Como começou? Bem, eu moro com minha esposa há 14 anos e acho que quando comecei a viver com ela nunca imaginei essas coisas. Minha esposa é uma mulher branca de olhos verdes, com um corpo de matar. Mesmo tendo dois filhos, ela está em ótima forma física. Tem uns peitos brancos com mamilos quase rosados, uma bunda boa e algo que sempre se destaca nela são os lábios da buceta dela. São uns lábios carnudos e bem pronunciados, só de ver esses lábios já me dá vontade de fazer sexo oral nela na hora. Por causa da buceta grande dela, eu tenho um complexo. Meu pau é pequeno, uns 13 centímetros duro, e quando transo com ela percebo que ela só goza em algumas posições. Isso porque meu pau é muito pequeno para aquela buceta enorme. Por mais que eu me esforce, não conseguia preencher aquela bucetona. Essa buceta pede um membro à altura, que seja grande e grosso. Eu sou moreno, cabelo curto, gordo, peso 120 quilos, tenho barriga grande, nem consigo ver meu pau. Me descuidei totalmente. E como a maioria que começa nesse mundo, fui atrás de pessoas que tinham o mesmo problema que eu. Entrei na internet e comecei a ler relatos. Assim cheguei a este site e comecei a descobrir e organizar as ideias do que passava pela minha cabeça. O que eu queria era satisfazê-la, ver a cara de safada dela e vê-la satisfeita. Eu a amo, ela é a mãe dos meus filhos, e vê-la feliz me faria feliz também. Descobri que o que eu queria se chamava "cuckold", onde ela era uma hotwife e eu um cuck consentido. Bom, já sabia o que queria. Agora era hora de contar para ela, e sabia que não seria fácil. Minha esposa vinha de uma família muito conservadora e uma cultura muito tradicional. Comecei primeiro dizendo para quebrarmos a monotonia e fazermos coisas diferentes. Ela aceitou de má vontade. A primeira coisa que fiz foi sugerir assistirmos pornô juntos. Aí procurava vídeos de ménage HMH para ver a reação dela. Na verdade, mesmo ela vendo, não entendia direito. Chamei bastante a atenção dela, depois falei que tinha sonhos muito estranhos e que queria ir a um terapeuta pra ver se o que eu sentia era normal. Ela, curiosa, perguntou o que me atormentava, e eu comentei que queria vê-la com outro homem, um cara que tivesse mais pica do que eu. Ela não disse nada, a cara dela foi de nojo, e eu senti que aquilo nunca ia rolar. Eu continuei com minhas ideias e falei pra quebrarmos a monotonia, então sugeri comprarmos um plug anal. E foi isso, comprei um plug anal tamanho P, bem pequeno, com a desculpa de que ia ajudar a abrir o cu dela pra gente poder ter sexo anal. Ela aceitou quase que obrigada. Na noite que estreiamos, fiz massagem no corpo todo dela e, puta merda, isso meio que excitou ela. Passou da cara de nojo pra uma cara de safada. Mandei ela ficar de quatro com o plug anal dentro e meti na buceta dela. Quando vi ela mais molhada do que o normal, percebi que tinha chance no meu plano de ser corno. Na minha cabeça, eu pensava que ela tava imaginando um ménage.
Num fim de semana qualquer, sem planejar, pelo menos da minha parte, a gente tomou uns drinks em casa. As crianças tavam dormindo, então a noite era nossa. E bem bêbado, falei pra ela que, mesmo com o tempo passando, eu ainda achava ela mais gostosa e que gostava muito mais dela, que me sentia orgulhoso do lado dela e que, quando um cara na rua ficava olhando a bunda, a buceta ou os peitos dela, aquilo me agradava, me excitava. Isso eu vi que ela gostou. Falei que no próximo fim de semana queria sair pra um lugar tomar uns drinks, mas queria ela bem leve de roupa, um pouco mais exibida do que o normal. Me atrevi a dizer que queria sair com uma puta. Ela ficou vermelha e vi que ficou com muita vergonha. Me disse que queria dar um jeito em algumas coisinhas antes de fazer isso, queria umas massagens pra perder uns quilinhos a mais e uma massagem pra levantar a rabeta. Percebi que ela tinha uns problemas de insegurança. porque como eu disse no começo e não é porque é minha mulher, ela é muito gostosa, a pele dela, o corpo dela, os olhos dela fazem ela ser o desejo de qualquer homem, disso eu tenho certeza. Bom, começamos o tratamento de massagens, eu acompanhei ela, até no local nos recomendaram uma nutricionista pra o efeito ser mais rápido e duradouro, então começamos o tratamento e ainda entramos numa academia. A verdade é que pra mim quase não funcionou o tratamento porque eu não me cuidava e continuava comendo igual um louco, mas ela não, o que fez foi deixar ela ainda mais linda. Nos convidaram pra uma festa de aniversário de um parente, a gente não costuma beber muito em lugares que não sejam nossa casa, mas dessa vez foi diferente, ela bebeu bastante e tava mais faladeira do que de costume, tava muito linda naquela noite, embora seja bem conservadora na hora de se vestir, sempre faz na moda e muito elegante, eu olhava pra ela e me surpreendi que ela saiu pra dançar com um primo e eu via ela muito animada, a verdade é que não senti ciúmes, ela é muito respeitosa, mas vi que a esposa do meu primo não gostou muito, então falei pra gente ir embora, ela muito irritada me disse essas palavras que é onde tudo começa. - Você me pede pra ficar com outro homem, mas não aguenta me ver dançar com seu primo. Expliquei que não era por mim, mas pela mulher do meu primo, que eu seria feliz se isso acontecesse, aí com a bebida fomos pra nossa casa, no caminho a gente ia se beijando e eu dizia o que queria fazer com ela quando chegássemos, não ligávamos pro taxista e quando fomos descer percebemos que o taxista tava olhando pelo retrovisor e que ela tava usando uma saia e o homem tava se deliciando vendo os lábios da buceta dela que marcavam na calcinha porque por descuido ou sei lá ela abriu as pernas, isso fez ela ficar muito excitada e mal entramos em casa começamos a fazer amor onde dava, foi muito gostoso, quando terminamos perguntei se ela tinha gostado que O taxista viu ela, e perguntei se ele quisesse participar, o que rolaria. A resposta dela foi que gostou que ele olhasse, mas que se fosse aceitar ficar com alguém, tinha que ser uma pessoa que fisicamente agradasse