Meu irmãozinho me ajuda com a mamãe.
O cansaço foi tanto que nem sei quanto tempo dormi, só sei que tava num sono profundo, aproveitando ao máximo a sensação daquele orgasmo, com a imagem da bunda da minha mãe na cabeça, apertada naquele calcinha preta de renda que sumia naqueles coxões enormes, redondos e gostosos.
Sentia um peso bem gostoso, não tava sonhando, mas mantinha os olhos fechados numa boa, desligado do mundo a ponto de não perceber nada até ouvir a voz da mamãe e saí do meu transe quase na hora.
- Meu Xavi… — dizia ela de forma melodiosa enquanto deixava as chaves na mesa e se aproximava do meu quarto.
Não tinha tempo pra nada, percebi que tava pelado e minha cueca tava cheia de porra e longe pra caralho do meu alcance, então a única saída foi pegar os cobertores e me cobrir o melhor que dava, mas no desespero só consegui esticar até tampar minhas costelas; me deitei e fingi que tava acordando por causa da voz dela.
— Já voltou, hein? — falei, fingindo um bocejo no final da frase.
— Sim, e você continua na cama, tá na moleza, meu amor. — Respondeu a mãe, sentando perto da cama.
- É feriado amanhã e sábado, e além disso você não demorou muito.
— Xavi, já fui embora faz mais de 2 horas. — Disse a mãe com um olhar meio desafiador.
- ¡Sério?! Não percebi. – Ela falava sério, não fazia ideia de quanto tempo tinha passado – pensei que ainda fossem 8 horas.
— Já é meio-dia e a gente tem que ir almoçar na sua avó. – Respondeu a mãe, sentada na beira da cama, segurando meu tornozelo por cima das cobertas.
— Mas o que você fez com a Elena? Não tô vendo diferença em você. — Perguntei de um jeito bem natural e sem pensar muito.
- Ahm… o que eu fiz não dá pra ver à primeira vista, não cortei o cabelo, fui depilar. – Respondeu a mamãe com um pouco de vergonha.
— Depilar? As axilas? Paga por isso? — Perguntei, todo sem noção, já que não conhecia esses rituais de beleza feminina.
- Não, meu amor, isso eu faço sozinha. Fui depilar as pernas e a minha buceta. – Respondeu mamãe desviando o olhar ao falar as últimas palavras.
— Não sabia que você fazia isso, mãe. Pensei que só ia cortar o cabelo. — Respondi intrigado, mas meio curioso. — Pra que vocês depilam as pernas?
—Pra ficarem bonitas e macias, e pra você não se incomodar ao usar meia-calça, às vezes os pelinhos encravam e machucam ou, pior, rasgam a meia. — Respondeu a mamãe, brincando com meu tornozelo.
- Vantagens de ser homem, não consigo imaginar como deve ser a sensação e o desconforto que é se depilar lá embaixo. – Falei num tom de zoeira.
- Mais que desconfortável, é doloroso, porque depila com cera quente, não com gilete, mas ficam muito lindas e macias. Quer ver elas e dar sua opinião? – Disse mamãe com um olhar safado.
- Claro, mãe. – Respondi sem disfarçar minha impaciência e curiosidade.
Mamãe se levantou e virou as costas pra mim, tirou os tênis com os pés, enfiou os polegares nas laterais da legging e empinou a bunda enquanto deslizava a legging pelas coxas até os joelhos; aquele movimento foi bem rápido, mas ao mesmo tempo lento o bastante pra dar pra ver como a calcinha dela estava toda desarrumada, quase engolida por aquela bunda poderosa.
Começou a girar devagar, levantando o joelho esquerdo pra terminar de deslizar a roupa apertada até o pé ficar livre. Com o mesmo pé, segurou a barra no chão e foi subindo a perna direita pra repetir o processo.
Logo estava com ela na minha frente, com uma camiseta azul que cobria a barriga e um terço da bunda dela, e os pés cobertos com meias soquete meio desarrumadas por causa da luta de se despir. As mãos dela acariciavam a parte lateral das coxas, enquanto ela olhava pro chão como se procurasse alguma coisa.
