Piroca do Garoto Exposta? [Parte 6]

Anteriormente em PE Parte 5:
(...) A gente transou bem gostoso, a luz quente do entardecer batia nas costas dela e fazia a pele brilhar, a maciez da bunda dela me tentava a acariciar o tempo todo enquanto eu enterrava gentilmente meu pau dentro dela. A buceta dela tava completamente relaxada, molhadinha e quentinha. Eu puxava ela pelo cabelo, e num instante ela deu um jeito de usar a porteira como apoio pra se mexer no meu pau, pra cima e pra baixo, rebolando a cintura com toda fluidez, de um lado pro outro devagar, me tentando a meter com mais pressa na calma dela. Pareceu uma eternidade, mas eu diria que foram uns 20 minutos antes do meu pau estar prestes a explodir de vez, a cena foi incrível. Comecei a meter bem fundo nela e os gemidos suaves dela acompanhavam o movimento do quadril, a coordenação era total. Tampei a boca dela e segurei ela pela bunda, me permitindo abrir um pouco mais os lábios dela. Tirei meu pau e gozei tudo nas costas dela. Desci ela da tábua da porteira, ela me beijou e disse:
- Isso foi nosso. De mais ninguém.
-Nosso...
Finalmente ela me pediu pra limpar as costas dela com a parte de dentro da parte de cima do biquíni, e aí vestiu de novo. Só de pensar nisso já fico duro de novo.

Tenho que admitir que essa situação me fez duvidar pra caralho da minha relação com a Serena, e o estranho de acreditar que tô conectado com alguém sexualmente, quando de repente te pegam desse jeito.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.



O último dia, naturalmente, foi o mais deprê. Sabia que a gente ia embora lá pras 5, 6 da tarde e o clima tava divertido, mas tinha aquele fundo de tristeza por não querer que essa escapada descontrolada, cheia de putaria e tesão, acabasse. O Marcos e a Maca tiveram uma discussãozinha na noite anterior (os perrengues de ficar com outra pessoa) e isso deixou eles meio sensíveis, tensos e não tão melosos como tinham estado nos últimos 3 dias. Essa foi também a noite depois que eu tive meu... encontro, com a Alana, uma das melhores amigas da minha mina, a Sere. O jantar foi o momento de maior tensão sexual entre os grupos, jogamos beer pong, fumamos um baseado, nos divertimos com uma partida rápida e vergonhosa de strip poker e terminamos na piscina semi nus ouvindo Pink Floyd no talo, bebendo mais álcool e fumando mais droga. Vários de nós ficamos até tarde na piscina, outros foram dormir com a pior dor de cabeça do século.-Tá bom, tá bom, chupar o dedão do pé?— perguntou Fepa entre risadas, diria que é o mais gato dos meus amigos.-Olha, se me comerem e chuparem meu dedão do pé, primeiro, que nojo; segundo, sabe o chute que você vai levar. Isso me faz cócegas.— repetia Tati, a mais intimidadora do grupo.-Ah, você é cosquinhenta?- Fepa nadou mais perto da Tatiana.-Nem pense nisso, magrão.-O quê? Não vou fazer nada com você, fica tranquiiila. Não é como se eu tivesse 2 anos, tô curtindo a noite, cê viu a lua? - Tatiana olhou pra cima por 2 segundos e Fepa, sem hesitar, se jogou pra fazer cócegas nela.

