Recuerdo de una...

Apoiado na lateral do carro e de olhos fechados, eu conseguia prestar atenção em tudo ao meu redor. De um lado, sentia a brisa fria da madrugada chegando, mas não estava com frio. Atrás de mim, vinha a música da festa, que se misturava com outro som bem na minha frente — aquele som que eu adoro sentir. Será que sou louco por sentir um som? Claro que não, porque a Clau estava ajoelhada na minha frente, e eu sentia a linguinha do boquete gostoso que ela tava me fazendo. O barulho que ela fazia cada vez que metia e tirava meu pau da boquinha dela era único. Mas... como é que eu fui parar com essa mina ajoelhada na minha frente, com a boca cheia do meu pau, se ela tinha namorado e eu só tinha visto ela uma vez em outra festa?... Muito prazer. Minha prima é como se fosse minha irmã, quase não sai com os amigos e muito menos pra festas, mas nas raríssimas vezes que se animava a ir numa balada, me chamava. Dessa vez, me convidou pra uma festa e, mesmo sendo bem longe de onde eu tava, aceitei porque vi ela super animada e a festa prometia ser boa. A comemoração era de uma colega de faculdade dela. Eu conhecia algumas amigas dela, a única coisa que precisava saber era o tema da festa e o nome da anfitriã, pra não passar vergonha se perguntassem o que eu tava fazendo lá. Chegamos e, na entrada da casa, já dava pra ouvir a música da festa no talo e as risadas de quem já tava dentro. Perguntei pra minha prima: — De quem é a festa? — Ah, é o aniversário da Clau. Entramos e cumprimentamos quem conhecíamos, mas não tinha sinal da aniversariante. Dei uma olhada e tinha poucas opções de minas disponíveis. Foi aí que ela apareceu... mais ou menos 1,60, pele morena puxando pra um tom canela bem bonito, nem magra nem gordinha, cabelo preto liso na altura dos ombros. Até aí, nada muito impactante, mas a atitude dela e o que ela tava vestindo roubavam a cena. Ela era festeira e alegre, só de ver ela sorrir, você já sorria de volta. Ela tava usando uma blusa preta. com detalhes dourados, não tinha muito peito, mas a roupa caía bem nela e ajudava a destacar os seios, uma saia justa, no meio da coxa, estilo leopardo, que deixava a bunda redondinha e empinada super apetitosa, mega apetitosa ela tava.Recuerdo de una...Tenho uma fraqueza por minas magrinhas que têm uma bunda redondinha e empinada, daquelas que mesmo sem salto já aparecem bem gostosas. Imagino elas de quatro, levando uns tapas e começando a meter bem forte até gozar... Não consegui evitar de imaginar a Clau nessa situação, então resolvi me aproximar dela. A gente conversou e dançou uma vez, mas depois descobri que ela tinha namorado e ele estava entre os convidados. Com essa informação, desisti da Clau, não queria arrumar confusão. Mas a vontade que deu de fazer algo naquela noite não passava, então consegui aliviar um pouco a excitação com uma amiga dela na festa. Uns beijos e um amasso bem dado resolveram naquela noite.

Meses depois... Minha prima me chamou pra um rolê com os amigos dela. Fomos e, quando chegamos, o clima tava meio morto, só conversando sem dançar ou fazer algo legal. Vi a Clau e cumprimentei, não vi o namorado dela, mas também não perguntei. Dessa vez ela tava de blusa branca, jeans azul justo, bota marrom e uma jaqueta jeans. Nada demais, mas ainda assim as bundinhas empinadas dela apareciam bem. A festa continuou e as bebidas começaram a descer. Chegaram mais amigas dela, e uma me chamou a atenção. Era daquelas minas que sabem que são gatas e por isso têm uma atitude metidinha. Não tinha um corpo dos melhores, mas dava pro gasto. Então parti pra ação e chamei ela pra dançar. Foi fácil interagir porque ela já tava com uns copos na cabeça de um rolê anterior. Na dança, rolou uns roçados bem sedutores.