ela e que obviamente tivesse um pau grande, grosso e limpo. Aproveitei que ela tava bebendo e continuei perguntando, se ela tinha alguém em mente. Me surpreendi quando ela disse que sim, que na academia tinha um cara que atendia esses requisitos, que ela já tinha visto ele, mas achava que ele se dedicava a satisfazer mulheres por dinheiro, porque em mais de uma ocasião viu ele com mulheres mais velhas que sempre davam presentes pra ele. Eu não conhecia o cara, mas fiquei intrigado. Fui na academia, fazia um tempo que não ia, então me coloquei na missão. Assim que entrei, vi ele. O cara é do meu tamanho, mas bem cuidado, com os músculos definidos, e pela roupa dava pra ver que tinha uma boa ferramenta. Saí na hora, só de ver ele senti ciúme e tesão. Gostei da ideia de conhecer o tipo que minha mulher gostava, gostei de saber o tipo por quem ela se deixaria penetrar. Já tinha identificado ele, e agora? Não sabia o que fazer, queria forçar as coisas, não queria esperar mais, queria exibir meus chifres. Então lembrei que tinha pedido pra minha esposa sair vestida de puta. De noite cheguei em casa e, sozinhos no quarto, falei pra ela lembrar do que eu tinha pedido, se a gente ia fazer aquilo mesmo. Ela disse que sim, mas que não queria que fosse na nossa cidade, tinha vergonha de alguém reconhecer ela. Combinamos que seria numa cidade vizinha, a 2 horas da nossa. Ela disse pra eu cuidar de tudo, então me coloquei na tarefa. Não foi difícil, ela me deu as medidas dela e, quando entrei em lojas de mulher, elas me atendiam super bem e me aconselhavam. Queria uma blusa transparente, graças a Deus a gente mora numa cidade de clima quente e dava pra usar. Então cheguei numa loja. e a mina me mostrou várias roupas, e tinha uma blusa preta com umas pedrinhas de enfeite, mas totalmente transparente, essa eu gostei, mas ia aparecer os peitos dela e, embora ela tenha uns peitos lindos, é a mãe dos meus filhos e também não queria expor ela, além de não saber se ela topava isso. então a mina me vendeu um bralette preto, um bralette é um sutiã com mais renda e quase transparente. pra parte de baixo, comprei uma saia cinza curta e uma tanga brasileira preta que combinava com o bralette. o dia esperado chegou e eu precisava acertar com meu novo amigo e não sabia se ele podia e se queria fazer com a gente, além de nunca ter falado com ele e convidado pra outra cidade, não sei se ele toparia. fui na academia, procurei ele e, com a desculpa de que queria propor um negócio, tirei ele do lugar, enrolei bastante pra falar, mas no final soltei. o cara me olhou e ouviu meu plano, disse que esse era o trampo dele e que topava, mas não de graça, o cara me cobrou uma grana, me mostrou umas fotos dele e falou pra gente ir no banheiro pra eu ver o que ele oferecia. não sou gay e fiquei com vergonha, mas aceitei, queria meus chifres a qualquer preço. quando chegamos no banheiro, o cara abaixou um pouco e mostrou a ferramenta dele, mas eu vi de relance, fiquei com muita vergonha, mas parecia grossa e depilada, então acertei com ele e dei só o dinheiro da viagem pra ele nos esperar na cidade escolhida. nisso tudo, minha esposa ainda não sabia dos meus planos. chegou a hora e fomos pra outra cidade, ela ficava falando no caminho que tava com vergonha, que o povo ia pensar mal dela, um monte de coisa. eu acalmei ela e falei que tudo que rolasse era entre nós. quando chegamos, fomos pra um hotel e ela começou a tomar banho e se arrumar toda gostosa, uma coisa que não tinha mencionado foi que contratei um stylist pelas redes pra maquiar ela, arrumar o cabelo e fazer as unhas, queria que a noite fosse perfeita e ela brilhasse. o stylist chegou, arrumou ela cabelo, maquiei ela, arrumei as unhas e até passei uns cremes na pele que deixaram ela mais bonita, brilhante e cheirosa. Eu adorava que por onde a gente passasse, minha mulher cheirava delicioso. Ela já estava pronta e vestiu as roupas que comprei pra ela, não podia acreditar, ela tava linda e extremamente puta. Fomos pra um barzinho perto da praia e começamos a beber, a verdade é que a música não agradou, então saímos pra caminhar e ver onde podíamos continuar a farra. No caminho, os homens olhavam pra ela e alguns até ousavam paquerar ela na minha frente, isso me deixou mais excitado, então peguei meu celular e liguei pro nosso amigo da academia, que ia virar nosso garanhão. Falei onde a gente ia estar, pra ele chegar e sentar em outro lugar, não queria pressionar ela, mas queria ver a reação dela. O lugar que a gente chegou era ao ar livre, de frente pra praia, tinha várias mesas e um grupo musical de rua que, por algumas notas, cantava pra um grupo de pessoas. Isso nos animou e a gente tomou vários copos, dava pra ver que ela tava gostando do clima e cantava todas as músicas. Quando ela viu nosso amigo entrar, o sorriso dela mudou, ela baixou a cabeça e disse: — Isso não é coincidência, você planejou isso, eu nunca pedi por isso, mas se é você quem quer, então é decisão sua, o que acontecer é responsabilidade sua. A conversa mudou, ela ficou mais quieta e pensativa. Falei pra ela relaxar e aproveitar, que era eu quem queria aquilo. As horas passaram, o cara continuava na outra mesa tomando cerveja sozinho e olhando de vez em quando pra onde a gente estava. Eu levantei, fui até ele e falei: tira ela pra dançar. Ele não hesitou, foi até ela e começaram a dançar. Foi algo obsceno, eu sabia que aquele era nosso primeiro garanhão e que algo ia rolar naquela noite. Eles dançaram mais de três músicas, conversaram pouco, e quando ela sentou, me disse que ele não falava muito e perguntou se eu tinha certeza. Eu falei que sim, que fôssemos pro hotel. continuamos bebendo com nosso amigo. Quando ele chegou, estava no mesmo hotel, então não tiveram problemas. Subimos no elevador e chegamos ao quarto, pedimos mais bebida. Ele se mostrou muito controlado e calmo, dizia que só aconteceria o que a gente quisesse. Edgar, esse é o nome do nosso bull, era muito convencido, muito metido, e me disse: "Se você quer que eu monte na sua puta, você mesmo tem que me entregar ela."