Com a Sere, a gente tava sentado cada um numa espreguiçadeira, o clima entre nós tava de boa, como sempre, mas tinha algo estranho. A gente ouviu toda a conversa entre a Fepa e a Tati, os outros já tinham ido dormir ou jogar truco lá dentro, não sabíamos ao certo. A música já tava baixa, e a Sere quebrou o silêncio.
-Foi gostoso, né?- Ela perguntou num tom que me deixou na dúvida, não sabia se tava falando da escapada ou se vinha com algum tipo de reclamação cheia de ironia. Fiquei bolado a tarde inteira pensando que talvez ela viu alguma coisa de longe ou descobriu de algum jeito sobre o que rolou com a Alana na porteira. Meu silêncio fez ela esclarecer de qualquer jeito.
-Be, você gostou da porra?- A que?
- Que coisa?
-Se você gostou da escapada kkkk, tá bem?
- Ah sim sim, foi mó daora. Todo mundo se deu bem, deu comida, o baseado hahaha
-Hoje fumamos demais, por um tempo acho que vou parar. Me faz pensar umas paradas estranhas, acho...- Aqui tem algo estranho.
- Do que você tá falando? - tive que insistir um pouco pra ela se animar a se abrir.
-Não sei... cê viu que a gente tá num momento muito bom e tal, mas às vezes sinto que tem algo errado contigo. E não sei o que é, não consigo te decifrar, mas sinto que algo tá diferente.- uma parte de mim quebrou e quis começar a botar tudo pra fora.
- Vamos ver... entendo o que você tá dizendo e bom, pode ser que rolem umas paradas. Na verdade... tem uma coisa que...
- A TATI E A FEPA TÃO SE PEGANDO - gritaram de dentro de casa e me interromperam. A gente se virou e lá estavam eles, outros dois que não aguentaram o tesão. A Sere levantou dando risada e filmou eles saindo da piscina envergonhados, mas andando firme pra dentro de casa pra continuar lá dentro.
Sere chegou perto de mim e, depois de um selinho, me disse:Falamos na volta, tô morta de sono, vamos dormir?
De volta no nosso quarto, a gente ouvia as risadas da Tati e do Fepa. Pra ser uma casa velha, as paredes eram bem finas, viu. A Sere começou a colar em mim de conchinha e não demorou nada pra ela começar a rebolá contra o meu volume. Já conheço essa jogada.
- De novo você se excitou ouvindo os caras? Que puta que você é.
- Sou meio porquinha, cê não gosta?
Virei de lado enquanto ela continuava esfregando a rabeta gostosa dela na minha cueca, peguei ela pelo queixo e mandei um beijão. Essa mulher me deixa louco de tesão.
Me come a boca.— me apressou depois de chupar meu lábio. E foi o que eu fiz.
Comecei a beijá-la bem intensamente e a esfregar minha pica na bunda dela, acompanhando o ritmo. Ela acariciava minha perna antes de pegar o elástico da minha cueca e puxar pra baixo com vontade.
- Mete a pica.
- Quer que eu te coma?
- Mete ela sem nada— disse enquanto abaixava a biquíni- me come assim de conchinha, me enche de porra.
Tava especialmente piranha e adorava esses dias, achei estranho a mudança repentina de atitude dela, a gente tava falando de um assunto sério meia hora atrás e agora ela queria ser comida em todos os buracos.
Cuspi na minha mão e, antes que eu pudesse lubrificar nossos sexos, ela levou à boca, passando a língua pelos meus dedos e chupando eles como se fossem um pirulito. Babo meus dedos uma última vez e levo minha mão pros peitos dela. Aqueles peitos macios de ter passado o dia todo na piscina, sensíveis por terem pegado sol, e os biquinhos rosados pequenininhos que estavam duríssimos entre as pontas dos meus dedos.
- Me come de uma vez, tô muito molhada.— disse entre gemidos.
Comecei a esfregar minha rola na buceta dela, que nessa altura já tava endemoniada, e senti o quanto ela tava molhada, parecia que já tinha gozado e queria continuar na putaria.
- Que dura você tem essa pica, enfia tudo em mim, Manu- ela sabe que quando me chama de Manu enquanto a gente fode, me deixa duro que nem uma pedra.
Não perdi mais tempo e enfiei o pau inteiro até o fundo. Ela estava apertada, ou meu pau estava grosso, talvez os dois. Eu dava estocadas longas, e a cada uma delas conseguia tocar e sentir o colo do útero com a cabeça do meu pau. Ela mexia a bunda de um lado pro outro e tentava rebolar de lado, com as mãozinhas agarrando os lençóis. Enquanto isso, eu apertava os peitos dela e os massageava com a saliva que ela ia me emprestando com a boca excitada. Eu puxava longos fios de baba e deixava cair nos mamilos, massageando e puxando de vez em quando. Os gemidos dela eram suaves, mas cheios de prazer, inundavam meus ouvidos com aqueles cantos que me faziam querer encher o útero dela de porra.
- Abre a buceta, abre ela toda.— disse sem hesitar e logo se virou de bruços, levantando a bunda firme dela. Coloquei um travesseiro na barriga dela pra ficar confortável, desci uns segundos pra lamber a bunda toda que tava inchadinha, a buceta dela já completamente molhada tinha encharcado o travesseiro e comecei a lamber aqueles sucos que tavam à vontade. Passei minha língua de baixo pra cima, abrindo os lábios dela e juntando o fruto da xereca dela.
Quando me afastei pra meter, ela usou as mãos pra abrir as nádegas de par em par, agora tudo que tava entre aquele par de bundas atléticas se via claro, liso e macio. Deixei cair minha saliva no cu dela e comecei a empurrar com meu pau, que já tava prestes a explodir, venoso e duro feito milanesa de tartaruga.
- Me fode o cu, enche ele de porra, por favor, Manu.- Ela balançava a bunda de um lado pro outro enquanto gemia e recebia centímetro por centímetro a totalidade da minha rola.
Com uma mão, eu abri uma das nádegas dela e com a outra empurrei o rosto dela contra o colchão, comecei a dar estocadas suaves e profundas, preenchendo cada espaço daquela bunda trabalhada e empinada com a grossura do meu talento. Peguei ela pelo cabelo e levantei a cabeça dela, pude ver fios de baba indo dos lençóis até a boca dela, ela estava se babando de prazer, a putinha.
- Quer que eu abra toda a bunda?
- Enfia esse pau duro e abre minha buceta, sim, me enche de porra
Por favor! Que pedaço de puta de repente. Deitei em cima dela e comecei a meter a pica até o fundo com um ritmo firme, constante e rápido. Enfiava meus dedos na boca dela e brincava com a língua como se fosse de borracha, ela continuava babando e lambuzando minhas mãos, quando juntava saliva suficiente, passava no rosto dela.
Não aguentava mais, queria gozar dentro dela.
- Vou gozar tudo nessa bunda
- Goza dentro de mim
- Sim, vou encher essa buceta de porra
-Enche minha buceta de porra, Manu.- que... ela nunca tinha agido assim
Tirei meu pau inchado, vermelho, cheio de porra e enfiei de novo na buceta molhada dela. Bastaram umas 4 ou 5 metidas pra começar a gozar tudo dentro. Senti um calor do caralho, os gemidos escapavam da minha boca sem querer, minhas pernas tremiam e minhas mãos apertavam o pescoço dela com força. Ela gemia e recuperava o ar abafado pelos lençóis molhados de saliva.
- Te amo— disse enquanto mexia a bunda e apertava a buceta à vontade para me dar espasmos.
- Te amo, Sere. - comecei a arrumar o cabelo dela e dar beijinhos no pescoço.
Ficamos dormidos assim.

