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![A MILF Mais Gostosa[04]Tesão de Buceta Gostosa[/04] A MILF Mais Gostosa[04]Tesão de Buceta Gostosa[/04]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 4.
-1-
Os dedos de Diana exploraram sua buceta com desenvoltura, e pela mente dela passou a imagem da pica ereta do filho; quis afastá-la, mas cada vez que ela aparecia, uma intensa onda de prazer a invadia. Ela se olhou no espelho. Estava vestindo o provocante uniforme de empregada que a empresa alemã tinha mandado, gostou do que viu; era um espetáculo de alto nível erótico. Decidiu que já estava gostosa o suficiente pra se exibir de novo na frente da câmera, saiu do quarto, com a pussy bem ensopada.
Ela foi em direção ao pequeno estúdio fotográfico que o filho tinha improvisado dentro de casa, mas no caminho, ao passar pela sala, levou um baita susto: Julián estava deitado no sofá com a câmera numa mão e a pica na outra; se masturbando com gosto.
—Julião! —exclamou ela; o garoto se assustou e parou na hora—. O que cê tá fazendo?
—Você me disse… você me disse que me dava tempo pra “baixar ela”…
—Mas não era disso que eu tava falando… eu tava dizendo pra você esperar… aliás… por que você tá com a câmera? Deixa, nem me explica, já dá pra ter uma ideia bem clara do que você tava olhando.
Diana deu meia-volta e foi em direção à sala de jantar. Julián ficou paralisado por uns segundos, não esperava que a mãe voltasse tão cedo e não entendia por que ela tinha se irritado de novo. Ele se levantou e foi atrás dela.
Ele encontrou ela perto da vitrine dos licores, tirando uma garrafa de uísque e um copo.
— Cê não acha que é cedo pra um drink? — perguntou pra ela.
—Não me importa que horas são, preciso disso. —Serviu duas doses no copo e virou de uma vez, depois sentou e encheu de novo; os olhos dela se fixaram na piroca dura do filho, queria falar algo sobre aquilo, mas não encontrou palavras.
—Não entendo por que você fica assim, mãe.
—Fico assim porque você estava se masturbando olhando minhas fotos. —Ela tentou dizer isso sem parecer muito irritada—. Não quero fazer nenhuma acusação, Julián; mas… acho estranho, e é difícil pra mim aceitar isso.
O garoto ficou envergonhado, arrastou uma cadeira e sentou nela sem perceber que, daquela posição, a mãe dele conseguia ver o pau dele de mais perto.
—Te falei que não penso em você, mãe.
—Sim, sim… já sei, você tá pensando naquela professora… mas ainda são minhas fotos… e também me impactou um pouco te ver batendo uma punheta.
—Também não gostei muito disso, mas achei que você ia demorar mais; você sempre demora pra se trocar. —De repente, Diana se sentiu envergonhada, porque esse tempo ela costumava usar pra se estimular a buceta—. Se não me engano, você mesma me ensinou uma vez que se masturbar é algo muito saudável, até me explicou que você também fazia isso.
Diana lembrava daquela conversa, tinham tido ela há muito tempo atrás. Um dos momentos mais constrangedores da vida dela.
—Sim, é algo muito saudável… contanto que você não faça isso olhando as fotos da sua mãe.
—Pensei que você tinha me dado permissão, senão não teria feito — mentiu.
—Acho que me expliquei mal… —Mais uma vez, o olhar dela foi atraído pela pica do filho, que continuava tão dura como antes. Sentiu um formigamento gostoso na buceta e, pra disfarçar, tomou outro gole de uísque—. Cê tava mesmo pensando na sua professora?
—Sim…
—E o que você achava? — Diana percebeu que a pergunta pegou o filho de surpresa —. Desculpa, sei que é um assunto muito pessoal…
—Tava pensando que ela me dava aulas particulares. —Julián começou a inventar uma história na hora—. Toda vez que ela se abaixava pra apontar algo na minha folha, dava pra ver os peitos todos… e aí, algo parecido, mas vendo a fio dental dela. Até que ela…
—Tirava ela?
—Sim… e eu…
—Sim, já imagino o que você tava fazendo. Essa cena parece tirada de um filme pornô.
—Bom, não tenho a melhor imaginação do mundo… por isso que preciso das fotos. Elas me ajudam pra caralho a montar a cena.
—E aí, não dá pra usar umas imagens que você tira da internet? Tendo tanta pornografia rolando por aí, não entendo por que têm que ser MINHAS fotos.
Julián baixou a cabeça, não sabia como responder àquilo. Foi aí que ele percebeu que a mãe estava sentada com as pernas abertas e dava pra ver praticamente a buceta inteira, não precisou se aproximar pra perceber que ela estava molhada. A pica ficou dura pra caralho e começou a pulsar.
Diana estava ficando cada vez mais excitada, não só pelo efeito do uísque correndo nas veias, mas também porque não conseguia tirar os olhos do pau duro do Julián. De repente, deu vontade de passar a mão na própria buceta, abri-la e posar para a câmera; e depois o filho dela bater uma olhando as fotos. «Tô ficando maluca», pensou. Não entendia por que achava tão morbidamente atraente a ideia de Julián se masturbar vendo as fotos dela; ela deveria ser totalmente contra isso. Mas foi ao lembrar do motivo pelo qual gostava de posar na frente da câmera que entendeu tudo. O que a excitava era saber que tinha o poder de deixar outra pessoa com tesão, por mais que tivesse tentado negar isso a vida inteira; tinha que admitir que sempre curtiu. Apesar da beleza, raramente se comportou como uma mulher provocante, mas se sentia bem toda vez que recebia elogios sobre o corpo.
O fato de o filho dela bater uma punheta olhando as fotos era um elogio pra ela… ele a considerava equivalente à mulher das fantasias sexuais dele, àquela professora de Estatística. Se o filho dela conseguia usar as fotos dela pra recriar uma fantasia sexual com outra pessoa, então todos aqueles estranhos que a vissem poderiam fazer o mesmo; cada um imaginaria quem quisesse: uma professora, uma chefe, uma funcionária, uma vizinha… ou uma mãe.
Não sabia se era por tesão, álcool ou os dois, mas naquele exato momento achou que podia se acostumar com o filho batendo uma olhando as fotos dela depois de cada sessão. Afinal, o coitado ficava todo excitado porque ela era muito provocante e tinha um corpaço. No fim das contas, o pau dele endurecia porque ela fazia bem o trabalho dela, tão bem que nem o próprio filho era imune aos encantos dela. Essa era a prova definitiva de que ela tinha conseguido libertar a mulher fogosa que existia dentro dela.
Ela mordeu o lábio inferior e depois tomou outro gole de uísque. O primeiro tinha queimado a garganta dela, mas esse pareceu mais suave. Diana entendeu que aceitar o que o filho dela fazia poderia incentivá-la a se mostrar mais natural diante da câmera e a exibir o corpo dela de forma mais explícita. E se ele ficasse de pau duro, então ela estaria vendo, diretamente, o resultado dessas ações.
—Vamos continuar tirando fotos? —perguntou Julián.
—Sim; mas hoje não, melhor a gente continua outro dia.
—Sério? Pensei que você não ia mais querer.
—Sim; precisamos da grana, Julián, já te falei. Temos que dar um jeito nesses problemas de qualquer forma, senão a gente fica sem trampo; por isso quero que, antes de continuar, a gente esclareça umas paradas.
—Que tipo de coisas?
—Não sou tão ingênua assim, sei que o que te excita é me ver… por isso você fica de pau duro enquanto tira fotos minhas, mesmo concentrado na câmera… e por isso usa essas fotos pra bater uma punheta. —O garoto ficou vermelho—. Mas vou fazer um esforço imenso da minha parte pra tentar ver isso de outro ângulo.
—Qual seria esse outro ponto de vista?
—Embora no começo a ideia não me agradasse muito, agora eu tô ligada que meu trampo é esquentar o povo… e não só mostrar lingerie. Consigo aceitar isso, ainda mais porque o pagamento é bom. Por isso mesmo, também dava pra aceitar que você ficasse excitado e batesse uma olhando as fotos; você seria tipo o primeiro cobaia. Se nem em você der vontade de se tocar, é porque eu devo ter feito merda.
—Gosto desse ponto de vista.
—Sim, porque te convém —disse ela, sorrindo—. Como vai ver, tô tentando levar as coisas numa boa. Talvez eu esteja distorcendo demais, só pra conseguir digerir. Além disso, vamos admitir, o tesão é um fator importante nessa parada que a gente faz.
—É, você me disse que fica com um tesão se tocar enquanto tiramos as fotos.
—Um pouco demais… e isso não é tudo. —Julian olhou pra ela, intrigado—. Por algum motivo, você acabou me contando que sente isso quando tira fotos minhas, e imagino que não deve ter sido nada fácil me contar isso…
—Não foi.
—Por isso mesmo eu também quero te contar outra coisa, pra você não se sentir tão mal. —Diana mordeu os lábios enquanto procurava a melhor forma de explicar—. Há pouco tempo percebi que consigo me soltar muito mais na frente da câmera se eu estiver excitada… verdadeiramente excitada. —Instintivamente, ela abriu as pernas, mostrando mais da sua buceta molhada—. Por isso mesmo, antes de cada sessão de fotos eu… —Procurou algum sinônimo que suavizasse a palavra, mas lembrou que ela mesma tinha pedido ao filho pra falar de forma clara—… me masturbo.