Ela, ao ouvir, me olhou. Eu abracei ela, beijei e comecei a mimar. Ela estava nos meus braços enquanto ele estava sentado olhando. Ela estava tensa, então eu comecei tirando a blusa e a saia dela. Ele olhou e assentiu com a cabeça. Ela tirou os saltos e eu mesmo a despi e a levei até a cadeira dele para que ele a fizesse sua. Quando a teve perto, a primeira coisa que fez foi dar uns tapas na bunda dela. Bateu forte na nádega, que ficou vermelha na hora. Ela soltou um gemido de dor, e ele disse: "Olha, é seu marido que está te entregando para mim." Ela me olhou e baixou a cabeça.
Ele começou a acariciar ela. Ela ainda estava meio tensa, mas ele foi ganhando confiança. Sabia que ia penetrar uma puta quase nova e bem cuidada. Eu me sentei numa cadeira e me preparei para ver o espetáculo. Não podia acreditar e queria que aquele momento durasse para sempre. Meu pau estava duro e meus olhos concentrados no que estava por vir. Ele me olha e sorri, pede para ela abaixar a calça de moletom que ele estava usando. Ele já tinha tirado os sapatos e a camiseta. Quando ela abaixa, para nossa surpresa, ele não estava de cueca. E quase de imediato apareceu um pau grosso, grande e com uns ovos enormes, nada a ver com o meu. O dele ainda estava mole e já era maior que o meu pau. A verdade é que vi o olhar da minha esposa mudar para um olhar de excitação. Ele começou a beijar ela, chupar os peitos dela, depois jogou ela na cama como se fosse um traste velho, puxou ela pelas pernas e levou a buceta da minha esposa até a boca dele. Minha esposa me olhava com uma cara de "não acredito", e ao Só crescia mais aquela cock, uma cock de macho, diferente da minha, que vendo a dele, a minha só servia pra mijar. Era uma cock cabeçuda, as veias marcadas e parecia um grande pedaço de carne. Ele continuou, por uns 10 minutos, minha esposa segurava o lençol com as mãos delicadas e se contorcia de prazer, dava pra ver que ela tava gostando. Naquele momento, ela diz: "chega, quero cock, me dá cock". Ele me olha e fala: "cuck, pega a camisinha e coloca em mim". A verdade é que eu não tava no meu juízo normal, fui direto cumprir a ordem. Minha esposa só olhava e disse: "era isso que você queria, então aproveita". A camisinha quase não cabia, tive que fazer força pra desenrolar, e quando eu tocava no pênis dele, sentia duro como uma rocha, as veias pulsando, fazendo vibrar. Não sei por que fiz isso, mas quando terminei, também toquei nos ovos dele, estavam pesados e dava pra ver que o que vinha era bastante sêmen. Fui pra minha cadeira continuar assistindo o espetáculo. Minha esposa ficou de quatro, e ele pergunta: "como você quer que eu te dê cock, suave ou forte?" Ela só responde: "do jeito que você quiser". Ele disse: "então se segura". Foi assim, só no começo ele penetrou devagar. Minha esposa abria a boca como se estivesse sufocando um grito que não saía, mas que ela tentava controlar. Aquela cock tava abrindo toda a buceta dela. Ela pediu pra ele esperar um pouco enquanto se adaptava à cock dele, e depois de um tempo ela diz: "abre essa minha buceta, me mostra o que é um macho de verdade". Ele começou a se mover, os ovos dele batendo na buceta da minha esposa, e ela soltava uns gemidos que eu nunca tinha ouvido. Era uma mistura de dor e prazer, pelo que eu via. No começo, ele foi suave até ganhar confiança e começou a meter forte. Já dava pra ouvir no quarto o barulho dos ovos do nosso touro batendo na buceta da minha mulher. Os gemidos dela, misturados com gritos, saíam mais fortes. Tenho que admitir, eu não aguentei e, sem nem me tocar, gozei. Aí a excitação passou e comecei a ver aquela cena com outros olhos. Era minha mulher. O que eu tinha feito? entreguei minha esposa pra um cara que tava metendo sem dó e sem se importar com a dor dela, eu ingenuamente perguntei se ela queria que eu parasse, tava disposto a intervir, mas a resposta dela foi não, quero que ele encha minha buceta de porra, eu amo isso, me sinto cheia de um pauzão, quando vi ela daquele jeito de quatro com a bunda empinada e a cabeça pra baixo, vermelha porque quando ela fica excitada os peitos dela ficam vermelhos, me aproximei e dei um beijo nela, acariciava o rosto dela e segurava o cabelo, dei muito amor pra ela ver que eu tava do lado dela e que meu amor era incondicional, enquanto esse homem queria partir a buceta dela, eu só queria cuidar dela. De repente vejo ela se contorcer e quase gritando me diz te amo e solta um jato na buceta dela que eu nunca tinha visto, esse cara na primeira metida conseguiu fazer ela ter um squirt, que eu em 14 anos de casamento nunca consegui. Esse cara não gozava e continuava metendo na buceta da minha mulher sem parar, minha esposa não para de gozar e levantava mais a bunda pra levar mais fundo, quando olhei pro Edgar ele continuava tranquilo e nem sinal de querer gozar. Ele virou minha esposa, colocou ela de barriga pra cima, na beirada da cama e colocou as pernas dela nos ombros dele e continuou com o serviço, eu enquanto isso continuava dando força pra minha esposa, acariciando ela, beijando e de mãos dadas, não sei o que vocês pensam, mas pra mim foi muito romântico e até uma prova do meu amor por ela, já tava fazendo um bom tempo metendo num ritmo que eu realmente não conseguiria manter quando