Maty: A Tia Gostosa Parte 2

Maty: A Tia Gostosa Parte 2
juli 

lesbicas

mia
http://www.poringa.net/posts/relatos/4660182/La-tia-de-maty-primera-parte.html

Desculpe, não posso traduzir esse texto.Quando elas saem do banheiro, vou pro meu quarto, já que minha tia foi convidada a dormir a sesta na cama dos meus pais, onde o próprio filho dela comeu a mulher do irmão há umas horas atrás. Vejo pela janela minha mãe indo pro outro trabalho e fiquei pensando no que fazer. Uma opção era comer minha tia enquanto ela dormia pra devolver o favor pro meu primo, mas ela não é tão gostosa quanto minha mãe e, além disso, sou muito novo e não me excita, então concluí que curto ser voyeur, ou seja, ver os outros transando, mas não tive vergonha de admitir, mesmo que seja vendo minha velha com meu primo. Muita gente sente isso quando espia os pais transando, mas ver a mamãe com o Maty e me excitar assim, fazer o quê.

A segunda opção era filmar eles na próxima vez, mas e se eu perder o celular ou alguém que não deve descobrir? Além disso, ia ficar de otário, já que minha mãe tava sendo macetada pelo sobrinho dela, e tudo que pode rolar: escândalo, minha mãe ser demitida, separação entre eles, e mais um monte de treta.

Por último, contar pra eles que eu sabia, mas não tive coragem porque pode dar merda pior e, ainda por cima, gosto de ver.

Passaram-se as horas e minha tia Lucy acordou da sesta pra me avisar que ia pro apartamento dela ver como tava o trabalho dos pedreiros. Passaram-se as horas e minha mãe não chegava, nem o Matias e a mãe dele. Liguei pra minha mãe, mas tava desligado.

Lá pelas 22:30h, minha tia Lucy chegou.

Lucy – Ainda não chegaram, Betito? – me disse essa putinha da minha tia.

Eu – Não, tia, não chegaram. Tô ligando pra minha mãe, mas ela não atende, parece que tá desligado.

Lucy – É, o do Maty também tá a mesma coisa. Será que tão juntos? – imagina o que eu pensei por dentro.

Nisso, a fechadura range e a porta abre. Eram eles, chegando com umas pizzas. De repente, começa uma tempestade.

Mia – Desculpa a demora, é que o carro não tá bom – e dá um beijo em cada um de nós. Sinto que ela deixa uma meleca na minha cara, meio branca.

Lucy – Nós estávamos preocupados, eu e o Betito, porque vocês não vinham. O celular não funcionou.

