Strip Poker em Família[04]Buceta[/04]

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Strip Poker em Família[04]Buceta[/04]




Capítulo 4.
Cartas na Mesa.
Achei que o intenso jogo de strip pôquer com minha família ia afetar mais nossa rotina diária, mas tudo continuou mais ou menos igual. Passei um pouco de vergonha nos primeiros jantares em família, porque me custava olhar nos olhos deles depois de ter visto as partes íntimas de cada um. Mas o que mais me envergonhava era flagrar qualquer um deles olhando pra minha bunda. Talvez fosse só um reflexo, mas eu fiquei meio paranoica e toda vez que isso acontecia, eu pensava que eles estavam lembrando do momento em que a Mayra enfiou o desodorante na minha bunda. É algo com o que vou ter que aprender a conviver – ninguém da minha família vai esquecer aquele momento nunca, e eu também não.
Os dias foram passando e todos voltamos às nossas rotinas. O único elemento novo era que Mayra e eu havíamos começado a frequentar a academia. Costumávamos ir juntas no horário da sesta, porque era o menos movimentado. Isso era perfeito para o Darío, nosso instrutor, que não perdia uma oportunidade de olhar a bunda da Mayra, ou de me apalpar um pouco. Admito que não ofereci muita resistência a essas apalpadas, e sei que minha irmãzinha ficou desconfortável em mais de uma ocasião ao ver como o Darío passava a mão pela minha bunda toda, quase sem disfarçar. Até teve vezes que ele aproveitou para acariciar a área da minha buceta. Como eu vestia leggings bem elásticas, conseguia sentir os dedos dele praticamente como se não estivesse vestindo nada.
Quando chegou o fim de semana, todos aproveitamos para nos livrar dos assuntos que tinham ficado pendentes por causa da chuva do sábado passado. Meu tio foi encontrar a "amiga" dele, meus pais saíram para jantar juntos, meu irmão... bom, não sei o que o Erik fez, e também não me importo. A única coisa que sei é que ele não ficou em casa. Mayra e eu aproveitamos para sair para dançar, a noite estava maravilhosa; não tinha nem uma nuvem ameaçadora no céu. Nós nos divertimos muito, dançamos com algumas das minhas amigas e, quando caras se aproximaram de mim, os rejeitei educadamente, porque não queria deixar a Mayra sozinha. Também tive que rejeitar vários por ela. Coitadinha, toda vez que alguém vinha dar em cima dela, ela se escondia atrás de mim como se fosse um filhotinho assustado. Para piorar, ela estava linda, com os lábios pintados de um vermelho intenso, salto alto, uma blusa bem soltinha e uma minissaia bem colada na bunda. Tive que conversar com ela por uma hora para convencê-la a usar aquilo, mas no final ela aceitou.
Chegamos tarde em casa, com todas as evidências claras de que havíamos bebido demais. Mas nós duas sabíamos exatamente o que ia acontecer assim que entrássemos no nosso quarto. Nos despimos em questão de segundos e cada uma se jogou na sua cama, com as pernas bem abertas. Fizemos uma bela masturbação, para dar um fechamento digno à noite. No dia seguinte acordamos com uma ressaca daquelas; mas com a alegria de termos passado uma noite gostosa juntas.
Mas no fim de semana seguinte minha mãe soltou aquela proposta que todo mundo tava esperando, mas que ninguém tinha coragem de falar. Ela jogou a ideia como se fosse só uma possibilidade, algo que a gente podia considerar, caso não tivesse planos pra aquele sábado.
—Que tal se a gente fizer outra noite de póquer?
Meu tio Alberto disse que as chances de sair de novo com a "amiga" dele não eram muito promissoras, as coisas não tinham andado muito bem entre eles; pelo visto não rolou nenhuma química. Entendi que meu tio queria dizer que ele só tava atrás de um lance passageiro, pra transar sem compromisso, e aparentemente a amiga dele queria outra coisa.
Meus pais não tinham planos, estavam completamente livres. Erik… bem, não importa que merda o Erik faça. A questão é que ele disse que, na falta de algo melhor, preferia ficar jogando pôquer.
A Mayra não é de sair muito, e com a noite que passamos no sábado anterior, ela já tinha mais que o suficiente para o resto do mês todo. Todos olharam para mim, eu era a única que ainda não tinha confirmado presença. Meus planos para o sábado eram simples: iria na casa de uma amiga ver filmes. Não é algo que me anime muito, nunca tive muito interesse por cinema. Por isso não doeu nem um pouco cancelar esses planos. Eu estava com muita vontade de repetir a experiência passada, mais por curiosidade mesmo, acho.
Foi assim que organizamos tudo para uma nova partida de strip poker em família.
Toda a cena me causou uma sensação estranha deDéjà VuA mesa para jogar foi preparada igual à última vez, e o álcool não faltou. Pelo contrário, tive a impressão de que desta vez minha mãe estava melhor preparada, e em vez de ter só vinho, desta vez também tinha Fernet com Coca—Booty. Meu pai serviu um pouco de vinho pra ele, não é muito fã de Fernet. Outro detalhe diferente era que agora não estava chovendo. A noite estava completamente limpa e isso, em vez de me tranquilizar, teve o efeito contrário. Porque nos colocava em evidência. Desta vez não começaríamos uma partida de Strip Poker por causa do tempo ruim, faríamos porque queríamos.
