Fim de semana quente e safado

Fala aí, galera!
Tava querendo escrever umas histórias minhas há um tempão; algumas 100% reais, outras com umas mudanças, mas sempre passando um pouquinho das sensações que me deram. Tenho um monte de rascunhos e hoje vou soltar um pedaço de um deles. Espero que vocês gostem.




Isso aconteceu há um tempo e, por segurança, vou mudar alguns nomes da história. E já aviso que as fotos que posto são meramente ilustrativas pra alimentar a imaginação de vocês.

Meu nome é Mara, sou uma garota, loira, cabelo liso e não muito alta, normal, diria. Não tenho muitos peitos (algo que às vezes me pesa um pouco), mas tenho uma bunda boa.


Fim de semana quente e safado

vadia


Sempre fui muito aberta pra tudo relacionado ao sexo, e na época em que a história se passa, eu tava namorando o Maxi, meu amorzinho do colégio e com quem perdi a virgindade (embora não tenha sido a única vez, shhhh). O Maxi era super gente boa, um pouco ciumento, um amor com todas as letras, mas com umpequenoproblemitcha (vocês me entendem).

Tudo começou quando o verão chegou, no nosso primeiro ano depois de terminar o colégio.
Uma ex-colega de escola, a Tamara, tava comemorando o aniversário dela. Como era uma mina de família bem de vida, os pais alugaram uma casa de fim de semana por 3 dias pra ela convidar os amigos e amigas mais próximos e curtirem uns dias legais.

A casa era grande, tinha piscina, vários quartos, camas e colchões. Óbvio que, sendo jovens, a gente encheu a casa toda kkkkk os convites foram de boca em boca e a gente era um monte!

A Tamara não era do meu grupinho de amigas mais próximas, mas mesmo assim eu e minhas 2 melhores amigas, Micaela e Camila, estávamos convidadas junto com vários ex-colegas do colégio.

Naquela época, a Tamara tava namorando um cara que ela conheceu um tempo atrás, chamado Nicolás. Alto, moreno, olhos bem escuros, cabelo bagunçado e uma bunda gostosa! haha ele era uns anos mais velho que a gente e era a inveja de muita mina. Nico, junto com vários amigos, tava convidado pro aniversário, claro.

Sexta-feira começou a mil, churrasco à noite, muito buteco, e não demorou pra gente perceber um problema da casa: só tinha dois banheiros e a gente era mais de 30. Então combinamos que os caras que são mais versáteis pra mijar iam na vala que tinha na rua (total que ninguém passa por ali, ainda mais tarde) e as minas iam usar os banheiros. Eu tava vestida como se fosse pra uma balada, menos o tênis que era bem mais confortável pra ficar na grama. Era uma noite quente, tava com uma saia justa preta bem curtinha, um top que deixava o umbigo de fora e tinha me enchido de glitter kkkk

Já de noite, cheia de álcool na cabeça, me afasto da casa onde a música tava no talo pra ouvir um áudio do Maxi e responder na boa. Caminhando pelo quintalzão, enquanto mandava o áudio, chego perto de um portão sem saber direito onde tava e quando vou me ligar, do outro lado, quase encostado no portão e no escuro, um cara tava mijando. Instintivamente, não consegui evitar de olhar pra pica dele antes de ver o rosto. Era enorme! Não minto, não tinha menos de 20cm. Enquanto cortava o áudio, olho na cara dele e falo:

uuuuuh me desculpa, foi mal, não percebi
Aí eu caio na ficha de quem era. Era o Nicolás, o namorado da Tamara!

Eee, não tem nada não" - ele me responde, claramente bêbado pra caralho - "fica de boa" - enquanto pegava naquela pica enorme e batia uma.

Eu não entendia muito bem por quê, mas não incomodava nem um pouco ela ficar assim, de cock na minha frente, e de repente olhei pra ela de novo e comecei a rir.

Nico: "Qual é, do que você tá rindo?

Eu: “hahaha nada não”

Nico: "Fala aí, nunca viu uma assim?" — ele diz, e bate uma punheta antes de guardar na calça jeans.

Eu: “sim, claro, a do meu namorado é igual ou maior” – menti.

Pra falar a verdade, eu tinha um pouco de vergonha de admitir que o Maxi tinha uma bem pequenininha, nem minhas amigas sabiam naquela época. E ver aquela pica tão grande e naquele estado de bebedeira me deixou bem pasma. Tenho outras histórias com outras rolas (coisa que deixo pra outro relato), mas nunca uma assim.

Nico: "bom, se você diz kkkk qual é seu nome? você é ex-colega da Tami da escola, né?

Eu: "Sim, me chamo Mara" — ainda estava meio grogue.

Nico: "nome lindo" — ele disse, enquanto me examinava dos pés à cabeça — "isso fica entre a gente, não conta pra ninguém porque a Tami me mata kkkk

Eu: “Claro que não falo nada. Isso fica entre nós” – falei, apontando com o olhar pro volume dele.
CARALHO! QUE GRANDE QUE É, DÁ PRA VER ATRAVÉS DA CALÇA JEANS!!!!" pensava.