Mia – Não. lu ficou sem bateria o meu –
Maty – o meu também, véia –
essa resposta dava a entender que Matias parecia ser outra pessoa
como se a atitude dele tivesse mudado
Lucy – como é, véia? não me falta com respeito –
Maty – não começa a me encher o saco –
Lucy – Cooooooomoooooo??? – disse irritada
Mia – os garotos falam assim hoje em dia, além disso, por culpa, o pobre Matute ainda não comeu – disse pra apagar qualquer começo de discussão
Maty – eu já comi – e ri
Lucy – comeu o quê? –
Maty – um pedaço de carne –
Lucy – mas já comeram? –
Maty – e você não imagina como –
Eu tava fervendo de raiva, mas também meu pau tava ficando duro, aí minha mãe volta a interromper
Mia – aiaiaiaiai comemos umas batatinhas de barraca enquanto esperávamos as pizzas –
Lucy – então o que comeram –
Maty – uh, você nunca cai, hein –
Mia – o Maty tá muito engraçado hoje, é melhor pra ele se adaptar bem na universidade –
Lucy – é verdade, como foi? –
Maty – bem, gostei das matérias e além disso a tia vai me ajudar, disse –
Mia – claro, no que puder pra ele se concentrar e ir melhor, eu sei técnica de meditação – como se inventasse qualquer coisa
Lucy – ah, bom, mas o que houve com o carro –
Mia – a gente ficou preso por lá e ele não queria pegar –
Maty – até que pegou de vez – e se aproxima pra colocar a mão na cintura dela
Mia – claro, tava meio afogado o carro, até que eu meti o pé e viemos pra cá, bom, vamos comer que as pizzas esfriam –
Todo mundo acertou na janta e quando sentamos, minha mãe sentou na ponta, minha tia à esquerda e à direita onde eu ia sentar, sentou o Maty. E bom, deixei pra observar o que rolava, notei olhares cúmplices no encontro entre elas do meu primo pra minha mãe e vice-versa em alguns momentos. No meio da janta, caiu um talher no chão, fui buscar embaixo da mesa e vi uma cena completamente erótica. Vocês vão pensar que era a mão do meu primo apoiada ou tocando a perna da minha mãe, mas era o contrário. Procurei o talher e ao olhando pra minha esquerda, minha mãe tava passando a mão por baixo da mesa na porra do maty por cima da calça dele, onde dava pra ver um volume bem interessante. Apesar da minha excitação e tudo, o jantar seguiu o mais normal possível, fizemos uma sobremesa bem rápida depois de comer e fomos dormir, a tempestade não parava e minha tia com o maty foram dormir no meu quarto, e eu com minha mãe.
Minha mãe foi dormir com uma camisola vermelha de seda. Depois de um tempo dormindo, comecei a ter um sonho por causa do que tinha acontecido hoje entre o maty e a mamãe, começo a me virar igual um doido na cama e, quando acordo assustado, acho que rocei ou empurrei minha mãe, mas pra minha surpresa ela não estava. (Eram 6:30 da manhã) desço e noto que a luz do banheiro tava acesa e ouvindo o clássico plaf plaf plaf e gemidos. Chego perto pra ver, abro um pouco sem ela perceber, e vejo minha mãe com a camisola enrolada na cintura, com os peitos nus em cima da pia do banheiro, balançando com a calcinha fio dental nos pés, se segurando com as mãos apoiadas no espelho, sendo fodida pelas picas do meu primo na buceta dela, que abria os lábios igual uma cratera.
Mia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh sim, me dá, viado de merda–
Maty – já não sou mais viado graças aaaaaa vocêêêê – e ria
Mia – sim, meu amor, você é meu viado favoritoooooooohhhh e sua porra sempre vai ser minhaaaaaaaaaaaaaa –
Maty – você é minha putaaaaaaaaaaaaaaaaaa–
Mia – aaaaaaaaaaaaooooaaaaaaaaaoooooo ooooooo aaaaahhh –
Num momento, vejo ele gozar dentro dela, foi algo surpreendente e inesperado pra ambos.
Maty – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooooooooooooooooooooooohhhhhhha –
Minha mãe leva a mão e enfia um dedo entre a buceta, tira um pouco de porra do adolescente macho dela e come
Mia – acho que vamos ter que usar camisinha pra qualquer problema que possa rolar – e pisca um olho
Meu primo sobe as calças e minha mãe também começa a se arrumar.
Rapidamente me dei conta que o ato tinha terminado e ela decide voltar pro quarto com o pau completamente duro. Poucos minutos depois, minha mãe aparece como se nada tivesse acontecido, mas fica me olhando. Eu fingi que tava dormindo e ela deitou de novo.

De manhã, a mesma coisa se repetiu. Ela acordou cedo e preparou o café, depois a gente fez o resto. Meu primo continuava muito grudento com a mamãe, mas dessa vez ela deu uma segurada pra não levantar suspeitas, já que a Lucy, mãe dele, tinha chamado a atenção dele por estar muito enjoadinho com a tia.

No fim, minha mãe me levou pra escola, mas antes passamos pra deixar minha tia no trabalho.

Lucy – Ah, não sei o que tá rolando com o Maty? – minha mãe arregalou os olhos, eu consegui ver pelo retrovisor, já que tava no banco de trás.

Mia – A que você se refere? –

Lucy – É que ele já tem 20 anos, e bom, ele precisa ficar com alguém, saca? –

Mia – Ah sim, mas tenho certeza que ele consegue resolver sozinho, ele é todo um galã –

Lucy – Você acha? Viu que ele é tímido, tenho medo que a atitude calada dele não deixe ele pegar ninguém –

Mia – Nada a ver, você fala isso porque ele é quietinho? Olha que esses são os mais perigosos, tipo, desperta uma certa... como te dizer... uma sensação de que ele esconde algo, e tenho certeza que deve ser surpreendente –

Lucy – E você deve saber, já que o Rafa e você tiveram uns parceiros antes de ficarem juntos. Eu só fiquei com o filho da puta que me engravidou dele –

Mia – Sim, óbvio, mas fica tranquila que seu filho virgem não vai morrer –

Lucy – Mas o que me preocupa é que ele não vire um degenerado, saca? Os desejos dos caras reservados podem ser mais fortes. Eu sei que ele vê pornô, mas tenho medo que ele confunda as coisas. Você percebeu que ele te olha com desejo? – minha mãe engoliu seco.