vejo a cara dele e vimos que ele tava prestes a gozar, o que ele fez foi meter mais forte na buceta da minha mulher, quando ele solta um grito de prazer e me diz toma aí corno, já nasceu sua nova foxy, uma coisa que destaco do Edgar nosso corno, é que ele sabe qual é o papel dele, ele não tentou conquistar minha esposa, ele nunca disse uma palavra carinhosa pra minha mulher, sempre se dirigia a ela de maneira respeitosa e no quarto não parava de chamar ela de foxy Vadia, a gente adorou isso nele. Bom, voltando ao assunto: quando terminou, ele disse: "Tira a camisinha, aqui está o que sua mulher tirou". O pau dele já tava meio murcho, mas cheio de porra, e a camisinha tava largona pra caralho. Nunca uma camisinha tinha ficado tão larga em mim, era tipo um saquinho cheio de esperma. Ele foi se lavar no banheiro e me deixou sozinho com minha esposa e a camisinha. Peguei aquela porra toda e joguei nos peitos dela. Ela não falou nada, mas quando sentou, disse que tava se sentindo estranha, meio esquisita, e que tava vazando alguma coisa. Pediu pra eu dar uma olhada. Quando fui ver a buceta dela, percebi que não tava fechando direito e ainda tava escorrendo os fluidos dela. Na entrada, tinha um pouco de sangue, mas não era da menstruação, era do estrago que aquele mastrão de carne fez naquele buraquinho que não tava acostumado a ser usado direito. Não aguentei e desci com minha língua pra fazer um oral gostoso nela. Passei a língua nas bordas da entrada da buceta dela, limpando com carinho o estrago que ela tinha sofrido. E, como bom corno e marido de 14 anos, sei onde é o ponto fraco dela. Fui direto no clitóris e fiz o que ela gosta. Ela começou a soltar fluido de novo, e não deixei uma gota. Deixei tudo bem limpinho, como o corno que eu já era. Pensei que tinha acabado tudo. Pedi umas cervejas e ofereci uma pro Edgar pra ele se refrescar e poder sair do quarto. Queria ficar só com ela pra mimar e dar mais beijos, mas não era essa a ideia da minha mulher, muito menos do Edgar. Tomamos as cervejas, e minha esposa levantou, colocou a calcinha fio-dental brasileira dela, sentou do meu lado no sofá e começou a acariciar meu pau, sem se importar que o Edgar tava olhando. Ela puxou meu pau pra fora e começou a chupar. Eu abaixei minhas calças, e o Edgar disse: "Tira a porra dele, vadia". Ela obedeceu nosso touro e se dedicou a isso. Eu tava meio distraído, minha mulher chupava minhas bolas, quando o Edgar puxou o pau dele de novo, gigante e pronto pra segunda rodada. Ele chegou perto de mim e disse: "Coloca a camisinha em mim". Essa puta tem que levar piroca, e você não tem pau pra isso, então eu coloquei. Ela tava de quatro, chupando meu pau e com a bunda exposta. Edgar nem tirou a calcinha dela, só puxou pro lado e começou a meter. Ela gritava, mas como tava com meu pau na boca, parecia o grito de alguém amordaçado. Eu tinha o espetáculo na minha frente: as nádegas dela balançando forte, amortecendo as estocadas que o nosso macho, nosso touro, dava. Eu já não aguentava mais, então relaxei e gozei. Foi a primeira vez que gozei na boca dela, sabia que ela não gostava, mas naquele momento me deixei levar e fiz. Ela me olhou com cara de puta e, com a boca cheia do meu esperma, se levantou um pouco pra procurar minha boca e me beijar. Foi de língua, mas passando quase todo o gozo pra mim. Foi delicioso. Fiquei na frente dela esperando Edgar terminar, quando ele diz: "Se não subir, chupa você". Não entendi, mas parece que minha esposa sim. Ela falou: "Coloca seu pinto na minha cara, amor". Eu obedeci e ela me chupava. Queria subir, mas já não com a mesma vontade. Na verdade, já queria que tudo acabasse. Ela me chupava e acariciava as bolas, quando pede pra eu abrir um pouco as pernas. A mão dela desceu um pouco mais e eu soube qual era o destino. Um dedo dela entrou no meu cu. Isso me reviveu e meu pau ficou duro. Eu queria fazer amor com ela, queria tirar o Edgar, mas ele tava dominando a buceta da minha mulher. Tive que esperar um bom tempo, até que de repente Edgar começa a gozar e a dizer que nós éramos dele, que ele era nosso marido. Edgar gozou, de novo tive que tirar a camisinha dele. Ele se limpou, foi pro banho, tomou uma ducha e saiu trocado. Se despediu e nenhum de nós dois falou mais nada. Obviamente, tive que pagar o combinado e ele foi embora. Eu abracei ela de novo, acariciei, falei o quanto a amo e que nunca vou deixá-la. Fomos pra cama, na posição missionário, nos olhando com muito amor e num... Gozamos juntos num orgasmo simultâneo e caímos no sono. No dia seguinte, tomamos banho juntos, fomos tomar café da manhã juntos e fomos dar um mergulho na praia. Nosso amor renasceu. Eu me sentia orgulhoso dela e com ainda mais vontade de cuidar dela. Amo ela ainda mais, sinto que ela é minha alma gêmea em tudo, e ela parece ainda mais apaixonada e feliz por estar ao meu lado. Edgar é um cavalheiro, só cumprimenta de longe, não liga, não incomoda e não comenta com ninguém o que aconteceu. Queremos repetir com ele, que ele seja nosso boi fixo, pelo pau dele e pela discrição dele. Estamos esperando a oportunidade de repetir. Edgar diz que quer meter umas coisas novas e diferentes, ele é aberto e topa qualquer plano. Em outros relatos, vou contar mais sobre isso que tá só começando.
