Mãe e filho (6) Incesto

Juana e Martin sobem pro quarto pra trocar de roupa. Martin incentiva ela a vestir a tanga que ele tinha escolhido. Juana fala que nem louca vai usar aquela tanga. É muito pequena e vai aparecer tudo. Martin cede e já sente como uma pequena vitória a mãe dele usar aquela sunga que tá vestindo. Enchem tudo numa bolsa dela e numa mochila dele: protetor solar, toalhas, livros, celulares e vão andando pra praia mais perto, que é João Fernandes.

Quando chegam na praia, percebem que todo mundo é casal de namorados, recém-casados ou casais. Se acomodam nuns descansos com guarda-sol e tiram a roupa, ficando só de sunga e biquíni. Depois de um tempo, decidem sair pra caminhar. Martin pegou a mão dela.

- Tô vendo que você continua levando o papel de marido muito a sério - sorriu Juana
- Não sei do que você tá falando, meu amor. Nessas férias, não sou nada além do seu marido, Juana - Martin falou sério
- Haha, você é doido, hein!
- Não acredita em mim? - Martin olhou sério pra ela
- Acredito sim, meu amado, haha - Juana levou na brincadeira

Nessa hora, eles cruzam com outro casal que tava de mãos dadas, e ela vê como a mina olha pro Martin com muito detalhe pro corpo dele. Isso faz Juana se sentir orgulhosa, e ela se aperta contra Martin, abraçando ele pela cintura. Martin correspondeu ao abraço e seguiram caminhando assim. Passaram por umas praias e viram uma enseada pequena. Ali decidiram entrar no mar juntos. Começaram a jogar água um no outro e a se empurrar até que Martin levantou ela no ar e abraçou, beijando ela na boca. Foi um beijo seco, longo e correspondido.

- Bom, marido meu, não exagera! - Juana riu, divertida
- Juana, você tá gostosa, o sol e a água do Brasil te fazem parecer mais esplêndida do que nunca
- Hummm, que marido tão galante que eu tenho
- Pois se tenho a esposa mais linda do mundo! - Martin agarrou ela na bunda e apoiou, fazendo ela sentir toda a dureza dele. - Mmmmm, que delícia, Juana relaxou se abraçando nele e fechando os olhos
- Mmmmm, Martin se jogou na boca da mãe dele beijando ela de novo
- Mmmmm, Juana correspondeu ao beijo abrindo só um pouquinho a boca
Martin captou o sinal e meteu a língua dentro da boca de Juana. Ela, numa mistura de terror, confusão e tesão, abriu a boca. Não fez isso timidamente. Se ia jogar, ia jogar com tudo. Isso surpreendeu Martin, que de repente sentiu a língua da mãe percorrendo a boca dele como uma expert. Juana se colava mais no corpo do filho, sentindo a ereção. Tudo isso dentro da água. Martin aproveitou pra começar a passar a mão na bunda da mãe, sem parar de beijar ela. A língua de Juana era um turbilhão. Até que ela se separou
- Já foi? Tirou a vontade? Juana olhava pra Martin desafiadora
- Que que cê tá falando?
- Queria brincar de marido? Então, te dei o gosto
- Valeu por me dar o gosto, Juana. Martin quis usar o nome da mãe
- Pelo menos gostou? Juana continuava desafiadora
- Sabe que sim. E muito. E você?
- Também gostei. Mas não pode acontecer de novo
- Por quê? Martin parecia um menino triste
- Você sabe bem, Martin. Não me faz explicar. Não é certo
- Aqui a gente não é nada além de um casal…
Nesse momento, passam Ana e Daniel. O casal com quem tinham compartilhado o café da manhã
- Como vai o casalzinho? Disse Ana em voz alta
- Bem, bem. Disse Martin se abraçando na mãe e escondendo a ereção visível debaixo da água
- Tão gostando do lugar?
- Amamos, disse Ana que correspondeu ao abraço de Martin
- Bom, a gente fica feliz
- Valeu, vocês que recomendaram isso pra gente
- Como sabem, a gente já tá aqui há 5 dias e conhecemos uns lugares muito lindos, falou Daniel enquanto mergulhava junto com a mulher esposa novinha
— Bom, eles têm que continuar nos recomendando, são bons. Disse Juana, divertida
— A água tá uma delícia, disse Daniel, pegando a esposa por trás e abraçando ela. Tudo isso sempre debaixo d'água
— É, verdade pra caralho… Martin fez o mesmo com a mãe, abraçando ela por trás e encostando todo o pacote dele na bunda dela

Os quatro continuavam conversando como se nada, mas debaixo d'água rolavam umas coisas. Ana, bem na disfarçada, jogava a mão pra trás e acariciava o pacote do marido novinho. Juana, como a água era tão transparente, viu essa cena, sorriu pra Ana e começou a esfregar a bunda dela na pica do filho. Martin, surpreso com a atitude da mãe, continuou com movimentos leves. Num deles, a ponta da barraca do Martin ficou presa na bunda da mãe. Continuaram conversando mais um tempo e depois se despediram, prometendo se ver à noite no hotel.

— Cê tava brincalhona debaixo d'água, disse Martin
— Hehe, é, viu? Juana olhava ele com um olhar safado
— Depois não pede pra eu me controlar…
— Você tem que se controlar. A gente tem que controlar isso, Martin. Juana ficou séria
— É que você me excita pra caralho, Juana…
— Não vai mais me chamar de mãe? Nunca mais?
— Nessas férias, não. Cê é Juana
— Viu o que a Ana fez? Juana continuava muito tesuda
— Não, o quê? Martin não sabia mesmo
— Ela enfiou a mão no short do marido dela. Na verdade, ele não tinha visto, só viu a mão se esconder atrás do corpo, mas imaginou
— Sério? Bom, parece que não sou o único tarado aqui
— Não, Martin, fica tranquilo que todos nós estamos alterados, senão você não…
— Não o quê, Juana? Fala…
— Nada. É que a gente tá fazendo umas coisas que não são de mãe e filho…
— Não somos mãe e filho. Somos um casal
— Para com isso, Martin. Juana ficava séria, mas não queria arruinar umas férias que tinham acabado de começar. Além disso, não podia negar que adorava se sentir desejada pelo próprio filho.

