Essa história não é minha, mas eu gostei pra caralho e quis compartilhar com vocês.
A história original tá em inglês e tem 8 capítulos no total.
Espero que curtam.🔥
Na manhã seguinte, Tommy viu a mãe sentada na cozinha tomando uma xícara de café. Teve um silêncio bem tenso quando ele serviu o café dele e sentou. A luz do novo dia fazia tudo parecer diferente. Cada um se culpava pelo que tinha rolado.
"Mãe..."
"Tommy..." os dois falaram ao mesmo tempo, e depois riram meio nervosos.
"Desculpa", disse Tommy.
"Tommy... ah... a gente... o que... aconteceu ontem à noite foi...", falou Sue, lutando com as palavras.
"Eu... eu... sei, mãe", interrompeu Tommy. "Desculpa, eu estraguei tudo", disse ele, quase chorando, esperando a bronca dela.
Sue olhou pra ele surpresa. "Não foi sua culpa, querido. Foi minha. Vamos esquecer. Provavelmente foi só o vinho", mentiu Sue. "Eu não devia ter bebido tanto."
"A gente... a gente pode... sair de novo?" perguntou Tommy, esperançoso.
"Acho que não é uma boa ideia."
"Sabia", disse Tommy num tom puto. Mas tava puto consigo mesmo. Levantou da mesa com lágrimas nos olhos e saiu correndo do cômodo.
"Tommy!" Sue chamou. Mas ele já tinha saído de casa. Agora Sue tava arrasada. Foi ela quem estragou tudo, pensou enquanto as lágrimas começavam a cair.
Mais tarde naquela noite, Sue bateu na porta do Tommy. Abriu a porta devagar quando ouviu ele mandar entrar. Ele tava deitado na cama olhando uma revista de esportes. "Tommy, a gente pode conversar?" perguntou ela, sentando na cama, o rosto tenso com emoções mal escondidas.
"Claro", respondeu ele, virando e olhando pro teto com as mãos atrás da cabeça.
"Desculpa, Tommy... desculpa por... por tudo", disse Sue, lutando com as palavras. "Deus, Tommy, fui eu quem sugeriu o encontro. Pensei nisso o dia inteiro e... Sei que é completamente minha culpa. Nós dois estamos sozinhos e sentimos muita falta do papai". De repente, Sue parou de falar quando a voz dela engasgou. Então ela começou a soluçar.
Tommy se sentou rapidamente e se aproximou da mãe. Colocou os braços cuidadosamente em volta dela e a puxou contra o peito, as lágrimas escorrendo pelas próprias bochechas.
Mesmo sentindo conforto nos braços dele, Sue soluçou ainda mais alto. Todas as emoções reprimidas pareciam sair dela de uma vez. Dois anos de solidão, um emprego novo, lutando para pagar as contas e agora isso. Era demais.
Tommy a abraçou por um longo tempo até que os soluços dela viraram fungadas. "Mãe, te amo pra caralho", disse Tommy com sinceridade.
Sue se recostou e enxugou os olhos. "Deus, Tommy, sinto o mesmo por você. A gente precisa um do outro, talvez agora mais do que nunca".
"Podemos ser honestos um com o outro por um minuto?" perguntou Tommy, agindo mais adulto do que se sentia.
"Com certeza! A gente tem que ser honestos um com o outro", disse Sue, se perguntando o que ele queria dizer.
"Você... é uma mulher linda e muito gostosa", disse Tommy, tentando não gaguejar. "Eu... você... eh... Ah, dane-se, sou só um adolescente tarado, e me desculpa por ter passado dos limites", ele desabafou e depois riu timidamente.
Sue olhou para ele com as sobrancelhas levantadas e então um sorriso apareceu nos lábios dela. De repente, os dois caíram na risada. Riram tanto que quase caíram da cama. A situação agora parecia tão ridícula. Estavam fazendo uma tempestade em copo d'água.
Quando se acalmaram, Sue se virou para Tommy e disse: "Pode me levar num encontro quando quiser". Então beijou os lábios dele rapidamente.
"Legal porque tem um piquenique do time de futebol no próximo domingo e eu preciso de uma acompanhante", disse Tommy esperançoso.
"Fechado."
Tommy suspirou aliviado. Tudo ia dar certo.
O time de futebol da escola de Tommy estava organizando um piquenique de despedida para os formandos, os pais e as namoradas. Tommy não planejava ir porque não tinha uma companhia. Sabia que todos os caras levariam uma acompanhante. Não esperava que nenhum deles viesse com os pais. De repente, isso já não importava mais pra ele. A mãe dele seria sua acompanhante.