Num fim de semana qualquer, sem planejar, pelo menos da minha parte, a gente tomou uns drinks em casa. As crianças tavam dormindo, então a noite era nossa. E bem bêbado, falei pra ela que, mesmo com o tempo passando, eu ainda achava ela mais gostosa e que gostava muito mais dela, que me sentia orgulhoso do lado dela e que, quando um cara na rua ficava olhando a bunda, a buceta ou os peitos dela, aquilo me agradava, me excitava. Isso eu vi que ela gostou. Falei que no próximo fim de semana queria sair pra um lugar tomar uns drinks, mas queria ela bem leve de roupa, um pouco mais exibida do que o normal. Me atrevi a dizer que queria sair com uma puta. Ela ficou vermelha e vi que ficou com muita vergonha. Me disse que queria dar um jeito em algumas coisinhas antes de fazer isso, queria umas massagens pra perder uns quilinhos a mais e uma massagem pra levantar a rabeta. Percebi que ela tinha uns problemas de insegurança. porque como eu disse no começo e não é porque é minha mulher, ela é muito gostosa, a pele dela, o corpo dela, os olhos dela fazem ela ser o desejo de qualquer homem, disso eu tenho certeza. Bom, começamos o tratamento de massagens, eu acompanhei ela, até no local nos recomendaram uma nutricionista pra o efeito ser mais rápido e duradouro, então começamos o tratamento e ainda entramos numa academia. A verdade é que pra mim quase não funcionou o tratamento porque eu não me cuidava e continuava comendo igual um louco, mas ela não, o que fez foi deixar ela ainda mais linda. Nos convidaram pra uma festa de aniversário de um parente, a gente não costuma beber muito em lugares que não sejam nossa casa, mas dessa vez foi diferente, ela bebeu bastante e tava mais faladeira do que de costume, tava muito linda naquela noite, embora seja bem conservadora na hora de se vestir, sempre faz na moda e muito elegante, eu olhava pra ela e me surpreendi que ela saiu pra dançar com um primo e eu via ela muito animada, a verdade é que não senti ciúmes, ela é muito respeitosa, mas vi que a esposa do meu primo não gostou muito, então falei pra gente ir embora, ela muito irritada me disse essas palavras que é onde tudo começa. - Você me pede pra ficar com outro homem, mas não aguenta me ver dançar com seu primo. Expliquei que não era por mim, mas pela mulher do meu primo, que eu seria feliz se isso acontecesse, aí com a bebida fomos pra nossa casa, no caminho a gente ia se beijando e eu dizia o que queria fazer com ela quando chegássemos, não ligávamos pro taxista e quando fomos descer percebemos que o taxista tava olhando pelo retrovisor e que ela tava usando uma saia e o homem tava se deliciando vendo os lábios da buceta dela que marcavam na calcinha porque por descuido ou sei lá ela abriu as pernas, isso fez ela ficar muito excitada e mal entramos em casa começamos a fazer amor onde dava, foi muito gostoso, quando terminamos perguntei se ela tinha gostado que O taxista viu ela, e perguntei se ele quisesse participar, o que rolaria. A resposta dela foi que gostou que ele olhasse, mas que se fosse aceitar ficar com alguém, tinha que ser uma pessoa que fisicamente agradasse ela e que obviamente tivesse um pau grande, grosso e limpo. Aproveitei que ela tava bebendo e continuei perguntando, se ela tinha alguém em mente. Me surpreendi quando ela disse que sim, que na academia tinha um cara que atendia esses requisitos, que ela já tinha visto ele, mas achava que ele se dedicava a satisfazer mulheres por dinheiro, porque em mais de uma ocasião viu ele com mulheres mais velhas que sempre davam presentes pra ele. Eu não conhecia o cara, mas fiquei intrigado. Fui na academia, fazia um tempo que não ia, então me coloquei na missão. Assim que entrei, vi ele. O cara é do meu tamanho, mas bem cuidado, com os músculos definidos, e pela roupa dava pra ver que tinha uma boa ferramenta. Saí na hora, só de ver ele senti ciúme e tesão. Gostei da ideia de conhecer o tipo que minha mulher gostava, gostei de saber o tipo por quem ela se deixaria penetrar. Já tinha identificado ele, e agora? Não sabia o que fazer, queria forçar as coisas, não queria esperar mais, queria exibir meus chifres. Então lembrei que tinha pedido pra minha esposa sair vestida de puta. De noite cheguei em casa e, sozinhos no quarto, falei pra ela lembrar do que eu tinha pedido, se a gente ia fazer aquilo mesmo. Ela disse que sim, mas que não queria que fosse na nossa cidade, tinha vergonha de alguém reconhecer ela. Combinamos que seria numa cidade vizinha, a 2 horas da nossa. Ela disse pra eu cuidar de tudo, então me coloquei na tarefa. Não foi difícil, ela me deu as medidas