—N… não sabia…
—Não se faz de sonso, sabia sim, caralho.
—Não, de verdade que não.
—Se você me viu fazendo isso há pouco, quando entrou no quarto.
—Te vi de pernas abertas, mas não consegui ver o que você tava fazendo. Juro que acreditei naquela história de que você tava ensaiando.
—Foi uma mentira muito ruim, —ela disse, rindo—. Não acredito que você caiu nessa.
—Deve ser porque nunca pensei que você fosse mentirosa.
—Não sou mentirosa… mas de vez em quando posso dar uma mentirinha piedosa. —«Também posso omitir informações», pensou. Não pretendia contar ao filho que ela mesma tinha experimentado como era se masturbar pensando na pica dele. Também não ia dizer o quanto a excitava ele se masturbar vendo as fotos. Diana até sentiu vontade de ver mais uma vez o filho batendo uma na pica e poder imaginar que era um dos seus hipotéticos amantes prestando homenagem a ela. Se perguntou se estava ficando louca, ou se tudo aquilo era fruto do cérebro dela tentando se adaptar à situação. —Bom, por hoje vamos deixar as coisas como estão — disse, vencendo a tentação de retomar a sessão de fotos. —Tenho que pensar em muitas coisas… e imagino que você também — ele concordou com a cabeça —, e dá um jeito nisso — disse sorrindo, enquanto apontava pra pica do filho —, é muito chato ser interrompido no meio da punheta… agora estamos quites.
—Então, só pra ter certeza, posso continuar usando suas fotos? —Uma nova onda de calor percorreu o corpo da Diana.
—Sim, pode… e depois você tem que me falar o que achou das fotos. Quer dizer: o quão eróticas foram pra você, quais são as mais fodas, e o que dá pra fazer pra melhorar.
—Eu gosto disso.
—Você vai ser o sujeito do controle de qualidade.
—Eu tinha que ganhar mais grana, tão me dando cada vez mais trampo.
—Não se faz de otário, Julián; eu sei que é um trampo que você faria até de graça.
O garoto sorriu pela primeira vez desde que a conversa começou, isso acalmou a Diana, já que ela achava que tinha sido muito dura com ele, ao chamá-lo indiretamente de tarado.
-2-
Antes de retomar as sessões de fotos, eles deixaram passar alguns dias, o que permitiria que se aclimatassem um pouco à nova postura que haviam assumido diante da situação. Em algumas ocasiões, durante esses dias, Diana permitiu que o filho a visse completamente nua. A primeira vez foi quando ela terminou de tomar banho, saiu sem nenhuma toalha que a cobrisse, e ao passar na frente do filho, parou por alguns segundos para conversar com ele sobre quando seria conveniente enviar o próximo pacote de fotos. Ela notou que os olhos de Julián percorriam cada centímetro da sua nudez, parando por mais tempo nas tetas ou na buceta dela, que ela tinha depilado completamente de novo. Para dar mais tempo a Julián e fazê-lo se acostumar com a nudez dela, Diana serviu um copo d'água e bebeu devagar enquanto procurava outros assuntos para conversar. Percebeu que a pica do filho formava um volume na calça. Depois dessa conversa, Diana sentiu necessidade de se masturbar, e assim fez, pensando que talvez o filho estivesse fazendo o mesmo.
A segunda vez que ela se expôs completamente pelada na frente do Julián foi bem mais intensa. Ela tava deitada na cama, sem nada pra cobrir o corpo, com as pernas bem abertas. Tava se masturbando enquanto olhava, meio sem prestar muita atenção, pra algum programa de TV. Quando ouviu alguém bater na porta, só falou “Entra”.
Quando Julián entrou, levou um baita susto: a mãe dele não fez nenhum esforço pra esconder a nudez, nem sequer tentou fechar um pouco as pernas. Ela só tirou a mão da buceta, mas pela umidade que a xota tava, ficou bem claro pro Julián que ela tava se masturbando.
—O que foi? —Perguntou a loira, com naturalidade. No entanto, seu coração acelerou ao notar o olhar libidinoso do filho. Teve que se esforçar para não se cobrir, queria que ele se acostumasse a vê-la, e ela se acostumar a ser olhada por ele.
Sei que te dá tesão me olhar — pensou ela —, mas a gente não pode deixar isso foder com o nosso negócio. Esse é o único jeito que me vem à cabeça pra essa situação parar de ser tão desconfortável pra nós dois.
O garoto sentou-se aos pés da cama, bem na frente da mãe; primeiro olhou pra buceta dela por uns segundos, depois subiu até encontrar os peitos e continuou a viagem até que seus olhares se cruzaram.
—Queria te avisar que já recebemos o pagamento pelo último pacote de fotos —disse ele, se esforçando pra soar calmo—. Tô falando das fotos em que você tá vestida de secretária.
—Ah, beleza. Mandou pra eles as fotos onde eu tô mais pelada?
—Não, ainda não. Tô reservando elas, essas devem valer muito, e primeiro quero ver se deixam a gente gerar esses packs “privados”, onde o pessoal tem que pagar pra olhar. —Ele, por outro lado, podia olhar de graça, e era isso que tava fazendo. Os olhos dele tinham voltado a se fixar na buceta da Diana. Ela percebeu que o volume na calça do filho começava a crescer. Se sentiu lisonjeada e ainda mais excitada, tava com vontade de se tocar de novo; mas se conteve.
—Acho justo, sei que é arriscado ficar exigindo que o pessoal pague por algo que pode achar de graça em qualquer outro site; mas é um risco que a gente tem que correr.
—Não é algo que vocês encontrem em qualquer outro site.
—Vai me dizer que a internet não tá cheia de fotos de mulher pelada?
—Sim, fotos de mulher pelada tem um monte, mas não tem foto sua pelada. Você precisa entender que já tá formando seu próprio grupo de fãs; quanto mais essas pessoas gostarem de você, maior a chance de estarem dispostas a pagar um pouco pra ver fotos suas mais explícitas.
—Bom, isso me anima um pouco. Se quiser, daqui a pouco a gente pode fazer a sessão de fotos, com o conjunto de empregadinha.
—Sim, quando você quiser. —O olhar de Julián percorreu toda a buceta da mãe dele. Mais uma vez, ela sentiu vontade de fechar as pernas, mas não fechou—. Bom, vou te deixar em paz.
Ele se levantou e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si. Diana ficou com o olhar perdido num ponto imaginário na parede, se perguntando se não tinha ido longe demais ao se exibir daquele jeito na frente do filho. Mas lembrou quando o viu se masturbando, com o pau duro. Julián não tinha ficado tão envergonhado com aquilo, e pra ela também tinha sido um momento estranho. Talvez existissem jeitos melhores pros dois se acostumarem com a situação, mas ela não conseguia pensar em nenhum. «Julián tem que tirar fotos eróticas minhas, pelada, ele tem que se acostumar a me ver assim — pensou a loira —, e eu vou ter que me acostumar a ver ele de pau duro». Naquela hora, passou pela cabeça dela que, talvez, Julián estivesse se masturbando naquele exato momento, olhando fotos dela. Ela mordeu o lábio inferior, a ideia trazia sensações estranhas, com um toque viciante. Por um lado, assustava saber que ele podia estar fazendo aquilo, mas por outro, dava curiosidade. Não conseguia culpar o filho por se masturbar, não queria fazer isso, mesmo achando que não era certo. «Sou a mãe dele, que tanto tesão ele pode sentir por mim?». Não precisava de resposta praquela pergunta, ela mesma tinha visto.
Seguindo um forte impulso, saiu da cama, vestiu seu roupão preto, mas não o fechou. Saiu do quarto e foi em direção ao do filho, que ficava a poucos passos de distância.
De pé na frente da porta do quarto do Julián, ela se perguntou mais uma vez se não estava indo longe demais, mas não conseguia parar o impulso que a tinha levado até ali. Deixando as dúvidas de lado, abriu a porta sem bater.
Exatamente como ela havia previsto, encontrou Julián sentado na frente do computador, nu da cintura pra baixo, com a pica dura na mão. Na tela, estava uma das últimas fotos que ele tinha tirado de Diana, uma em que ela finalmente mostrava a nudez dela.
O moleque deu um pulo na cadeira quando viu a loira entrar.
—Oi. —Ela cumprimentou, como se estivessem muito tempo sem se ver—. Não se assusta, não tem problema. —Entrou no quarto andando com naturalidade, sem se preocupar em cobrir a nudez que se deixava ver pelo roupão aberto. Aproximou-se do filho e se inclinou para olhar a tela, apoiando os peitos nas costas dele—. Essa é uma boa foto —olhou pro pau do Julián—. Que duro que ele tá!
—Mãe, o que você tá fazendo aqui? —Perguntou ele, sem graça.
—Nada, vim te falar que, se quiser, a gente pode fazer as fotos agora.
—Agora? Mas… mas você podia ter batido, —disse ela, inclinando-se mais pra frente por causa do peso das tetas da mãe contra suas costas—. Você, que tanto reclama que eu entro sem avisar no seu quarto.