— Você sabe que é linda e tem um corpo incrível. Martin tentou suavizar a conversa elogiando a mãe.

— E o que isso tem a ver agora? Juana já ria, divertida.

— Tem a ver que, se faço coisas que, pra você, não são certas, é porque não consigo me controlar diante disso. E ele percorreu com o olhar o corpo da mãe.

— Anda! Vai! Vamos! E ela pegou na mão dele para continuar andando de volta às espreguiçadeiras.

— Posso te falar uma coisa, Juana? Martin tinha prometido a si mesmo não usar mais o "mãe".

— Ai, que medo! Sim, pode falar.

— Adorei o beijo que a gente deu! Senti que não conseguia parar de te beijar.

— Aiiii, Juana sentia que se desmontava toda.

— E você? Gostou?

— Claro, Martin! Foi um beijo bom. Fazia muito tempo que não beijava assim.

— Obrigado, J... Juana.

— Você ia me chamar de mãe, não ia?

— Não, minha mãe ficou em Buenos Aires. Aqui estou com uma deusa, com um corpão do caralho.

— Haha, mentiroso.

— Mentiroso? Haha. Se eu te contar as coisas que me vêm à cabeça, você sai correndo de volta pra Argentina.

— Mas o que você pensa que eu sou? Não me horrorizo com nada. É que não é só o que penso de você no geral...

— Não entendi...

— É fácil. Não penso só no geral. Penso nos detalhes de cada parte do seu corpo.

— Ah, haha, sim. Agora entendi.

— Melhor assim. Por isso é melhor não te dizer "exatamente" o que penso.

— Deixo você me dizer exatamente uma coisa só.

— É que são várias, mas por exemplo, uma coisa que adoro é como seus bicos ficam duros. Martin ia fundo.

— Ah, bom... Juana sentiu a buceta inundar de tesão.

Por sorte pra Juana, eles chegaram na hora e se sentaram nas espreguiçadeiras. Tinham ficado muito tempo fora. Sol e não tinham se protegido. Juana tirou da bolsa o protetor fator 40 e começou a passar. Martin se deitou pra descansar e ler. Juana o obrigou a passar protetor e os dois se acomodaram na sombra. Almoçaram na praia umas rabas com cerveja. Tava calor e continuaram bebendo mais um pouco, sempre debaixo da sombra do guarda-sol. O mar era transparente e a areia quase branca. Juana diz:
— Sinto que queimei muito na frente
— É, acho que queimamos muito, reconheceu Martin
— Essa noite vamos ter que dormir pendurados, riu Juana
— Kkk, é verdade
— Passa protetor nas minhas costas, Martin. Juana se deitou de bruços
— Claro, como não. Martin, solícito, se acomodou ao lado da mãe
— Passa nas costas todas…
— Claro, meu amor! Martin não queria largar o papel de marido. O desejo dele era saber até onde podia ir com a mãe. Começou a passar uma boa quantidade de protetor na mãe
— Kkk, amor, marido: bem nas costas todas, por favor! Juana ria e entrava na brincadeira
— Pronto! Quer que passe nas pernas? Martin não tinha coragem de passar na bunda
— Claro! Valeu, meu amor!
— Que pernas lindas que você tem! Começou pelas panturrilhas e foi subindo até as coxas.
— Que bom massagista meu marido parece ser! Kkk. Juana ria, divertida
— Posso ser muito bom… Martin passou protetor na mão e começou a passar na bunda da mãe.
— Ah, é? Na bunda também vai passar? Juana se surpreendeu
— Somos marido e mulher. É normal, né? Martin ria, divertido, e continuava esfregando com bastante ênfase a bunda da mãe
— Kkk, você é um tremendo, hein!
— Kkk, e isso não é nada! Martin, como daquela vez no provador de maiôs, enfiou de novo a calcinha da biquíni dentro da bunda
— Para! O que você tá fazendo, Martin?!! - É assim que se usa! Não viu a Ana? O Martin passava creme na bunda dela, agora toda descoberta
- Como você fica olhando, hein? A Juana ria, divertida
- Tá com ciúmes, meu amor? E se abaixou pra beijar o pescoço dela por trás. Não tinha percebido a ereção que tava tendo e ela bateu na lateral da mãe dela
- Opa! Cuidado que você vai me machucar com isso! Haha Juana ria, se divertindo
- Tá vendo como você me deixa? Martin continuou
- Vai ter que se acalmar, não dá pra ficar assim o dia inteiro!
- Com você, vai ser difícil! Você me deixa muito excitado!
- Martin! Cuidado com o que fala, não esquece que eu sou sua… deixou no ar pra ele completar
- Já te falei que você é a Juana, minha mulher! E beijou o pescoço dela de novo. Dessa vez com mais intensidade
- Mmmm, esse jogo vai ser perigoso! Reconheceu Juana
- Mas muito divertido! Não é? Martin continuava provocando
- Pode ser…
Passaram a tarde aproveitando o sol, o mar e a praia.
(Continua…)
Se gostaram, podem me escreverreybaco2005@hotmail.comTelegram @reybaco2005

3 comentários - Mãe e filho (6) Incesto

Se van calentando los animos poco a poco 👗👗🔥🔥
Totalmente Nacho
Que valla poco a poco me gusta, no como otros que empiezas de golpe