Desde que a gente tinha 12 anos, eu e minha prima transávamos escondido. Naquela época, minha prima era bem putinha, não sei como nem onde aprendeu, mas já chupava muito bem e dava conta do recado também. Conforme os anos passaram, ela foi ficando ainda melhor, e eu, mesmo sendo bem mais inocente, curtia pra caralho, apesar do medo de sermos pegos. Mas com o tempo, ela foi crescendo e deixou de ser aquela putinha que me deixava louco, começou a "amadurecer". Nessa altura, já tinha dado pra um monte de caras, e eu, que tava começando a ficar um tarado, já não conseguia mais aproveitar ela direito. Só que quando eu dormia na casa dela, escondido, enquanto ela tava dormindo, eu sempre passava a mão na buceta dela, beijava ela na boca e até enfiava meu pau na boca dela ou passava nos lábios dela se tivessem fechados. Nunca soube se ela percebia isso... acho que sim, porque ela notava quando eu ficava apoiado nela durante a soneca.
Mesmo não sendo primos de sangue, porque ela é filha do casamento anterior da minha tia, a questão moral acabou sendo uma das desculpas dela quando não quis mais me esquentar e, por consequência, transar comigo. Não sei se ela continua fazendo isso com alguém hoje em dia, mesmo tendo um filho.
Por anos tentei sem sucesso levar ela pra cama, até que uns dias atrás tive a oportunidade de tomar uns drinks com ela na casa dela. O filho dela tinha ido com o pai, então estávamos só nós dois. Enquanto conversávamos, surgiu a chance de falar umas coisas bonitas pra ela, e antes que ela dissesse algo, eu continuei falando, dizendo que, como primo, sempre diria coisas legais, e como homem (sem laços de família) também diria, porque ela era uma jovem linda, simpática e estava muito, mas muito gostosa, e que eu sempre tive que lutar contra a vontade de querer tocar ou beijar ela, já que gostava muito dela, mas éramos primos e não devíamos. Eu falava isso me fazendo de derrotado, esperando que o milagre acontecesse, porque eu sabia muito bem que ela ia vir com aquela história de "somos primos", "não devemos, você tem que entender", "esquece isso" ou "quando você tiver namorada, vai poder fazer isso com ela e vai esquecer de mim". A última frase que imaginei que ela diria não funcionaria, porque eu já tive namorada e mesmo assim queria comer ela. Mas voltando àquela noite, a resposta foi totalmente o contrário. Embora ela tenha começado com a desculpa do "não devemos, somos primos", parece que eu desejar ela por tanto tempo fez com que ela cedesse aos poucos, até que finalmente se deixou levar.
Uma coisa que ainda não contei é que, quando ela me recebeu, já estava toda produzida e gostosa. Quando vi ela, meu pau subiu na hora, porque da cintura pra baixo ela tava usando uma calça de couro bem justa que marcava demais aquelas pernas lindas que ela tem, e ainda mais aquele culo lindo e sexy. Desde aquele momento, cada vez ficava mais difícil resistir à vontade de querer comer ela. Quando ela topou meus desejos, levantou da mesa e foi pra cozinha, se fazendo de sexy como se soubesse que eu queria ver ela rebolando aquele culo com a calça de couro justa, mas o que ela tava tentando fazer era me chamar indiretamente pra passar a mão nela e apoiar, dando início ao que eu tanto queria e não tava rolando.
Obviamente, aceitei o "convite" na hora e, enquanto apoiava a rola na bunda dela, beijava e passava a mão nas pernas e na buceta por cima daquelas calças sexys de couro, sentindo o roçar do material e ouvindo uns gemidos leves saindo da boca dela, que me faziam saber que ela tava curtindo. Depois, virei ela e comecei a beijar, segurando bem a bunda dela e apalpando sem parar enquanto continuava comendo a boca dela. Um tempo depois, ela me levou pro quarto dela e, como se eu tivesse dominado a putinha que ela costumava ser, ela se ajoelhou na minha frente, tirou minha rola da calça e começou a chupar igual uma desesperada. Anos imaginando o quão boa ela tinha ficado desde a última vez que me chupou, mas nunca pensei que seria uma expert. Quase me fez gozar em minutos, mas segurei porque isso ainda não tinha acabado. Depois, levantei ela e encostei na parede, segurei pela cintura e comecei a esfregar minha rola molhada na bunda dela, sem tirar as calças de couro, só baixando um pouco e afastando a calcinha fio dental pro lado pra meter a rola na buceta dela, fazendo ela soltar um grito de prazer que me deixou louco.
Dá-lhe, cara, me fode mais forte, já que você me queria tanto, me usa!" ela gritava enquanto eu continuava metendo nela contra a parede. Cada gemido e cada palavra que ela dizia me deixava louco que nem um touro, então eu pegava ela pelo cabelo e puxava pra trás enquanto dava tapas na bunda dela ao mesmo tempo que metia bem forte. Ela ficava mais e mais excitada, e como se percebesse que me deixava doido, ela não tirou a calça a noite toda que a gente transou. Eu comi ela de quatro na cama enquanto puxava o cabelo dela como se tivesse montando uma gostosa, ao mesmo tempo que dava tapas na bunda pra ela gritar que nem uma puta. E quando comecei a meter no cu dela, ela delirou como a puta que ela reprimia, ou pelo menos a que escondia de mim. "Filho da puta, como você me come bem!" ela dizia entre gemidos. Isso fazia minha temperatura subir ainda mais e eu comia ela com mais vontade. Um tempo depois, quando a gente já ia gozar, eu virei ela, subi a calça dela e, deitada de barriga pra cima com os peitos de fora — já que eu tinha tirado tudo menos a calça —, gozei em cima dela. Eu tinha tanta gozada acumulada que dois jatos de porra chegaram no rosto dela, alguns nos peitos, e os últimos eu guardei... Levantei ela e, colocando contra a parede, gozei no cu dela com a calça vestida. Ela também tinha se molhado toda, porque gozou na hora que viu as gotas e gotas de porra escorrendo pela calça de couro dela.
