
Como sempre, adoro dar uma volta no parque grande e arborizado perto de casa.
Nesses dias lindos de sol, as mulheres ficam muito mais gostosas do que já são.
Enquanto caminho, respiro ar puro e meus olhos não descansam, não por causa das árvores, claro.
Vejo ela vindo de patins, me viro pra olhar e fico de boca aberta: uma calça cinza colada e uma bunda linda, e ainda dava pra ver a tanguinha dela, não dava pra pedir mais nada.
Continuei andando e vendo umas beldades, e a patinadora volta, passa rapidinho do meu lado. Quando vou me virar pra olhar de novo, ela tropeça e cai feio.
Como tô quase do lado dela, vou ajudar. Ela fala: "muito obrigada", e vejo que um dos joelhos dela tá um pouco sangrando.
Falo: "você se machucou". Ela tenta se levantar e tava mesmo com uma dor nas pernas por causa da queda. Ajudei e acompanhei até um banco que tava a poucos passos. Ela se apoiava no meu ombro e eu ajudava com a mão na cintura dela, uffa.
Conversamos um pouco pra ela se recuperar e poder voltar pra casa. Ela pergunta se eu não tinha nada pra fazer, pra não perder tempo com ela. E nessa época, tempo é o que me sobra.
Falei isso e continuamos conversando. Quando ela tenta levantar pra ir embora, sente dificuldade, o joelho tava incomodando.
Falo: "te acompanho, assim você chega tranquila em casa".
Ela responde: "moro a quatro quadras, tem certeza que pode?"
"Claro, quando puder a gente vai."
Ela se apoia do mesmo jeito, minha mão na cintura dela, e começamos a caminhada, bem devagar.
Ela fala: "você é um cavalheiro. Falam umas coisas dos coroas, e você não se encaixa nisso."
"Prefiro nem imaginar o que falam, hehehe."
Quando chegamos na casa dela, com um corredor comprido, ela fala: "me acompanha lá dentro, te ofereço uma bebida, pelo seu esforço em me ajudar."
Entramos, ela tira os patins, já apoia melhor a perna, e fala: "vou no banheiro me cuidar e lavar. Na geladeira tem cerveja, serve pra gente e brinda por esse encontro."
A geladeira e a cerveja, tudo. Bem, mas cadê os copos? Demoro um pouco pra achar, e quando tô servindo, sinto ela entrar e me dizer: "Vamos brindar?"
Me viro com o copo dela na mão e, quando vejo, não podia acreditar: igualzinha a Marilyn, ela tava vestida só de perfume. Só isso, uns peitos lindos e desejáveis, demais pra um coroa como eu, mas não consigo me segurar, e depois de brindar, coloco minha mão na cintura dela, e ali começou tudo.
Nos beijar, percorrer o corpo dela com as mãos, chupar os peitos dela e chegar na buceta, ela abre as pernas pra facilitar eu brincar com ela, e o que toquei era puro líquido. Coloquei meus dedos e depois levei à boca, que prazer enorme, um sabor que nunca tinha sentido, me lembrou minha primeira namorada, há muitos anos.
Ela diz: "Pode beber da fonte, vem."
A gente se sentou no sofá, ela deitou e eu mergulhei pra saborear aquela buceta gostosa, e que sabor, deliciosa, e veio o primeiro orgasmo dela, agarrando minha cabeça pra eu não parar. Ouvir ela gemer foi tipo um afrodisíaco, com mais vontade continuei e ela pedia mais e mais, três vezes gozou na minha boca, que mulher.
"Pra você não continuar", ela diz, me despe e começa a me chupar com muita vontade, e como ela fazia, pelo amor. Aquela língua percorria tudo: meu pau, minhas bolas, a língua dela brincava com a cabeça como se fosse me enlouquecer.
"Agora sou sua", e ela abre as pernas pra eu penetrar, e fiz com delicadeza, e veio um novo orgasmo dela, uff, que prazer.
"Agora você vai ter algo que nem todo mundo conseguiu ter", ela tira meu pau da buceta dela, e do jeito que tava, coloca na porta da bunda dela, levanta as pernas, coloca no meu ombro e começo a entrar. Que apertado que era, e que prazer estar ali dentro, e quanto mais ela gemia, mais me excitava, e comecei a acelerar o ritmo.
"Enche meu cu de porra, por favor, não goza fora, tudo dentro", e não consegui negar, enquanto eu gozava, ela também gozava, e caímos exaustos os dois.
Depois de um tempo, ela levanta pra pegar a cerveja, ver ela indo foi um grande tesão. Espectáculo, aquela bunda me tentava de novo.
Brindamos pelo momento lindo que vivemos.
Minhas amigas não erram quando dizem que os mais velhos sabem o que fazem — meu namorado me faz gozar uma ou duas vezes, mas com você perdi as contas.
Se eu tivesse te encontrado alguns anos antes, a gente teria repetido na hora, mas agora preciso me recuperar, um pouco mais do que antes.
Ela me diz: "daqui a pouco meu namorado chega, valeu se eu chupar ele."
Você me levou pra outro lugar, me passa seu número e a gente marca outro encontro, ou a gente se vê antes no parque...
Agora é voltar pro parque ou esperar aquela mensagem...
1 comentários - Ela de patins