Ele começou a meter e a tirar o pau da minha buceta, tava me penetrando bem rápido, mesmo que no começo eu não quisesse, não dava pra segurar a vontade de gemer.
Meu corpo estava encharcado de suor, sentia minha buceta escorrendo dos meus fluidos provocados por tanta excitação, o pau dele entrava e saía sem problema, meus peitos balançavam pra cima e pra baixo no ritmo das estocadas. A intensidade das penetradas foi diminuindo até o ponto de ele tirar o pau completamente da minha buceta. Ele se deitou no chão e me disse: "Pedreiro - Senta no meu pau e cavalga em cima dele, sua puta." Eu: "Sim, amor, tudo o que você pedir, sou toda sua." Me coloquei sobre ele e peguei o pau dele com as mãos, guiando até minha buceta, coloquei na entrada da minha xereca e aos poucos fui introduzindo o pau dele dentro de mim. Depois de ter ele dentro, fiquei sentada em cima por um tempo pra me acostumar. Enquanto eu estava sentada, ele começou a me beijar na boca, entrelaçando minha língua com a dele, passando muita saliva no beijo. Me excitava tanto que eu também passava o máximo de saliva que conseguia. Aos poucos, comecei a subir e descer, esfregando o pau dele no interior da minha buceta.
Enquanto eu cavalgava o pau dele, ele com uma mão apertava minhas nádegas e com a outra começava a gravar. Eu— não grava, por favor, meu marido Pedreiro pode descobrir— como não vou te gravar se você é uma gostosa danada e com essa rabuda tão tasty que você tem, é impossível não dedicar umas belas punhetas depois. Eu— tá bom, mas não vai subir nem passar pra ninguém. Pedreiro— beleza, mas continua quicando. Continuei subindo e descendo rápido, cada vez me enfiava mais fundo, queria que me partisse ao meio.

Passaram uns 5 minutos e parei de rebolando em cima dele, me levantei e fiquei de quatro pra ele me comer, mas ele se colocou atrás de mim, cuspiu na minha bunda e começou a molhar com a saliva dele, me pediu pra cuspir na mão dele, o que eu fiz, e com a saliva passou no pau dele e começou a lubrificar. Me segurou pela cintura e colocou a pica na entrada da minha bunda e ia começar a empurrar quando eu parei e falei:
Eu - O que cê tá fazendo?
Pedreiro - Vou te comer pelo cu!
Eu - Mas você nem passou lubrificante, além disso não quero pelo cu, sou virgem e vai doer pra caralho
Pedreiro - Como assim virgem? Dá pra ver que você é uma puta que dá a bunda pra qualquer um, e já passei saliva pra escorregar
Eu - Juro por Deus que sou virgem
Pedreiro - Isso não importa, quero arrebentar teu cu e deixar toda dolorida
Eu - Por favor, não
Ele começou a empurrar, mas não entrava, era grande demais pra minha bunda, cuspiu na mão e lubrificou o pau dele, quando ia empurrar de novo, ouviu a porta da frente abrindo. Quando olhamos, vi que era o Arturo e o outro pedreiro. Percebendo isso, rapidamente o outro pedreiro se vestiu e deitou em cima dos sacos de cimento, eu me escondi pelada porque minha roupa tava rasgada atrás do muro, só peguei minha roupa e me escondi. Quando subiram onde a gente tava, perguntaram o que ele tinha feito, e o pedreiro que tinha me comido disse que tinha dormido um pouco, mas o que ele não esperava é que eu tinha esquecido de pegar minha calcinha fio-dental, deixei no chão. Nisso, o Arturo se aproxima, pega ela e fala:
Arturo - Que soneca boa você tirou, hein!
Pedreiro - Ayyy, desculpa patrão, não sei de quem é isso
Arturo - Não se faz de otário
Pedreiro - Juro por Deus
Arturo - Não importa, somos homens, contanto que a puta que você comeu tenha arrebentado o cu dela e deixado aberto, tô satisfeito
Pedreiro - Cê tinha que ver, patrão, ela era bem gulosa, não parava de engolir meu pau com a buceta dela, pedia berrando o pedaço inteiro
Arturo - Esse é meu galo Então os três desceram pro estacionamento e foi quando eu saí correndo de casa pra ele não perceber que a puta era eu. Cheguei na minha casa e fui pro meu quarto, liguei o chuveiro e entrei no banho. Saí do chuveiro e me vesti pra buscar meus filhos, coloquei um shorts porque minha buceta tava ardendo, bem rosada, então botei um short e uma blusa. Quando cheguei, um professor disse que era urgente falar comigo, então fui com ele até uma sala, onde ele sentou na mesa dele e eu no banco de um aluno. Ele começou a falar sobre o desempenho do meu filho, que tava muito ruim e que podia reprovar na matéria. Aí eu respondi: "E por que você não cobra mais dele e dá uma bronca na sala pra ele melhorar o comportamento?" Professor: "Na verdade, queria falar com você pra achar uma solução e ele não reprovar." Eu: "Qual seria a solução? Um trabalho extra, uma apresentação, uma visita a um museu ou o que pode ser, professor?" Professor: "A verdade é que você é uma mulher muito gostosa, com um corpo lindo, e eu não gostaria que você se desgastasse por um benefício menor." Eu: "Então o que você propõe?" Professor: "Por que não vem comigo jantar hoje à noite e a gente discute isso?" Eu: "Desculpa, mas sou casada e não posso aceitar o convite." Professor: "Por que não? Seria só como amigos, sem compromisso." Continua...