A gente realmente queria? Bom, não posso falar por todos, mas pelo menos posso dizer que eu estava com uma coceirinha na curiosidade. Não tanto por ver minha família pelada, mas por passar um momento legal juntos.
Pelo menos posso dizer que todos pareceram bem animados com a ideia, até a Mayra se deu ao trabalho de sorrir. Não sei se era um sorriso sincero, mas pelo menos ela estava dando uma cara boa pra essa história toda.
Minha mãe teve uma ideia brilhante, mas perigosa:
Para deixar as coisas mais interessantes, vamos começar de calcinha e sutiã. Afinal, a vergonha de ficar pelados já passamos na primeira vez.
Foi assim que todos ficamos só de calcinha e cueca. A Mayra estava uma gostosa, usando um fio dental branco de renda minúsculo com um corpete combinando, que deixava os mamilos dela transparentes. Mas a verdadeira transparência era da minha mãe. Os peitões dela estavam cobertos por um tecido fino de tule que não deixava nada para a imaginação. Por mais irônico que pareça, a mais decente da família era eu. Minha roupa íntima não deixava nada transparente... mas também não duraria muito tempo.
Perdi as duas primeiras mãos, culpei os nervos por isso e quis baixar a bola tomando um bom gole de Fernet. Fui a primeira a ficar completamente pelada... voltei a tomar Fernet.
Tenho que admitir que fiquei um pouco envergonhada de ficar totalmente pelada, não porque minha família estava me vendo, mas por ser a única nessa situação. Por sorte não precisei esperar muito, meu tio Alberto também perdeu duas vezes seguidas. Os homens, por não usarem sutiã, tiveram que ficar com uma segunda peça de roupa. Alberto e meu pai deixaram as meias, e Erik colocou seu boné surrado.
Quando Alberto perdiu pela segunda vez, tirou a cueca, mostrando seus ovos, que balançavam como bolsas de couro, e seu pau, que se mexeu como tromba de elefante. Senti um formigamento na minha buceta. Por mais que aquele fosse o pau do meu tio, era um belo exemplar de membro masculino. Não podia ficar brava com ele por ter olhado minha buceta desde o momento em que tirei o fio dental - eu também mal conseguia parar de olhar pro pau dele. E pra piorar, ele estava sentado praticamente na minha frente, e a mesa de vidro transparente não escondia nada.
Pelo menos agora eu não era a única pelada na sala.
Achei que as cartas me favoreceriam nas próximas mãos e que minha família ficaria sem roupa; mas não. A próxima a perder fui eu… de novo. Já não podia pagar com peças de roupa, então o vencedor teria que me impor algum desafio. Quem tirou as melhores cartas foi a Mayra, com dois pares: um de damas e outro de noves. Isso me lembrou o título de um filme argentino.
Ela me olhou com um sorriso malicioso que raramente eu tinha visto nela. Será que ela estava se acostumando com esse jogo tão erótico? Decretou a sentença sem rodeios:
Chupa as tetas da mamãe.
Pensei que começaria com algo mais leve, tipo "Toque nos peitos da mamãe", mas chupar... bom, depois do que aconteceu na primeira partida de póquer, não podia considerar isso algo tão sério. Mas eu realmente gostaria de ter começado a me acostumar com algo um pouquinho mais suave.
Eu quase dei uma desculpa para não fazer, já que minha mãe ainda estava de sutiã. Pensei que seria injusto para ela ter que tirar sem ter pedido; mas foi a própria Viki quem me calou antes que eu falasse. Ela soltou o sutiã, expondo seus magníficos peitos, e deixou cair no chão.
—Pago uma prenda agora, para a próxima vez que perder —disse, com toda a tranquilidade.
Ela afastou a cadeira para o lado, se distanciando um pouco da mesa, e me fez sinal para me aproximar. Estava sorrindo como se tivesse ganhado um prêmio.
Era inútil resistir, eu tinha decidido participar do jogo e todos da minha família pareciam estar empolgados. "Bom, pelo menos não tenho que chupar o pau do meu pai... ou do Erik", pensei, para me animar. Se eu tinha que colocar algo na boca, então preferia que fossem os peitos da minha mãe. Sorri, para mostrar a todos que eu também estava disposta a entrar na vibe do jogo.
Não pensei muito no assunto, o melhor era acabar com tudo o mais rápido possível. Chupar um mamilo não me parece nada demais. Afinal, eu mesma chupo meus peitos quando me masturbo. Uma enorme vantagem de ter peitões. Imaginei que minha mãe já tinha feito a mesma coisa várias vezes, e isso me deu um pouco de tesão.
Me aproximei dela, agarrei seu seio esquerdo com suavidade e aproximei minha boca até o mamilo. No começo estava macio, mas em poucos segundos ficou duro, fiquei feliz com isso; significava que minha língua estava fazendo um bom trabalho.
O resto do processo me pareceu mecânico e repetitivo, mas estranhamente hipnótico. Descobri que chupar e lamber continuamente por alguns minutos podia ser prazeroso, e me deu ainda mais tesão ao levantar o olhar e me deparar com o sorriso da minha mãe. Ela estava gostando.