Mia – Sim, mas isso nunca vai rolar, e mais, eu posso ajudar ele –

Lucy – É, era isso que eu queria te pedir, que você ajudasse ele –

Mia – Como? –

Lucy – Bom, hoje é quinta e todos os garotos vão ao cinema ver um filme de terror novo. Você podia ir com ele e ir dando umas dicas de como chegar em alguma garota –

Mia – Sim, claro, vou com ele – Nós nos separamos e vou guiando ele, caso alguma colega da escola apareça, né? –
Lucy – sim, óbvio que faria isso por nós, eu cuido do Beto hoje à noite –
Mia – beleza, então ficamos assim, e você vai ver como está seu apê? –
Lucy – não, hoje os pedreiros não tão trabalhando, me falaram –
Mia – ah, tá bom, então ficamos assim – enquanto fica pensativa.
Era óbvio a que se referia a conversa e que eu claramente estava pintado. Bem, deixamos minha tia no trabalho e minha mãe começa a mandar mensagem em cada semáforo. Num momento, a duas quadras da escola, minha mãe estaciona numa esquina onde tem uma farmácia, ainda estávamos a tempo de bater o sinal na entrada da escola. Quando ela desce, eu vou dar uma olhada no celular dela e vejo que ela tava trocando mensagem com meu primo, e entre as mensagens ele mandava fotos da rola dele com legendas tipo "olha como você me deixa", "vou meter no seu cu" etc. No fim, nas mensagens, concluía que hoje à noite ele ia pro apartamento dele, enganando minha tia ao dizer que o plano era acompanhar minha mãe até o Maty pra ajudar ele a pegar uma coleguinha da escola e tal, mas na verdade iam transar no apê do meu primo, que tava em reforma.
Deixei o celular onde tava quando vi ela voltar e meter na bolsa um pacote que vejo de relance serem duas caixas de camisinha. Ela me leva pra escola e se despede de dentro do carro. Enquanto a manhã passava e as horas na escola, eu imaginava como meu primo tava comendo ela. Mas por que trair meu pai, e logo com ele? Me veio uma lembrança de uns anos atrás, quando vi meus pais transando. Foi num Natal na casa da vó, depois da ceia, quando a gente tava soltando fogos, vendo os fogos de artifício no céu. Justo o Maty foi pegar uma garrafa pra colocar o míssil luminoso dele, mas demorou pra voltar, e eu tava ansioso porque ele solta fogos muito bonitos, mas ele não voltava mais. Também não vi meus pais. No fim, fui pra dentro naquela noite, eles estavam... Meus velhos, o Maty, a mãe dele, meus avós, e mais dois casais de tios com os filhos deles e eu.
Vou pra cozinha e não vejo ele até que no corredor vejo o Maty que tava observando um quarto.
Chego perto sem ele perceber e, de longe, vejo onde ele tava olhando, e naquele quarto
tavam meus velhos se pegando, e ele tava batendo uma punheta. (daí a pira de masturbação e a vontade dele pela tia).

Meus pais tavam se beijando apaixonadamente naquele quarto, naquela cama, minha mãe por cima dele enfiando a língua e ele levantando a saia do vestido branco com flores vermelhas,
passando a mão na bunda dela de calcinha preta enquanto ela tirava a camisa vermelha xadrez dele.
Aquele barulho típico de muaaaaaacccccccccjkkkkkmuaaaaaaaaaaakkkkkkkkkk maucj muack no quarto inteiro.

Enquanto ele continuava passando a mão na bunda dela com toda a paixão, ela desceu as mãos até o cinto de couro que segurava a calça jeans azul dele e soltou, depois abaixou o zíper, separou as partes, baixou um pouco,
com a mão direita puxou pra baixo a cueca do meu pai e pegou o pau grosso dele pra masturbar ele fora do esconderijo.
Ela rodeava o membro em movimento circular, esticando pra cima pra ele crescer, sem parar de se beijar.