—Bueno, desculpa, cê tem razão. —Não ia dizer que fiz de propósito—. Vamos dizer que essa é minha vingança pela vez que você entrou e eu tava me tocando… e te conto que há um tempinho você também me interrompeu no meio do processo.
—Você estava se tocando?
—E sim, Julián, por que você acha que eu estava completamente nua, de pernas abertas? —O pau do garoto deu um pulinho. Ele imaginou o jeito que a mãe dele tinha se masturbado segundos antes de ele entrar no quarto—. Se quiser, continua com a punheta, e quando terminar a gente tira as fotos.
—Você tá puta?
—Por quê?
—Pela… pela sua foto… —Ela se referia ao fato de estar se masturbando olhando as fotos da mãe, mas não conseguia colocar em palavras.
—Não, isso não me incomoda… imagino que você deve estar pensando na sua professora de biologia…
—Estatística.
—Bueno, tanto faz. Sua professora tem uma buceta bonita. —Na tela dava pra ver um close muito próximo dela com as pernas abertas e os lábios da buceta mordendo a tanga.
—Mmm… psiu.
—Ai, bobinho… não fica assim, era só uma piada. Sinceramente, me sinto até meio lisonjeada de saber que com minhas fotos você fica desse jeito… se você fica tão duro assim, então algo bem parecido deve acontecer com quem vê minhas fotos.
Tenho certeza que sim. Mas ainda me dá um pouco de vergonha você me ver fazendo isso.
—Sim, te entendo. É normal… mas como nossa relação de trabalho não é lá muito normal, vamos ter que nos acostumar. Não é mesmo? Você vai ter que se acostumar a me ver pelada, e eu vou ter que me acostumar a te ver de pau duro.
—Cê tá falando sério que não te incomoda me ver assim?
—Não, pelo contrário… até posso te dizer que me dá uma molhadinha.
—Sério mesmo? —Juliano sentiu o pau endurecer ainda mais por uma fração de segundos.
—E sim… e não me olha com essa cara. —Ela se afastou um pouco dele, colocou as mãos na cintura, e o olhar do Julián desceu direto pra buceta da mãe, que tava mesmo molhada—. Você fica de pau duro se me vê pelada, porque diz que o corpo humano é algo “universal”. Certo? —Ele concordou com a cabeça—. Então qual é o problema se eu disser que fico meio molhada quando te vejo de pau duro? No fim das contas, é muito parecido com muitos outros que já vi. Não deixa de ser um pau… e o seu é de bom tamanho, —disse ela, olhando sem disfarce—. Talvez se você ficar de pau duro enquanto tira as fotos, me incentive um pouco a me mostrar mais… gostosa, porque eu estaria vendo ao vivo o efeito que tô causando ao posar.
—Então quer que eu vá assim pra tirar as fotos pra você?
—A gente podia tentar, é um bom momento pra isso... olha como eu tô. —Ela abriu os lábios da buceta com dois dedos, pra mostrar pro filho como ela tava molhada. Julián não conseguiu evitar dar uma sacudida no pau—. Vai preparando a câmera, que eu vou me vestir de empregada pornô.
—Beleza, manda ver.
Diana saiu do quarto se sentindo muito excitada, não acreditava que tinha tido aquela conversa tão provocante com o próprio filho, mas não podia negar que a tinha deixado com muito tesão. Ela podia se recriminar à vontade pela atitude, mas se fizesse isso naquele exato momento, perderia uma boa oportunidade de tirar fotos de qualidade.
Em uns dois minutos, saiu do quarto dela vestindo o uniforme de empregada e foi direto pra sala de jantar.
Julián encontrou a mãe dele sentada na mesa da sala de jantar, tomando um gole de uísque. Ela, automaticamente, baixou o olhar e focou na pica do filho, que agora estava mole, mas ainda mantinha um bom tamanho.
—De novo nessa de beber?
—É só um copinho, nada mais… me ajuda a relaxar. —Ela virou o resto do conteúdo do copo.
Julián se sentou numa das cadeiras.
A loira se levantou e virou as costas pro filho pra guardar o uísque no armário das bebidas, não precisava se inclinar pra frente, mas fez mesmo assim, mostrando um pedaço da buceta pro Julián por baixo do vestido.
—Já vou te falando que isso fica muito bom em você, mãe.
—Sério? —Ela se inclinou um pouco mais, expondo a buceta por completo—. Sabe o que eu tava pensando? Que usar essa pussy me deixaria mais gostosa com essa roupa, tipo, me deixaria mais… apetitosa —Diana não acreditava nas palavras que saíam da boca dela, o tesão tava vencendo ela de novo e sabia que o elogio do filho tinha muito a ver com isso—. Talvez você ache uma bobagem, porque o melhor seria estar totalmente pelada, né?
—Acho que não, sou mais a favor de que usar roupa sexy pode ser mais excitante do que ficar totalmente nua. Assim, do jeito que você está agora, fica muito mais gostosa do que há pouco, quando tava sem nada.
—Sério? Bom, tenho que admitir que é um conjunto muito gostoso, e se você me diz que fica bem em mim, então acredito.
—Fica mais que bem em você. —Diana sentiu a autoestima subir—. Mas podia ficar ainda melhor.
—Como? —ela perguntou, virando-se.
—Com aqueles saltos altos que você usou da última vez. Isso ia levantar mais a sua raba.
—É verdade…
—Não sei por que você não colocou eles.
—Porque são desconfortáveis. Não tô acostumada a usar, mas sei que nas fotos podem ficar muito bons. Já volto.
A loira foi pro quarto dela e voltou pouco tempo depois, usando um par de sapatos pretos de salto agulha. Encontrou o Julián se tocando devagar, mas não reclamou de nada, só deu um sorriso pra ele.
—Uau! Agora você está muito melhor. —Garantiu ele.
—Também achei um espanador. —Ela sacudiu ele—. Agora sim pareço uma empregada de verdade —Começou a rir—. Bom, duvido muito que uma doméstica use uma roupa dessas.
—Talvez não, mas te garanto que se tivesse alguma que fizesse isso, eu contrataria sem pensar. Eu adoraria ter uma empregada que se vestisse desse jeito.
—Que safado você é! Com certeza tava bem atento vendo ela limpar, igual tá agora, com a pica na mão.
—Claro! —Julián não entendia o motivo da mudança repentina de atitude da mãe, mas gostou pra caralho e queria tirar o máximo proveito disso—. A primeira coisa que eu diria é pra ela passar o espanador debaixo daquele móvel. —Apontou pro aparador que ficava do lado da cristaleira de bebidas, que era três vezes mais largo e usavam pra guardar pratos, toalhas de mesa e exibir enfeites.
—Dá pra ver que você nunca limpa nada, Julián. Lá embaixo passa é vassoura, não espanador… Ah, que burra, já entendi! —Ela riu de novo—. Você quer ver uma coisa assim…
Ela se aproximou do aparador, virou as costas pro filho e se abaixou, dobrando um pouco as pernas. Depois, esticou o espanador até a ponta sumir debaixo do móvel.
—É, algo assim —disse Julián, balançando a pica.
—Dá pra ver tudo, né?
—Mais ou menos… dava pra ver mais se você não dobrasse tanto os joelhos.
—Assim? — Ela esticou as pernas, e ela mesma sabia que tinha conseguido o efeito desejado, com certeza dava pra ver toda a buceta e a raba dela. — Agora você gosta mais? — Fazer essa pergunta a fez ferver de prazer, ao virar a cabeça ela pôde ver que o filho ainda tinha a mão no pau dele, descendo e subindo devagar; ela sentiu a umidade escorrendo pra fora da boceta.
—Sim, muito mais! —Em seguida, Julián soltou o pau pra poder fotografar a mãe dele, ela ficou parada naquela posição.
—Já posso me mexer? —Perguntou depois de alguns segundos.
—Sim, já está.
—Você vai me dando ideias pra isso parecer um pouquinho mais… pornô.
—Porno?
—E sim. —Levantou-se e deu a volta, ficando de frente para o filho, automaticamente os olhos dela pousaram naquela pica dura e cheia de veias—, seja sincero, a página “erótica” não é… já tá ficando claro pra mim que é mais pornô do que outra coisa.
—E não te incomoda ser modelo de fotos pornô?
—A buceta vai ficar do mesmo jeito, né? E você disse que quanto mais erótica a foto, mais eles pagam. Isso me fez entender que, na real, eles pagam mais por fotos pornô. Tô errada?
—Acertou. Não te falei porque você não ia querer.
—Agora já tô no baile… não tem outro jeito; além disso… tô gostando um pouquinho disso tudo. Nunca imaginei que pudesse fazer pornô.
—Dá pra ver, tá toda molhada. —Ao dizer isso, Julián apertou a própria pica com força, nunca tinha imaginado falar algo assim pra mãe dele, e fazer isso deu um tesão do caralho.
—Acho que tô tão molhada quanto tu tá duro. Agora me diz, o que mais tu queria ver?
—Emm —o garoto coçou o queixo, como se estivesse tentando resolver um grande problema—. Quer mostrar os peitos ou a buceta?
