Oi, sou o Adrián, sou magro, tenho 1,73m, sou branco, cabelo curto, com uma bunda grande e um pau médio. Moro no México. Meus pais se divorciaram há muito tempo e acabei morando com meu pai, Agustín. Ele tem 42 anos, altura mediana, barriga, é um pouco moreno, tem uma barba grisalha com um bigode. O pau dele era maior que o meu, uns 16 centímetros. A gente morava num bairro tranquilo, mas com algumas ruas perigosas nos arredores, então rolava uns crimes, tipo assaltos ou roubos em casas e tal. A casa era de dois andares, com um quintal nos fundos que tinha uma porta de vidro deslizante que dava pra sala. Num sábado à noite, tava muito calor. Eu tava sentado no sofá da sala vendo TV, vestindo um short e uma camiseta, sem cueca por causa do calor. A porta do quintal tava aberta pra entrar vento e amenizar o calor. Meu pai tava no quarto dele. Eu tava começando a pegar no sono quando ouvi um barulho no quintal, parecia que algo tinha caído. Abri os olhos e fui ver o que era, imaginando que algo tinha caído com o vento. O quintal tava escuro, acendi a luz e não vi nada, mas por trás, uma mão tapou minha boca, me derrubou no chão e amarrou minhas mãos com uma corda. Ele sussurrou no meu ouvido: "Não quero te machucar, só vim pegar umas coisas e vou embora, mas se você gritar, não vai escapar." Ele me deixou no chão de bruços, amarrado com as mãos pra trás. Ele começou a enfiar coisas num saco: filmes, videogames e alguns eletrodomésticos. Tudo ia pra um saco preto, tipo de lixo. O ladrão tava vestindo uma calça jeans, tênis, uma camiseta branca suja e uma balaclava. Enquanto ele revirava a casa, ouvi barulhos lá de cima, era uma porta abrindo e fechando. Era meu pai indo pro banheiro. O ladrão me perguntou: "Tem mais alguém na casa?" Eu respondi: "Sim, meu pai. Por favor, não machuca ele." Ele tirou uma corda da bolsa onde tava colocando as coisas. ele roubou e subiu, não ouvi nada, só vi o ladrão descer com meu pai amarrado, igual a mim, e jogou ele do meu lado. Meu pai estava vestido com calça social, sapatos e camisa branca, porque vinha do trabalho. Meu pai implorou pro ladrão nos soltar, não levar nada e nos deixar em paz, mas ele não deu ouvidos. A gente não tinha muito, éramos pobres, mas também não ricos, e como ele tava sozinho, não dava pra levar coisas pesadas tipo televisão. Quando terminou de saquear, vi o butim dele e ele ficou frustrado, olhou pra gente e disse: "Isso é muito pouco pra valer a pena. Vou levar algo mais de vocês." Ele se aproximou do meu pai, arrastou ele pro centro da sala, colocou ele de joelhos e inclinou ele. Meu pai perguntou: "O que você tá fazendo? Me solta!" O ladrão disse: "Cala a boca ou eu mato vocês." Meu pai parou de reclamar. O ladrão se ajoelhou atrás do meu pai e começou a apalpar a bunda dele. Meu pai tava nervoso, ele apertava as nádegas dele, depois puxou ele em direção ao pênis e esfregou na bunda dele, e com as mãos tocava o pênis por cima da roupa. Dava pra ver que o pau dele tava durasso, isso tava excitando ele. O ladrão continuou tocando e apertando o pênis, fazia movimentos circulares com o pau na bunda dele e dava umas palmadas de vez em quando que ecoavam pela sala. Depois, desabotoou o cinto do meu pai e baixou a calça até as coxas, antes dos joelhos. O ladrão fez o mesmo e ficou nu da cintura pra baixo. Meu pai ficou só de cueca branca, e tinha uma mancha enorme de pré-gozo no pênis e outra na bunda, por causa do pau do ladrão que ficava esfregando ali. O ladrão ficou na frente do meu pai, aproximou o pênis dele e ele só olhou por uns segundos, depois começou a chupar. Fazia barulho a cada engolida, e o pau ficava cheio de saliva do meu pai. O ladrão soltava uns gemidos leves de prazer, com as mãos segurando a nuca do meu pai e controlando o ritmo. Meu pai ficou chupando por uns 5 minutos, e depois o ladrão se separou, inclinou meu pai de novo, tirou a cueca dele e começou a comer o cu dele. Dava pra ouvir as lambidas, e meu pai gemia. De leve, ele fechava os olhos e se deixava levar pelo prazer. O ladrão se levantou, foi ao banheiro e trouxe um pote de vaselina. Pegou um pouco com o dedo e começou a dedar o papai. O dedo dele entrava e saía bem rápido, o papai gemia mais forte, o pau dele estava duríssimo. O ladrão começou a enfiar dois dedos com muita facilidade. Da buceta do papai escorria líquido pré-seminal. Depois, ele colocou as mãos na cintura do papai e enfiou lentamente o pau no meu pai. Meu pai gemeu quando entrou até o fundo, começou a bombar. Papai gemia como uma puta, gozava cada estocada que levava. O ladrão enfiava e tirava o pau e dava tapas na bunda. Por causa da saliva e da vaselina, cada estocada fazia barulho. O ladrão disse pro papai:
L: Você gosta?
P: Sim, adoro.
L: Adora?
P: Sim, não para, me fode.
L: Você é uma puta mesmo.
P: Sim, sou seu papi.
L: Gosta que eu te foda?
P: Sim, me dá duro.
L: Me pede mais.
P: Me fode, papi, me dá duro, não para.
L: Você é uma puta.