— Como é que elas ficam sem pelinhos? — Perguntou a mamãe, de pé na minha frente.
- Pois elas tão do mesmo jeito, véi. – Respondi olhando fixo pras curvas dela.
— Como é que você vai falar uma coisa dessas?! — Disse a mãe se fingindo de ofendida.
- É que eu te vejo sempre de meia-calça, então parecem iguais, só que sem a cor escura da meia. – Respondi com uma astúcia que não era minha.
— Ah, pois é, isso é verdade. Mas você precisa tocá-las pra sentir a diferença. — Disse mamãe enquanto se sentava ao meu lado, esticando as pernas o comprido da cama. — Me dá sua mão.
- Tão macias mesmo, igual suas bochechas quando você passa seus cremes. – Respondi enquanto as pontas dos meus dedos percorriam as pernas da mão da mamãe.
- Sim, meu amor, é assim que elas ficam gostosas.
A mão da minha mãe foi me guiando, serpentando do joelho dela até a altura da coxa. O percurso era bem excitante, eu tava com uma ereção enorme debaixo das cobertas, queria bater uma com a mão livre enquanto sentia aquela textura tão macia, mas do nada as palavras que envergonharam ela voltaram na minha cabeça; tava tão excitado que não aguentava mais e era hora de me arriscar.
- Deixaram sua buceta assim? – Perguntei com vergonha, angústia, medo e desejo em cada palavra.
- Ahm… Sim, meu amor… - Respondeu mamãe com um pouco de vergonha, parando o trajeto dos meus dedos, bem na hora em que minhas pontas encontraram o tecido de renda por dentro.
— E não te dá vergonha de ficarem te olhando, mãe? — perguntei com cautela.
- Na primeira vez sim, mas já tenho confiança na Elena e não me dá mais vergonha que ela me veja e me depile. – Disse a mamãe com a voz mais calma, enfiando os dedos entre os meus.
- Ai! Mas deve doer pra caramba. – Falei olhando pra nossas mãos.
- Se dói, mas também é por higiene e pra ficar bonitinha. – Respondeu a mãe quase num sussurro.
O momento tava ficando bem intenso, tinha uma tensão sexual do caralho e eu tava com medo de gozar a qualquer hora, enquanto morria de vontade de olhar a mamãe nos olhos, sentia que se a gente se encarasse, alguma coisa ia rolar. Tava com medo, então pra tentar aliviar o clima, tentei soltar uma piada.
— Eu não faria isso. Além da vergonha, as poucas vezes que peguei pelo no zíper da calça doeu pra caralho. — Respondi num tom de sacanagem.
- Kkkk… Por isso tem que depilar, meu amor – Mamãe soltou uma risadinha enquanto largava minha mão e a levava até meu peito. – Vejo que já dormiu pelado, meu amor.
- Ahhh… Sim… É que fiquei com calor e quis tentar. – Respondi com espanto e medo de novo.
— E o sono, como foi? — Perguntou mamãe enquanto deslizava as unhas no meu peito.
- Gostoso, parece que tá mais fresquinho… — Falei com um fio de voz.
— Que bom, meu amor. Você tem uns pelinhos mesmo – Disse mamãe enquanto olhava meu abdômen e os dedos dela deslizavam pelo meu umbigo – Vamos ver se você precisa depilar.
Sem aviso, mamãe pegou as cobertas e puxou elas na direção da parede, e o que eu temia parecia ter se tornado realidade. Meu pau estava duro, bem inchado e suado por causa do calor da cama. Além disso, o movimento das cobertas deixou à mostra um fio de fluidos transparentes se esticando de uma das bordas do lençol até a minha glande, e quando a tensão se rompeu, ele caiu, lambuzando parte do meu abdômen inferior e o lençol.
Tava morrendo de vergonha, aqueles segundos pareceram horas, sentia que mamãe tava me olhando, não sei se com um olhar inquisidor ou inquieto, mas tava olhando, e apesar da vergonha ser grande, minha excitação também era; nunca tinha transado, não sabia o que era sentir a língua roçando na minha cabecinha ou o abraço molhado e macio de uma buceta, mas queria sentir aquilo logo.
- Uai, meu amor! Isso é mais que suor… - Disse a mamãe, surpresa.