dela e, quando entrei em lojas de mulher, elas me atendiam super bem e me aconselhavam. Queria uma blusa transparente, graças a Deus a gente mora numa cidade de clima quente e dava pra usar. Então cheguei numa loja. e a mina me mostrou várias roupas, e tinha uma blusa preta com umas pedrinhas de enfeite, mas totalmente transparente, essa eu gostei, mas ia aparecer os peitos dela e, embora ela tenha uns peitos lindos, é a mãe dos meus filhos e também não queria expor ela, além de não saber se ela topava isso. então a mina me vendeu um bralette preto, um bralette é um sutiã com mais renda e quase transparente. pra parte de baixo, comprei uma saia cinza curta e uma tanga brasileira preta que combinava com o bralette. o dia esperado chegou e eu precisava acertar com meu novo amigo e não sabia se ele podia e se queria fazer com a gente, além de nunca ter falado com ele e convidado pra outra cidade, não sei se ele toparia. fui na academia, procurei ele e, com a desculpa de que queria propor um negócio, tirei ele do lugar, enrolei bastante pra falar, mas no final soltei. o cara me olhou e ouviu meu plano, disse que esse era o trampo dele e que topava, mas não de graça, o cara me cobrou uma grana, me mostrou umas fotos dele e falou pra gente ir no banheiro pra eu ver o que ele oferecia. não sou gay e fiquei com vergonha, mas aceitei, queria meus chifres a qualquer preço. quando chegamos no banheiro, o cara abaixou um pouco e mostrou a ferramenta dele, mas eu vi de relance, fiquei com muita vergonha, mas parecia grossa e depilada, então acertei com ele e dei só o dinheiro da viagem pra ele nos esperar na cidade escolhida. nisso tudo, minha esposa ainda não sabia dos meus planos. chegou a hora e fomos pra outra cidade, ela ficava falando no caminho que tava com vergonha, que o povo ia pensar mal dela, um monte de coisa. eu acalmei ela e falei que tudo que rolasse era entre nós. quando chegamos, fomos pra um hotel e ela começou a tomar banho e se arrumar toda gostosa, uma coisa que não tinha mencionado foi que contratei um stylist pelas redes pra maquiar ela, arrumar o cabelo e fazer as unhas, queria que a noite fosse perfeita e ela brilhasse. o stylist chegou, arrumou ela cabelo, maquiei ela, arrumei as unhas e até passei uns cremes na pele que deixaram ela mais bonita, brilhante e cheirosa. Eu adorava que por onde a gente passasse, minha mulher cheirava delicioso. Ela já estava pronta e vestiu as roupas que comprei pra ela, não podia acreditar, ela tava linda e extremamente puta. Fomos pra um barzinho perto da praia e começamos a beber, a verdade é que a música não agradou, então saímos pra caminhar e ver onde podíamos continuar a farra. No caminho, os homens olhavam pra ela e alguns até ousavam paquerar ela na minha frente, isso me deixou mais excitado, então peguei meu celular e liguei pro nosso amigo da academia, que ia virar nosso garanhão. Falei onde a gente ia estar, pra ele chegar e sentar em outro lugar, não queria pressionar ela, mas queria ver a reação dela. O lugar que a gente chegou era ao ar livre, de frente pra praia, tinha várias mesas e um grupo musical de rua que, por algumas notas, cantava pra um grupo de pessoas. Isso nos animou e a gente tomou vários copos, dava pra ver que ela tava gostando do clima e cantava todas as músicas. Quando ela viu nosso amigo entrar, o sorriso dela mudou, ela baixou a cabeça e disse: — Isso não é coincidência, você planejou isso, eu nunca pedi por isso, mas se é você quem quer, então é decisão sua, o que acontecer é responsabilidade sua. A conversa mudou, ela ficou mais quieta e pensativa. Falei pra ela relaxar e aproveitar, que era eu quem queria aquilo. As horas passaram, o cara continuava na outra mesa tomando cerveja sozinho e olhando de vez em quando pra onde a gente estava. Eu levantei, fui até ele e falei: tira ela pra dançar. Ele não hesitou, foi até ela e começaram a dançar. Foi algo obsceno, eu sabia que aquele era nosso primeiro garanhão e que algo ia rolar naquela noite. Eles dançaram mais de três músicas, conversaram pouco, e quando ela sentou, me disse que ele não falava muito e perguntou se eu tinha certeza. Eu falei que sim, que fôssemos pro hotel. continuamos bebendo com nosso amigo. Quando ele chegou, estava no mesmo hotel, então não tiveram problemas. Subimos no elevador e chegamos ao quarto, pedimos mais bebida. Ele se mostrou muito controlado e calmo, dizia que só aconteceria o que a gente quisesse. Edgar, esse é o nome do nosso bull, era muito convencido, muito metido, e me disse: "Se você quer que eu monte na sua puta, você mesmo tem que me entregar ela."