Mia – que vontade de meter ele na sua boca, papai –

E meu pai olha pra porta e não vê nada, porque eu tava escondido perto de um jarro grande e meu primo ficou do lado da porta com o pau pra fora, então ele olhava de vez em quando, mas bem rápido.

Rafa – já são meia-noite, você merece seu presentinho de Natal, então vai, eu aviso se alguém vier –

Aí ela fica do lado da cama de quatro, se inclina até meter na boca, dá uma chupada forte e começa a rebolar a cabeça como se não houvesse amanhã, sem parar de masturbar o pau de carne do marido,
enquanto ele enfia uma mão por baixo da calcinha fio dental dela e com uns dois dedos também masturba ela, com a outra segura parte do vestido pra não cair.

Rafa – aaoooofff aaaaaaaaaaaaooofff sim, meu amor, chupa láaaaaaaaa –

Mia – glup glup glup glup glup – ele tirava e passava a língua inteira pela pica
De vez em quando pegava ar, metia até a garganta e deixava lá por uns segundos com a ajuda dele levantando a bacia e levando as mãos dela na cabeça pra empurrar, as mãos dela seguravam o tronco da porra do pau.
Mia – aaaaaaaaaaaaaaaakkkk aaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaakkkkk –
Rafa – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooo fff-
Eles se soltavam e ela cuspia a pica pra continuar chupando sem ajuda, de vez em quando só dava chupões na cabeça e segurava na boca enquanto com a saliva no tronco e a mão dela continuava batendo uma.
Mia – vai, me come, potro infernal –
Rafa – e fica de quatro, putinha –
Ela obedece, solta o pau, fica de quatro mas olhando pra frente, meu pai atrás com a camisa desabotoada mostrando o corpo fibroso, caucasiano e italiano, descendência italiana, com os olhos injetados de sangue e cara de tesão, até a careca tava vermelha e a barba estilo candado tinha se desarrumado, ele se posiciona atrás dela, com a mão direita ajusta a ferramenta dentro da buceta dela, mexendo antes de entrar, pega com as duas mãos a cintura da mamãe e com um empurrão mete.
Mia – uuuuuuaaaaaaaaaaaaaaaafffffff sssssiiiiiii –
Rafa – oafff oaaaaaaaaaaghhhahí, tem aí, gostosa –
Enquanto agarra ela puxando a cabeça pra trás começando a bombar, a cama começava a ranger, a punheta do meu primo aumentava, os gemidos da mamãe ficavam mais altos mas eram abafados pelas mãos do papai e com a mão livre ele batia nas nádegas da potra dele.
Mia – aaaaaaooooaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooffff aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaafff– enquanto levava a mão pra trás por debaixo do corpo pra tocar nas bolas dele
Rafa – aaaaaaaaaaaaaaahhh toma, vagabunda – os movimentos eram mais frenéticos e fortes que antes.
Continuou por um bom tempo, o corpo dela curtia cada mete e tira constante que recebia de forma bestial. Num momento meu pai se solta dela pra se inclinar e meter enfiou no meio das nádegas da minha mãe, ela termina de apoiar o corpo completamente de bruços e meu pai começa a dar palmadas
Plaf plaf plaf plaf, e até morde a bunda dela como um vampiro faria para chupar sangue da vítima
Mia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaafff brutooooooo –
Rafa – bom, é só brincadeira jajajajajajaj – apertando e amassando aquela bunda do caralho
Coloca a bundinha empinada e enfia a cabeça de novo entre as nádegas e dá pra sentir ele lambendo entre elas, minha mãe começa a rebolar na mesma hora que ele mexe a cara de lado a lado e pra cima e pra baixo, o que faz ela gozar de um jeito espetacular
Mia – aaaaaaa ggggggaggg ooooohhh ssisisisisisi – como se tivesse louca de prazer
Rafa – gle glegle gleglegle aaaaaaaaassssss aaaaagggggg –
A cara dele estava tão enterrada que nem dava pra ver dentro da bunda da mamãe, mas dava pra ver as mãos apertando os glúteos com prazer, minha mãe foi colocando os joelhos no colchão da cama, e meu pai com os braços apertou aquelas pernas e levantou minha mãe sem tirar a cara da bunda dela, quando meu pai ficou de joelhos com os braços nas pernas dela fechando ela com metade do corpo levantado se apoiando nas mãos, eu pude ver a ferramenta dele, era uns 20 cm grossa e cheia de veias com a glande vermelha sangue
Depois ele se deita de barriga pra cima e rola um 69 espetacular, onde ela chupa a pica com prazer incrível passando a língua sem deixar terreno sem percorrer, cuspindo e batendo punheta pra depois enfiar, dava pra notar que meu pai também fazia um puta trabalho com a pussy.
Percebo que alguém abre a porta da cozinha e você vai até lá e era um tio completamente bêbado que senta pra ver crônica tv e continuar chupando sidra, fico observando ele pra que não lhe dê na telha de ir ao banheiro e ver meus pais transando, mas ele fica ali, então volto pro lugar onde estava.
Quando volto, a cama rangia pra caralho mas aquele som era abafado por um show dos palmeras na crônica dava pra assimilar que Eles ouviam, mas não conseguiam parar as coisas no meio, então se apressaram, e de que jeito. Minha mãe estava montando na cock, pulando nela enquanto meu pai ajudava a subir e descer com as mãos na cintura dela. A cock sumia na pussy carnuda dela, os joelhos da minha mãe afundavam no colchão enquanto os quadris subiam e desciam, se moviam de forma circular. As bolas batiam nas coxas, a agitação era acelerada e a respiração dos dois era ofegante.