- Desculpa, mãe… - Respondi, todo envergonhado.
- Não tem porquê, meu amor, isso é normal. Mas olha só, meu gatinho já tem pelinhos como um homem de verdade. - Exclamou mamãe enquanto deslizava as mãos pelo meu púbis, meu pau e meu saco, examinando entre meus pelos.
— Será que tenho muito? — perguntei feito uma idiota.
— Mais ou menos, meu amor, mas se quiser te levo com a Elenita pra depilar. — Disse mamãe enquanto continuava acariciando minhas partes.
- Mamãe! Mas ela é mulher! – Respondi sem pensar e bem envergonhado.
- Então você prefere um homem? Kkkk… – Respondeu a mãe caindo na gargalhada.
- Não, mãe! Só tava falando pela surpresa, ela me conhece desde moleque e eu ia ficar sem graça. – Falei meio desconfiado.
- Me fez rir, meu amor, mas por isso mesmo, a Elenita poderia fazer com toda confiança e cuidado. – Respondeu a mamãe enquanto seus dedos encontravam o caminho dos fluidos.
- Beleza, mãe, se você acha que devo confiar em você. – Falei com mais calma.
- Sim, meu amor, ia deixar teu pintinho bem bonito. – Mamãe acrescentou enquanto espalhava meus fluidos pelo meu púbis.
- Eu deixo sua buceta bonita pra você?
Ao me ouvir dizer aquilo, mamãe ficou petrificada. Era meu jeito de me vingar, finalmente consegui deixá-la desconfortável com alguma coisa, ainda mais depois daquela última piada de mau gosto sobre eu me depilar com um homem. A mão dela parou de repente com o brinquedo nas minhas partes e ela tirou bem sutilmente do meu púbis.
— Sim, meu amor, acho que tá bom… — Disse a mamãe com muita vergonha na voz.
- Tá tão macia quanto suas pernas? – Perguntei, me mostrando mais interessado e no controle da situação.
- Se não estiver, a Elenita me passou a perna kkkk… - Respondeu meio nervosa.
- Quer que eu veja, mãe?
Era tudo ou nada, se algo fosse rolar, seria naquele momento. Não era eu quem perguntava, era minha excitação; por um instante, esqueci qualquer tipo de consequência ou medo. Queria gozar, queria sentir o calor e a euforia do sexo e, por mais estranho que parecesse, aquele parecia ser o melhor momento, oportunidade e experiência que eu poderia ter.
Mamãe olhava na direção dos meus pés, quase como se estivesse procurando um ponto vazio onde perder a concentração e sair daquela encruzilhada em que ela mesma tinha se metido; a mão dela tinha parado de brincar no meu púbis, mas ainda ficava estendida na minha barriga, com o antebraço servindo de travesseiro pra minha glande.
- Seria bom, meu amor, mas depois, senão a gente vai se atrasar pra casa da sua avó. – Disse a mãe recuperando a compostura. – Se veste, amor, pra gente vazar na hora.
Mamãe me deu uns tapinhas na barriga, levantou da cama, se abaixou pra pegar a lycra e os tênis dela, mas ao mesmo tempo empinou a bunda como um prêmio de consolação ou agradecimento por ter brincado com ela; aquelas coxas redondas me deixavam louco e por um breve momento vi aquele pequeno montinho em forma de botão entre as pernas dela, os lábios da buceta envoltos por aquele preto por dentro, apertados, mas com certeza macios ao toque.
Com as roupas dela nas mãos, saiu do meu quarto em direção ao dela enquanto falou no ar:
- Você tem 5 minutos.
Por mim, eu tava com uma ereção da porra e um desejo do caralho; não ia me masturbar de novo, não tinha tempo, então levantei e fui pro banheiro me limpar com uma toalha pra me vestir, porque o almoço com a vó ia ser bem longo e chato, ou bem, pelo menos era assim antes desse dia.