Meu corpo estava encharcado de suor, sentia minha buceta escorrendo dos meus fluidos provocados por tanta excitação, o pau dele entrava e saía sem problema, meus peitos balançavam pra cima e pra baixo no ritmo das estocadas. A intensidade das penetradas foi diminuindo até o ponto de ele tirar o pau completamente da minha buceta. Ele se deitou no chão e me disse: "Pedreiro - Senta no meu pau e cavalga em cima dele, sua puta." Eu: "Sim, amor, tudo o que você pedir, sou toda sua." Me coloquei sobre ele e peguei o pau dele com as mãos, guiando até minha buceta, coloquei na entrada da minha xereca e aos poucos fui introduzindo o pau dele dentro de mim. Depois de ter ele dentro, fiquei sentada em cima por um tempo pra me acostumar. Enquanto eu estava sentada, ele começou a me beijar na boca, entrelaçando minha língua com a dele, passando muita saliva no beijo. Me excitava tanto que eu também passava o máximo de saliva que conseguia. Aos poucos, comecei a subir e descer, esfregando o pau dele no interior da minha buceta.
Enquanto eu cavalgava o pau dele, ele com uma mão apertava minhas nádegas e com a outra começava a gravar. Eu— não grava, por favor, meu marido Pedreiro pode descobrir— como não vou te gravar se você é uma gostosa danada e com essa rabuda tão tasty que você tem, é impossível não dedicar umas belas punhetas depois. Eu— tá bom, mas não vai subir nem passar pra ninguém. Pedreiro— beleza, mas continua quicando. Continuei subindo e descendo rápido, cada vez me enfiava mais fundo, queria que me partisse ao meio.

Passaram uns 5 minutos e parei de rebolando em cima dele, me levantei e fiquei de quatro pra ele me comer, mas ele se colocou atrás de mim, cuspiu na minha bunda e começou a molhar com a saliva dele, me pediu pra cuspir na mão dele, o que eu fiz, e com a saliva passou no pau dele e começou a lubrificar. Me segurou pela cintura e colocou a pica na entrada da minha bunda e ia começar a empurrar quando eu parei e falei:Eu - O que cê tá fazendo?
Pedreiro - Vou te comer pelo cu!
Eu - Mas você nem passou lubrificante, além disso não quero pelo cu, sou virgem e vai doer pra caralho
Pedreiro - Como assim virgem? Dá pra ver que você é uma puta que dá a bunda pra qualquer um, e já passei saliva pra escorregar
Eu - Juro por Deus que sou virgem
Pedreiro - Isso não importa, quero arrebentar teu cu e deixar toda dolorida
Eu - Por favor, não
Ele começou a empurrar, mas não entrava, era grande demais pra minha bunda, cuspiu na mão e lubrificou o pau dele, quando ia empurrar de novo, ouviu a porta da frente abrindo. Quando olhamos, vi que era o Arturo e o outro pedreiro. Percebendo isso, rapidamente o outro pedreiro se vestiu e deitou em cima dos sacos de cimento, eu me escondi pelada porque minha roupa tava rasgada atrás do muro, só peguei minha roupa e me escondi. Quando subiram onde a gente tava, perguntaram o que ele tinha feito, e o pedreiro que tinha me comido disse que tinha dormido um pouco, mas o que ele não esperava é que eu tinha esquecido de pegar minha calcinha fio-dental, deixei no chão. Nisso, o Arturo se aproxima, pega ela e fala:
Arturo - Que soneca boa você tirou, hein!
Pedreiro - Ayyy, desculpa patrão, não sei de quem é isso
Arturo - Não se faz de otário
Pedreiro - Juro por Deus
Arturo - Não importa, somos homens, contanto que a puta que você comeu tenha arrebentado o cu dela e deixado aberto, tô satisfeito
Pedreiro - Cê tinha que ver, patrão, ela era bem gulosa, não parava de engolir meu pau com a buceta dela, pedia berrando o pedaço inteiro
Arturo - Esse é meu galo Então os três desceram pro estacionamento e foi quando eu saí correndo de casa pra ele não perceber que a puta era eu. Cheguei na minha casa e fui pro meu quarto, liguei o chuveiro e entrei no banho. Saí do chuveiro e me vesti pra buscar meus filhos, coloquei um shorts porque minha buceta tava ardendo, bem rosada, então botei um short e uma blusa. Quando cheguei, um professor disse que era urgente falar comigo, então fui com ele até uma sala, onde ele sentou na mesa dele e eu no banco de um aluno. Ele começou a falar sobre o desempenho do meu filho, que tava muito ruim e que podia reprovar na matéria. Aí eu respondi: "E por que você não cobra mais dele e dá uma bronca na sala pra ele melhorar o comportamento?" Professor: "Na verdade, queria falar com você pra achar uma solução e ele não reprovar." Eu: "Qual seria a solução? Um trabalho extra, uma apresentação, uma visita a um museu ou o que pode ser, professor?" Professor: "A verdade é que você é uma mulher muito gostosa, com um corpo lindo, e eu não gostaria que você se desgastasse por um benefício menor." Eu: "Então o que você propõe?" Professor: "Por que não vem comigo jantar hoje à noite e a gente discute isso?" Eu: "Desculpa, mas sou casada e não posso aceitar o convite." Professor: "Por que não? Seria só como amigos, sem compromisso." Continua...
2 comentários - Mudança de casa parte 14