—Mmmm… boa pergunta. Esse conjunto tem essa transparência nos peitos, que é muito gostosa, então o melhor vai ser não tirá-los daí; mas como vem sem tanga, entendo que a intenção é que a buceta apareça bastante; deve ser isso que os designers querem.
—Boa dedução, quanto mais destacarmos as melhores partes do produto, mais elas vão gostar do que a gente faz.
—Então, como você gostaria que eu mostrasse a sua buceta?
—Preciso decidir tudo sozinha?
—Pra alguma coisa eu te tenho aqui, você é o homem. Imagino que se seguir seus instintos, com certeza vamos conseguir umas fotos boas. Se eu fosse aquela camareira que você quer contratar, como é que eu te deixaria com tesão só de me ver?
—Entendo… então volta a se colocar como estava agora.
—Mas isso você já viu…
—É que é o teu melhor ângulo — Diana soltou uma risadinha —, confia em mim.
—Tá bom.
Ela deu uma última olhada na pica do filho e depois se virou de novo, assumindo a mesma posição. Sentiu aquela onda de prazer de novo ao saber que estava mostrando suas partes mais íntimas.
—Esses saltos altos não empinam muito minha bunda? —ela perguntou.
—Sim, muito, a diferença é enorme, então com certeza você tem que usá-los nas fotos.
—Sim, pensava em fazer, me fazem sentir mais gostosa.
—Se o que você quer é ficar mais gostosa, então abre mais as pernas.
—Ah, então era por isso que você queria que eu me vestisse assim.
Ele afastou o pé esquerdo alguns centímetros, sem dobrar os joelhos, dava pra sentir a tensão nos músculos das pernas.
—Assim você está perfeita, — garantiu Julián.
—Será que minha buceta se abriu? —Ela não acreditava que estava perguntando isso ao próprio filho, mas as palavras escaparam da boca sem que conseguisse controlar. A ideia de que seus lábios estavam abertos e que alguém estava ali para ver a excitava demais.
—Sim, abriu bastante. —Julian não conseguiu resistir, aproveitou que a mãe não estava olhando e começou a se masturbar rapidamente, imaginando que enfiava toda a pica naquele buraquinho preto de bordas rosadas—. Isso vai ficar muito bom nas fotos.
—Você tem que tirar uma de perto, pra ficar bem visível.
—Com certeza, mais de um vai querer ver ela com todos os detalhes.
Julián se agachou bem atrás da mãe dele e demorou o tempo que precisou pra focar naquela buceta aberta que transbordava de umidade.
—Agora o que mais eu posso fazer? — Perguntou Diana, enquanto o filho a fotografava.
—Abre essa buceta. —Respondeu, sem pensar duas vezes.
Ela fez exatamente o que o filho pediu, largou o espanador no chão e, usando as duas mãos, abriu a bunda.
—Isso eu gosto. —Fazia tempo que a Diana não se sentia tão exposta sexualmente.
—Comigo também. —Garantiu o garoto, acelerando o ritmo da punheta—. Sua buceta abriu muito. —Apertou o gatilho da câmera de novo.
—Viu que gostosa que ela é? —Ela ria igual uma colegial tarada, e era assim que se sentia.
—É… não imaginava que você fosse tão… aberta assim.
— O que você tá insinuando? — Ela não tava brava, pelo contrário, tinha começado a gostar que o filho falasse essas coisas enquanto a via pelada. Deixava ela mais no clima.
—Uma rola grande entraria em você, sem problemas, —disse ele, pensando no próprio pau.
—Não tenha tanta certeza, na verdade sou bem apertada; mas agora ela tá dilatada porque fiquei me tocando. —Soltou as nádegas e levou dois dedos até a buceta, começou a acariciar os lábios—. Com o tanto que tô molhada, agora até que entraria bem fácil… talvez. Geralmente dá um pouco de trabalho, especialmente se a pica for grande… embora essas sejam as que eu mais gosto —«É, Julián, —pensou—, sua mãe adora pica grande». Essa confissão a deixou a mil.
—E aí, tá doendo?
—Nada demais… mas às vezes pode ser frustrante; porque chega uma hora que já quero sentir ela dentro. —Apertou os dedos um contra o outro, deixando os lábios da buceta no meio.
—Isso que você tá fazendo também é muito bom.
—Vou levar isso em conta. —Diana se endireitou mais uma vez e se virou, surpreendendo o filho se masturbando intensamente—. Ah, vejo que você tá gostando mesmo da coisa…
—Desculpa… —disse ele, parando de repente.
—Não tem problema, te falei que você é o controle de qualidade… se você fica assim, imagina quem vê as fotos.
—É verdade.
—Além disso, me faz sentir lisonjeada… e não pense que isso não esquenta o meu sangue também, me mostrar desse jeito. Como você disse, tem coisas que são inevitáveis… ficar com tesão é inevitável — Ela sabia que ao repetir essas palavras estava se convencendo, mas estava funcionando.
O rosto do filho dela estava a poucos centímetros da buceta dela, ele tinha parado de se tocar, mas não de olhar. De repente, Diana pensou que ficaria muito gostosa colocando um pé na cadeira, e assim fez. Depois, com dois dedos, abriu a própria buceta.
—Você tem um talento natural pra isso —disse Julián, enquanto se apressava pra capturar o momento.
—O que eu tenho é um tesão da porra.
—Melhor, vamos aproveitar isso para que as fotos fiquem mais naturais. —Uma das mãos de Julián desceu até encontrar o pau dele, e apertou com força.
—Sim, mas melhor deixarmos pra outra hora, agora quero ir… me tocar um pouco no quarto. Você vai ter fotos suficientes pra um pack?
—Acho que não, mas tudo bem, a gente continua outro dia.
—Tá bom, porque agora eu preciso de um tempo só pra mim. Desculpa ter feito você preparar a câmera pra tão poucas fotos.
—Não tem problema, na verdade a câmera tá sempre pronta aqui, caso você esteja a fim de tirar umas fotos.
—Essa é uma boa ideia… bom, não aguento mais… vou nessa. —Antes de sair, deu um beijo na bochecha do filho e deu uma última olhada naquela piroca dura.
Diana se trancou no quarto e, sem tirar o uniforme de empregada, se deitou na cama, abriu as pernas e começou a esfregar a buceta com uma mão. A única coisa em que conseguia pensar era numa pica que parecia muito com a do filho dela, mas que pertencia a outro homem. Na imaginação dela, ela montava aquela pica e cavalgava como uma puta no cio, gemendo e pedindo para enfiarem até o fundo. Fazia tanto tempo desde a última vez que transou que ela já tinha praticamente esquecido como era ser penetrada; mas isso não impediu ela de deixar a mente voar. Com os olhos fechados, ela se proporcionou todo o prazer físico que era possível, não se limitou a esfregar a buceta, mas também apalpou os peitões e enfiou um par de dedos no buraquinho feminino dela.
Ela soltou os gemidos, sabendo que Julián podia ouvir, mas não ligava; ele sabia perfeitamente o que ela tava fazendo dentro do quarto. Ela se tremia na cama, arqueava as costas, juntava e separava as pernas de novo. Tava se dando a melhor punheta em anos e já sentia os primeiros sinais de um orgasmo. Quando ele chegou, ela arqueou ainda mais as costas, forçando a bunda a sair do colchão e os pés a darem apoio. Enfiou e tirou os dedos da buceta, soltando estalinhos molhados sem parar. Sentiu o fluxo começar a escorrer em pequenas quantidades da xota, e deixou escapar um gemido profundo.
Ela estava disposta a continuar se tocando, mas por pura casualidade abriu os olhos e soltou um grito de terror.
—Espera, mãe… sou eu… não se assusta, —disse a voz do filho dela, do pé da cama.
—Julião! Que porra você tá fazendo aqui? —Diana tava com a cara vermelha, cheia de raiva.
—E… tava tirando umas fotos. —Mostrou a câmera pra ele—, achei que…
—Sua puta mãe, Julián! Vaza. —Ela jogou um travesseiro nele, que acertou bem na cabeça dele, sem machucar nada—. Vaza, Julián, sai do meu quarto!
O garoto saiu correndo do quarto quando percebeu que a mãe dele tava procurando algum objeto pesado pra tacar nele.
Diana respirava rápido, o peito dela subia e descia violentamente. Sentou na cama, com as pernas abertas, e aos poucos a pulsação foi diminuindo. Tava com vontade de enforcar o filho dela, mas ao mesmo tempo sentia que talvez tinha sido dura demais com ele.
Não, não fui muito dura — pensou —, ele agiu errado… não tinha por que entrar sem permissão.
Pelo resto do dia, Diana não trocou uma palavra com o filho, e até levou a comida dela pro quarto. Julián nem ousou olhar nos olhos dela e fez de tudo pra não ficar no mesmo cômodo. O que mais deixava o moleque triste era que, por causa dessa merda toda, o negócio dele de fotos eróticas ia acabar indo pro saco.
Julián se trancou no quarto, sem entender por que a mãe dele tinha reagido daquele jeito. Afinal, ela parecia estar muito mais solta do que antes. Até interrompeu ele no meio de uma punheta. Ele tava frustrado e puto. Evitou falar com ela o dia inteiro. Nem se deu ao trabalho de editar as fotos que já tinha. Por um momento, pareceu que o negócio tava indo de vento em popa, mas a histeria da mãe dele tinha estragado tudo.