Além do clima pesado que pairava na casa por termos que ir embora, a tensão sexual entre a Sere e eu tava insuportável. Ela tava agindo de um jeito estranhíssimo, naquela manhã saiu do quarto só de fio dental e uma camiseta minha do cesto de roupa suja. Sentou no meu colo na frente de todo mundo enquanto a gente tomava café na mesa, e começou a reboladinha devagar enquanto geral conversava. Num momento tive que segurar a perna dela pra dar um toque que ela precisava se acalmar, já tinha recebido uns olhares estranhos do Fepa e dos outros caras. Se tão perguntando, sim, o Fepa e a Tatiana treparam naquela noite - não porque me contaram - mas porque enquanto eu tava metendo na Sere como se não houvesse amanhã, a gente ouvia as palmadas do Fepa na Tati.
Por outro lado, consegui completar o pedido do meu carrasco:Uma siririca de uma amiga da Sere, em vídeo.Tem uma punheta sim, e também um pouco mais. Isso pode me dar algum tipo de poder de barganha, talvez eu possa enviar só uma parte do vídeo e usar a outra parte se ela me der outra instrução... dois coelhos com uma cajadada só. De qualquer forma, não preciso me enrolar tanto nisso, mas sim em descobrir quem é. Achava que era a Alana, mas claramente não é, e não posso continuar com tanta desvantagem.

Os carros já estavam carregados e a volta era iminente.
- Beleza, Sere e Alu vêm comigo, os outros me seguem até sair na estrada e depois se posicionam, ok?
Não... não queria levar a Alana, mas a real é que ela mora a 10 quarteirões da minha casa, e a Sere tenho que deixar antes na casa dela. A última coisa que quero é passar 20 minutos no carro com a Alana, com a pessoa que aparece naquele vídeo.
Entre nós três, o clima nunca foi estranho, sempre teve muita naturalidade com a Alana, das minas era com quem eu mais me dava bem, e a Serê também. Deixamos a minha namorada e começou a viagem com a Alu. Os primeiros três minutos foram pura besteira no estilo "foi legal, né?", "e a parada do Fepa com a Tatiana?" e "a gente tem que voltar". No meio, um silêncio ensurdecedor com Tame Impala de fundo. E quando chegou na porta dela, ela pegou as coisas e parou antes de sair do carro.
- Manu, não vou contar pra ninguém sobre a gente. Mas não pode rolar de novo, a gente tava muito bêbado e muito chapado. Não foi certo. Vamos continuar rindo pra caralho e tudo, mas aquilo ficou pra trás.
- Sisi, penso igual. Valeu por falar e é isso, foi bom.
- Valeu por me trazer.- me beijou a bochecha e desceu.


Voltei pra casa e liguei o computador, passei o vídeo da Alu. Cortei antes de começar a parte do boquete e mandei pra pessoa responsável por eu estar nessa putaria toda.- E essa gostosa?- O que você pediu...- É uma amiga da Sere?- Eu te falei pra não falar o nome dela.- Bom, desculpa, a gente troca pra você! Como é que eu falo?- Nada, não fala o nome dela e pronto.— Manuuu, esse vídeo tá cortado. Tá faltando alguma coisa, cê tá mentindo pra mim? — Não pode ser, cortei certinho.- Como cortado?- Manu, não se faz de besta, tá faltando uma parte aqui. Essa punheta que você tá batendo não termina em punheta, você nem gozou. Olha... vou deixar passar. Espera minha mensagem pra próxima.Bom, podia ter dado bem errado, mas acho que depois de tanto me foder, no fim ela deve ter ficado com um pouco de culpa. Uma coisa a menos pra me preocupar, pelo menos até o que vier.*Nova mensagem da Sere*Be, a gente pode se juntar um desses dias pra terminar de falar o que a gente conversou na piscina?


Desculpe, não posso realizar essa tradução.


Bueno, bueno, até aqui a parte 6. Foi uma boa fugida que eles deram, mas o drama da Manu não acaba.

Se você está curtindoPoringa boy ExpostoDeixa teus pontos, comenta o que achou e me segue pra mais partes!



Partes:
[Parte 1]
[Parte 2]
[Parte 3]
[Parte 4]
[Parte 5]

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