Continua…
Este e os outros relatos são 100% reais, uns pessoais e outros coletados de várias confissões feitas pra mim. Se quiser me contar sua experiência pra transformar num relato, bater um papo ou só falar algo, me manda um e-mail; minha caixa de entrada tá aberta.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
O cansaço foi tanto que nem sei quanto tempo dormi, só sei que tava num sono profundo, aproveitando ao máximo a sensação daquele orgasmo, com a imagem da bunda da minha mãe na cabeça, apertada naquele calcinha preta de renda que sumia naqueles coxões enormes, redondos e gostosos.
Sentia um peso bem gostoso, não tava sonhando, mas mantinha os olhos fechados numa boa, desligado do mundo a ponto de não perceber nada até ouvir a voz da mamãe e saí do meu transe quase na hora.
- Meu Xavi… — dizia ela de forma melodiosa enquanto deixava as chaves na mesa e se aproximava do meu quarto.
Não tinha tempo pra nada, percebi que tava pelado e minha cueca tava cheia de porra e longe pra caralho do meu alcance, então a única saída foi pegar os cobertores e me cobrir o melhor que dava, mas no desespero só consegui esticar até tampar minhas costelas; me deitei e fingi que tava acordando por causa da voz dela.
— Já voltou, hein? — falei, fingindo um bocejo no final da frase.
— Sim, e você continua na cama, tá na moleza, meu amor. — Respondeu a mãe, sentando perto da cama.
- É feriado amanhã e sábado, e além disso você não demorou muito.
— Xavi, já fui embora faz mais de 2 horas. — Disse a mãe com um olhar meio desafiador.
- ¡Sério?! Não percebi. – Ela falava sério, não fazia ideia de quanto tempo tinha passado – pensei que ainda fossem 8 horas.
— Já é meio-dia e a gente tem que ir almoçar na sua avó. – Respondeu a mãe, sentada na beira da cama, segurando meu tornozelo por cima das cobertas.
— Mas o que você fez com a Elena? Não tô vendo diferença em você. — Perguntei de um jeito bem natural e sem pensar muito.
- Ahm… o que eu fiz não dá pra ver à primeira vista, não cortei o cabelo, fui depilar. – Respondeu a mamãe com um pouco de vergonha.
— Depilar? As axilas? Paga por isso? — Perguntei, todo sem noção, já que não conhecia esses rituais de beleza feminina.
- Não, meu amor, isso eu faço sozinha. Fui depilar as pernas e a minha buceta. – Respondeu mamãe desviando o olhar ao falar as últimas palavras.
— Não sabia que você fazia isso, mãe. Pensei que só ia cortar o cabelo. — Respondi intrigado, mas meio curioso. — Pra que vocês depilam as pernas?
—Pra ficarem bonitas e macias, e pra você não se incomodar ao usar meia-calça, às vezes os pelinhos encravam e machucam ou, pior, rasgam a meia. — Respondeu a mamãe, brincando com meu tornozelo.
- Vantagens de ser homem, não consigo imaginar como deve ser a sensação e o desconforto que é se depilar lá embaixo. – Falei num tom de zoeira.
- Mais que desconfortável, é doloroso, porque depila com cera quente, não com gilete, mas ficam muito lindas e macias. Quer ver elas e dar sua opinião? – Disse mamãe com um olhar safado.
- Claro, mãe. – Respondi sem disfarçar minha impaciência e curiosidade.
Mamãe se levantou e virou as costas pra mim, tirou os tênis com os pés, enfiou os polegares nas laterais da legging e empinou a bunda enquanto deslizava a legging pelas coxas até os joelhos; aquele movimento foi bem rápido, mas ao mesmo tempo lento o bastante pra dar pra ver como a calcinha dela estava toda desarrumada, quase engolida por aquela bunda poderosa.
Começou a girar devagar, levantando o joelho esquerdo pra terminar de deslizar a roupa apertada até o pé ficar livre. Com o mesmo pé, segurou a barra no chão e foi subindo a perna direita pra repetir o processo.
Logo estava com ela na minha frente, com uma camiseta azul que cobria a barriga e um terço da bunda dela, e os pés cobertos com meias soquete meio desarrumadas por causa da luta de se despir. As mãos dela acariciavam a parte lateral das coxas, enquanto ela olhava pro chão como se procurasse alguma coisa.
— Como é que elas ficam sem pelinhos? — Perguntou a mamãe, de pé na minha frente.