Quando o tempo acabou eu nem percebi, aparentemente meu pai disse que já era o suficiente, mas não prestei atenção. Não parei até que a própria Viki me disse:
Foi muito bom, Nadia; não precisa continuar mais.
Na minha mente tinham passado apenas alguns segundos, mas eles garantiam que eu tinha ficado dez minutos chupando esses peitos sem parar. Me afastei sem reclamar, mesmo com vontade de continuar brincando com esses mamilos que pareciam tampinhas de pasta de dente.
Nas rodadas seguintes, os outros membros da minha família foram perdendo e tiveram que se despir. Tive a impressão de que Erik perdeu de propósito, porque ficou até o final com um par de cartas horríveis na mão. Quando tirou a cueca, fez isso com orgulho, expondo seu pau em todo o esplendor. Tinha inchado um pouco e imaginei que em pouco tempo estaria mostrando uma ereção.
Jogamos mais uma vez. Mesmo tendo conseguido um grupo decente de cartas, com dois pares, eu perdi. Todo mundo conseguiu montar uma mão melhor que a minha. Isso sim é azar da porra.
— O que foi, Nadia? — minha mãe perguntou —. Tá distraída? Era meio óbvio que alguém podia ter uma mão melhor que a sua. Tinha dois noves e duas rainhas na mesa, e você não fez par com nenhuma dessas cartas.
Eu estava certa, fui ingênua; tinha conseguido formar um par de dez com uma das cartas da mesa, e contei a meu favor o par de Rainhas. Mas havia muitas formas de me vencer. Meu pai me superou com uma trinca de dez. Mayra tinha um nove na mão, o que permitiu que ela formasse um full house composto por três noves e duas rainhas. Meu tio Alberto se retirou com dignidade assim que o Flop foi revelado: as três primeiras cartas sobre a mesa; e minha mãe desistiu quando o Turn foi mostrado: a quarta carta da mesa. Erik se consagrou vencedor, com um full house composto por dois noves e três rainhas, superando o grande jogo que Mayra tinha conseguido.
Eu deveria ter me retirado, igual meu tio e minha mãe. Aí eu teria perdido meu pai.
Esperei resignada que meu irmão me impusesse o próximo desafio. Ele olhou fixamente para os peitos da minha mãe e eu pensei que ele ia me pedir para chupá-los… de novo. Mas seria a mesma coisa que a Mayra tinha me pedido, me parecia injusto o Erik repetir uma punição. Para minha infelicidade, eu estava muito enganada. Como se tivesse lido meus pensamentos, ele disse:
—Você tem que chupar... o papai. —Ele falou com um tom debochado que me fez ferver o sangue.
— Nossa! — exclamou minha mãe. Com o olhar, implorei que, por favor, ela parasse com tudo. O jogo tinha sido interessante no começo, mas eu não queria chegar ao extremo de enfiar o pau do meu pai na boca. Ela era a juíza da família e tinha a palavra final. — A coisa tá ficando interessante, eu quero ver isso. — Mais uma vez, decepcionada pela minha própria mãe.
Fiquei imóvel por vários segundos, todos me olhavam expectantes. Mentalmente, implorei para que alguém recuperasse a sanidade e dissesse alguma coisa, mas só consegui ouvir o barulho do vinho caindo no copo do meu pai. Minha mãe estava servindo uma boa dose de álcool para ele, talvez para prepará-lo para o que ia acontecer. Meu copo estava cheio e em dois goles tomei três quartos do conteúdo. Tentei deixar minha mente em branco e, de repente, me vi ajoelhada diante do pau enorme do meu pai. Não tinha sido totalmente consciente dos meus movimentos. O pau já estava ali, não podia recuar. Naquele momento, um pensamento cruzou minha cabeça: se tinha que chupar algum dos paus presentes, preferia que fosse este. Não sabia exatamente por quê… mas era a única coisa positiva que conseguia encontrar.
Agarrei com minha mão direita, me mentalizando que seria como lamber um sorvete de casquinha. Passei a ponta da língua pelo tronco, com timidez. Assim dei início à minha tarefa, queria terminar com isso o mais rápido possível. Mas as dúvidas me invadiram, não me animava a continuar. Meu pai me observava com um sorriso caloroso. Será que ele não pensava que era a própria filha que estava prestes a chupá-la? Talvez já estivesse um pouco bêbado, ou então imaginava que quem ia chupar o pau era sua mulher, afinal minha mãe e eu nos parecemos um pouco. Mas eu não tinha com quem fazer a comparação. Nunca antes tinha tido que chupar um pau tão grande quanto esse. Até me perguntei o que minha mãe sentiria ao ser penetrada por esse membro tão imponente. Talvez aí esteja a explicação de por que ela é uma mulher tão feliz.
Levei minha língua até tocar a ponta da cabeça dele, o gosto não era ruim, só um pouco salgadinho.
Quando fiz o "Boobs fuck" no meu tio, cheguei a sentir um gosto amargo, a mesma sensação que tive quando engoli um pouco do líquido grosso que escorria da cabeça do pau do meu pai. Não quis parar, para que não me obrigassem a começar tudo de novo. Fiz a língua girar em volta daquela cabeça enorme tentando lembrar como minha mãe tinha feito, na primeira vez que brincamos. Mas não tive coragem de ir tão longe. Enfiei a glande na minha boca apertando bem os lábios e continuei brincando com a língua. Fiquei assim por alguns segundos até ouvir a voz da Victoria.