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Capítulo 4.
-1-
Os dedos de Diana exploraram sua buceta com desenvoltura, e pela mente dela passou a imagem da pica ereta do filho; quis afastá-la, mas cada vez que ela aparecia, uma intensa onda de prazer a invadia. Ela se olhou no espelho. Estava vestindo o provocante uniforme de empregada que a empresa alemã tinha mandado, gostou do que viu; era um espetáculo de alto nível erótico. Decidiu que já estava gostosa o suficiente pra se exibir de novo na frente da câmera, saiu do quarto, com a pussy bem ensopada.
Ela foi em direção ao pequeno estúdio fotográfico que o filho tinha improvisado dentro de casa, mas no caminho, ao passar pela sala, levou um baita susto: Julián estava deitado no sofá com a câmera numa mão e a pica na outra; se masturbando com gosto.
—Julião! —exclamou ela; o garoto se assustou e parou na hora—. O que cê tá fazendo?
—Você me disse… você me disse que me dava tempo pra “baixar ela”…
—Mas não era disso que eu tava falando… eu tava dizendo pra você esperar… aliás… por que você tá com a câmera? Deixa, nem me explica, já dá pra ter uma ideia bem clara do que você tava olhando.
Diana deu meia-volta e foi em direção à sala de jantar. Julián ficou paralisado por uns segundos, não esperava que a mãe voltasse tão cedo e não entendia por que ela tinha se irritado de novo. Ele se levantou e foi atrás dela.
Ele encontrou ela perto da vitrine dos licores, tirando uma garrafa de uísque e um copo.
— Cê não acha que é cedo pra um drink? — perguntou pra ela.
—Não me importa que horas são, preciso disso. —Serviu duas doses no copo e virou de uma vez, depois sentou e encheu de novo; os olhos dela se fixaram na piroca dura do filho, queria falar algo sobre aquilo, mas não encontrou palavras.
—Não entendo por que você fica assim, mãe.
—Fico assim porque você estava se masturbando olhando minhas fotos. —Ela tentou dizer isso sem parecer muito irritada—. Não quero fazer nenhuma acusação, Julián; mas… acho estranho, e é difícil pra mim aceitar isso.
O garoto ficou envergonhado, arrastou uma cadeira e sentou nela sem perceber que, daquela posição, a mãe dele conseguia ver o pau dele de mais perto.
—Te falei que não penso em você, mãe.
—Sim, sim… já sei, você tá pensando naquela professora… mas ainda são minhas fotos… e também me impactou um pouco te ver batendo uma punheta.
—Também não gostei muito disso, mas achei que você ia demorar mais; você sempre demora pra se trocar. —De repente, Diana se sentiu envergonhada, porque esse tempo ela costumava usar pra se estimular a buceta—. Se não me engano, você mesma me ensinou uma vez que se masturbar é algo muito saudável, até me explicou que você também fazia isso.
Diana lembrava daquela conversa, tinham tido ela há muito tempo atrás. Um dos momentos mais constrangedores da vida dela.
—Sim, é algo muito saudável… contanto que você não faça isso olhando as fotos da sua mãe.
—Pensei que você tinha me dado permissão, senão não teria feito — mentiu.
—Acho que me expliquei mal… —Mais uma vez, o olhar dela foi atraído pela pica do filho, que continuava tão dura como antes. Sentiu um formigamento gostoso na buceta e, pra disfarçar, tomou outro gole de uísque—. Cê tava mesmo pensando na sua professora?
—Sim…
—E o que você achava? — Diana percebeu que a pergunta pegou o filho de surpresa —. Desculpa, sei que é um assunto muito pessoal…
—Tava pensando que ela me dava aulas particulares. —Julián começou a inventar uma história na hora—. Toda vez que ela se abaixava pra apontar algo na minha folha, dava pra ver os peitos todos… e aí, algo parecido, mas vendo a fio dental dela. Até que ela…
—Tirava ela?
—Sim… e eu…
—Sim, já imagino o que você tava fazendo. Essa cena parece tirada de um filme pornô.
—Bom, não tenho a melhor imaginação do mundo… por isso que preciso das fotos. Elas me ajudam pra caralho a montar a cena.
—E aí, não dá pra usar umas imagens que você tira da internet? Tendo tanta pornografia rolando por aí, não entendo por que têm que ser MINHAS fotos.
Julián baixou a cabeça, não sabia como responder àquilo. Foi aí que ele percebeu que a mãe estava sentada com as pernas abertas e dava pra ver praticamente a buceta inteira, não precisou se aproximar pra perceber que ela estava molhada. A pica ficou dura pra caralho e começou a pulsar.
Diana estava ficando cada vez mais excitada, não só pelo efeito do uísque correndo nas veias, mas também porque não conseguia tirar os olhos do pau duro do Julián. De repente, deu vontade de passar a mão na própria buceta, abri-la e posar para a câmera; e depois o filho dela bater uma olhando as fotos. «Tô ficando maluca», pensou. Não entendia por que achava tão morbidamente atraente a ideia de Julián se masturbar vendo as fotos dela; ela deveria ser totalmente contra isso. Mas foi ao lembrar do motivo pelo qual gostava de posar na frente da câmera que entendeu tudo. O que a excitava era saber que tinha o poder de deixar outra pessoa com tesão, por mais que tivesse tentado negar isso a vida inteira; tinha que admitir que sempre curtiu. Apesar da beleza, raramente se comportou como uma mulher provocante, mas se sentia bem toda vez que recebia elogios sobre o corpo.
O fato de o filho dela bater uma punheta olhando as fotos era um elogio pra ela… ele a considerava equivalente à mulher das fantasias sexuais dele, àquela professora de Estatística. Se o filho dela conseguia usar as fotos dela pra recriar uma fantasia sexual com outra pessoa, então todos aqueles estranhos que a vissem poderiam fazer o mesmo; cada um imaginaria quem quisesse: uma professora, uma chefe, uma funcionária, uma vizinha… ou uma mãe.
Não sabia se era por tesão, álcool ou os dois, mas naquele exato momento achou que podia se acostumar com o filho batendo uma olhando as fotos dela depois de cada sessão. Afinal, o coitado ficava todo excitado porque ela era muito provocante e tinha um corpaço. No fim das contas, o pau dele endurecia porque ela fazia bem o trabalho dela, tão bem que nem o próprio filho era imune aos encantos dela. Essa era a prova definitiva de que ela tinha conseguido libertar a mulher fogosa que existia dentro dela.
Ela mordeu o lábio inferior e depois tomou outro gole de uísque. O primeiro tinha queimado a garganta dela, mas esse pareceu mais suave. Diana entendeu que aceitar o que o filho dela fazia poderia incentivá-la a se mostrar mais natural diante da câmera e a exibir o corpo dela de forma mais explícita. E se ele ficasse de pau duro, então ela estaria vendo, diretamente, o resultado dessas ações.
—Vamos continuar tirando fotos? —perguntou Julián.
—Sim; mas hoje não, melhor a gente continua outro dia.
—Sério? Pensei que você não ia mais querer.
—Sim; precisamos da grana, Julián, já te falei. Temos que dar um jeito nesses problemas de qualquer forma, senão a gente fica sem trampo; por isso quero que, antes de continuar, a gente esclareça umas paradas.
—Que tipo de coisas?
—Não sou tão ingênua assim, sei que o que te excita é me ver… por isso você fica de pau duro enquanto tira fotos minhas, mesmo concentrado na câmera… e por isso usa essas fotos pra bater uma punheta. —O garoto ficou vermelho—. Mas vou fazer um esforço imenso da minha parte pra tentar ver isso de outro ângulo.
—Qual seria esse outro ponto de vista?
—Embora no começo a ideia não me agradasse muito, agora eu tô ligada que meu trampo é esquentar o povo… e não só mostrar lingerie. Consigo aceitar isso, ainda mais porque o pagamento é bom. Por isso mesmo, também dava pra aceitar que você ficasse excitado e batesse uma olhando as fotos; você seria tipo o primeiro cobaia. Se nem em você der vontade de se tocar, é porque eu devo ter feito merda.
—Gosto desse ponto de vista.
—Sim, porque te convém —disse ela, sorrindo—. Como vai ver, tô tentando levar as coisas numa boa. Talvez eu esteja distorcendo demais, só pra conseguir digerir. Além disso, vamos admitir, o tesão é um fator importante nessa parada que a gente faz.
—É, você me disse que fica com um tesão se tocar enquanto tiramos as fotos.
—Um pouco demais… e isso não é tudo. —Julian olhou pra ela, intrigado—. Por algum motivo, você acabou me contando que sente isso quando tira fotos minhas, e imagino que não deve ter sido nada fácil me contar isso…
—Não foi.
—Por isso mesmo eu também quero te contar outra coisa, pra você não se sentir tão mal. —Diana mordeu os lábios enquanto procurava a melhor forma de explicar—. Há pouco tempo percebi que consigo me soltar muito mais na frente da câmera se eu estiver excitada… verdadeiramente excitada. —Instintivamente, ela abriu as pernas, mostrando mais da sua buceta molhada—. Por isso mesmo, antes de cada sessão de fotos eu… —Procurou algum sinônimo que suavizasse a palavra, mas lembrou que ela mesma tinha pedido ao filho pra falar de forma clara—… me masturbo.