- Pois elas tão do mesmo jeito, véi. – Respondi olhando fixo pras curvas dela.
— Como é que você vai falar uma coisa dessas?! — Disse a mãe se fingindo de ofendida.
- É que eu te vejo sempre de meia-calça, então parecem iguais, só que sem a cor escura da meia. – Respondi com uma astúcia que não era minha.
— Ah, pois é, isso é verdade. Mas você precisa tocá-las pra sentir a diferença. — Disse mamãe enquanto se sentava ao meu lado, esticando as pernas o comprido da cama. — Me dá sua mão.
- Tão macias mesmo, igual suas bochechas quando você passa seus cremes. – Respondi enquanto as pontas dos meus dedos percorriam as pernas da mão da mamãe.
- Sim, meu amor, é assim que elas ficam gostosas.
A mão da minha mãe foi me guiando, serpentando do joelho dela até a altura da coxa. O percurso era bem excitante, eu tava com uma ereção enorme debaixo das cobertas, queria bater uma com a mão livre enquanto sentia aquela textura tão macia, mas do nada as palavras que envergonharam ela voltaram na minha cabeça; tava tão excitado que não aguentava mais e era hora de me arriscar.
- Deixaram sua buceta assim? – Perguntei com vergonha, angústia, medo e desejo em cada palavra.
- Ahm… Sim, meu amor… - Respondeu mamãe com um pouco de vergonha, parando o trajeto dos meus dedos, bem na hora em que minhas pontas encontraram o tecido de renda por dentro.
— E não te dá vergonha de ficarem te olhando, mãe? — perguntei com cautela.
- Na primeira vez sim, mas já tenho confiança na Elena e não me dá mais vergonha que ela me veja e me depile. – Disse a mamãe com a voz mais calma, enfiando os dedos entre os meus.
- Ai! Mas deve doer pra caramba. – Falei olhando pra nossas mãos.
- Se dói, mas também é por higiene e pra ficar bonitinha. – Respondeu a mãe quase num sussurro.
O momento tava ficando bem intenso, tinha uma tensão sexual do caralho e eu tava com medo de gozar a qualquer hora, enquanto morria de vontade de olhar a mamãe nos olhos, sentia que se a gente se encarasse, alguma coisa ia rolar. Tava com medo, então pra tentar aliviar o clima, tentei soltar uma piada.
— Eu não faria isso. Além da vergonha, as poucas vezes que peguei pelo no zíper da calça doeu pra caralho. — Respondi num tom de sacanagem.
- Kkkk… Por isso tem que depilar, meu amor – Mamãe soltou uma risadinha enquanto largava minha mão e a levava até meu peito. – Vejo que já dormiu pelado, meu amor.
- Ahhh… Sim… É que fiquei com calor e quis tentar. – Respondi com espanto e medo de novo.
— E o sono, como foi? — Perguntou mamãe enquanto deslizava as unhas no meu peito.
- Gostoso, parece que tá mais fresquinho… — Falei com um fio de voz.
— Que bom, meu amor. Você tem uns pelinhos mesmo – Disse mamãe enquanto olhava meu abdômen e os dedos dela deslizavam pelo meu umbigo – Vamos ver se você precisa depilar.
Sem aviso, mamãe pegou as cobertas e puxou elas na direção da parede, e o que eu temia parecia ter se tornado realidade. Meu pau estava duro, bem inchado e suado por causa do calor da cama. Além disso, o movimento das cobertas deixou à mostra um fio de fluidos transparentes se esticando de uma das bordas do lençol até a minha glande, e quando a tensão se rompeu, ele caiu, lambuzando parte do meu abdômen inferior e o lençol.
Tava morrendo de vergonha, aqueles segundos pareceram horas, sentia que mamãe tava me olhando, não sei se com um olhar inquisidor ou inquieto, mas tava olhando, e apesar da vergonha ser grande, minha excitação também era; nunca tinha transado, não sabia o que era sentir a língua roçando na minha cabecinha ou o abraço molhado e macio de uma buceta, mas queria sentir aquilo logo.
- Uai, meu amor! Isso é mais que suor… - Disse a mamãe, surpresa.
