleza e inocência juvenil dela me cativaram como nunca. A gente se deu super bem desde o começo, e isso me deixou numa dúvida existencial. Será que eu devia seguir com meu plano original e esperar uma chance com a mais velha, ou arriscar tudo e me jogar na pequena? O problema é que elas se davam tão bem que eu sabia que, se rolasse algo com uma, automaticamente não teria chance com a outra, e isso me colocava na posição de ter que escolher.


Não dava pra enrolar muito, tive que decidir pra qual delas eu apontava meus mísseis e, enquanto eu analisava tudo uma e outra vez, o universo escolheu por mim. Uma tarde, a Danu passa pra me visitar no trabalho e fica comigo até meu horário de saída. Quando fiquei livre, ela me convida pra sair, pra ir a qualquer lugar, mas fazer alguma coisa, custe o que custar. Com uma atitude muito suspeita, perguntei o que tava rolando e o inevitável tinha se concretizado: ela descobriu que o namorado tava traindo ela e tudo tinha acabado.


Resumindo a história, aceitei e saímos, a gente se divertiu a noite toda e fiz de tudo pra levantar o ânimo dela e dar apoio. Quando já estava tarde e com uma boa quantidade de álcool na cabeça, a Danu começou a me pedir pra acompanhá-la até a casa dela (ela morava sozinha). Mas quando chegamos no apartamento dela, ela me pediu pra ficar porque não queria ficar sozinha. Era a hora, eu sabia o que significava, era o momento que eu tanto esperava, a hora de fazer a jogada final.


Uma vez sozinhos, continuamos bebendo e batendo papo, mas a conversa foi passando por vários tons: desde muito humor, falando dos lugares que a gente foi, até filosofar sobre a vida. Depois veio aquele momento melancólico que não podia faltar, onde ela me contou os detalhes do que aconteceu e eu comecei a consolá-la, o que levou ao final esperado: o momento da conversa carinhosa, com cafunés e abraços.


Não vou entediar vocês com os detalhes, então vou resumir dizendo que passamos rapidamente de uns beijos simples pra um momento foda de sexo oral. Queria mostrar pra ela o quanto tava a fim de fazê-la se sentir melhor, então comecei a devorar a buceta dela ali mesmo onde a gente tava conversando. Ela tava de vestido, então foi só tirar a calcinha e aproveitar aquela delícia. Foi o oral que mais me esforcei na vida toda e deu certo, porque os gemidos que ela soltou acho que acordaram até algum vizinho. Em poucos minutos ela já gozou, mas eu não me contentei só com aquilo, então levantei ela e levei pra cama pra deixar numa posição melhor e continuar dando todo o prazer que ela merecia. Ela quis retribuir o que eu tava fazendo, e a gente deitou pra mergulhar num 69 monstruoso.


Foi um momento foda, consegui fazer ela gozar duas vezes mais e gozei com muita força, ia avisar caso ela não gostasse de leite na boca, mas não deu tempo, por sorte parece que não incomodou. Eu já tava exausto, foi só um boquete, mas parecia que eu tinha gozado três vezes seguidas. Mesmo assim, não era hora de fraquejar porque ainda tinha trabalho pela frente, então respirei fundo e me levantei, pronto pra montar nela e partir pro prato principal, mas pra surpresa de ninguém, três orgasmos muito seguidos foram demais pra alguém que tinha bebido tanto e tava completamente apagada. A cara de paz e felicidade que ela tinha era minha recompensa por tanto esforço, e como eu também tava cansado, dei o trabalho por encerrado.


Deitei ela na cama pra descansar e me deitei do lado dela pra fazer companhia. Nesse momento de pura satisfação, resolvi olhar o celular pra ver as horas e me deparei com várias mensagens acumuladas da Maru, perguntando se eu sabia algo sobre a irmã, porque ela tinha ficado sabendo da separação e tava preocupada já que a irmã não atendia o telefone. Naquela hora, lembrei da Maru e aqueles pensamentos indecisos voltaram. Era óbvio que, depois do que tinha acabado de rolar, minhas chances de ter algo com ela tinham ido pro espaço, mas será que isso era ruim? Agora eu tinha a Danu, que era o que eu queria desde o começo. Tava satisfeito? Perguntas demais numa mente cheia de álcool e exausta depois de uma noite longa. Não era hora de tomar uma decisão, mas mesmo assim eu tomei.
Bom pessoal, até aqui a primeira parte da história. Pra saber como continua, pra ver as fotos da Maru e pra saber como eu caguei tudo feito um idiota, vocês vão ter que esperar a segunda parte. E pra isso, não esqueçam de avaliar e comentar com força e sem dó. Se eu não ver motivação, não vai ter conclusão. Então, sem mais nada pra falar por enquanto, a gente se vê na próxima.
3 comentários - Meu quarto post: As irmãzinhas parte 1 Danu