—N… não sabia…
—Não se faz de sonso, sabia sim, caralho.
—Não, de verdade que não.
—Se você me viu fazendo isso há pouco, quando entrou no quarto.
—Te vi de pernas abertas, mas não consegui ver o que você tava fazendo. Juro que acreditei naquela história de que você tava ensaiando.
—Foi uma mentira muito ruim, —ela disse, rindo—. Não acredito que você caiu nessa.
—Deve ser porque nunca pensei que você fosse mentirosa.
—Não sou mentirosa… mas de vez em quando posso dar uma mentirinha piedosa. —«Também posso omitir informações», pensou. Não pretendia contar ao filho que ela mesma tinha experimentado como era se masturbar pensando na pica dele. Também não ia dizer o quanto a excitava ele se masturbar vendo as fotos. Diana até sentiu vontade de ver mais uma vez o filho batendo uma na pica e poder imaginar que era um dos seus hipotéticos amantes prestando homenagem a ela. Se perguntou se estava ficando louca, ou se tudo aquilo era fruto do cérebro dela tentando se adaptar à situação. —Bom, por hoje vamos deixar as coisas como estão — disse, vencendo a tentação de retomar a sessão de fotos. —Tenho que pensar em muitas coisas… e imagino que você também — ele concordou com a cabeça —, e dá um jeito nisso — disse sorrindo, enquanto apontava pra pica do filho —, é muito chato ser interrompido no meio da punheta… agora estamos quites.
—Então, só pra ter certeza, posso continuar usando suas fotos? —Uma nova onda de calor percorreu o corpo da Diana.
—Sim, pode… e depois você tem que me falar o que achou das fotos. Quer dizer: o quão eróticas foram pra você, quais são as mais fodas, e o que dá pra fazer pra melhorar.
—Eu gosto disso.
—Você vai ser o sujeito do controle de qualidade.
—Eu tinha que ganhar mais grana, tão me dando cada vez mais trampo.
—Não se faz de otário, Julián; eu sei que é um trampo que você faria até de graça.
O garoto sorriu pela primeira vez desde que a conversa começou, isso acalmou a Diana, já que ela achava que tinha sido muito dura com ele, ao chamá-lo indiretamente de tarado.
-2-
Antes de retomar as sessões de fotos, eles deixaram passar alguns dias, o que permitiria que se aclimatassem um pouco à nova postura que haviam assumido diante da situação. Em algumas ocasiões, durante esses dias, Diana permitiu que o filho a visse completamente nua. A primeira vez foi quando ela terminou de tomar banho, saiu sem nenhuma toalha que a cobrisse, e ao passar na frente do filho, parou por alguns segundos para conversar com ele sobre quando seria conveniente enviar o próximo pacote de fotos. Ela notou que os olhos de Julián percorriam cada centímetro da sua nudez, parando por mais tempo nas tetas ou na buceta dela, que ela tinha depilado completamente de novo. Para dar mais tempo a Julián e fazê-lo se acostumar com a nudez dela, Diana serviu um copo d'água e bebeu devagar enquanto procurava outros assuntos para conversar. Percebeu que a pica do filho formava um volume na calça. Depois dessa conversa, Diana sentiu necessidade de se masturbar, e assim fez, pensando que talvez o filho estivesse fazendo o mesmo.
A segunda vez que ela se expôs completamente pelada na frente do Julián foi bem mais intensa. Ela tava deitada na cama, sem nada pra cobrir o corpo, com as pernas bem abertas. Tava se masturbando enquanto olhava, meio sem prestar muita atenção, pra algum programa de TV. Quando ouviu alguém bater na porta, só falou “Entra”.
Quando Julián entrou, levou um baita susto: a mãe dele não fez nenhum esforço pra esconder a nudez, nem sequer tentou fechar um pouco as pernas. Ela só tirou a mão da buceta, mas pela umidade que a xota tava, ficou bem claro pro Julián que ela tava se masturbando.
—O que foi? —Perguntou a loira, com naturalidade. No entanto, seu coração acelerou ao notar o olhar libidinoso do filho. Teve que se esforçar para não se cobrir, queria que ele se acostumasse a vê-la, e ela se acostumar a ser olhada por ele.
Sei que te dá tesão me olhar — pensou ela —, mas a gente não pode deixar isso foder com o nosso negócio. Esse é o único jeito que me vem à cabeça pra essa situação parar de ser tão desconfortável pra nós dois.
O garoto sentou-se aos pés da cama, bem na frente da mãe; primeiro olhou pra buceta dela por uns segundos, depois subiu até encontrar os peitos e continuou a viagem até que seus olhares se cruzaram.
—Queria te avisar que já recebemos o pagamento pelo último pacote de fotos —disse ele, se esforçando pra soar calmo—. Tô falando das fotos em que você tá vestida de secretária.
—Ah, beleza. Mandou pra eles as fotos onde eu tô mais pelada?
—Não, ainda não. Tô reservando elas, essas devem valer muito, e primeiro quero ver se deixam a gente gerar esses packs “privados”, onde o pessoal tem que pagar pra olhar. —Ele, por outro lado, podia olhar de graça, e era isso que tava fazendo. Os olhos dele tinham voltado a se fixar na buceta da Diana. Ela percebeu que o volume na calça do filho começava a crescer. Se sentiu lisonjeada e ainda mais excitada, tava com vontade de se tocar de novo; mas se conteve.
—Acho justo, sei que é arriscado ficar exigindo que o pessoal pague por algo que pode achar de graça em qualquer outro site; mas é um risco que a gente tem que correr.
—Não é algo que vocês encontrem em qualquer outro site.
—Vai me dizer que a internet não tá cheia de fotos de mulher pelada?
—Sim, fotos de mulher pelada tem um monte, mas não tem foto sua pelada. Você precisa entender que já tá formando seu próprio grupo de fãs; quanto mais essas pessoas gostarem de você, maior a chance de estarem dispostas a pagar um pouco pra ver fotos suas mais explícitas.
—Bom, isso me anima um pouco. Se quiser, daqui a pouco a gente pode fazer a sessão de fotos, com o conjunto de empregadinha.
—Sim, quando você quiser. —O olhar de Julián percorreu toda a buceta da mãe dele. Mais uma vez, ela sentiu vontade de fechar as pernas, mas não fechou—. Bom, vou te deixar em paz.
Ele se levantou e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si. Diana ficou com o olhar perdido num ponto imaginário na parede, se perguntando se não tinha ido longe demais ao se exibir daquele jeito na frente do filho. Mas lembrou quando o viu se masturbando, com o pau duro. Julián não tinha ficado tão envergonhado com aquilo, e pra ela também tinha sido um momento estranho. Talvez existissem jeitos melhores pros dois se acostumarem com a situação, mas ela não conseguia pensar em nenhum. «Julián tem que tirar fotos eróticas minhas, pelada, ele tem que se acostumar a me ver assim — pensou a loira —, e eu vou ter que me acostumar a ver ele de pau duro». Naquela hora, passou pela cabeça dela que, talvez, Julián estivesse se masturbando naquele exato momento, olhando fotos dela. Ela mordeu o lábio inferior, a ideia trazia sensações estranhas, com um toque viciante. Por um lado, assustava saber que ele podia estar fazendo aquilo, mas por outro, dava curiosidade. Não conseguia culpar o filho por se masturbar, não queria fazer isso, mesmo achando que não era certo. «Sou a mãe dele, que tanto tesão ele pode sentir por mim?». Não precisava de resposta praquela pergunta, ela mesma tinha visto.
Seguindo um forte impulso, saiu da cama, vestiu seu roupão preto, mas não o fechou. Saiu do quarto e foi em direção ao do filho, que ficava a poucos passos de distância.
De pé na frente da porta do quarto do Julián, ela se perguntou mais uma vez se não estava indo longe demais, mas não conseguia parar o impulso que a tinha levado até ali. Deixando as dúvidas de lado, abriu a porta sem bater.
Exatamente como ela havia previsto, encontrou Julián sentado na frente do computador, nu da cintura pra baixo, com a pica dura na mão. Na tela, estava uma das últimas fotos que ele tinha tirado de Diana, uma em que ela finalmente mostrava a nudez dela.
O moleque deu um pulo na cadeira quando viu a loira entrar.
—Oi. —Ela cumprimentou, como se estivessem muito tempo sem se ver—. Não se assusta, não tem problema. —Entrou no quarto andando com naturalidade, sem se preocupar em cobrir a nudez que se deixava ver pelo roupão aberto. Aproximou-se do filho e se inclinou para olhar a tela, apoiando os peitos nas costas dele—. Essa é uma boa foto —olhou pro pau do Julián—. Que duro que ele tá!
—Mãe, o que você tá fazendo aqui? —Perguntou ele, sem graça.
—Nada, vim te falar que, se quiser, a gente pode fazer as fotos agora.
—Agora? Mas… mas você podia ter batido, —disse ela, inclinando-se mais pra frente por causa do peso das tetas da mãe contra suas costas—. Você, que tanto reclama que eu entro sem avisar no seu quarto.