- Desculpa, mãe… - Respondi, todo envergonhado.
- Não tem porquê, meu amor, isso é normal. Mas olha só, meu gatinho já tem pelinhos como um homem de verdade. - Exclamou mamãe enquanto deslizava as mãos pelo meu púbis, meu pau e meu saco, examinando entre meus pelos.
— Será que tenho muito? — perguntei feito uma idiota.
— Mais ou menos, meu amor, mas se quiser te levo com a Elenita pra depilar. — Disse mamãe enquanto continuava acariciando minhas partes.
- Mamãe! Mas ela é mulher! – Respondi sem pensar e bem envergonhado.
- Então você prefere um homem? Kkkk… – Respondeu a mãe caindo na gargalhada.
- Não, mãe! Só tava falando pela surpresa, ela me conhece desde moleque e eu ia ficar sem graça. – Falei meio desconfiado.
- Me fez rir, meu amor, mas por isso mesmo, a Elenita poderia fazer com toda confiança e cuidado. – Respondeu a mamãe enquanto seus dedos encontravam o caminho dos fluidos.
- Beleza, mãe, se você acha que devo confiar em você. – Falei com mais calma.
- Sim, meu amor, ia deixar teu pintinho bem bonito. – Mamãe acrescentou enquanto espalhava meus fluidos pelo meu púbis.
- Eu deixo sua buceta bonita pra você?
Ao me ouvir dizer aquilo, mamãe ficou petrificada. Era meu jeito de me vingar, finalmente consegui deixá-la desconfortável com alguma coisa, ainda mais depois daquela última piada de mau gosto sobre eu me depilar com um homem. A mão dela parou de repente com o brinquedo nas minhas partes e ela tirou bem sutilmente do meu púbis.
— Sim, meu amor, acho que tá bom… — Disse a mamãe com muita vergonha na voz.
- Tá tão macia quanto suas pernas? – Perguntei, me mostrando mais interessado e no controle da situação.
- Se não estiver, a Elenita me passou a perna kkkk… - Respondeu meio nervosa.
- Quer que eu veja, mãe?
Era tudo ou nada, se algo fosse rolar, seria naquele momento. Não era eu quem perguntava, era minha excitação; por um instante, esqueci qualquer tipo de consequência ou medo. Queria gozar, queria sentir o calor e a euforia do sexo e, por mais estranho que parecesse, aquele parecia ser o melhor momento, oportunidade e experiência que eu poderia ter.
Mamãe olhava na direção dos meus pés, quase como se estivesse procurando um ponto vazio onde perder a concentração e sair daquela encruzilhada em que ela mesma tinha se metido; a mão dela tinha parado de brincar no meu púbis, mas ainda ficava estendida na minha barriga, com o antebraço servindo de travesseiro pra minha glande.
- Seria bom, meu amor, mas depois, senão a gente vai se atrasar pra casa da sua avó. – Disse a mãe recuperando a compostura. – Se veste, amor, pra gente vazar na hora.
Mamãe me deu uns tapinhas na barriga, levantou da cama, se abaixou pra pegar a lycra e os tênis dela, mas ao mesmo tempo empinou a bunda como um prêmio de consolação ou agradecimento por ter brincado com ela; aquelas coxas redondas me deixavam louco e por um breve momento vi aquele pequeno montinho em forma de botão entre as pernas dela, os lábios da buceta envoltos por aquele preto por dentro, apertados, mas com certeza macios ao toque.
Com as roupas dela nas mãos, saiu do meu quarto em direção ao dela enquanto falou no ar:
- Você tem 5 minutos.
Por mim, eu tava com uma ereção da porra e um desejo do caralho; não ia me masturbar de novo, não tinha tempo, então levantei e fui pro banheiro me limpar com uma toalha pra me vestir, porque o almoço com a vó ia ser bem longo e chato, ou bem, pelo menos era assim antes desse dia.
Continua…
Este e os outros relatos são 100% reais, uns pessoais e outros coletados de várias confissões feitas pra mim. Se quiser me contar sua experiência pra transformar num relato, bater um papo ou só falar algo, me manda um e-mail; minha caixa de entrada tá aberta.
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