—Bota mais vontade aí, Nadia —não estava me xingando, mas sim me incentivando.
Mais uma vez temi que me obrigassem a começar do zero e fiz um enorme esforço para engolir aquela rola enorme aos poucos. Minha saliva me ajudou na tarefa, não era tão difícil tê-la na boca, embora os cantos dos meus lábios se esticassem muito e me causassem certa dor. Quando cheguei na metade, recuei até a ponta para engolir de novo. Me surpreendi por conseguir contê-la dentro, apesar do esforço. Subi e desci a cabeça mais umas três vezes e todos começaram a me incentivar falando coisas. "Isso, assim", "Vamos mais rápido", "Mostra que é filha da sua mãe". Esse último comentário saiu da boca do meu tio.
— Você está insinuando que eu sou uma diretora de escola? — Perguntou Viki.
— Não estou insinuando nada — disse Alberto —. Estou afirmando. Te conheço muito bem, irmã.
Isso me fez rir... é difícil rir com um pau na boca.
Os gritos de incentivo me estimularam um pouco e comecei a chupar mais rápido, me animei a engolir mais fundo. Senti minha buceta escorrendo de tesão. Minhas pernas estavam meio abertas e quase sem perceber, levei uma mão até meu clitóris e comecei a esfregar, sem parar de chupar. Implorava que ninguém percebesse que eu estava me tocando; mas isso era praticamente impossível. Minha família não só me veria chupando o pau do meu pai, mas também seria testemunha de como me masturbei enquanto fazia isso. Será que eles pensaram que eu ficava excitada chupando o pau do meu velho? Que eu estava gostando?
Pensando nisso, não sei se estariam certos. Mas a verdade é que chupar o pau do meu pai estava sendo menos incômodo do que eu tinha imaginado no começo… e mais excitante. Era um pau bom, com certeza minha mãe devia curtir muito chupar ele todas as noites.
O calor da minha buceta me desinibiu e comecei a chupar o mais rápido que podia, dando puxões fortes quando chegava na ponta. Meu cabelo pulava para todos os lados, achei que ia quebrar o pescoço a qualquer momento. A cabeça do pau batia no fundo da minha garganta. Com medo de vomitar, tirei ele da minha boca. Tive a ideia de incluir os peitos na brincadeira, assim me forçaria a tirar a mão da minha xotinha e não engoliria tanto. Enfiei o pau do meu pai entre os peitos e continuei chupando enquanto os movia de cima para baixo, era a primeira vez que fazia um "Boobs fuck" completo, com chupada de pau incluída. Com certeza isso deixaria uma mancha escura e inapagável toda vez que eu lembrasse que minha primeira experiência nesse sentido tinha sido com meu próprio pai. Todos comemoraram minha ousadia.
Minha mãe disse uma coisa que me trouxe de volta à realidade:
— Quanto tempo vai levar? — Não teve resposta, continuei chupando.
—Poxa, ninguém ligou o cronômetro —disse meu tio, alguns segundos depois.
Tirei o pau da minha boca.
Eles calcularam que tinham passado entre oito e dez minutos, quase o dobro do tempo estabelecido. Pra mim sinceramente não importou, mas eu tinha meu orgulho e queria fazer valer.
—Isso é injusto —me queixei— agora a gente devia aumentar o tempo das prendas pra dez minutos —não acreditava nas minhas próprias palavras.
— Acho que seria o mais justo — disse minha mãe enquanto eu voltava para a minha cadeira.
Olhei para meu pai, ele me observava com um sorriso estranho e com o pau na mão. Sorri da mesma forma e meu coração deu um salto quando uma frase passou pela minha mente: "Já vou chupar ele de novo, papai".
Fiquei imóvel, com o pulso acelerado, olhando para aquela pica grossa e comprida. Entre o peso que a bebedeira deixou e o que tinha acontecido, não consegui evitar imaginar uma cena em que eu entrava no quarto do meu pai e ele me esperava com o pau duro, e eu chupava ele todinho, exatamente como tinha feito só um minuto antes. Balançei a cabeça, tentando apagar da minha mente todas aquelas ideias malucas pra sempre.
Uma vez estabelecidas as novas regras, continuamos jogando. Ninguém se cansava das cartas, elas tinham um sabor cada vez melhor porque sabíamos o que estava em jogo. No fundo, não parava de repetir pra mim mesmo que tudo aquilo era uma loucura, mas ao mesmo tempo me deixava muito excitado. Não prestei muita atenção nessa mão em particular, me retirei pra não sofrer outra derrota. Minha mente ainda estava turva pelo que tive que fazer com meu pai.
De repente, meu irmão soltou um grito triunfante, tinha vencido de novo. Ele tinha que escolher a próxima punição e minha mãe seria sua vítima. Ficamos na expectativa enquanto ele pensava em algo, ele costumava ser o mais lento para decidir, tive que dar uma batidinha na cabeça dele dizendo:
—Vai logo, porra, isso aqui não é xadrez. —Meu comentário fez todo mundo rir, mas pro Erik eu fiquei marcada como a vítima número dois dele.
— Já sei! Mãe, chupa a buceta da Nadia. — Me arrependi de ter batido nele.