Continua...
A história original tá em inglês e tem 8 capítulos no total.
Espero que curtam.🔥
Na manhã seguinte, Tommy viu a mãe sentada na cozinha tomando uma xícara de café. Teve um silêncio bem tenso quando ele serviu o café dele e sentou. A luz do novo dia fazia tudo parecer diferente. Cada um se culpava pelo que tinha rolado.
"Mãe..."
"Tommy..." os dois falaram ao mesmo tempo, e depois riram meio nervosos.
"Desculpa", disse Tommy.
"Tommy... ah... a gente... o que... aconteceu ontem à noite foi...", falou Sue, lutando com as palavras.
"Eu... eu... sei, mãe", interrompeu Tommy. "Desculpa, eu estraguei tudo", disse ele, quase chorando, esperando a bronca dela.
Sue olhou pra ele surpresa. "Não foi sua culpa, querido. Foi minha. Vamos esquecer. Provavelmente foi só o vinho", mentiu Sue. "Eu não devia ter bebido tanto."
"A gente... a gente pode... sair de novo?" perguntou Tommy, esperançoso.
"Acho que não é uma boa ideia."
"Sabia", disse Tommy num tom puto. Mas tava puto consigo mesmo. Levantou da mesa com lágrimas nos olhos e saiu correndo do cômodo.
"Tommy!" Sue chamou. Mas ele já tinha saído de casa. Agora Sue tava arrasada. Foi ela quem estragou tudo, pensou enquanto as lágrimas começavam a cair.
Mais tarde naquela noite, Sue bateu na porta do Tommy. Abriu a porta devagar quando ouviu ele mandar entrar. Ele tava deitado na cama olhando uma revista de esportes. "Tommy, a gente pode conversar?" perguntou ela, sentando na cama, o rosto tenso com emoções mal escondidas.
"Claro", respondeu ele, virando e olhando pro teto com as mãos atrás da cabeça.
"Desculpa, Tommy... desculpa por... por tudo", disse Sue, lutando com as palavras. "Deus, Tommy, fui eu quem sugeriu o encontro. Pensei nisso o dia inteiro e... Sei que é completamente minha culpa. Nós dois estamos sozinhos e sentimos muita falta do papai". De repente, Sue parou de falar quando a voz dela engasgou. Então ela começou a soluçar.
Tommy se sentou rapidamente e se aproximou da mãe. Colocou os braços cuidadosamente em volta dela e a puxou contra o peito, as lágrimas escorrendo pelas próprias bochechas.
Mesmo sentindo conforto nos braços dele, Sue soluçou ainda mais alto. Todas as emoções reprimidas pareciam sair dela de uma vez. Dois anos de solidão, um emprego novo, lutando para pagar as contas e agora isso. Era demais.
Tommy a abraçou por um longo tempo até que os soluços dela viraram fungadas. "Mãe, te amo pra caralho", disse Tommy com sinceridade.
Sue se recostou e enxugou os olhos. "Deus, Tommy, sinto o mesmo por você. A gente precisa um do outro, talvez agora mais do que nunca".
"Podemos ser honestos um com o outro por um minuto?" perguntou Tommy, agindo mais adulto do que se sentia.
"Com certeza! A gente tem que ser honestos um com o outro", disse Sue, se perguntando o que ele queria dizer.
"Você... é uma mulher linda e muito gostosa", disse Tommy, tentando não gaguejar. "Eu... você... eh... Ah, dane-se, sou só um adolescente tarado, e me desculpa por ter passado dos limites", ele desabafou e depois riu timidamente.
Sue olhou para ele com as sobrancelhas levantadas e então um sorriso apareceu nos lábios dela. De repente, os dois caíram na risada. Riram tanto que quase caíram da cama. A situação agora parecia tão ridícula. Estavam fazendo uma tempestade em copo d'água.
Quando se acalmaram, Sue se virou para Tommy e disse: "Pode me levar num encontro quando quiser". Então beijou os lábios dele rapidamente.
"Legal porque tem um piquenique do time de futebol no próximo domingo e eu preciso de uma acompanhante", disse Tommy esperançoso.
"Fechado."
Tommy suspirou aliviado. Tudo ia dar certo.
O time de futebol da escola de Tommy estava organizando um piquenique de despedida para os formandos, os pais e as namoradas. Tommy não planejava ir porque não tinha uma companhia. Sabia que todos os caras levariam uma acompanhante. Não esperava que nenhum deles viesse com os pais. De repente, isso já não importava mais pra ele. A mãe dele seria sua acompanhante.
Continua...
4 comentários - Mãe e Filho 2
Regalo y puntos