—Bueno, desculpa, cê tem razão. —Não ia dizer que fiz de propósito—. Vamos dizer que essa é minha vingança pela vez que você entrou e eu tava me tocando… e te conto que há um tempinho você também me interrompeu no meio do processo.
—Você estava se tocando?
—E sim, Julián, por que você acha que eu estava completamente nua, de pernas abertas? —O pau do garoto deu um pulinho. Ele imaginou o jeito que a mãe dele tinha se masturbado segundos antes de ele entrar no quarto—. Se quiser, continua com a punheta, e quando terminar a gente tira as fotos.
—Você tá puta?
—Por quê?
—Pela… pela sua foto… —Ela se referia ao fato de estar se masturbando olhando as fotos da mãe, mas não conseguia colocar em palavras.
—Não, isso não me incomoda… imagino que você deve estar pensando na sua professora de biologia…
—Estatística.
—Bueno, tanto faz. Sua professora tem uma buceta bonita. —Na tela dava pra ver um close muito próximo dela com as pernas abertas e os lábios da buceta mordendo a tanga.
—Mmm… psiu.
—Ai, bobinho… não fica assim, era só uma piada. Sinceramente, me sinto até meio lisonjeada de saber que com minhas fotos você fica desse jeito… se você fica tão duro assim, então algo bem parecido deve acontecer com quem vê minhas fotos.
Tenho certeza que sim. Mas ainda me dá um pouco de vergonha você me ver fazendo isso.
—Sim, te entendo. É normal… mas como nossa relação de trabalho não é lá muito normal, vamos ter que nos acostumar. Não é mesmo? Você vai ter que se acostumar a me ver pelada, e eu vou ter que me acostumar a te ver de pau duro.
—Cê tá falando sério que não te incomoda me ver assim?
—Não, pelo contrário… até posso te dizer que me dá uma molhadinha.
—Sério mesmo? —Juliano sentiu o pau endurecer ainda mais por uma fração de segundos.
—E sim… e não me olha com essa cara. —Ela se afastou um pouco dele, colocou as mãos na cintura, e o olhar do Julián desceu direto pra buceta da mãe, que tava mesmo molhada—. Você fica de pau duro se me vê pelada, porque diz que o corpo humano é algo “universal”. Certo? —Ele concordou com a cabeça—. Então qual é o problema se eu disser que fico meio molhada quando te vejo de pau duro? No fim das contas, é muito parecido com muitos outros que já vi. Não deixa de ser um pau… e o seu é de bom tamanho, —disse ela, olhando sem disfarce—. Talvez se você ficar de pau duro enquanto tira as fotos, me incentive um pouco a me mostrar mais… gostosa, porque eu estaria vendo ao vivo o efeito que tô causando ao posar.
—Então quer que eu vá assim pra tirar as fotos pra você?
—A gente podia tentar, é um bom momento pra isso... olha como eu tô. —Ela abriu os lábios da buceta com dois dedos, pra mostrar pro filho como ela tava molhada. Julián não conseguiu evitar dar uma sacudida no pau—. Vai preparando a câmera, que eu vou me vestir de empregada pornô.
—Beleza, manda ver.
Diana saiu do quarto se sentindo muito excitada, não acreditava que tinha tido aquela conversa tão provocante com o próprio filho, mas não podia negar que a tinha deixado com muito tesão. Ela podia se recriminar à vontade pela atitude, mas se fizesse isso naquele exato momento, perderia uma boa oportunidade de tirar fotos de qualidade.
Em uns dois minutos, saiu do quarto dela vestindo o uniforme de empregada e foi direto pra sala de jantar.
Julián encontrou a mãe dele sentada na mesa da sala de jantar, tomando um gole de uísque. Ela, automaticamente, baixou o olhar e focou na pica do filho, que agora estava mole, mas ainda mantinha um bom tamanho.
—De novo nessa de beber?
—É só um copinho, nada mais… me ajuda a relaxar. —Ela virou o resto do conteúdo do copo.
Julián se sentou numa das cadeiras.
A loira se levantou e virou as costas pro filho pra guardar o uísque no armário das bebidas, não precisava se inclinar pra frente, mas fez mesmo assim, mostrando um pedaço da buceta pro Julián por baixo do vestido.
—Já vou te falando que isso fica muito bom em você, mãe.
—Sério? —Ela se inclinou um pouco mais, expondo a buceta por completo—. Sabe o que eu tava pensando? Que usar essa pussy me deixaria mais gostosa com essa roupa, tipo, me deixaria mais… apetitosa —Diana não acreditava nas palavras que saíam da boca dela, o tesão tava vencendo ela de novo e sabia que o elogio do filho tinha muito a ver com isso—. Talvez você ache uma bobagem, porque o melhor seria estar totalmente pelada, né?
—Acho que não, sou mais a favor de que usar roupa sexy pode ser mais excitante do que ficar totalmente nua. Assim, do jeito que você está agora, fica muito mais gostosa do que há pouco, quando tava sem nada.
—Sério? Bom, tenho que admitir que é um conjunto muito gostoso, e se você me diz que fica bem em mim, então acredito.
—Fica mais que bem em você. —Diana sentiu a autoestima subir—. Mas podia ficar ainda melhor.
—Como? —ela perguntou, virando-se.
—Com aqueles saltos altos que você usou da última vez. Isso ia levantar mais a sua raba.
—É verdade…
—Não sei por que você não colocou eles.
—Porque são desconfortáveis. Não tô acostumada a usar, mas sei que nas fotos podem ficar muito bons. Já volto.
A loira foi pro quarto dela e voltou pouco tempo depois, usando um par de sapatos pretos de salto agulha. Encontrou o Julián se tocando devagar, mas não reclamou de nada, só deu um sorriso pra ele.
—Uau! Agora você está muito melhor. —Garantiu ele.
—Também achei um espanador. —Ela sacudiu ele—. Agora sim pareço uma empregada de verdade —Começou a rir—. Bom, duvido muito que uma doméstica use uma roupa dessas.
—Talvez não, mas te garanto que se tivesse alguma que fizesse isso, eu contrataria sem pensar. Eu adoraria ter uma empregada que se vestisse desse jeito.
—Que safado você é! Com certeza tava bem atento vendo ela limpar, igual tá agora, com a pica na mão.
—Claro! —Julián não entendia o motivo da mudança repentina de atitude da mãe, mas gostou pra caralho e queria tirar o máximo proveito disso—. A primeira coisa que eu diria é pra ela passar o espanador debaixo daquele móvel. —Apontou pro aparador que ficava do lado da cristaleira de bebidas, que era três vezes mais largo e usavam pra guardar pratos, toalhas de mesa e exibir enfeites.
—Dá pra ver que você nunca limpa nada, Julián. Lá embaixo passa é vassoura, não espanador… Ah, que burra, já entendi! —Ela riu de novo—. Você quer ver uma coisa assim…
Ela se aproximou do aparador, virou as costas pro filho e se abaixou, dobrando um pouco as pernas. Depois, esticou o espanador até a ponta sumir debaixo do móvel.
—É, algo assim —disse Julián, balançando a pica.
—Dá pra ver tudo, né?
—Mais ou menos… dava pra ver mais se você não dobrasse tanto os joelhos.
—Assim? — Ela esticou as pernas, e ela mesma sabia que tinha conseguido o efeito desejado, com certeza dava pra ver toda a buceta e a raba dela. — Agora você gosta mais? — Fazer essa pergunta a fez ferver de prazer, ao virar a cabeça ela pôde ver que o filho ainda tinha a mão no pau dele, descendo e subindo devagar; ela sentiu a umidade escorrendo pra fora da boceta.
—Sim, muito mais! —Em seguida, Julián soltou o pau pra poder fotografar a mãe dele, ela ficou parada naquela posição.
—Já posso me mexer? —Perguntou depois de alguns segundos.
—Sim, já está.
—Você vai me dando ideias pra isso parecer um pouquinho mais… pornô.
—Porno?
—E sim. —Levantou-se e deu a volta, ficando de frente para o filho, automaticamente os olhos dela pousaram naquela pica dura e cheia de veias—, seja sincero, a página “erótica” não é… já tá ficando claro pra mim que é mais pornô do que outra coisa.
—E não te incomoda ser modelo de fotos pornô?
—A buceta vai ficar do mesmo jeito, né? E você disse que quanto mais erótica a foto, mais eles pagam. Isso me fez entender que, na real, eles pagam mais por fotos pornô. Tô errada?
—Acertou. Não te falei porque você não ia querer.
—Agora já tô no baile… não tem outro jeito; além disso… tô gostando um pouquinho disso tudo. Nunca imaginei que pudesse fazer pornô.
—Dá pra ver, tá toda molhada. —Ao dizer isso, Julián apertou a própria pica com força, nunca tinha imaginado falar algo assim pra mãe dele, e fazer isso deu um tesão do caralho.
—Acho que tô tão molhada quanto tu tá duro. Agora me diz, o que mais tu queria ver?
—Emm —o garoto coçou o queixo, como se estivesse tentando resolver um grande problema—. Quer mostrar os peitos ou a buceta?
—Mmmm… boa pergunta. Esse conjunto tem essa transparência nos peitos, que é muito gostosa, então o melhor vai ser não tirá-los daí; mas como vem sem tanga, entendo que a intenção é que a buceta apareça bastante; deve ser isso que os designers querem.