Era o primeiro desafio verdadeiramente lésbico da noite. Aquela coisa das tetas foi brincadeira de criança comparado aos desafios que a gente tava se impondo agora. Mil coisas passaram pela minha cabeça. A minha mãe ia mesmo comer minha buceta? Enquanto a Viki vinha na minha direção com um andar sensual, fiquei super desconfortável, ela parecia totalmente decidida ou então já tava completamente bêbada.
Aquela mesma mãe que todas as manhãs me preparava o café da manhã… ia comer minha buceta. Não conseguia assimilar essa ideia. Fiquei mais excitada, mesmo tentando me conter. Nem percebi que ela já estava de joelhos diante de mim e tinha aberto minhas pernas. Ela ia mesmo me chupar! Meu coração disparou e o cronômetro mental começou a correr. No instante seguinte, senti o primeiro toque no meu clitóris. Fechei os olhos, nem queria olhar. Pude sentir ela chupando meu botão com força e cruzei minhas pernas nas costas dela, prendendo a cabeça dela no meio. Nunca tinha feito sexo oral antes, nem mesmo com um homem. Era muito estranho que minha primeira experiência fosse com uma mulher… e duplamente estranho que essa mulher fosse minha própria mãe.
Minhas pernas amoleceram, já não conseguia pensar com clareza, sentia um calor intenso descendo pelo meu ventre. A língua da Victoria fazia um trabalho excelente, não aguentaria oito longos minutos dessa tortura tão prazerosa. Onde minha mãe aprendeu a chupar uma buceta desse jeito? Foi aí que tive a absoluta certeza de que minha mãe já tinha tido experiências lésbicas… e mais de uma. Algo que não batia com a mãe que eu conhecia. Para qualquer pessoa deve ser muito difícil um dia ouvir da própria mãe: “Sabe de uma coisa? já chupei várias xotas na minha vida”. Mais difícil ainda é assimilar isso se sua mãe, em vez de te contar com palavras, demonstra… comendo sua buceta de um jeito espetacular.
Eu conseguia ouvir meus próprios gemidos, saíam da minha boca sem minha permissão. A língua da Viki explorava cada canto da minha buceta e aquelas chupadas... Meu Deus, essas chupadas que ela dava no meu clitóris!
Ai, mãe — pensei —. Quantas vezes você esteve numa situação dessas? De joelhos na frente de uma mulher... comendo toda a buceta dela". Me deu muito tesão imaginar quem poderiam ser essas mulheres. Amigas antigas? Colegas de trabalho? Desconhecidas? Será que meu pai sabia das tendências lésbicas da minha mãe?
Eu estava à beira de um orgasmo, tentei segurar com todas as minhas forças, mas minha mãe usou dois dedos, enfiou dentro do meu buraquinho e deu uma chupada forte no meu clitóris. Não aguentei mais, sabia o que viria e não queria que acontecesse na frente da minha família. Minha buceta estava prestes a explodir, sentia espasmos internos e não sabia o que fazer, queria sair dali antes que alguém percebesse. Levantei de um salto, me afastando da minha mãe. Era como se tivesse uma vontade incontrolável de fazer xixi, mas não houvesse um lugar para fazer. Olhei para todos os lados e levei a mão esquerda até minha vagina. Grande erro, só o contato estimulou meu clitóris ao limite e eu explodi.
O orgasmo foi tremendamente intenso, não consegui reprimir meus gemidos, que pareciam mais gritos de agonia e desespero. Instintivamente estiquei minha mão direita em direção à minha mãe, mas não consegui segurá-la. Um jato forte de líquido saiu da minha buceta e caiu no chão numa chuva de prazer. Tentei tampar o buraco de saída com os dedos, mas não adiantou nada, mais gozo saiu disparado dela, espirrando por todo o chão, e outro grito saiu da minha garganta. As pernas já não me sustentavam, fui caindo de joelhos lentamente; minha mãe se levantou rapidamente, pegou minha mão direita e me segurou, colando-se em mim. Com isso, ainda me escondia um pouco da vista dos outros. Comecei a me masturbar violentamente com a mão esquerda. Queria que toda a carga sexual acumulada dentro de mim saísse, antes que meu corpo explodisse.
Minha cabeça estava girando, em parte por causa da grande quantidade de álcool que tinha bebido, eu nem sabia onde estava. Senti algo úmido contra minha bochecha e um cheiro forte de sexo feminino que me deixou ainda mais tonto. Minha mente embotada percebeu que eu estava bem perto da buceta da minha mãe, meus olhos estavam fechados e eu sentia o chão inclinando de um lado para o outro. Minha cara roçou contra os lábios carnudos da vagina, ficando coberta de lubrificação, por alguma razão isso não me incomodou; pelo contrário, aquele calor maternal me pareceu reconfortante.
Sua buceta ficou contra minha boca e, como um bebê que busca um peito, me agarrei a um de seus lábios vaginais carnudos e volumosos. Chupei intensamente, absorvendo todo o líquido que a encharcava. O sabor era muito intenso, um pouco salgado mas maravilhosamente doce para mim. Era minha forma de agradecimento. Aquela mulher não só me havia dado a vida como também me proporcionou o momento mais prazeroso que já havia experimentado. Nunca antes tinha sentido a tentação de chupar a xota de uma mulher; mas naquele momento não me importei nem um pouco. Percorri todos os cantinhos da bocetinha da minha mãe, como se estivesse dizendo: "Já sei que você chupou várias bucetas, e não me incomoda nem um pouco. Te parabenizo por isso".