Enquanto a festa seguia e o álcool descia, confirmei que a Clau veio sozinha. Aí decidi que era minha chance. Chamei ela pra dançar uma cumbia. A gente conversou bem à vontade, foquei nela, rimos pra caralho e a interação foi super natural. Pra não ficar na cara que tava em cima da Clau, chamei a outra mina pra dançar de novo. Gostosa, que por sinal já tava mostrando sinais de que tava bebida, trocaram a música pra reggaeton e a dança ficou bem provocante com ela, ela se mexia bem e eu não perdi tempo, tanto que ela começou a rebolando em mim, claro que eu dei uns bons esfregões com meu pau na bunda dela. Quando ela tava de costas, a excitação me pegou e coloquei minha mão num dos peitos dela, eram pequenos mas bem macios. Dançamos assim por uns segundos até ouvirmos uma das amigas dela chamando. Por sorte o lugar era mal iluminado e dava pra brincar um pouco enquanto dançávamos sem que os outros vissem direito o que rolava. Ela saiu meio cambaleando com a amiga e eu fiquei com uma bela ereção debaixo da calça... tinha me excitado e agora ela tinha ido embora, caralho!... Lembrei da Clau e fui procurá-la. Encontrei ela conversando com minha prima, convidei ela pra dançar mas dessa vez trocaram a música pra cumbia, eu ainda tava com a ereção por causa da rebolada da outra mina. Aproveitei algumas voltas que dei na Clau pra me esfregar um pouco com a desculpa de não ouvir nossa conversa enquanto a gente papeava dançando, ela não se irritou nem se afastou. No fim da música, falei: — Gosto muito do seu jeito de se vestir, realça bem como você é linda. Ela me olhou por um momento e, desconcertada, foi sentar com minha prima. Pra mim foi: já era, fodeu. Fui atrás da mina com quem tinha rebolado, pra minha surpresa ela já tava bem bebida e as amigas estavam cuidando dela. Caralho! Parecia que não ia rolar nada naquela noite. Passou um tempo, bebi e fiquei conversando com uns caras que estavam lá. Minha prima e a Clau continuavam papeando no grupinho de amigas delas e, já meio entediado de só falar e com a iluminação ruim do lugar, tava dando sono. Chamei minha prima pra dançar, a música acabou e convidei a Clau. Ela pensou um pouco e aceitou. Comecei a dançar normal, sem roçar nem nada, e puxei assunto: — Também se cansou de só conversar? Ela me olhou com surpresa, como se tivesse descoberto e então sorriu -- hahaha sim, já estava ficando entediada, eu gosto de dançar mesmo não sendo muito boa -- A gente pode dançar à vontade pra você aprender, além do mais, só conversar não é tão legal assim, dá pra fazer coisas muito mais divertidas numa festa -- Tipo o quê? Olhei fixamente pra ela e falei: - Um amasso daqueles... A gente se encarou, num movimento rápido eu beijei ela, senti os lábios carnudos dela e me afastei um pouco, a gente se olhou de novo e ela correspondeu ao beijo, sentindo os lábios macios dela e nos beijando devagarzinho, fui levando ela aos poucos pra fora da barraca que tinham montado pra festa -- O que cê tá fazendo? - Nada que você não queira fazer -- Não, não tô entendendo o que tá rolando -- ....você não gostou? Mordi o lábio inferior dela -... não posso... Mordi o lábio dela de novo, senti ela tremer, descobri que ela curtia aquilo, puxei ela mais pra perto de mim, a gente já tava quase fora da barraca -.. não, isso é errado... Parei de beijar ela e me afastei um pouco pra olhar bem nos olhos dela, ela tava de olhos fechados e balançava a cabeça dizendo não, mas não fazia nenhum movimento pra ir embora. Cheguei o mais perto possível dela, minha boca ficou no ouvido dela e soprei devagarinho antes de falar - O que você gosta de sentir? Beijei ela de novo e fingi que ia morder, mas não fiz, quando tentei me afastar ela reagiu e mordeu meu lábio.. era a hora de continuar, nos beijando eu levei ela pra fora da barraca. Os carros de quem tava na festa estavam estacionados, guiei ela entre dois carros e encostei ela num deles, me senti à vontade por estar fora da barraca e quase não ter luz, afastei o cabelo dela de um lado e comecei a beijar o pescoço dela. -Ah... Ouvi ela gemer e suspirar assim que meus lábios tocaram o pescoço macio dela, coloquei minhas mãos na bunda dela e apertei forte -- Mmmm espera... Finalmente tinha nas mãos aquela bunda gostosa que eu tava tão afim desde que vi ela na festa dela, era firme e cabia perfeitamente nas minhas mãos, com meu aperto fiz ela ficar na ponta dos pés, soltei ela e ela Rio me dizendo:
—Isso eu gosto.
Ela me beijou forte, mordendo meus lábios. Puta merda, ela gostava daquilo e eu tava ficando super excitado, meu pau já tava durasso debaixo da calça. Com uma das mãos, apertei a bundinha dela; com a outra, comecei a subir devagar pelo abdômen dela por cima da blusa até chegar no peito dela. Era pequeno, mas muito macio. Meu pau tava explodindo de tesão do jeito que eu tava segurando a Calu, agarrando a bunda dela e um dos peitos gostosos dela. Comecei a acariciar o peito dela enquanto a gente passava das mordidas pra um beijo de língua — eu amo esses beijos. Gostei de tocar o peito dela, mas a bunda dela me deixava louco, então voltei a agarrar e apertar forte com as duas mãos.