Ela, ao ouvir, me olhou. Eu abracei ela, beijei e comecei a mimar. Ela estava nos meus braços enquanto ele estava sentado olhando. Ela estava tensa, então eu comecei tirando a blusa e a saia dela. Ele olhou e assentiu com a cabeça. Ela tirou os saltos e eu mesmo a despi e a levei até a cadeira dele para que ele a fizesse sua. Quando a teve perto, a primeira coisa que fez foi dar uns tapas na bunda dela. Bateu forte na nádega, que ficou vermelha na hora. Ela soltou um gemido de dor, e ele disse: "Olha, é seu marido que está te entregando para mim." Ela me olhou e baixou a cabeça.
Ele começou a acariciar ela. Ela ainda estava meio tensa, mas ele foi ganhando confiança. Sabia que ia penetrar uma puta quase nova e bem cuidada. Eu me sentei numa cadeira e me preparei para ver o espetáculo. Não podia acreditar e queria que aquele momento durasse para sempre. Meu pau estava duro e meus olhos concentrados no que estava por vir. Ele me olha e sorri, pede para ela abaixar a calça de moletom que ele estava usando. Ele já tinha tirado os sapatos e a camiseta. Quando ela abaixa, para nossa surpresa, ele não estava de cueca. E quase de imediato apareceu um pau grosso, grande e com uns ovos enormes, nada a ver com o meu. O dele ainda estava mole e já era maior que o meu pau. A verdade é que vi o olhar da minha esposa mudar para um olhar de excitação. Ele começou a beijar ela, chupar os peitos dela, depois jogou ela na cama como se fosse um traste velho, puxou ela pelas pernas e levou a buceta da minha esposa até a boca dele. Minha esposa me olhava com uma cara de "não acredito", e ao Só crescia mais aquela cock, uma cock de macho, diferente da minha, que vendo a dele, a minha só servia pra mijar. Era uma cock cabeçuda, as veias marcadas e parecia um grande pedaço de carne. Ele continuou, por uns 10 minutos, minha esposa segurava o lençol com as mãos delicadas e se contorcia de prazer, dava pra ver que ela tava gostando. Naquele momento, ela diz: "chega, quero cock, me dá cock". Ele me olha e fala: "cuck, pega a camisinha e coloca em mim". A verdade é que eu não tava no meu juízo normal, fui direto cumprir a ordem. Minha esposa só olhava e disse: "era isso que você queria, então aproveita". A camisinha quase não cabia, tive que fazer força pra desenrolar, e quando eu tocava no pênis dele, sentia duro como uma rocha, as veias pulsando, fazendo vibrar. Não sei por que fiz isso, mas quando terminei, também toquei nos ovos dele, estavam pesados e dava pra ver que o que vinha era bastante sêmen. Fui pra minha cadeira continuar assistindo o espetáculo. Minha esposa ficou de quatro, e ele pergunta: "como você quer que eu te dê cock, suave ou forte?" Ela só responde: "do jeito que você quiser". Ele disse: "então se segura". Foi assim, só no começo ele penetrou devagar. Minha esposa abria a boca como se estivesse sufocando um grito que não saía, mas que ela tentava controlar. Aquela cock tava abrindo toda a buceta dela. Ela pediu pra ele esperar um pouco enquanto se adaptava à cock dele, e depois de um tempo ela diz: "abre essa minha buceta, me mostra o que é um macho de verdade". Ele começou a se mover, os ovos dele batendo na buceta da minha esposa, e ela soltava uns gemidos que eu nunca tinha ouvido. Era uma mistura de dor e prazer, pelo que eu via. No começo, ele foi suave até ganhar confiança e começou a meter forte. Já dava pra ouvir no quarto o barulho dos ovos do nosso touro batendo na buceta da minha mulher. Os gemidos dela, misturados com gritos, saíam mais fortes. Tenho que admitir, eu não aguentei e, sem nem me tocar, gozei. Aí a excitação passou e comecei a ver aquela cena com outros olhos. Era minha mulher. O que eu tinha feito? entreguei minha esposa pra um cara que tava metendo sem dó e sem se importar com a dor dela, eu ingenuamente perguntei se ela queria que eu parasse, tava disposto a intervir, mas a resposta dela foi não, quero que ele encha minha buceta de porra, eu amo isso, me sinto cheia de um pauzão, quando vi ela daquele jeito de quatro com a bunda empinada e a cabeça pra baixo, vermelha porque quando ela fica excitada os peitos dela ficam vermelhos, me aproximei e dei um beijo nela, acariciava o rosto dela e segurava o cabelo, dei muito amor pra ela ver que eu tava do lado dela e que meu amor era incondicional, enquanto esse homem queria partir a buceta dela, eu só queria cuidar dela. De repente vejo ela se contorcer e quase gritando me diz te amo e solta um jato na buceta dela que eu nunca tinha visto, esse cara na primeira metida conseguiu fazer ela ter um squirt, que eu em 14 anos de casamento nunca consegui. Esse cara não gozava e continuava metendo na buceta da minha mulher sem parar, minha esposa não para de gozar e levantava mais a bunda pra levar mais fundo, quando olhei pro Edgar ele continuava tranquilo e nem sinal de querer gozar. Ele virou minha esposa, colocou ela de barriga pra cima, na beirada da cama e colocou as pernas dela nos ombros dele e continuou com o serviço, eu enquanto isso continuava dando força pra minha esposa, acariciando ela, beijando e de mãos dadas, não sei o que vocês pensam, mas pra mim foi muito romântico e até uma prova do meu amor por ela, já tava fazendo um bom tempo metendo num ritmo que eu realmente não conseguiria manter quando vejo a cara dele e vimos