Recuperei a compostura e percebi a baita vergonha que tinha feito. Acho que ninguém conseguiu ver as chupadas que dei na buceta, isso ficaria só entre minha mãe e eu… pelo menos eu espero.
Fiquei de pé, tentando me manter ereta, me preparando para a enxurrada de provocações e comentários cruéis, mas ninguém fez nada disso, muito pelo contrário. Minha irmãzinha começou a aplaudir animada e todos se juntaram a ela, até a Victoria. Me senti como uma atriz de teatro no final da peça, não pude evitar sorrir. Fiz algumas reverências para meu público admirador. Até meu irmão parecia encantado e sorria para mim como nunca havia feito antes. Ele estava com o pau completamente duro, interpretei como o jeito dele de dizer: "Parabéns, maninha".
Sinceramente, depois daquele orgasmo incrível, eu não queria mais que o jogo acabasse. Tinha gostado da situação e estava curiosa para saber o que aconteceria com minha família de agora em diante.
Minha mãe e eu voltamos a nos sentar, enquanto meu tio Alberto distribuía as cartas.
A próxima a perder foi minha irmãzinha e meu pai teve que impor o desafio a ela. Ela parecia nervosa e ficou toda corada. Tenho certeza que o Pepe percebeu, por isso tentou ser gentil com ela.
—Você tem que dançar para o seu irmão — ele disse. Mayra olhou para ele de um jeito estranho, com a testa franzida, não consegui adivinhar o que ela estava pensando; mas sem dúvida ela estava irritada.
Talvez ela tivesse visto mais do que eu imaginava da dança entre Erik e Victoria... ele tinha passado dos limites com as aproximações, e agora a pobre Mayra tinha que passar pela mesma coisa.
Imaginei que ela se recusaria a continuar com esse jogo mórbido, mas ela se levantou da cadeira e pegou Erik pela mão, indicando que ele ficasse de pé. Ela estava orgulhosamente nua, nesse sentido não notei nem um pingo de inibição. Seus peitinhos se erguiam até os pequenos picos que eram seus mamilos; sua buceta completamente depilada parecia ter sido talhada em mármore, era perfeita; e o melhor de tudo era sua bunda empinada, dava vontade de morder.
Meu tio colocou a mesma música sensual que tinha tocado antes e Mayra ficou de costas para o irmão dela, ela tinha que dançar por dez minutos e ganhar a aprovação dele. Ela começou a balançar aquele rabão redondo de um lado para o outro, parecia uma odalisca. Colou as costas no peito do meu irmão e ele a segurou pela cintura.
A bunda empinada da Mayra esfregou várias vezes no pau que estava atrás dela. Quando ela tentou se encostar mais no Erik, ele se afastou um pouco; o que me deixou muito surpreso. Depois da reação que ele teve ao dançar com minha mãe, se esfregando nela sem vergonha, imaginei que ele tomaria as mesmas liberdades com a irmã mais nova.
Os movimentos sensuais daquela garota graciosa fizeram com que a ponta do pau se perdesse entre suas nádegas. Erik começou a acariciar suavemente sua barriga; mas não tentou ir em direção aos seus seios nem pressionou com sua pélvis, apesar de já ter o membro apontado para a zona mais proibida de sua irmãzinha meiga. Ela, por outro lado, inclinou-se para frente, empinando ainda mais a bunda; como se estivesse buscando o atrito.
A atitude da minha irmã me deixou confusa.
Ela abriu um pouco mais as pernas e suas nádegas se separaram, expondo seu ânus rosado e apertado; a cabeça do pau estava bem encostada nele, mas o Erik parecia estar recuando disfarçadamente. Não conseguia ver o rosto da Mayra, mas seus movimentos perderam a sensualidade e o tempo estava se esgotando.
Com o fim se aproximando, ela conseguiu se encaixar bem na pica dura e ele não conseguiu puxar para fora. Fiquei muito surpreso com o que vi. Ela aumentou a pressão e seu cuzinho começou a se abrir visivelmente. Só eu podia ver aquilo, o resto parecia alheio à situação e observavam com um sorriso no rosto. A ponta do pau começou a deslizar para dentro, enquanto o anel anal se abria cada vez mais. A dilatação não parou até que a cabeça toda desapareceu lá dentro. Não conseguia acreditar no que meus olhos viam. Mayra se mexeu sensual mais uma vez e Erik apertou seus peitos sem nem tirar o pau que estava perfurando o cu de sua irmãzinha; embora não parecesse que ele tentasse pressionar mais. O pênis havia perdido sua cabeça e estava evidentemente enfiado no cuzinho da garotinha. Pude ver o buraquinho de sua buceta, e dele saía uma quantidade abundante de fluidos sexuais. Parece que ela não era imune à excitação.
O tempo acabou e vi a cabeça do pau emergindo como se fosse uma rolha saindo de uma garrafa. O cu da minha irmã tinha ficado bem aberto, formando um "O", depois foi se fechando aos poucos.
Ela voltou para a cadeira com a testa franzida e os lábios apertados. Erik deu um dez pela dança incrível, mas ela não pareceu satisfeita. Apostaria tudo que tenho que, de agora em diante, Erik vai bater muita punheta pensando na bunda da Mayra.