—Ahh, sim — ela disse de novo, mordendo o lábio. Os sinais tavam claros quando ela gostava de algo.
Apertei ela com força e me grudei nela. Senti como meu pau, que tava duríssimo, encostou na virilha dela. Fiquei mais excitado e comecei a me mexer como se tivesse comendo ela. Ela parou de me beijar e olhou nos meus olhos enquanto eu continuava com os movimentos.
—Mmm, isso é muito bom.
Nisso, ela começou a se mexer também e soltou uns gemidos baixinhos. Vi os peitinhos dela e passei rapidamente as mãos da bundinha dela pros peitos. Apertei os dois e senti ela se grudar mais em mim. Com uma mão, comecei a fazer movimentos circulares no peito dela; com a outra, comecei a levantar a blusa dela. Cheguei a sentir o sutiã dela, então meti a mão por baixo. Senti a pele macia dela e apertei o peitinho dela. Tava com uma mão por cima da blusa e a outra diretamente no peito quentinho e suave dela. Senti ela se contorcer e apertei os biquinhos dela.
—Ahhh, siiiim.
De repente, num piscar de olhos, ela se ajoelhou, ficando com a carinha na altura do meu pau, que tava fazendo um volume enorme debaixo da calça. Senti as mãos dela nos meus músculos da coxa, se aproximando do meu pau. Rapidamente, desabotoei o cinto. Vi no rostinho lindo dela um sorriso safado, sem tirar os olhos do volume do meu pau. Assim que desabotoei meu... Cinto... ela abaixou o zíper da minha calça e enfiou a mão pra tirar minha pica. Eu baixei um pouco a calça pra facilitar a manobra, e nisso senti os dedos frios dela na minha pica. Ela segurou com uma mão e com a outra puxou minha cueca pra baixo. Uff, sentir os dedinhos macios e frios na minha pica fez um choque elétrico percorrer meu corpo inteiro. Quando ela tirou, deixou a mão em volta da minha pica, que tava duríssima. Clau não tirava os olhos, com um sorriso no rosto. Ela virou pra mim e, sem dizer nada, deu um beijo na ponta da minha pica... Uffff, a sensação foi deliciosa demais. Ela continuou dando beijinhos na ponta da minha pica e por todo o tronco. Quando chegou lá embaixo, passou a linguinha de baixo até a ponta. Ahhh... Passei a mão no cabelo dela, e nisso senti o calor da boquinha dela e ao mesmo tempo a umidade da língua. Uffff, ela tirou e colocou de volta na boca devagar, repetindo o movimento uma, duas, três vezes. Nunca imaginei que Clau fosse tão boa fazendo um boquete, porque toda vez que ela tinha minha pica na boca, dava pra sentir perfeitamente como ela mexia a língua pra alcançar minhas bolas. Uma habilidade que não encontro com frequência e que é uma delícia. Fechei os olhos e me preparei pra aproveitar aquele momento de glória. Clau, a mesma garota que conheci e que me encantou desde a festa de aniversário dela, agora tava me fazendo um boquete dos bons. Com a mão no cabelo dela, acompanhava o movimento que ela fazia com a cabeça enquanto me chupava. Eu tava no limite, abri os olhos e vi ela bem entretida, com a boquinha cheia da minha pica. Tava a mil, queria encher a carinha dela toda de porra. Nisso, ouvi: — Clau, cadê você?... Era uma das amigas dela se aproximando de onde a gente tava. Clau levantou rápido e enfiou minha pica de volta na cueca, ajeitou a blusa... Olhando bem nos meus olhos, com uma cara séria, falou: — Isso não aconteceu. Eu concordei com a cabeça, não queria falar nada pra caso a amiga dela estivesse perto e me ouvisse. Ela colocou a mão em cima da minha. Boxer tocando meu pau ainda duro e molhado da babinha dela, a expressão dela mudou pra um sorrisinho safado — "Mesmo que eu adorasse continuar..." Não deu tempo de responder, porque na mesma hora ela foi pra onde a amiga dela tava vindo — "Tô aqui! O que foi?" — "Cadê você?" — "Por aí." Não me mexi nem fiz barulho, ouvi elas indo embora. Com um sorrisão no rosto, arrumei minha roupa e voltei pra onde os outros estavam. Minha prima nem pareceu perceber que eu tinha sumido por um tempo, porque tava toda entretida com as amigas dela. Me juntei ao grupo e continuei como se nada tivesse acontecido. Amanheceu e voltei pra casa com um sorrisão no rosto.

0 comentários - Recuerdo de una...