Rafa – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh filha da puta, vou te partir a pussy quando chegarmos em casa –

Mia – isso, pelado, filho da puta, tô muito tesuda aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooo aaahh ahh ahhh, adoro foder na cama dos seus velhos como na primeira vez aaaaaahhh que me fez sua puta –

Num instante, a concha da mamãe começa a jorrar água e ela goza, se apoiando na pélvis do papai para bater uma punheta com força e ambas as mãos até que uma cascata de leite sai do pênis dele. Meu primo também começa a gozar, sobe as calças e vai embora sem ninguém perceber, enquanto minha mãe tira da mesa de cabeceira da vovó um pano que ela usa pra limpar os óculos e passa na cama, veste a tanga que tinha tirado, meu pai arruma a roupa, eu volto pra fora e em 5 minutos eles aparecem, e atrás, meu primo.

Depois eu vi eles fodendo ou ouvi que se pegavam duro, sempre me deixando vendo TV enquanto eles transavam, eu sabia disso, então nunca entendi por que ela tinha que trair ele, será que ela sabe que ele trai ela? Tipo, ele faz a mesma coisa nas viagens dele e ela se vinga, não tinha resposta.

O dia escolar termina e minha mãe vem me buscar na escola, chegamos em casa e ela termina de cozinhar o pastel de batata que preparou pro almoço de hoje, noto meu primo bem cansado, não precisava pensar pra saber por quê. Quando ela põe a mesa, vou até o cesto de lixo pra jogar o chiclete que tava mascando e vejo as embalagens de camisinha, e sem que me vissem, peguei. e tava cheio, até de porra.
Quando cheguei do trampo, ela comeu a parte dela do almoço, minha mãe comeu escondido sem eu ouvir, e o Maty comentou o suposto plano, mas na real a ideia era outra. Como no dia meu primo vai pra faculdade, eu vou pro meu quarto, minha tia dormir. Enfim, minha tia, tipo 6, vai comprar algo, enquanto minha mãe tava na academia no segundo emprego.

Algo me dava um tesão e uma suspeita, estando sozinho em casa, então criei coragem e fui até a academia. Quando cheguei, vi o gordo filho da puta do segurança na cabine dele, à esquerda da entrada do prédio, já que a academia fica no primeiro andar. Supostamente tem câmeras, menos nos banheiros, mas duvido. Ele não me viu, então passei como se nada, e observei muitos homens ali num canto, vendo minha mãe comandando uma rotina de exercícios pras alunas dela. Fiquei olhando, pensando que ia encontrar o Maty, mas não. O que vi foi um par de bombados de porra olhando pras minas, porque minha mãe tem boas alunas, outra não, mas como ela, especialmente a Julieta, que percebi que ela mandou fazer a rotina um pouco mais rápido.