Comecei a distribuir as cartas para que ninguém percebesse a estranha raiva da minha irmãzinha.
Fiquei pensando em que tipo de desafios poderiam surgir daqui pra frente e, por estar distraída, perdi. Essa noite definitivamente não foi a minha. Com certeza fui a que mais perdeu, e na maioria das vezes foi por estar pensando em outra coisa.
Olhei ao redor da mesa, procurando o vencedor, enquanto tomava um bom gole de vinho; minha taça parecia nunca esvaziar, imaginei que meu irmão ou meu pai estavam cuidando para mantê-la cheia. A vencedora foi Victoria, fazendo jus ao nome, ela me sorriu com malícia e eu fiquei petrificada; pude ler em seus olhos que algo terrível estava por vir.
—Você tem que enfiar o pau do Erik —olhei para todos os lados confusa, será que tinha ouvido direito?
— O quê?! — gritei incrédula. Como é que minha mãe podia me pedir uma coisa dessas?
—Isso que eu disse —deu um gole no copo— e tem que estar bem lá dentro —de novo aquele sorriso malicioso.
— Você tá me dizendo que eu tenho que deixar meu irmão me comer? — Aquilo foi um ponto de ruptura pra mim. Uma coisa era chupar o pau do meu pai ou fazer um boob job no meu tio, eu gostava deles e isso facilitava as coisas; mas pelo meu irmão eu não tenho a mesma consideração e não quero me sentir violada por ele.
—Não, transar não. Você só precisa ficar com ela dentro e esperar dez minutos, isso não é transar. —Não quis começar a discutir por um formalismo, com certeza ele teria algum argumento lógico e convincente que me faria duvidar ainda mais.
—De qualquer jeito, não vou fazer isso —disse com firmeza
—Então você tá fora do jogo —isso foi a minha própria irmã que falou—. Quem não passa num desafio, perde.
Olhei para meu pai, a única pessoa que poderia ficar do meu lado, mas ele só deu de ombros.
—É só um jogo, Nadia —disse Pepe—. Se te incomoda, não joga; mas sua irmã tem razão. Você não vai conseguir continuar jogando.
Eu não conseguia acreditar, toda a minha família parecia estar contra mim, até meu tio me encorajava a fazer aquilo e eu já conseguia ver um enorme sorriso no rosto do Erik. Instintivamente, olhei para o pau dele, estava grosso e duro, parecia prestes a explodir e se sacudia sozinho, ficando tenso ao máximo para depois relaxar um pouco. Eu nunca tinha estado com um homem que tivesse um tão grande… exceto pelo boquete que fiz no meu pai. Ao me lembrar daquele momento, fiquei muito molhada, tinha enfiado o pau do meu próprio pai na boca e agora pretendia me recusar a enfiar o do meu irmão, só que por outro buraco. Eu não tinha muitos argumentos para me defender, não sabia o que dizer além de:
—Não, não quero. Prefiro parar de jogar.
—Então você tem que ir pro seu quarto — disse minha mãe.
—Tá me punindo, mãe?
—Não, filha. É que se você está fora do jogo, tem que ir embora. —Eu estava prestes a perguntar por quê, quando minha irmãzinha respondeu essa pergunta sem que eu a tivesse feito.
—É que se você ficar, estaria olhando e isso já é uma forma de participar do jogo —ela tinha herdado a inteligência e o senso de justiça da minha mãe, sempre foi rápida para entender as coisas, mesmo sendo quietinha.
A ideia de ir embora e minha família continuar com aquele jogo sem mim me deixava muito desconfortável. Eu ficaria trancada no meu quarto, imaginando o que estariam fazendo. Era algo que eu não conseguia tolerar. Tentei forçar meus pensamentos e abrir minha mente ao limite. Olhei de novo para aquela pica. Eu sei o quão... puta eu posso ficar, se estiver muito excitada; se aquela pica pertencesse a um homem que não fosse meu irmão, eu não resistiria nem um segundo. Morreria de vontade de senti-la dentro de mim, de aproveitar aquele pedaço de carne. Montaria nela sem hesitar e pularia como uma louca, pedindo para ele me foder mais forte. Engoli em seco e disse a mim mesma que, se fechasse os olhos, poderia imaginar que era outra pessoa.
—Tá bom, vou fazer —todos gritaram de alegria, menos minha irmã. O que será que estava passando pela cabecinha dela?
—O tempo começa a correr quando estiver toda dentro —minha mãe podia ser muito diabólica quando queria; justa, mas diabólica.
