Enquanto eu brincava com a ponta do dedo no meu ânus, e eu resistia inutilmente. Acabei no chão de barriga pra baixo com ele em cima de mim, me segurando com força e enfiando dois dedos enquanto não parava de repetir "é assim, que gostoso" enquanto o vídeo continuava tocando uma e outra vez no volume máximo. "Sabe que isso serviu pra levantar meu astral?", ele começou a dizer enquanto puxava minha tanga, continuava cuspindo no meu cu e enfiava os dedos até o fundo uma e outra vez, e continuou: "Ter alguém que se ofereça pra fazer isso pelo amigo, não se vê todo dia. Sempre tive vontade de te pegar, mas chegar a ponto de você ser minha putinha pessoal, não tem preço", enquanto aumentava o ritmo com os dedos pra ver se já entravam e saíam sem atrito. Eu não parava de gritar de dor e prazer. "Por que você tá me matando?", cheguei a falar, entre o peso do corpo dele em cima de mim, o cheiro do corpo suado e os dedos dele entrando e saindo do meu cu, não aguentava mais. Ele dá uma gargalhada, se afasta um pouco só pra me virar de barriga pra cima e fica na posição de 69, esfregava as bolas e o pau na minha cara toda, enquanto se ajeitava. Quando se acomodou, enfiou o pau na minha boca até o fundo, até ter as bolas grudadas no meu nariz, e começou a foder minha boca. Me dando ânsia entre o pau e o cheiro dele. Ele massageia meu pau por cima da cueca pra ver se não tava endurecendo de novo e começa a enfiar os dedos no meu cu de novo enquanto comenta: "Que lindo que seu pau tá assim mortinho, e que você é bem submissa!" enquanto aumentava a velocidade e força da estocada na minha boca e a velocidade e força que enfiava os dedos no meu cu. Depois de um tempo, ele para, sobe de cima, me coloca no sofá ainda de barriga pra cima e começa a enfiar o pau no meu cu. Enquanto com a mão pega o celular e me diz: "Me pede pra te foder! Mas fala direito, com tom de putinha e que dê pra ver que você deseja!" O meu pau começava a endurecer de novo e como ele tava Agarrando, ela percebeu e continua dizendo: "Naa, assim não, quero você bem submissa quando eu entrar." Deixa o phone de lado um pouco e começa a me masturbar, puxando a cock pelo lado da calcinha, enquanto enfiava dois dedos com muita velocidade e força até eu gozar de novo. Soltei um suspiro quando gozei, era uma mistura de dor e excitação constante com os dedos rasgando meu cu. Pega o phone de novo no escuro e me manda falar: "Pede pra mim, vai! Me come toda, papai!" Falo, mas sem tom afeminado. "Mais submissa e puta, fala pra mim", ele responde. "Me come a bunda, papai, por favor", falo do jeito mais suave e meigo que consigo. Sem parar de filmar, aponta pra cock que começava a enfiar no meu cu sem camisinha, até que entra toda depois de uns momentos e começa a se mover pra trás e pra frente, até a cock ir e vir dentro do meu cu. Aí levanta a câmera e vai filmando meu corpo inteiro, enquanto com a mão livre enfiava dois dedos na minha boca pra eu chupar. Depois de um tempo, quando ficou satisfeito, larga o celular do lado da minha cabeça e põe pra tocar os vídeos antigos em loop de novo, enquanto colocava minhas pernas nos ombros e bombava meu cu com mais força e rapidez, e ia comentando: "Olha como você fica bem no vídeo", ia dizendo entre gemidos, virando minha cara pra eu ver o vídeo de como a cock entrava no meu cu até o talo, e depois me filmava de cima a baixo. Nos dois vídeos, com os close-ups, fica bem claro que sou eu, mas não dá pra ver nem notar de quem é a cock que eu como e que me come. Já que a voz dele no vídeo não aparece. Depois de um tempo, ele muda minha posição e voltamos pra posição com minhas mãos apoiadas no sofá e eu em forma de "L", o celular no sofá apontando pra gente com o vídeo tocando, enquanto ele continuava me comendo. "Fala que você adora", ele pedia entre gemidos, enquanto eu implorava pra acabar, já que meu cu não aguentava mais. "Adoro, papai", tentando ser sensual, respondo. "Sim. Assim, ela me responde e continua: "Já tô quase gozando, putinha, você vai engolir tudo, né? Não quero nem uma gota pra fora!" Enquanto aumentava o ritmo, cada vez mais forte e rápido. Antes que eu responda, ela me vira, me ajoelha e ordena: "Abre bem essa boquinha!" E enfia a pica até o fundo e começa a gozar uma quantidade bruta de porra, e com a ânsia eu cuspo pelos lados da pica. E ela continua dizendo: "Não, nada de cuspir, engole tudo, tudo, putinha!" Me fala, enquanto bombeava a pica devagar na minha boca. E segura minha cabeça. Eu obedeço e termino de chupar a pica e engolir toda a porra. "Assim, bem obediente, agora chupa tudo que você cuspiu." Ela continua falando, "assim, assim, bem limpinho", enquanto eu lambia toda a porra da pica, barriga e bolas que tinha cuspido, e termina dizendo: "Agora que eu sei que você fica com tesão em homem com cheiro de homem, na semana vou te buscar depois do expediente, já que você trabalha em casa, pra ser minha putinha em tempo integral." "Na semana tem a minha mulher", respondo seco. "E então, você vai ter que dar um jeito, porque a partir de hoje você é minha mulher", ele falava com tom de brincadeira, enquanto me levantava do chão e passava a mão na minha bunda e me beijava de língua, e continua: "Quando eu quiser descarregar, você larga tudo e vem atender seu papai, sem reclamação nem atraso. Ok?" E fica me olhando esperando a confirmação e repete: "Ok?" "Sim, papai", eu digo. Continua...
2 comentários - Brinquedo do Chefe (Conto Gay) Parte 3