Depois disso, a gente tomou banho e deitou junto, mas antes de dormir ela me disse... "cara gostoso, se eu soubesse que você ia me comer assim, tinha me largado há muito tempo, espero que se repita".



Mesmo não sendo primos de sangue, porque ela é filha do casamento anterior da minha tia, a questão moral acabou sendo uma das desculpas dela quando não quis mais me esquentar e, por consequência, transar comigo. Não sei se ela continua fazendo isso com alguém hoje em dia, mesmo tendo um filho.
Por anos tentei sem sucesso levar ela pra cama, até que uns dias atrás tive a oportunidade de tomar uns drinks com ela na casa dela. O filho dela tinha ido com o pai, então estávamos só nós dois. Enquanto conversávamos, surgiu a chance de falar umas coisas bonitas pra ela, e antes que ela dissesse algo, eu continuei falando, dizendo que, como primo, sempre diria coisas legais, e como homem (sem laços de família) também diria, porque ela era uma jovem linda, simpática e estava muito, mas muito gostosa, e que eu sempre tive que lutar contra a vontade de querer tocar ou beijar ela, já que gostava muito dela, mas éramos primos e não devíamos. Eu falava isso me fazendo de derrotado, esperando que o milagre acontecesse, porque eu sabia muito bem que ela ia vir com aquela história de "somos primos", "não devemos, você tem que entender", "esquece isso" ou "quando você tiver namorada, vai poder fazer isso com ela e vai esquecer de mim". A última frase que imaginei que ela diria não funcionaria, porque eu já tive namorada e mesmo assim queria comer ela. Mas voltando àquela noite, a resposta foi totalmente o contrário. Embora ela tenha começado com a desculpa do "não devemos, somos primos", parece que eu desejar ela por tanto tempo fez com que ela cedesse aos poucos, até que finalmente se deixou levar.
Uma coisa que ainda não contei é que, quando ela me recebeu, já estava toda produzida e gostosa. Quando vi ela, meu pau subiu na hora, porque da cintura pra baixo ela tava usando uma calça de couro bem justa que marcava demais aquelas pernas lindas que ela tem, e ainda mais aquele culo lindo e sexy. Desde aquele momento, cada vez ficava mais difícil resistir à vontade de querer comer ela. Quando ela topou meus desejos, levantou da mesa e foi pra cozinha, se fazendo de sexy como se soubesse que eu queria ver ela rebolando aquele culo com a calça de couro justa, mas o que ela tava tentando fazer era me chamar indiretamente pra passar a mão nela e apoiar, dando início ao que eu tanto queria e não tava rolando.
Obviamente, aceitei o "convite" na hora e, enquanto apoiava a rola na bunda dela, beijava e passava a mão nas pernas e na buceta por cima daquelas calças sexys de couro, sentindo o roçar do material e ouvindo uns gemidos leves saindo da boca dela, que me faziam saber que ela tava curtindo. Depois, virei ela e comecei a beijar, segurando bem a bunda dela e apalpando sem parar enquanto continuava comendo a boca dela. Um tempo depois, ela me levou pro quarto dela e, como se eu tivesse dominado a putinha que ela costumava ser, ela se ajoelhou na minha frente, tirou minha rola da calça e começou a chupar igual uma desesperada. Anos imaginando o quão boa ela tinha ficado desde a última vez que me chupou, mas nunca pensei que seria uma expert. Quase me fez gozar em minutos, mas segurei porque isso ainda não tinha acabado. Depois, levantei ela e encostei na parede, segurei pela cintura e comecei a esfregar minha rola molhada na bunda dela, sem tirar as calças de couro, só baixando um pouco e afastando a calcinha fio dental pro lado pra meter a rola na buceta dela, fazendo ela soltar um grito de prazer que me deixou louco.
Dá-lhe, cara, me fode mais forte, já que você me queria tanto, me usa!" ela gritava enquanto eu continuava metendo nela contra a parede. Cada gemido e cada palavra que ela dizia me deixava louco que nem um touro, então eu pegava ela pelo cabelo e puxava pra trás enquanto dava tapas na bunda dela ao mesmo tempo que metia bem forte. Ela ficava mais e mais excitada, e como se percebesse que me deixava doido, ela não tirou a calça a noite toda que a gente transou. Eu comi ela de quatro na cama enquanto puxava o cabelo dela como se tivesse montando uma gostosa, ao mesmo tempo que dava tapas na bunda pra ela gritar que nem uma puta. E quando comecei a meter no cu dela, ela delirou como a puta que ela reprimia, ou pelo menos a que escondia de mim. "Filho da puta, como você me come bem!" ela dizia entre gemidos. Isso fazia minha temperatura subir ainda mais e eu comia ela com mais vontade. Um tempo depois, quando a gente já ia gozar, eu virei ela, subi a calça dela e, deitada de barriga pra cima com os peitos de fora — já que eu tinha tirado tudo menos a calça —, gozei em cima dela. Eu tinha tanta gozada acumulada que dois jatos de porra chegaram no rosto dela, alguns nos peitos, e os últimos eu guardei... Levantei ela e, colocando contra a parede, gozei no cu dela com a calça vestida. Ela também tinha se molhado toda, porque gozou na hora que viu as gotas e gotas de porra escorrendo pela calça de couro dela.
Depois disso, a gente tomou banho e deitou junto, mas antes de dormir ela me disse... "cara gostoso, se eu soubesse que você ia me comer assim, tinha me largado há muito tempo, espero que se repita".



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