P: Sim, sou sua puta, sou sua puta.
O ladrão se virou pra mim e disse: "Vê a puta que é seu pai."
L: Diz pro seu filho que você é uma puta.
P: Filho, eu sou uma...
L: Diz que você adora ser fodido.
P: Adoro ser fodido, papi precisa de pau.
Meu pai estava tão excitado que, sem nem se tocar, começou a gozar, soltando jatos de esperma que caíram no chão. A quantidade era suficiente pra encher meio copo. O ladrão também não aguentou mais e gozou no cu do papai. O ladrão encostou o pau na boca do papai, e o papai limpou. Meu pai, sem ninguém mandar, começou a lamber o próprio esperma do chão. O ladrão ficou excitado de novo, virou pra mim e notou algo que eu não tinha notado: minha ereção e minha mancha de pré-gozo. Ele me pegou pelo braço, me aproximou do cu do papai e disse: "Limpa isso." Sem pensar, comecei a lamber o cu e comer o esperma do ladrão. Enfiava a língua e mexia em círculos. Terminei de limpar e passei a língua no resto dos meus lábios. O ladrão encostou o pau, já meio duro, nos meus lábios e, igual ao papai, eu chupei. Eu dava. Lambidas da base até a glande e ele metia até o começo da garganta. O pau dele tinha o mesmo gosto do cu do papai depois de chupar. Eu já sabia o que vinha. Me inclinei, ele pegou vaselina, passou em mim e meteu sem dilatação nenhuma. Eu gritava de dor misturada com prazer. Papai, largado no chão, me olhava com tesão. O ladrão me empurrava e com uma mão me dava tapas na bunda e com a outra me masturbava. O ladrão falava: L: "Cê gosta?" Y: "Sim, adoro." L: "É tão piranha quanto seu pai." Y: "É de família." L: "São todas umas cachorras." Y: "Somos suas cachorras, somos suas putas. Fode a gente, papai." Eu gozava com cada estocada, tava muito excitado, era um prazer imenso como ele me dava tapas na bunda, como o pau dele entrava em mim, como me masturbava. Ele me comeu por uns dez minutos até que tirou o pau, aproximou de mim e começou a gozar na minha cara. Eu comi todo o sêmen que consegui. Quando terminou, ele disse: L: "Foram boas cachorras." Pegou a bolsa dele, nos desamarrou e pediu: "Se beijem." Papai e eu nos entregamos num beijo sujo, de língua e muita saliva. Depois, ele prendeu a bolsa nas costas e pulou o muro. Papai e eu continuamos nos beijando, deitamos no sofá e dormimos entre beijos e amassos.
L: Você gosta?
P: Sim, adoro.
L: Adora?
P: Sim, não para, me fode.
L: Você é uma puta mesmo.
P: Sim, sou seu papi.
L: Gosta que eu te foda?
P: Sim, me dá duro.
L: Me pede mais.
P: Me fode, papi, me dá duro, não para.
L: Você é uma puta.
P: Sim, sou sua puta, sou sua puta.
O ladrão se virou pra mim e disse: "Vê a puta que é seu pai."
L: Diz pro seu filho que você é uma puta.
P: Filho, eu sou uma...
L: Diz que você adora ser fodido.
P: Adoro ser fodido, papi precisa de pau.
Meu pai estava tão excitado que, sem nem se tocar, começou a gozar, soltando jatos de esperma que caíram no chão. A quantidade era suficiente pra encher meio copo. O ladrão também não aguentou mais e gozou no cu do papai. O ladrão encostou o pau na boca do papai, e o papai limpou. Meu pai, sem ninguém mandar, começou a lamber o próprio esperma do chão. O ladrão ficou excitado de novo, virou pra mim e notou algo que eu não tinha notado: minha ereção e minha mancha de pré-gozo. Ele me pegou pelo braço, me aproximou do cu do papai e disse: "Limpa isso." Sem pensar, comecei a lamber o cu e comer o esperma do ladrão. Enfiava a língua e mexia em círculos. Terminei de limpar e passei a língua no resto dos meus lábios. O ladrão encostou o pau, já meio duro, nos meus lábios e, igual ao papai, eu chupei. Eu dava. Lambidas da base até a glande e ele metia até o começo da garganta. O pau dele tinha o mesmo gosto do cu do papai depois de chupar. Eu já sabia o que vinha. Me inclinei, ele pegou vaselina, passou em mim e meteu sem dilatação nenhuma. Eu gritava de dor misturada com prazer. Papai, largado no chão, me olhava com tesão. O ladrão me empurrava e com uma mão me dava tapas na bunda e com a outra me masturbava. O ladrão falava: L: "Cê gosta?" Y: "Sim, adoro." L: "É tão piranha quanto seu pai." Y: "É de família." L: "São todas umas cachorras." Y: "Somos suas cachorras, somos suas putas. Fode a gente, papai." Eu gozava com cada estocada, tava muito excitado, era um prazer imenso como ele me dava tapas na bunda, como o pau dele entrava em mim, como me masturbava. Ele me comeu por uns dez minutos até que tirou o pau, aproximou de mim e começou a gozar na minha cara. Eu comi todo o sêmen que consegui. Quando terminou, ele disse: L: "Foram boas cachorras." Pegou a bolsa dele, nos desamarrou e pediu: "Se beijem." Papai e eu nos entregamos num beijo sujo, de língua e muita saliva. Depois, ele prendeu a bolsa nas costas e pulou o muro. Papai e eu continuamos nos beijando, deitamos no sofá e dormimos entre beijos e amassos.
0 comentários - Un ladrón nos roba a mi padre y a mi