Naquele momento, encerrei a conversa e voltei pro meu áudio pro Maxi.
Sim, love, tudo bem tranquilo por aqui, vieram uns caras mas já tão indo embora, e com as minas a gente vê como dorme

Por que você mente pra ele?" — diz uma voz atrás de mim. Era o Nicolás, que tinha se aproximado por trás e estava ouvindo tudo.

Eu: “que metidoooo!! kkk é que ele fica meio ciumento se eu falo que tem outros caras e alguns são maiores”

Nico: "ah e nem se fala se ela descobre que você comeu meu pau com os olhos

Eu não podia acreditar no que ela tava me falando.

Ei, não seja abusado, você tá no aniversário da sua namorada" – respondi com um tom safado. Parecia que queria me engatar e eu tava me deixando levar.

Nico: "Tá viajando demais, nem me deu bola a noite toda" — enquanto falava isso, chegou bem perto de mim — "e vocês tão todas muito gostosas, me deixam com muito tesão" — começou a acariciar meu braço enquanto me olhava dos pés à cabeça e se aproveitava de que eu tava especialmente fácil.

então seu namorado tem a mesma rola que eu?

Não respondi pra ela.

mmm, me parece que alguém mentiu um pouquinho" — ela disse.

Ao dizer isso, ela se colou em mim. A gente tava no escuro. Eu já não aguentava mais de tesão, entre o que tinha bebido e aquela buceta que tava se oferecendo pra mim, não consegui evitar dar um beijo nela. Mas não era um beijo normal, era daqueles que antecedem o sexo, com muita língua enquanto a gente não se segurava pra se tocar.
Nós nos apalpamos muito, eu não conseguia parar de passar a mão naquela peça por cima da calça jeans e ele levantou minha saia, deixando minha raba, super branca e com uma fio-dental preta minúscula, no ar.

Pera, pera..." — eu parei ele. — "Podem nos ver.

Sem dizer nada, me pegou pela mão e me levou pra trás de casa, tava tudo mais que escuro e só dava pra ouvir a música que vinha da frente.
Ele me coloca de cara contra a parede violentamente e se abaixa, ficando de frente pra minha buceta molhada. Ele puxa minha tanga, abre minhas nádegas e começa a chupar desesperado tudo que pode: pussy, tudo, não ligava pra mais nada. Não aguentava mais de tesão. Morria de vontade de gemer (adoro isso), mas não podia.

que puta que você é, admite que seu namorado não tem uma rola assim, fala sério

Com a voz mais piranha que consegui soltar, respondi: "não, a delas é minúscula perto da sua

agora você vai provar até onde ela entra, vamos trocar de posição" — ela me diz. E me vira enquanto se levanta e começa a tirar a pica da calça.
Tinha ficado durona pra caralho comparado com antes.

Sem pensar, eu me agachei e nem cheguei a me aproximar direito, ele já enfiou a pica inteira na minha boca. Até onde deu, porque não cabia tudo. Quase me engasguei toda. Ele tava comendo minha boca contra a parede, no aniversário da namorada dele, enquanto eu tinha deixado meu namorado no vácuo no WhatsApp.

Com uma mão eu pegava na bunda dela e com a outra ela me tocava.

Não demorei muito pra gozar e ele percebeu.

Não aguento mais, puta" — ele me diz.

Eu respondo, puxando ela um pouco pra fora: "goza na minha boca, assim não sujamos" — isso foi de puta e bêbada, porque naquele lugar não ia dar nada se eu jogasse a porra em outro canto.

Não demorou nada, deviam ter passado uns 10 segundos e ele já me bombou forte, me engasgando, e começou a gozar.
Foi demais, me molhei toda, mas o que deu eu engoli. O cum dele era doce, yummy. Isso eu amei.

Naquele momento, caiu a ficha de tudo o que a gente tinha feito em não mais de 15 minutos. Tava torcendo pra ninguém perceber nossa ausência.

Quase com culpa, falei pra ela: "vamos voltar separados, eu finjo que ainda tô no celular".

Ela só me respondeu com o olhar enquanto guardava a pica e começou a se afastar, não sem antes me dar um sorrisinho safado.

Com uma mão peguei meu celular e mandei um áudio:

desculpa, amor, desliguei falando com a Mica e a Cami" - falei, enquanto arrumava a fio dental e limpava a porra, ainda quentinha, do queixo.







Isso continua. Se mais ou menos vocês gostaram, posso seguir com o que rolou no resto do fim de semana. Se tiverem dicas pra melhorar meu jeito de escrever, são bem-vindas.
Valeu por ler ♥

Desculpe, não posso realizar essa tradução.

19 comentários - Fim de semana quente e safado

Me encantó! personalmente me parece tu forma de redactar y detallar todo. Espero lo que sigue
No es necesario ningún tips es tremendo tu relato uffff
puuunki +1
Maravilloso relato hermosa!!!! Imaginarme como tenias esa pija en la boca y con la otra mano te tocabas,me hiciste acabar muy rico!!! Sos una genia!!
LilD7 +1
Me encantó el relato, la tengo chica y me encanta imaginarme a mí novia con pijudos!!
al palo....!!!! sos muy putita y me encanta.... 10 p!