que ele tava prestes a gozar, o que ele fez foi meter mais forte na buceta da minha mulher, quando ele solta um grito de prazer e me diz toma aí corno, já nasceu sua nova foxy, uma coisa que destaco do Edgar nosso corno, é que ele sabe qual é o papel dele, ele não tentou conquistar minha esposa, ele nunca disse uma palavra carinhosa pra minha mulher, sempre se dirigia a ela de maneira respeitosa e no quarto não parava de chamar ela de foxy Vadia, a gente adorou isso nele. Bom, voltando ao assunto: quando terminou, ele disse: "Tira a camisinha, aqui está o que sua mulher tirou". O pau dele já tava meio murcho, mas cheio de porra, e a camisinha tava largona pra caralho. Nunca uma camisinha tinha ficado tão larga em mim, era tipo um saquinho cheio de esperma. Ele foi se lavar no banheiro e me deixou sozinho com minha esposa e a camisinha. Peguei aquela porra toda e joguei nos peitos dela. Ela não falou nada, mas quando sentou, disse que tava se sentindo estranha, meio esquisita, e que tava vazando alguma coisa. Pediu pra eu dar uma olhada. Quando fui ver a buceta dela, percebi que não tava fechando direito e ainda tava escorrendo os fluidos dela. Na entrada, tinha um pouco de sangue, mas não era da menstruação, era do estrago que aquele mastrão de carne fez naquele buraquinho que não tava acostumado a ser usado direito. Não aguentei e desci com minha língua pra fazer um oral gostoso nela. Passei a língua nas bordas da entrada da buceta dela, limpando com carinho o estrago que ela tinha sofrido. E, como bom corno e marido de 14 anos, sei onde é o ponto fraco dela. Fui direto no clitóris e fiz o que ela gosta. Ela começou a soltar fluido de novo, e não deixei uma gota. Deixei tudo bem limpinho, como o corno que eu já era. Pensei que tinha acabado tudo. Pedi umas cervejas e ofereci uma pro Edgar pra ele se refrescar e poder sair do quarto. Queria ficar só com ela pra mimar e dar mais beijos, mas não era essa a ideia da minha mulher, muito menos do Edgar. Tomamos as cervejas, e minha esposa levantou, colocou a calcinha fio-dental brasileira dela, sentou do meu lado no sofá e começou a acariciar meu pau, sem se importar que o Edgar tava olhando. Ela puxou meu pau pra fora e começou a chupar. Eu abaixei minhas calças, e o Edgar disse: "Tira a porra dele, vadia". Ela obedeceu nosso touro e se dedicou a isso. Eu tava meio distraído, minha mulher chupava minhas bolas, quando o Edgar puxou o pau dele de novo, gigante e pronto pra segunda rodada. Ele chegou perto de mim e disse: "Coloca a camisinha em mim". Essa puta tem que levar piroca, e você não tem pau pra isso, então eu coloquei. Ela tava de quatro, chupando meu pau e com a bunda exposta. Edgar nem tirou a calcinha dela, só puxou pro lado e começou a meter. Ela gritava, mas como tava com meu pau na boca, parecia o grito de alguém amordaçado. Eu tinha o espetáculo na minha frente: as nádegas dela balançando forte, amortecendo as estocadas que o nosso macho, nosso touro, dava. Eu já não aguentava mais, então relaxei e gozei. Foi a primeira vez que gozei na boca dela, sabia que ela não gostava, mas naquele momento me deixei levar e fiz. Ela me olhou com cara de puta e, com a boca cheia do meu esperma, se levantou um pouco pra procurar minha boca e me beijar. Foi de língua, mas passando quase todo o gozo pra mim. Foi delicioso. Fiquei na frente dela esperando Edgar terminar, quando ele diz: "Se não subir, chupa você". Não entendi, mas parece que minha esposa sim. Ela falou: "Coloca seu pinto na minha cara, amor". Eu obedeci e ela me chupava. Queria subir, mas já não com a mesma vontade. Na verdade, já queria que tudo acabasse. Ela me chupava e acariciava as bolas, quando pede pra eu abrir um pouco as pernas. A mão dela desceu um pouco mais e eu soube qual era o destino. Um dedo dela entrou no meu cu. Isso me reviveu e meu pau ficou duro. Eu queria fazer amor com ela, queria tirar o Edgar, mas ele tava dominando a buceta da minha mulher. Tive que esperar um bom tempo, até que de repente Edgar começa a gozar e a dizer que nós éramos dele, que ele era nosso marido. Edgar gozou, de novo tive que tirar a camisinha dele. Ele se limpou, foi pro banho, tomou uma ducha e saiu trocado. Se despediu e nenhum de nós dois falou mais nada. Obviamente, tive que pagar o combinado e ele foi embora. Eu abracei ela de novo, acariciei, falei o quanto a amo e que nunca vou deixá-la. Fomos pra cama, na posição missionário, nos olhando com muito amor e num... Gozamos juntos num orgasmo simultâneo e caímos no sono. No dia seguinte, tomamos banho juntos, fomos tomar café da manhã juntos e fomos dar um mergulho na praia. Nosso amor renasceu. Eu me sentia orgulhoso dela e com ainda mais vontade de cuidar dela. Amo ela ainda mais, sinto que ela é minha alma gêmea em tudo, e ela parece ainda mais apaixonada e feliz por estar ao meu lado. Edgar é um cavalheiro, só cumprimenta de longe, não liga, não incomoda e não comenta com ninguém o que aconteceu. Queremos repetir com ele, que ele seja nosso boi fixo, pelo pau dele e pela discrição dele. Estamos esperando a oportunidade de repetir. Edgar diz que quer meter umas coisas novas e diferentes, ele é aberto e topa qualquer plano. Em outros relatos, vou contar mais sobre isso que tá só começando.
5 comentários - Assim que comecei a ser corno