Para não esticar muito a situação, empurrei a cadeira para trás e levantei as pernas, ficando bem aberta. Da minha buetinha ainda escorria um suvinho e minha pele branca brilhava de suor. Meu estômago embrulhou só de pensar que estava oferecendo minha buceta pro meu irmão. Assim que Erik parou na minha frente, fechei os olhos. Eu não devia fazer nada, só receber e aguentar por dez longos minutos. Senti a cabeça entrando no meu buraquinho. Estremeci e pensei que, por algum motivo divino, conseguiria evitar que ele enfiasse; mas não foi assim, ele realmente estava entrando e fazia isso devagar, mas sem parar. Minha buceta foi se abrindo cada vez mais. Pude sentir aquele pedaço de carne deslizando pro mais profundo de mim. Os limites da minha vagina se esticaram, se moldando ao diâmetro. Por que ele tinha que ter tão grande? Estava doendo um pouco, mas sabia que, enquanto ele fizesse com jeitinho, não tinha com o que me preocupar. Nada além do fato de que esse era o melhor pau que já tinham enfiado em mim... e era do meu irmão. Lembrei do encontro que tivemos na saída do banho, quando nos abraçamos e pude sentir a rigidez do pau dele contra meus lábios. Agora eu sentiria por dentro e tinha a desculpa perfeita pra isso. Não era como se eu tivesse dito: "Erik, admito que você tem um pau dos mais interessantes, e fiquei curiosa pra experimentar... pra tê-lo bem enfiado na buceta. Enfia em mim?". Não... não... seria incapaz de dizer uma coisa dessas pro meu irmão. Mas a curiosidade é real, mesmo que me custe muito admitir.
Por sorte o pau estava entrando com delicadeza. Espera, isso não é próprio do Erik! Ele faz tudo no modo brutal. Por que ele estava sendo tão suave comigo? A explicação chegou como um balde de água fria: Erik me penetraria o mais devagar possível, para poder ter o pau mais tempo dentro da minha buceta.
Mas eu não queria esperar tanto, nem pretendia dar o prazer de curtir muito a situação. Eu queria tudo dentro, e pronto. Para acelerar as coisas, me vi obrigada a abraçá-lo com força. Apertei ele com minhas pernas, fazendo o pau entrar por completo de uma vez. Soltei um grito, não é que doesse muito, era só uma reação involuntária; mas já estava dentro, bem dentro… e não estava nada mal.
Agora só tinha que esperar.
Achei que a pior parte já tinha passado, mas não. Ter o pau bem enfiado na minha buceta ativou ao máximo todos os meus instintos sexuais. Meu Deus, que delícia! Por que, por que tem que ser tão gostoso?
Ouvi a voz do meu irmão, bem perto da minha orelha esquerda.
—E se eu gozar dentro?
—Cala a boca, seu imbecil, não fala! —gritei, irritada— E não se mexe!
Eu não queria que ele falasse, porque isso tornava mais difícil pensar em outra coisa, em esquecer que aquela pica dentro de mim era do meu próprio irmão. Nunca imaginei que um dia ele poderia me penetrar… e que eu aceitaria fazer isso. Bom, aceitei só porque faz parte do jogo… e a culpa é minha. Achei interessante a ideia de jogar strip pôquer de novo com minha família; mas não pensei que as coisas chegariam tão longe. Mas já era tarde para voltar atrás.
Tentei relaxar, pensar nele como se fosse outro homem. Seu peito estava colado nos meus peitos. Seu hálito chegava ao meu pescoço, causando um formigamento estranho. Ele tem as costas fortes, acariciei suavemente com as duas mãos. Minha buceta estava em festa, e mostrava isso soltando líquido toda hora.
Erik estava tão perto de mim que pude ouvir o batimento do seu coração; os dois estávamos com o pulso acelerado.
Cedendo às circunstâncias, me permiti curtir aquele cheiro masculino, aqueles músculos firmes, o leve atrito dos pelos pubianos dele contra meu clitóris. Mesmo que ele ficasse o mais imóvel possível, sempre havia algum movimento. Eu conseguia sentir toda a extensão do pau enorme dele dentro de mim, nunca tinha enfiado algo daquele tamanho e tive que admitir que era morbidamente gostoso.
Apoiei meus lábios no pescoço dele e respirei pelo nariz, estava bêbada e muito excitada. O que importava se era o pau do meu irmão? Era o melhor pau que já tinham metido em mim na vida. Apertei mais as pernas para puxá-lo mais para perto e senti ele enfiar um pouco mais fundo. Os músculos da minha buceta se contraíam e expandiam sem parar; um gemido forte escapou da minha boca. De olhos fechados, todos os outros sentidos estavam aguçados.
Afrouxei um pouco as pernas e senti o pau dele saindo um tiquinho, mas logo ele enfiou de novo até o fundo; gostei que ele tivesse feito isso e gemí mais uma vez. Não tinha noção do tempo. O pênis recuou mais duas vezes, pra voltar a entrar; mas era um movimento quase imperceptível. Achei que ele só estava tentando se acomodar e aproveitei a ocasião para reboladinhas. Quando ele começou um vai e vem lento, outro gemido explodiu na minha garganta; soltei um pouco mais minhas pernas, para deixá-lo se mover melhor. Percebi que o Erik estava bombando minha buceta lasciva com o movimento do pau dele. Quase como se estivesse me comendo… quase.
Minha mente vagou por outros caminhos e só restou o prazer físico. Erik tirou quase toda a sua pica e me enfiou com força, eu gozei soltando um grito agonizante de prazer. Ele me arremessou mais uma vez e eu gostei. Gostei de tudo: a rigidez dentro de mim; meus lábios vaginais se adaptando à pica; o tesão de tê-la enfiada até o fundo; o líquido morno inundando minhas entranhas… líquido morno?
— Seu imbecil do caralho! — Gritei, voltando subitamente à realidade.
—O que aconteceu, Nadia? —Minha mãe perguntou.
—O filho da puta gozou dentro de mim!


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