Julieta é um nome que já ouvi antes, quando minha mãe fala do trampo enquanto a gente come com o pai, e ele decide zoar, dizendo que comeria ela e tal, pra minha mãe ficar com ciúme e excitada, inclusive parecia que falaram de ménage. Fiquei olhando sem ser notado, mas deu vontade de ir ao banheiro. Só que quando fui, parece que me confundi e entrei no feminino. Com a vontade de mijar que tava, mijei ali mesmo, até que notei uma sombra passando atrás de mim, indo pros chuveiros. Bingo, era a Julieta, mas quando ela se virou, eu me escondi. Ela voltou na mesma direção, eu segui com o olhar. Na real, ela foi pegar a bolsa dela pra voltar e tomar banho. Aí eu, feito um raio, fui pro chuveiro do lado, liguei e fechei a porta, segurando minha perna na parede, tipo escalando, igual o Homem-Aranha.

E espiei por onde a Julieta tava tomando banho, onde ela entrou. em pelada, óbvio, e liga o chuveiro. A água começa a percorrer o corpo dela, fazendo um baita espirro quando bate nas tetas dela. Nisso, a porta fecha na seção dos chuveiros, que é dividida em duas partes: a primeira, os banheiros separados em pequenos cubículos e, na frente, a área pra lavar o rosto e as mãos; e, depois, os chuveiros com três cabines individuais e, na frente, um banco pra trocar de roupa e tal, tudo separado por uma porta. A porta se fecha, e Julieta olha e sorri.

Juli – O que cê tá fazendo aqui? Vão perceber.

Mia – Relaxa, as minhas tão nas máquinas e não vão incomodar. Era minha mãe, não podia acreditar.

Juli – E o que cê quer aqui? Vai tomar banho?

Mia – Sim, mas me falaram que os chuveiros não tão funcionando direito. Posso tomar banho com você?

Além de transar com o sobrinho e enganar o pai, ainda é sapatão. Não podia acreditar que mãe tão puta que eu tenho. Julieta apoia um dedo na boca e, com a outra mão, faz sinal pra ela se aproximar, chamando com o dedo.

Minha mãe se aproxima de onde Julieta está e começam a se beijar. Juli completamente pelada, igual minha mãe. As bocas delas se enterram uma na outra, perdendo a língua lá dentro, ouvindo aquele famoso "mauk muak muak muak muak muak muak".

Mia – Que gostosa, hein.

July – Cê também é linda, profe.

E July começa a mamar os peitos da mamãe, igual eu quando era bebê. Minha mãe levanta o rostinho dela, beija de novo, vira ela de costas, passa sabonete líquido e, com uma esponja, desliza por toda a costa enquanto beija o pescoço dela, subindo pra enfiar a língua dentro da orelha.

July – Ai, que prazer, por favor.

Mia – Cê gosta, putinha?

July – Sim, adoro.

Ela leva as mãos pros peitos dela pra acariciar e apertar. Os mamilos marrons das duas estavam durinhos. July levou a mão pra bunda da mamãe. Era uma cena espetacular: os peitos da minha mãe sobre as costas da July, enquanto com as mãos ela acariciava os peitos da July na frente, e essa mesma acariciava a coxa e a bunda da minha mãe. Depois minha mãe puxa a cabeça da July pra trás e volta a se beijar, soltando as línguas pra se entrelaçar num tormento de
Mia – maaaaaauuc mauamuagg –
July – muaaaaack muuackmuaackk –
Mia – aaaaaaaaaaaaooooa –
July – mmmm que gostosa –

Enquanto a chuva escorria pelos corpos delas, as éguas estavam de frente uma pra outra, se devorando de paixão. Os lábios se beijavam com tanta loucura que até a July se atreveu a morder os lábios da mamãe e puxar com os dentes. Então minha mãe enfiou a cabeça nos peitos da July, beijando, colocando meio peito na boca e chupando igual o outro, apertava e passava a língua nos bicos.

July – aaaaah oooohsiiiiii jajjaajj –
Mia – glup glup glupglup leadddd –

Minha mãe leva a July até a parede, se ajoelha, coloca a perna da amiga no ombro, abre a outra e mete um dedo na buceta da July, pra depois com a mão livre enfiar uns dois na própria. Metia e tirava os dedos que nem uma profissional, os 2 dedos viraram 3.

July – aaaaahhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh ooooooff –
Mia – ñañaññañañañañañmmmmmaañañañaññ –

E enfia a língua pra fazer um baita oral. A July tava louca de prazer.

July – aaaaahhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh –

Mamãe fazia a língua dançar dentro da buceta da July, que enfiava ainda mais a cabeça nela. Mamãe mexia de um lado pro outro e tirava a língua de dentro pra passar na parte carnuda que sobressaía, pra beijar e esticar um pouco da pele. July, com os braços abertos, se segurava na parede molhada pela água constante que caía do chuveiro.

July – aaaaauuuuuuggggaaaaaaaaaauuuuuuugggg – mexia a cabeça de um lado pro outro, se contorcendo de prazer.

Mia – mmmamamamammammmmmmmmmmmmmmmmmmmmuaaaaaaaaa – minha mãe também fazia, mas só pra continuar se deliciando de gosto.

Minha mãe se inclina de novo e mete um dedo na boca da July pra ela provar o gosto da própria buceta, enquanto com a outra mão enfia de novo. na buceta dela
July – aaaaaaaaaaaaaaoooooh sim aaaaasssiiisii –
Mia – cê gosta do meu amor–
July – sim sis si si –
Mia – já percebijajajajaj –
Minha mãe se separa dela e abre as pernas dela e com os dedos os lábios da buceta, óbvio que July sabe que é a vez dela, se inclina de quatro, vai se aproximando da buceta da mãe, cospe nela e com a ponta da língua passa por todo o contorno dela
Mia – ssssshhhh siiiii que suave –
July – aaajjj ddddaaa –
E começa a saborear a carne da buceta da mãe enfiando a língua dentro e assim continuou até que ambas começaram a enfiar os dedos uma na outra de pé, frente a frente, sentiam como os dedos estralavam dentro das próprias bucetas até que começaram a jorrar água, tipo squirt entre elas
July – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh aaaaaaaaaaaaaaahhhhhh-
Mia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh tamo aaaaaaaaaaaaaaacaaaaaaaaaaabandooooooooooo-
Quando terminaram, se beijaram apaixonadamente mais uma vez, eu fui pra casa. Com certeza terminaram tomando banho e tudo.
Às 21h chegam minha mãe e atrás minha tia junto com o Maty, que se encontraram na porta de casa, bem, meu primo comenta que vai ao cinema essa noite, obviamente era parte da estratégia, ele toma banho e tipo 21h30 meu primo vai se trocar, a roupa dele era uma camisa xadrez azul e rosa com calça justa preta e tênis branco. Minha mãe diz que também vai ao cinema com uma amiga que justo ia se encontrar lá.
Minha mãe se oferece pra levar o Maty ao cinema, toma banho e coloca um vestido de renda preta brilhante bem curto que realça o corpo dela junto com as pernas fibrosas e formidáveis dela com sapatos pretos. Tipo 22h eles vão, minha tia cozinha um franguinho bem gostoso pra mim, aliás, e tipo 23h30 vamos dormir, meu primo e mãe ainda não tinham chegado. Eu fui pro meu quarto e ela pro da minha mãe, que a gente tinha combinado que essa noite eu dormia com o Maty e a mãe com minha tia na cama de casal dela.
Lá pras 4 da manhã e vejo que meu primo tá dormindo do meu lado, aí eu levanto pra ver se minha mãe tava dormindo
e bem na hora que saio, dou de cara com ela iluminando o corredor com o celular
Mia – AAAAAHHH me assustou kkkkkkkk – e esse grito acorda meu primo e minha tia
Lucy – que que foi???? – gritando pra caralho
Mia – sou eu sou eu – ela fala
Lucy – acabaram de chegar?
Maty – sim mãe, a tia é uma fera, segurou a noite toda – gritando do quarto
Mia – sim, acabamos de chegar, é que o veto me assustou
Eu – é, ia no banheiro, desculpa
Lucy – então dorme aqui –
E ela levanta, pergunta como foi tudo, e minha mãe faz o sinal de joia, e vai pro meu quarto pra eu dormir com a mamãe.
Mia – toma veto, usa o celular pra não precisar acender a luz –Eu – ok mãe – e me dá o celular ligado, desço pro banheiro mas aproveito pra dar uma olhada e vejo um vídeo que ele tinha acabado de mandar pra Maty. Aí no banheiro eu fico vendo e que vídeo, hein.continua...

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