—Boa dedução, quanto mais destacarmos as melhores partes do produto, mais elas vão gostar do que a gente faz.
—Então, como você gostaria que eu mostrasse a sua buceta?
—Preciso decidir tudo sozinha?
—Pra alguma coisa eu te tenho aqui, você é o homem. Imagino que se seguir seus instintos, com certeza vamos conseguir umas fotos boas. Se eu fosse aquela camareira que você quer contratar, como é que eu te deixaria com tesão só de me ver?
—Entendo… então volta a se colocar como estava agora.
—Mas isso você já viu…
—É que é o teu melhor ângulo — Diana soltou uma risadinha —, confia em mim.
—Tá bom.
Ela deu uma última olhada na pica do filho e depois se virou de novo, assumindo a mesma posição. Sentiu aquela onda de prazer de novo ao saber que estava mostrando suas partes mais íntimas.
—Esses saltos altos não empinam muito minha bunda? —ela perguntou.
—Sim, muito, a diferença é enorme, então com certeza você tem que usá-los nas fotos.
—Sim, pensava em fazer, me fazem sentir mais gostosa.
—Se o que você quer é ficar mais gostosa, então abre mais as pernas.
—Ah, então era por isso que você queria que eu me vestisse assim.
Ele afastou o pé esquerdo alguns centímetros, sem dobrar os joelhos, dava pra sentir a tensão nos músculos das pernas.
—Assim você está perfeita, — garantiu Julián.
—Será que minha buceta se abriu? —Ela não acreditava que estava perguntando isso ao próprio filho, mas as palavras escaparam da boca sem que conseguisse controlar. A ideia de que seus lábios estavam abertos e que alguém estava ali para ver a excitava demais.
—Sim, abriu bastante. —Julian não conseguiu resistir, aproveitou que a mãe não estava olhando e começou a se masturbar rapidamente, imaginando que enfiava toda a pica naquele buraquinho preto de bordas rosadas—. Isso vai ficar muito bom nas fotos.
—Você tem que tirar uma de perto, pra ficar bem visível.
—Com certeza, mais de um vai querer ver ela com todos os detalhes.
Julián se agachou bem atrás da mãe dele e demorou o tempo que precisou pra focar naquela buceta aberta que transbordava de umidade.
—Agora o que mais eu posso fazer? — Perguntou Diana, enquanto o filho a fotografava.
—Abre essa buceta. —Respondeu, sem pensar duas vezes.
Ela fez exatamente o que o filho pediu, largou o espanador no chão e, usando as duas mãos, abriu a bunda.
—Isso eu gosto. —Fazia tempo que a Diana não se sentia tão exposta sexualmente.
—Comigo também. —Garantiu o garoto, acelerando o ritmo da punheta—. Sua buceta abriu muito. —Apertou o gatilho da câmera de novo.
—Viu que gostosa que ela é? —Ela ria igual uma colegial tarada, e era assim que se sentia.
—É… não imaginava que você fosse tão… aberta assim.
— O que você tá insinuando? — Ela não tava brava, pelo contrário, tinha começado a gostar que o filho falasse essas coisas enquanto a via pelada. Deixava ela mais no clima.
—Uma rola grande entraria em você, sem problemas, —disse ele, pensando no próprio pau.
—Não tenha tanta certeza, na verdade sou bem apertada; mas agora ela tá dilatada porque fiquei me tocando. —Soltou as nádegas e levou dois dedos até a buceta, começou a acariciar os lábios—. Com o tanto que tô molhada, agora até que entraria bem fácil… talvez. Geralmente dá um pouco de trabalho, especialmente se a pica for grande… embora essas sejam as que eu mais gosto —«É, Julián, —pensou—, sua mãe adora pica grande». Essa confissão a deixou a mil.
—E aí, tá doendo?
—Nada demais… mas às vezes pode ser frustrante; porque chega uma hora que já quero sentir ela dentro. —Apertou os dedos um contra o outro, deixando os lábios da buceta no meio.
—Isso que você tá fazendo também é muito bom.
—Vou levar isso em conta. —Diana se endireitou mais uma vez e se virou, surpreendendo o filho se masturbando intensamente—. Ah, vejo que você tá gostando mesmo da coisa…
—Desculpa… —disse ele, parando de repente.
—Não tem problema, te falei que você é o controle de qualidade… se você fica assim, imagina quem vê as fotos.
—É verdade.
—Além disso, me faz sentir lisonjeada… e não pense que isso não esquenta o meu sangue também, me mostrar desse jeito. Como você disse, tem coisas que são inevitáveis… ficar com tesão é inevitável — Ela sabia que ao repetir essas palavras estava se convencendo, mas estava funcionando.
O rosto do filho dela estava a poucos centímetros da buceta dela, ele tinha parado de se tocar, mas não de olhar. De repente, Diana pensou que ficaria muito gostosa colocando um pé na cadeira, e assim fez. Depois, com dois dedos, abriu a própria buceta.
—Você tem um talento natural pra isso —disse Julián, enquanto se apressava pra capturar o momento.
—O que eu tenho é um tesão da porra.
—Melhor, vamos aproveitar isso para que as fotos fiquem mais naturais. —Uma das mãos de Julián desceu até encontrar o pau dele, e apertou com força.
—Sim, mas melhor deixarmos pra outra hora, agora quero ir… me tocar um pouco no quarto. Você vai ter fotos suficientes pra um pack?
—Acho que não, mas tudo bem, a gente continua outro dia.
—Tá bom, porque agora eu preciso de um tempo só pra mim. Desculpa ter feito você preparar a câmera pra tão poucas fotos.
—Não tem problema, na verdade a câmera tá sempre pronta aqui, caso você esteja a fim de tirar umas fotos.
—Essa é uma boa ideia… bom, não aguento mais… vou nessa. —Antes de sair, deu um beijo na bochecha do filho e deu uma última olhada naquela piroca dura.
Diana se trancou no quarto e, sem tirar o uniforme de empregada, se deitou na cama, abriu as pernas e começou a esfregar a buceta com uma mão. A única coisa em que conseguia pensar era numa pica que parecia muito com a do filho dela, mas que pertencia a outro homem. Na imaginação dela, ela montava aquela pica e cavalgava como uma puta no cio, gemendo e pedindo para enfiarem até o fundo. Fazia tanto tempo desde a última vez que transou que ela já tinha praticamente esquecido como era ser penetrada; mas isso não impediu ela de deixar a mente voar. Com os olhos fechados, ela se proporcionou todo o prazer físico que era possível, não se limitou a esfregar a buceta, mas também apalpou os peitões e enfiou um par de dedos no buraquinho feminino dela.
Ela soltou os gemidos, sabendo que Julián podia ouvir, mas não ligava; ele sabia perfeitamente o que ela tava fazendo dentro do quarto. Ela se tremia na cama, arqueava as costas, juntava e separava as pernas de novo. Tava se dando a melhor punheta em anos e já sentia os primeiros sinais de um orgasmo. Quando ele chegou, ela arqueou ainda mais as costas, forçando a bunda a sair do colchão e os pés a darem apoio. Enfiou e tirou os dedos da buceta, soltando estalinhos molhados sem parar. Sentiu o fluxo começar a escorrer em pequenas quantidades da xota, e deixou escapar um gemido profundo.
Ela estava disposta a continuar se tocando, mas por pura casualidade abriu os olhos e soltou um grito de terror.
—Espera, mãe… sou eu… não se assusta, —disse a voz do filho dela, do pé da cama.
—Julião! Que porra você tá fazendo aqui? —Diana tava com a cara vermelha, cheia de raiva.
—E… tava tirando umas fotos. —Mostrou a câmera pra ele—, achei que…
—Sua puta mãe, Julián! Vaza. —Ela jogou um travesseiro nele, que acertou bem na cabeça dele, sem machucar nada—. Vaza, Julián, sai do meu quarto!
O garoto saiu correndo do quarto quando percebeu que a mãe dele tava procurando algum objeto pesado pra tacar nele.
Diana respirava rápido, o peito dela subia e descia violentamente. Sentou na cama, com as pernas abertas, e aos poucos a pulsação foi diminuindo. Tava com vontade de enforcar o filho dela, mas ao mesmo tempo sentia que talvez tinha sido dura demais com ele.
Não, não fui muito dura — pensou —, ele agiu errado… não tinha por que entrar sem permissão.
Pelo resto do dia, Diana não trocou uma palavra com o filho, e até levou a comida dela pro quarto. Julián nem ousou olhar nos olhos dela e fez de tudo pra não ficar no mesmo cômodo. O que mais deixava o moleque triste era que, por causa dessa merda toda, o negócio dele de fotos eróticas ia acabar indo pro saco.
Julián se trancou no quarto, sem entender por que a mãe dele tinha reagido daquele jeito. Afinal, ela parecia estar muito mais solta do que antes. Até interrompeu ele no meio de uma punheta. Ele tava frustrado e puto. Evitou falar com ela o dia inteiro. Nem se deu ao trabalho de editar as fotos que já tinha. Por um momento, pareceu que o negócio tava indo de vento em popa, mas a histeria da mãe dele tinha estragado tudo.
1 comentários - A MILF Mais Gostosa[04]Tesão de Buceta Gostosa[/04]